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CAPÍTULO 1 - A Sociologia e seu objeto de estudo 
 
Objetivos específicos de aprendizagem. 
- compreender a sociologia como uma ciência; 
- identificar o objeto de estudo da Sociologia; 
- identificar os precursores dessa ciência; 
- descrever o conceito de instituição. 
 
Nesta Unidade de estudo, abordaremos a Sociologia e as relações sociais. 
Esses temas não são novos, portanto, em algum momento de sua vida você já deve 
ter tratado de algum desses assuntos. Buscaremos, nessa Unidade de estudo, 
descrever como é a busca do homem em satisfazer suas necessidades, que o fazem 
construir uma multiplicidade de relações. Ao compreender-se como um ser 
incompleto, o homem procura em seus semelhantes e na própria natureza um meio 
de satisfazer e de prover essas necessidades. Assim as diferentes formas utilizadas 
pelo homem nessa busca é o que chamamos de relação. 
Nessa perspectiva, introduziremos o tema iniciando pelos autores que, 
primeiramente, se preocuparam em sistematizar os estudos referentes a essa 
dimensão social do homem para, depois, desdobrarmos a compreensão do que 
realmente seja uma relação. Este campo deverá constituir-se em um espaço de 
socialização e de construção de conhecimentos. Lembre-se que suas dúvidas e 
indagações são sempre bem-vindas. Então, anote suas dúvidas e procure sempre seu 
tutor para discuti-las. 
 
Contexto histórico em que ocorreu o surgimento da sociologia 
O Iluminismo, associado à Renascença e à Reforma Protestante, assinala o 
movimento que se estende do século XVII ao XVIII. Ele se caracteriza pelo 
afastamento de todo e qualquer recurso às concepções metafísicas e ao julgamento 
da tradição. 
Com o advento da ciência moderna, as concepções teológicas dão lugar às 
concepções científicas. Agora, o fundamental é a constatação concreta dos 
fenômenos físico-químicos e sociais, ao largo das especulações filosóficas centradas 
na doutrina e nos dogmas da Igreja Católica. Tal fenômeno é concebido como a 
secularização1 do pensamento ocidental. 
 
A sociologia é uma ciência? 
É uma ciência que estuda, de modo metódico e 
sistemático, as relações que se estabelecem nas sociedades. 
Ela se dedica a compreender as formas de interação que 
temos uns com os outros, nossas organizações e os 
fenômenos sociais observados na realidade dos indivíduos. 
O arcabouço teórico da sociologia é constituído por contribuições teóricas 
derivadas das mais diferentes fontes sistemáticas de compreensão da vida em 
sociedade, e às quais chamamos de escolas de pensamento sociológico, com seus 
conteúdos teóricos postulados por cada uma delas. Entre as escolas existentes, duas 
delas despertam atenção por representar alternativas de compreensão sociológicas 
na confrontação de modelos de realidade, em que se apoiam as concepções liberais 
e não liberais, portanto opostas – a histórico-crítica, ou marxista; e a positivista-
funcionalista (BUENOS AYRES, 2013). 
 A sociologia aspira observar com espírito científico os fatos produzidos pelos 
homens em sociedade e, a partir dessas observações, procura explicações sobre sua 
origem, seu desenvolvimento e seus efeitos, podendo constituir-se em uma 
ferramenta, em um instrumento de intervenção social. Nesse caso, ela torna-se uma 
ciência aplicada, que é o ramo das ciências que propõe formas e métodos de 
aplicação de princípios científicos abstratos a um determinado aspecto da atividade 
humana ou das ações que o homem desenvolve ou realiza. 
 
1 O termo “secularização” se refere ao processo gradual de abandono dos preceitos culturais que se 
apoiavam na religiosidade. Em outras palavras, está relacionado com o surgimento de um modo de 
vida que não mais está estruturado em torno de uma visão firmada em hábitos ligados à religiosidade. 
Fenômeno 
social corresponde aos 
comportamentos, ações 
e situações observadas 
em determinadas 
sociedades, 
organizações e grupos. 
 A Sociologia Aplicada, por exemplo, formula 
explicações sobre processos sociais que exigem 
tratamento peculiar e combinação entre indução e 
prática; propõe-se a estudar a natureza e as 
significações da organização humana em sua história 
e a analisar as tendências regulares ou suas exceções 
e os fundamentos das mudanças sociais. 
 
Os Precursores 
Foi Auguste Comte, em 1848, quem primeiro aplicou a essas observações o 
mesmo método científico que se aplicava à física ou à química no estudo do mundo 
físico. Também estabeleceu a Sociologia – termo por ele criado – como uma 
sistemática de estudo (LAKATOS, 1990). 
Este pensador francês lutava para que, em todos os ramos de estudos, se 
obedecesse a preocupação da máxima objetividade. Em sua classificação das 
ciências, colocou a matemática na base e, no ápice, os esforços de compreensão de 
tudo o que se referia ao homem, principalmente as relações entre eles. Assim, o 
estudo das Ciências Sociais foi, aos poucos, se tornando um marco central na vida de 
cientistas e políticos do século XIX. 
Augusto Comte é considerado o criador do 
positivismo porque "transformou a doutrina em 
ideologia e abandonou os preconceitos 
revolucionários" (LOWY, 1998, p. 22). E o pai da 
Sociologia, provavelmente o primeiro pensador 
moderno, que sustentava de que para uma 
sociedade funcionar corretamente, precisava estar 
organizada e só assim alcançaria o progresso. 
 
O que é uma sociedade? 
Uma sociedade é um 
agrupamento de homens cujos 
modos de ser, de sentir, de pensar 
e de reagir refletem formas 
relativamente homogêneas de 
viver. Assim, quando falamos em 
sociedade, temos em mente a 
ideia de seres humanos em 
interdependência e em inter-
relações. 
 
Saiba mais! 
Nascido em Montpellier, França, em 
1798, Comte foi o responsável pelos 
primeiros esforços para delimitar o 
campo de estudo da Sociologia. Tendo 
sido profundamente influenciado pelos 
grandes acontecimentos de sua época, 
como o desenrolar da Revolução Francesa 
e a crescente Revolução Industrial. Comte 
ficou conhecido por sua obra 
fundamentada pela “filosofia 
positiva” ou positivismo. 
Fonte: . 
Acesso em: 20 set. 2018. 
O positivismo é uma corrente filosófica que surgiu na França no início do século 
XIX. Ele tem por base a experimentação, somente nessa corrente, o investigador deve 
ater-se, ou seja, toda especulação acrítica, toda metafísica e toda teologia devem ser 
descartadas. Portanto, a corrente positivista promove o culto à ciência, o mundo 
humano e o materialismo. 
Comte estabeleceu os três princípios fundamentais do método positivista: 
• a sociedade é regida por leis naturais invariáveis que independem da 
ação humana; 
• a sociedade deve ser estudada pelos mesmos métodos das ciências 
naturais; 
• as ciências da sociedade devem utilizar o método da observação e da 
investigação de forma objetiva, neutra e sem pré-noções, preconceitos e 
juízos de valor, para estabelecer relações causais entre os fenômenos 
sociais; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Positivismo enquanto Religião 
 
 
Positivismo 
Defende a ideia de que o conhecimento científico seria a única forma de conhecimento 
verdadeiro. A partir desse saber, pode-se explicar coisas práticas, como das leis da 
física, das relações sociais e da ética. É notável, no positivismo, duas orientações: 
• a orientação científica, que busca efetivar uma divisão das ciências; 
• a orientação psicológica, uma linha teórica da sociologia, a qual investiga 
toda a natureza humana verificável. 
Capela positivista na Av. João Pessoa, 
em Porto Alegre, Rio Grande do Sul 
 
Com a obra “Sistema de Política Positiva” (1851-1854), Auguste Comte criou a 
Religião da Humanidade, ou a religião positiva. Ela tem a seguintes diretrizes: "O 
Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim". 
Desse modo, busca "viver às claras" e "viver para outrem", donde o altruísmo 
é a palavra de ordem. Para tanto, a unidade espiritual éestabelecida pela ciência, a 
religião da humanidade, única capaz de regeneração social e moral. 
 
 
 
 
 
 
Karl Marx criou as bases da doutrina comunista, 
onde criticou o capitalismo. Sua filosofia exerceu 
influência em várias áreas do conhecimento, tais como 
Sociologia, Política, Direito e Economia. 
Ainda que seja mais citado como teórico da 
economia e da política, foi um dos grandes sociólogos do 
século XIX a estudar a fundo a Filosofia Dialética de Georg 
Wilhelm Friedrich Hegel. Partindo dos princípios 
filosóficos propostos por Hegel, Marx desenvolveu 
formulações teóricas sobre a vida social e sobre a luta de 
classes, que se vinculam necessariamente à organização 
social tal como ela se apresentava em seu tempo. 
Marx concebe a sociedade dividida em duas classes: a dos capitalistas que 
detêm a posse dos meios de produção e o proletariado (ou operariado), cuja única 
posse é sua força de trabalho, a qual vendem ao capital. Destacando o capitalismo 
inglês de seu século, a doutrina de Marx causou grande repercussão não somente em 
sua época, mas, sobretudo ao longo do século XX. 
 Com o advento da ciência moderna, as concepções teológicas dão lugar às concepções 
científicas. Agora, o fundamental é a constatação concreta dos fenômenos físico-químicos e sociais, 
ao largo das especulações filosóficas centradas na doutrina e nos dogmas da Igreja Católica. Tal 
fenômeno é concebido como a secularização do pensamento ocidental. Trata-se do 
desencantamento do mundo, provocado pela destituição dos significados mágico-religiosos do 
mundo por parte da ciência. 
 
 
 
Karl Marx (1818–1883) 
nasceu em Trier, Renânia, 
província ao sul da Prússia 
e foi um filósofo e 
revolucionário socialista 
alemão e um dos 
fundadores do socialismo 
científico. 
 
 Toda a abordagem desenvolvida por Marx a respeito desse sistema 
capitalista de produção é dialética, isto é, caracteriza-se especialmente pelas 
indicações de contradições e de conflitos marcantes existentes na sociedade: patrões 
e trabalhadores; riqueza x pobreza e mando x obediência. 
A análise sociológica de matriz histórico-crítica se baseia na ideia segundo a 
qual a realidade última da sociedade é marcada pelo conflito. E esse conflito se 
manifesta com mais nitidez no decurso do processo de estratificação social 
compatível com o sistema capitalista, a chamada luta de classes. Assim sendo, os 
processos econômicos vigentes na sociedade determinam a realidade básica da vida 
social como lastreada pelo conflito. Igualmente, diz-se que a organização do processo 
de produção capitalista é regida pela alienação do homem consigo mesmo, 
dificultando a solidariedade e favorecendo, em detrimento da cooperação humana, 
a intensificação do processo de competição entre os indivíduos na busca pela 
garantia dos suprimentos que carecem. A resolução desse conflito se dá pela 
transformação concreta da humanidade via luta de classes, aqui e agora, de modo a 
propiciar a passagem do reino da necessidade para o reino da liberdade. 
 
Parece que o mais logicamente razoável seria admitir uma perspectiva 
sociológica que inclua o consenso e o conflito como componentes cruciais na 
determinação dos processos de mudança social. Destacando a tensão dialética 
existente entre consenso e conflito, é possível afirmar que ambos fazem parte da 
realidade básica da vida em sociedade. A predominância de um sobre o outro em 
certos momentos históricos apenas expressam a movimentação conservadora ou 
progressista dos ciclos de mudança social. 
 
 
 
Max Weber foi um dos precursores da sociologia 
econômica, a qual buscou compreender a sociedade de 
modo mais abstrato e integrada às condições históricas, 
culturais e sociais. Nessa perspectiva seus estudos 
recaíram sobre questões teórico-metodológicas no 
desenvolvimento de estudos histórico-sociológicos 
acerca da origem da civilização ocidental e seu lugar na 
 
história universal. Seus trabalhos de destaque são lidos 
até os dias atuais por estudiosos de Sociologia da 
Religião, Sociologia Política, Administração Pública, 
Economia, Filosofia e Direito. 
Weber define a sociologia como “[...] ciência que pretende compreender 
interpretativamente a ação social e assim explicá-la causalmente em seu curso e em 
seus efeitos” (WEBER,1991, p. 3). Grande parte de seu trabalho como pensador e 
estudioso foi reservado para o estudo do capitalismo e do chamado processo 
de racionalização e desencantamento do mundo. Mas seus estudos também deram 
contribuição importante para a economia. 
Mas no que consiste a ação social? Consiste numa “[...] ação que, quanto a 
seu sentido visado pelo agente ou os agentes, se refere ao comportamento de outros, 
orientando-se por este em seu curso” (Ibidem). 
A intensificação das relações sociais resulta do aumento da população 
(densidade física), da dinamização econômica das relações de troca (densidade 
moral) entre as sociedades e da divisão social do trabalho. Conforme se multiplicam 
as relações sociais que se verificam em determinado grupo, a estrutura social torna-
se cada vez mais complexa e multiplicam-se as necessidades. 
O homem desenvolve os modelos de relação social padronizados conforme a 
situação/necessidade com que se defronta. A adoção de uma conduta honesta ou 
desonesta na obtenção de um bem ou satisfação de um capricho ou desejo é um 
exemplo empírico de modelo de relação social. Os modelos de relação social que 
demonstram ser eficazes e eficientes tendem a consolidar-se à medida que são 
postos à prova e produzem efeitos positivos para os grupos. Esses modelos referem-
se a conjuntos de relações que se renovam no dia a dia; manifestam situações que 
guardam entre si relações de identidade; e integram um mesmo contexto de análise 
– é o que podemos chamar de instituição social. 
 
Émile Durkheim além de ser o fundador da "Escola Francesa de Sociologia", 
acumula mais alguns atributos, como constituir a Sociologia Moderna, ao lado 
Weber nasceu em 1864 em 
Munique e morreu 
em 1920. Foi um 
intelectual, jurista e 
economista 
alemão considerado um 
dos fundadores da 
sociologia. 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Racionaliza%C3%A7%C3%A3o_(sociologia)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desencantamento_do_mundo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia
de Max Weber e ser um dos responsáveis por tornar a sociologia uma disciplina 
acadêmica, ao conciliar a pesquisa empírica com a teoria, embasadas em rigorosos 
métodos. Seus trabalhos teóricos começaram quando ingressou na Universidade de 
Burdeux como professor de pedagogia e ciência social. A partir daí irá desafiar a 
sociedade acadêmica ao instituir um novo campo do saber: a Sociologia. Publicou 
centenas de estudos sociais, acerca de temas como educação, crimes, religião e 
suicídio, até morrer em Paris em 15 de novembro de 1917. 
Para Durkheim, a sociedade não era a simples 
soma de indivíduos. Entendia-a como uma realidade 
exterior ao indivíduo, dotada de um poder de coerção. 
A sociedade seria, então, uma individualidade psíquica, 
resultante da combinação de consciências individuais, 
mas que se constituía numa entidade distinta: a 
consciência coletiva. A isso se chama de exterioridade 
do ser social. Adiante, veremos que poucos 
compartilham dessa ótica. 
Para o clássico Max Weber, por exemplo, a sociedade seria um processo interno 
ao homem. (Rocha, 2017). Durkheim acredita que o tecido social só se organizaria 
através de uma consciência coletiva e por isso não bastava falar em uma simples 
soma de pessoas. Via a sociedade como um sistema formado pela associação e que 
representava uma realidade específica, com caracteres próprios. Esse aspecto de 
exterioridade é fundamental para compreender a categoria fato social. 
 
 
 
 
 
 
Ao afirmar que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas", ele coloca 
o objeto sociológico enquanto objeto científico, posto queconsiderasse que só a 
 
Durkheim nasceu em 
Épinal, na Lorena, em 1858 
e aos 21 anos de idade, 
ingressou na Escola Normal 
Superior de Paris, onde se 
graduou em Filosofia no ano 
de 1882 
O que é Fato Social? 
O fato social são os agentes reais ou o conjunto de maneiras que estão no 
centro de uma sociedade. Esta definição foi formulada pelo fundador da 
sociologia Émile Durkheim. Ele define fato social como os instrumentos 
sociais e culturais que determinam as maneiras de agir, pensar e sentir na 
vida de um indivíduo. Assim, o fato social o obriga a se adaptar às regras 
da sociedade. 
 
https://www.todamateria.com.br/max-weber/
ciência e um novo paradigma racionalista poderiam conduzir a respostas acertadas 
frente às mudanças sociais cada vez mais rápidas. De modo genérico, sua obra 
constitui uma “teoria da coesão social”, para responder como as sociedades 
poderiam manter a sua integridade e coerência na era moderna, enquanto 
dimensões como religião e etnia pareciam desmoronar. 
Segundo ele, o homem seria um animal bestial que só se tornou humano na 
medida em que se tornou sociável. Assim, podemos observar o procedimento de 
aprendizagem, o qual Durkheim chamou de "Socialização", como fator basilar na 
construção de uma “consciência coletiva”, estabelecida durante a nossa socialização. 
 
 
 
 
 
Referências 
BERGER, Peter; Brigitte. O que é uma instituição social? In: FORACCHI, Marialice 
Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à 
sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 1977. 
BUENOS AYRES, Carlos Antônio Mendes de Carvalho. Sociologia Aplicada à 
Administração. Teresina: 2013. 
DURKHEIM, Émile. “Formas de Solidariedade”. In: FORACCHI, M. M. & MARTINS, José 
de Souza. Sociologia e Sociedade – leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro: 
LTC, 1977. 
FORACCHI, Marialice, M, MARTINS. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à 
sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 1977, p.365. 
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do Trabalho 
Científico, procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, 
publicações e trabalhos científicos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1990. 
LÖWY, M. A evolução política de Lukács: 1909-1929. São Paulo: Cortez, 1998. 
[ Links ] 
Então o que é sociologia? 
Pode-se defini-la como o estudo científico dos fatos sociais que resultam das relações 
que os indivíduos estabelecem entre si com vistas à satisfação de suas necessidades 
materiais e espirituais de existência. 
 
about:blank
ROCHA, Leandro. Apostila de sociologia. Objetivo, 2017. 
SILVA, Golias. Sociologia organizacional. Florianópolis: UFSC; Brasília: CAPES: UAB, 
2010. 152p. 
WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. 
Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1991.

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