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ESCOLA NORMAL RURAL DE LIMOEIRO DO NORTE OS IMPACTOS DO CIGARRO NA SAÚDE Consequências do uso do cigarro normal e eletrônico e a importância da conscientização Ana Clara Noronha Soares Machado João Lucas Barbosa Costa Larissa Guerra Borba Guerreiro Laura Dantas Brasil Sofia Araújo Fama Orientador: Otacílio Limoeiro do Norte - Ce 2024 SUMÁRIO 1. RESUMO 2. INTRODUÇÃO 3. MATERIAIS E MÉTODOS 4. RESULTADOS E DISCURSÃO 5. CONCLUSÃO 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRFICAS 7. ANEXOS/APÊNDICES 1. RESUMO Este trabalho examina os impactos do cigarro tradicional e eletrônico na saúde pública. O cigarro tradicional é amplamente conhecido por causar doenças graves, como câncer de pulmão e doenças cardíacas. Os cigarros eletrônicos, apesar de serem promovidos como uma alternativa menos prejudicial, também apresentam riscos, especialmente por causa da nicotina e das substâncias tóxicas presentes no vapor, afetando o sistema respiratório e cardiovascular. A pesquisa envolveu uma revisão teórica, questionários para entender a percepção pública sobre os riscos, e um experimento com algodões para simular o efeito do cigarro nos pulmões. Os resultados revelaram que, enquanto 75% dos participantes estavam cientes dos perigos dos cigarros convencionais, apenas 30% tinham conhecimento dos riscos dos eletrônicos. Além disso, 20% já haviam experimentado o cigarro eletrônico. O estudo conclui que é necessário aumentar a conscientização sobre os riscos de ambos os tipos de cigarro, com foco em campanhas educativas e políticas públicas para reduzir o consumo, especialmente entre os jovens e proteger fumantes passivos, como crianças e grávidas. 2. INTRODUÇÃO O cigarro tradicional é amplamente reconhecido como uma das principais causas de morte evitável em todo o mundo, estando diretamente ligado a doenças graves, como câncer de pulmão, doenças cardíacas e problemas respiratórios crônicos. Apesar dos alertas e campanhas de saúde pública, seu consumo ainda é significativo, especialmente em certos grupos populacionais. Nos últimos anos, o cigarro eletrônico emergiu como uma alternativa promovida por muitos como menos prejudicial. No entanto, pesquisas indicam que ele também apresenta riscos à saúde, como dependência de nicotina e possíveis danos ao sistema respiratório, levantando preocupações sobre seu impacto, especialmente entre os jovens. Este trabalho busca explorar e comparar os efeitos do cigarro tradicional e do cigarro eletrônico na saúde pública, destacando as implicações de ambos e propondo medidas preventivas eficazes para reduzir o uso, com ênfase na proteção das populações mais vulneráveis, como os adolescentes. 3. MATERIAIS E MÉTODOS A metodologia deste trabalho foi desenvolvida de forma a garantir uma abordagem ampla e confiável sobre os impactos do cigarro. Inicialmente, realizamos uma pesquisa teórica aprofundada em fontes reconhecidas e confiáveis, como o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para obter informações científicas e atualizadas sobre os riscos associados ao cigarro tradicional e ao cigarro eletrônico. Em seguida, aplicamos questionários ao público, visando compreender melhor a percepção geral sobre o tema, principalmente no que diz respeito ao conhecimento dos riscos de ambos os tipos de cigarro. A coleta de dados nos permitiu identificar lacunas de informação e crenças equivocadas que ainda persistem, especialmente sobre os cigarros eletrônicos. Além da pesquisa teórica e dos questionários, desenvolvemos um experimento prático com o uso de algodões, simulando os efeitos do cigarro nos pulmões. Essa simulação visual e concreta demonstrou de forma clara os danos causados pela inalação de substâncias presentes tanto no cigarro tradicional quanto no eletrônico. Os resultados obtidos com o experimento e os questionários foram organizados em gráficos para facilitar a análise e interpretação dos dados. Por fim, montamos uma apresentação visual utilizando pôsteres, tornando a comunicação das descobertas mais acessível e de fácil compreensão para o público da feira de ciências. 4. RESULTADOS E DISCURSÃO O estudo revelou que tanto os cigarros tradicionais quanto os eletrônicos causam sérios danos à saúde, contrariando a ideia de que os cigarros eletrônicos são alternativas seguras. Embora sejam considerados menos prejudiciais, os cigarros eletrônicos ainda contêm substâncias tóxicas que podem comprometer o sistema respiratório e cardiovascular, apresentando riscos consideráveis para os usuários. A pesquisa conduzida como parte do trabalho apontou que 75% dos participantes estavam cientes dos riscos associados ao uso do cigarro tradicional, como o câncer de pulmão e doenças cardíacas. No entanto, apenas 30% conheciam os perigos dos cigarros eletrônicos, revelando uma lacuna significativa de conhecimento sobre seus potenciais danos. Outro dado relevante foi que 20% dos participantes admitiram já ter experimentado os cigarros eletrônicos, destacando o crescimento desse tipo de consumo, especialmente entre os jovens. Os experimentos práticos realizados demonstraram que, apesar de o vapor dos cigarros eletrônicos parecer menos agressivo, ele ainda contém substâncias nocivas à saúde. Fumantes passivos, incluindo crianças e grávidas, também estão expostos a esses riscos, o que torna o uso de cigarros eletrônicos em ambientes compartilhados um perigo para terceiros. Com base nessas descobertas, o trabalho conclui que é fundamental aumentar a conscientização sobre os riscos de ambos os tipos de cigarro. Além disso, o estudo destaca a necessidade de implementar políticas públicas mais rigorosas para limitar o uso desses produtos, especialmente entre as populações mais vulneráveis, como os jovens, visando proteger a saúde pública e reduzir a incidência de doenças relacionadas ao tabagismo. 5. CONCLUSÃO A conclusão deste trabalho sublinha os sérios riscos à saúde causados tanto pelo cigarro tradicional quanto pelo cigarro eletrônico. O tabagismo, em sua forma mais convencional, continua sendo uma das principais causas de doenças graves, como câncer de pulmão, doenças cardíacas e problemas respiratórios crônicos, responsáveis por um grande número de mortes evitáveis em todo o mundo. Embora os cigarros eletrônicos sejam amplamente promovidos como uma alternativa menos nociva, o estudo revela que eles ainda contêm substâncias tóxicas que podem comprometer a saúde, especialmente entre os jovens, um grupo particularmente vulnerável ao marketing desses produtos. Entre as toxinas presentes estão compostos que afetam o sistema respiratório e cardiovascular, além da possibilidade de causar dependência à nicotina, um risco compartilhado com os cigarros convencionais. A pesquisa também mostrou que, embora a maioria das pessoas tenha um bom entendimento sobre os riscos do cigarro tradicional, há uma preocupante falta de conscientização sobre os perigos dos cigarros eletrônicos. Isso contribui para a subestimação dos danos que esses dispositivos podem causar, especialmente entre os jovens que, muitas vezes, começam a usá- los acreditando serem inofensivos. Além disso, os riscos não se limitam aos fumantes ativos. Fumantes passivos, como crianças e grávidas, também estão expostos às substâncias nocivas liberadas pelos cigarros eletrônicos e convencionais, o que agrava ainda mais a situação. Com base nesses achados, o trabalho conclui que é fundamental intensificar as campanhas de conscientização sobre os perigos de ambos os tipos de cigarro. Essas campanhas devem ter como objetivo educar o público, com ênfase em informar os jovens sobre os riscos reais associados ao uso dos cigarros eletrônicos, além de reforçar os danos bem conhecidos do cigarro tradicional. Além disso, é crucial que se implementem políticas públicas eficazes para regular e restringir o acesso e o uso desses produtos, com o objetivo deproteger a saúde da população e reduzir a exposição involuntária de fumantes passivos. Assim, medidas como proibição de publicidade direcionada a jovens, restrições de uso em ambientes públicos e o aumento da regulamentação sobre os cigarros eletrônicos são passos essenciais para reduzir o impacto negativo dessas substâncias na saúde pública. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Daniella. Anvisa mantém proibição aos cigarros eletrônicos no país. Agência Brasil. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-04/anvisa-mantem- proibicao-aos-cigarros-eletronicos-no-pais. Acesso em: 08 out. 2024. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Dados e números do tabagismo. Gov.br. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de- saude/observatorio-da-politica-nacional-de-controle-do-tabaco/dados-e- numeros-do-tabagismo/def-dados-e-numeros. Acesso em: 08 out. 2024 7. ANEXOS/APÊNDICES