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103 -Segundo a Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS 01/2002 –, a responsabilidade do Ministério da Saúde sobre a política de alta complexidade se traduz, entre outras, nas seguintes atribuições, EXCETO: (A) definição de normas nacionais; (B) definição de incorporação dos procedimentos a serem ofertados à população pelo Sistema Único da Saúde; (C) transferência para os Estados da definição do elenco de procedimentos de alta complexidade; (D) controle do cadastro nacional de prestadores de serviços; (E) formulação de mecanismos voltados à melhoria da qualidade dos serviços prestados. 104 - A Norma Operacional Básica do (SUS) – NOB/96 identifica quatro papéis básicos do gestor federal, EXCETO: (A) exercer a gestão do SUS, no âmbito nacional; (B) promover as condições e incentivar o gestor estadual com vistas ao desenvolvimento dos sistemas municipais, de modo a conformar o SUS-Estadual; (C) fomentar a harmonização, a integração e a modernização dos sistemas estaduais compondo, assim, o SUS-Nacional; (D) centralizar todas as ações de saúde no âmbito nacional; (E) exercer as funções de normalização e de coordenação no que se refere à gestão nacional do SUS. 105 - É uma instância colegiada do Sistema Único de Saúde: (A) Ministério da Saúde; (B) Fundo Municipal de Saúde; (C) Conferência de Saúde; (D) Secretaria de Assistência à Saúde; (E) Secretaria de Vigilância à Saúde. 106 - Segundo a Lei nº 8142/90, que dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do (SUS), a Conferência de Saúde deve reunir-se a cada: (A) um ano; (B) dois anos; (C) três anos; (D) quatro anos; (E) cinco anos. 107 - A realização das funções de controle e avaliação em saúde devem ser feitas: (A) pela Presidência da República; (B) por todos os níveis do sistema de saúde; (C) pelo órgão específico do Ministério da Saúde; (D) pelos governos estaduais; (E) pelos conselhos comunitários.