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Tratando-se de ação ajuizada por brasileiro, domiciliado e residente no Brasil, pleiteando reconhecimento de união estável aqui iniciada e mantida em face de sua companheira, também brasileira e aqui domiciliada e residente, não há dúvidas de que a autoridade judiciária tem jurisdição para apreciar O pedido. Tribunal de HAIA Estrangeira ONU Corte interamericana Brasileira