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<p>SINTAXE 2</p><p>PORTUGUÊS</p><p>GABARITADO</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>LEI ANTICORRUPÇÃO</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>GABARITADO</p><p>LISTA DE QUESTÕES</p><p>1. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>Um administrador que atua em determinada sociedade empresarial é consultado sobre a</p><p>natureza da responsabilidade civil da pessoa jurídica em decorrência de atos contra a</p><p>administração pública, previstos na Lei n° 12.846 de 01/08/2013.</p><p>Nesse caso, a referida responsabilidade é considerada</p><p>A) dolosa</p><p>B) negligente</p><p>C) imprudente</p><p>D) técnica</p><p>E) objetiva</p><p>2. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>Um administrador do setor de controle interno de uma sociedade empresarial recebe</p><p>treinamento especial sobre a aplicação da Lei n°12.846 de 01/08/2013, sendo assentado que,</p><p>no caso das sociedades controladoras, na hipótese de prática dos atos previstos na referida lei,</p><p>haverá, com as controladas, uma relação de</p><p>A) solidariedade</p><p>B) unidade</p><p>C) uniformidade</p><p>D) conjunção</p><p>E) autonomia</p><p>3. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>O processo administrativo para apuração da responsabilidade de pessoa jurídica será</p><p>conduzido por comissão designada pela autoridade instauradora.</p><p>Nos termos da Lei no 12.846/2013, essa comissão deverá concluir o processo no prazo de</p><p>A) 60 dias</p><p>B) 90 dias</p><p>C) 120 dias</p><p>D) 150 dias</p><p>E) 180 dias</p><p>4. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>Nos termos da Lei n° 12.846/2013, no processo administrativo para apuração de</p><p>responsabilidade, será concedido à pessoa jurídica um prazo para a defesa, contado a partir</p><p>da intimação, de</p><p>A) dez dias</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>B) quinze dias</p><p>C) vinte dias</p><p>D) trinta dias</p><p>E) quarenta dias</p><p>5. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>A Lei n° 12.846/2013 permite que, sempre que for utilizada com abuso do direito para facilitar,</p><p>encobrir ou dissimular a prática dos atos ilícitos previstos nessa Lei ou para provocar confusão</p><p>patrimonial, seja desconsiderada a</p><p>A) responsabilidade dos sócios</p><p>B) culpabilidade dos envolvidos</p><p>C) personalidade jurídica</p><p>D) proporcionalidade dos atos</p><p>E) extensão dos danos</p><p>6. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>Um gerente de compras de determinada sociedade de economia mista, sediada em município</p><p>de grande poderio econômico do interior do país, foi informado da existência de ato lesivo</p><p>praticado contra a organização. Ele comunica esse fato aos órgãos internos competentes para</p><p>que se tomem as providências necessárias à resolução do problema.</p><p>Nos termos da Lei n°12.846 de 01/08/2013, para aplicação das sanções decorrentes dos atos</p><p>lesivos nela previstos, um dos atos necessários consiste no(a)</p><p>A) decurso de prazo para consolidar as informações.</p><p>B) recebimento da comunicação pelos órgãos de controle externo.</p><p>C) aprovação de relatório pelo gerente comunicante.</p><p>D) indicação de responsável pelo recebimento das denúncias.</p><p>E) prévia manifestação jurídica, elaborada pela Advocacia Pública.</p><p>7. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>Um analista de sistemas de determinada empresa realiza estudos para avaliar a higidez de</p><p>candidatos a realizar contratos com a empresa onde trabalha. Ele recebe a informação de que,</p><p>em determinadas situações, é possível a sanção administrativa das pessoas jurídicas.</p><p>Nos casos regulados pela Lei n° 12.846 de 01/08/2013, na esfera administrativa, será aplicada</p><p>às pessoas jurídicas consideradas responsáveis pelos atos lesivos previstos nessa lei a seguinte</p><p>sanção:</p><p>A) Divulgação em instituições da comunidade onde atuam.</p><p>B) Comunicação aos órgãos municipais da penalidade atribuída.</p><p>C) Publicação do ato condenatório em comunicados internos.</p><p>D) Publicação extraordinária da decisão condenatória.</p><p>E) Publicação em rol de condenados, administrado pelo Governo federal.</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>8. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>Um gerente da área de marketing pretende divulgar a organização interna da sociedade</p><p>empresarial onde atua. Estudando a legislação em vigor, ele verifica que um dos itens que deve</p><p>ser levado em conta na aplicação das sanções previstas na Lei n° 12.846/2013 de 01/08/2013</p><p>é a existência de mecanismos e procedimentos internos de</p><p>A) seleção</p><p>B) técnica</p><p>C) rotação</p><p>D) interinidade</p><p>E) integridade</p><p>9. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>De acordo com a Lei n° 12.846/2013, há uma proibição de receber incentivos, subsídios,</p><p>subvenções, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições</p><p>financeiras públicas ou controladas pelo poder público.</p><p>O prazo para se manter essa proibição é de, no mínimo, 1 ano, e, no máximo, de</p><p>A) 2 anos</p><p>B) 3 anos</p><p>C) 4 anos</p><p>D) 5 anos</p><p>E) 6 anos</p><p>10. (Cesgranrio – Transpetro 2018)</p><p>Constitui ato lesivo à administração pública, nacional ou estrangeira, nos termos da Lei n°</p><p>12.846/2013, criar pessoa jurídica para participar de licitação pública ou celebrar contrato</p><p>administrativo, de modo</p><p>A) blindado</p><p>B) elisivo</p><p>C) especial</p><p>D) fraudulento</p><p>E) imunizado</p><p>11. (Cesgranrio – Petrobras 2018)</p><p>A Lei no°12.846/2013 dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas</p><p>jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, e dá</p><p>outras providências.</p><p>Em relação a essa Lei, constata-se que a(s)</p><p>A) responsabilidade da pessoa jurídica não subsiste na hipótese de alteração contratual,</p><p>transformação, incorporação, fusão ou cisão societária.</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>B) responsabilização da pessoa jurídica exclui a responsabilidade individual de seus</p><p>dirigentes ou administradores ou de qualquer pessoa natural, autora, coautora ou partícipe</p><p>do ato ilícito.</p><p>C) pessoas jurídicas serão responsabilizadas subjetivamente, nos âmbitos administrativo e</p><p>civil, pelos atos lesivos previstos nesta Lei praticados em seu interesse ou benefício,</p><p>exclusivo ou não.</p><p>D) sociedades empresárias e as sociedades simples, personificadas ou não,</p><p>independentemente da forma de organização ou modelo societário adotado, são passíveis</p><p>de responsabilização.</p><p>E) sociedades controladoras, controladas, coligadas ou, no âmbito do respectivo contrato,</p><p>consorciadas serão subsidiariamente responsáveis pela prática dos atos previstos nesta Lei,</p><p>restringindo-se tal responsabilidade à obrigação de pagamento de multa e reparação integral</p><p>do dano causado.</p><p>12. (Cesgranrio – Transpetro 2018)</p><p>Nos termos da Lei n° 12.846/2013, os dirigentes ou administradores somente serão</p><p>responsabilizados por atos ilícitos na medida da sua</p><p>A) culpabilidade</p><p>B) dolosidade</p><p>C) inação</p><p>D) incidência</p><p>E) ocorrência</p><p>13. (FCC – AFTE 2014)</p><p>A Lei Anticorrupção constitui ferramenta normativa que se presta à tutela, dentre outras</p><p>finalidades, do patrimônio público. Sua aplicação</p><p>a) leva em consideração aspectos individuais da infração para a aplicação de sanções, tais</p><p>como o grau de lesão e sua gravidade e a vantagem auferida, dentre outros.</p><p>b) destina-se a pessoas jurídicas que atuem dolosamente, afastando-se a possibilidade de</p><p>condenação diante de conduta culposa de seus dirigentes.</p><p>c) processa-se exclusivamente diante do Poder Judiciário, por meio de ação própria,</p><p>observado o contraditório e a ampla defesa.</p><p>d) destina-se a pessoas jurídicas em geral e agentes públicos, preterindo a aplicação da</p><p>lei de improbidade naquilo que tiver disciplinado de forma mais rigorosa.</p><p>e) distingue-se da lei de improbidade, na medida em que a extinção ou alteração</p><p>societária afasta a responsabilização da empresa.</p><p>14. (VUNESP – DP/MS 2014)</p><p>Recentemente, o controle da Administração Pública ganhou um novo instrumento com a</p><p>edição da Lei Federal n.º 12.846/13, que se tornou conhecida como lei anticorrupção. Essa</p><p>lei</p><p>possui como uma de suas características a</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>a) previsão de hipóteses de responsabilidade subjetiva, por ato lesivo culposo ou doloso,</p><p>praticado por pessoa jurídica, que cause dano</p><p>à Administração Pública nacional ou</p><p>estrangeira. b) aplicação exclusiva às empresas privadas, não cabendo estender-se a</p><p>possibilidade de responsabilização prevista pela lei em questão às empresas estatais, ainda</p><p>que estas prestem atividade econômica.</p><p>c) possibilidade de responsabilização nas esferas administrativa e judicial, cabendo à</p><p>Administração Pública a apuração do ilícito, a aplicação das sanções e a apuração dos</p><p>danos a serem ressarcidos.</p><p>d) imposição, como sanção, de multa no valor de 0,1% (um décimo por cento) a 30% (trinta</p><p>por cento) do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo</p><p>administrativo, excluídos os tributos.</p><p>15. (TRF4 2014)</p><p>Dadas as assertivas abaixo, assinale a alternativa correta.</p><p>Com relação à recente Lei nº 12.846/2013 (que dispõe sobre a responsabilização</p><p>administrativa</p><p>e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a Administração Pública, nacionalou</p><p>estrangeira), mais conhecida como Lei Anticorrupção:</p><p>I. Aplica-se o disposto nessa lei às sociedades empresárias e às sociedades simples,</p><p>personificadas ou não, independentemente da forma de organização ou modelo societário</p><p>adotado, bem como a quaisquer fundações, associações de entidades ou pessoas ou</p><p>sociedades estrangeiras que tenham sede, filial ou representação no território brasileiro,</p><p>constituídas de fato ou de direito, ainda que temporariamente.</p><p>II. As pessoas jurídicas serão responsabilizadas, objetivamente, nos âmbitos</p><p>administrativo e civil, pelos atos lesivos capitulados no referido diploma legal, em seuinteresse</p><p>ou benefício, exclusivo ou não, sem prejuízo da responsabilidade individual de seus</p><p>dirigentes</p><p>ou administradores ou de qualquer pessoa natural, autora, coautora ou partícipe do ato ilícito.</p><p>III. São exemplos de atos lesivos praticados contra a Administração Pública nacional ou</p><p>estrangeira, nos termos da Lei Anticorrupção: prometer, oferecer ou dar, direta ou</p><p>indiretamente, vantagem indevida a agente público, ou a terceira pessoa a ele relacionada;</p><p>manipular ou fraudar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos celebrados com a</p><p>Administração Pública; fraudar licitação pública ou contrato dela decorrente.</p><p>IV. Consideram-se, como Administração Pública estrangeira, os órgãos e as entidades</p><p>estatais ou as representações diplomáticas de país estrangeiro, de qualquer nível ou esfera</p><p>de</p><p>governo, bem como as pessoas jurídicas controladas, direta ou indiretamente, pelo poder</p><p>público de país estrangeiro. Equiparam-se á Administração Pública estrangeira as</p><p>organizações</p><p>públicas internacionais.</p><p>V. Na esfera administrativa, a responsabilidade da pessoa jurídica não afasta a</p><p>possibilidade de sua responsabilização na esfera judicial, sendo que o Ministério Público ou a</p><p>Advocacia Pública ou órgão de representação judicial (ou equivalente) do ente público</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>direito do terceiro de boa-fé. Além disso, nas ações de responsabilização judicial, será</p><p>adotado o rito previsto na Lei nº 7.347/85.</p><p>a) Estão corretas apenas as assertivas III e IV.</p><p>b) Estão corretas apenas as assertivas I, II e III.</p><p>c) Estão corretas apenas as assertivas II, III, IV e V.</p><p>d) Estão corretas todas as assertivas.</p><p>e) Nenhuma assertiva está correta.</p><p>16. (FCC – SEFAZ/PE 2015)</p><p>Um grupo de empresas privadas engendrou um acordo para fraudar procedimentoslicitatórios</p><p>instaurados para a contratação de importantes obras pela Administração pública. A fraude foi</p><p>descoberta e algumas das empresas, temendo as consequências dos atos praticados,</p><p>manifestaram interesse em celebrar acordo de leniência, na forma prevista pela Lei federal</p><p>no</p><p>12.846/2013, conhecida como Lei Anticorrupção. De acordo com as disposições doreferido</p><p>diploma legal,</p><p>I. apenas a pessoa jurídica que seja a primeira a se manifestar sobre seu interesse em</p><p>cooperar para a apuração do ato ilícito poderá celebrar o acordo de leniência.</p><p>II. constitui uma das condições para a celebração do acordo de leniência que a pessoa</p><p>jurídica admita a sua participação no ilícito.</p><p>III. a celebração do acordo de leniência isentará a pessoa jurídica exclusivamente das</p><p>sanções de natureza pecuniária.</p><p>Está correto o que se afirma APENAS em</p><p>a) III.</p><p>b) I e III.</p><p>c) II e III.</p><p>d) I e II.</p><p>e) II.</p><p>17. (FCC – TJPE 2015)</p><p>O diretor da área financeira de uma empreiteira foi flagrado pagando comissão a agente</p><p>público responsável pela gestão de contrato administrativo celebrado para a realização de</p><p>obras de ampliação e conservação em rodovia estadual. A comissão em questão foi pagapara</p><p>o fim de celebração de aditivo contratual, com acréscimos desnecessários e superfaturados</p><p>ao</p><p>projeto inicialmente contratado. Em vista do que dispõe a Lei no 12.846/2013, também</p><p>conhecida como “Lei Anticorrupção”, é INCORRETO afirmar:</p><p>a) Dentre as penalidades aplicáveis à empreiteira está a publicação extraordinária da</p><p>decisão condenatória, que, a par de outros meios de divulgação, deverá ser afixada de</p><p>modo</p><p>visível ao público, no próprio estabelecimento ou no local de exercício da atividade da</p><p>infratora.</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>b) Caso a personalidade jurídica da empreiteira seja utilizada com abuso do direito para</p><p>facilitar, encobrir ou dissimular a prática dos atos ilícitos previstos na lei ou para provocar</p><p>confusão patrimonial, todos os efeitos das sanções aplicadas serão estendidos aos seus</p><p>administradores e sócios com poderes de administração, observados o contraditório e a</p><p>ampla defesa.</p><p>c) A empreiteira poderá ser responsabilizada objetivamente, no âmbito administrativo e civil,</p><p>pela conduta do referido diretor.</p><p>d) No procedimento de responsabilização, poderá ser aplicada multa pecuniária à</p><p>empreiteira, limitado o seu montante ao valor da vantagem indevidamente auferida.</p><p>e) A holding que controla a referida empreiteira é solidariamente responsável pela prática</p><p>dos atos ilícitos definidos na lei, restringindo-se tal responsabilidade à obrigação de</p><p>pagamento de multa e reparação integral do dano causado.</p><p>18. (PUC/PR – PGE/PR 2015)</p><p>De acordo com a Lei 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), que dispõe sobre aresponsabilização</p><p>administrativa e civil de pessoas jurídicas, é CORRETO afirmar que:</p><p>a) A sanção por multa não poderá exceder o valor total do serviço contratado ou previsto</p><p>no contrato celebrado com a Administração Pública.</p><p>b) A aplicação da sanção oriunda dos atos lesivos à Administração Pública depende da</p><p>prova da culpa ou dolo da pessoa jurídica envolvida e/ou de seus diretores e/ou gestores.</p><p>c) A Lei Anticorrupção se aplica a atos lesivos à Administração Pública brasileira, desde</p><p>que atentem contra o patrimônio público federal, estadual, distrital e/ou municipal</p><p>(Administração direta e indireta).</p><p>d) A Lei Anticorrupção aplica-se a sociedades não personificadas, independentemente de</p><p>sua forma de organização ou do respectivo modelo societário.</p><p>e) O acordo de leniência pode ser feito com todos os que manifestem o seu interesse em</p><p>cooperar na apuração do ato ilícito, além de poder isentar as respectivas pessoas jurídicasdas</p><p>sanções jurídicas previstas na Lei Anticorrupção.</p><p>19. (MPE/PR 2014)</p><p>Nos termos da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/13), assinale a alternativa correta:</p><p>a) As pessoas jurídicas serão responsabilizadas objetivamente, nos âmbitos administrativo</p><p>e civil, pelos atos lesivos previstos na referida lei e praticados em seu interesse oubenefício,</p><p>exclusivo ou não;</p><p>b) A referida lei aplica-se aos atos lesivos praticados por pessoa jurídica brasileira contra</p><p>a administração pública estrangeira, salvo se cometidos no exterior;</p><p>c) A competência para a instauração e o julgamento do processo administrativo de</p><p>apuração de responsabilidade da pessoa jurídica poderá ser delegada e, nas hipóteses</p><p>taxativamente estabelecidas na referida lei, subdelegada;</p><p>d) A celebração do acordo de leniência suspende o prazo prescricional dos atos ilícitos</p><p>previstos</p><p>na referida lei;</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>e) Nas ações de responsabilização judicial, será adotado o rito previsto na Lei de</p><p>Improbidade Administrativa (Lei</p><p>8.429/92).</p><p>20. (Cesgranrio – Petrobras 2015)</p><p>De acordo com a Lei Federal n° 12.846/2013, a realização de acordo de leniência isentaráa</p><p>pessoa jurídica de</p><p>a) pagamento da indenização</p><p>b) pagamento da multa</p><p>c) publicação extraordinária da decisão condenatória</p><p>d) permanência em cadastro de inadimplentes</p><p>e) perdimento de bens</p><p>21. (FCC – MPE/PE 2014)</p><p>A Lei nº 12.846/2013 - alcunhada de “Lei Anticorrupção” - estabelece um regime de</p><p>responsabilidade especial para pessoas jurídicas. Acerca desse regime, a lei em questão</p><p>a) é aplicável aos atos lesivos praticados por pessoa jurídica brasileira contra organizações</p><p>públicas internacionais, ainda que cometidos no exterior.</p><p>b) estabelece, nas hipóteses de fusão e incorporação, a responsabilidade ilimitada da pessoa</p><p>jurídica sucessora pelos atos e fatos ocorridos antes da data da fusão ou incorporação. c)</p><p>estabelece a responsabilização penal objetiva das pessoas jurídicas pela prática de atos</p><p>lesivos à administração pública.</p><p>d) permite que a Controladoria Geral da União aplique sanção de dissolução compulsória da</p><p>pessoa jurídica, quando comprovado ter sido a personalidade jurídica utilizada de forma</p><p>habitual para facilitar ou promover a prática de atos ilícitos, ou ter sido constituída para</p><p>ocultar ou dissimular interesses ilícitos ou a identidade dos beneficiários dos atos praticados.</p><p>e) atribui legitimidade concorrente ao Ministério Público, às Defensorias Públicas da União e</p><p>dos Estados e à Advocacia Pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos</p><p>Municípios, para ajuizamento de ação com vistas à aplicação das sanções previstas na</p><p>referida legislação, às pessoas jurídicas infratoras.</p><p>22. (Fundatec – PGE/RS 2015)</p><p>De acordo com a Lei nº 12.846/13, que dispõe sobre a responsabilização administrativa ecivil</p><p>de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, é correto afirmar</p><p>que:</p><p>a) A responsabilidade administrativa e civil das pessoas jurídicas por atos lesivos à</p><p>Administração Pública é sempre subjetiva.</p><p>b) Os dirigentes ou administradores só serão responsabilizados na medida da sua</p><p>culpabilidade.</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>c) A existência de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo</p><p>à denúncia de irregularidades, e a aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta no</p><p>âmbito da pessoa jurídica, excluem a sua responsabilidade nos âmbitos civil e</p><p>administrativo.</p><p>d) Dentre as sanções aplicáveis pela Administração Pública às pessoas jurídicas estão a</p><p>suspensão ou interdição parcial de suas atividades, e a sua dissolução compulsória.</p><p>e) As infrações nela previstas são imprescritíveis.</p><p>23. (MPE/BA 2015)</p><p>Em relação à Lei nº 12.846/2013, que dispõe sobre a responsabilização administrativa ecivil</p><p>das pessoas jurídicas pela prática de atos contra a Administração Pública nacional, ou</p><p>estrangeira, é CORRETO afirmar que:</p><p>a) A responsabilização das pessoas jurídicas por atos de corrupção é objetiva no âmbito</p><p>administrativo e subjetiva na esfera cível.</p><p>b) As sociedades controladoras, controladas, coligadas ou, no âmbito do respectivo</p><p>contrato, as consorciadas serão solidariamente responsáveis pela prática dos atos previstosna</p><p>Lei nº 12.846/2013, restringindo-se tal responsabilidade à obrigação de pagamento de multa</p><p>e à reparação integral do dano causado.</p><p>c) O acordo de leniência poderá ser celebrado entre a autoridade máxima de cada órgão</p><p>ou entidade pública e as pessoas jurídicas responsáveis pelas práticas dos atos lesivosprevistos</p><p>na Lei nº 12.846/2013, e não implica reconhecimento da culpa pela pessoa jurídica infratora.</p><p>d) A pena de dissolução da pessoa jurídica poderá ser aplicada no bojo do processo</p><p>administrativo, desde que imposta pela autoridade máxima dos Poderes Executivo,</p><p>Legislativo</p><p>e Judiciário, sendo assegurados os direitos à ampla defesa e ao contraditório.</p><p>e) Apenas o Ministério Público detém a legitimidade para promover a responsabilidade</p><p>da pessoa jurídica em juízo.</p><p>24. (Cespe – Agente Penitenciário 2015)</p><p>Na esfera administrativa, no momento da aplicação de sanções previstas na LeiAnticorrupção,</p><p>devem ser considerados, entre outros fatores, o efeito negativo produzido pela infração, a</p><p>gravidade da infração e a situação econômica do infrator.</p><p>25. (Cespe – Agente Penitenciário 2015)</p><p>A lei em apreço (Lei Anticorrupção) permite que sejam celebrados acordos de leniência</p><p>referentes a infrações previstas na Lei de Licitações, de forma a possibilitar a isenção ou</p><p>atenuação das sanções administrativas previstas nesta última para punição da pessoajurídica</p><p>responsável.</p><p>26. (Cespe – Agente Penitenciário 2015)</p><p>Para celebrar acordo de leniência, a empresa interessada tem de atender, entre outros,aos</p><p>seguintes requisitos: ser a primeira a manifestar desejo de cooperar na apuração dos</p><p>atos</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>ilícitos; devolver ao Estado os valores obtidos ilicitamente; cooperar com as</p><p>investigações criminais e administrativas.</p><p>27. (Cespe – Agente Penitenciário 2015)</p><p>A celebração do acordo de leniência previsto na lei em questão gera benefícios para os</p><p>administradores da empresa celebrante que estiverem envolvidos nos atos de corrupção</p><p>investigados, pois tem o efeito de reduzir as penas privativas de liberdade que lhes possamser</p><p>aplicadas.</p><p>29. (FGV – TCM/SP 2015)</p><p>A Lei nº 12.846/2013, conhecida como Lei Anticorrupção, prevê a responsabilizaçãoobjetiva,</p><p>no âmbito civil e administrativo, de empresas que praticam atos lesivos contra a</p><p>administração</p><p>pública nacional ou estrangeira. De acordo com o citado diploma legal, o acordo de leniência</p><p>somente poderá ser celebrado se preenchidos, cumulativamente, os seguintes requisitos:</p><p>I - a pessoa jurídica seja a primeira a se manifestar sobre seu interesse em cooperar para</p><p>a apuração do ato ilícito;</p><p>II - a pessoa jurídica cesse completamente seu envolvimento na infração investigada a</p><p>partir da data de propositura do acordo; III - a pessoa jurídica:</p><p>a) promova o ressarcimento integral do dano ao erário no momento em que for firmado</p><p>o acordo de leniência e seja proibida de contratar com o poder público pelo período de 5</p><p>(cinco) anos;</p><p>b) permaneça com seus bens indisponíveis, no limite do valor do dano ao erário, até o</p><p>integral ressarcimento e seja proibida de receber incentivos, subsídios, subvenções ou</p><p>empréstimos de órgãos ou entidades públicas pelo prazo de 5 (cinco) anos;</p><p>c) seja proibida de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos</p><p>de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas ou controladas pelo</p><p>poder público, pelo prazo de 5 (cinco) anos;</p><p>d) admita sua participação no ilícito e coopere plena e permanentemente com as</p><p>investigações e o processo administrativo, comparecendo, sob suas expensas, sempre</p><p>que</p><p>solicitada, a todos os atos processuais, até seu encerramento;</p><p>e) mesmo não reconhecendo expressamente sua participação no ilícito, promova o</p><p>integral ressarcimento dos danos ao erário no prazo máximo de 3 (três) anos contados da</p><p>data</p><p>da assinatura do acordo.</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p><p>Gabarito</p><p>1. e</p><p>2. a</p><p>3. e</p><p>4. d</p><p>5. c</p><p>6. e</p><p>7. d</p><p>8. e</p><p>9. d</p><p>10. d</p><p>11. e</p><p>12. a</p><p>13. a</p><p>14. c</p><p>15. d</p><p>16. d</p><p>17. d</p><p>18. d</p><p>19. a</p><p>20. c</p><p>21. a</p><p>22. b</p><p>23. b</p><p>24. C</p><p>25. C</p><p>26. E</p><p>27. E</p><p>28. C</p><p>29. d</p><p>IMPULSIONEI</p><p>APROVAÇÕES</p><p>ROTINA DE ESTUDOS</p><p>CONHECIMENTOS BANCÁRIOS</p><p>Caderno de questões</p>