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TRADING ACADEMY A C H A V E P A R A S E T O R N A R U M P R O F I S S I O N A L D E S U C E S S O E B O O K D O I N I C I A N T E A O P R O F I S S I O N A L 1 Ìntrodução 2 Análise Gráfica 3 Análise Técnica 4 Análise Institucional 5 Teoria de mercado 6 Operar na prática ÍNDICE 03 21 50 68 94 120 3 Introdução O Day Trade é uma forma de investimento que tem ganhado cada vez mais popularidade entre os investidores. Trata-se de uma estratégia que envolve a compra e venda de ativos financeiros em um mesmo dia, com o objetivo de obter lucro com as variações de preço desses ativos. Para quem deseja entrar nesse mercado, é importante entender os conceitos básicos do Day Trade, bem como as principais técnicas e estratégias utilizadas por investidores bem- sucedidos. Além disso, é fundamental estar preparado para lidar com os riscos envolvidos nessa modalidade de investimento. Neste eBook, vamos abordar os principais conceitos. Você também vai aprender sobre os indicadores técnicos, análise gráfica, análise institucional e teorias de mercado mais utilizados pelos investidores para tomar as melhores decisões de compra e venda, bem como as principais estratégias de gestão de risco para minimizar perdas. Se você é um investidor iniciante ou busca ampliar seus conhecimentos sobre o mercado financeiro, este eBook é para você. Aqui você encontrará informações valiosas para começar a investir em Day Trade de forma consciente e segura. 01 T I P O S D E M E R C A D O Forex Mini índice Futuros Operação Binárias 4 Forex - é um mercado descentralizado destinado totalmente a transações de câmbio, é o maior mercado financeiro do mundo e pode facilmente movimentar mais de 5 trilhões de dólares diariamente. Mini índice - são contratos futuros derivados dos índices da Ibovespa e tem como base a sua oscilação. Futuros - é baseado em cima do mercado de criptomoedas, podemos trabalhar alavancado, ou seja, multiplicar o capital que colocamos em uma forma de “empréstimo” da corretora pra gente. Operação Binárias - são operações financeiras que buscam lucros de curto prazo, apostando na sua subida ou descida dos preços de determinado ativo. De todos o mais arriscado. Este mercado é um espelho do mercado de forex. C O R R E T O R A S É de extrema importância entender que para fazer Daytrade você precisa de uma corretora. A corretora que você vai escolher depende do tipo de mercado que você escolheu para iniciar. 5 Binance Futures: Vantagens: Uma das maiores e mais populares corretoras de criptomoedas. Oferece uma ampla variedade de pares de futuros. Taxas competitivas. Desvantagens: A interface pode ser complexa para iniciantes. Muito delay Bybit: Vantagens: Foco exclusivo em contratos futuros de criptomoedas. Interface de usuário intuitiva, amigável para iniciantes. Sem taxas de depósito e retirada. Desvantagens: Oferece uma gama mais limitada de pares comparado com algumas corretoras mais amplas. C O R R E T O R A S Q U E I N D I C O P A R A C R Y P T O F U T U R E S MetaTrader 4 e 5 (várias corretoras): Vantagens: Plataformas amplamente utilizadas e confiáveis. Oferecem uma ampla variedade de pares de moedas. Ferramentas de análise técnica avançadas. Expert Advisors (EAs) disponíveis para automação. Desvantagens: A interface pode parecer um pouco técnica para iniciantes. A qualidade da execução pode variar entre corretoras. IG: Vantagens: Corretora global regulamentada. Oferece uma ampla variedade de mercados, incluindo Forex. Plataforma de negociação intuitiva e personalizável. Excelente suporte ao cliente. Desvantagens: Taxas podem ser mais altas em comparação com algumas corretoras. A disponibilidade de pares de moedas pode ser menor em comparação com corretoras especializadas. 6 C O R R E T O R A S Q U E I N D I C O P A R A F O R E X Rico: Vantagens: Plataforma de negociação robusta e intuitiva. Oferta de cursos e materiais educativos. Corretora consolidada no mercado brasileiro. Desvantagens: Algumas taxas podem ser consideradas mais altas em comparação com corretoras menores. Clear Corretora: Vantagens: Taxas de corretagem competitivas. Plataforma de negociação simples e eficiente. Isenta de taxas de custódia e TED para retiradas. Desvantagens: Menos ferramentas de análise em comparação com corretoras maiores. Modalmais: Vantagens: Boas opções para traders ativos. Plataforma de negociação avançada. Oferece simulador de trading. Desvantagens: Pode não ser tão amigável para iniciantes. 7 C O R R E T O R A S Q U E I N D I C O P A R A B 3 8 Essas são algumas das corretodas que já utilizei e indico, lembrando que essa escolha é pessoal e não necessariamente precisar ser estas que citei anteriormente. Fique a vontade para escolher a corretora que melhor encaixa em seu perfil e também pesquise sobre outras. Lembre-se de pesquisar bem antes de escolher sua corretora de negociações pois seu dinheiro ficará alocado lá. Uma boa corretora faz total diferença na hora de operar seja com sua plataforma ou sua segurança. T I P O S D E A N Á L I S E S Técnica; Gráfica; Teoria de mercado; Institucional; Fundamentalista; Sentimento de mercado 9 Análise Técnica - é baseada na análise com indicadores, como médias móveis, volume, RSI e Etc. Análise Gráfica- é utilizado o price action como estudo para fazermos nossas entradas. Teoria de mercado – esse operacional é baseado totalmente em teorias como Dow, Elliot e Wyckoff. Análise Institucional – neste tipo de análise, nós utilizamos movimentos dentro do gráfico onde provavelmente alguma instituição ou algum BigPlayer está atuando. Análise Fundamentalista – é uma análise baseada em notícias. Análise de Sentimento de mercado – é feita em cima do que os investidores estão sentindo. E S S E N C I A L S A B E R Sempre é essencial olhar as noticias do mercado antes de operar, pois certas noticias podem sempre impactar diretamente sua analise e te levar ao loss. Em caso de operação em criptomoeda é sempre indicado olhar o bitcoin antes de qualquer operação, pois 95% das moedas seguem a mesma tendência, é bem raro ver alguma delas indo contra. 10 Podemos chamar de candle ou traduzindo pro português, velas. São os formatos de exibição mais comum que utilizamos, cada candle tem um tempo determinado, dependendo do tempo gráfico em que você escolheu, são em base deles que conseguimos analisar e projetar nossas entradas, ver suporte e resistências e nossas figuras gráficas. C A N D L E S Tempo gráfico: tempo utilizado para fazer nossas análises, ex: M1, M15, H1, D1. Rompimento: quando um preço rompe uma região tanto em queda quanto em alta. Reação/Retração: quando o preço respeita uma região muito forte do gráfico. Bull x Bear: Bull é o nosso touro, usado para força compradora quando o mercado está em alta. Bear nosso urso, é o contrário, uma força vendedora onde o gráfico está caindo. Short: Entrar vendido, ou seja, entrar acreditando na queda. Long: Entrar comprado, ou seja, entrar acreditando na alta. BigPlayer: Grandes Instituições ou pessoas que entram com muito capital em uma operação e que conseguem manipular o gráfico. Varejo: Pessoas com baixo capital e que não possuem informações privilegiadas. 11 T E R M O S U T I L I Z A D O S O S P I L A R E S D O S U C E S S O Operacional; Gerenciamento; Psicológico; Emocional. 12 É essencial seguir um gerenciamento a risca, saber quando parar no ganho e também na perda. G E R E N C I A M E N T O Para seguir um bom gerenciamento, nós temos duas ferramentas no gráfico muito úteis, que se chamam Long Position e Short Position ou Posição Comprada e Posição Vendida. Essas ferramentas são muito boas pois nós conseguimos ver a porcentagem no nosso stop e do nosso take, e também nos mostra como está o nosso risco e o nosso retorno na operação. Um exemplo na imagem, é que utilizando as ferramentas conseguimos notar na região em vermelho o nosso Stop e na região verde nosso Take e sempre mostrando nossas porcentagens como estão.de rastro institucional. Entramos no toque do nosso FVG com o stoploss abaixo do Fair Value Order Block. 125 Voltando para o Timeframe de H1 nós setamos nosso alvo no último topo válido. Essa operaçào me entregou um risco x retorno de 25.4 x 1. Essa é a vantagem de saber alinhar macro e micro junto da análise SMC. Dessa forma uma operação que você pega paga seu mês inteiro. Veja essa contagem no Bitcoin em H4. A primeira coisa que devemos fazer é ver se nossa contagem está dentro das regras. Se a onda 2 não é maior que a 1, se a onda 3 não é a menor das ondas impulsivas e se a onda 4 não invade o território da 1. C O N T A G E M D A S O N D A S D E E L L I O T 126 127 Aqui um exemplo do mesmo ciclo de Elliot mostrado anteriormente observando uma movimentação micro. Como você pode ver temos os mesmos ciclos só que agora menores e cada ciclo completa o outro. No nosso ciclo impulsivo de H4 tivemos outros 3 ciclos fractais menores dentro das ondas 128 Observando o mesmo ciclo de H4 em D1 nós temos esse outro ciclo impulsivo em uma visão maior e o ciclo de H4 parece minúsculo. Saber contar os ciclos de Elliott em todos os timeframes é essencial pois dessa forma você sempre saberá para qual lado o preço irá. Sempre se atente nos fractais das ondas, pois os tempos menores completam as ondas maiores, o mercado é ciclico e o que acontece hoje irá acontecer sempre. Dominar essa teoria te deixa um passo a frente de 95% dos traders. D I A G R A M A D E W Y C K O F F 129 Aqui você pode ver na prática como funciona um diagrama de Wyckoff. 130 Neste exemplo de acumulação nós tivemos nosso PS que é a tentativa de parada do preço, como os negociadores não conseguem parar o preço continua caindo. Após o PS vem o SC que é quando o preço consegue parar a queda. Neste ponto bastante pessoas compram e com isso o preço sobe e logo em seguida vem nosso Rally automático onde copmeça a manipulação. Nesse ponto o institucional vende um pouco dos seus ativos até chegar no ST. Na fase B é onde o preço fica consolidado criando nossa causa, então aqui vemos diversos testes no ativo. Na fase C é onde temos nosso Spring que é quando o institucional faz a manipulação do preço também conhecido como captura de liquidez. Após o Spring entramos na fase D onde temos nosso primeiro teste após a captura e também temos nosso SOS que é a captura fora da nossa causa. Dentro da fase E temos nosso efeito, que é o preço disparando após a consolidação. Como dito no capitulo da Análise Institucional as capturas de liquidez surgem em regiões óbvias como por exemplo canal lateral e canais de alta e baixa. C O M O U T I L I Z A R C A P T U R A D E L I Q U I D E Z 131 132 Nós podemos utilizar essas regiões de duas formas: A mais simples é encontrar a estes pontos e evitar operar para não se tornar a liquidez. E o segundo que é mais lucrativo que é utilizar essas regiões ao nosso favor. Veja abaixo como utilizar ao seu favor. Neste exemplo enxergamos a liquidez, aguardamos a captura e logo em seguida do CHOCH fizemos nossa entrada no OrderBlock. Essa operação me entregou 7x1 de risco x retorno. PARABÉNS Chegamos ao final deste ebook! Esperamos que tenha sido útil para você compreender melhor sobre as principais ferramentas e estratégias utilizadas no mercado financeiro. Lembre-se sempre de estudar e se atualizar constantemente sobre o mercado financeiro, utilizar ferramentas e estratégias com cuidado e responsabilidade, e estar preparado para lidar com os riscos envolvidos no mercado. Agradecemos pela confiança e desejamos sucesso em suas operações! COMPLEMENTE SEU CONHECIMENTO CLICANDO NO LINK ABAIXO 👇 CLIQUE AQUI E DOMINE O MERCADO COM UM CONHECIMENTO DE OURO! T R A D I N G A C A D E M Y https://tradingacademybr.com/menu/ https://tradingacademybr.com/menu/ T R A D I N G A C A D E M Y13 G E R E N C I A M E N T O R I S C O X R E T O R N O Já o risco x retorno aparece próximo a linha de região de entrada, sempre nos mostrando o quanto compensa entrar na operação, por exemplo: Se o risco/retorno estiver em 2, significa que caso você atinja todos seus alvos, você ganhará 2 vezes mais do que perderia. Sabendo disso nós utilizamos a ferramenta para entrar somente em operações que compensam, um número aceitável e que eu aconselho utilizar é 3 vezes risco/retorno, pois dessa forma cada acerto que você tiver, poderá errar 3 vezes e assim não terá saído negativo no dia/semana. Com um risco/retorno em 3 sua assertividade não precisa ser tão boa para obter lucros no mercado pois se você tem 50% de assertividade ainda assim você terá bons resultados pois quando acertar ganhará 3 vezes mais do que perderia. 14 Para se ter um bom gerênciamento primeiro você necessita entender que para isso você tem que setar um valor fixo de perda por operação, limite suas perdas e jamais limite seus ganhos. Após isso você irá setar seu risco por operação, como foi dito anteriormente eu aconselho utilizar o valor de 3 para 1 no minimo, não se prenda em somente operações com 3 para 1, se achar uma 10 para 1 maravilha. Defina sua exposição ao mercado, isso quer dizer que você deve definir um limite de operações diárias e semanais, pois dessa forma você não se expõe tanto ao mercado e não atinge seu psicológico. E por último tenha um limite de perda diária e semanal no seu gerenciamento, eu aconselho um valor entr 2% - 5% do valor total da sua conta. Na minha planilha você tem acesso a um cálculo completo onde trás os valores ideias para o seu estilo de operação. 15 P I L A R E S D E U M B O M G E R Ê N C I A M E N T O Segundo estudo da Suno “Analisaram-se todas as 98.378 pessoas que começaram a operar na Bolsa via day trade entre 2013 e 2016 no Brasil. A maioria não persistiu no erro, apenas 554 pessoas persistiram na atividade. Ou seja, 99,43% dos indivíduos que apostaram no day trade pararam no meio do caminho.” (fonte: https://www.suno.com.br/noticias/day-trade- viver-impossivel/ ) Portanto, é essencial estabelecer uma meta diária, tanto para perda quanto para ganho, pois o principal erro dos iniciantes do mercado é a emoção de tentar recuperar seu dinheiro ou de não saber parar quando está ganhando. 16 E M O C I O N A L / I M E D I A T I S M O Infelizmente vivemos em um cenário onde as pessoas superestimam o mercado financeiro, mostrando pra gente que esse mercado torna todo mundo um milionário da noite pro dia, porém não mostram as partes ruins. É necessário saber que isso é um processo longo e demorado, haverão dias bons e ruins, e subindo degrau por degrau, chegaremos ao topo da maneira correta. 17 Aceite-se como você é: comece a valorizar suas qualidades e habilidades, ao invés de focar em seus defeitos ou falhas. Defina objetivos realistas: estabeleça metas que sejam desafiadoras, mas alcançáveis. Quando você atinge essas metas, você aumenta sua autoconfiança. Desafie-se: experimente coisas novas, saia da sua zona de conforto e enfrente seus medos. Quanto mais você enfrenta seus medos, mais você se fortalece e se torna mais confiante. Cerque-se de pessoas positivas: rodeie-se de amigos e familiares que o apoiam e encorajam. Isso pode ajudá-lo a se sentir mais confiante e apoiado. Pratique a autocompaixão: seja gentil consigo mesmo quando enfrentar dificuldades ou cometer erros. Lembre-se de que ninguém é perfeito e que o fracasso faz parte do processo de aprendizado. Lembre-se de que a autoconfiança é algo que pode ser desenvolvido com o tempo e a prática. Comece pequeno e dê um passo de cada vez. Com o tempo, você se sentirá mais confiante e capaz. 18 A U T O C O N F I A N Ç A "Você é tudo que você acredita ser." Mantenha-se calmo e focado: negociações podem ser emocionantes e estressantes, mas manter a calma e se concentrar nas informações relevantes é crucial para tomar boas decisões de negociação. Mantenha um diário de negociações: anote suas decisões e os resultados das negociações para analisar e aprender com os sucessos e fracassos. Isso pode ajudá-lo a identificar padrões de comportamento e melhorar seu desempenho. Defina metas realistas: estabeleça metas de negociação realistas e alcançáveis e mantenha o foco nelas. Isso pode ajudá-lo a manter-se motivado e disciplinado durante o processo de negociação. Evite o excesso de confiança: o excesso de confiança pode levar a decisões imprudentes e a perdas financeiras significativas. Esteja sempre aberto a aprender e se adaptar às mudanças no mercado. 19 C O N T R O L E M E N T A L "Aprenda a dominar sua mente e você será capaz de conquistar o sucesso em qualquer área da vida." Gerencie suas emoções: as emoções podem afetar as decisões de negociação. É importante gerenciar as emoções e manter a mente clara e objetiva. Evite negociações impulsivas e tome decisões baseadas em dados e análises. Desenvolva um plano de negociação: desenvolva um plano de negociação claro e consistente com regras para entrada e saída do mercado. Isso pode ajudá-lo a manter a disciplina e evitar decisões impulsivas. Pratique a paciência: a paciência é uma virtude importante na negociação. Espere as oportunidades certas e não se apresse em tomar decisões impulsivas. Lembre-se de que o controle da mente durante as negociações é um processo contínuo que requer prática e dedicação. Com o tempo e a experiência, você pode desenvolver habilidades mais avançadas para controlar sua mente durante as negociações. 20 21 Análise Gráfica Na análise gráfica, existem diversos padrões utilizados para orientar as operações. Nessa técnica, a utilização do Price Action é fundamental para a tomada de decisão. É um método bem conhecido que envolve a observação de figuras gráficas e projeções variadas para identificar alvos ou possíveis retrações. Além disso, a técnica inclui o uso da Fibonacci para encontrar regiões fortes no gráfico. Com o uso dessas ferramentas, é possível identificar padrões de comportamento do mercado e tomar decisões informadas sobre investimentos. 02 M O V I M E N T A Ç Ã O G R Á F I C A - Como operar? Entrada no toque do suporte/ resistência indo contra a tendencia que ele estava anteriormente. - Quando não operar em suporte e resistência? Caso o gráfico forme um pivô não iremos operar pois o risco do gráfico romper é enorme. 22 No contexto dos gráficos financeiros, é comum encontrar regiões de suporte e resistência, as quais são definidas pelo comportamento do preço do ativo em questão. Essas regiões indicam níveis nos quais o preço tem mais dificuldade de ultrapassar ou cair abaixo. O suporte é uma região que representa um nível de preços que o ativo costuma respeitar, ou seja, que o preço tem mais dificuldade de cair abaixo. É comum que investidores utilizem essa informação para identificar pontos de entrada em uma posição de compra, aproveitando o movimento de alta que pode ocorrer após o preço ter respeitado o suporte. Por outro lado, a resistência é uma região onde o preço trava e tem mais dificuldade de ultrapassar, indicando que o ativo pode estar muito caro. Nesse caso, os investidores podem utilizar essa informação para identificar pontos de venda ou para abrir posições vendidas (short) na expectativa de que o preço caia após ter encontrado resistência. Em resumo, as regiões de suporte e resistência são importantes indicadores para investidores que utilizam análise técnica em suas decisões de investimento. Essas regiões podem ser interpretadas como travas do preço e ajudam a identificar possíveis pontos de entrada ou saída do mercado. 23 S U P O R T E E R E S I S T Ê N C I A As linhas de tendência são usadas para traçar as tendências de um ativo em alta, baixa ou lateral. Ao marcar essas tendências, é possível ter uma ideia de para onde o gráfico está indo. Quando um gráfico está equilibrado e nivelando o preço do ativo, estamos lidando com uma tendência lateral. Se os topos e fundosde um gráfico estiverem subindo, temos uma tendência de alta, indicando uma forte presença de compradores no mercado. Por outro lado, se os topos e fundos estiverem caindo, temos uma tendência de baixa, indicando uma grande força vendedora no mercado. 24 L I N H A S D E T E N D Ê N C I A E S E U S T I P O S R E F L E X O D E C A N A I S O reflexo de canais usamos da mesma metodologia, porém somente quando o gráfico está lateralizado. Esse método é baseado totalmente na Fibonacci, onde vamos cercando o preço até achar um ponto bom de compra/venda. A marcação é bem simples, assim que abrimos o gráfico conseguimos analisar se ele está lateralizado, se estiver, podemos marcar uma linha na parte superior e uma na parte inferior. Com isso podemos duplicar este canal que criamos tanto na parte superior, quanto na parte inferior, deixando uma região de 50% e outra de 100%. Na grande parte das vezes o gráfico irá respeitar as regiões marcadas, sendo assim, aproveitamos essas régios para poder fazer nossas compras ou vendas. Podemos usar também a zona de 50% para identificarmos falsos rompimentos, assim evitamos pegar certos pullbacks falsos. 25 P R O G R E S S Ã O D O P R E Ç O A progressão do preço é muito útil para se usar em linhas de tendência, pois nem sempre o preço irá respeitar a linha clonada de cima e acaba rompendo. Quando isso acontece podemos fazer a progressão do canal em um número de 50% e 100%, com isso, encontramos fortes pontos dentro da linha de tendência, portanto podemos também usar a retração de Fibonacci para poder encontrar as confluências e travas no preço. A progressão do preço sempre é utilizada a favor da tendência, nunca contra. 26 P Ó S R O M P I M E N T O D E L I N H A D E T E N D Ê N C I A Quando uma linha de tendência é rompida contra a sua tendência, conseguimos projetar para ver até onde o preço irá chegar. Sua projeção é bem simples, no caso de uma tendencia de alta, iremos traçar uma linha do seu ultimo topo evidente, até a região do rompimento, com isso, movemos essa mesma linha na região pós rompimento, assim conseguimos encontrar um alvo no caso de uma queda o processo é o mesmo, porém ao invés de usarmos o último topo, nós utilizamos o último fundo. 27 F I B O N A C C I A sequência de Fibonacci, ou sucessão de Fibonacci, é uma sequência matemática composta por números inteiros. Normalmente, começa por 0 e 1 e cada termo subsequente é formado pela soma dos dois anteriores. Essa sequência é uma sucessão infinita de números que seguem o mesmo padrão. A palavra Fibonacci é usada porque o matemático italiano, Leonardo de Pisa foi quem concebeu uma fórmula para essa sequência.Mas além de saber o que é Fibonacci, é importante saber que essa sequência é aplicada em análise de mercados financeiros, na ciência da computação e em teoria dos jogos. Também aparece, por exemplo, em configurações biológicas, galhos de árvores, folhas em uma haste, no arranjo do cone da alcachofra, no abacaxi e no desenrolar da samambaia. 28 Retração – utilizamos para confluências zonas muito fortes do gráfico, muito útil quando fazemos uma análise e queremos uma confirmação da região. As regiões mais fortes de uma Fibonacci para retração são: 0.382 (zona média), 0.5 (forte) e 0.618 e 0.786 (zonas muito fortes). A utilização da fibo de retração é para entradas sempre acreditando na reversão do preço. - Como se traça uma Fibo de retração? Em caso de alta traçamos da base ao topo, e em caso de baixa traçamos do topo ao fundo, assim conseguimos ver as regiões. - Como operar em Fibo de retração? Sempre operamos pra reversão entrando nas regiões fortes, como a 0.618, mas lembrem-se que a Fibonacci não faz mágica, tentem sempre confluênciar ela com outra análise. 29 C O M O U T I L I Z A R A F I B O N A C C I Projeção (interna) – utilizamos sempre para projetar um alvo, acreditando que o preço irá chegar naquela região, muito útil para forex e futuros. As regiões mais fortes são 1 e 1.618. - Como se traça uma fibo interna de projeção? O traçamento dela é um pouco diferente da fibo de retração, nós puxamos sempre na onda anterior, do seu inicio ao seu fim, sempre pegando a média dos pavis, nunca somente o corpo ou todo o pavil. -OBS: Sempre configuramos ambas as Fibonacci’s com escala logaritma, pois senão o gráfico fica divergente. 30 P U L L B A C K E T H R O W B A C K Traduzindo seria “retorno”, ou seja, o pullback é o retorno do preço. Normalmente acontece quando o gráfico rompe alguma região ou figura gráfica e retorna para a mesma, porém em caso de alta ele transforma a resistência rompida em suporte e no caso de queda ele transforma o suporte antigo em uma nova resistência. - Quando operar? A entrada é feita sempre quando o preço retorna para a região rompida, acreditando na continuidade. - Quando não pegar uma entrada em pullback? Quando os candles pós rompimento nos demonstra uma indecisão de mercado ou grandes pavis. 31 Z O N A S A C U M U L A T I V A S As zonas acumulativas, são regiões em que o preço trava. Onde os compradores e vendedores ficam brigando para decidir para onde o preço irá, isso acaba criando uma zona de acumulação que a direção do gráfico fica bem indecisa. O ideal é usar zonas de acumulações passadas para confluênciar com as análises. Quando essas zonas de acumulação são criadas é sempre bom evitar operar dentro das mesmas, pois o preço fica muito volátil. 32 F I G U R A S E S U A S P R O J E Ç Õ E S Existem três tipos de triângulos que podem ser observados em figuras gráficas: o triângulo ascendente, o triângulo descendente e o triângulo simétrico. Cada um desses padrões apresenta características distintas que podem ser utilizadas para tomar decisões de compra ou venda de ativos financeiros. 33 T R I A N G U L O S Normalmente forma quando o gráfico está em uma tendência de alta e onde o gráfico respeita uma região de resistência, porém seus fundos ficam cada vez menores até que a força compradora consegue romper a resistência e dar continuidade ao fluxo de alta. A melhor entrada neste tipo de figura seria no rompimento da base ou no seu pullback. Podemos utilizar a Fibonacci para projetar um alvo e também o fechamento desse triangulo, também utilizamos a região de 50% da projeção da Fibonacci para ter um alvo intermediário. 34 T R I Â N G U L O A S C E N D E N T E É o oposto do triângulo ascendente, nele ao invés de termos uma região de resistência, iremos buscar a região de suporte, e ao invés de uma tendência de alta, iremos marcar uma linha de tendência de baixa. A melhor entrada dessa figura é no rompimento de sua base, no caso a suporte ou no pullback, acreditando na queda do ativo podemos projetar da mesma forma utilizando o fechamento do triangulo, e também utilizando a projeção de Fibonacci. 35 T R I Â N G U L O D E S C E N D E N T E Diferente dos anteriores, nós não sabemos a direção para onde o gráfico poderá ir, ele acabar criando uma zona de acumulação e rompe para uma das direções. A melhor entrada nesse triângulo seria no pullback da região “X”, pois muita das vezes o preço rompe a figura, mas acaba retornando para dentro dela. No caso do pullback, ele nos dá uma indicação para onde o gráfico irá caminhar. Para fazer a projeção dessa figura não é muito diferente das anteriores, nós usamos o fechamento do triangulo e também a projeção da Fibonacci. 36 T R I Â N G U L O S I M É T R I C O Os padrões de continuidade são formações gráficas que indicam uma pausa temporária no movimento do preço de um ativo financeiro antes de retomar sua tendência anterior. Diferentemente dos padrões de reversão, que sinalizam uma mudança de tendência, os padrões de continuidade indicam uma confirmação da tendência atual do ativo. Alguns dos padrões de continuidade mais comuns incluem as bandeiras, os retângulos, cunha e a flâmula. 37 P A D R Õ E S D E C O N T I N U I D A D E A bandeira é uma figura gráfica que se forma quando há uma forte altaou queda no preço do ativo, seguida de uma pausa e um movimento lateral/diagonal. Para identificar uma bandeira é bem simples, ela é basicamente um canal que se forma após uma movimentação muito comprida no gráfico onde o preço corrige para poder fazer outra movimentação longa. A entrada nessa figura é no rompimento ou no pullback, a taxa do pullback normalmente é melhor. Para projetar nós medimos o mastro da figura e colocamos após o rompimento, assim achamos um alvo. Outro método também é utilizar a Fibonacci e projetar um outro alvo, muita das vezes as regiões se confluênciam. 38 B A N D E I R A Nós possuímos 2 tipos de cunha neste mercado, as de continuação e as de reversão, porém as de continuação são mais assertivas pois podemos confluênciar com as contagens de ondas corretivas de Elliot (2 e 4). Seu formato é o mesmo da cunha de reversão, a diferença é que ela possui um mastro assim como a bandeira. Para projetar podemos utilizar a sua base, seu mastro e também a Fibonacci Interna. Assim como os triângulos, também podemos utilziar as contagens ABCDE dentro de uma cunha, dessa forma conseguimos filtrar e nos preparar para o rompimento dela. 39 C U N H A D E C O N T I N U Í D A D E A flâmula também é um padrão de continuidade, tanto pra queda, quanto para a alta. Para identificarmos também é bem simples, da mesma forma da bandeira em que o gráfico faz uma longa movimentação e acaba criando uma região para o preço descansar. A figura que vemos é um triângulo simétrico nesse descanso. Para projetar é da mesma forma da bandeira, em que medimos o tamanho do mastro e usamos a Fibonacci para projetar um alvo, podemos utilizar a projeção desse triângulo para encontrar um alvo intermediário. Os melhores pontos de entrada são no rompimento ou no pullback, entrando a favor da tendência. 40 F L Â M U L A O retângulo é um padrão que indica um período de estabilidade no preço do ativo após uma tendência anterior. Será notado uma zona de lateralização onde o preço acumula, e rompe a favor da tendencia. A melhor entrada seria no rompimento da região ou em seu pullback. Para projetar usamos a expansão do retângulo e também uma projeção do último fundo antes da formação do retângulo até o seu topo, assim teremos dois alvos. 41 R E T Â N G U L O Os padrões de reversão são formações gráficas que indicam uma possível mudança na tendência atual do preço de um ativo financeiro. Diferentemente dos padrões de continuidade, que indicam uma pausa temporária na tendência atual, os padrões de reversão sugerem uma mudança de direção do preço do ativo. Entre os padrões de reversão mais conhecidos estão o topo duplo, o fundo duplo, o ombro- cabeça-ombro (OCO), o OCO invertido, cunha e deriva. 42 P A D R Õ E S D E R E V E R S Ã O - O que são os topos e fundos duplos? São sinais de reversão de preço no mercado. - Como fazemos nossas entradas? Existem 3 formas de operar dentro desses padrões, irei dar exemplo de ambos. Nós podemos entrar em um segundo toque da região de suporte/resistência, podemos entrar assim que rompe a base da figura seguindo sua tendencia e podemos fazer uma entrada no pullback pós rompimento. 43 T O P O S E F U N D O S D U P L O S A cunha é formada por duas linhas de tendência convergentes, sendo uma linha de resistência inclinada para baixo no caso da cunha de alta, e uma linha de suporte inclinada para cima no caso da cunha de baixa. A figura cunha pode ser identificada em um gráfico de preços pelo formato triangular das linhas de tendência convergentes. A cunha de alta pode indicar que uma tendência de baixa está perdendo força e uma reversão de tendência pode ocorrer em breve. Já a cunha de baixa pode sugerir que uma tendência de alta está perdendo força e uma possível reversão de tendência pode estar por vir. Para projetar o alvo sempre pegamos o seu fechamento e colocamos após o rompimento, assim encontramos um dos alvos. Outra forma também é utilizar a projeção de Fibonacci. A melhor entrada é no rompimento da figura ou em seu pullback. 44 C U N H A Esse padrão também é um padrão de reversão, muito raro e muito confundido com o padrão bandeira, pois ele aparece após uma grande impulsão ou repulsão do mercado. É possível identifica-lo após o gráfico ter uma grande movimentação. Vemos uma cunha se formando apontando para a direção em que o gráfico está indo, porém isso na maioria das vezes significa que o gráfico irá reverter drasticamente. Para projetar os alvos temos duas formas: podemos pegar o fechamento da cunha e ter um alvo mais curto, e também pegar o mastro da Deriva e ter um alvo mais longo. A melhor entrada seria no rompimento da figura ou em seu pullback. 45 D E R I V A Esse padrão na maior parte das vezes tem ligação direta com as Ondas de Elliot, é uma das figuras mais fáceis de se identificar em um gráfico e não tão rara. Normalmente aparece após uma grande impulsão de alta ou de baixa. Normalmente entramos no rompimento da sua base (que chamamos de “pescoço”) ou no pullback. Para a projeção medimos a extensão total da sua “cabeça”, colocamos na base e temos o nosso alvo, podemos também utilizar a projeção de Fibonacci para ter um segundo alvo. 46 O M B R O C A B E Ç A O M B R O ( O C O ) E O C O I O padrão expansão ou caixa de som é bem raro de se encontrar, porém um dos mais assertivos. Ele se forma após uma grande expansão do preço, onde ele começa bem lateralizado e vai expandindo até formar a figura. A melhor forma para encontrar um bom ponto de entrada é utilizar a projeção de Fibonacci procurando entrar na região de 1.618 dela, acreditando a reversão do preço. 47 E X P A N S Ã O É de longe o padrão mais raro de todos! O padrão diamante ocorre após a formação de uma expansão e em seguida ele repete o mesmo movimento anterior de forma contrária, assim formando um losango. As entradas são feitas utilizando a Fibonacci da mesma forma que o padrão de expansão, sempre projetando e confluênciando as regiões. 48 D I A M A N T E O padrão Xícara não aparece com muita frequência, porém é bem assertivo e fácil de identificar. Nele vemos um formato oval onde temos como referência de base o ponto onde ele se inicia e onde ele tem o segundo toque. Após esse segundo toque ele acaba formando uma onda para poder romper a base, muita das vezes essa onda nos mostra uma bandeira onde conseguimos utilizar para projetar um alvo curto. Sua segunda projeção é o tamanho da base até o fundo ou topo dessa xícara. Os melhores pontos de entrada são no rompimento da base e no pullback, no caso, se formar uma bandeira o melhor ponto de entrada seria no seu rompimento ou pullback da mesma com um alvo bem curtinho, sendo ele a base da xícara. 49 X Í C A R A 50 Análise técnica Na análise técnica, utilizamos indicadores para tomar decisões, embora não seja recomendado depender exclusivamente deles. Eles são úteis para confluência de regiões e antecipação de entradas no mercado, mas é necessário considerar outras informações e indicadores para uma análise mais completa e assertiva. A análise técnica deve ser utilizada em conjunto com outras análises, como a fundamentalista, para uma tomada de decisão mais informada e segura. 03 V O L U M E F I N A N C E I R O Com o volume conseguimos enxergar a euforia de mercado, assim podemos confluenciar nossas análises e evitar fazer entradas sem sentido de mercado. 51 Se o volume está subindo enquanto temos o preço em uma tendência nós temos uma convergência de análise, porém se a gente tem uma tendência e o volume está caindo nós temos uma divergência, normalmente quando isso acontece a gente obtém uma reversão de tendência. Para exemplo nós podemos utilizar a figura Cunha (veremos mais a frente como utiliza-la). Essa figura, normalmente está em uma tendência, até o momento em que ela chega em seu limite e reverte o preço. Um bom jeito de utilizar o volume ao nosso favor é, analisar o gráfico no tempo acostumado, porém observaro volume em tempos menores, por exemplo: analisar em M15 porém ver o volume em M5. 52 Nesta imagem por exemplo, conforme o preço estava caindo, o volume estava alto, mas a partir do momento em que o preço começou a reverter o volume diminuiu. Absorção (muito esforço, pouco resultado) Se o preço está em uma tendência muito forte mas o volume está decrescente e o preço está sofrendo absorção, o normal é a tendência reverter. Porque as pessoas já não tem mais interesse em negociar o ativo naquele momento. Neste caso temos uma absorção 53 L E I D O E S F O R Ç O X R E S U L T A D O Neste exemplo conseguimos notar que o preço estava em uma tendência de alta, porém no meio do caminho o preço reverteu. Mas logo abaixo o volume estava nos mostrando que ele estava perdendo força. Exaustão (muito resultado, pouco esforço) Se as velas estão em um crescimento muito forte porém o volume está diferente, significa que teve um esforço muito grande no primeiro momento porém na próxima vela o volume acaba perdendo a força. Neste caso temos uma exaustão. 54 Neste caso nós conseguimos ver uma exaustão. Notem como o volume da primeira vela foi totalmente desproporcional que as demais. A 1° Vela teve um corpo pequeno mas muito volume. Já a 2° e 4° vela tiveram o corpo muito maior que a 1°, porém o volume de ambas foram muito menor. V O L U M E P R O F I L E E R E G I Õ E S D E L I Q U I D E Z A ferramenta de Volume Profile serve para vermos a quantidade de volume em um certo período de tempo, diferente do volume financeiro que gente observa o volume de uma tendência e o volume de cada candle. Para utilizar, nós puxamos do início da movimentação até o fim (na horizontal), podemos usar tanto em uma alta quanto em uma queda 55 Com essa ferramenta podemos utilizar as faixas de volume como suportes e resistências, pois são regiões de interesse. Um exemplo seria uma tendência de baixa utilizando a faixa de volume poderíamos entrar em uma reversão. A linha em vermelho se chama Point of Control (PoC) onde o preço teve mais volume, ou seja, o melhor ponto para observarmos uma reversão. Uma observação é que muitas das vezes nós temos a PoC, porém próximo a ela não temos faixas de volume, e nesses casos o preço passa direto e não respeita a região. Por isso muitas das vezes não podemos nos apegar a PoC, e sim olhar todas as confluências algumas delas podem ser o Value Area High (VAH) e Value Area Low (VAL) que são regiões importantes no volume profile. 56 Í N D I C E D E F O R Ç A R E L A T I V A ( R S I ) O indicador em questão, o RSI (Relative Strength Index), geralmente segue a movimentação do mercado, ou seja, quando o mercado atingir um topo, é provável que o RSI também atinja um topo. 57 Neste exemplo conseguimos ver como a RSI repete os movimentos do mercado. Utilizando esse indicador, é possível antecipar toques e entradas de rompimento no mercado financeiro. Por exemplo, em uma operação de cunha, podemos entrar no rompimento da figura gráfica. O RSI pode ser um indicador útil nesse caso, já que pode romper antes das velas no gráfico, permitindo que possamos antecipar nossa entrada e melhor posicionar nossa operação. No entanto, é importante lembrar que o uso do RSI deve ser combinado com outras ferramentas de análise técnica para uma avaliação mais completa e assertiva do mercado. 58 59 C O N F I G U R A Ç Ã O 60 D I V E R G Ê N C I A S Porém nem todos os casos iremos utilizar antecipação de entrada pelo RSI acontecer temos sempre que observar divergências e convergências, caso tivermos convergências utilizamos o exemplo anterior, no caso de divergências temos 3 tipos de observações a fazer, sendo elas divergências regulares, exageradas e ocultas. R E G U L A R Possível reversão, pois nos mostra uma perda de força na tendência, o preço está apontando para cima, porém a RSI teve uma quebra de tendência. 61 E X A G E R A D A Possível reversão, porém mais fácil de enxergar, pois normalmente aparece em figuras de reversão como Topo duplo e Fundo duplo. O C U L T A Possível continuação da tendência, áreas de sobre compra ou sobre venda, com isso podemos pensar em uma exaustão do preço. Sobre compra – 70 Sobre venda – 30 Normalmente quando o RSI rompe essas regiões ele pode nos mostrar uma continuação de tendência. M É D I A S M Ó V E I S Médias móveis utilizamos da mesma forma do RSI, na maioria das vezes para anteciparmos entrada ou operar somente por ela (muito arriscado). Com este indicador possuímos 3 configurações sendo uma Exponencial de 9, uma Simples de 20 e outra simples de 200. Onde as menores utilizamos para gatilho de entrada e confluências e a de 200 serve mais para termos uma noção da tendência do preço, podemos utilizar ela também como uma forma de suporte ou resistência. Um operacional que da para utilizar é pegar o rompimento das média (não recomendo pois é muito arriscado), e também o cruzamento das médias 62 63 M É D I A S M Ó V E I S Conseguimos antecipar nossa entrada em dois casos sendo eles cruzamento de médias, ou quando a média vira a tendência. No exemplo abaixo, a média de 20 e a de 9 se cruzaram e viraram a tendência, seria um ótimo gatilho de antecipação de entrada, assim não precisaríamos esperar o rompimento do triangulo para fazer nossa entrada. OBS: o gatilho de entrada é na violação do próximo candle após ter o cruzamento ou virada de média. T I P O S D E C A N D L E S Nós temos 3 tipos de candles: ignição, rejeição e indecisão. Indecisão – oferta e demanda está em equilíbrio, ou seja, o preço fica subindo e descendo na mesma intensidade. Neste caso temos um doji, esse tipo de candle tem pouca deslocação. 64 65 Rejeição – normalmente ele deixa sempre um pavil para o lado onde temos uma região forte, ele é ótimo para ter um gatilho de entrada. Sempre é bom utiliza-lo observando o volume, pois caso aconteça sem volume pode ser apenas um pullback (oferta e demanada supera a força). Ignição – Corpo grande e muito spread, normalmente aparece no início de uma tendência (sempre vem com muito volume). G A T I L H O S D E E N T R A D A Nós tembém temos 3 tipos de gatilhos para antecipação de entrada. 1, 2 ,3 de compra ou venda – procurar 3 candles em um possível topo ou fundo, e eles tem que estar em um padrão em que o candle do meio tem quer ter a maior máxima, caso isso aconteça podemos entrar na violação do candle 3. 66 67 Troca de polaridade – Quando aparece candles muito grandes a gente utiliza a troca de polaridade. Neste caso entramos na violação do candle maior e sempre olhando o volume, é basicamente a violação de um engolfo. Absorção – Candles que deixam muito pavis e muito volume tendem a reverter, basicamente utilizamos nosso conhecimento de volume e procuramos divergências para a entrada, pegamos sempre na violação do candle de absorção. 68 Análise Institucional Na análise Institucional nós operamos de forma mais inteligente sempre estudando em cima das grandes instituições ou seja os BigPlayers. Neste operacional nós veremos Order Block, BOS, CHOCH entre outros. São estratégias para pensarmos como uma grande instituição e sairmos por cima de algumas manipulações que os outros operacionais não preveem. 04 O F E R T A E D E M A N D A Antes de inicar os conceitos da Análise Institucional, primeiro é necessário entender o que é a Oferta e Demanda no mercado e como ela funciona. 69 D E M A N D A A demanda nada mais é do que a compra de algum ativo. Vamos utilizar seu carro como exemplo, se você está vendendo ele e tem muitas pessoas querendo comprar você acaba aumentando o preço dele, dessa maneira aumenta sua demanda. Dentro do gráfico podemos interpretar esse exemplo como uma tendência de alta onde tem um desequilibrio entre a oferta e demanda onde a demanda prevalece. 70 Já a oferta é o oposto da demanda, ou seja quando possuímos uma tendência de baixa. Neste cenário você está tentando vender seu carro porém ninguém quer comprar, então você faz diversaspromoções para tentar vender seu carro. Dessa forma você cria diversas ofertas. Neste cenário também temos um desequilíbrio entre a oferta e demanda porém dessa vez a oferta prevalece. O F E R T A E Q U I L I B R I O Uma lateralização do preço demonstra um equilibrio entre oferta e demanda, seja com muitas pessoas comprando e muitas vendendo na mesma quantidade como também serve para quando temos pouca movimentação do ativo. Sempre que você se deparar com uma consolidação você está vendo um equilibrio do preço. B O S E C H O C H Uma quebra de estrutura é um conceito muito importante no SMC (Smart Money Concept) que se refere a quebra de uma máxima ou de uma mínima e nos mostra uma continuação na tendência do preço. Para exemplo, se o ativo estava lateral e entra em uma tendência de alta, nós temos a renovação de um topo, indicando para a gente uma nova tendência, sabendo disso o indicado é pegar operações que estão andando junto do preço. Sempre que temos uma renovação de topo ou fundo, possuímos um BOS no topo ou fundo anterior. 71 B O S ( B R E A K I N G O F S T R U C T U R E ) 72 O conceito de mudança de caráter se refere na mudança de característica de uma tendência e que indica uma potencial reversão no movimento. Por exemplo, suponhamos que o ativo esteja em uma tendência de alta, renovando todos os seus topos, porém em um momento o preço vai na direção contrária e rompe a base do nosso BOS, neste momento presenciamos uma possível reversão do preço com o CHOCH. Para termos mais assertividade é interessante observar em tempos menores para procurar gatilhos de entrada, por exemplo, se vemos um CHOCH acontecer em m15, podemos observar gatilhos de entrada em m5 ou m1. C H O C H ( C H A N G E O F C H A R A C T E R ) I M B A L A N C E , F L I P E F A I R V A L U E G A P É uma região de preço onde há ineficiência no mercado e o movimento é unidirecional (geralmente causado por grandes instituições). Essas regiões são quase uma regra absoluta de que o mercado irá fechar o imbalancing futuramente, seja a longo prazo ou não. Na maioria dos Order Blocks, há algum imbalancing posteriormente. 73 I M B A L A N C E 74 O Flip é uma movimentação que troca a característica da tendência e depois retorna para testar a região de oferta ou demanda. Por exemplo, se há uma tendência de queda com renovações de fundos, chega em um ponto onde há o CHOCH válido, o preço retorna para uma região de oferta ou demanda onde há um bom gatilho de compra e assim, a tendência de queda se transforma em uma tendência de alta. Lembrando que a mudança de caráter não é um flip, um flip ocorre após o CHOCH, mas também pode haver inúmeros CHOCH's sem o Flip. F L I P 75 Um FVG é uma região de ineficência do preço onde possui muita liquidez, ele aparece após uma reversão do preço e podemos utilizar ao nosso favor para confirmar entradas e ter mais fluidez na operação. Ele normalmente é acompanhado de Imbalances, essa região é muito forte pois sempre que temos um desbalanceamento do preço o institucional tende a voltar para preencher aquele vazio. Para Identificar o seu FVG é bem simples, você necessita de 3 candles, e o vazio que existe entre o candle 1 e o 3 é o nosso Fair Value Gap. Essa região acompanhada de um OrderBlock é tiro e queda. O preço respeita demais se bem contextualizado. F A I R V A L U E G A P C A P T U R A D E L I Q U I D E Z A ideia de captura de liquidez é tirar o varejo (nós que operamos com pouco capital) das operações. Onde normalmente acontece? Em regiões de Suporte e Resistencias, Topos e Fundos Duplos, Linha de Tendências e 61.8 da Fibonacci ( por isso utilizamos a 78.6 da Fibonacci como uma região muito forte, pois normalmente as instituições sempre empurram o preço lá para tirar o varejo das operações, pois sempre é ensinado que a 61.8 da Fibo é a região mais forte então sabendo disso eles utilizam essa informação contra nós). Toda região que for muito óbvia o institucional tende a gerar liquidez. 76 77 Suporte e Resistencia, Retângulo (figura) e Linhas de Tendência são os locais onde mais existe manipulação e captura de liquidez. Normalmente vemos como um falso rompimento ou falsa interpretação de que a região foi rompida, pois era muito óbvio aquilo e no fim acaba sendo liquidado e toma stop. Exemplo na imagem: C A P T U R A E M S U P O R T E E R E S I S T Ê N C I A 78 Fibonacci, onde o preço até travou na 61.8, porém logo após tornou a cair para liquidar o pessoal que entrou nessa retração e quando chegou entre a 70.1 e 79.0 (nossa GOLDEN ZONE) da Fibo o preço travou e voltou a subir. C A P T U R A E M F I B O N A C C I C A P T U R A E M T O P O E F U N D O D U P L O Topo Duplo, nesse exemplo conseguimos ver claramete um topo duplo, porém ele "rompeu" e logo em seguida voltou stopando o pessoal que entrou vendido no rompimento. Um Order Block nada mais é do que uma região de contratos em aberto, normalmente BigPlayers manipulam o gráfico fazendo pumps e dumps para tirar o pessoal do varejo das operações dessa forma ficam diversos blocos de ordem em aberto no gráfico. Nós possuimos no total 7 tipos de OrderBlock e cada um tem uma característica diferente e saber diferenciar muda completamente suas operações. As características de um OrderBlock sempre será um candle na direção oposta da movimentação principal. T I P O S D E O R D E R B L O C K S 79 80 Dentro dos 7 OrderBlocks possuimos as seguintes caracteristicas: Extreme OrderBlock Fair Value OrderBlock Propulsion OrderBlock IFC - Institucional Funded Candle Cluster Breaker Block Mitigation Block Para validar qualquer tipo de OrderBlock você necessita de pelo menos uma dessas coisas; Imbalance, BOS ou CHOCH. Para ter uma confluência ainda maior e mais segura você pode utilizar a ferramenta de volume profile para validar seu order block ou se preferir encontrar a Golden Zone ou a região de desconto do gráfico com a fibonnacci. 81 O Extreme OrderBlock é o bloco de ordens mais conhecido e mais fácil de encontrar no gráfico. Ele tem esse nome pois aparece nos extremos do gráfico nos topos e fundos. Para encontrar ele é bem simples, ele sempre irá aparecer na base de um BOS. E X T R E M E O R D E R B L O C K 82 O Fair Value Order Block acontece quando temos uma pausa no preço no meio de uma tendência, por exemplo estamos em uma tendência de alta onde possuimos apenas velas verdes e no meio dessa movimentação aparece uma vela vermelha e depois retorna as velas verdes. Nesse ponto temos nosso Fair Value OB sinalizando uma pausa no preço. Com isso fica um bloco em aberto no meio da tendência a diferênça do Fair Value para o Extreme OB é que um aparece nos extremos topos e fundos e o outro aparece no meio da movimentação. F A I R V A L U E O R D E R B L O C K 83 O Propulsion Orderblock também conhecido como OrderBlock 2.0 é um bloco de ordens que também aparece em topos e fundos no gráfico, porém ele interage com outros blocos passados. Dessa forma ele é um pouco mais forte que o Extreme Orderblock pois ele tem o reforço do bloco anterior. P R O P U L S I O N O R D E R B L O C K 84 A tradução de IFC é um candle financiado pelo institucional, isso não quer dizer que os outros também não sejam. Todos blocos de ordens são criados por instituições. A diferença deste bloco é que ele é responsável por capturar uma liquidez assim como você pode ver na imagem abaixo. Resumidamente o IFC é um movimento de captura de liquidez que deixa pra gente um bloco muito forte. I F C - I N S T I T U C I O N A L F U N D E D C A N D L E 85 O Cluster nada mais é do que uma região de consolidação do preço, normalmente ele se forma nos feriados e fins de semana onde não há muita liquidez e o preço se consolida. Um Cluster é um Bloco de Ordens olhando em timeframes menores. Todo order block é um Cluster na micro. C L U S T E R 86 Nós temos um BreakerBlock quando o preço rompe um orderblock. No Extreme Orderblock precisamos de um BOS para confirmar nossa entrada,já o Brakerblock nós precisamos de um CHOCH para a validação. No exemplo você consegue ver um Extreme Orderblock sendo rompido e virando um Brakerblock e logo em seguida o preço volta nele e respeita confirmando nosso CHOCH e validando nosso breakerblock. B R E A K E R B L O C K 87 O Mitigation Block é normalmente confundido com o Breaker Block porém ambos possuem suas peculiaridades. No Breaker Block é necessário a mudança de caráter para ele ser válidado e no Mitigation Block não precisamos dessa mudança de caráter. M I T I G A T I O N B L O C K Um ponto de interesse é uma região no gráfico que possui diversos rastros institucionais gerando muito interesse dos investidores no ativo. Encontrar um ponto de interesse pode ser uma tarefa dificil, mas seguindo o passo a passo que irei te passar será facil para você. Encontrar essas regiões é de extrema importância para você ser lucrativo no mercado pois você acha os melhores pontos de entrada e mais seguros. P O N T O D E I N T E R E S S E 88 C O M O E N C O N T R A R U M P O I Para encontrar seu Ponto de Interesse você pode utilizar o checklist que utilizo para validação. Ele é composto por 5 coisas; Movimentação do preço/tedência, Zonas Prêmio e Desconto, Rastro institucional, Padrão e POC ou Goldenzone. 89 Movimentação do preço/ tendência: O primeiro passo para encontrar um Ponto de Interesse é saber a tendência que você está, se é lateral, alta ou baixa. Podemos utilizar o conceitos de Quebra de estrutura (BOS) para identificar. Zona Prêmio e Desconto: Após você descobrir a tendência você precisa encontrar a zona prêmio e desconto e para isso é bem simples, utilize a região de 61% - 100% da fibo para encontrar a região de desconto. Essa região é de extrema importância pois você evita de comprar um ativo muito caro. Rastro Institucional: Para encontrar o rastro institucional você precisa utilizar alguns conceitos ensinados anteriormente. Procure por CHOCH pois a maioria deles são criados pelo institucional e após ele como confirmação podemos procurar um desbalanceamento do preço como por exemplo um imbalance e um volume institucional no preço. Padrão: Após ter os outros 3 pontos em mãos você precisa de um padrão que será seu ponto de entrada, para isso você pode utilizar um OrderBlock acompanhado de um Fair Value Gap. POC/Goldenzone: Para confirmar seu padrão você pode utilizar a ferramenta de volume profile ou a Goldenzone da sua Fibonnacci. 90 I D E N T I F I C A R A T E N D Ê N C I A E Z O N A D E D E S C O N T O R A S T R O I N S T I T U C I O N A L E P A D R Ã O Saber analizar macro e micro é de extrema importância pois operar em um único timeframe você sempre será refém das manipulações institucionais e jamais atingirá a consistência no mercado. Sempre que puder brinque com o tempo gráfico e se familiarize com eles. Pense o seguinte: quando você vai comprar um carro, você olha somente o exterior e compra? Normalmente olhamos o motor, manutenção, seu interior, o estado de conservação e etc. Por que quando você vai operar não faz o mesmo? Analisar todo o contexto gráfico é muito importante então defina alguns tempos gráficos para você analisar; Forex, mini indice e mini dolar - M2 (micro), M15 (médio) e H1 (macro). Cripto - M15 (micro), H1 (médio) e H4 (macro). M A C R O E M I C R O 91 92 Em M5 possuimos essa tendência de alta. V E J A C O M O É I M P O R T A N T E A L I N H A R M A C R O E M I C R O Em H4 a tendência de alta dos 5 minutos é apenas este candle verde. 93 Sempre se baseie na tendência macro pois ela é dominante. Utilize a macro para fazer análises e a micro para encontrar regiões de entradas e gatilhos, dessa forma você sempre terá um alvo muito grande e um stop bem curtinho. Um exemplo se você tem uma tendência de alta na macro, jamais opere vendido na micro pois o risco de ser stopado é muito grande. 94 Teoria de Mercado Na teoria de mercados, podemos utilizar a sabedoria de grandes estudiosos que criaram e comprovaram teorias eficazes para aplicar no mercado financeiro. Entre elas, destacam-se a teoria de Elliott e a teoria de Wyckoff, que são muito úteis para entender e analisar os ciclos do mercado. Ao compreender essas teorias, os traders podem tomar decisões mais informadas e estratégicas em relação a suas operações no mercado. 05 T E O R I A D E D O W Charles Henry Dow (1851 - 1902) foi um influente jornalista americano, fundador do renomado jornal econômico The Wall Street Journal e da Dow Jones Company. 95 O jornalista também foi responsável, pela criação do Dow Jones Industrial Average, o 2º índice de mercado mais antigo dos EUA, considerando a média das cotações das 30 maiores companhias de capital aberto americanas. Foi ele quem criou a primeira teoria de mercado (teoria de Dow), é dela que vem a base para podermos estudar a teoria de Elliot. 96 Dentro desta teoria, nós possuímos 6 princípios, sendo eles: Os Índices descontam tudo – tudo que acontece dentro do gráfico é reflexo do que está acontecendo no dia a dia como o COVID, Guerra entre a Ucrânia e Rússia e mudanças de presidentes. O mercado possui 3 tendências – Alta, baixa e lateral, temos também as tendências primária, secundária e terciária. O volume deve acompanhar a tendência do preço – O volume sempre é importante, pois ele é a quantidade de negociações, sem negociação não existe interesse no ativo. A tendência continua válida até o momento em que uma reversão se confirmar – Para termos uma reversão possuímos os seguintes ponto: Perda da Linha de Tendência, rompimento das médias ou mudança de característica. Utiliza as cotações de fechamento para o cálculo das médias – Seria a marcação no meio dos pavios. Os índices devem confirmar – ou seja, tudo que acontece externamente o gráfico irá nos mostrar, um Exemplo seria o FED, em que sempre que é alterado a taxa de juros, acaba refletindo dentro do gráfico instantaneamente. T E O R I A D E O N D A S D E E L L I O T Ralph Nelson Elliot (1871- 1948) foi um contador americano que desenvolveu o Princípio das Ondas, um estudo do comportamento do mercado. 97 Trata-se de um comportamento que ele pôde ver nos gráficos dos ativos negociados na bolsa de valores e que mostrou se repetir ao longo do tempo. A teoria de Ondas de Elliott baseia-se na experiência e observação do mercado, refletindo o comportamento das massas. Em outras palavras, Elliott propôs que os ciclos do mercado eram respostas às reações dos investidores aos fatores externos, fazendo o mercado ir da euforia ao pânico. 98 I – Ciclo impulsivo: 5 ondas sendo ela 3 direcionais (1, 3 e 5) e 2 não (2 e 4) sempre marcado por números. II – Ciclo corretivo: 3 ondas de correção (A, B e C) sempre marcado por letras. III – Ciclo impulsivo + corretivo: Temos um ciclo completo. Para exemplo: M O V I M E N T O S D A S O N D A S 99 A ideia é que o mercado segue uma estrutura fractal, ou seja, um padrão que se repete em diferentes escalas, desde as menores até as maiores. A análise fractal pode ser aplicada a diferentes prazos, ajudando os traders a identificar as tendências de longo prazo e os movimentos mais curtos do mercado. Segue a mesma ideia do principio de Dow, onde temos tendencias primárias, secundárias e terciárias. M O V I M E N T O S F R A C T A I S 100 Primeiramente devemos saber que para cada onda acontecer, tem que haver algum interesse do lado externo no gráfico. Onda 1 - É o início das ondas de Elliot, tem seu inicio com grandes instituições movimentando o ativo (quase impossível o pessoal de varejo se posicionar neste ponto pois necessita de várias informações privilegiadas). Onda 2 – Se inicia os testes das grandes instituições, fazendo vendas parciais para o preço corrigir e ver se o varejo está interessado em começar a operar. Onda 3 – Nessa Onda é onde o varejo começa a se posicionar, na maior parte das vezes é a maior onda, pois é onde mais gente se posiciona na operação, seria o nosso momento de euforia. Onda 4 – Éonde começa a gerar liquidez, normalmente é a onda mais difícil de operar, pois tem muita manipulação. Por isso em quase todos os casos a onda 4 é complexa. Onda 5 – Nesse ponto os BigPlayers começam a realizar lucro, pois já estão posicionado desde o ponto inicial, e com isso o varejo começa a perder pois após ela vem a correção das ondas A, B e C. E N T E N D E N D O C A D A O N D A S 101 Nós possuímos 3 regras dentro da Teoria de Elliot que jamais devem ser quebradas (caso esteja divergindo, sua contagem de ondas estará incorreta), sendo elas: A onda 2 nunca ultrapassa o início da onda 1 pois sempre precisamos ter um pivô neste ponto ( na abordagem moderna a onda 2 não pode ser menor que 61% da onda 1). A onda 3 nunca é a menor das ondas (caso aconteça precisamos ver os movimentos fractais). A onda 4 nunca pode ultrapassar o território da onda 1 (pode fazer um pullback mas nunca ultrapassar). R E G R A S ( J A M A I S D E V E M O S Q U E B R A R ) 102 Nós possuímos 2 princípios, lembrando que principio não é regra, e sim algo que normalmente acontece: Alternância – Este princípio nos diz que as ondas tendem a ser complexas no caso das ondas de correção (2 e 4) na maior parte das vezes a onda 4 é a complexa, porém em alguns casos aparece a onda 2 sendo como complexa. Equidade – Neste princípio diz que se a onda 3 for maior que a onda 1, a onda 5 tende a ter o mesmo tamanho da onda 1. Com isso podemos nos antecipar para procurar a projeção da onda 5 e pegarmos uma retração. P R I N C Í P I O S ( N Ã O S Ã O R E G R A S ) 103 É um movimento impulsivo que se destaca dos demais devido a sua amplitude (movimento rápido), uma dentre as 3 ondas de impulsão será estendida (no máximo duas). Quando possuímos ondas estendidas, podemos olhar os fractais, pois normalmente no fractal também terá extensões na mesma onda. Onda 1 – Em alguns casos a Onda 1 se estende. Onda 3 - Quando a onda 3 se estende ela tende a romper nosso canal, assim podemos utilizar a progressão do preço para tentar pegar a correção. Onda 5 – Normalmente quando ela se estende podemos utilizar a projeção de 161% da Fibo ou os fractais menores para poder antecipar a correção. E X T E N S Õ E S 104 Para projetar os alvos das ondas nós podemos utilizar a projeção de Fibonacci, a retração de Fibonacci e Canais. Onda 2 – O alvo de onda 2 normalmente utilizamos a retração de Fibonacci, pois ela tende a tocar em 50% ou 61.8% da Fibonacci. Onda 3 – A onda 3 tende a tocar na LT, porém na maior parte dos casos ela rompe. Podemos utilizar também a projeção de Fibonacci na 61,8% e a 100% (este caso de 100% é o mais comum) quando a onda 1 for a estendida, caso contrário nós utilizamos a projeção de 161% da Fibonacci para encontrar nosso alvo neste caso é quando a onda 3 é a estendida. Onda 4 – Para encontrar o seu alvo, nós utilizamos a retração de Fibonacci da onda 2 até o final da onda 3, normalmente o preço retrai em 38,2% e 50% (não é regra pois nem sempre respeita). A onda 4 tende a ser a onda complexa. A L V O S C A R A C T E R I S T I C O S D E I M P U L S Ã O 105 Onda 5 – A onda 5 na maior parte dos casos tende a ter o mesmo tamanho da onda 1, então podemos utilizar o tamanho da onda 1 como projeção, já o outro caso, é um pouco mais raro pois acontece quando a onda 5 é a onda estendida, para encontrarmos seu alvo mós utilizamos a projeção da Fibonacci, pegando o inicio da onda 1 até o final da onda 3 e seu alvo tende a ser 161% da Fibonacci. Podemos utilizar um Canal e progressão do preço para encontrar seus alvos também. A L V O S C A R A C T E R I S T I C O S D E I M P U L S Ã O 106 As ondas corretivas de Elliot, podem varias bastante de um caso para o outro, pois nas ondas A e C podemos ter algumas variações, por isso para ter uma assertividade muito grande é essencial observar estas movimentações. A onda B sempre será formada por fractais de A,B e C, já a onda A e C podem ser formadas por ondas Impulsivas 1, 2, 3, 4 e 5 ou podem ser formadas por ondas corretivas dem A, B e C. Por Isso dentro da teoria de Elliot podemos ter formações corretivas como 5-3-5 (5 impulsivas - 3 corretivas - 5 impulsivas), 3-3-3 (3 ondas corretiva na A, B e C), 5-3-3 (5 impulsivas - 3 corretivas - 3 corretivas), 3-3-5 (3 corretivas - 3 corretivas - 5 impulsivas). Observe a imagem abaixo para exemplo e para fácil entendimento. T I P O S D E O N D A S C O R R E T I V A S 107 O triangulo muitas das vezes é formado por ondas ABCDE que correspondem a ondas de correção de Elliot que iremos ver mais adiante, eles aparecem normalmente em ondas 2 e 4.As ondas A, C e E são ondas de tendência, enquanto as ondas B e D são ondas de correção. Dentro de um padrão triangular, as ondas de correção B e D são formadas por ondas ABCDE. A onda B é composta por três ondas menores, rotuladas como a, b e c, que se movem em direção à tendência predominante. A onda a é uma correção na direção oposta à tendência predominante, seguida por uma onda b que corrige parcialmente a onda a. A onda c é a terceira onda, que se move na direção oposta à tendência predominante, mas não necessariamente ultrapassa o ponto de partida da onda a. A onda D é composta por duas ondas menores, rotuladas como d e e, que se movem em direção à tendência predominante. A onda d é geralmente uma correção na direção da tendência predominante, enquanto a onda e é uma correção final que se move na direção oposta à tendência predominante. C O N T A G E M A B C D E D E N T R O D E T R I A N G U L O 108 Por fim, a onda E é uma onda de tendência final que se move na direção oposta à tendência predominante e que geralmente atinge o ponto de partida da onda A. Em resumo, as ondas ABCDE dentro de um padrão triangular são ondas de correção que ocorrem dentro das ondas de correção B e D. A onda B é composta por três ondas menores (a, b, c), enquanto a onda D é composta por duas ondas menores (d, e). As ondas ABC são ondas de correção que se movem em direção oposta à tendência predominante, enquanto as ondas DE são ondas de correção que se movem em direção à tendência predominante. 109 As ondas complexas acontecem sempre dentro de ondas corretivas de Elliot, e tem esse nome pois são bem dificeis de operar quando acontecem. Pelo fato de termos o principio da alterância, isso nos ajuda na tomada de decisão, mas para facilitar ainda mais irei mostrar os tipos mais comuns de ondas complexas que possuímos dentro da teoria, dentre os mais conhecidos nós possuimos 6 tipos. Sendo eles Triangular, Expansivo, Retangular, Cunha, ABCDE e contagens AB x ABC... T I P O S D E O N D A S C O M P L E X A S Richard Demille Wyckoff foi um trader, educador, investidor e empresário de enorme sucesso. Considerado um dos 5 “Titãs da Análise Técnica” juntamente com Charles Dow e outros, Wyckoff se destaca pelo pioneirismo no estudo do volume para a detecção das grandes manipulações de mercado, pela criação dos conceitos de acumulação e distribuição e utilização de inovadoras técnicas de análise gráfica que culminaram no desenvolvimento, por exemplo, do gráfico de ponto e figura e inúmeros indicadores de volume que são usados até hoje por renomados traders e gestores de fundos. T E O R I A D E W Y C K O F F 110 Nesta teoria Wyckoff nos diz que os BigPlayers, bancos e instituições (composite man ou homem composto), possuem informações privilegiadas. E com isso ele nos passou 3 leis, são elas: lei da oferta e demanda (que vimos no suporte e resistência), lei da causa e do efeito (veremos na próxima página) e lei do esforço x resultado (que vimos no volume). Na lei da causa e do efeito Wyckoff nos diz que assim como a vida nós temos uma causa e depois o efeito do que foi feito, no gráfico não é muito diferente. Um exemplo disso é um gráfico lateral por muito tempo, uma hora terá um efeito muito grande, então se a causa é grande o efeito também será. Para a causa e efeito nós utilizamos alguns diagramas de Wyckoff, sendo eles: Diagrama de acumulação e reacumulaçãoe Diagrama de distribuição e redistribuição. 111 112 A acumulação de Wyckoff sugere um período de consolidação após uma tendência de baixa. Durante a acumulação, os participantes do mercado estão comprando ativos gradualmente, preparando-se para uma possível inversão de tendência e uma nova fase de alta. Esse processo é caracterizado por uma faixa de negociação estreita e por padrões específicos de preço que indicam a absorção da oferta e a entrada da demanda. O objetivo final da acumulação é estabelecer uma base sólida para um movimento de alta subsequente. A acumulação de Wyckoff costuma aparecer no fim da onda 5 de Elliot. A C U M U L A Ç Ã O 113 A reacumulação de Wyckoff sugere um período em que uma ação está se consolidando após uma tendência de alta anterior. Durante a reacumulação, os participantes do mercado estão acumulando novamente ativos, preparando-se para uma possível nova fase de valorização. Esse processo é caracterizado por uma faixa de negociação estreita e por padrões específicos de preço que indicam a absorção de oferta e a entrada de demanda. O objetivo final da reacumulação é estabelecer uma base sólida para um movimento de alta subsequente. A Re acumulação de Wyckoff costuma aparecer nas ondas 2, 4 e B de Elliot. R E A C U M U L A Ç Ã O 114 A distribuição de Wyckoff sugere um período de consolidação após uma tendência de alta. Durante a distribuição, os participantes do mercado estão vendendo ativos gradualmente, preparando-se para uma possível inversão de tendência e uma nova fase de baixa. Esse processo é caracterizado por uma faixa de negociação estreita e por padrões específicos de preço que indicam a absorção da demanda e a entrada da oferta. O objetivo final da distribuição é estabelecer uma base para um movimento de baixa subsequente. A acumulação de Wyckoff costuma aparecer no fim da onda 5 de Elliot. D I S T R I B U I Ç Ã O 115 A redistribuição de Wyckoff indica um período de consolidação após uma tendência de baixa. Durante esse processo, os participantes do mercado estão distribuindo ativos para aqueles que ainda estão comprando, preparando-se para uma possível nova fase de desvalorização. A redistribuição é caracterizada por uma faixa de negociação estreita, com padrões específicos de preço que sugerem a absorção da demanda e entrada da oferta. O objetivo final da redistribuição é estabelecer uma base para um movimento ed baixa subsequente. A Re distribuição de Wyckoff costuma aparecer nas ondas 2, 4 e B de Elliot. R E D I S T R I B U I Ç Ã O 116 PS - Ponto de parada (preliminar suporte) onde os manipuladores tentam frear a queda. SC – Série clímax, nesse momento estamos no ápice do pânico varejista, assim os BigPlayers aproveitam para comprar, neste ponto possuímos muitos pavios. AR – Automatic Rally, Após isso o preço começa a lateralizar, onde os varejistas operam em suporte e resistência. ST – Secondary test. Spring – Movimento de captura de liquidez ( para stopar o pessoal varejista que estava operando no AR)(Onde fica nosso POI). TEST – Momento que começam a testar para ver se capturou todo mundo (normalmente testa o orderblock) SOS – Onde vem a impulsão F A S E S D E M E R C A D O E M U M A A C U M U L A Ç Ã O 117 Declínio Preliminar: Após uma tendência de baixa, ocorre uma queda inicial no preço, indicando que a fase de acumulação anterior está concluída. Preliminar de Compra (SOS - Sign of Strength): Uma recuperação notável ocorre, mostrando que a demanda está superando a oferta. Isso é muitas vezes acompanhado por um aumento no volume. Movimento de Teste: O preço retesta a baixa anterior, mas sem uma queda significativa no volume. Isso sugere que a oferta está sendo absorvida. Acumulação Interna: O preço permanece em uma faixa estreita, indicando uma acumulação interna, com pouca variação de preço e volume diminuído. SOS: Outro movimento de força ocorre, mostrando que a demanda continua a crescer. Este é um sinal de que a acumulação está se transformando em uma fase de avanço. Movimento de Teste Final (LPS - Last Point of Support): O preço faz um último teste, mas, novamente, sem uma queda significativa no volume. Este movimento testa a resistência da oferta restante. Rompimento: O preço rompe a faixa de acumulação, confirmando a mudança de fase e sinalizando o início potencial de uma nova tendência de alta. F A S E S D E M E R C A D O E M U M A R E A C U M U L A Ç Ã O 118 PSY – mesma ideia do ponto de parada onde os manipuladores tentam frear a alta. BC – Buying clímax, mesma ideia do Serie clímax. AR – Automatic Rally. ST – Secondary test. UTAD – O oposto da acumulação do Spring (onde fica nosso POI). LPSY – Mesma ideia do TEST(normalmente testa o order block) SOW – Onde vem a impulsão de queda. F A S E S D E M E R C A D O E M U M A D I S T R I B U I Ç Ã O 119 Rally Preliminar (Upthrust): Após uma tendência de alta, ocorre um movimento ascendente inicial, muitas vezes seguido por uma reversão rápida (Upthrust), mostrando fraqueza. Movimento de Teste (Last Point of Supply - LPS): O preço testa novamente a alta anterior, mas sem sucesso em ultrapassá-la, indicando resistência da oferta. Fase de Distribuição: O preço entra em uma faixa de negociação, com movimentos laterais e volumes diminuídos, sugerindo que a oferta está equilibrando a demanda. Último Movimento de Teste (LPSY - Last Point of Supply): Um último teste é realizado, onde o preço tenta ultrapassar a alta anterior, mas não consegue. Isso reforça a presença da oferta. Declínio Preliminar (Sign of Weakness - SOW): O preço começa a cair, indicando uma fraqueza crescente e a provável mudança para uma tendência de baixa. Movimento de Teste Final: Um teste final ocorre, mas o preço não consegue se recuperar significativamente, confirmando a pressão de venda. Declínio Confirmado: O preço quebra a faixa de distribuição, confirmando a mudança para uma fase de baixa e sinalizando o início potencial de uma nova tendência descendente. F A S E S D E M E R C A D O E M U M A R E D I S T R I B U I Ç Ã O 120 Operar na Prática Neste capitulo você irá aprender tudo que te ensinei até o momento de forma prática dentro do gráfico. Desta forma você fica preparado para o mercado e não é pego de surpresa. Irei te mostrar como como alinhar conhecimentos como figuras gráficas com SMC, contagens fractais de Elliot, Wyckoff na prática, e muito mais. 06 Como sempre digo, operar em figuras gráficas é muito arriscado pois você corre o risco de virar a liquidez junto do varejo. Porém se você contextualizar e não seguir somente o price action da para tirar proveito das figuras. Em primeiro lugar é importante que você saiba que a base do seu operacional sempre será o SMC e que as ferramentas técnicas e análise gráfica é somente um suporte para a tomada de decisão. Sempre que for operar dentro de uma figura se atente na seguinte coisa, observe se dentro da figura você encontra gatilhos como OrderBlocks, Fair Value Gaps e CHOCH`s. C O M O O P E R A R P A D R Õ E S G R Á F I C O S D E F O R M A S E G U R A 121 122 Aqui temos uma bandeira, o pessoal do Price Action teria feito a entrada somente no rompimento da figura. Se utilizarmos os contextos institucionais nós conseguimos entrar bem antes dentro do OrderBlock, com um stop bem menor e um alvo bem maior. Essa é uma forma bem mais segura de operar figuras gráficas. V E J A E S T E E X E M P L O A N Á L I S E B A S E A D A E M S M C 123 Observando no Timeframe de H1 nós possuimos este cenário onde o preço fez a renovação de máxima confirmando um BOS para a gente nos indicando uma tendência de alta. Sabendo disso iremos nos preparar para uma ordem comprada. 124 Observando o nosso OrderBlock macro no timeframe de M5 nós temos esse belissimo gatilho de entrada onde tinhamos renovações de minimas e em seguida o preço fez um CHOCH deixando para gente um FVG e um Fair Value OrderBlock. Na mitigação da nossa região de entrada ainda tivemos uma captura de liquidez nos dando indicio