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SISTEMA DE ENSINO EAD CONECTADO FARMÁCIA Fisiopatologia e Farmacoterapia dos Processos Inflamatórios, Sistemas Endócrino e Digestório Morrinhos-Goiás 2024 Aula Prática 1 Tecnologia Farmacêutica I Estabilidade de medicamento INTRODUÇÃO A nossa aula prática, foi realizada no laboratório multidisciplinar. Nossos objetivos principais foi estudar a estabilidade de medicamentos que é um fator crucial para garantir a eficácia e segurança dos produtos farmacêuticos ao longo do tempo, realizar a hidrolise do ácido acetilsalicílico e verificar a estabilidade física de uma emulsão farmacêutica. DESENVOLVIMENTO Primeiramente, vestimos os nossos EPIs, compostos por jaleco, calça comprida, sapatos fechados e luvas, garantindo as normas de biossegurança e evitando qualquer incidente. Posteriormente, separamos todos os materiais e vidrarias utilizados no procedimento. No nosso primeiro procedimento, hidrolisamos o ácido acetilsalicílico, observamos a reação com cloreto férrico, que gera coloração violeta e abordamos o mecanismo desta reação de degradação. Para isso, fizemos o processo do AAS. Adicionamos água purificada, fervemos por cinco minutos, aguardamos o resfriamento, adicionamos duas gotas do cloreto férrico e observamos a coloração formada. De fato, a presença de íons metálicos pode influenciar a estabilidade do AAS, afetando sua degradação e a eficácia do fármaco. A outra prática, foi referente a verificação da estabilidade de uma emulsão farmacêutica a concentração do emulsificante o aquecimento das fases e a velocidade de agitação e a tensão de cisalhamento podem interferir na estabilidade física das emulsões. Utilizamos o hidróxido de sódio (1,0 g), metilparabeno (0,25 g) e água purificada. Pesamos cada componente da fase aquosa individualmente em um béquer e aquecemos. Após, foi pesado também a fase oleosa que foi colocado também em um béquer e aquecido até a fusão dos componentes, não ultrapassando os 80º C. Vertemos a fase aquosa sobre a oleosa, sob agitação, até a formação de emulsão. Vimos que a estabilidade física de uma emulsão farmacêutica, refere-se à capacidade da emulsão de manter sua integridade e propriedades ao longo do tempo. Fatores como temperatura, pH e a presença de agentes emulsificantes influenciam a estabilidade. CONCLUSÃO Portanto, aprendemos na nossa aula, que a estabilidade de medicamentos é um aspecto fundamental para garantir a segurança e eficácia dos produtos farmacêuticos. A hidrólise do ácido acetilsalicílico e a estabilidade física de emulsões farmacêuticas são exemplos de desafios que podem ser enfrentados durante o desenvolvimento e armazenamento de medicamentos. Compreender e controlar esses fatores é essencial para a indústria farmacêutica e para a saúde pública. Aula Prática 2 Tecnologia Farmacêutica I Estabilidade farmacêutica INTRODUÇÃO E OBJETIVO A nossa segunda prática, foi realizada no laboratório multidisciplinar. Os nossos objetivos principais foi aprender sobre a estabilidade de medicamentos e a influência do pH na estabilidade de um gel a base de carbômero. DESENVOLVIMENTO Utilizamos os EPIs, compostos por jaleco, calça comprida, sapatos fechados e luvas, garantindo as normas de biossegurança e evitando qualquer incidente. Primeiramente, fizemos a separação dos reagentes, vidrarias e materiais necessários para verificação da interferência do pH no aspecto da nossa formulação e assim avaliarmos as possíveis incompatibilidades desta base de gel com insumos farmacêuticos ativos e outros excipientes. Para isso, utilizamos 100 g de água purificada q.s.p., 1,5 g carbômero (Carbopol 980), 5,0 g de propileno glicol, 0,2 g metilparabeno, 0,2 g de EDTA e trietanolamina q.s.p. obter pH 6,0. Pesamos individualmente as matérias-primas, em vidro de relógio e em um béquer, aquecemos a quantidade de água necessária até 60°C e dispersamos o conservante e EDTA. Em um gral, trituramos o espessante e o carbopol até obter um pó fino, acrescentamos ao gral o propileno glicol e homogeneizamos até completa dispersão do espessante no propileno glicol. Vertemos aos poucos, a água aquecida no gral, com agitação constante, esfriamos em temperatura ambiente, medimos o pH e observamos o aspecto da formulação. Adicionamos trietanolamina até a formulação atingir o pH 6,0 e observamos novamente o aspecto da formulação. CONCLUSÃO O pH é um fator crítico na formulação de géis à base de carbômero. Manter o pH na faixa neutra garante a melhor viscosidade e estabilidade do gel, evitando degradação e mantendo a eficácia do produto. Portanto, durante o desenvolvimento de formulações, é essencial monitorar e ajustar o pH para otimizar as propriedades do gel. Aula Prática 3 Fisiopatologia e farmacoterapia das doenças do sistema endócrino INTRODUÇÃO E OBJETIVO Realizar e comparar os procedimentos para a determinação dos níveis de glicose em amostras de plasma e soro sanguíneo, com o intuito de avaliar a concentração glicêmica e discutir a aplicação desses exames no diagnóstico de diabetes mellitus e no monitoramento do controle glicêmico. DESENVOLVIMENTO Utilizamos os EPIs, compostos por jaleco, calça comprida, sapatos fechados e luvas, garantindo as normas de biossegurança e evitando qualquer incidente. Primeiramente, fizemos a separação dos reagentes, vidrarias e materiais necessários para a realização da nossa aula prática. Durante a aula prática, para ambos os exames (glicemia plasmática e no soro), as amostras foram preparadas de maneira similar. Foi pipetado um volume específico de plasma ou soro em tubos de ensaio, e reagentes específicos foram adicionados. Foi possível observar que a glicemia plasmática é frequentemente o método mais utilizado em análises clínicas devido à sua maior precisão, uma vez que o plasma reflete melhor a concentração de glicose no sangue circulante. O exame de glicemia no soro, por outro lado, também é amplamente utilizado, mas pode apresentar variações ligeiras nos resultados devido ao processo de coagulação. CONCLUSÃO Ao final da aula prática concluiu-se que a dosagem de glicose tanto no plasma quanto no soro é uma ferramenta vital no diagnóstico e controle do diabetes. A aula prática demonstrou a importância do preparo correto das amostras e da escolha do método adequado para garantir resultados confiáveis. Ambos os métodos, apesar de suas particularidades, são eficazes no monitoramento da glicemia. Tecnologia Farmacêutica I Aula Prática 4 Sistema Heterogêneo, Diluição Geométrica e Fabricação de Cápsulas INTRODUÇÃO E OBJETIVO Nesta aula, estudamos o processo de fabricação de cápsulas, focando no conceito de sistemas heterogêneos e na técnica de diluição geométrica, utilizada para misturar uniformemente os princípios ativos e excipientes nas formulações farmacêuticas. A cápsula é uma forma farmacêutica sólida, comumente usada para dosar medicamentos de maneira precisa e controlar a liberação de substâncias no organismo. Desenvolvimento #### 2. *Sistemas Heterogêneos* Um sistema heterogêneo é caracterizado por duas ou mais fases distintas em que os componentes não se misturam uniformemente. No contexto farmacêutico, quando diferentes substâncias sólidas são misturadas, como um princípio ativo (PA) e um excipiente, pode-se obter uma mistura heterogênea. A uniformidade da distribuição do PA é crucial para garantir que cada cápsula contenha a quantidade exata da substância ativa. A heterogeneidade pode ser influenciada por diversos fatores, como o tamanho das partículas, a forma dos grânulos e as propriedades físico-químicas das substâncias envolvidas. Para solucionar esse problema e garantir uma mistura homogênea, é necessário aplicar técnicas específicas, como a diluição geométrica. #### 3. *Diluição Geométrica* A diluição geométrica é um método utilizado para misturar de forma homogênea pequenas quantidades de substâncias ativas com grandes quantidades de excipientes. Esse processo envolve a mistura progressiva eproporcional dos ingredientes, garantindo uma distribuição uniforme.*Passos para a diluição geométrica:* 1. Misturar uma pequena quantidade do princípio ativo com uma quantidade igual de excipiente. 2. Adicionar progressivamente mais excipiente, sempre na mesma proporção, até que toda a quantidade necessária seja misturada. 3. Continuar o processo de homogeneização até que a mistura se torne uniforme. Esse método é essencial para garantir que, mesmo em baixas dosagens, o princípio ativo seja distribuído de maneira uniforme nas cápsulas. #### 4. *Fabricação de Cápsulas* As cápsulas podem ser de gelatina dura ou mole. Durante a aula, focamos na fabricação de cápsulas de gelatina dura, que é amplamente usada para fármacos em pó. *Etapas da fabricação de cápsulas de gelatina dura:* 1. *Pesagem e Seleção dos Ingredientes:* - O princípio ativo e os excipientes (como diluentes, aglutinantes ou desintegrantes) são pesados e selecionados de acordo com a formulação. 2. *Mistura dos Ingredientes:* - A diluição geométrica é aplicada para garantir que o princípio ativo esteja uniformemente distribuído na mistura de excipientes. 3. *Enchimento das Cápsulas:* - A mistura homogênea é então transferida para o processo de enchimento, onde as cápsulas de gelatina são preenchidas de forma automática ou manual, garantindo precisão na dosagem. 4. *Fechamento e Armazenamento:* - Após o enchimento, as cápsulas são fechadas e armazenadas de forma adequada, evitando umidade e luz, que podem afetar a estabilidade do medicamento. Conclusão A aula sobre sistemas heterogêneos, diluição geométrica e fabricação de cápsulas demonstrou a importância de técnicas adequadas para garantir a homogeneidade das formulações. A diluição geométrica é uma técnica fundamental para assegurar a precisão das dosagens, especialmente em formulações com princípios ativos em pequenas quantidades. A fabricação de cápsulas, por sua vez, requer atenção aos detalhes e controles rigorosos para garantir a eficácia e segurança do produto final. Aula Prática 5 Tecnologia Farmacêutica I Densidade aparente INTRODUÇÃO E OBJETIVO A nossa aula prática, foi realizada no laboratório multidisciplinar. Nossos principais objetivos foram determinar a densidade aparente de sólidos, pós que serão utilizados na formulação de cápsulas farmacêuticas e também determinar a densidade aparente de pós para determinação da quantidade de excipiente a ser empregada em cápsulas e comprimidos. DESENVOLVIMENTO Utilizamos os EPIs, compostos por jaleco, calça comprida, sapatos fechados e luvas, garantindo as normas de biossegurança e evitando qualquer incidente. Fizemos a separação dos reagentes, vidrarias e materiais necessários para a realização da prática solicitada que é a importância da determinação da densidade aparente de excipientes farmacêuticos. Os reagentes utilizados na aula foram o Carbonato de Cálcio e o amido onde se determinou a densidade aparente de cada um. Foi realizado um experimento em duplicata e foi utilizado a quantidade de 30g de cada ingrediente para a etapa realizada. Foi feita a pesagem dos materiais utilizando a balança analítica para determinar a densidade para ter a precissão exata da densidade e foi também identificado cada material utilizado. Deve-se observar a umidade do ambiente e verificar se nao tem umidade nos materiais. Foi feito a realização do experimento por duas vezes de cada material para determinar a densidade aparente de cada um. Em cada procedimento foi realido as seguintes etapas: Pesagem de aproximadamente 10 g de carbonato de cálcio, a seguir a maceração com o auxílio de gral e pistilo até obter um pó muito fino, logo após a pesagem de 10 g do carbonato de cálcio macerado e feito a anotação exata da quantidade pesada e feito a transferência para uma proveta de 100 mL e a seguir foi feito o mesmo procedimento para determinar a densidade aparente do amido. CONCLUSÃO Então após a realização de todos os procedimentos, aprendemos , que a densidade aparente de um pó pode ser calculada pela relação entre uma massa conhecida e o volume por ela ocupada. Aula Prática 6 Tecnologia Farmacêutica I Cápsulas de Carbonato de Cálcio INTRODUÇÃO E OBJETIVO O objetivo principal desta aula é a preparação de cápsulas de carbonato de cálcio, e trabalhar a mistura de formas sólidas e pós e fazer o seu emcapsulamento. E vamos também determinar a densidade aparente de pós para determinação da quantidade de excipiente a ser empregada na preparação cápsulas de carbonato de cálcio 500 mg Desenvolvimento A nossa aula prática, foi realizada no laboratório multidisciplinar. Utilizamos os EPIs, compostos por jaleco, calça comprida, sapatos fechados e luvas, garantindo as normas de biossegurança e evitando qualquer incidente. Fizemos a separação dos reagentes, vidrarias e materiais necessários para a realização da prática solicitada. Os reagente utilizados na prática foram 30g carbonato de cálcio e 30g amido, por equipo. A seguir foram realizados os seguintes procedimentos Calcular a quantidade de ativo a ser utilizado de acordo com a quantidade de cápsulas a serem preparadas Determinar a densidade aparente dos pós (procedimento da aula prática n. 5) Calcular a quantidade de excipiente necessário para completar o volume das cápsulas Pesar individualmente as matérias-primas Triturar os pós no gral com auxílio do pistilo Misturar os pós no gral com auxílio do pistilo Nesta prática foram realizadas e foram preparadas 40 cápsulas da formulação. Conclusão Nesta prática foram realizadas e foram preparadas 40 cápsulas da formulação. Envasado e adicionado o rótulo da preparação Aula Prática 7 Tecnologia Farmacêutica I Pó farmacêutico e cápsulas INTRODUÇÃO E OBJETIVO A prática teve como objetivo a manipulação e formulação de pós farmacêuticos efervescentes, que são misturas sólidas que, em contato com água, liberam gás carbônico, promovendo a efervescência. 2. *Objetivos* - Preparar uma formulação de pó efervescente. - Compreender o processo de homogeneização dos ingredientes. Desenvolvimento 3. *Materiais Utilizados* - Ácido cítrico anidro. - Bicarbonato de sódio. - Sacarose. - Placa de vidro e espátula. 4. *Procedimento* 1. Pesagem dos ingredientes (ácido cítrico, bicarbonato de sódio e sacarose) conforme a formulação proposta. 2. Homogeneização dos pós em uma placa de vidro, garantindo uma mistura Conclusão A mistura final apresentou boa homogeneidade e, ao entrar em contato com água, gerou a reação efervescente esperada, liberando gás carbônico . A prática foi bem-sucedida, demonstrando a importância do controle da umidade e da correta homogeneização dos ingredientes para garantir a estabilidade e eficiência do pó efervescente. Aula Prática 8 Tecnologia Farmacêutica I Cápsulas farmacêuticas INTRODUÇÃO E OBJETIVO Preparação de Cápsulas de Besilato de Anlodipino* A prática teve como objetivo preparar cápsulas de besilato de anlodipino, observando as técnicas de pesagem, homogeneização e encapsulamento, garantindo a uniformidade do conteúdo em cada cápsula. 2. *Objetivos* - Aprender a técnica de manipulação de cápsulas. - Garantir a dosagem correta do besilato de anlodipino em cada cápsula. Desenvolvimento ### 3. *Procedimento* 1. Pesagem precisa do besilato de anlodipino. 2. Homogeneização do pó. 3. Preenchimento das cápsulas com a dose adequada de besilato de anlodipino. 4. Fechamento das cápsulas e conferência da massa final. As cápsulas foram preparadas com sucesso, apresentando uniformidade na quantidade de pó em cada unidade, com variações mínimas de massa. Conclusão A prática foi eficaz para demonstrar as etapas críticas na preparação de cápsulas de besilato de anlodipino, garantindo uniformidade de dose e qualidade no processo. Anexos image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.pngimage21.png image22.png image23.png image1.jpeg image2.png image3.png