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Profa. Tassia Vinhas
UNIDADE II
Técnicas de 
Documentário
Registro + Construção = Documentário
 Registro = Conjunto de imagens, editadas ou não, que uma câmera capta durante um 
tempo determinado. 
 Construção = Construção narrativa é a maneira como o autor da produção organiza as cenas 
gravadas em uma ordem lógica em função da mensagem que ele quer transmitir.
 Origem ligada ao cinema e à capacidade de gravar imagens.
 Primeiro registro: 1920. 
 Consolidação como gênero aconteceu por volta de 1930, na Inglaterra. 
Teorias críticas do documentário 
 Conceito de documentário é dinâmico. 
 Gênero do cinema e produto do jornalismo audiovisual.
 Definição de documentário é sempre relativa ou comparativa.
 Se documentário fosse uma reprodução da realidade, esses problemas seriam bem 
menos graves.
 Teria réplica ou cópia de algo já existente.
 É uma representação do mundo em que vivemos.
 Esperamos mais da representação do que da reprodução.
 Representa determinada visão do mundo, do mundo em que 
vivemos, visão com a qual talvez nunca tenhamos nos 
deparado antes.
Teorias críticas do documentário 
 Documentário define-se pelo contraste com filme de ficção 
ou filme de ficção experimental.
 Perspectiva única e realista sobre o mundo: temas e 
questões de interesse social, político, cultural, científico, 
entre outros. 
 Gênero distinto > vai além do entretenimento > busca a 
reflexão e a conscientização do público.
 Nanook, o esquimó (Nanook of the north) – 1922 – marco 
inicial na trajetória do documentário.
Teorias críticas do documentário 
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/w
iki/File:Nanook_of_the_north.jpg
 Documentarista ouve a opinião de várias pessoas sobre determinado acontecimento ou 
personalidade, seja para confirmar uma tese, seja para confrontar opiniões (caso dos 
documentários sobre conflitos urbanos, sociais, raciais, religiosos etc.). 
 Natureza própria e à criação de uma identidade > individualidade > cineasta ou diretor (ou 
até tom de voz de um patrocinador ou do noticiário televisivo).
 Bill Nichols: seis subgêneros com traços característicos dos vários grupos de cineastas e 
filmes.
 Pode apresentar dois ou mais estilos combinados.
Filme documental
 Diferencial: objetividade. 
 Comentário tem um papel muito importante > representa a perspectiva ou argumento do 
filme > organiza nossa atenção, enfatiza pontos, interpreta o que está na tela.
 Preocupa-se mais com a defesa de argumentos (lógica verbal): imagem tem papel 
secundário. 
 Narra um fato de maneira a manter a continuidade da argumentação > casamento perfeito 
entre o dito e o mostrado é um dos recursos utilizados.
Modo expositivo
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Detr
%C3%A1s_de_c%C3%A1mara_del_docume
ntal_Caribbean_Fantasy.jpg?uselang=pt-br
 Característica: agrupar o mundo histórico em uma estrutura mais retórica e argumentativa do 
que estética/poética. 
 Fala com o espectador diretamente, expondo um argumento ou recontando uma história. 
 Uso da voz over ou “voz de Deus”, semelhante aos noticiários televisivos. 
 O tom oficial do narrador passa a sensação de credibilidade, usando características como: 
distância, neutralidade, indiferença e onisciência.
Modo expositivo
Fonte: 
https://commons.wikimedia.
org/wiki/File:Cid_Moreira,_s
em_data.tif?uselang=pt-br
 Imagens como comprovação ou demonstração do que é dito > sustentam as afirmações 
básicas em vez de construir uma ideia nítida das particularidades de um determinado mundo.
 Montagem serve menos para estabelecer um ritmo ou padrão formal, do que para manter a 
continuidade do argumento > montagem de evidência.
 Aumenta nossas reservas de conhecimento, mas não desafia ou subverte as categorias que 
organizam esse conhecimento.
 Ex.: Notícias de uma guerra particular (1999), de João Moreira Salles e Kátia Lund.
Modo expositivo
O significado de documentário não pode ser reduzido a um verbete de dicionário. A sua 
definição de documentário é sempre relativa ou comparativa. Sobre as teorias críticas do 
documentário, é errado dizer que:
a) O documentário é um gênero do cinema e um produto do jornalismo audiovisual.
b) Nanook, o Esquimó, é considerado o marco inicial da trajetória do documentário.
c) O documentário busca a reflexão e conscientização do público.
d) Documentário é uma reprodução da realidade.
e) Documentário é definido pelo contraste com filme de ficção ou filme de ficção 
experimental.
Interatividade
O significado de documentário não pode ser reduzido a um verbete de dicionário. A sua 
definição de documentário é sempre relativa ou comparativa. Sobre as teorias críticas do 
documentário, é errado dizer que:
a) O documentário é um gênero do cinema e um produto do jornalismo audiovisual.
b) Nanook, o Esquimó, é considerado o marco inicial da trajetória do documentário.
c) O documentário busca a reflexão e conscientização do público.
d) Documentário é uma reprodução da realidade.
e) Documentário é definido pelo contraste com filme de ficção ou filme de ficção 
experimental.
Resposta
 Evidencia a subjetividade.
 Se preocupa com a estética. 
 Valorização dos planos e das impressões do documentarista a respeito do universo 
abordado.
 Texto: poemas e trechos de obras literárias.
 Possui várias facetas: todas enfatizam as maneiras pelas quais a voz do cineasta dá a 
fragmentos do mundo histórico uma integridade formal e estética peculiar ao filme.
 Não descreve ação narrativa. 
 Constrói um tom e um estado do espírito em vez de uma narrativa.
 Atores colocados em igualdade com outros objetos = não 
como personagens.
 Ex.: poema-filme A chuva (1929), de Joris Ivens: mostra a 
precipitação da chuva em Amsterdã como se fosse uma 
sinfonia. 
Modo poético
 Observação espontânea vivida durante a filmagem ou na montagem pós-produção.
 A ausência da voz over.
 Sem música ou efeitos sonoros.
 Sem reconstituição histórica. 
 Sem entrevistas.
 Isolamento do cineasta. 
 Papel mais ativo do espectador.
 Duração real dos acontecimentos.
 O que vemos é o que estava lá.
 Rompem com montagem acelerada e o ritmo dramático que 
muitas vezes se fazem presentes nos outros modos. 
 Década de 1960, no pós-guerra, com avanços tecnológicos, 
câmeras mais avançadas e gravadores portáteis.
Modo observativo 
 Faz parte do cinema direto: interesse nos bastidores dos grandes eventos e de notícia.
Questões éticas: 
 Intromissão não consentida.
 Comportamento x Presença do dispositivo.
 Quando o cineasta tem a responsabilidade de intervir?
 Exploração de comportamentos culturais pelos cineastas e suas finalidades.
 O quanto do que vemos seria igual se o dispositivo não estivesse lá? Quanto seria diferente 
se a presença fosse percebida?
 Ex.: Primárias (1960), de Robert Drew: acompanha uma 
votação no estado do Wisconsin para as primárias do Partido 
Democrata dos EUA. 
Modo observativo 
 Cinema verdade: verdade de um encontro no lugar da verdade absoluta. 
 Mediado pela câmera, entre os cineastas e os personagens sociais.
 Passa a sensação do telespectador estar presente em determinada situação. 
 Cineasta como personagem social. 
 Documentaristas vão a campos, vivem entre as pessoas, compartilham experiências.
 Cineasta pode se dirigir às pessoas por meio da entrevista no lugar do voz over. 
 Provoca o entrevistado para que ele fale.
 Ex.: Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho.
Modo participativo
 Aborda aspectos do mundo histórico e de problemas e questões de representação.
 Deixa claro para o telespectador quais foram os procedimentos da filmagem.
 Reação do grupo pesquisado diante da câmera e do seu realizador.
 Aumenta a nossa consciência dos problemas da representação do outro.
 Documentários feministas (década de 1970) exemplos de filmes que questionam as 
convenções sociais.
Modo reflexivo 
 Subjetividade. Padrão estético adotado.
 Técnicas cinematográficas mais livres (planos de ponto de vista, números musicais, 
fotogramas congelados).
 Filmes de videoarte e cinema experimental e vanguarda.
 Narrativas: “nós falamos para vocês/nós sobre nós mesmos”.
Modo performático 
 Ficção hollywoodiana (1910): narrativas ficcionais de mundos imaginários; ausência de 
realidade.
 Documentário poético (1920): reúne fragmentos do mundo de um modo poético; falta de 
especificidade, abstrato demais.
 Documentário expositivo (1920): trata diretamente de questões do mundo histórico; 
excessivamente didático.
 Documentário observativo (1960): observa as coisas conforme 
elas acontecem, evitando comentários e encenações; falta de 
história e de contexto.
 Documentário participativo (1960): entrevista os participantes 
ou interage com eles; usa imagens de arquivo para recuperar 
a história; fé excessiva em testemunhas, história ingênua, 
invasiva demais.
Recapitulando
 Documentário reflexivo (1980): questiona a forma do documentário, tira a familiaridade dos 
outros modos; abstrato demais, perde de vista as questões concretas.
 Documentário performático (1980): enfatiza aspectos subjetivos de um discurso 
classicamente objetivo; perda na ênfase da objetividade pode relegar esses filmes à 
vanguarda; uso excessivo de estilo.
Recapitulando
Bill Nichols divide o documentário em seis subgêneros com traços característicos dos vários 
grupos de cineastas e filmes. Sobre os modos de documentário, está errada a afirmação: 
a) O documentário poético evidencia a subjetividade e se preocupa com a estética.
b) No modo participativo o documentarista participa como personagem social e compartilha 
experiências.
c) Os documentários feministas surgiram nos anos 1970 e pertencem ao modo reflexivo.
d) Os filmes de videoarte e cinema experimental e vanguarda surgem com o modo 
performático.
e) A interferência do documentarista no modo participativo é 
apontada como uma questão ética por estudiosos.
Interatividade
Bill Nichols divide o documentário em seis subgêneros com traços característicos dos vários 
grupos de cineastas e filmes. Sobre os modos de documentário, está errada a afirmação: 
a) O documentário poético evidencia a subjetividade e se preocupa com a estética.
b) No modo participativo o documentarista participa como personagem social e compartilha 
experiências.
c) Os documentários feministas surgiram nos anos 1970 e pertencem ao modo reflexivo.
d) Os filmes de videoarte e cinema experimental e vanguarda surgem com o modo 
performático.
e) A interferência do documentarista no modo participativo é 
apontada como uma questão ética por estudiosos.
Resposta
 Documentário nasceu em ambiente cinematográfico.
 Ganhou destaque na televisão.
 Aumento do espaço em TVs abertas e streaming.
 Forma de produzir se transforma > conceito é ampliado. 
 Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). 
 Silvio Da-Rin (2004): vertentes mais relevantes da produção documental: documentário 
clássico, cinema direto e cinema-verdade.
As vertentes do documentário 
 Primeiro estilo de documentário: final da década de 1920.
 Escola documental inglesa – cineasta inglês John Grierson > pai do documentário.
 Dirigiu um filme – Drifters (1928): aborda o tema da pesca de arenque no Mar do Norte.
 Se destacou por suas ideias e escritos.
 Primeiro a usar o termo “documentário” em artigo para o jornal New York Sun (fev. de 1926).
 Impulsionou o patrocínio governamental à produção audiovisual do documentário nos anos 
de 1930.
Documentário clássico 
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:
Jorge_Ruiz_-_John_Grierson_1955.jpg
 Se tornou financiável por meio da educação.
 Documentário como contribuição para a informação governamental e teoria educacional.
 Necessidade de o governo ter um meio atraente e dramático que pudesse passar as 
informações do Estado.
 Educadores precisavam de forma atraente e dramática que interpretasse a natureza 
da comunidade. 
 Um proporcionava o patrocínio; o outro, o público.
 Documentários ingleses buscaram evitar o radicalismo político > escola documental britânica.
 Até 1960: perde sua hegemonia. 
Documentário clássico 
 Modo expositivo.
 “Voz de Deus” – voz do narrador.
 Discurso sobre o real.
 Casamento entre imagem e som. 
Documentário clássico 
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Nation
al_Geographic_Documentary_Films_logo.svg
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/Fil
e:The_Discovery_Channel_1987.svg
 Perspectiva do jornalismo.
 Surge em 1960 como vertente do documentário.
 Possibilitou utilização de outros recursos: câmeras leves a ágeis e gravadores.
 Filma a realidade vivida > mostra o real.
 Ausência de entrevistas, roteiros, legendas e comentários.
 Sem roteiro.
 Planos sequências longos.
 Pioneiro: Robert Drew – repórter na revista Life – utilizou os 
métodos de fotojornalismo em sua empresa. 
Cinema direto 
 Marcado por entrevistas.
 Presença física do documentarista.
 Tom mais autoral e subjetivo.
 “Os documentaristas do [cinema] direto levavam sua câmera para uma situação de tensão e 
esperavam com otimismo por uma crise; a versão de Jean Rouch do cinéma-vérité tentava 
precipitar uma crise. O artista do cinema direto almejava a invisibilidade; o artista do cinema-
verdade de Rouch era, no mais das vezes, um participante declarado. O cineasta do direto 
representava o papel de um espectador descompromissado; o artista do cinema-verdade 
adotava o comportamento de um provocador (Barnouw, 1993, p. 254-255).
Cinema-verdade
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wi
ki/File:Ingo_Pawelke_2007_Olymp
iastadion_M%C3%BCnchen_TV-
Interview_%22Schlag_den_Raab
%22.jpg?uselang=pt-br
 Pesquisa: para escolher os entrevistados e pensar nas perguntas antes da entrevista.
 Registrar a entrevista no ambiente onde ela é gravada.
 O entrevistado deve ser informado apenas sobre o tema. Não deve saber a respeito de todas 
as perguntas. As respostas serão mais verdadeiras.
 Quem conduz a entrevista é o diretor, o documentário é um trabalho subjetivo.
 As imagens devem estar de acordo com o tema abordado na cena de entrevista.
 A entrevista deve fazer o público refletir sobre o tema e, o mais importante, a mensagem 
deve chegar ao público de maneira compreensível.
Entrevista no documentário 
Com o decorrer dos anos e o surgimento de novas tecnologias, foram surgindo novos 
conceitos de documentário, que passou a ter diferentes vertentes. A partir do que foi estudado, 
está correta a alternativa:
a) O primeiro estilo de documentário foi o cinema direto, que surgiu na década de 1920.
b) A principal característica do documentário é a presença de entrevistas.
c) O cinema-verdade tem um tom mais autoral e objetivo.
d) No documentário clássico, não existe preocupação com o casamento entre imagem e som. 
e) No cinema direto, é fundamental a elaboração de um roteiro antes do início das gravações. 
Interatividade
Com o decorrer dos anos e o surgimento de novas tecnologias, foram surgindo novos 
conceitos de documentário, que passou a ter diferentes vertentes. A partir do que foi estudado, 
está correta a alternativa:
a) O primeiro estilo de documentário foi o cinema direto, que surgiu na década de 1920.
b) A principal característica do documentário é a presença de entrevistas.
c) O cinema-verdade tem um tom mais autoral e objetivo.
d) No documentário clássico, não existe preocupação com o casamento entre imagem e som. 
e) No cinema direto, é fundamental a elaboração de um roteiro antes do início das gravações.
Resposta
 Com a tecnologia, aumentam cada vez mais as possibilidades de produções audiovisuais. 
 Mescla de gêneros e tipos de produções. 
 Narrativa transmidiática: diferentes plataformas para contar uma história > integra o produto.
 Produto = livro, game, jogo, podcast, programa de tv, site, aplicativo.Narrativa transmidiática
Fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:M
apeamento_das_influ%C3%AAncias_tran
sm%C3%ADdia_no_Universo_Cinematog
r%C3%A1fico_Marvel.png?uselang=pt-br
2008 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2018
 Exemplo: Star Wars.
Narrativa transmidiática
Fonte: https://proxy.olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Star-Wars-260x165.jpg
 Diversos produtos.
 Documentários como “making of”, “entrevista com 
diretor” etc.: The making of Star Wars (1977), dirigido 
por Robert Guenette e John Moffitt.
 Conta a história de forma mais completa e interativa.
 Pode usar diferentes plataformas: redes sociais, sites, aplicativos etc.
 Compartilha informações que complementam o assunto principal. 
 Expande o universo da história.
Documentário transmídia 
Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Transm%C3%ADdia.jpg
MULTIMÍDIA
CROSSMÍDIA
TRANSMÍDIA
 Narrativa transmidiática = possibilidade de fortalecer a mistura de gêneros e tipos de 
produção.
 Criação de documentários híbridos > Diferentes formatos e técnicas para contar uma história. 
 Animação, ficção, entrevistas e imagens de arquivo. 
 “Algumas das ideias comuns expressas por este termo 
[convergência] incluem o fluxo de conteúdos através de várias 
plataformas de mídia, a cooperação entre as múltiplas 
indústrias midiáticas, a busca de novas estruturas de 
financiamento das mídias que recaiam sobre os interstícios 
entre antigas e novas mídias, e o comportamento migratório 
da audiência, que vai a quase qualquer lugar em busca das 
experiências” (Jenkins, 2009, p. 377).
Documentário transmídia 
 Aumenta engajamento do público. 
 Diferentes plataformas e mídias = documentários oferecem um retrato mais completo e 
complexo do tema abordado.
 Permite que o público participe mais = se envolve em diferentes aspectos da história > parte 
do processo de contar a história. 
 “Na forma ideal de narrativa transmídia, cada meio faz o que 
faz de melhor – a fim de que uma história possa ser 
introduzida num filme, ser expandida pela televisão, romances 
e quadrinhos; seu universo possa ser explorado em games ou 
experimentado em parques de diversão. Cada acesso à 
franquia deve ser autônomo, para que não seja necessário ver 
o filme para gostar do game e vice-versa” 
(Jenkins, 2009, p. 138). 
Documentário transmídia 
 Highrise (Canadá, 2009-2013), dirigido por Katerina Cizek > explora a vida em arranha-céus 
ao redor do mundo. 
 Site, jogos e atividades que permitem aos usuários compreenderem as questões 
apresentadas no filme.
Documentário transmídia 
Fonte: http://tinyurl.com/mr3mw896
Com a evolução tecnológica e o avanço da internet, surgem novas possibilidades de criação 
dentro do audiovisual, entre elas a narrativa transmídia. Sobre essa narrativa, é correto 
afirmar que:
a) Com a narrativa transmídia é usada apenas uma plataforma para contar histórias.
b) A narrativa transmídia dificulta a interação com o público.
c) No documentário transmídia, as diferentes ferramentas são usadas para compartilhar 
informações que complementam o assunto principal.
d) Animação, ficção, entrevistas e imagens de arquivo não 
podem ser usados no documentário transmídia. 
e) O alcance do público é menor com o documentário 
transmídia.
Interatividade
Com a evolução tecnológica e o avanço da internet, surgem novas possibilidades de criação 
dentro do audiovisual, entre elas a narrativa transmídia. Sobre essa narrativa, é correto 
afirmar que:
a) Com a narrativa transmídia é usada apenas uma plataforma para contar histórias.
b) A narrativa transmídia dificulta a interação com o público.
c) No documentário transmídia, as diferentes ferramentas são usadas para compartilhar 
informações que complementam o assunto principal. 
d) Animação, ficção, entrevistas e imagens de arquivo não 
podem ser usados no documentário transmídia. 
e) O alcance do público é menor com o documentário 
transmídia.
Resposta
 BARNOUW, E. Documentary: a history of the non-fiction film. Oxford: Oxford University 
Press, 1993.
 JENKINS, H. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2009.
Referências
ATÉ A PRÓXIMA!

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