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4 PREVENÇÃO DE RISCO NO AMBIENTE DE TRABALHO André Lima da Silva[footnoteRef:1] [1: ] Richard da Silva Teixeira1 Marineide Carla Epifânio1 César Augusto Marquiza De Lima1 Eliezer Gabriel López Arteaga1 Tairo Freitas2 RESUMO: A área de trabalho pode conter diversos riscos ambientais que exigem ações específicas quanto ao bem-estar dos trabalhadores, quanto a doenças ocupacionais e acidentes que podem ocorrer. Existem normas regulamentadoras feitas pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE que estabelecem parâmetros mínimos de trabalho para reduzir essas ocorrências, tais como: A norma regulamentadora de número 10 que visa a segurança no trabalho com eletricidade, e outros programas como PGR, PCMSO, PCA E PPR. A prevenção é crucial para proteger os trabalhadores e reduzir custos com indenizações oriundas de acidentes ocupacionais. Este estudo, baseia-se em revisão bibliográficas e pesquisas, explora método de utilização de sistemas de saúde e segurança no trabalho. A metodologia adotada consiste em uma pesquisa básica, bibliográfica e exploratória. Os resultados indicam que uma abordagem preventiva eficaz reduz acidentes, melhora o bem-estar dos funcionários, diminui absenteísmo, aumenta a eficiência produtiva e fortalece a reputação da companhia. O gerenciamento de riscos deve ser integrado e contínuo, com atualização regular dos programas de proteção e participação ativa dos funcionários. Para implementar uma prevenção robusta, é imprescindível o comprometimento de maneira integral da organização. Com esforço contínuo e uma abordagem proativa, é possível criar um local seguro e saudável. Palavras-chave: Segurança no trabalho; Redução de acidentes; Doenças ocupacionais; Bem-estar. 1. INTRODUÇÃO No local de trabalho, algumas atividades podem parecer totalmente inofensivas, entretanto, pode ser um campo propício para a presença de diversas ameaça e no progresso das atividades os colaboradores podem ser expostos a tais risco. Portanto, este é um ambiente que demanda ações particulares de defesa, para que assim seja possível prevenir o evento de condições de saúde ocupacionais e principalmente ocorrência. Sabe-se que, um trabalhador afastado por motivo de acidente e/ou doença do trabalho gera custos aos cofres públicos e às empresas que os contratam. Tentando diminuir tais ocorrências, o MTE estabelece obrigações aos empregadores denominadas como Normas Regulamentadoras (NRs) a serem instaladas nas empresas. Dentro dessa dinâmica, os programas de prevenção visão a identificação, eliminação e mitigação, caso não seja possível evitar a exposição a eventuais riscos. No Brasil, pode-se destacar alguns programas essenciais e obrigatórios por Lei par se implantar dentro de uma companhia como o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, determinado pela NR 01 (BRASIL, 2021), tratando-se do programa mais completo de segurança, o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – GRO, determinado pela NR 31, cujo objetivo é realizar a fiscalização, o mapeamento e o gerenciamento de eventuais riscos de determinado ambiente. Esse risco surge em função da natureza, concentração ou intensidade que mostra, que esses agentes ambientais além do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), O PCA (Programa de Conservação Auditiva), e o PPR (Programa de Proteção Respiratória) entre outros com suas devidas relevâncias, como ressalta Lacombe (2017), "a prevenção é melhor forma de proteção dos funcionários e a implementação de programas específicos é fundamental para assegurar a segurança de todos os envolvidos". Logo, este trabalho visa a informação através de revisões literárias e pesquisas na internet sobre assunto proposto e vai tratar mais profundamente nos próximos tópicos à diante. Nessa circunstância, o trabalho visa explanar com o auxílio da literatura científica, como a utilização dos programas de acolhimento no trabalho para ter cautela, é imprescindível para propiciar um local seguro e produtivo. Para isso, a metodologia empregada no trabalho é uma pesquisa básica, bibliográfica e de caráter exploratório. Portanto, torna-se relevante a pesquisa e o aprofundamento do tema, pois a implantação de programas de Saúde e Segurança Ocupacional – SSO, possibilitam que os riscos sejam analisados de forma antecipada com propósito de oportunizar às empresas fatores indispensáveis para obter o seu sucesso, que são a saúde e segurança dos seus colaboradores promovendo redução dos gastos oriundos de incidentes com colaboradores e multas vultosas. 1. 2. OBJETIVO Deste modo, objetiva com o presente levantamento apresentar e abordar a legislação, normas preventivas e órgãos fiscalizadores, além de programas e medidas preventivas de riscos com intuito de mitigar eventuais riscos para colaboradores e o impacto na empresas. 1. 2. 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 1. 2. 3. 3.1. O Papel do Profissional de Segurança do Trabalho Em todo o mundo, a segurança no trabalho ganhou sua devida importância com o advento da Revolução Industrial, período em que houve grandes avanços tecnológicos, causando transformações e ao mesmo tempo em que houve acréscimo nos números de acidentes de trabalho (NASCIMENTO; VIEIRA; CUNHA, 2010). Para Viera (2009), o conceito de segurança pode ser entendido como um conjunto/grupo de ações (técnicas, psicológicas e médicas), que visam a investigação e prevenção de acidentes ocupacionais, além de possibilitar a educação dos trabalhadores de forma a evitá-los e o emprego de procedimentos/normativos capazes de eliminar as condições inseguras decorrentes das atividades laborais. De acordo com Lancman et al. (2003), os riscos ambientais são fatores capazes de causar eventuais danos aos colaboradores e a empresa, devido à sua natureza, concentração e/ou intensidade, podem causar impactos ao bem-estar dos funcionários. O foco principal dos profissionais da área de Saúde e Segurança Ocupacional – SSO (Engenheiro, Tecnólogo e Técnico em Segurança no Trabalho e Medicina e Enfermagem do Trabalho) tem o árduo trabalho de garantir condições adequadas quanto à saúde e bem-estar dos trabalhadores, fazendo com que eles sejam expostos a riscos ocupacionais minimamente, além de serem os responsáveis pelas inovações e transformações tecnológicas e acompanhamento das tendências do mercado, sempre buscando medidas preventivas e eficazes (NASCIMENTO; VIEIRA; CUNHA, 2010). Segundo Araújo e Gosling (2007), os impactos gerados pelas condições inadequadas de trabalho, pode estar relacionado a perda de produtividade, aumento crescente das ocorrências de acidentes e incidentes no âmbito do trabalho e aumento dos afastamentos dos postos de serviço, influenciando de forma direta o absenteísmo e custos dispendiosos para companhia. Dados divulgados pela plataforma “Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho”, entre os anos 2012 e 2022, foram registradas 6.774.543 notificações de acidentes de trabalho, 25.492 notificações com acidentes com mortes, 2.293.297 afastamentos acidentários e 2.448.239 notificações SINAN, resultando em 461.424.375 dias de trabalhos perdidos. Desta forma, fica mais que comprovado a importância dos profissionais da área e a utilização de procedimentos eficientes cada vez mais. 1. 2. 3. 3.1. 3.2. A Importância dos Programas de Controle e Prevenção Riscos no Ambiente de Trabalho As atividades laborais devem ser realizadas levando em consideração os procedimentos de segurança determinadas pela legislação trabalhista. Desta forma, a empresa precisa identificar e entender as particularidades de suas operações, e a partir disso, adotar medidas de proteção, treinar os trabalhadores e reforçar os conceitos por meio de DDS (Diálogo Diário de Segurança) sobre a importância dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletivos (EPC), sendo este último se houver necessidade. É importante destacar que, a Segurança Ocupacional não se restringe somente ao fornecimento de EPIs. Além disso, é necessário contar com programas de controle e prevenção de riscos, onde pode-se mencionar os seguintes exemplos: Programa de ControleMédico de Saúde Ocupacional (PCMSO), regido pela NR 07, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), estabelecido pela NR 09 e o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, determinado pela NR 01 (BRASIL, 2021). Com relação ao PPRA, este pode ser entendido como um conjunto de técnicas e/ou métodos que tem por objetivo, proporcionar melhores condições de saúde e a manutenção da integridade física de todos os colaboradores de uma empresa. Desta forma, a elaboração do PPRA consiste na antecipação prévia, reconhecimento e a avaliação dos riscos físicos, químicos, ergonômicos, biológicos e de acidentes), e as respectivas ações de controles a serem adotadas. De acordo com Porto (2010), considera-se risco, qualquer evento e/ou possibilidade de que algum elemento ou circunstância presente em um processo ou ambiente de trabalho possa causar danos à saúde, seja através de acidentes, doenças, sofrimento dos trabalhadores ou poluição ambiental. Para Oliveira (2023), as empresas cada vez mais, estão buscando investir em medidas/ferramentas simples e eficazes para influenciar pessoas, sendo realizadas por meio de campanhas e DDS. A implantação da cultura de segurança no trabalho exige longas jornadas, que compete à liderança definir estratégias, tendo disciplina para cumpri-las. Dentre as orientações divulgadas, constata-se a utilização de equipamento de proteção individual (EPIs), instruções de ações na eventualidade de emergência (intervenção), treinamentos e outras iniciativas de proteção em caráter preventivo e/ou corretivo. É importante destacar que, cabe às empresas garantirem que seus colaboradores estejam qualificados e capacitados quanto as normas de segurança para executar os procedimentos de emergências em momentos de pânico, conforme estabelecido pelas leis trabalhistas (BRASIL, 1943). Dentre as normas e leis existentes, a NR 9, que determina a implementação de Programas de Prevenção de Riscos, relata que os programas devem possuir os seguintes eixos: Planejamento (i), prioridades (ii), cronograma (iii); estratégia de controle e ação (iv), registros e divulgação dos dados (v), periodicidade (vi) e avaliação do desenvolvimento do PPRA e PGR. Com relação a análise de risco das atividades, deve ser realizada sempre de forma preventiva, seja por meio de dados já publicados referentes aos agentes causadores de riscos ou por meio de investigação minuciosa, com objetivo de determinar a exigência de adoção direta de método de controle ou de realização de avaliações qualitativas ou, quando aplicáveis, de avaliações quantitativas. Desde que as normas NR 01 e NR 09 foram publicadas, o PGR substituiu o PPRA, o que inclui também riscos ergonômicos e de incidente laboral no GRO, sendo este, considerado o programa fundamental. 1. 2. 3. 3.1. 3.2. 3.3. Exposição ao Risco no Ambiente de Trabalho No Brasil, alguns setores apresentam altos índices de acidentes ocupacionais graves ou fatal. Assim, o ramo da construção civil possui papel importante na economia, por ser um setor heterogêneo que envolve abrange outros setores da economia, servido como base para a execução das diversas obras e serviços como, alimentação e transporte (MAIA, 2014). Desta forma, apesar de toda representatividade, sendo uma grande fonte geradora de emprego e renda, a construção civil é responsável por uma grande parcela dos acidentes de trabalho que ocorrem no Brasil. Na Figura 1, constata-se a exposição de um trabalhador ao risco na indústria da construção civil. Figura 1. Exposição ao risco na indústria da construção civil. Fonte: Google Imagens São circunstâncias como está, que são encontradas em muitas construções civis, onde os trabalhadores são expostos aos riscos, sem levar em consideração sua proteção. Muitas empresas construções civis não fornece as circunstâncias de proteção básica necessária para os trabalhadores. Desta forma, apesar dos conceitos e definições, a utilização dos riscos como sinalizador de problemas ambientais é a convicção que ao falarmos em risco, estamos falando das pessoas individualmente ou em sociedade (VEYRET, 2007) Não há risco sem uma população ou indivíduo que o perceba e que poderia sofrer seus efeitos. Correm-se riscos, que são assumidos, recusados, estimulados, avaliados, calculados. O risco é a tradução de uma ameaça, de um perigo para aquele que está sujeito a ele e o percebe como tal (VEYRET, 2007). Diante do exposto, pode-se afirmar que o perigo está em todos os lados, a questão não é onde há o perigo ou risco, mas como devemos evitá-lo. Naturalmente, o homem tende a negligenciar seu local de trabalho, uso que é devido ou imposto para sua segurança. Em caso de descumprimento dessas regras, a organização deve tomar medidas cabíveis, como notificar o colaborador, mostrar a importância e potenciais riscos do não uso dos EPIs. Na Figura 1, constata-se uma intervenção pelo profissional de segurança. Figura 2. Charge ilustrando o descuido de um trabalhador por causa da distração. Fonte: https://i.pinimg.com/originals/ae/fe/b2/aefeb2deeda600f830129ab3c5c96afd.jpg Assim, a gestão de riscos na construção civil vai além de simplesmente atender obrigações legais; ela é essencial para otimizar a produtividade e reduzir custos. Ao priorizar a segurança dos trabalhadores, garante-se que projetos sejam concluídos dentro dos prazos e orçamentos estabelecidos, além de mitigar os custos associados a ausências, compensações e litígios judiciais (CBIC, 2020). Assim, o principal objetivo de um sistema de gestão em segurança e saúde no trabalho é prevenir a ocorrência de acidente. Um acidente pode ser resultado de circunstâncias aleatórias, quando suas causas não são claramente definidas, ou de fatores determináveis (MENDONÇA, 2019). 1. 2. 3. 4. METODOLOGIA Para a realização deste trabalho, foi feita uma pesquisa bibliográfica em bases de dados contendo periódicos científicos disponíveis, como Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Google Acadêmico, para consultas de artigos, periódicos, normas entre outros, com a viando aprofundar os conhecimentos acerca do tema apresentado. Após a seleção inicial, foi realizada a leitura dos artigos e das normas e posteriormente feita a análise detalhada, onde foi observado a relevância. 4. 5. RESULTADOS E DISCUSSÕES Os resultados da abordagem preventiva eficaz são evidentes na redução de acidentes e/ou incidente de trabalho, como também atua na melhoria do bem-estar de todos os funcionários. De acordo com a Consolidação das Leis de Trabalho (BRASIL, 1943), esse tipo de abordagem é resguarda pela lei, e requer a implementação de medidas de segurança que visem priorizar adaptar as condições de trabalho em função do oferecimento do ambiente adequado ao trabalho e resguardo da saúde dos trabalhadores. Organizações que investem em prevenção observaram que, houve uma diminuição nos índices de absenteísmo e aumento da produtividade diária (FRANCO et al., 2023). Além disso, área de trabalho seguro auxilia para a satisfação e retenção de talentos dentro de uma corporação, é nítido que os funcionários se sentem valorizados e protegido, em um horizonte temporal extenso a prevenção eficaz, o que reflete na redução de custos em atividades ocupacionais de riscos, mas também fortalece a reputação da empresa como um empregador responsável e comprometido com seus colaboradores. O trabalho com qualidade, respeito ao meio ambiente e segurança gera progresso e confiança. Já as discussões sobre os riscos de trabalho destacam a importância de uma abordagem integrada e contínua. Os programas de segurança devem ser atualizados regularmente para acompanhar as mudanças nas condições de serviços e nas regulamentações legais. O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) é uma exigência regulamentada pela NR 9 (Portaria 3.214/78) seu objetivo é identificar e avaliar riscos ambientais no ambiente de trabalho e implementar medidas preventivas para diminuir a exposição dos trabalhadores a agentes físicos, químicos e biológicos. O programa não englobando riscos ergonômicose de acidente de trabalho. Além disso, a participação ativa dos funcionários nos processos de identificação e mitigação de riscos é essencial. Reuniões periódicas de segurança, feedback constante e a criação de comitês de segurança podem ajudar a manter um diálogo aberto e produtivo sobre as melhores práticas preventivas. Essas iniciativas promovem um lugar de trabalho colaborativo, onde todos se sentem responsável pela segurança mútua. Empenhando-se na manutenção da integridade dos trabalhadores, assegura que cronograma e o orçamento das obras sejam cumpridas e minimiza os custos gerados pelo absenteísmo, indenizações e ações judiciais (CBIC, 2020). 1. 2. 3. 4. 5. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Apesar das normas evidentes, para buscar a prevenção a acidentes e promover um ambiente de trabalho seguro e saudável, é preciso implementar um guia básico para estabelecer um programa de prevenção no local de trabalho. Assim para implementar uma metodologia robusta de prevenção na área de trabalho requer o comprometimento de toda a organização, desde a alta administração até os funcionários de linha. Pois com esforço contínuo e uma abordagem proativa, é possível criar um lugar de trabalho seguro e saudável. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego, 2021. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego, 2014. LANCMAN, S. et al. Informar e refletir: uma experiência de terapia ocupacional na prevenção de riscos à saúde do trabalhador. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 14, n. 1, p. 1-9, 2003. VIEIRA, S. I. Manual de Saúde e Segurança no trabalho. São Paulo: LTR, 2009. MAIA, A. L. M. Análise Preliminar de Riscos em uma Obra de Construção Civil. TECNOLOGIA & INFORMAÇÃO, v. 1, n. 3, p. 55-69, 2014. NASCIMENTO, E. L. A.; VIEIRA, S. B.; CUNHA, T. B. Riscos ocupacionais: das metodologias tradicionais à análise das situações de trabalho. Fractal: revista de psicologia, v. 22, p. 115-126, 2010. BRASIL Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. DECRETO-LEI Nº 5.452, DE 1º DE MAIO DE 1943 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm FRANCO, L. E. A. O. et al. A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA (DDS): UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Contemporânea, v. 3, n. 8, p. 12887-12901, 2023. SILVA, E. J.; LIMA, M. G.; MARZIALE, M. H. P. O conceito de risco e os seus efeitos simbólicos nos acidentes com instrumentos perfurocortantes. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 65, p. 809-814, 2012. 1 Nome dos acadêmicos 2 Nome do Professor tutor externo Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I - dd/mm/aa image1.jpg image2.jpg