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Sistema de Ensino Presencial Conectado
Superior em tecnologia em gestão pública
SUELEN MATOS SANTOS
OS IMPACTOS DA PANDEMIA NA GESTÃO PÚBLICA E NA ECONOMIA
Rondonópolis
2022
SUELEN MATOS SANTOS
OS IMPACTOS DA PANDEMIA NA GESTÃO PÚBLICA E NA ECONOMIA
Trabalho de Tecnologia em Gestão Pública apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na disciplina de Direito Público, Desenvolvimento Econômico, Licitação, Contratos e Terceirização, Planejamento Urbano e Ambiental e Tecnologia da Informação da Gestão Pública.
Orientador (a): Prof (a). Celso Alexandre
Suelen Matos Santos
Rondonópolis
2022
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	4
2	DESENVOLVIMENTO	5
2.1	ETAPA 1 – DIREITO PÚBLICO	5
2.2	ETAPA 2 – LICITAÇÃO, CONTRATOS E TERCEIRIZAÇÃO	6
2.3	ETAPA 3 – PLANEJAMENTO URBANO E AMBIENTAL ...............................8
2.4	ETAPA 4 – DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO	10
3	CONCLUSÃO	13
REFERÊNCIAS	14
	
INTRODUÇÃO
A Pandemia da COVID-19 que surgiu na cidade de Wuhan na China no final do ano de 2019, impactou todos os setores da atual sociedade, dentre eles, educação, segurança, saúde e economia. Esse evento de magnitude mundial, levou as autoridades de saúde a tomarem medidas impactantes, dentre elas o uso de mascaras respiratórias, o isolamento social e até mesmo o fechamento de comércios e repartições públicas e privadas. Tudo isso no sentido de conter a contaminação pelo novo vírus.
Para tanto, o presente estudo trata-se de um levantamento bibliográfico realizado em fontes advindas principalmente na internet que busca fomentar principalmente a pesquisa. A temática gira em torno dos impactos da Pandemia na Gestão Pública e na Economia. A relevância desta temática está voltada a importância da gestão pública no desenvolvimento de uma nação, sobretudo em relação a proteção à saúde em termos de pandemia, o que levou ao óbito de vários cidadãos brasileiros. Por tanto, é de fundamental interesse que seja estudada a atuação da gestão pública nesse período tão difícil. 
Sendo assim, a fundamentação e coerência da pesquisa, giram em torno de analises a assuntos pertinentes das competências dos Estados e Municípios; das alterações referentes aos processos licitatórios; debates acerca da falta de saneamento básico para a prevenção e realização das medidas de higienização; e também o impacto da alta inflação dessa fase de pandemia. 
Nessa vertente, este estudo busca apresentar de forma clara, como a pandemia está relacionada com a Gestão Pública e os efeitos da pandemia na economia do pais. Ao longo das linhas posteriores há destaque também para a importância de uma boa Gestão Pública que sempre busca incentivar programas e projetos voltados ao saneamento básico, uma das necessidades primordiais da sociedade atual e futura. 
DESENVOLVIMENTO
ETAPA 1 – DIREITO PÚBLICO
Com o advento da Pandemia da COVID-19, todos os setores da sociedade contemporânea sofreram alguns impactos, levando a adoção de medidas restritivas no sentindo de conter a contaminação da doença. Isso levou as entidades federativas a aplicarem algumas jurisdições que englobaram estados e municípios a adotarem diversas medidas de segurança embasadas na LEI 13.979/2020. 
Para tanto, o Governo e o Estado, ficaram incumbidos de tomar medidas no sentido de reduzir os impactos da Pandemia nas unidades federativas. Além de possuírem competência concorrente acerca da legislação da saúde pública. Isso permitiu aos estados e os municípios realizarem suas próprias adequações em cima da LEI geral.
Quando se discorre sobre o termo concorrente, é importante mencionar que isso significa que tanto a União quanto as unidades federativas, podem tomar suas próprias decisões no que diz respeito a saúde pública. No entanto, a União não pode intervir na autonomia dos estados e municípios, como no exposto na decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), acerca da não interferência do Governo Federal quanto os procedimentos e paradigmas de isolamento social em cada entidade.
Corroborando Coelho (2022, p. 01), acrescenta:
A corte reconheceu a gravidade da emergência causada pela Pandemia da COVID-19 e concluiu que não há fundamento constitucional que ampare qualquer iniciativa do Executivo Federal em desautorizar medidas sanitárias adotadas pelos Estrados e Municípios (COELHO, 2022, p. 01). 
Sendo assim, pode-se interpretar que as entidades municipais, estaduais e federais, possuíam e possuem livre arbitro para realizar suas adequações especificas, levando em consideração suas abrangências territoriais. O importante e considerado essencial seria a proteção dos cidadãos em relação a não contaminação pela COVID-19.
É importante mencionar que um dos grandes aliados dos estados e dos municípios quando se refere as orientações legais no combate a COVID-19, foi e ainda é o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). Através do portal digital da instituição, as secretarias municipais e estaduais podem acessar as orientações legais para o enfrentamento da doença.
ETAPA 2 – LICITAÇÃO, CONTRATOS E TERCEIRIZAÇÃO
Antes de se adentrar a temática, se faz importante classificar cada termo de forma separada.
I. Licitação[footnoteRef:1]: compreendida como sendo um certame que as entidades governamentais devem promover no sentido de abrir disputa entre as partes interessadas em travar determinadas relações de conteúdo patrimonial, para escolher a proposta mais vantajosa às conveniências públicas; [1: Disponível em: https://moniquecost.jusbrasil.com.br/artigos/553156132/licitacao-e-contratos-administrativos-na-gestao-publica. Acesso em 12 de out. de 2022.] 
II. Contrato[footnoteRef:2]: considerado um firmamento jurídico que envolve a vontade consensual de duas partes (bilateral) ou mais (plurilateral) sobre um mesmo objeto, criando, modificando ou extinguindo direitos e obrigações; [2: Disponível em: encurtador.com.br/imzJ3. Acesso em 12 de out. de 2022.] 
III. Terceirização[footnoteRef:3]: uma forma de organização estrutural que permite a uma empresa privada ou governamental a transferir a outras organizações suas atividades. [3: Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiriza%C3%A7%C3%A3o. Acesso em 12. De out. de 2022.] 
Figura-1. Ebook Benedicto de Tolosa Filho.
Fonte: Juruá editora. Disponível em: https://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=28499.
O Ebook acima, é recomendado para quem pretende aprofundar os conhecimentos em licitações, contratos e convênios terceirizados. Um estudo realizado por Benedicto de Tolosa Filho que traz ao público leitor a análise de legislação e jurisprudência tanto para o setor público como para o setor privado.
Como visto anteriormente, a Pandemia da COVID-19 alterou de forma brusca as atividades nas mais variadas áreas. O que ocasionou a adoção de várias medidas. No setor público não foi diferente. No espaço licitatório, aconteceu mudanças principalmente nos processos de licitação em casos de compra de vacinas e mídias de comunicação.
Um dos principais pontos de destaque foi a promulgação da LEI nº 14.124 de 10 de março de 2021. LEI que dispõe sobre os processos em torno das medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas e de insumos e à contratação de bens e serviços de logística, de tecnologia da informação e comunicação [...] destinados à vacinação contra a COVID-19. Brasil (2021) art.1.
Um dos destaques inclusos na LEI, concede a permissão para a administração pública realizar contratos em que a licitação possui caráter não obrigatório. Entende-se isso como medida urgente. Lembrando que isso só seria possível para a compra de vacinas e insumos a serem utilizados na campanha de vacinação contra a COVID-19, Brasil (2021). A LEI n° 14.124, supracitada anteriormente, também cita que outros serviços em conjunto com as campanhas de vacinação, tais como os de tecnologias da informação, também precisam de licitação. Brasil (2021), art.2.No entanto, é importante mencionar que fica sobre responsabilidade do poder público, sendo ele municipal ou estadual, a comprovação de determinados requisitos para garantir a não obrigatoriedade da licitação, destacando-se, que o contrato necessita ser decorrente da situação de caráter emergente ocasionada pela COVID-19. Mesmo assim, os contratos advindos da situação de calamidade pública, devem seguir determinadas regras, como por exemplo, passar por processos administrativos relacionados aos detalhes técnicos da escola da contratação, assim como a justificativa do valor do produto ou serviço a ser comprado/prestado, Brasil (2021). Observa-se, que mesmo o período sendo de grande conturbação decorrente da Pandemia, não se pode deixar de seguir certos parâmetros administrativos.
 
ETAPA 3 – PLANEJAMENTO URBANO E AMBIENTAL
Sobre o planejamento urbano[footnoteRef:4]: considera-se como sendo, um conceito ou conjunto de conceitos que lidam com o processo de criação e desenvolvimento de programas e serviços que visam a melhorar a qualidade de vida da população de áreas urbanas. [4: Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Planejamento_urbano. Acesso em 13 de out. de 2022.
] 
O planejamento ambiental[footnoteRef:5]: uni conceitos de diversas áreas do conhecimento com o intuito de criar laços com ações que visam atingir metas e objetivos de caráter ambiental. Geralmente são desenvolvidos projetos de conservação de rios, florestas, mananciais, animais dentre outros recursos naturais. [5: Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Planejamento_ambiental. Acesso em 13 de out. de 2022.] 
Sabe-se que as doenças não distinguem raça, idade ou sexo, e que sua difusão em um meio urbano mais concentrado acontece de forma rápida, e algumas vezes dizimadora. Hoje com a modernização do deslocamento isso acontece de forma muito mais acelerada entre as nações.
Para Vasques e Santos (2021), a COVID-19 adentrou em nosso pais por meio das camadas mais ricas da sociedade. No entanto, a contaminação aconteceu de forma mais acelerada nas camadas mais pobres, principalmente em favelas e periferias. Para os autores citados, isso aconteceu devido a baixa assistência em infraestrutura urbana e saneamento básico. Essas são consideradas grandes vertentes que define os povos de uma determinada região.
Ainda segundo Vasques e Santos (2021), no Brasil um dos grandes contribuintes para a disseminação no Coronavírus é considerado a falta de saneamento básico. A ausência de saneamento básico adequado fez com que acontecesse uma maior disseminação do vírus, decorrentes das complexidades em seguir as medidas necessárias. Por aqui a doença encontrou em sua maioria uma população pobre e sem instrução, sem condições de se higienizar contra a doença de forma rápida. Sendo que essas medidas, de higiene fazem com que se reduza as possibilidades de contágio. Outra vertente também considerada negativa foi o grande aglomerado de pessoas em hospitais e postos de saúde em busca de medicamentos, equipamento de proteção e orientações.
No que diz respeito ao saneamento básico no Brasil, Machado (2020) destaca que mais de 10,5 milhões de domicílios não possuem rede de distribuição de agua tratada. Em uma situação Pandêmica como uma população poderia lavar as mãos para reduzir as chances do contagio pela COVID-19? 
Em cima disso Vasques e Santos (2021, p. 887-888) discorrem:
Um elemento estrutural merece destaque, qual seja, a disponibilidade de infraestrutura urbana, principalmente, de saneamento básico. Territórios, notadamente, ocupados por aglomerados subnormais, são mais vulneráveis à disseminação do vírus, seja por conta de sua alta densidade demográfica, sela pela impossibilidade econômica de seus habitantes cumprirem as medidas de isolamento social – sem suporte público (VASQUES e SANTOS, 2021, p. 887-888).
O saneamento básico dentro da sociedade é um requisito essencial para a saúde da população, sem falar na influência na qualidade de vida e no desenvolvimento local. 
Figura-2. Falta de saneamento básico.
Fonte: EOS. https://www.eosconsultores.com.br/a-importancia-do-saneamento-basico-para-a-sociedade/.
Infelizmente as medidas de implantação de saneamento básico no Brasil andam a passos lentos. Principalmente nas periferias do pais, onde vivem os menos favorecidos e esquecidos pelo poder público. Lembrando que é dever dos governos, principalmente o governo federal de impulsionar as políticas voltadas a universalização desses projetos, tornando-os uma realidade em serviços. 
ETAPA 4 – DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
Inflação: é uma termologia utilizada principalmente por economista para designar o aumento geral dos preços na sociedade. Ela representa o aumento do custo de vida para o consumidor e para as organizações, resultante da elevação do preço dos produtos e da desvalorização da moeda corrente, Pena (2022). É importante mencionar também, que a alta na inflação além de comprometer os valos dos materiais, também atinge os valores dos serviços, da mão de obra.
Figura-3. Inflação.
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-inflacao.htm.
Sendo assim, para que o governo consiga medir qual o valor exato das alterações de preços, é utilizado o índice de preços. Esse índice é calculado através de uma média ponderada, utilizado para o desenvolvimento do tipo de produto, delimitando um território e definindo m determinado período, (ASSAF, 2012).
A curva de Phillips: em macroeconomia, a curva de Phillips representa uma relação de trade-off entre inflação e desemprego. Permitindo analisar a relação entre ambos. Segundo essa teoria, uma menor taxa de desemprego leva a um aumento da inflação, e uma maior taxa de desemprego a uma menor inflação, Wikipédia (2022).
Figura-4. Curva de Phillips.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Curva_de_Phillips.
Ainda complementando sobre a curva de Phillips, Camargo (2018) concorda com as informações coletadas na Wikipédia, acrescentando que, a inflação e o índice de desemprego são proporcionais. Ou seja, quanto maior a inflação, maior é a oferta de emprego. Já quando acontece o inverso, ou seja, quanto menor a taxa de desemprego, mais os preços dos produtos costumam subir. 
Elias (2021, p. 01), entende que “preços altos e a falta de perspectiva de que eles voltem a baixar também acabam atrapalhando os negócios das empresas e travando decisões importantes de investimentos e compras”, influenciando diretamente na contratação e demissão de colaboradores.
Ainda segundo o autor supracitado anteriormente, a inflação também é inversamente proporcional a renda, pois o efeito imediato da inflação diz respeito ao fato de o poder de compra reduzir, já que os preços se tornam mais altos. 
Com relação ao índice Gini[footnoteRef:6], que aborda a desigualdade de renda, este é afetado, pois a inflação faz com que a desigualdade aumente, na medida que o público que mais sofre com a variação inflacionária são as classes que possuem menor poder monetário, porque elas possuem pouco ou nada de disponibilidade para materiais financeiros e dificultando ao acesso a conhecimento econômico (RODRIGUES; SABBADINI, 2010). [6: Criado pelo matemático italiano Conrado Gini. Utilizado para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Disponível em: 
https://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&id=2048:catid=28. Acesso em 21 de out. de 2022.] 
Finalizando, a inflação também afeta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), pois como as pessoas passam a ter uma renda menor, fazendo com que tenha menos poder aquisitivo para suprir suas necessidades. Essa realidade é ainda mais marcante para as populações de baixa renda, que muitas vezes não conseguem realizar a compra de alimentos, em decorrência da alta inflação e do baixo valor do salário-mínimo. Dessa maneira, consequentemente, o Índice de Desenvolvimento Humano dessas regiões diminui. É o que se passa em países como a Venezuela e Cuba, no momento em que são descritas essas laudas.
Tabela – 1. Taxa de inflação.
	TAXADE INFLAÇÃO – LISTA G10
	Pais
	Último
	Anterior
	Referência
	Unidade
	China
	2.8
	2.5
	2022-09
	%
	Japão
	3
	3
	2022-09
	%
	Arábia Saudita
	3.1
	3
	2022-09
	%
	Suíça
	3.3
	3.5
	2022-09
	%
	França
	5.6
	5.9
	2022-09
	%
	Coréia do Sul
	5.6
	5.7
	2022-09
	%
	Indonésia
	5.95
	4.69
	2022-09
	%
	Austrália
	6.1
	5.1
	2022-09
	%
	Canadá
	6.9
	7
	2022-09
	%
	Brasil
	7.17
	8.73
	2022-09
	%
Fonte: adaptado de Trading Economics (2022).
3 CONCLUSÃO
A presente pesquisa, além de proporcionar a interdisciplinaridade do conteúdo visto no semestre, tornou possível conhecer melhor a realidade e a atuação da Gestão Pública diante o contexto da Pandemia da COVID-19, e também apresentou os efeitos dessa fase tão conturbada na economia e nas questões sociais como um todo.
Os conteúdos estudados, absorvidos e ministrados por vários docentes ligados ao curso de gestão pública, tornou evidente a possibilidade de lançar um olhar múltiplo para a questão da autonomia das entidades estaduais e municipais. Nota-se que se faz necessário a implantação de um modelo de gestão melhor elaborado e organizado, nesses órgãos, principalmente diante de situações de risco global.
No que se refere aos contratos sem a necessidade de processos licitatórios, principalmente em virtude da Pandemia da COVID-19, a Gestão Pública poderia atuar com mais agilidade, sem expor a população a demais riscos, principalmente a corrupção oriunda do desvio de dinheiro público.
Nota-se que o mercado para os profissionais advindos da gestão pública é promissor, visto que sua atuação nas esferas da gestão pública é de grande importância, haja visto que esse colaborador contribui para a efetivação dos cumprimentos dos direitos civis e, com isso, também, pode buscar novas possibilidades de melhorias da gestão, inclusive em relações de saúde e economia. Essas que são consideradas questões sociais, pois infere diretamente no cotidiano das pessoas.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei 14.124, de 10 de março de 2021. Dispõe sobre as medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas e de insumos e à contratação de bens e serviços de logística, de tecnologia da informação e comunicação, de comunicação social e publicitária e de treinamentos destinados à vacinação contra a covid-19 e sobre o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/L14124.html. Acesso em 05 de out. de 2022.
CAMARGO, José Márcio. Inflação e desemprego - a Curva de Phillips. Blog do Ibre, 2018. Disponível em: https://blogdoibre.fgv.br/posts/inflacao-e-desemprego-curva-de-phillips. Acesso em 05 de out. de 2022.
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ELIAS, Juliana. Como a inflação alta impacta o emprego, a renda e a economia. CNN Brasil, 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/como-a-inflacao-alta-impacta-o-emprego-a-renda-e-a-economia/. Acesso em 06 de out. de 2022.
MACHADO, Clarissa. Coronavírus: como lavar as mãos quando 10,5 milhões de domicílios não têm água tratada? Futura, 2020. Disponível em: https://www.futura.org.br/coronavirus-como-lavar-as-maos-quando-105-milhoes-de-domicilios-nao-tem-agua-tratada/. Acesso em 10 de out. de 2022.
PENA, Rodolfo F. Alves. "O que é inflação?"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-inflacao.htm. 
Acesso em 25 de out. de 2022.
POMPEU; A.; CARNEIRO, L. O. STF reafirma competência de estados e municípios para tomar medidas contra Covid-19. JOTA, 2020. Disponível em: https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-reafirma-competencia-de-estados-e-municipios-para-tomar-medidas-contra-covid-19-15042020. Acesso em 07 de out. de 2022.
RODRIGUES, Mauro; SABBADINI, Ricardo. Impactos da inflação sobre a desigualdade de renda. Revista Economia & Tecnologia, v. 6, n. 3, 2010. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/ret/article/view/26959. Acesso em 12 de out. de 2022.
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. STF reconhece competência concorrente de estados, DF, municípios e União no combate à Covid-19. JUSBRASIL, 2020. Disponível em: https://stf.jusbrasil.com.br/noticias/832218003/stf-reconhece-competencia-concorrente-de-estados-df-municipios-e-uniao-no-combate-a-covid-19. Acesso em 12 de out. de 2022.
VASQUES, Pedro Henrique Ramos Prado; SANTOS, Angela Moulin Simões Penalva. Pandemia, higienismo e saneamento básico: uma leitura da política urbana em tempos de covid-19. Revista de Direito da Cidade, v. 13, n. 2, p. 866-900, 2021.Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/article/view/54651. Acesso em 14 de out. de 2022.
WIKIPÉDIA. A curva de Phillips. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Curva_de_Phillips. Acesso em 20 de out. de 2022.
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