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a) O Auditor Interno não pode ser responsabilizado. b) A omissão de informações nos pareceres de auditoria, ainda que dolosa, não pode gerar responsabilização. c) A ocorrência de informação incorreta no parecer do Auditor, mesmo que gere prejuízos à entidade auditada ou a terceiros, não enseja responsabilidade. d) Tendo se valido adequadamente das técnicas de auditoria, o Auditor Externo não pode ser responsabilizado pela ocorrência de fraudes e erros não detectados em seus trabalhos. e) A utilização de serviços contábeis de um Auditor Interno pelo Auditor Independente isenta este último de qualquer responsabilidade sobre os resultados dos trabalhos. 91. (ESAF / Pref.Rio-RJ - 2010) A respeito do uso de especialista de outra área em auditoria, é correto afirmar, exceto: a) na avaliação do trabalho do especialista, não cabe ao auditor revisar ou testar a fonte de dados utilizada. b) na emissão de parecer sem ressalva, o auditor não pode fazer referência ao trabalho de especialista no seu parecer. c) a certificação profissional, licença ou registro em órgão de classe é um dos elementos de verificação da competência do especialista. d) a responsabilidade, quanto à qualidade e propriedade das premissas e métodos utilizados, é do especialista e não do auditor. e) É atribuição do auditor obter evidência adequada de que o alcance do trabalho do especialista é suficiente para os fins da auditoria. 92. (ESAF / SEFAZ-CE - 2007) Quando da utilização de serviços de especialista, não há responsabilidade do auditor a) em confirmar se o especialista é habilitado. b) em questionar a capacidade do especialista, desde que habilitado. c) quando o especialista for funcionário da empresa auditada. d) se o especialista for independente e não possuir vínculo com a empresa. e) em divulgar o fato em parecer sem ressalva. 93. (ESAF / AFRFB - 2014) O auditor independente, ao utilizar o trabalho específico dos auditores internos, deve: a) ressalvar que o trabalho foi efetuado pelos auditores internos e a responsabilidade é limitada, registrando que a empresa tem conhecimento da decisão por utilizar estes trabalhos. b) incluir, na documentação de auditoria, as conclusões atingidas relacionadas com a avaliação da adequação do trabalho dos auditores internos e os procedimentos de auditoria por ele executados sobre a conformidade dos trabalhos. c) restringir a utilização a trabalhos operacionais, de elaboração de cálculos e descrição de processos que não ofereçam riscos ao processo de auditoria, visto que a responsabilidade é limitada sobre eles. d) dividir as responsabilidades com a administração da empresa auditada, restringindo seus trabalhos ao limite da auditoria realizada e à documentação produzida pelos seus trabalhos. e) assumir a qualidade dos trabalhos da auditoria interna, incluindo em seus papéis de trabalho como documentação suporte e comprobatória. 94. (ESAF / CGU - 2006) Os papéis de trabalho são o conjunto de documentos e apontamentos com informações e provas coligidas pelo auditor e que constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião. Indique, entre as seguintes afirmativas, aquela que não se aplica aos papéis de trabalho. a) Devem ser conservados em boa guarda pelo período de cinco anos a partir da data da emissão do parecer a que serviram de fundamento. b) Devem conter informações relativas ao planejamento da auditoria. c) Quando podem ser utilizados por mais de um período, são classificados como 'permanentes'. d) Arquivos mantidos em meios ópticos ou magnéticos não podem ser classificados como papéis de trabalho. e) Podem ser padronizados ou não. 95. (ESAF / CGU - 2006) Segundo as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis, o auditor deve adotar procedimentos apropriados para manter a custódia dos papéis de trabalho a) pelo prazo de cinco anos, a partir da data de emissão do seu parecer. b) pelo prazo de três anos, a partir da data de emissão do seu parecer. c) pelo prazo de cinco anos, a partir da data de finalização da auditoria. d) pelo prazo de três anos, a partir da data de finalização da auditoria. e) pelo prazo de dois anos, a partir da data de finalização da auditoria. 96. (ESAF / CVM - 2010) Uma adequada compreensão sobre o uso da tecnologia da informação na elaboração dos papéis de trabalho permite concluir, acertadamente, que: a) a auditoria sem papel (ou paperless) consiste em um novo conceito de auditoria, rompendo com todos os aspectos inerentes à auditoria tradicional. b) todos os objetivos e atributos relativos aos papéis de trabalho tradicionais permanecem válidos nos registros das auditorias automatizadas. c) por não serem considerados fonte primária, os dados arquivados por meio de scanner não podem ser utilizados como papéis de trabalho. d) apenas profissionais com formação específica podem auditar papéis de trabalho obtidos por meio de transferência eletrônica de dados. e) as informações obtidas em meio magnético serão consideradas válidas apenas depois de impressas e autenticadas em cartório. 97. (ESAF / CVM - 2010) Na elaboração da documentação de auditoria (Papéis de Trabalho), no que se refere à forma, ao conteúdo e a extensão, o auditor deve levar em conta os seguintes fatores, exceto: a) importância da evidência de auditoria obtida. b) tamanho e complexidade da entidade auditada. c) riscos identificados de distorções relevantes nas demonstrações contábeis. d) natureza dos procedimentos de auditoria a serem executados. e) volume dos recursos das transações auditadas. 98. (ESAF / SEFAZ-SP - 2009) Compostos pela documentação preparada pelo auditor ou a ele fornecida na execução da auditoria, os papéis de trabalho possuem as seguintes características, exceto: a) sua disponibilização a terceiros é permitida, desde que formalmente autorizada pela entidade auditada. b) sua confidencialidade é dever permanente do auditor. c) apenas abrigam informações em papel, sendo vedadas as evidências obtidas por meios eletrônicos. d) devem ser mantidos sob a custódia do auditor por um prazo de cinco anos, a partir da data de emissão do parecer. Gabarito Administração Pública 91. (ESAF / Pref.Rio-RJ - 2010) A respeito do uso de especialista de outra área em auditoria, é correto afirmar, exceto: 92. (ESAF / SEFAZ-CE - 2007) Quando da utilização de serviços de especialista, não há responsabilidade do auditor 93. (ESAF / AFRFB - 2014) O auditor independente, ao utilizar o trabalho específico dos auditores internos, deve: 94. (ESAF / CGU - 2006) Os papéis de trabalho são o conjunto de documentos e apontamentos com informações e provas coligidas pelo auditor e que constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião. Indique, entre as seguintes afi... 95. (ESAF / CGU - 2006) Segundo as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis, o auditor deve adotar procedimentos apropriados para manter a custódia dos papéis de trabalho 96. (ESAF / CVM - 2010) Uma adequada compreensão sobre o uso da tecnologia da informação na elaboração dos papéis de trabalho permite concluir, acertadamente, que: 97. (ESAF / CVM - 2010) Na elaboração da documentação de auditoria (Papéis de Trabalho), no que se refere à forma, ao conteúdo e a extensão, o auditor deve levar em conta os seguintes fatores, exceto: 98. (ESAF / SEFAZ-SP - 2009) Compostos pela documentação preparada pelo auditor ou a ele fornecida na execução da auditoria, os papéis de trabalho possuem as seguintes características, exceto: