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Embriologia 
Divisão celular, reprodução e desenvolvimento 
 Desenvolvimento é um conjunto de fenômenos
biológicos que ocorrem desde a célula-ovo até o
estado adulto do indivíduo.
 Durante o desenvolvimento embrionário, as células
somáticas se especializam para formar os tecidos e
os órgãos do corpo.
 Essa especialização é determinada pela informação
genética contida em seus núcleos (todos os núcleos
são derivados do zigoto e, com raras exceções,
todos recebem a mesma informação genética).
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Divisão celular, reprodução e desenvolvimento 
 A diferenciação celular resulta da expressão diferencial de genes, que ocorre no
desenvolvimento dos seres multicelulares.
 O processo de diferenciação ou maturação celular é um estágio de especialização e,
geralmente, atinge um ponto final após o desenvolvimento, quando as estruturas e
função se estabilizam.
Último estágio da divisão embrionária
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Desenvolvimento embrionário 
Na diferenciação celular, destacam-se as células totipotentes – aquelas capazes de gerar todos os tipos
de células e tecidos humanos, até mesmo um indivíduo completo, pois conservam todas as
potencialidades genéticas do núcleo inicial.
Existem, também, as células pluripotentes e multipotentes, todavia, possuem capacidade mais limitada.
TOTIPOTENTES
 Único tipo capaz de originar de todos os tipos de
células e tecido do corpo;
 Incluindo embrionário e extraembrionário.
 Os únicos exemplos de células-tronco totipotente são:
 O óvulo fecundado (zigoto)
 As primeiras células provenientes do zigoto, até a fase
de 16 células da mórula.
PLURIPOTENTES
 Possuem potencial de diferenciação inferior ao das totipotentes, pois são capazes de originar
células dos tecido embrionários primitivos: ectoderma, mesoderma, endoderma (os quais vão dar
origem aos tecidos adultos do organismo), porém não são capazes de se diferenciar em células de
tecidos extraembrionários, como a placenta.
Células-tronco pluripotentes 
podem ser extraídas do 
embrioblasto (massa celular 
interna), encontrado em 
embriões humanos no estágio de 
blastocisto.
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MULTIPOTENTES
Apresentam potencial de diferenciação
limitado e geram as células dos tecidos dos
quais são originadas. Assim, estão
diretamente associadas ao processo de
manutenção dos tecidos, repondo células
senescentes que são perdidas.
• Exemplos de multipotentes são as
células mesenquimais, as células da
medula óssea, as células-tronco
neurais e as células do sangue de
cordão umbilical.
Embriogênese 
Se inicia a partir da fecundação, e esse é um momento
muito importante pois todas as características do novo
indivíduo serão determinadas nessa ocasião pela
herança genética vinda através dos cromossomos
parentais.
Esse período se divide em três etapas, a segmentação,
a gastrulação e a organogênese.
Durante essas fases, a célula se divide dando origem a outras 
unidades que receberão nomes de acordo com a quantidade de 
divisões. Denomina-se clivagem as divisões celulares que 
ocorrem ao longo da embriogênese.
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Todas as fases do desenvolvimento embrionário estão interligadas e o objetivo comum entre elas é a 
formação de um novo ser vivo, um embrião.
DEFINIÇÃO, FASES, LOCAL E PARTICULARIDADES DA ESPERMATOGÊNESE
A Espermatogênese é o nome dado às etapas de formação do gameta masculino – espermatozoide.
1° Fase (Germinativa 
ou Multiplicativa): 
Células diploides se 
dividem por meiose e 
dão origem a outras 
também diploides 
(espermatogônias) 
2° Fase (fase de 
crescimento): fase mais 
rápida; ocorre o aumento 
das espermatogônias, 
que passam a se chamar 
espermatócitos I ou 
espermatócitos de 
primeira ordem. 
3° Fase (fase de maturação): os 
espermatócitos I se dividem duas 
vezes por meiose. Na primeira 
divisão, o espermatócito I gera dois 
espermatócitos II ou 
espermatócitos de segunda ordem 
(haploides), na segunda, cada 
espermatócito II dará origem a 
novas células, também haploides, 
chamadas espermátides.
3° Fase (fase de maturação): os 
espermatócitos I se dividem duas 
vezes por meiose. Na primeira 
divisão, o espermatócito I gera dois 
espermatócitos II ou 
espermatócitos de segunda ordem 
(haploides), na segunda, cada 
espermatócito II dará origem a 
novas células, também haploides, 
chamadas espermátides.
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Estágio de maturação
Na última etapa, fase de 
diferenciação ou
espermiogênese, as 
espermátides passam por 
ciclos de maturação, 
sofrem transformações e 
finalmente se transformam 
nos espermatozoides.
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DEFINIÇÃO, FASES, LOCAL E PARTICULARIDADES DA OOGÊNESE
Chama-se oogênese a formação do gameta feminino – o óvulo. Nos indivíduos do
sexo feminino a oogénese inicia-se muito antes do nascimento ainda durante o
desenvolvimento embrionário, e prolonga-se até à puberdade com a formação dos
gametas.
1° Fase 
(multiplicação): as 
células 
embrionárias 
diploides se dividem 
por mitose e dão 
origem 
às ovogônias.
2° Fase (crescimento): 
as ovogônias se 
desenvolvem e se 
transformam 
em ovócitos I, 
ovócitos de primeira 
ordem ou ainda, 
ovócitos primários
3° fase: O ovócito I, uma 
célula diploide, quando 
passa pela meiose, dá 
origem a duas células de 
tamanhos diferentes, 
o ovócito II, que é mais 
volumosa e rica em vitelo, 
e outra menor, 
o primeiro glóbulo polar o
u corpo polar.
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Na última fase (maturação), que se inicia quase no fim
da gestação, por volta do 8° mês, os ovócitos I realizam
a primeira divisão meiótica, mas paralisam a divisão na
prófase I.
Eles permanecem assim até o início da puberdade, mas
quando chegam nesse estágio, sob o estímulo de
hormônios, voltam a se dividir e completam o primeiro
ciclo da meiose.
Nesse momento, os ovócitos I produzem duas células
haploides de tamanhos distintos, um ovócito secundário
maior, denominado óvulo, e outro menor,
o segundo glóbulo polar ou corpo polar, que se
degenera posteriormente
Ciclo de 28 dias
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Fertilização, clivagem e implantação do blastocisto
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A fertilização ou fecundação consiste na
penetração física do espermatozoide no óvulo, o
que só é possível graças a uma série de reações
químicas e físicas nos gametas, que produzem
substâncias que facilitam essa união.
Alguns tipos de espermatozoide produzem
enzimas semelhantes às dos lisossomos. Uma
delas é a lisina espermática, presente na cabeça
do espermatozoide – acrossomo.
Essas enzimas permitem que o espermatozoide
consiga penetrar no óvulo.
Assim que ocorre a união do gameta
masculino e feminino, ou seja, a fecundação,
o óvulo passa por modificações fisiológicas a
fim de evitar que outros espermatozoides
penetrem e, somente em seguida, inicia o
processo de clivagem.
Por volta do segundo dia, o óvulo se divide
por meiose dando origem a duas células-
filhas – os blastômeros, que na sequência
também se dividem e geram,
consecutivamente, quatro e oito células-filhas
(as células totipotentes).
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 Nas duas semanas após a fertilização, o óvulo continua
passando por uma série de divisões celulares – a clivagem.
 O primeiro estágio, a partir do momento da fecundação, é
a mórula, e depois, por volta do 5° dia após a fecundação,
a blástula.
 Nessa fase, o óvulo se transforma em um maciço de
células, mas em seguida, após novas modificações,
formam-se cavidades internas denominadas blastoceles e
ele passa a se denominar blastocisto.
 Em torno do 7°dia após à gestação, acontece
a implantação do blastocisto no útero, processo esse
conhecido como nidação.
Cerca de duas semanas depois da nidação, começam a ser liberados 
hormônios na cavidade uterina, com o objetivo de nutrir, proteger e 
fornecer ao óvulo tudo o que for necessário para seu crescimento. 
Nesse momento também começam a se formar as estruturas que 
irão dar origem às membranas fetais e à placenta.
Conforme a blástula continua a se desenvolver, ela formaa gástrula. Na fase de gastrulação, as
células se movem para o interior da blástula e começam a formar as três camadas
germinativas: endoderma, mesoderma e ectoderma. Todos os tecidos e órgãos do corpo humano
se formam a partir dessas três camadas.
O endoderma irá formar os órgãos digestivos, os pulmões e a bexiga, enquanto o mesoderma – a
camada do meio – dará origem aos vasos sanguíneos, esqueleto e músculos. Por fim, o ectoderma
– a camada mais externa – atuará na formação da pele e do sistema nervoso.
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CAMADAS GERMINATIVAS 
ECTODERMA:
Dar origem à epiderme e estruturas anexas, como glândulas e pelos. Formará
o esmalte dos dentes, revestimento das cavidade bucais e nasais, além da
cloaca, orifício que forma o anus em alguns animais. Além disso, participa da
estruturação dos receptores sensitivos e sistema nervoso.
ENDODERMA
Forma o intestino primitivo, o epitélio do tubo digestivo, faringe, ouvido médio,
tireoide, fígado, pâncreas, timo, revestimento interno do aparelho respiratório,
da bexiga e da uretra.
MESODERMA
Entre as três camadas embrionárias, é a mais produtiva: atua na formação da
notocorda, do mesênquima – tecido que constitui o sistema conjuntivo,
responsável pela sustentação do esqueleto e formação dos músculos da
cabeça, participa da formação do aparelho excretor e circulatório – o coração,
vasos e sangue. Está presente na constituição de parte da derme, alguns
músculos voluntários e involuntários, na maior parte do sistema reprodutor e
nas células germinativas.
FASES, LOCAL, MECANISMO E CONSEQUÊNCIAS DA FERTILIZAÇÃO
Na primeira etapa da fertilização, a fase de
segmentação, ocorre uma série de divisões e
mudanças no óvulo até que ele se torne um
blastocisto e se implante na parede do útero
(nidação).
Em seguida, ocorre a fase embrionária, que se
estende até o 2° mês de gestação. Nela, são
formados os principais órgãos e sistemas; agora, a
célula que iniciou todos esses ciclos, já pode ser
chamada de embrião.
Além disso, é a partir desse estágio que as células
começam a se diferenciar e a desempenhar
funções específicas.
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Depois de oito semanas, o embrião se torna um feto, e
é por isso que esse período vai até o fim da gestação,
ou seja, a fase fetal.
Essa fase consiste no desenvolvimento do bebê e na
maturação dos órgãos, o que envolve processos
complexos e muito gasto de energia.
Ao mesmo tempo que o feto passa por modificações
citológicas e fisiológicas que possibilitam o aumento de
suas proporções corporais, o sistema nervoso se
desenvolve e ele passa a interagir e responder ao meio.
Desenvolvimento embrionário e fetal na espécie humana até os 5 meses de 
gravidez
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LOCAL NORMAL E ANORMAL DA IMPLANTAÇÃO
Em uma gravidez normal, o óvulo é fecundado na trompa de Falópio, transforma-se em blastocisto e é
transportado para a parede uterina, onde se implanta no endométrio. Porém, em alguns casos, o blastocisto pode
“errar o caminho” e se implantar em locais fora do útero, o que no geral leva o embrião à morte, pois causa uma
forte hemorragia entre o primeiro e segundo mês de gravidez.
Quando isso ocorre, dizemos que é uma gravidez ectópica ou extra uterina.
Esse tipo de gravidez pode ser visto em diversas partes da cavidade abdominal, entretanto, o mais comum é que
ocorra na tuba uterina – gravidez tubária.
MODIFICAÇÕES ENDOMETRIAIS, MECANISMOS E CONSEQUÊNCIAS DA
IMPLANTAÇÃO
Internamente o útero é revestido pelo endométrio, um
tecido muito vascularizado e com glândulas que
desempenham funções específicas. Em resposta às
alterações hormonais do corpo feminino, que se
acentuam no período menstrual e na gravidez, esse
tecido pode variar de espessura.
Na menstruação, por exemplo, como há um aumento
na produção de hormônios, o endométrio se expande.
Se ocorrer a fecundação, terá início a gravidez, caso
contrário, o endométrio começa a se descamar, sangrar
e a mulher entra em período menstrual.
O endométrio é fundamental para a implantação do
blastocisto, um vez que sua função é acolher e nutrir o
embrião no início da gestação. Sem ele, não seria
possível o transporte de nutrientes e oxigênio entre o
feto e sua mãe durante os primeiros estágios da
gravidez.
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Em sua constituição, o endométrio
apresenta duas camadas, uma chamada
de funcional e a outra de basal. Durante
a menstruação, a camada funcional,
que fica ao redor da cavidade uterina, é
expelida e reconstituída.
Já a camada basal, localizada na parte
intermediária do útero, fica encarregada
de restaurar a camada interna do útero
após a menstruação e prepará-lo para
possíveis gestações.
Ao longo da gravidez, os hormônios, geralmente secretados pela própria placenta, desempenham um papel
fundamental, especialmente quatro deles – a progesterona, o estrogênio, o FSH e o LH.
Todos são hormônios sexuais femininos secretados durante o ciclo menstrual, ou seja, ao longo da vida reprodutiva
da mulher.
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ESTROGÊNIO
Ente outras coisas, esse hormônio fica
encarregado de promover e aumentar a
elasticidade na parede do útero e do canal,
fundamental para o nascimento.
PROGESTERONA
Sua principal função e promover o relaxamento
da musculatura do útero, para abrigar o bebe,
conforme seu crescimento, e da pelve, para sua
passagem na hora do parto. Atua também no
aumento das mamas e da vagina.
 FSH - hormônio folículo estimulante
É produzido pela hipófise e se encarrega de
estimular a secreção de estrogênio, responsável
por promover a maturação dos folículos
ovarianos. Além de regular o início da fase
reprodutiva.
LH – hormônio luteinizante
Regula as atividades dos ovários e testículos, e
também é produzido pela hipófise.
É possível perceber que durante o mês o
nível de hormônios varia
consideravelmente nas duas semanas
anteriores à ovulação – fase folicular.
Nela, as taxas são bem baixas, contudo,
por volta do 14° dia, no auge da
ovulação, o LH, o FSH e o estrogênio
aumentam.
A progesterona é o hormônio
predominante na fase lútea, que
corresponde às duas semanas após a
ovulação.
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 As taxas dos hormônios estrogênio e
progesterona decrescem conforme a idade e,
proporcionalmente, diminuem as
possibilidades de a mulher engravidar.
 A menopausa representa o fim do período
reprodutivo feminino, e ocorre entre os 48 e 51
anos.
 Nesse momento, os ovários passam a produzir
esses hormônios em quantidades bem baixas.
 O período de transição entre o fim da fase
reprodutiva da mulher e o término da
menopausa se chama climatério.
Período das 2ª e 3ª semanas do desenvolvimento embrionário
A segunda semana após a fertilização é
crucial para o desenvolvimento
embrionário, visto que é nesse período
que blastocisto completa sua
implantação na parede do útero.
Muitas coisas importantes acontecem e
as células se modificam o tempo todo.
Durante esse período, formam-se os
discos embrionários, encarregados de
originar as camadas reprodutivas.
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NEURULAÇÃO
Por volta do 18º dia após a fecundação, a
notocorda induz a formação da placa
neural e posteriormente, do sulco neural
mediano.
Nesse sulco, existem pregas dos dois lados
(pregas neurais), que se juntam para
formar o tubo neural por volta da terceira
semana. O tubo neural é uma estrutura
primitiva que dará origem ao sistema
nervoso central.
Período entre a 4ª e a 8ª semana do desenvolvimento embrionário
Na 4ª semana do desenvolvimento, o embrião se
encontra firmemente implantado na parede
uterina e apresenta a forma de um disco
composto por três camadas germinativas –
ectoderma, mesoderma e endoderma – de cerca
de 0,4 mm.
É nesse período que também se forma o tubo
neural, estrutura precursora do cérebro e coluna
vertebral, órgãos fundamentais para a vida
humana. Portanto, é uma fase crítica no
desenvolvimento embrionário.
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DOBRAMENTO DO EMBRIÃO NO PLANO MEDIANO HORIZONTAL
O dobramento do embrião no plano medial horizontal é um evento único no
desenvolvimento embrionário, pois, somentedepois que ele se inicia, o embrião
começa a adquirir a forma do corpo. Como o embrião cresce muito rápido para se
expandir, configura-se em um disco com três camadas de células – o disco
embrionário trilaminar.
ASPECTOS DO EMBRIÃO DA 4ª À 8ª SEMANA
O desenvolvimento pré-natal no ser humano
se divide em duas etapas: o período que vai
da 1ª a 8ª semana de gestação – fase
embrionária – e o período que vai da 9ª
semana até o nascimento – fase fetal. Em
ambas as fases, a atuação de hormônios é
fundamental tanto para a mãe quanto para o
embrião.
Nos dois primeiros meses após a fertilização
até a 8ª semana, o embrião sofre
modificações químicas, fisiológicas e
estruturais até se tornar um feto.
Após essa fase, desenvolve-se e aprimora
seus sistemas até estar totalmente apto ao
nascimento. Depois desse período, o próprio
útero, pela ação de hormônios, expulsa o
bebê. Por isso que, em partos normais, alguns
bebês não conseguem esperar a maternidade
para nascer.
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DESENVOLVIMENTO EMBRIONARIO MENSAL E ASPECTOS DO EMBRIAO 
AO LONGO DOS NOVE MESES DE GESTAÇÃO 
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