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Guia Completo de Day Trade

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Forex - é um mercado descentralizado destinado totalmente a transações de câmbio, é o maior mercado financeiro do mundo e pode facilmente movimentar mais de 5 trilhões de dólares diariamente.
Qual é a definição de Forex?

É de extrema importância entender que para fazer Daytrade você precisa de uma corretora.
Qual corretora é indicada para operar em criptomoedas?

É essencial seguir um gerenciamento a risca, saber quando parar no ganho e também na perda.
Quais são os pilares do sucesso no Day Trade?

Infelizmente vivemos em um cenário onde as pessoas superestimam o mercado financeiro, mostrando pra gente que esse mercado torna todo mundo um milionário da noite pro dia.
Qual é a importância de aceitar-se como você é no contexto do Day Trade?

O retângulo é um padrão que indica um período de estabilidade no preço do ativo após uma tendência anterior.
Qual é a melhor entrada para o padrão retângulo?

Os padrões de reversão são formações gráficas que indicam uma possível mudança na tendência atual do preço de um ativo financeiro.
O que são os topos e fundos duplos?

A figura cunha pode ser identificada em um gráfico de preços pelo formato triangular das linhas de tendência convergentes. A cunha de alta pode indicar que uma tendência de baixa está perdendo força e uma reversão de tendência pode ocorrer em breve. Já a cunha de baixa pode sugerir que uma tendência de alta está perdendo força e uma possível reversão de tendência pode estar por vir.
Qual é a melhor entrada para operar com a figura cunha?
a- No rompimento da figura.
b- No fechamento da cunha.
c- No pullback da figura.
d- A e C estão corretas.

Esse padrão também é um padrão de reversão, muito raro e muito confundido com o padrão bandeira, pois ele aparece após uma grande impulsão ou repulsão do mercado.
Como projetar os alvos na figura cunha?
Podemos pegar o fechamento da cunha e ter um alvo mais curto.
Podemos pegar o mastro da cunha e ter um alvo mais longo.

Na análise técnica, utilizamos indicadores para tomar decisões, embora não seja recomendado depender exclusivamente deles.
Qual é a função dos indicadores na análise técnica?
Eles são úteis para confluência de regiões.
Eles ajudam na antecipação de entradas no mercado.

O que é um FVG e como ele pode ser utilizado para confirmar entradas e ter mais fluidez na operação?

Qual é a diferença entre um Breaker Block e um Mitigation Block?

Quais são os 6 princípios da teoria de Dow?

Como a teoria de Ondas de Elliott se relaciona com o comportamento do mercado?

O que caracteriza um ciclo impulsivo e um ciclo corretivo na teoria de Ondas de Elliott?

Como a análise fractal pode ser aplicada a diferentes prazos no mercado?

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Questões resolvidas

Forex - é um mercado descentralizado destinado totalmente a transações de câmbio, é o maior mercado financeiro do mundo e pode facilmente movimentar mais de 5 trilhões de dólares diariamente.
Qual é a definição de Forex?

É de extrema importância entender que para fazer Daytrade você precisa de uma corretora.
Qual corretora é indicada para operar em criptomoedas?

É essencial seguir um gerenciamento a risca, saber quando parar no ganho e também na perda.
Quais são os pilares do sucesso no Day Trade?

Infelizmente vivemos em um cenário onde as pessoas superestimam o mercado financeiro, mostrando pra gente que esse mercado torna todo mundo um milionário da noite pro dia.
Qual é a importância de aceitar-se como você é no contexto do Day Trade?

O retângulo é um padrão que indica um período de estabilidade no preço do ativo após uma tendência anterior.
Qual é a melhor entrada para o padrão retângulo?

Os padrões de reversão são formações gráficas que indicam uma possível mudança na tendência atual do preço de um ativo financeiro.
O que são os topos e fundos duplos?

A figura cunha pode ser identificada em um gráfico de preços pelo formato triangular das linhas de tendência convergentes. A cunha de alta pode indicar que uma tendência de baixa está perdendo força e uma reversão de tendência pode ocorrer em breve. Já a cunha de baixa pode sugerir que uma tendência de alta está perdendo força e uma possível reversão de tendência pode estar por vir.
Qual é a melhor entrada para operar com a figura cunha?
a- No rompimento da figura.
b- No fechamento da cunha.
c- No pullback da figura.
d- A e C estão corretas.

Esse padrão também é um padrão de reversão, muito raro e muito confundido com o padrão bandeira, pois ele aparece após uma grande impulsão ou repulsão do mercado.
Como projetar os alvos na figura cunha?
Podemos pegar o fechamento da cunha e ter um alvo mais curto.
Podemos pegar o mastro da cunha e ter um alvo mais longo.

Na análise técnica, utilizamos indicadores para tomar decisões, embora não seja recomendado depender exclusivamente deles.
Qual é a função dos indicadores na análise técnica?
Eles são úteis para confluência de regiões.
Eles ajudam na antecipação de entradas no mercado.

O que é um FVG e como ele pode ser utilizado para confirmar entradas e ter mais fluidez na operação?

Qual é a diferença entre um Breaker Block e um Mitigation Block?

Quais são os 6 princípios da teoria de Dow?

Como a teoria de Ondas de Elliott se relaciona com o comportamento do mercado?

O que caracteriza um ciclo impulsivo e um ciclo corretivo na teoria de Ondas de Elliott?

Como a análise fractal pode ser aplicada a diferentes prazos no mercado?

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TRADING
ACADEMY
A C H A V E P A R A S E T O R N A R U M
P R O F I S S I O N A L D E S U C E S S O
E B O O K D O I N I C I A N T E
A O P R O F I S S I O N A L
1 Ìntrodução
2 Análise Gráfica
3 Análise Técnica
4 Análise Institucional
5 Teoria de mercado
6 Operar na prática
ÍNDICE
03
21
50
68
94
120
3
Introdução
 O Day Trade é uma forma de investimento que
tem ganhado cada vez mais popularidade entre os
investidores. Trata-se de uma estratégia que
envolve a compra e venda de ativos financeiros
em um mesmo dia, com o objetivo de obter lucro
com as variações de preço desses ativos.
 Para quem deseja entrar nesse mercado, é
importante entender os conceitos básicos do Day
Trade, bem como as principais técnicas e
estratégias utilizadas por investidores bem-
sucedidos. Além disso, é fundamental estar
preparado para lidar com os riscos envolvidos
nessa modalidade de investimento.
 Neste eBook, vamos abordar os principais
conceitos. Você também vai aprender sobre os
indicadores técnicos, análise gráfica, análise
institucional e teorias de mercado mais utilizados
pelos investidores para tomar as melhores
decisões de compra e venda, bem como as
principais estratégias de gestão de risco para
minimizar perdas.
 Se você é um investidor iniciante ou busca
ampliar seus conhecimentos sobre o mercado
financeiro, este eBook é para você. Aqui você
encontrará informações valiosas para começar a
investir em Day Trade de forma consciente e
segura.
01
T I P O S D E M E R C A D O
Forex 
Mini índice 
Futuros 
Operação Binárias 
4
Forex - é um mercado descentralizado
destinado totalmente a transações de
câmbio, é o maior mercado financeiro do
mundo e pode facilmente movimentar mais
de 5 trilhões de dólares diariamente.
Mini índice - são contratos futuros
derivados dos índices da Ibovespa e tem
como base a sua oscilação. 
Futuros - é baseado em cima do mercado
de criptomoedas, podemos trabalhar
alavancado, ou seja, multiplicar o capital
que colocamos em uma forma de
“empréstimo” da corretora pra gente.
Operação Binárias - são operações
financeiras que buscam lucros de curto
prazo, apostando na sua subida ou descida
dos preços de determinado ativo. De todos
o mais arriscado. Este mercado é um
espelho do mercado de forex.
C O R R E T O R A S
 É de extrema importância entender que para
fazer Daytrade você precisa de uma corretora.
A corretora que você vai escolher depende do
tipo de mercado que você escolheu para
iniciar.
5
 Binance Futures:
Vantagens:
Uma das maiores e mais populares corretoras
de criptomoedas.
Oferece uma ampla variedade de pares de
futuros.
Taxas competitivas.
Desvantagens:
A interface pode ser complexa para iniciantes.
Muito delay
Bybit:
Vantagens:
Foco exclusivo em contratos futuros de
criptomoedas.
Interface de usuário intuitiva, amigável para
iniciantes.
Sem taxas de depósito e retirada.
Desvantagens:
Oferece uma gama mais limitada de pares
comparado com algumas corretoras mais
amplas.
C O R R E T O R A S Q U E I N D I C O P A R A
C R Y P T O F U T U R E S
MetaTrader 4 e 5 (várias corretoras):
Vantagens:
Plataformas amplamente utilizadas e
confiáveis.
Oferecem uma ampla variedade de pares
de moedas.
Ferramentas de análise técnica avançadas.
Expert Advisors (EAs) disponíveis para
automação.
Desvantagens:
A interface pode parecer um pouco técnica
para iniciantes.
A qualidade da execução pode variar entre
corretoras.
IG:
Vantagens:
Corretora global regulamentada.
Oferece uma ampla variedade de
mercados, incluindo Forex.
Plataforma de negociação intuitiva e
personalizável.
Excelente suporte ao cliente.
Desvantagens:
Taxas podem ser mais altas em
comparação com algumas corretoras.
A disponibilidade de pares de moedas pode
ser menor em comparação com corretoras
especializadas.
6
C O R R E T O R A S Q U E I N D I C O P A R A
F O R E X
Rico:
Vantagens:
Plataforma de negociação robusta e
intuitiva.
Oferta de cursos e materiais educativos.
Corretora consolidada no mercado
brasileiro.
Desvantagens:
Algumas taxas podem ser consideradas
mais altas em comparação com corretoras
menores.
Clear Corretora:
Vantagens:
Taxas de corretagem competitivas.
Plataforma de negociação simples e
eficiente.
Isenta de taxas de custódia e TED para
retiradas.
Desvantagens:
Menos ferramentas de análise em
comparação com corretoras maiores.
Modalmais:
Vantagens:
Boas opções para traders ativos.
Plataforma de negociação avançada.
Oferece simulador de trading.
Desvantagens:
Pode não ser tão amigável para iniciantes.
7
C O R R E T O R A S Q U E I N D I C O P A R A
B 3
8
 Essas são algumas das corretodas que já
utilizei e indico, lembrando que essa escolha é
pessoal e não necessariamente precisar ser
estas que citei anteriormente. Fique a vontade
para escolher a corretora que melhor encaixa
em seu perfil e também pesquise sobre outras.
 Lembre-se de pesquisar bem antes de
escolher sua corretora de negociações pois
seu dinheiro ficará alocado lá. Uma boa
corretora faz total diferença na hora de operar
seja com sua plataforma ou sua segurança.
T I P O S D E A N Á L I S E S
Técnica;
Gráfica;
Teoria de mercado;
Institucional;
Fundamentalista;
Sentimento de mercado
9
Análise Técnica - é baseada na análise com
indicadores, como médias móveis, volume,
RSI e Etc.
Análise Gráfica- é utilizado o price action
como estudo para fazermos nossas
entradas. 
Teoria de mercado – esse operacional é
baseado totalmente em teorias como Dow,
Elliot e Wyckoff.
Análise Institucional – neste tipo de análise,
nós utilizamos movimentos dentro do
gráfico onde provavelmente alguma
instituição ou algum BigPlayer está
atuando.
Análise Fundamentalista – é uma análise
baseada em notícias.
Análise de Sentimento de mercado – é feita
em cima do que os investidores estão
sentindo.
E S S E N C I A L S A B E R
 Sempre é essencial olhar as noticias do
mercado antes de operar, pois certas noticias
podem sempre impactar diretamente sua
analise e te levar ao loss. Em caso de operação
em criptomoeda é sempre indicado olhar o
bitcoin antes de qualquer operação, pois 95%
das moedas seguem a mesma tendência, é
bem raro ver alguma delas indo contra.
10
 Podemos chamar de candle ou traduzindo
pro português, velas. 
São os formatos de exibição mais comum
que utilizamos, cada candle tem um tempo
determinado, dependendo do tempo
gráfico em que você escolheu, são em base
deles que conseguimos analisar e projetar
nossas entradas, ver suporte e resistências
e nossas figuras gráficas.
C A N D L E S
Tempo gráfico: tempo utilizado para fazer
nossas análises, ex: M1, M15, H1, D1.
Rompimento: quando um preço rompe uma
região tanto em queda quanto em alta.
Reação/Retração: quando o preço respeita
uma região muito forte do gráfico.
Bull x Bear: Bull é o nosso touro, usado para
força compradora quando o mercado está
em alta. Bear nosso urso, é o contrário,
uma força vendedora onde o gráfico está
caindo.
Short: Entrar vendido, ou seja, entrar
acreditando na queda.
Long: Entrar comprado, ou seja, entrar
acreditando na alta.
BigPlayer: Grandes Instituições ou pessoas
que entram com muito capital em uma
operação e que conseguem manipular o
gráfico.
Varejo: Pessoas com baixo capital e que não
possuem informações privilegiadas.
11
T E R M O S U T I L I Z A D O S
O S P I L A R E S D O
S U C E S S O
Operacional;
Gerenciamento;
Psicológico;
Emocional.
12
 É essencial seguir um gerenciamento a risca,
saber quando parar no ganho e também na
perda. 
G E R E N C I A M E N T O
 Para seguir um bom gerenciamento, nós
temos duas ferramentas no gráfico muito
úteis, que se chamam Long Position e Short
Position ou Posição Comprada e Posição
Vendida. Essas ferramentas são muito boas
pois nós conseguimos ver a porcentagem no
nosso stop e do nosso take, e também nos
mostra como está o nosso risco e o nosso
retorno na operação.
 Um exemplo na imagem, é que utilizando as
ferramentas conseguimos notar na região em
vermelho o nosso Stop e na região verde nosso
Take e sempre mostrando nossas
porcentagens como estão.de rastro
institucional. Entramos no toque do nosso FVG com o
stoploss abaixo do Fair Value Order Block.
125
Voltando para o Timeframe de H1 nós setamos nosso
alvo no último topo válido. Essa operaçào me
entregou um risco x retorno de 25.4 x 1. Essa é a
vantagem de saber alinhar macro e micro junto da
análise SMC. Dessa forma uma operação que você
pega paga seu mês inteiro.
Veja essa contagem no Bitcoin em H4. A primeira
coisa que devemos fazer é ver se nossa
contagem está dentro das regras. Se a onda 2
não é maior que a 1, se a onda 3 não é a menor
das ondas impulsivas e se a onda 4 não invade o
território da 1.
C O N T A G E M D A S
O N D A S D E E L L I O T
126
127
Aqui um exemplo do mesmo ciclo de Elliot mostrado
anteriormente observando uma movimentação
micro. Como você pode ver temos os mesmos ciclos
só que agora menores e cada ciclo completa o outro.
No nosso ciclo impulsivo de H4 tivemos outros 3
ciclos fractais menores dentro das ondas
128
Observando o mesmo ciclo de H4 em D1 nós temos
esse outro ciclo impulsivo em uma visão maior e o
ciclo de H4 parece minúsculo. Saber contar os ciclos
de Elliott em todos os timeframes é essencial pois
dessa forma você sempre saberá para qual lado o
preço irá.
Sempre se atente nos fractais das ondas, pois os
tempos menores completam as ondas maiores, o
mercado é ciclico e o que acontece hoje irá acontecer
sempre.
Dominar essa teoria te deixa um passo a frente de
95% dos traders.
D I A G R A M A D E
W Y C K O F F
129
Aqui você pode ver na prática como funciona um
diagrama de Wyckoff.
130
Neste exemplo de acumulação nós tivemos nosso PS
que é a tentativa de parada do preço, como os
negociadores não conseguem parar o preço
continua caindo. Após o PS vem o SC que é quando o
preço consegue parar a queda. Neste ponto bastante
pessoas compram e com isso o preço sobe e logo em
seguida vem nosso Rally automático onde copmeça a
manipulação. Nesse ponto o institucional vende um
pouco dos seus ativos até chegar no ST.
Na fase B é onde o preço fica consolidado criando
nossa causa, então aqui vemos diversos testes no
ativo.
Na fase C é onde temos nosso Spring que é quando o
institucional faz a manipulação do preço também
conhecido como captura de liquidez.
Após o Spring entramos na fase D onde temos nosso
primeiro teste após a captura e também temos nosso
SOS que é a captura fora da nossa causa.
Dentro da fase E temos nosso efeito, que é o preço
disparando após a consolidação.
Como dito no capitulo da Análise Institucional as
capturas de liquidez surgem em regiões óbvias
como por exemplo canal lateral e canais de alta e
baixa.
C O M O U T I L I Z A R
C A P T U R A D E
L I Q U I D E Z
131
132
Nós podemos utilizar essas regiões de duas formas:
 A mais simples é encontrar a estes pontos e evitar
operar para não se tornar a liquidez.
E o segundo que é mais lucrativo que é utilizar essas
regiões ao nosso favor. Veja abaixo como utilizar ao
seu favor.
Neste exemplo enxergamos a liquidez, aguardamos
a captura e logo em seguida do CHOCH fizemos
nossa entrada no OrderBlock. Essa operação me
entregou 7x1 de risco x retorno.
PARABÉNS
Chegamos ao final deste ebook! Esperamos que
tenha sido útil para você compreender melhor
sobre as principais ferramentas e estratégias
utilizadas no mercado financeiro.
Lembre-se sempre de estudar e se atualizar
constantemente sobre o mercado financeiro,
utilizar ferramentas e estratégias com cuidado e
responsabilidade, e estar preparado para lidar com
os riscos envolvidos no mercado. 
Agradecemos pela confiança e desejamos
sucesso em suas operações!
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T R A D I N G A C A D E M Y13
G E R E N C I A M E N T O R I S C O X
R E T O R N O
 Já o risco x retorno aparece próximo a linha de
região de entrada, sempre nos mostrando o
quanto compensa entrar na operação, por
exemplo: Se o risco/retorno estiver em 2,
significa que caso você atinja todos seus alvos,
você ganhará 2 vezes mais do que perderia.
 Sabendo disso nós utilizamos a ferramenta
para entrar somente em operações que
compensam, um número aceitável e que eu
aconselho utilizar é 3 vezes risco/retorno, pois
dessa forma cada acerto que você tiver,
poderá errar 3 vezes e assim não terá saído
negativo no dia/semana.
 Com um risco/retorno em 3 sua assertividade
não precisa ser tão boa para obter lucros no
mercado pois se você tem 50% de
assertividade ainda assim você terá bons
resultados pois quando acertar ganhará 3
vezes mais do que perderia.
14
Para se ter um bom gerênciamento primeiro
você necessita entender que para isso você
tem que setar um valor fixo de perda por
operação, limite suas perdas e jamais limite
seus ganhos. Após isso você irá setar seu risco
por operação, como foi dito anteriormente eu
aconselho utilizar o valor de 3 para 1 no
minimo, não se prenda em somente operações
com 3 para 1, se achar uma 10 para 1
maravilha.
Defina sua exposição ao mercado, isso quer
dizer que você deve definir um limite de
operações diárias e semanais, pois dessa
forma você não se expõe tanto ao mercado e
não atinge seu psicológico.
E por último tenha um limite de perda diária e
semanal no seu gerenciamento, eu aconselho
um valor entr 2% - 5% do valor total da sua
conta. Na minha planilha você tem acesso a um
cálculo completo onde trás os valores ideias
para o seu estilo de operação.
15
P I L A R E S D E U M B O M
G E R Ê N C I A M E N T O
 Segundo estudo da Suno “Analisaram-se todas
as 98.378 pessoas que começaram a operar na
Bolsa via day trade entre 2013 e 2016 no Brasil.
A maioria não persistiu no erro, apenas 554
pessoas persistiram na atividade. Ou seja,
99,43% dos indivíduos que apostaram no day
trade pararam no meio do caminho.” (fonte:
https://www.suno.com.br/noticias/day-trade-
viver-impossivel/ )
 Portanto, é essencial estabelecer uma meta
diária, tanto para perda quanto para ganho,
pois o principal erro dos iniciantes do mercado
é a emoção de tentar recuperar seu dinheiro
ou de não saber parar quando está ganhando.
16
E M O C I O N A L / I M E D I A T I S M O
 Infelizmente vivemos em um cenário onde as
pessoas superestimam o mercado financeiro,
mostrando pra gente que esse mercado torna
todo mundo um milionário da noite pro dia,
porém não mostram as partes ruins.
 É necessário saber que isso é um processo
longo e demorado, haverão dias bons e ruins,
e subindo degrau por degrau, chegaremos ao
topo da maneira correta.
17
Aceite-se como você é: comece a valorizar
suas qualidades e habilidades, ao invés de
focar em seus defeitos ou falhas.
Defina objetivos realistas: estabeleça metas
que sejam desafiadoras, mas alcançáveis.
Quando você atinge essas metas, você
aumenta sua autoconfiança.
Desafie-se: experimente coisas novas, saia
da sua zona de conforto e enfrente seus
medos. Quanto mais você enfrenta seus
medos, mais você se fortalece e se torna
mais confiante.
Cerque-se de pessoas positivas: rodeie-se de
amigos e familiares que o apoiam e
encorajam. Isso pode ajudá-lo a se sentir
mais confiante e apoiado.
Pratique a autocompaixão: seja gentil
consigo mesmo quando enfrentar
dificuldades ou cometer erros. Lembre-se de
que ninguém é perfeito e que o fracasso faz
parte do processo de aprendizado.
 Lembre-se de que a autoconfiança é algo que
pode ser desenvolvido com o tempo e a prática.
Comece pequeno e dê um passo de cada vez.
Com o tempo, você se sentirá mais confiante e
capaz.
18
A U T O C O N F I A N Ç A
"Você é tudo que você acredita ser."
Mantenha-se calmo e focado: negociações
podem ser emocionantes e estressantes,
mas manter a calma e se concentrar nas
informações relevantes é crucial para tomar
boas decisões de negociação.
Mantenha um diário de negociações: anote
suas decisões e os resultados das
negociações para analisar e aprender com os
sucessos e fracassos. Isso pode ajudá-lo a
identificar padrões de comportamento e
melhorar seu desempenho.
Defina metas realistas: estabeleça metas de
negociação realistas e alcançáveis e
mantenha o foco nelas. Isso pode ajudá-lo a
manter-se motivado e disciplinado durante o
processo de negociação.
Evite o excesso de confiança: o excesso de
confiança pode levar a decisões imprudentes
e a perdas financeiras significativas. Esteja
sempre aberto a aprender e se adaptar às
mudanças no mercado.
19
C O N T R O L E M E N T A L
"Aprenda a dominar sua mente e você será capaz de
conquistar o sucesso em qualquer área da vida."
Gerencie suas emoções: as emoções podem
afetar as decisões de negociação. É
importante gerenciar as emoções e manter a
mente clara e objetiva. Evite negociações
impulsivas e tome decisões baseadas em
dados e análises.
Desenvolva um plano de negociação:
desenvolva um plano de negociação claro e
consistente com regras para entrada e saída
do mercado. Isso pode ajudá-lo a manter a
disciplina e evitar decisões impulsivas.
Pratique a paciência: a paciência é uma
virtude importante na negociação. Espere as
oportunidades certas e não se apresse em
tomar decisões impulsivas.
 Lembre-se de que o controle da mente
durante as negociações é um processo
contínuo que requer prática e dedicação.
Com o tempo e a experiência, você pode
desenvolver habilidades mais avançadas
para controlar sua mente durante as
negociações.
20
21
Análise Gráfica
 Na análise gráfica, existem diversos padrões
utilizados para orientar as operações. Nessa
técnica, a utilização do Price Action é fundamental
para a tomada de decisão. É um método bem
conhecido que envolve a observação de figuras
gráficas e projeções variadas para identificar
alvos ou possíveis retrações. Além disso, a técnica
inclui o uso da Fibonacci para encontrar regiões
fortes no gráfico. Com o uso dessas ferramentas,
é possível identificar padrões de comportamento
do mercado e tomar decisões informadas sobre
investimentos.
02
M O V I M E N T A Ç Ã O
G R Á F I C A
- Como operar? 
Entrada no toque do suporte/ resistência indo
contra a tendencia que ele estava
anteriormente.
- Quando não operar em suporte e
resistência?
Caso o gráfico forme um pivô não iremos
operar pois o risco do gráfico romper é
enorme.
22
 No contexto dos gráficos financeiros, é comum
encontrar regiões de suporte e resistência, as
quais são definidas pelo comportamento do
preço do ativo em questão. Essas regiões
indicam níveis nos quais o preço tem mais
dificuldade de ultrapassar ou cair abaixo.
 O suporte é uma região que representa um
nível de preços que o ativo costuma respeitar,
ou seja, que o preço tem mais dificuldade de cair
abaixo. É comum que investidores utilizem essa
informação para identificar pontos de entrada
em uma posição de compra, aproveitando o
movimento de alta que pode ocorrer após o
preço ter respeitado o suporte.
 Por outro lado, a resistência é uma região onde
o preço trava e tem mais dificuldade de
ultrapassar, indicando que o ativo pode estar
muito caro. Nesse caso, os investidores podem
utilizar essa informação para identificar pontos
de venda ou para abrir posições vendidas (short)
na expectativa de que o preço caia após ter
encontrado resistência.
 Em resumo, as regiões de suporte e resistência
são importantes indicadores para investidores
que utilizam análise técnica em suas decisões de
investimento. Essas regiões podem ser
interpretadas como travas do preço e ajudam a
identificar possíveis pontos de entrada ou saída
do mercado.
23
S U P O R T E E R E S I S T Ê N C I A
 As linhas de tendência são usadas para traçar as
tendências de um ativo em alta, baixa ou lateral.
Ao marcar essas tendências, é possível ter uma
ideia de para onde o gráfico está indo. Quando
um gráfico está equilibrado e nivelando o preço
do ativo, estamos lidando com uma tendência
lateral. Se os topos e fundosde um gráfico
estiverem subindo, temos uma tendência de
alta, indicando uma forte presença de
compradores no mercado. Por outro lado, se os
topos e fundos estiverem caindo, temos uma
tendência de baixa, indicando uma grande força
vendedora no mercado.
24
L I N H A S D E T E N D Ê N C I A E
S E U S T I P O S
R E F L E X O D E C A N A I S
 O reflexo de canais usamos da mesma
metodologia, porém somente quando o
gráfico está lateralizado. 
 Esse método é baseado totalmente na
Fibonacci, onde vamos cercando o preço até
achar um ponto bom de compra/venda. A
marcação é bem simples, assim que abrimos o
gráfico conseguimos analisar se ele está
lateralizado, se estiver, podemos marcar uma
linha na parte superior e uma na parte inferior.
Com isso podemos duplicar este canal que
criamos tanto na parte superior, quanto na
parte inferior, deixando uma região de 50% e
outra de 100%. 
 Na grande parte das vezes o gráfico irá
respeitar as regiões marcadas, sendo assim,
aproveitamos essas régios para poder fazer
nossas compras ou vendas. 
 Podemos usar também a zona de 50% para
identificarmos falsos rompimentos, assim
evitamos pegar certos pullbacks falsos.
25
P R O G R E S S Ã O D O
P R E Ç O 
A progressão do preço é muito útil para se usar
em linhas de tendência, pois nem sempre o
preço irá respeitar a linha clonada de cima e
acaba rompendo. Quando isso acontece
podemos fazer a progressão do canal em um
número de 50% e 100%, com isso, encontramos
fortes pontos dentro da linha de tendência,
portanto podemos também usar a retração de
Fibonacci para poder encontrar as confluências
e travas no preço. A progressão do preço sempre
é utilizada a favor da tendência, nunca contra. 
26
P Ó S R O M P I M E N T O
D E L I N H A D E
T E N D Ê N C I A
 Quando uma linha de tendência é rompida
contra a sua tendência, conseguimos projetar
para ver até onde o preço irá chegar. 
 Sua projeção é bem simples, no caso de uma
tendencia de alta, iremos traçar uma linha do
seu ultimo topo evidente, até a região do
rompimento, com isso, movemos essa mesma
linha na região pós rompimento, assim
conseguimos encontrar um alvo no caso de
uma queda o processo é o mesmo, porém ao
invés de usarmos o último topo, nós utilizamos
o último fundo.
27
F I B O N A C C I
 A sequência de Fibonacci, ou sucessão de
Fibonacci, é uma sequência matemática
composta por números inteiros.
Normalmente, começa por 0 e 1 e cada termo
subsequente é formado pela soma dos dois
anteriores.
 Essa sequência é uma sucessão infinita de
números que seguem o mesmo padrão.
 A palavra Fibonacci é usada porque o
matemático italiano, Leonardo de Pisa foi
quem concebeu uma fórmula para essa
sequência.Mas além de saber o que é
Fibonacci, é importante saber que essa
sequência é aplicada em análise de mercados
financeiros, na ciência da computação e em
teoria dos jogos. 
 Também aparece, por exemplo, em
configurações biológicas, galhos de árvores,
folhas em uma haste, no arranjo do cone da
alcachofra, no abacaxi e no desenrolar da
samambaia.
28
Retração – utilizamos para confluências zonas
muito fortes do gráfico, muito útil quando
fazemos uma análise e queremos uma
confirmação da região. As regiões mais fortes de
uma Fibonacci para retração são: 0.382 (zona
média), 0.5 (forte) e 0.618 e 0.786 (zonas muito
fortes). A utilização da fibo de retração é para
entradas sempre acreditando na reversão do
preço.
- Como se traça uma Fibo de retração? 
 Em caso de alta traçamos da base ao topo, e em
caso de baixa traçamos do topo ao fundo, assim
conseguimos ver as regiões.
- Como operar em Fibo de retração? 
 Sempre operamos pra reversão entrando nas
regiões fortes, como a 0.618, mas lembrem-se
que a Fibonacci não faz mágica, tentem sempre
confluênciar ela com outra análise.
29
C O M O U T I L I Z A R A
F I B O N A C C I
Projeção (interna) – utilizamos sempre para
projetar um alvo, acreditando que o preço irá
chegar naquela região, muito útil para forex e
futuros. As regiões mais fortes são 1 e 1.618.
- Como se traça uma fibo interna de projeção? 
 O traçamento dela é um pouco diferente da fibo
de retração, nós puxamos sempre na onda
anterior, do seu inicio ao seu fim, sempre
pegando a média dos pavis, nunca somente o
corpo ou todo o pavil.
-OBS: Sempre configuramos ambas as
Fibonacci’s com escala logaritma, pois senão o
gráfico fica divergente.
30
P U L L B A C K E
T H R O W B A C K
 Traduzindo seria “retorno”, ou seja, o pullback
é o retorno do preço. 
 Normalmente acontece quando o gráfico
rompe alguma região ou figura gráfica e
retorna para a mesma, porém em caso de alta
ele transforma a resistência rompida em
suporte e no caso de queda ele transforma o
suporte antigo em uma nova resistência.
- Quando operar? 
 A entrada é feita sempre quando o preço
retorna para a região rompida, acreditando na
continuidade. 
- Quando não pegar uma entrada em
pullback? 
 Quando os candles pós rompimento nos
demonstra uma indecisão de mercado ou
grandes pavis.
31
Z O N A S
A C U M U L A T I V A S
 As zonas acumulativas, são regiões em que o
preço trava. Onde os compradores e
vendedores ficam brigando para decidir para
onde o preço irá, isso acaba criando uma zona
de acumulação que a direção do gráfico fica
bem indecisa. 
 O ideal é usar zonas de acumulações passadas
para confluênciar com as análises. Quando
essas zonas de acumulação são criadas é
sempre bom evitar operar dentro das mesmas,
pois o preço fica muito volátil.
32
F I G U R A S E S U A S
P R O J E Ç Õ E S
 Existem três tipos de triângulos que podem
ser observados em figuras gráficas: o triângulo
ascendente, o triângulo descendente e o
triângulo simétrico. Cada um desses padrões
apresenta características distintas que podem
ser utilizadas para tomar decisões de compra
ou venda de ativos financeiros.
33
T R I A N G U L O S
 Normalmente forma quando o gráfico está em
uma tendência de alta e onde o gráfico respeita
uma região de resistência, porém seus fundos
ficam cada vez menores até que a força
compradora consegue romper a resistência e
dar continuidade ao fluxo de alta. 
 A melhor entrada neste tipo de figura seria no
rompimento da base ou no seu pullback.
Podemos utilizar a Fibonacci para projetar um
alvo e também o fechamento desse triangulo,
também utilizamos a região de 50% da projeção
da Fibonacci para ter um alvo intermediário. 
34
T R I Â N G U L O A S C E N D E N T E
 É o oposto do triângulo ascendente, nele ao
invés de termos uma região de resistência,
iremos buscar a região de suporte, e ao invés de
uma tendência de alta, iremos marcar uma linha
de tendência de baixa. 
 A melhor entrada dessa figura é no rompimento
de sua base, no caso a suporte ou no pullback,
acreditando na queda do ativo podemos
projetar da mesma forma utilizando o
fechamento do triangulo, e também utilizando a
projeção de Fibonacci.
35
T R I Â N G U L O D E S C E N D E N T E
 Diferente dos anteriores, nós não sabemos a
direção para onde o gráfico poderá ir, ele acabar
criando uma zona de acumulação e rompe para
uma das direções. 
 A melhor entrada nesse triângulo seria no
pullback da região “X”, pois muita das vezes o
preço rompe a figura, mas acaba retornando
para dentro dela.
 No caso do pullback, ele nos dá uma indicação
para onde o gráfico irá caminhar. Para fazer a
projeção dessa figura não é muito diferente das
anteriores, nós usamos o fechamento do
triangulo e também a projeção da Fibonacci.
36
T R I Â N G U L O S I M É T R I C O
 Os padrões de continuidade são formações
gráficas que indicam uma pausa temporária no
movimento do preço de um ativo financeiro
antes de retomar sua tendência anterior.
Diferentemente dos padrões de reversão, que
sinalizam uma mudança de tendência, os
padrões de continuidade indicam uma
confirmação da tendência atual do ativo.
 Alguns dos padrões de continuidade mais
comuns incluem as bandeiras, os retângulos,
cunha e a flâmula.
37
P A D R Õ E S D E C O N T I N U I D A D E
 A bandeira é uma figura gráfica que se forma
quando há uma forte altaou queda no preço do
ativo, seguida de uma pausa e um movimento
lateral/diagonal. 
 Para identificar uma bandeira é bem simples,
ela é basicamente um canal que se forma após
uma movimentação muito comprida no gráfico
onde o preço corrige para poder fazer outra
movimentação longa. 
 A entrada nessa figura é no rompimento ou no
pullback, a taxa do pullback normalmente é
melhor. 
 Para projetar nós medimos o mastro da figura e
colocamos após o rompimento, assim achamos
um alvo. Outro método também é utilizar a
Fibonacci e projetar um outro alvo, muita das
vezes as regiões se confluênciam.
38
B A N D E I R A
 Nós possuímos 2 tipos de cunha neste mercado,
as de continuação e as de reversão, porém as de
continuação são mais assertivas pois podemos
confluênciar com as contagens de ondas
corretivas de Elliot (2 e 4).
 Seu formato é o mesmo da cunha de reversão, a
diferença é que ela possui um mastro assim
como a bandeira. Para projetar podemos utilizar
a sua base, seu mastro e também a Fibonacci
Interna.
 Assim como os triângulos, também podemos
utilziar as contagens ABCDE dentro de uma
cunha, dessa forma conseguimos filtrar e nos
preparar para o rompimento dela.
39
C U N H A D E C O N T I N U Í D A D E
 A flâmula também é um padrão de
continuidade, tanto pra queda, quanto para a
alta. 
 Para identificarmos também é bem simples, da
mesma forma da bandeira em que o gráfico faz
uma longa movimentação e acaba criando uma
região para o preço descansar. A figura que
vemos é um triângulo simétrico nesse descanso.
 Para projetar é da mesma forma da bandeira,
em que medimos o tamanho do mastro e
usamos a Fibonacci para projetar um alvo,
podemos utilizar a projeção desse triângulo
para encontrar um alvo intermediário. 
 Os melhores pontos de entrada são no
rompimento ou no pullback, entrando a favor da
tendência.
40
F L Â M U L A
 O retângulo é um padrão que indica um período
de estabilidade no preço do ativo após uma
tendência anterior. 
 Será notado uma zona de lateralização onde o
preço acumula, e rompe a favor da tendencia. 
 A melhor entrada seria no rompimento da
região ou em seu pullback.
 Para projetar usamos a expansão do retângulo
e também uma projeção do último fundo antes
da formação do retângulo até o seu topo, assim
teremos dois alvos.
41
R E T Â N G U L O
 Os padrões de reversão são formações gráficas
que indicam uma possível mudança na
tendência atual do preço de um ativo financeiro.
Diferentemente dos padrões de continuidade,
que indicam uma pausa temporária na
tendência atual, os padrões de reversão
sugerem uma mudança de direção do preço do
ativo.
 Entre os padrões de reversão mais conhecidos
estão o topo duplo, o fundo duplo, o ombro-
cabeça-ombro (OCO), o OCO invertido, cunha e
deriva.
42
P A D R Õ E S D E R E V E R S Ã O
- O que são os topos e fundos duplos? 
 São sinais de reversão de preço no mercado.
- Como fazemos nossas entradas? 
 Existem 3 formas de operar dentro desses
padrões, irei dar exemplo de ambos. Nós
podemos entrar em um segundo toque da
região de suporte/resistência, podemos entrar
assim que rompe a base da figura seguindo sua
tendencia e podemos fazer uma entrada no
pullback pós rompimento. 
43
T O P O S E F U N D O S D U P L O S
 A cunha é formada por duas linhas de tendência
convergentes, sendo uma linha de resistência
inclinada para baixo no caso da cunha de alta, e
uma linha de suporte inclinada para cima no
caso da cunha de baixa.
 A figura cunha pode ser identificada em um
gráfico de preços pelo formato triangular das
linhas de tendência convergentes. A cunha de
alta pode indicar que uma tendência de baixa
está perdendo força e uma reversão de
tendência pode ocorrer em breve. Já a cunha de
baixa pode sugerir que uma tendência de alta
está perdendo força e uma possível reversão de
tendência pode estar por vir.
 Para projetar o alvo sempre pegamos o seu
fechamento e colocamos após o rompimento,
assim encontramos um dos alvos. Outra forma
também é utilizar a projeção de Fibonacci. 
 A melhor entrada é no rompimento da figura ou
em seu pullback.
44
C U N H A
 Esse padrão também é um padrão de reversão,
muito raro e muito confundido com o padrão
bandeira, pois ele aparece após uma grande
impulsão ou repulsão do mercado. 
 É possível identifica-lo após o gráfico ter uma
grande movimentação. Vemos uma cunha se
formando apontando para a direção em que o
gráfico está indo, porém isso na maioria das
vezes significa que o gráfico irá reverter
drasticamente. 
 Para projetar os alvos temos duas formas:
podemos pegar o fechamento da cunha e ter um
alvo mais curto, e também pegar o mastro da
Deriva e ter um alvo mais longo. 
 A melhor entrada seria no rompimento da
figura ou em seu pullback.
45
D E R I V A
 Esse padrão na maior parte das vezes tem
ligação direta com as Ondas de Elliot, é uma das
figuras mais fáceis de se identificar em um
gráfico e não tão rara.
 Normalmente aparece após uma grande
impulsão de alta ou de baixa. 
 Normalmente entramos no rompimento da sua
base (que chamamos de “pescoço”) ou no
pullback. 
 Para a projeção medimos a extensão total da
sua “cabeça”, colocamos na base e temos o
nosso alvo, podemos também utilizar a projeção
de Fibonacci para ter um segundo alvo.
46
O M B R O C A B E Ç A O M B R O
( O C O ) E O C O I
 O padrão expansão ou caixa de som é bem raro
de se encontrar, porém um dos mais assertivos. 
 Ele se forma após uma grande expansão do
preço, onde ele começa bem lateralizado e vai
expandindo até formar a figura. 
 A melhor forma para encontrar um bom ponto
de entrada é utilizar a projeção de Fibonacci
procurando entrar na região de 1.618 dela,
acreditando a reversão do preço.
47
E X P A N S Ã O
 É de longe o padrão mais raro de todos! O
padrão diamante ocorre após a formação de
uma expansão e em seguida ele repete o mesmo
movimento anterior de forma contrária, assim
formando um losango.
 As entradas são feitas utilizando a Fibonacci da
mesma forma que o padrão de expansão,
sempre projetando e confluênciando as regiões.
48
D I A M A N T E
 O padrão Xícara não aparece com muita
frequência, porém é bem assertivo e fácil de
identificar. 
 Nele vemos um formato oval onde temos como
referência de base o ponto onde ele se inicia e
onde ele tem o segundo toque. Após esse
segundo toque ele acaba formando uma onda
para poder romper a base, muita das vezes essa
onda nos mostra uma bandeira onde
conseguimos utilizar para projetar um alvo
curto. 
 Sua segunda projeção é o tamanho da base até
o fundo ou topo dessa xícara. 
 Os melhores pontos de entrada são no
rompimento da base e no pullback, no caso, se
formar uma bandeira o melhor ponto de entrada
seria no seu rompimento ou pullback da mesma
com um alvo bem curtinho, sendo ele a base da
xícara.
49
X Í C A R A
50
Análise técnica
 Na análise técnica, utilizamos indicadores para
tomar decisões, embora não seja recomendado
depender exclusivamente deles. Eles são úteis
para confluência de regiões e antecipação de
entradas no mercado, mas é necessário
considerar outras informações e indicadores para
uma análise mais completa e assertiva. A análise
técnica deve ser utilizada em conjunto com outras
análises, como a fundamentalista, para uma
tomada de decisão mais informada e segura.
03
V O L U M E
F I N A N C E I R O
 Com o volume conseguimos enxergar a
euforia de mercado, assim podemos
confluenciar nossas análises e evitar fazer
entradas sem sentido de mercado.
51
 Se o volume está subindo enquanto temos o
preço em uma tendência nós temos uma
convergência de análise, porém se a gente tem
uma tendência e o volume está caindo nós
temos uma divergência, normalmente quando
isso acontece a gente obtém uma reversão de
tendência.
 Para exemplo nós podemos utilizar a figura
Cunha (veremos mais a frente como utiliza-la).
Essa figura, normalmente está em uma
tendência, até o momento em que ela chega em
seu limite e reverte o preço. Um bom jeito de
utilizar o volume ao nosso favor é, analisar o
gráfico no tempo acostumado, porém observaro volume em tempos menores, por exemplo:
analisar em M15 porém ver o volume em M5. 
52
 Nesta imagem por
exemplo, conforme o
preço estava caindo, o
volume estava alto,
mas a partir do
momento em que o
preço começou a
reverter o volume
diminuiu.
Absorção (muito esforço, pouco resultado)
 Se o preço está em uma tendência muito forte
mas o volume está decrescente e o preço está
sofrendo absorção, o normal é a tendência
reverter. Porque as pessoas já não tem mais
interesse em negociar o ativo naquele
momento. Neste caso temos uma absorção
53
L E I D O E S F O R Ç O X
R E S U L T A D O
 Neste exemplo conseguimos notar que o preço
estava em uma tendência de alta, porém no
meio do caminho o preço reverteu. Mas logo
abaixo o volume estava nos mostrando que ele
estava perdendo força.
Exaustão (muito resultado, pouco esforço)
 Se as velas estão em um crescimento muito
forte porém o volume está diferente, significa
que teve um esforço muito grande no primeiro
momento porém na próxima vela o volume
acaba perdendo a força. Neste caso temos uma
exaustão.
54
 Neste caso nós
conseguimos ver uma
exaustão. Notem como o
volume da primeira vela
foi totalmente
desproporcional que as
demais.
A 1° Vela teve um corpo
pequeno mas muito
volume. Já a 2° e 4° vela
tiveram o corpo muito
maior que a 1°, porém o
volume de ambas foram
muito menor.
V O L U M E P R O F I L E E
R E G I Õ E S D E
L I Q U I D E Z
 A ferramenta de Volume Profile serve para
vermos a quantidade de volume em um certo
período de tempo, diferente do volume
financeiro que gente observa o volume de uma
tendência e o volume de cada candle.
 Para utilizar, nós puxamos do início da
movimentação até o fim (na horizontal),
podemos usar tanto em uma alta quanto em
uma queda
55
 Com essa ferramenta podemos utilizar as faixas
de volume como suportes e resistências, pois
são regiões de interesse. Um exemplo seria uma
tendência de baixa utilizando a faixa de volume
poderíamos entrar em uma reversão.
 A linha em vermelho se chama Point of Control
(PoC) onde o preço teve mais volume, ou seja, o
melhor ponto para observarmos uma reversão.
 Uma observação é que muitas das vezes nós
temos a PoC, porém próximo a ela não temos
faixas de volume, e nesses casos o preço passa
direto e não respeita a região. Por isso muitas
das vezes não podemos nos apegar a PoC, e sim
olhar todas as confluências algumas delas
podem ser o Value Area High (VAH) e Value Area
Low (VAL) que são regiões importantes no
volume profile.
56
Í N D I C E D E F O R Ç A
R E L A T I V A ( R S I )
O indicador em questão, o RSI (Relative
Strength Index), geralmente segue a
movimentação do mercado, ou seja, quando o
mercado atingir um topo, é provável que o RSI
também atinja um topo.
57
Neste exemplo
conseguimos ver
como a RSI
repete os
movimentos do
mercado.
Utilizando esse indicador, é possível antecipar
toques e entradas de rompimento no mercado
financeiro. Por exemplo, em uma operação de
cunha, podemos entrar no rompimento da
figura gráfica. O RSI pode ser um indicador útil
nesse caso, já que pode romper antes das velas
no gráfico, permitindo que possamos antecipar
nossa entrada e melhor posicionar nossa
operação. No entanto, é importante lembrar
que o uso do RSI deve ser combinado com
outras ferramentas de análise técnica para uma
avaliação mais completa e assertiva do
mercado.
58
59
C O N F I G U R A Ç Ã O
60
D I V E R G Ê N C I A S
 Porém nem todos os casos iremos utilizar
antecipação de entrada pelo RSI acontecer
temos sempre que observar divergências e
convergências, caso tivermos convergências
utilizamos o exemplo anterior, no caso de
divergências temos 3 tipos de observações a
fazer, sendo elas divergências regulares,
exageradas e ocultas. 
R E G U L A R
 Possível reversão, pois nos mostra uma perda
de força na tendência, o preço está apontando
para cima, porém a RSI teve uma quebra de
tendência.
61
E X A G E R A D A
Possível reversão, porém mais fácil de enxergar,
pois normalmente aparece em figuras de
reversão como Topo duplo e Fundo duplo.
O C U L T A
Possível continuação da tendência, áreas de
sobre compra ou sobre venda, com isso
podemos pensar em uma exaustão do preço.
 Sobre compra – 70
 Sobre venda – 30
 Normalmente quando o RSI rompe essas
regiões ele pode nos mostrar uma continuação
de tendência.
M É D I A S M Ó V E I S
 Médias móveis utilizamos da mesma forma do
RSI, na maioria das vezes para anteciparmos
entrada ou operar somente por ela (muito
arriscado).
 Com este indicador possuímos 3
configurações sendo uma Exponencial de 9,
uma Simples de 20 e outra simples de 200.
Onde as menores utilizamos para gatilho de
entrada e confluências e a de 200 serve mais
para termos uma noção da tendência do preço,
podemos utilizar ela também como uma forma
de suporte ou resistência.
 Um operacional que da para utilizar é pegar o
rompimento das média (não recomendo pois é
muito arriscado), e também o cruzamento das
médias
62
63
M É D I A S M Ó V E I S
 Conseguimos antecipar nossa entrada em dois
casos sendo eles cruzamento de médias, ou
quando a média vira a tendência.
 No exemplo abaixo, a média de 20 e a de 9 se
cruzaram e viraram a tendência, seria um ótimo
gatilho de antecipação de entrada, assim não
precisaríamos esperar o rompimento do
triangulo para fazer nossa entrada.
 OBS: o gatilho de entrada é na violação do
próximo candle após ter o cruzamento ou virada
de média.
T I P O S D E C A N D L E S
 Nós temos 3 tipos de candles: ignição, rejeição
e indecisão.
Indecisão – oferta e demanda está em
equilíbrio, ou seja, o preço fica subindo e
descendo na mesma intensidade. Neste
caso temos um doji, esse tipo de candle tem
pouca deslocação.
64
65
Rejeição – normalmente ele deixa sempre
um pavil para o lado onde temos uma região
forte, ele é ótimo para ter um gatilho de
entrada. Sempre é bom utiliza-lo observando
o volume, pois caso aconteça sem volume
pode ser apenas um pullback (oferta e
demanada supera a força).
Ignição – Corpo grande e muito spread,
normalmente aparece no início de uma
tendência (sempre vem com muito volume).
G A T I L H O S D E
E N T R A D A
 Nós tembém temos 3 tipos de gatilhos para
antecipação de entrada.
1, 2 ,3 de compra ou venda – procurar 3
candles em um possível topo ou fundo, e
eles tem que estar em um padrão em que o
candle do meio tem quer ter a maior
máxima, caso isso aconteça podemos
entrar na violação do candle 3.
66
67
Troca de polaridade – Quando aparece
candles muito grandes a gente utiliza a troca
de polaridade. Neste caso entramos na
violação do candle maior e sempre olhando o
volume, é basicamente a violação de um
engolfo.
Absorção – Candles que deixam muito pavis
e muito volume tendem a reverter,
basicamente utilizamos nosso conhecimento
de volume e procuramos divergências para a
entrada, pegamos sempre na violação do
candle de absorção.
68
Análise Institucional
 Na análise Institucional nós operamos de forma
mais inteligente sempre estudando em cima das
grandes instituições ou seja os BigPlayers.
 Neste operacional nós veremos Order Block, BOS,
CHOCH entre outros. São estratégias para
pensarmos como uma grande instituição e
sairmos por cima de algumas manipulações que
os outros operacionais não preveem. 
04
O F E R T A E D E M A N D A
Antes de inicar os conceitos da Análise
Institucional, primeiro é necessário entender o
que é a Oferta e Demanda no mercado e como
ela funciona.
69
D E M A N D A
A demanda nada mais é do que a compra de
algum ativo. Vamos utilizar seu carro como
exemplo, se você está vendendo ele e tem
muitas pessoas querendo comprar você acaba
aumentando o preço dele, dessa maneira
aumenta sua demanda. Dentro do gráfico
podemos interpretar esse exemplo como uma
tendência de alta onde tem um desequilibrio
entre a oferta e demanda onde a demanda
prevalece.
70
Já a oferta é o oposto da demanda, ou seja
quando possuímos uma tendência de baixa.
Neste cenário você está tentando vender seu
carro porém ninguém quer comprar, então você
faz diversaspromoções para tentar vender seu
carro. Dessa forma você cria diversas ofertas.
Neste cenário também temos um desequilíbrio
entre a oferta e demanda porém dessa vez a
oferta prevalece.
O F E R T A
E Q U I L I B R I O
Uma lateralização do preço demonstra um
equilibrio entre oferta e demanda, seja com
muitas pessoas comprando e muitas vendendo
na mesma quantidade como também serve para
quando temos pouca movimentação do ativo.
Sempre que você se deparar com uma
consolidação você está vendo um equilibrio do
preço.
B O S E C H O C H
 Uma quebra de estrutura é um conceito muito
importante no SMC (Smart Money Concept)
que se refere a quebra de uma máxima ou de
uma mínima e nos mostra uma continuação na
tendência do preço.
 Para exemplo, se o ativo estava lateral e entra
em uma tendência de alta, nós temos a
renovação de um topo, indicando para a gente
uma nova tendência, sabendo disso o indicado
é pegar operações que estão andando junto do
preço.
Sempre que temos uma renovação de topo ou
fundo, possuímos um BOS no topo ou fundo
anterior.
71
B O S ( B R E A K I N G O F S T R U C T U R E )
72
 O conceito de mudança de caráter se refere na
mudança de característica de uma tendência e
que indica uma potencial reversão no
movimento.
 Por exemplo, suponhamos que o ativo esteja
em uma tendência de alta, renovando todos os
seus topos, porém em um momento o preço vai
na direção contrária e rompe a base do nosso
BOS, neste momento presenciamos uma
possível reversão do preço com o CHOCH. Para
termos mais assertividade é interessante
observar em tempos menores para procurar
gatilhos de entrada, por exemplo, se vemos um
CHOCH acontecer em m15, podemos observar
gatilhos de entrada em m5 ou m1.
C H O C H ( C H A N G E O F
C H A R A C T E R )
I M B A L A N C E , F L I P E
F A I R V A L U E G A P
 É uma região de preço onde há ineficiência no
mercado e o movimento é unidirecional
(geralmente causado por grandes
instituições). Essas regiões são quase uma
regra absoluta de que o mercado irá fechar o
imbalancing futuramente, seja a longo prazo
ou não. Na maioria dos Order Blocks, há algum
imbalancing posteriormente.
73
I M B A L A N C E
74
 O Flip é uma movimentação que troca a
característica da tendência e depois retorna
para testar a região de oferta ou demanda. Por
exemplo, se há uma tendência de queda com
renovações de fundos, chega em um ponto onde
há o CHOCH válido, o preço retorna para uma
região de oferta ou demanda onde há um bom
gatilho de compra e assim, a tendência de queda
se transforma em uma tendência de alta.
Lembrando que a mudança de caráter não é um
flip, um flip ocorre após o CHOCH, mas também
pode haver inúmeros CHOCH's sem o Flip.
F L I P
75
Um FVG é uma região de ineficência do preço
onde possui muita liquidez, ele aparece após
uma reversão do preço e podemos utilizar ao
nosso favor para confirmar entradas e ter mais
fluidez na operação. Ele normalmente é
acompanhado de Imbalances, essa região é
muito forte pois sempre que temos um
desbalanceamento do preço o institucional
tende a voltar para preencher aquele vazio.
Para Identificar o seu FVG é bem simples, você
necessita de 3 candles, e o vazio que existe entre
o candle 1 e o 3 é o nosso Fair Value Gap. Essa
região acompanhada de um OrderBlock é tiro e
queda. O preço respeita demais se bem
contextualizado.
F A I R V A L U E G A P
C A P T U R A D E
L I Q U I D E Z
 A ideia de captura de liquidez é tirar o varejo
(nós que operamos com pouco capital) das
operações.
 Onde normalmente acontece? Em regiões de
Suporte e Resistencias, Topos e Fundos
Duplos, Linha de Tendências e 61.8 da
Fibonacci ( por isso utilizamos a 78.6 da
Fibonacci como uma região muito forte, pois
normalmente as instituições sempre
empurram o preço lá para tirar o varejo das
operações, pois sempre é ensinado que a 61.8
da Fibo é a região mais forte então sabendo
disso eles utilizam essa informação contra
nós). Toda região que for muito óbvia o
institucional tende a gerar liquidez.
76
77
 Suporte e Resistencia, Retângulo (figura) e
Linhas de Tendência são os locais onde mais
existe manipulação e captura de liquidez.
Normalmente vemos como um falso
rompimento ou falsa interpretação de que a
região foi rompida, pois era muito óbvio aquilo e
no fim acaba sendo liquidado e toma stop.
Exemplo na imagem:
C A P T U R A E M S U P O R T E E
R E S I S T Ê N C I A
78
 Fibonacci, onde o preço até travou na 61.8,
porém logo após tornou a cair para liquidar o
pessoal que entrou nessa retração e quando
chegou entre a 70.1 e 79.0 (nossa GOLDEN
ZONE) da Fibo o preço travou e voltou a subir.
C A P T U R A E M F I B O N A C C I
C A P T U R A E M T O P O E F U N D O
D U P L O
 Topo Duplo, nesse exemplo conseguimos ver
claramete um topo duplo, porém ele "rompeu" e
logo em seguida voltou stopando o pessoal que
entrou vendido no rompimento.
 Um Order Block nada mais é do que uma
região de contratos em aberto, normalmente
BigPlayers manipulam o gráfico fazendo
pumps e dumps para tirar o pessoal do varejo
das operações dessa forma ficam diversos
blocos de ordem em aberto no gráfico.
Nós possuimos no total 7 tipos de OrderBlock e
cada um tem uma característica diferente e
saber diferenciar muda completamente suas
operações.
As características de um OrderBlock sempre
será um candle na direção oposta da
movimentação principal.
T I P O S D E
O R D E R B L O C K S
79
80
Dentro dos 7 OrderBlocks possuimos as
seguintes caracteristicas:
Extreme OrderBlock
Fair Value OrderBlock
Propulsion OrderBlock
IFC - Institucional Funded Candle
Cluster
Breaker Block
Mitigation Block
Para validar qualquer tipo de OrderBlock você
necessita de pelo menos uma dessas coisas;
Imbalance, BOS ou CHOCH.
Para ter uma confluência ainda maior e mais
segura você pode utilizar a ferramenta de
volume profile para validar seu order block ou
se preferir encontrar a Golden Zone ou a região
de desconto do gráfico com a fibonnacci.
81
O Extreme OrderBlock é o bloco de ordens mais
conhecido e mais fácil de encontrar no gráfico.
Ele tem esse nome pois aparece nos extremos
do gráfico nos topos e fundos.
Para encontrar ele é bem simples, ele sempre irá
aparecer na base de um BOS.
E X T R E M E O R D E R B L O C K
82
 O Fair Value Order Block acontece quando
temos uma pausa no preço no meio de uma
tendência, por exemplo estamos em uma
tendência de alta onde possuimos apenas velas
verdes e no meio dessa movimentação aparece
uma vela vermelha e depois retorna as velas
verdes. Nesse ponto temos nosso Fair Value OB
sinalizando uma pausa no preço. Com isso fica
um bloco em aberto no meio da tendência a
diferênça do Fair Value para o Extreme OB é que
um aparece nos extremos topos e fundos e o
outro aparece no meio da movimentação.
F A I R V A L U E O R D E R B L O C K
83
 O Propulsion Orderblock também conhecido
como OrderBlock 2.0 é um bloco de ordens que
também aparece em topos e fundos no gráfico,
porém ele interage com outros blocos passados.
Dessa forma ele é um pouco mais forte que o
Extreme Orderblock pois ele tem o reforço do
bloco anterior.
P R O P U L S I O N O R D E R B L O C K
84
 A tradução de IFC é um candle financiado pelo
institucional, isso não quer dizer que os outros
também não sejam. Todos blocos de ordens são
criados por instituições. A diferença deste bloco
é que ele é responsável por capturar uma
liquidez assim como você pode ver na imagem
abaixo. Resumidamente o IFC é um movimento
de captura de liquidez que deixa pra gente um
bloco muito forte.
I F C - I N S T I T U C I O N A L
F U N D E D C A N D L E
85
O Cluster nada mais é do que uma região de
consolidação do preço, normalmente ele se
forma nos feriados e fins de semana onde não
há muita liquidez e o preço se consolida. Um
Cluster é um Bloco de Ordens olhando em
timeframes menores. Todo order block é um
Cluster na micro.
C L U S T E R
86
Nós temos um BreakerBlock quando o preço
rompe um orderblock. No Extreme Orderblock
precisamos de um BOS para confirmar nossa
entrada,já o Brakerblock nós precisamos de um
CHOCH para a validação. No exemplo você
consegue ver um Extreme Orderblock sendo
rompido e virando um Brakerblock e logo em
seguida o preço volta nele e respeita
confirmando nosso CHOCH e validando nosso
breakerblock.
B R E A K E R B L O C K
87
O Mitigation Block é normalmente confundido
com o Breaker Block porém ambos possuem
suas peculiaridades. No Breaker Block é
necessário a mudança de caráter para ele ser
válidado e no Mitigation Block não precisamos
dessa mudança de caráter.
M I T I G A T I O N B L O C K
 Um ponto de interesse é uma região no
gráfico que possui diversos rastros
institucionais gerando muito interesse dos
investidores no ativo. Encontrar um ponto de
interesse pode ser uma tarefa dificil, mas
seguindo o passo a passo que irei te passar
será facil para você.
Encontrar essas regiões é de extrema
importância para você ser lucrativo no
mercado pois você acha os melhores pontos de
entrada e mais seguros.
P O N T O D E
I N T E R E S S E
88
C O M O E N C O N T R A R U M P O I
Para encontrar seu Ponto de Interesse você
pode utilizar o checklist que utilizo para
validação. Ele é composto por 5 coisas;
Movimentação do preço/tedência, Zonas
Prêmio e Desconto, Rastro institucional,
Padrão e POC ou Goldenzone.
89
Movimentação do preço/ tendência: O
primeiro passo para encontrar um Ponto de
Interesse é saber a tendência que você está,
se é lateral, alta ou baixa. Podemos utilizar o
conceitos de Quebra de estrutura (BOS) para
identificar.
Zona Prêmio e Desconto: Após você
descobrir a tendência você precisa encontrar
a zona prêmio e desconto e para isso é bem
simples, utilize a região de 61% - 100% da
fibo para encontrar a região de desconto.
Essa região é de extrema importância pois
você evita de comprar um ativo muito caro.
Rastro Institucional: Para encontrar o rastro
institucional você precisa utilizar alguns
conceitos ensinados anteriormente. Procure
por CHOCH pois a maioria deles são criados
pelo institucional e após ele como
confirmação podemos procurar um
desbalanceamento do preço como por
exemplo um imbalance e um volume
institucional no preço.
Padrão: Após ter os outros 3 pontos em mãos
você precisa de um padrão que será seu
ponto de entrada, para isso você pode
utilizar um OrderBlock acompanhado de um
Fair Value Gap.
POC/Goldenzone: Para confirmar seu padrão
você pode utilizar a ferramenta de volume
profile ou a Goldenzone da sua Fibonnacci.
90
I D E N T I F I C A R A T E N D Ê N C I A
E Z O N A D E D E S C O N T O
R A S T R O I N S T I T U C I O N A L E
P A D R Ã O
Saber analizar macro e micro é de extrema
importância pois operar em um único
timeframe você sempre será refém das
manipulações institucionais e jamais atingirá a
consistência no mercado. Sempre que puder
brinque com o tempo gráfico e se familiarize
com eles.
Pense o seguinte: quando você vai comprar
um carro, você olha somente o exterior e
compra? Normalmente olhamos o motor,
manutenção, seu interior, o estado de
conservação e etc. Por que quando você vai
operar não faz o mesmo?
Analisar todo o contexto gráfico é muito
importante então defina alguns tempos
gráficos para você analisar;
Forex, mini indice e mini dolar - M2 (micro),
M15 (médio) e H1 (macro).
Cripto - M15 (micro), H1 (médio) e H4 (macro).
M A C R O E M I C R O
91
92
Em M5 possuimos
essa tendência de
alta.
V E J A C O M O É I M P O R T A N T E
A L I N H A R M A C R O E M I C R O
Em H4 a
tendência de alta
dos 5 minutos é
apenas este
candle verde.
93
Sempre se baseie na tendência macro pois ela
é dominante. Utilize a macro para fazer
análises e a micro para encontrar regiões de
entradas e gatilhos, dessa forma você sempre
terá um alvo muito grande e um stop bem
curtinho.
Um exemplo se você tem uma tendência de
alta na macro, jamais opere vendido na micro
pois o risco de ser stopado é muito grande.
94
Teoria de Mercado
 Na teoria de mercados, podemos utilizar a
sabedoria de grandes estudiosos que criaram e
comprovaram teorias eficazes para aplicar no
mercado financeiro. Entre elas, destacam-se a
teoria de Elliott e a teoria de Wyckoff, que são
muito úteis para entender e analisar os ciclos do
mercado. Ao compreender essas teorias, os
traders podem tomar decisões mais informadas e
estratégicas em relação a suas operações no
mercado.
05
T E O R I A D E D O W
 Charles Henry Dow (1851 -
1902) foi um influente
jornalista americano,
fundador do renomado
jornal econômico The Wall
Street Journal e da Dow
Jones Company.
95
 O jornalista também foi responsável, pela
criação do Dow Jones Industrial Average, o 2º
índice de mercado mais antigo dos EUA,
considerando a média das cotações das 30
maiores companhias de capital aberto
americanas. 
 Foi ele quem criou a primeira teoria de mercado
(teoria de Dow), é dela que vem a base para
podermos estudar a teoria de Elliot.
96
 Dentro desta teoria, nós possuímos 6
princípios, sendo eles: 
Os Índices descontam tudo – tudo que
acontece dentro do gráfico é reflexo do que
está acontecendo no dia a dia como o COVID,
Guerra entre a Ucrânia e Rússia e mudanças
de presidentes.
O mercado possui 3 tendências – Alta, baixa e
lateral, temos também as tendências
primária, secundária e terciária.
O volume deve acompanhar a tendência do
preço – O volume sempre é importante, pois
ele é a quantidade de negociações, sem
negociação não existe interesse no ativo.
A tendência continua válida até o momento
em que uma reversão se confirmar – Para
termos uma reversão possuímos os
seguintes ponto: Perda da Linha de
Tendência, rompimento das médias ou
mudança de característica.
Utiliza as cotações de fechamento para o
cálculo das médias – Seria a marcação no
meio dos pavios.
Os índices devem confirmar – ou seja, tudo
que acontece externamente o gráfico irá nos
mostrar, um Exemplo seria o FED, em que
sempre que é alterado a taxa de juros, acaba
refletindo dentro do gráfico
instantaneamente.
T E O R I A D E O N D A S
D E E L L I O T
 Ralph Nelson Elliot (1871-
1948) foi um contador
americano que desenvolveu
o Princípio das Ondas, um
estudo do comportamento
do mercado.
97
 Trata-se de um comportamento que ele pôde ver
nos gráficos dos ativos negociados na bolsa de
valores e que mostrou se repetir ao longo do
tempo.
 A teoria de Ondas de Elliott baseia-se na
experiência e observação do mercado, refletindo
o comportamento das massas. 
 Em outras palavras, Elliott propôs que os ciclos
do mercado eram respostas às reações dos
investidores aos fatores externos, fazendo o
mercado ir da euforia ao pânico.
98
I – Ciclo impulsivo: 5 ondas sendo ela 3
direcionais (1, 3 e 5) e 2 não (2 e 4) sempre
marcado por números.
II – Ciclo corretivo: 3 ondas de correção (A, B e C)
sempre marcado por letras.
III – Ciclo impulsivo + corretivo: Temos um ciclo
completo.
Para exemplo:
M O V I M E N T O S D A S O N D A S
99
 A ideia é que o mercado segue uma estrutura
fractal, ou seja, um padrão que se repete em
diferentes escalas, desde as menores até as
maiores. A análise fractal pode ser aplicada a
diferentes prazos, ajudando os traders a
identificar as tendências de longo prazo e os
movimentos mais curtos do mercado. Segue a
mesma ideia do principio de Dow, onde temos
tendencias primárias, secundárias e terciárias.
M O V I M E N T O S F R A C T A I S
100
 Primeiramente devemos saber que para cada
onda acontecer, tem que haver algum interesse
do lado externo no gráfico.
Onda 1 - É o início das ondas de Elliot, tem
seu inicio com grandes instituições
movimentando o ativo (quase impossível o
pessoal de varejo se posicionar neste ponto
pois necessita de várias informações
privilegiadas).
Onda 2 – Se inicia os testes das grandes
instituições, fazendo vendas parciais para o
preço corrigir e ver se o varejo está
interessado em começar a operar.
Onda 3 – Nessa Onda é onde o varejo começa
a se posicionar, na maior parte das vezes é a
maior onda, pois é onde mais gente se
posiciona na operação, seria o nosso
momento de euforia.
Onda 4 – Éonde começa a gerar liquidez,
normalmente é a onda mais difícil de operar,
pois tem muita manipulação. Por isso em
quase todos os casos a onda 4 é complexa.
Onda 5 – Nesse ponto os BigPlayers
começam a realizar lucro, pois já estão
posicionado desde o ponto inicial, e com isso
o varejo começa a perder pois após ela vem a
correção das ondas A, B e C.
E N T E N D E N D O C A D A O N D A S
101
 Nós possuímos 3 regras dentro da Teoria de
Elliot que jamais devem ser quebradas (caso
esteja divergindo, sua contagem de ondas
estará incorreta), sendo elas:
A onda 2 nunca ultrapassa o início da onda 1
pois sempre precisamos ter um pivô neste
ponto ( na abordagem moderna a onda 2 não
pode ser menor que 61% da onda 1).
A onda 3 nunca é a menor das ondas (caso
aconteça precisamos ver os movimentos
fractais).
A onda 4 nunca pode ultrapassar o território da
onda 1 (pode fazer um pullback mas nunca
ultrapassar).
R E G R A S ( J A M A I S D E V E M O S
Q U E B R A R )
102
 Nós possuímos 2 princípios, lembrando que
principio não é regra, e sim algo que
normalmente acontece:
Alternância – Este princípio nos diz que as
ondas tendem a ser complexas no caso das
ondas de correção (2 e 4) na maior parte das
vezes a onda 4 é a complexa, porém em
alguns casos aparece a onda 2 sendo como
complexa.
Equidade – Neste princípio diz que se a onda
3 for maior que a onda 1, a onda 5 tende a ter
o mesmo tamanho da onda 1. Com isso
podemos nos antecipar para procurar a
projeção da onda 5 e pegarmos uma
retração.
P R I N C Í P I O S ( N Ã O S Ã O
R E G R A S )
103
 É um movimento impulsivo que se destaca dos
demais devido a sua amplitude (movimento
rápido), uma dentre as 3 ondas de impulsão será
estendida (no máximo duas). Quando
possuímos ondas estendidas, podemos olhar os
fractais, pois normalmente no fractal também
terá extensões na mesma onda.
Onda 1 – Em alguns casos a Onda 1 se
estende.
Onda 3 - Quando a onda 3 se estende ela
tende a romper nosso canal, assim podemos
utilizar a progressão do preço para tentar
pegar a correção.
Onda 5 – Normalmente quando ela se
estende podemos utilizar a projeção de 161%
da Fibo ou os fractais menores para poder
antecipar a correção.
E X T E N S Õ E S
104
 Para projetar os alvos das ondas nós podemos
utilizar a projeção de Fibonacci, a retração de
Fibonacci e Canais.
Onda 2 – O alvo de onda 2 normalmente
utilizamos a retração de Fibonacci, pois ela
tende a tocar em 50% ou 61.8% da Fibonacci.
Onda 3 – A onda 3 tende a tocar na LT, porém
na maior parte dos casos ela rompe.
Podemos utilizar também a projeção de
Fibonacci na 61,8% e a 100% (este caso de
100% é o mais comum) quando a onda 1 for a
estendida, caso contrário nós utilizamos a
projeção de 161% da Fibonacci para
encontrar nosso alvo neste caso é quando a
onda 3 é a estendida.
Onda 4 – Para encontrar o seu alvo, nós
utilizamos a retração de Fibonacci da onda 2
até o final da onda 3, normalmente o preço
retrai em 38,2% e 50% (não é regra pois nem
sempre respeita). A onda 4 tende a ser a
onda complexa.
A L V O S C A R A C T E R I S T I C O S D E
I M P U L S Ã O
105
Onda 5 – A onda 5 na maior parte dos casos
tende a ter o mesmo tamanho da onda 1,
então podemos utilizar o tamanho da onda 1
como projeção, já o outro caso, é um pouco
mais raro pois acontece quando a onda 5 é a
onda estendida, para encontrarmos seu alvo
mós utilizamos a projeção da Fibonacci,
pegando o inicio da onda 1 até o final da
onda 3 e seu alvo tende a ser 161% da
Fibonacci. Podemos utilizar um Canal e
progressão do preço para encontrar seus
alvos também.
A L V O S C A R A C T E R I S T I C O S D E
I M P U L S Ã O
106
 As ondas corretivas de Elliot, podem varias
bastante de um caso para o outro, pois nas
ondas A e C podemos ter algumas variações, por
isso para ter uma assertividade muito grande é
essencial observar estas movimentações.
 A onda B sempre será formada por fractais de
A,B e C, já a onda A e C podem ser formadas por
ondas Impulsivas 1, 2, 3, 4 e 5 ou podem ser
formadas por ondas corretivas dem A, B e C. Por
Isso dentro da teoria de Elliot podemos ter
formações corretivas como 5-3-5 (5 impulsivas -
3 corretivas - 5 impulsivas), 3-3-3 (3 ondas
corretiva na A, B e C), 5-3-3 (5 impulsivas - 3
corretivas - 3 corretivas), 3-3-5 (3 corretivas - 3
corretivas - 5 impulsivas).
 Observe a imagem abaixo para exemplo e para
fácil entendimento.
T I P O S D E O N D A S
C O R R E T I V A S
107
 O triangulo muitas das vezes é formado por
ondas ABCDE que correspondem a ondas de
correção de Elliot que iremos ver mais adiante,
eles aparecem normalmente em ondas 2 e 4.As
ondas A, C e E são ondas de tendência, enquanto
as ondas B e D são ondas de correção.
 Dentro de um padrão triangular, as ondas de
correção B e D são formadas por ondas ABCDE.
A onda B é composta por três ondas menores,
rotuladas como a, b e c, que se movem em
direção à tendência predominante. A onda a é
uma correção na direção oposta à tendência
predominante, seguida por uma onda b que
corrige parcialmente a onda a. A onda c é a
terceira onda, que se move na direção oposta à
tendência predominante, mas não
necessariamente ultrapassa o ponto de partida
da onda a.
 A onda D é composta por duas ondas menores,
rotuladas como d e e, que se movem em direção
à tendência predominante. A onda d é
geralmente uma correção na direção da
tendência predominante, enquanto a onda e é
uma correção final que se move na direção
oposta à tendência predominante.
C O N T A G E M A B C D E D E N T R O
D E T R I A N G U L O
108
 Por fim, a onda E é uma onda de tendência final
que se move na direção oposta à tendência
predominante e que geralmente atinge o ponto
de partida da onda A.
 Em resumo, as ondas ABCDE dentro de um
padrão triangular são ondas de correção que
ocorrem dentro das ondas de correção B e D. A
onda B é composta por três ondas menores (a, b,
c), enquanto a onda D é composta por duas
ondas menores (d, e). As ondas ABC são ondas
de correção que se movem em direção oposta à
tendência predominante, enquanto as ondas DE
são ondas de correção que se movem em
direção à tendência predominante.
109
 As ondas complexas acontecem sempre dentro
de ondas corretivas de Elliot, e tem esse nome
pois são bem dificeis de operar quando
acontecem. Pelo fato de termos o principio da
alterância, isso nos ajuda na tomada de decisão,
mas para facilitar ainda mais irei mostrar os
tipos mais comuns de ondas complexas que
possuímos dentro da teoria, dentre os mais
conhecidos nós possuimos 6 tipos. Sendo eles
Triangular, Expansivo, Retangular, Cunha,
ABCDE e contagens AB x ABC...
T I P O S D E O N D A S
C O M P L E X A S
 Richard Demille Wyckoff foi um trader,
educador, investidor e empresário de enorme
sucesso. Considerado um dos 5 “Titãs da Análise
Técnica” juntamente com Charles Dow e outros,
Wyckoff se destaca pelo pioneirismo no estudo
do volume para a detecção das grandes
manipulações de mercado, pela criação dos
conceitos de acumulação e distribuição e
utilização de inovadoras técnicas de análise
gráfica que culminaram no desenvolvimento, por
exemplo, do gráfico de ponto e figura e
inúmeros indicadores de volume que são usados
até hoje por renomados traders e gestores de
fundos.
T E O R I A D E
W Y C K O F F
110
 Nesta teoria Wyckoff nos diz que os BigPlayers,
bancos e instituições (composite man ou
homem composto), possuem informações
privilegiadas.
 E com isso ele nos passou 3 leis, são elas: lei da
oferta e demanda (que vimos no suporte e
resistência), lei da causa e do efeito (veremos na
próxima página) e lei do esforço x resultado
(que vimos no volume).
 Na lei da causa e do efeito Wyckoff nos diz que
assim como a vida nós temos uma causa e
depois o efeito do que foi feito, no gráfico não é
muito diferente. Um exemplo disso é um gráfico
lateral por muito tempo, uma hora terá um
efeito muito grande, então se a causa é grande o
efeito também será. Para a causa e efeito nós
utilizamos alguns diagramas de Wyckoff, sendo
eles: Diagrama de acumulação e reacumulaçãoe
Diagrama de distribuição e redistribuição.
111
112
A acumulação de Wyckoff sugere um período de
consolidação após uma tendência de baixa.
Durante a acumulação, os participantes do
mercado estão comprando ativos
gradualmente, preparando-se para uma
possível inversão de tendência e uma nova fase
de alta. Esse processo é caracterizado por uma
faixa de negociação estreita e por padrões
específicos de preço que indicam a absorção da
oferta e a entrada da demanda. O objetivo final
da acumulação é estabelecer uma base sólida
para um movimento de alta subsequente.
A acumulação de Wyckoff costuma aparecer no
fim da onda 5 de Elliot.
A C U M U L A Ç Ã O
113
A reacumulação de Wyckoff sugere um período
em que uma ação está se consolidando após
uma tendência de alta anterior. Durante a
reacumulação, os participantes do mercado
estão acumulando novamente ativos,
preparando-se para uma possível nova fase de
valorização. Esse processo é caracterizado por
uma faixa de negociação estreita e por padrões
específicos de preço que indicam a absorção de
oferta e a entrada de demanda. O objetivo final
da reacumulação é estabelecer uma base sólida
para um movimento de alta subsequente.
A Re acumulação de Wyckoff costuma aparecer
nas ondas 2, 4 e B de Elliot.
R E A C U M U L A Ç Ã O
114
A distribuição de Wyckoff sugere um período de
consolidação após uma tendência de alta.
Durante a distribuição, os participantes do
mercado estão vendendo ativos gradualmente,
preparando-se para uma possível inversão de
tendência e uma nova fase de baixa. Esse
processo é caracterizado por uma faixa de
negociação estreita e por padrões específicos de
preço que indicam a absorção da demanda e a
entrada da oferta. O objetivo final da
distribuição é estabelecer uma base para um
movimento de baixa subsequente.
A acumulação de Wyckoff costuma aparecer no
fim da onda 5 de Elliot.
D I S T R I B U I Ç Ã O
115
A redistribuição de Wyckoff indica um período
de consolidação após uma tendência de baixa.
Durante esse processo, os participantes do
mercado estão distribuindo ativos para aqueles
que ainda estão comprando, preparando-se
para uma possível nova fase de desvalorização.
A redistribuição é caracterizada por uma faixa
de negociação estreita, com padrões específicos
de preço que sugerem a absorção da demanda e
entrada da oferta. O objetivo final da
redistribuição é estabelecer uma base para um
movimento ed baixa subsequente.
A Re distribuição de Wyckoff costuma aparecer
nas ondas 2, 4 e B de Elliot.
R E D I S T R I B U I Ç Ã O
116
PS - Ponto de parada (preliminar suporte)
onde os manipuladores tentam frear a
queda.
SC – Série clímax, nesse momento estamos
no ápice do pânico varejista, assim os
BigPlayers aproveitam para comprar, neste
ponto possuímos muitos pavios.
AR – Automatic Rally, Após isso o preço
começa a lateralizar, onde os varejistas
operam em suporte e resistência.
ST – Secondary test.
Spring – Movimento de captura de liquidez (
para stopar o pessoal varejista que estava
operando no AR)(Onde fica nosso POI).
TEST – Momento que começam a testar para
ver se capturou todo mundo (normalmente
testa o orderblock)
SOS – Onde vem a impulsão
F A S E S D E M E R C A D O E M U M A
A C U M U L A Ç Ã O
117
Declínio Preliminar:
Após uma tendência de baixa, ocorre uma queda
inicial no preço, indicando que a fase de
acumulação anterior está concluída.
Preliminar de Compra (SOS - Sign of Strength):
Uma recuperação notável ocorre, mostrando que
a demanda está superando a oferta. Isso é muitas
vezes acompanhado por um aumento no volume.
Movimento de Teste:
O preço retesta a baixa anterior, mas sem uma
queda significativa no volume. Isso sugere que a
oferta está sendo absorvida.
Acumulação Interna:
O preço permanece em uma faixa estreita,
indicando uma acumulação interna, com pouca
variação de preço e volume diminuído.
SOS:
Outro movimento de força ocorre, mostrando
que a demanda continua a crescer. Este é um
sinal de que a acumulação está se transformando
em uma fase de avanço.
Movimento de Teste Final (LPS - Last Point of
Support):
O preço faz um último teste, mas, novamente,
sem uma queda significativa no volume. Este
movimento testa a resistência da oferta restante.
Rompimento:
O preço rompe a faixa de acumulação,
confirmando a mudança de fase e sinalizando o
início potencial de uma nova tendência de alta.
F A S E S D E M E R C A D O E M U M A
R E A C U M U L A Ç Ã O
118
PSY – mesma ideia do ponto de parada onde
os manipuladores tentam frear a alta.
BC – Buying clímax, mesma ideia do Serie
clímax.
AR – Automatic Rally.
ST – Secondary test.
UTAD – O oposto da acumulação do Spring
(onde fica nosso POI).
LPSY – Mesma ideia do TEST(normalmente
testa o order block)
SOW – Onde vem a impulsão de queda.
F A S E S D E M E R C A D O E M U M A
D I S T R I B U I Ç Ã O
119
Rally Preliminar (Upthrust):
Após uma tendência de alta, ocorre um
movimento ascendente inicial, muitas vezes
seguido por uma reversão rápida (Upthrust),
mostrando fraqueza.
Movimento de Teste (Last Point of Supply - LPS):
O preço testa novamente a alta anterior, mas sem
sucesso em ultrapassá-la, indicando resistência
da oferta.
Fase de Distribuição:
O preço entra em uma faixa de negociação, com
movimentos laterais e volumes diminuídos,
sugerindo que a oferta está equilibrando a
demanda.
Último Movimento de Teste (LPSY - Last Point of
Supply):
Um último teste é realizado, onde o preço tenta
ultrapassar a alta anterior, mas não consegue.
Isso reforça a presença da oferta.
Declínio Preliminar (Sign of Weakness - SOW):
O preço começa a cair, indicando uma fraqueza
crescente e a provável mudança para uma
tendência de baixa.
Movimento de Teste Final:
Um teste final ocorre, mas o preço não consegue
se recuperar significativamente, confirmando a
pressão de venda.
Declínio Confirmado:
O preço quebra a faixa de distribuição,
confirmando a mudança para uma fase de baixa e
sinalizando o início potencial de uma nova
tendência descendente.
F A S E S D E M E R C A D O E M U M A
R E D I S T R I B U I Ç Ã O
120
Operar na Prática
 Neste capitulo você irá aprender tudo que te
ensinei até o momento de forma prática dentro do
gráfico. Desta forma você fica preparado para o
mercado e não é pego de surpresa. Irei te mostrar
como como alinhar conhecimentos como figuras
gráficas com SMC, contagens fractais de Elliot,
Wyckoff na prática, e muito mais.
06
 Como sempre digo, operar em figuras gráficas é
muito arriscado pois você corre o risco de virar a
liquidez junto do varejo. Porém se você
contextualizar e não seguir somente o price
action da para tirar proveito das figuras. Em
primeiro lugar é importante que você saiba que a
base do seu operacional sempre será o SMC e
que as ferramentas técnicas e análise gráfica é
somente um suporte para a tomada de decisão.
Sempre que for operar dentro de uma figura se
atente na seguinte coisa, observe se dentro da
figura você encontra gatilhos como OrderBlocks,
Fair Value Gaps e CHOCH`s.
C O M O O P E R A R
P A D R Õ E S G R Á F I C O S
D E F O R M A S E G U R A
121
122
Aqui temos uma bandeira, o pessoal do Price Action
teria feito a entrada somente no rompimento da
figura. Se utilizarmos os contextos institucionais nós
conseguimos entrar bem antes dentro do
OrderBlock, com um stop bem menor e um alvo bem
maior. Essa é uma forma bem mais segura de operar
figuras gráficas.
V E J A E S T E E X E M P L O
A N Á L I S E B A S E A D A
E M S M C
123
Observando no Timeframe de H1 nós possuimos este
cenário onde o preço fez a renovação de máxima
confirmando um BOS para a gente nos indicando
uma tendência de alta. Sabendo disso iremos nos
preparar para uma ordem comprada.
124
Observando o nosso OrderBlock macro no
timeframe de M5 nós temos esse belissimo gatilho
de entrada onde tinhamos renovações de minimas e
em seguida o preço fez um CHOCH deixando para
gente um FVG e um Fair Value OrderBlock. Na
mitigação da nossa região de entrada ainda tivemos
uma captura de liquidez nos dando indicio

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