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O Banco do Brasil trabalha contribuindo com todos os organismos ligados a ele, por exemplo, sua presença nos agronegócios tem sido relevante através do financiamento das exportações, concessões de crédito com taxas de juros acessíveis, fornecimento de capital giro principalmente no que tange às micros e pequenas empresas. 
Possuem diversos e conceituados programas no segmento de esportes, cultura, arte, além das áreas da saúde, previdência e capitalização de seguros, atendendo pessoas de baixa renda, além de investir em seus funcionários oferecendo capacitações através da universidade corporativa e ainda disponibiliza aos mesmos um Fundo de Pensão que gerencia a previdência complementar, denominado de Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (PREVI) que é hoje um dos maiores fundos de pensão da América Latina.
Entretanto para melhor compreendemos o que vem a ser o fundo de pensão, é necessário discutirmos a respeito do atual Regime Geral da Previdência Social no que diz respeito a aposentaria.
O art. 201 da Constituição Federal dispões sobre a Previdência Social: “A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial”. Logo, entende-se que é obrigatório para todo trabalhador com carteira assinada sujeitar-se ao Regime Geral de Previdência Social que é um regime de caráter contributivo e suas políticas são elaboradas pelo Ministério da Previdência Social e executadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entretanto quem trabalha por conta própria pode se inscrever e contribuir normalmente para ter acessos aos benefícios.
A Previdência Social é um seguro controlado pelo governo que garante e substitui a renda do segurado ou contribuintes, entre os quais estão os empregados, empregados domésticos, trabalhadores rurais e etc., quando ocorre aposentaria e também em casos de doença, acidentes de trabalho, ausência por gravidez, prisão e morte, conforme evidencia o art. 1º da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991:
A Previdência Social, mediante contribuição, tem por fim assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção, por motivo de incapacidade, desemprego involuntário, idade avançada, tempo de serviço, encargos familiares e prisão ou morte de quem dependiam economicamente. 
Para ter direito aos benefícios concedidos pela previdência é necessário que o trabalhador, pague uma quantia mensal, instituída de acordo com a tabela progressiva durante um determinado período ao INSS.	
Já o regime de previdência fechado, também conhecido como complementar é um regime facultativo, que se destina a formação de uma reserva para complementar a renda recebida pelo INSS ou ainda para investir na realização de um plano de vida, pelos quais os valores dos benefícios são aplicados pela entidade gestora, com base em cálculos atuariais, conforme dispõe o art. 202 da Constituição Federal: “O regime de previdência privada, de caráter complementar é organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social, será facultativo, baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado, e regulado por lei complementar”.
Ao realizar um comparativo entre esses dois regimes de previdência, verifica-se que há vantagens e desvantagens. O regime de previdência geral além de garantir o direito a possuir renda quando for se aposentar, também dá acesso a uma série de benefícios que visam garantir o bem-estar do trabalhador, entre eles o salário maternidade, algo que não ocorre nos planos de regime de previdência privada, entretanto, não é segredo para ninguém que o sistema de previdência para conseguir esses benefícios e até se aposentar é lento e burocrático, além de estar ocorrendo reformas que aumentam o tempo de contribuição para o alcance dos benefícios. Já a previdência privada é uma boa alternativa para quem tem tempo e dinheiro para planejar sua aposentadoria com segurança, entre suas vantagens estão a dedução do valor na contribuição do imposto de renda; é um investimento fácil e possui variadas de opções de resgate, entretanto, é importante ressaltar que o investimento em previdência privada tem baixa liquidez, taxas altas e não funcionam a curto prazo. 
Dessa forma, se tivéssemos 20 anos de idade e pudéssemos optar por um tipo de previdência, ainda optaria pela previdência geral, pois me dá mais segurança e estabilidade no futuro e ainda me concede benefícios caso venha a ocorrer algum problema. É claro que nada impediria que pagasse uma previdência complementar como forma de aumentar minha renda ao me aposentar, garantindo o padrão de vida que talvez viesse mantendo durante a vida toda.
referências bibliográficas
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988. 
BRASIL. Lei nº 8.213 de 24 de Julho de 1991. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em 05. Out.2016

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