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PATENTES E DIREITOS AUTORAIS EQUIPE: CAIO, DANILO, EBERTON, JONATHAN, MARCUS VINICIUS, NATÁLIA, SAMUEL, ROGÉRIO e THAYNÁ. 2 As primeiras patentes de que se tem notícia datam de 1421 em Florença, na Itália, com Felippo Brunelleschi e seu dispositivo para transportar mármore, e em 1449 na Inglaterra com John de Utynam ganhando o monopólio de 20 anos sobre um processo de produção de vitrais. A primeira lei de patentes do mundo foi então promulgada em 1474 em Veneza. História Uma patente é uma concessão pública, conferida pelo Estado. Em contrapartida, é disponibilizado acesso ao público sobre o conhecimento dos pontos essenciais e as reivindicações que caracterizam a novidade no invento. Os registros de patentes, por estarem disponíveis em bancos de dados de livre acesso, constituem grandes bases de conhecimento tecnológico. 3 Patente 3 4 Os direitos exclusivos garantidos pela patente referem-se ao direito de prevenção de outros usarem a dita invenção. A patente insere-se nos denominados direitos de Propriedade Industrial cujos normativos legais são em Portugal o Código de Propriedade Industrial e no Brasil a Lei da Propriedade Industrial. Requisitos para obtenção de patente Para se obter uma patente, tem-se que demonstrar perante o Estado (no Brasil e em Portugal, a um Instituto Nacional da Propriedade Industrial — INPI) que a tecnologia para a qual se pretende a exclusividade é uma solução técnica para um problema técnico determinado, ou seja, é um invento ou invenção. Uma invenção, para ser patenteada, tem que apresentar, obrigatoriamente, os três requisitos de patenteabilidade: novidade, atividade inventiva e aplicação industrial. 5 NOVIDADE: isto é, tem de ser substancialmente diferente de qualquer coisa que já esteja patenteada, que já esteja no mercado, ou que já tenha sido escrito numa publicação, ou qualquer apresentação oral ou escrita. ATIVIDADE INVENTIVA: tem de ser não óbvio, o que quer dizer que uma pessoa com capacidade "normal" naquele assunto não teria a mesma ideia após examinar as invenções já existentes. APLICAÇÃO INDUSTRIAL: significa que a invenção terá de servir em algum ramo industrial, como a agricultura, a farmacêutica, a mecânica, a engenharia genética, a química, etc. Cada país, na forma do Acordo TRIPs, pode determinar um conjunto de inventos que não sejam objeto de patentes, mesmo satisfazendo os requisitos indicados. 6 Processo de obtenção 1. Ter a idéia brilhante. 2. Consultar a LPI (Lei de Propriedade Industrial). 3. Realizar uma busca para certificar-se de que sua invenção tem novidade. 4. Escrever o pedido de patente. 5. Depositar o pedido de patente no INPI. 7 6. Solicitar o pedido de exame. 7. Acompanhar o andamento processual do pedido e aguardar o exame técnico. 8. Cumprir as eventuais exigências técnicas que possam ser feitas pelo examinador do INPI. 9. Solicitar a expedição da carta patente após deferido o pedido. 10. Manter o pagamento das anuidades em dia. 8 Direitos autorais DIREITO AUTORAL - Lei 9.610/98 BRASIL: Constituição de 1891 Criações artísticas, literárias ou científicas DIREITOS MORAL: paternidade da obra,preservação da forma original, direito é irrenunciável e eterno; O DIREITO PATRIMONIAL: utilizar, usufruir e dispor, terceiros user, traduzir e reproduzir integral ou parcial. Negociação gratuito ou não, determinado período, domínio público; 9 Comprovação da autoria: Não depende do registro da obra; REGISTRE: guardar exemplares das publicações, datar e imprimir, gravar em mais de um CD, entre outras medidas de proteção; REGISTRAR FORMALMENTE: Fundação Biblioteca Nacional, a Escola de Música, a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), entre outras; Direito autoral de pessoa jurídica; 10 Empresas com milhares de patentes registradas e encostadas esperando processar outras no futuro. Acusação de violação de direitos autorais: Google x Oracle: disputando o direito de uso do Java no Android. Samsung x Apple: design de seus produtos e interfaces de uso. 11 A CHEGADA DA INTERNET: novas licenças ; COPYRIGHT - “todos os direitos reservados” - reprodução, alteração, distribuição comercialização, pertencem ao seu criador ; DOMÍNIO PÚBLICO - 70 anos depois da morte do seu criador COPYLEFT - um software livre é aquele que está liberado para uso, cópia e alterações. 12 ALGUNS DIREITOS RESERVADOS - série de licenças “ajustáveis” ATRIBUIÇÃO: qualquer um pode usar desde que haja crédito. RECOMBO: obra pode ser alterada - sampleada ou remixada. NÃO-COMERCIAL: obra liberada desde que sem fins lucrativos. COMPARTILHAR PELA MESMA LICENÇA: uma foto está liberada para uso não-comercial, eu posso veiculá-la em meu site pessoal, mas não em um livro que será vendido. 13 Reprodução Reprodução é a cópia em um ou mais exemplares de uma obra literária, artística ou científica. Contrafação é a cópia não autorizada de uma obra, total ou parcial. Toda a reprodução é uma cópia, e cópia sem autorização do titular dos direitos autorais e ou detentor dos direitos de reprodução ou fora das estipulações legais constitui contrafação, um ato ilícito civil e criminal. 14 Plágio O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma. 15 Tempo de duração da proteção de domínio público Em princípio, o tempo de duração da proteção do direito de autor é estabelecido pela legislação nacional de cada país. Mas, de acordo com a Convenção de Berna, o prazo mínimo geral é de 50 anos após a morte do autor. No Brasil, as obras são protegidas por 70 anos após a morte dos autores, com exceção das obras fotográficas, audiovisuais e coletivas, que duram por 70 anos contados da publicação. Após esse prazo, todas as obras entram no domínio público e poderão ser livremente usadas por qualquer um, sem necessidade de pagamento ou autorização. 16 O prazo é sempre calculado a partir do final do ano do óbito do autor ou da publicação para obras coletivas, fotográficas e audiovisuais, o que, do ponto de vista legal, tem uma vantagem prática: não é preciso saber a data exata do óbito ou lançamento, basta saber o ano. Assim, por exemplo, em 2012, as obras de autores que faleceram até 1941 já estão em domínio público. No caso das obras em coautoria, o prazo conta da morte do último dos autores. Quanto às obras fotográficas, audiovisuais e coletivas, todas as que foram lançadas até 1941 já estão em 2012 em domínio público. 17 Casos de plágio A definição de plagiar apresentada pelo dicionário Aurélio é a seguinte: “Copiar ou imitar, sem engenho, as obras ou os pensamentos dos outros e apresentá-los como originais.” 18 A partir do momento que uma inovação se torna uma invenção e os lucros passam surgir é recorrente que terceiros queiram reproduzir essa invenção ou requisitar a autoria mesmo sem ter participado da produção dessa invenção, na essência dos direitos e das patentes esta a proteção dos lucros da criação da invenção, mas a outros aspectos a explorar, se um individuo tem a liberdade de adquirir direitos autorais sobre uma determinada invenção ele também pode transferir esses direitos para outra pessoa e dessa forma não seria mais plagio. 19 Thomas Edson tinha 1033 patentes em seu nome, porém algumas não eram de sua autoria, por exemplo, Edson adquiriu os direitos as patentes das principais contribuições realizadas para a invenção da lâmpada do físico Joseph Wilson Swan e do mecânico Heinrich Goebel, dessa forma ao reproduzir as respectivas invenções não estava realizando plagio. 20 CASO DA APPLE E SAMSUNG POR PLÁGIO A Apple denunciou a Samsung no ano passado porconsiderar que a empresa sul-coreana havia copiado deliberadamente o design de seus aparelhos para fabricar sua geração seguinte de telefones e lançar o tablete Galaxy Tab. 21 A Samsung rechaçou as acusações e contra-atacou com outra denúncia no ano passado, na qual alegou que a Apple havia se apropriado sem autorização de sua tecnologia de telecomunicações 3G e de algumas características da câmera fotográfica para telefones, entre outras, uma infração de patentes e pagamentos derivados que se avaliou em mais de US$ 600 milhões. O júri chegou a seu veredicto após 22 horas de deliberações distribuídas em três dias, o que segundo a imprensa americana foi uma decisão rápida, levando em conta a complexidade do caso. O mesmo júri rejeitou todas as denúncias feitas pela Samsung. 22 O CASO DO MACINTOSH OS Na década de 70, Steve Jobs e sua equipe de engenheiros, em troca de alguns favores, conseguiu entrar nas instalações dos laboratórios da Xerox e lá eles tiveram contato com essas tecnologias. Algum tempo depois, a Apple apresentava ao mundo o Macintosh (o primeiro computador com uma interface gráfica e mouse). Apesar de ter sido, claramente, "baseado" em suas tecnologias a Xerox nunca acionou a justiça. 23 PATENTE NA CHESF 24 É um programa pautado na busca de inovações tecnológicas para fazer frente aos desafios de mercado, por meio de Pesquisa e Desenvolvimento, entre as Instituições Públicas e Privadas de Ensino e as Empresas de Energia Elétrica. 25 PROGRAMA P&D As empresas concessionárias de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica devem aplicar anualmente um percentual mínimo de sua receita operacional líquida no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento do Setor de Energia Elétrica. A obrigatoriedade na aplicação desses recursos está prevista em lei e nos contratos de concessão, cabendo à ANNEL regulamentar o investimento no programa, acompanhar a execução dos projetos e avaliar seus resultados. 26 SmartAlarm Ferramenta inovadora que otimiza o processo de recomposição do Sistema Elétrico de Potência (SEP) em toda a área de concessão da empresa. Aplicações: CHESF e UFCG. 27 Os centros de operações, que supervisionam e controlam o sistema, têm a tarefa de gerenciar as áreas eletrogeográficas e as informações são recebidas em tempo real. Em apenas 1 segundo de ocorrência, o sistema pode gerar 2 mil alarmes, tornando-se inviável para os operadores a detecção do defeito ou da interrupção do fornecimento de energia elétrica em curto espaço de tempo. 28 Tela de alarmes – sistema supervisório 29 Tela SmartAlarm 30 REFERÊNCIAS Disponível em: . Acessado em: 18/11/2015. Disponiveel em: Acessado em :18/11/2015 Disponível em: Acessado em: Disponível em: ENTENDA O DIREITO AUTORAL - Autoria: Drª Flávia Lubieska N. Kischelewsk - by Positivo Informática S.A. 31 Disponível em: O que são direitos autorais? – Revista Superinteressante - Barbara Axt – Edição 208 - Dezembro de 2004 Disponível em:Acessado em:19/11/2015 Disponível em:Acessado em:19/11/2015 Disponível em: Acessado em: 14/11/2015 32 image2.jpeg image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.png image8.png image1.jpeg