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12/11/2024 1 Tromboembolismo pulmonar Prof. Rogério Oliva Carvalho Embolia Pulmonar Trombo venoso profundo Embolia gordurosa - gorduras, associadas a fratura ou manipulação cirúrgica de ossos longos. Embolia Séptica - podem estar associados a processos infecciosos de vasos ou órgãos Embolia Amniótica - líquido amniótico ou debris fetais, associados ao parto ou trabalho de parto. Tromboembolia pulmonar Trombo venoso profundo Veias pélvicas, poplíteas, femorais comum e superficial. 90% casos Tromboembolia pulmonar Tríade de Virchow Trombo venoso profundo Fatores de Risco da TEP Fisiopatologia • Dilatação ventricular direita; • Redução da pré-carga para o VE; • Lesão miocárdica. resistência vascular pressão arterial pulmonar 12/11/2024 2 Hipoxemia Fisiopatologia Espaço morto Fisiopatologia Diagnóstico Sinais e Sintomas TVP – trombo venoso profundo Diagnóstico Dímero D (fibrinólise) Diagnóstico • Biomarcadores Alto valor preditivo negativo Baixo valor preditivo positivo (associado a qualquer coagulação) Troponinas T e I (cTnT e cTnI) peptídeo natriurético cerebral (BNP) Aumenta com lesão cardíaca Aumenta com distensão de câmaras cardíacas • RX tórax- derrame pleural, atelectasia e eventração diafragmática Diagnóstico Exames 12/11/2024 3 • Ultrassonografia Diagnóstico Exames Membros inferiores Torácica Angiografia por Tomografia computadorizada TVP TEP Confirmatório • Cintilografia de ventilação-perfusão (cintilo V/Q) Diagnóstico Exames Critério de Pioped Normal Baixa probabilidade Intermediária (não diagnóstica) Alta probabilidade de TEP • Tomografia helicoidal do tórax • Ultrassom doppler venoso dos membros • Ecocardiograma doppler colorido Diagnóstico Exames • Angiografia Pulmonar Pesquisa de Trombose Confirmatório TEP Diagnóstico Tratamento Segundo as diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia para o tratamento da embolia pulmonar, os pacientes também podem ser classificados: 1. Alto risco (choque ou hipotensão) – administrar fibrinolíticos. 2a. Moderado-alto risco (ausência hipotensão, porém há disfunção VD e aumento troponina/ BNP) – administrar fibrinolíticos. 2b. Moderado-baixo risco (ausência hipotensão, porém associada a somente um dos seguintes: disfunção isolada VD ou aumento isolado troponina/BNP ou ambos negativos) – administrar heparina, anticoagulação oral. 3. Baixo risco – administrar heparina, anticoagulação oral. Alguns pacientes necessitam de assistência ventilatória, drogas vosoativas e expansores volêmicos. O rápido restabelecimento da perfusão pulmonar deve ser prioritária. 12/11/2024 4 Referências • BARUZZI et al. Atualização Do Diagnóstico E Tratamento Do Tromboembolismo Pulmonar. Rev Soc Cardiol Estado de São Paulo. 26(1):46-55, 2016 • VOLPE GJ, Joaquim LF, Dias LBA, Menezes MB, Moriguti JC. Tromboembolismo pulmonar. Medicina (Ribeirão Preto). 43(3):258-71. 2023 Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/183 • MARQUES LJ. Tromboembolismo pulmonar. Medicina, Ribeirão Preto, 31: 257-265, abr./jun. 1998.