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Questões resolvidas

01 - Na primeira linha do texto, o vocábulo arrastão aparece grafado entre aspas, assim como a expressão “arrepiando bacanas” no terceiro parágrafo, porque:


(A) se trata de uma citação;
(B) o autor deseja destacar negativamente os vocábulos;
(C) se deseja acentuar o valor significativo dos vocábulos;
(D) se quer realçar ironicamente as palavras;
(E) destaca as palavras como gírias.

02 - O fenômeno do arrastão tem seu percurso descrito no primeiro parágrafo do texto; o vocábulo ou expressão que NÃO marca obrigatoriamente uma sucessão de caráter temporal é:


(A) primeiro;
(B) logo depois;
(C) um pouco mais adiante;
(D) em seguida;
(E) ontem.

03 - Entre as causas do fenômeno do “arrastão”, segundo o texto, estão:


(A) a má distribuição de renda, o modismo, as drogas;
(B) a televisão, a marginalização social, a má distribuição de renda;
(C) as drogas, a mídia, os meninos de rua;
(D) a divulgação pela mídia, o abandono da educação, problemas familiares;
(E) o modismo, a marginalidade e as drogas.

05 - A existência do arrastão em Londrina, segundo o texto, vem provar que:


(A) só há arrastões nos grandes centros urbanos;
(B) o modismo chegou ao interior;
(C) essa cidade não possui mais alta qualidade de vida;
(D) essa cidade tem problemas do subdesenvolvimento;
(E) a televisão corrompe lugares abençoados.

06 - O terceiro parágrafo, em relação aos anteriores, tem valor de:


(A) concessão;
(B) comparação;
(C) acréscimo;
(D) oposição;
(E) alternância.

07 - O segmento do texto em que pessoas são vistas como coisas (processo de reificação) é:


(A) “É evidente que deve haver, nessa onda de “arrastões” um pouco de modismo”;
(B) “Copiar comportamentos alheios, muito divulgados pela mídia, é um fenômeno até certo ponto corriqueiro”;
(C) “O problema é que a matéria-prima para a repetição dos “arrastões” sobra no país”;
(D) “Da marginalização à marginalidade e dela à brutalidade, a distância costuma ser curta”;
(E) “Conseqüência inevitável: os “bacanas” já estão todos arrepiados”.

08 - “Da marginalização à marginalidade...”; essa passagem corresponde a:


(A) do econômico ao social;
(B) do social ao ilegal;
(C) do ilegal ao educacional;
(D) do educacional ao político;
(E) do político ao econômico.

09 - A fábrica de produzir miseráveis e marginalizados só encontra paralelo no (na):


(A) retórica sobre a miséria;
(B) estagnação econômica;
(C) má distribuição de renda;
(D) efeito da recessão;
(E) consumo de drogas.

10 - “Todo o país é vítima quando seus “bacanas” começam a odiar os meninos do Brasil”; o comentário correto a respeito dos elementos presentes nesse segmento do texto é:


(A) Todo o país apresenta o mesmo significado que todo país;
(B) vítima é um vocábulo que não varia em gênero e número;
(C) bacanas refere-se aos elementos das classes sociais mais abastadas;
(D) os meninos do Brasil são a representação da infância brasileira;
(E) o auxiliar começar a indica ação que vai ocorrer num futuro próximo.

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Questões resolvidas

01 - Na primeira linha do texto, o vocábulo arrastão aparece grafado entre aspas, assim como a expressão “arrepiando bacanas” no terceiro parágrafo, porque:


(A) se trata de uma citação;
(B) o autor deseja destacar negativamente os vocábulos;
(C) se deseja acentuar o valor significativo dos vocábulos;
(D) se quer realçar ironicamente as palavras;
(E) destaca as palavras como gírias.

02 - O fenômeno do arrastão tem seu percurso descrito no primeiro parágrafo do texto; o vocábulo ou expressão que NÃO marca obrigatoriamente uma sucessão de caráter temporal é:


(A) primeiro;
(B) logo depois;
(C) um pouco mais adiante;
(D) em seguida;
(E) ontem.

03 - Entre as causas do fenômeno do “arrastão”, segundo o texto, estão:


(A) a má distribuição de renda, o modismo, as drogas;
(B) a televisão, a marginalização social, a má distribuição de renda;
(C) as drogas, a mídia, os meninos de rua;
(D) a divulgação pela mídia, o abandono da educação, problemas familiares;
(E) o modismo, a marginalidade e as drogas.

05 - A existência do arrastão em Londrina, segundo o texto, vem provar que:


(A) só há arrastões nos grandes centros urbanos;
(B) o modismo chegou ao interior;
(C) essa cidade não possui mais alta qualidade de vida;
(D) essa cidade tem problemas do subdesenvolvimento;
(E) a televisão corrompe lugares abençoados.

06 - O terceiro parágrafo, em relação aos anteriores, tem valor de:


(A) concessão;
(B) comparação;
(C) acréscimo;
(D) oposição;
(E) alternância.

07 - O segmento do texto em que pessoas são vistas como coisas (processo de reificação) é:


(A) “É evidente que deve haver, nessa onda de “arrastões” um pouco de modismo”;
(B) “Copiar comportamentos alheios, muito divulgados pela mídia, é um fenômeno até certo ponto corriqueiro”;
(C) “O problema é que a matéria-prima para a repetição dos “arrastões” sobra no país”;
(D) “Da marginalização à marginalidade e dela à brutalidade, a distância costuma ser curta”;
(E) “Conseqüência inevitável: os “bacanas” já estão todos arrepiados”.

08 - “Da marginalização à marginalidade...”; essa passagem corresponde a:


(A) do econômico ao social;
(B) do social ao ilegal;
(C) do ilegal ao educacional;
(D) do educacional ao político;
(E) do político ao econômico.

09 - A fábrica de produzir miseráveis e marginalizados só encontra paralelo no (na):


(A) retórica sobre a miséria;
(B) estagnação econômica;
(C) má distribuição de renda;
(D) efeito da recessão;
(E) consumo de drogas.

10 - “Todo o país é vítima quando seus “bacanas” começam a odiar os meninos do Brasil”; o comentário correto a respeito dos elementos presentes nesse segmento do texto é:


(A) Todo o país apresenta o mesmo significado que todo país;
(B) vítima é um vocábulo que não varia em gênero e número;
(C) bacanas refere-se aos elementos das classes sociais mais abastadas;
(D) os meninos do Brasil são a representação da infância brasileira;
(E) o auxiliar começar a indica ação que vai ocorrer num futuro próximo.

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2 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
LÍNGUA PORTUGUESA 
 
TEXTO 1 
 
OS MENINOS DO BRASIL 
 Clovis Rossi – Folha de São Paulo, 30/10/92 
 
Primeiro foi o “arrastão” nas praias do Rio. Logo 
depois, nas praias de Fortaleza. Um pouco mais adiante, na 
festa do Círio de Nazaré, em Belém do Pará. Desceu, em 
seguida, para a Praça da Sé, em São Paulo. Chegou ontem 
a Londrina, no norte do Paraná, cidade em que uma dúzia 
de lojas foi “arrastada” por bando de menores que são 
movidos a cola de sapateiro. 
Vê-se que já não dá sequer para o tolo conformismo de 
achar que essa espécie de guerrilha urbana está restrita aos 
grandes centros, depósitos habituais de todos os problemas 
do subdesenvolvimento. Londrina parecia ser apenas uma 
dessas cidades médias abençoadas pela alta qualidade de 
vida interiorana. 
É evidente que deve haver, nessa onda de “arrastões” 
um pouco de modismo. O pessoal vê pela televisão um 
grupo “arrepiando bacanas” no Rio de Janeiro e resolve 
fazer a mesma coisa em sua própria cidade. Copiar 
comportamentos alheios, muito divulgados pela mídia, é 
um fenômeno até certo ponto corriqueiro. 
O problema é que a matéria-prima para a repetição dos 
“arrastões” sobra no país. O Brasil, que sempre foi 
exemplo extremo de má distribuição de renda, tornou-se 
selvagem nestes muitos anos de estagnação econômica. Se 
há alguma indústria nacional que não sofre os efeitos da 
recessão é a fábrica de produzir miseráveis e 
marginalizados. Da marginalização à marginalidade e dela 
à brutalidade, a distância costuma ser curta. 
Conseqüência inevitável: os “bacanas” já estão todos 
arrepiados. Pior: tornam-se cada vez mais inúteis os 
discursos sobre a miséria, sobre a infância desamparada, 
sobre as injustiças sociais. A fábrica de produzir retórica 
sobre essa temática é, aliás, outro setor que não entrou em 
recessão. 
Seria altamente conveniente que admitíssemos de uma 
vez por todas que estamos, todos, desequipados para agir, 
em vez de discursar a respeito. Não é um problema que se 
possa resolver apenas por meio do poder público. Não é 
um problema que a filantropia de meia dúzia vá sequer 
atenuar. É uma guerra. Não serve de consolo saber que 
produziu poucas vítimas fisicamente até agora. Todo o 
país é vítima quando seus “bacanas” começam a odiar os 
meninos do Brasil. 
 
 
 
01 - Na primeira linha do texto, o vocábulo arrastão 
aparece grafado entre aspas, assim como a expressão 
“arrepiando bacanas” no terceiro parágrafo, porque: 
 
(A) se trata de uma citação; 
(B) o autor deseja destacar negativamente os vocábulos; 
(C) se deseja acentuar o valor significativo dos 
vocábulos; 
(D) se quer realçar ironicamente as palavras; 
(E) destaca as palavras como gírias. 
 
 
02 - O fenômeno do arrastão tem seu percurso descrito no 
primeiro parágrafo do texto; o vocábulo ou expressão que 
NÃO marca obrigatoriamente uma sucessão de caráter 
temporal é: 
 
(A) primeiro; 
(B) logo depois; 
(C) um pouco mais adiante; 
(D) em seguida; 
(E) ontem. 
 
 
03 - Entre as causas do fenômeno do “arrastão”, segundo o 
texto, estão: 
 
(A) a má distribuição de renda, o modismo, as drogas; 
(B) a televisão, a marginalização social, a má 
distribuição de renda; 
(C) as drogas, a mídia, os meninos de rua; 
(D) a divulgação pela mídia, o abandono da educação, 
problemas familiares; 
(E) o modismo, a marginalidade e as drogas. 
 
 
04 - “...por bandos de menores que são movidos a cola de 
sapateiro”; o comentário INADEQUADO a respeito dos 
elementos desse segmento do texto é: 
 
(A) a forma verbal da frase só pode estar no plural; 
(B) a voz passiva é adequada ao fato de o sujeito ser 
paciente da ação verbal; 
(C) bandos é um coletivo acompanhado de um termo 
especificador; 
(D) cola de sapateiro representa o objetivo do arrastão; 
(E) a pobreza dos menores está também representada 
pelo tipo de droga que usam. 
 
 
05 - A existência do arrastão em Londrina, segundo o 
texto, vem provar que: 
 
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 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
(A) só há arrastões nos grandes centros urbanos; 
(B) o modismo chegou ao interior; 
(C) essa cidade não possui mais alta qualidade de vida; 
(D) essa cidade tem problemas do subdesenvolvimento; 
(E) a televisão corrompe lugares abençoados. 
 
 
06 - O terceiro parágrafo, em relação aos anteriores, tem 
valor de: 
 
(A) concessão; 
(B) comparação; 
(C) acréscimo; 
(D) oposição; 
(E) alternância. 
 
 
07 - O segmento do texto em que pessoas são vistas como 
coisas (processo de reificação) é: 
 
(A) “É evidente que deve haver, nessa onda de 
“arrastões” um pouco de modismo”; 
(B) “Copiar comportamentos alheios, muito divulgados 
pela mídia, é um fenômeno até certo ponto 
corriqueiro”; 
(C) “O problema é que a matéria-prima para a repetição 
dos “arrastões” sobra no país”; 
(D) “Da marginalização à marginalidade e dela à 
brutalidade, a distância costuma ser curta”; 
(E) “Conseqüência inevitável: os “bacanas” já estão 
todos arrepiados”. 
 
 
08 - “Da marginalização à marginalidade...”; essa 
passagem corresponde a: 
 
(A) do econômico ao social; 
(B) do social ao ilegal; 
(C) do ilegal ao educacional; 
(D) do educacional ao político; 
(E) do político ao econômico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
09 - A fábrica de produzir miseráveis e marginalizados só 
encontra paralelo no (na): 
 
(A) retórica sobre a miséria; 
(B) estagnação econômica; 
(C) má distribuição de renda; 
(D) efeito da recessão; 
(E) consumo de drogas. 
 
 
10 - “Todo o país é vítima quando seus “bacanas” 
começam a odiar os meninos do Brasil”; o comentário 
correto a respeito dos elementos presentes nesse segmento 
do texto é: 
 
(A) Todo o país apresenta o mesmo significado que 
todo país; 
(B) vítima é um vocábulo que não varia em gênero e 
número; 
(C) bacanas refere-se aos elementos das classes sociais 
mais abastadas; 
(D) os meninos do Brasil são a representação da 
infância brasileira; 
(E) o auxiliar começar a indica ação que vai ocorrer 
num futuro próximo. 
 
 
11 - “Não é um problema que se possa resolver apenas por 
meio do poder público. Não é um problema que a 
filantropia de meia dúzia vá sequer atenuar. É uma 
guerra.”; o autor recomenda, com essas palavras: 
 
(A) a extinção das campanhas filantrópicas; 
(B) o afastamento do poder público do problema; 
(C) um maior armamento das autoridades policiais; 
(D) a participação de todos no problema; 
(E) o aumento das organizações filantrópicas. 
 
 
12 - “É evidente que deve haver, nessa onda de 
“arrastões”, um pouco de modismo”; se tivéssemos ondas 
em lugar de onda, a forma verbal da frase deveria ser: 
 
(A) deve haver; 
(B) devem haver; 
(C) deve haverem; 
(D) devem haverem; 
(E) dever haver. 
 
 
 
 
LÍNGUA INGLESA 
 
READ TEXT I AND ANSWER QUESTIONS 13 TO 16: 
 
TEXT I 
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4 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
 
Delphic Oracle’s Lips May Have Been Loosened by 
Gas Vapors 
 
 
The oracle of Delphi in Greece was the telephone 
psychic of ancient times. People came from all over 
Europe to call on the Pythia at Mount Parnassus to have 
their questions about the future answered. Her answers 
could determine when farmers planted their fields or 
when an empire declared war. 
The Pythia, a role filled by different women from about1400 B.C. to A.D. 381, was the medium through which 
the god Apollo spoke. 
According to legend, Plutarch, a priest at the Temple of 
Apollo, attributed Pythia’s prophetic powers to vapors. 
Other accounts suggested the vapors may have come 
from a chasm in the ground. 
This traditional explanation, however, has failed to 
satisfy scientists. In 1927, French geologists surveyed 
the oracle’s shrine and found no evidence of a chasm or 
rising gases. They dismissed the traditional explanation 
as a myth. 
Their conclusion was aggregated by a modern 
misconception that vapors and gases could only be 
produced by volcanic activity. 
Now, a four-year study of the area in the vicinity of the 
shrine is causing archaeologists and other authorities to 
revisit the notion that intoxicating fumes loosened the 
lips of the Pythia. 
(http://news.nationalgeographic.com, August 14, 2001) 
 
13 - Nowadays Plutarch’s explanation has been: 
 
(A) viewed as a deliberate mischief; 
(B) carefully elaborated by archaeologists; 
(C) surprisingly labeled as invaluable; 
(D) partly contested by scientists; 
(E) thoroughly accepted as true. 
 
14 - The Pythia was a(n): 
 
(A) mount; 
(B) oracle; 
(C) goddess; 
(D) temple; 
(E) empire. 
 
 
15 - The verb form in “Their conclusion was aggregated 
by a modern misconception...” (l.19) is the same as that in: 
 
(A) They are studying reports by experts; 
(B) They have suffered many hardships; 
(C) They had shown all their knowledge; 
(D) They were thought better than the others; 
(E) They were splitting some of their earnings. 
 
 
16 - The underlined word in “could only be produced” 
(l.20-21) has the same meaning as: 
 
(A) lonely; 
(B) solitary; 
(C) solely; 
(D) unique; 
(E) single. 
 
 
 
READ TEXT II AND ANSWER QUESTIONS 17 TO 22: 
 
What Wiped Out the Dinosaurs? 
 
 Nearly all of us now know – or think we know – 
how the dinosaurs perished: some 65 million years ago, 
a giant asteroid or comet struck the earth, spewing huge 
amounts of dust and debris into the air. That dust, 
according to a widely accepted theory first proposed by 
Nobel Laureate Luis Alvarez, was circulated by the 
winds and enshrouded the earth for months, blocking 
sunlight and causing temperatures to plummet. As a 
result, the dinosaurs, and 70% of all other terrestrial 
species, were wiped out. 
 But this scenario was challenged last week by 
Kevin Pope, a former U.S. space agency scientist. 
Reviewing recent studies of atom-bomb blasts and 
analyses of particles in strata at the 65 million-year 
level, he concluded in Geology that most of the dust 
particles were too large to have remained suspended in 
the air for many months. The finer particles that stayed 
airborne would not have blocked enough sunlight to 
cause mass extinctions. Pope speculates instead that 
soot from the worldwide conflagrations, sulfate aerosols 
and other impact phenomena were to blame. His 
findings prompted such headlines as ALVAREZ TEAM 
WAS WRONG and DUST DIDN’T DO IT, and 
heartened the relatively few scientists who still contest 
the Alvarez theory. Others, however, dispute Pope’s 
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5 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
analysis and say his methodology was faulty. While 
acknowledging other contributory factors, they still 
believe dust was the major component of the sun-
blocking shroud that dispatched the dinosaurs. 
 (TIME, February 4, 2002:7) 
 
 
17 - According to Alvarez, dinosaurs eventually 
disappeared because of a: 
 
(A) gradual warming of the entire earth; 
(B) crash between an asteroid and a comet; 
(C) continuous and strong gust of wind; 
(D) strong emission of volatile gases; 
(E) blockage of solar heat and global cooling. 
 
 
18 - Pope’s theory was: 
 
(A) accepted by all scientists; 
(B) heralded as a breakthrough; 
(C) partly favored by some scientists; 
(D) reinforced by the Nobel Laureate; 
(E) considered a downright failure. 
 
 
19 - Pope based his theory partly on: 
 
(A) new findings about global warming; 
(B) current data on nuclear energy; 
(C) recent studies of the sunlight; 
(D) accepted ideas on wind movement; 
(E) old hypotheses on mass extinction. 
 
 
20 - In relation to Alvarez’s theory, Pope: 
 
(A) questioned it; 
(B) confirmed it; 
(C) exhausted it; 
(D) backed it; 
(E) welcomed it. 
 
 
 
21 - The underlined word in “enshrouded the earth for 
months” (l.7) introduces an idea of: 
 
(A) shelter; 
(B) endowment; 
(C) prejudice; 
(D) enclosure; 
(E) persecution. 
 
 
22 - While in “While acknowledging other contributory 
factors...” (l.26-27) indicates: 
 
(A) contrast; 
(B) opposition; 
(C) time; 
(D) cause; 
(E) concession. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ENGENHARIA CARTOGRÁFICA 
 
 
23 - Denominando o semi-eixo maior e o semi-eixo menor 
de um elipsóide de revolução, respectivamente, por a e b, 
tem-se que a 1ª excentricidade e² é dada por ( a² - b² ) / a², 
enquanto o achatamento � é dado por ( a - b ) / a. A função 
que relaciona e² e � tem a forma: 
 
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6 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
(A) e² = �² - 2�; 
(B) e² = �² + 2�; 
(C) e² = 2� + �²; 
(D) e² = 2� - �²; 
(E) e² = 2�. 
 
 
24 - Atualmente os sistemas geodésicos Córrego Alegre, 
SAD 69 e WGS 84 têm grande importância no Brasil. Em 
relação ao processo de transformação de coordenadas, 
assinale a alternativa INCORRETA: 
 
(A) impossibilidade de transformação entre as 
coordenadas Córrego Alegre e WGS 84 pela 
inexistência de parâmetros; 
(B) inexistência dos valores de ondulações geoidais 
para o sistema Córrego Alegre; 
(C) existência de duas materializações para o Sistema 
SAD 69; 
(D) existência de três materializações para o sistema 
WGS 84; 
(E) modelos de transformação entre as coordenadas 
impõem a condição de paralelismo e mesma escala 
para as redes. 
 
 
25 - A transformação tridimensional entre realizações de 
sistemas geodésicos, considerando que as coordenadas não 
variam com o tempo e empregando o modelo de Helmert, 
possui 7 parâmetros. Ao considerar a variação das 
coordenadas no tempo, o modelo de transformação de 
Helmert passa a ter o seguinte número de parâmetros: 
 
(A) 15; 
(B) 14; 
(C) 13; 
(D) 11; 
(E) 10. 
 
 
 
 
 
26 - A Geodésia Tridimensional, conceitualmente, 
compreende a determinação: 
 
(A) isolada da altura elipsoidal e simultânea da latitude 
e longitude astronômicas; 
(B) simultânea da altitude ortométrica e da latitude e 
longitude astronômicas; 
(C) simultânea das coordenadas cartesianas X, Y e Z; 
(D) isolada da altitude ortométrica e simultânea da 
latitude e longitude geodésicas; 
(E) simultânea da altura elipsoidal e da latitude e 
longitude geodésicas. 
 
 
27 - Altitude ortométrica, por definição, tem como 
característica: 
 
(A) a correção do não paralelismo das superfícies 
equipotenciais; 
(B) os pontos sobre a mesma superfície equipotencial 
terem valores diferentes; 
(C) o significado geométrico do afastamento de um 
ponto na superfície terrestre ao elipsóide; 
(D) não estar correlacionada ao número geopotencial; 
(E) estar vinculada ao valor da gravidade normal. 
 
 
28 - As observáveis do GPS são: 
 
(A) pseudodistância e rtk; 
(B) dgps e dupla diferença de fase; 
(C) fase da onda portadora e dgps; 
(D) pseudodistância e fase da onda portadora; 
(E) dupla diferença de fase e rtk. 
 
29 - Foi realizado um levantamento de 5 estações por GPS, 
empregando simultaneamente 3 receptores. Cada sessão 
tinhaum período de 1 hora, sendo que as observações 
eram coletadas a um intervalo de 20 segundos. Sabendo-se 
que cada estação foi ocupada o mesmo número de vezes, e 
que o número de satélites comuns em todo o levantamento 
foi de 5, qual foi o número de sessões realizadas, o número 
de vezes em que cada estação foi ocupada e o número de 
observações de duplas diferenças que o levantamento 
proporcionou ao ajuste da rede: 
 
(A) 5; 10; 2.700; 
(B) 8; 8; 12.600; 
(C) 10; 6; 14.400; 
(D) 13; 5; 18.000; 
(E) 15; 4; 27.000. 
30 - Uma superfície equipotencial do campo gravífico é 
aquela que apresenta o mesmo valor do potencial escalar 
da força: 
 
(A) de atração terrestre; 
(B) gravitacional; 
(C) centrífuga; 
(D) de gravidade; 
(E) magnética. 
 
 
31 - A Terra normal, por definição, é um modelo: 
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7 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
 
(A) geométrico arbitrado para a Terra; 
(B) físico conhecido para a Terra; 
(C) geométrico associado a certas características 
terrestres; 
(D) digital da forma terrestre; 
(E) geométrico, equipotencial, associado a certas 
características terrestres. 
 
 
32 - Considerando que a normal e a vertical de um ponto P 
da superfície terrestre são coincidentes, e que a ondulação 
geoidal é igual a zero, pode-se afirmar que a posição das 
superfícies elipsóide e geóide e o valor do desvio da 
vertical são, respectivamente: 
 
(A) tangentes e igual a zero; 
(B) paralelas e igual a zero; 
(C) secantes e igual a zero; 
(D) tangentes e diferente de zero; 
(E) paralelas e diferente de zero. 
 
 
33 - Com relação às reduções gravimétricas, pode-se 
afirmar que: 
 
(A) são aplicadas para reduzir o valor medido da 
gravidade no geóide para a superfície terrestre; 
(B) têm o mesmo sentido de anomalias de gravidade; 
(C) são necessárias para o cálculo das anomalias de 
gravidade; 
(D) são dependentes do conhecimento da posição 
planimétrica das estações de medida para que 
possam ser quantificadas; 
(E) têm o objetivo de reduzir a densidade de estações 
gravimétricas na superfície terrestre. 
 
 
 
 
34 - Sabendo-se que a determinação absoluta da gravidade 
pelo emprego do pêndulo tem para modelo matemático 
t = 2 � ( l / g )½, onde t é o período, l o comprimento e g a 
gravidade. Garantindo-se um erro relativo da ordem de 
1 × 10-6 para o valor de g, os erros relativos para 1 e t são, 
respectivamente: 
 
(A) 1,0 × 10-7 ; 2,0 × 10-5 ; 
(B) 1,0 × 10-7 ; 2,0 × 10-6 ; 
(C) 0,5 × 10-6 ; 0,5 × 10-7 ; 
(D) 1,0 × 10-6 ; 0,5 × 10-6 ; 
(E) 2,0 × 10-6 ; 1,0 × 10-6 . 
 
 
35 - É uma característica da Integral de Stokes: 
 
(A) a existência de massas exteriores à superfície 
equipotencial; 
(B) o centro de massa da Terra coincide com o centro 
geométrico do elipsóide; 
(C) o esferopotencial sobre o elipsóide é diferente do 
geopotencial no geóide; 
(D) o cálculo da integral deve considerar toda a 
superfície terrestre, excluindo os oceanos; 
(E) a massa do elipsóide tem de ser diferente da massa 
da Terra. 
 
 
36 - Com relação à determinação do Geóide, pode-se 
afirmar que: 
 
(A) o método astrogeodésico fornece diretamente as 
ondulações geoidais; 
(B) o método astrogeodésico fornece as ondulações 
geoidais para elipsóides geocêntricos; 
(C) a relação linear N = H – h ( N = ondulação 
geoidal, H = altura elipsoidal e h = altitude 
ortométrica ) é exata e rigorosa; 
(D) os valores obtidos pelo método astrogravimétrico 
tem de sofrer uma redução da componente 
astrogeodésica por ser um valor local; 
(E) matematicamente é possível transformar 
grandezas referidas a um elipsóide para outro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
37 - No que se refere aos erros de observação, é verdadeiro 
afirmar que: 
 
(A) os erros de natureza grosseira são facilmente 
identificáveis; 
(B) os erros sistemáticos podem ser eliminados através 
da repetibilidade de medidas; 
(C) o somatório dos erros sistemáticos tende a ser nulo; 
(D) os erros acidentais são eliminados através da 
aplicação da Curva de Gauss; 
(E) em uma grande amostra a probabilidade de 
ocorrência dos erros acidentais de mesmo módulo e 
sinal simétrico é a mesma. 
 
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8 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
 
38 - Pode ser um indicador de sistema de equações lineares 
mal condicionado: 
 
(A) na matriz dos coeficientes, o determinante é grande 
e os elementos da inversa são pequenos; 
(B) na matriz dos coeficientes, o determinante é 
pequeno e os elementos da inversa também são 
pequenos; 
(C) na matriz dos coeficientes, o determinante é 
pequeno e os elementos da inversa são grandes; 
(D) fraca correlação entre os elementos da matriz dos 
coeficientes inversa; 
(E) matrizes ortogonais – matrizes em que a inversa é 
igual à transposta. 
 
 
39 - A média m de um conjunto de observações li de igual 
qualidade é dada por m = � li / n, e o desvio padrão � de 
uma observação isolada l é dado por 
� = ( � ( l - m )² / ( n - 1 ) )½. No caso particular de dupla 
medida l1 e l2 sobre uma grandeza, define-se a discrepância 
d como sendo d = l2 – l1. As expressões que possibilitam o 
cálculo da média e do desvio padrão para a média, 
respectivamente, têm a forma: 
 
(A) l2 - d / 2 ; d / � 2; 
(B) l1 + d / 2 ; d / 2; 
(C) d / 2 + l2 ; d × � 2; 
(D) d / 2 - l1 ; 2 / d; 
(E) l1 - l2 / 2; � 2 / d. 
 
 
 
 
 
 
 
40 - O resultado do vetor X do Método dos Parâmetros 
fica invariante em dois ajustamentos distintos devido a: 
 
(A) diferentes matrizes variância-covariância das 
observações; 
(B) existência de erros grosseiros nas observações; 
(C) presença de erros sistemáticos nas observações; 
(D) diferentes modelos matemáticos funcionais; 
(E) diferentes valores arbitrados para a variância a 
priori. 
 
 
41 - Com relação ao Método Variação de Coordenadas, 
pode-se afirmar que: 
 
(A) sua solução fornece diretamente as observações 
ajustadas; 
(B) seu emprego e aplicação são idênticos aos do 
método dos parâmetros; 
(C) os modelos matemáticos referentes às observações 
de ângulos e direções são iguais; 
(D) o método não necessita de valores preliminares para 
as incógnitas; 
(E) o método não é solução do Método dos Mínimos 
Quadrados. 
 
 
42 - A afirmativa que NÃO condiz com as propriedades da 
elipse de erros é: 
 
(A) o valor da precisão das coordenadas é função da 
direção dos eixos coordenados; 
(B) os valores dos semi-eixos maior e menor são dados 
pelos desvios padrão máximo e mínimo das 
coordenadas; 
(C) a soma das variâncias em direções ortogonais é 
invariante; 
(D) o determinante da matriz variância-covariância não 
é constante; 
(E) a covariância entre as coordenadas sendo igual a 
zero e as variâncias das coordenadas sendo iguais 
degeneram a elipse em uma circunferência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
43 - De modo ideal, ou seja, puramente teórico 
(matemático), a superposição longitudinal e lateral nos 
fotogramas provenientes de um levantamento 
aerofotogramétrico deveriam ser, em porcentagem, 
respectivamente, de: 
 
(A) 20 e 0; 
(B) 30 e 5; 
(C) 40 e 30; 
(D) 50 e 0; 
(E) 60 e 30. 
 
 
44 - A Fotogrametria Numérica: 
 
(A) é realizada por equipamento analítico; 
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9 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
(B) não exige a interação com operador; 
(C) registra através de coordenadas os dados resultantesde restituição fotogramétrica; 
(D) elimina as fases de orientação exterior e interior; 
(E) não permite correção a posteriori dos elementos 
restituídos. 
 
 
45 - Um bloco de aerotriangulação, que será calculado 
pelo método dos feixes, é composto de 3 faixas, cada faixa 
com 6 modelos. Sabendo-se que existem 10 pontos de 
controle planimétrico e 17 pontos de controle altimétrico 
distribuídos pelo bloco, as incógnitas do bloco são em 
número de: 
 
(A) 250; 
(B) 268; 
(C) 309; 
(D) 317; 
(E) 354. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
46 - As operações no processamento digital de imagens 
podem ser agrupadas em 3 conjuntos: o de pré-
processamento, o de realce e o de classificação. Cada 
conjunto apresenta procedimentos específicos. Assinale a 
alternativa que apresenta, corretamente e na ordem, uma 
operação referente ao conjunto de pré-processamento, 
realce e classificação: 
 
(A) correção radiométrica; fatiamento; rotação de 
imagem; 
(B) correção geométrica; filtragem; rotação de imagem; 
(C) correção atmosférica; manipulação de contraste; 
grupamento; 
(D) filtragem; correção geométrica; fatiamento; 
(E) correção atmosférica; grupamento; manipulação de 
contraste. 
 
 
47 - A interpretação de imagens é realizada empregando-se 
3 propriedades básicas dos elementos imageados, que são: 
 
(A) contexto, reflectância e tonalidade; 
(B) contexto, textura e tonalidade; 
(C) contexto, freqüência e textura; 
(D) freqüência, reflectância e tonalidade; 
(E) freqüência, reflectância e textura. 
 
 
48 - Uma Elipse de Distorção (Indicatriz de Tissot) cujos 
semi-eixos sejam a = 1,37 e b = 1,37 caracteriza uma 
projeção cartográfica: 
 
(A) afilática; 
(B) conforme; 
(C) equidistante meridiana; 
(D) equidistante transversa; 
(E) equivalente. 
 
 
49 - Para atualização de cartas 1: 50.000 é suficiente um 
rastreador GPS: 
 
(A) de navegação com coletor de atributos; 
(B) de navegação com receptor de correções DGPS; 
(C) de navegação com receptor de correções 
WADGPS; 
(D) de dupla freqüência com solução RTK; 
(E) de dupla freqüência com solução OTF. 
 
 
 
50 - Uma linha de produção cartográfica automatizada, 
quando comparada aos processos clássicos, proporciona: 
 
(A) muita rapidez, baixo custo e pequena flexibilidade 
para derivar novos produtos; 
(B) muita rapidez, alto custo e pequena flexibilidade 
para derivar novos produtos; 
(C) muita rapidez, baixo custo e grande flexibilidade 
para derivar novos produtos; 
(D) pouca rapidez, alto custo e pequena flexibilidade 
para derivar novos produtos; 
(E) pouca rapidez, baixo custo e grande flexibilidade 
para derivar novos produtos. 
 
 
51 - Erros durante o processo de digitalização são 
detectados e/ou corrigidos no processo de: 
 
(A) ampliação; 
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 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
(B) editoração; 
(C) rasterização; 
(D) validação; 
(E) vetorização. 
 
 
52 - A organização de dados espacialmente distribuídos na 
superfície terrestre (2D) em arquivos digitais seqüenciados 
(1D) pressupõe o mapeamento entre estes dois espaços 
através de: 
 
(A) georreferenciamento; 
(B) indexação espacial; 
(C) projeções cartográficas; 
(D) transformações geométricas; 
(E) transformações polinomiais. 
 
 
53 - As operações de Interseção e União envolvendo 
imagens binárias ou mapas e planos de informação 
matriciais são conduzidas, respectivamente, pelos 
operadores Booleanos: 
 
(A) AND e NOT; 
(B) AND e OR; 
(C) AND e XOR; 
(D) OR e NOT; 
(E) OR e XOR. 
 
 
 
 
 
 
54 - Na fase da coleta dos dados, a partir de documentos 
analógicos, para carga de um SIG existe um compromisso 
direto entre a qualidade dos dados necessários e: 
 
(A) a escala; 
(B) a legenda; 
(C) a projeção cartográfica; 
(D) a simbologia; 
(E) o sistema de coordenadas. 
 
 
55 - A descrição das características observadas em feições 
cartográficas se verifica por meio de 4 escalas ou níveis de 
medição que seguem uma hierarquia de complexidade. A 
seqüência dessas escalas que permite a redução ou 
generalização dos dados, é: 
 
(A) ordinal – nominal – razão – intervalo; 
(B) razão – ordinal – intervalo – nominal; 
(C) razão – intervalo – ordinal – nominal; 
(D) nominal – ordinal – intervalo – razão; 
(E) intervalo – razão – nominal – ordinal. 
 
 
56 - Um dos principais problemas na reprodução de 
documentos cartográficos, produzidos em ambiente digital, 
diz respeito à fidelidade na correspondência entre as cores 
observadas no monitor de vídeo e as efetivamente 
impressas. Este fato se verifica porque na prática: 
 
(A) as cores primárias aditivas permitem uma maior 
variação cromática que as subtrativas; 
(B) as cores primárias subtrativas permitem uma maior 
variação cromática que as aditivas; 
(C) os monitores de vídeo trabalham com cores 
subtrativas; 
(D) os pigmentos das cores subtrativas são mais puros 
que os pigmentos das cores aditivas; 
(E) os pigmentos das cores aditivas são mais puros que 
os pigmentos das cores subtrativas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
57 - O armazenamento de um Modelo Digital de Terreno 
pode ser realizado por meio de : 
 
(A) Polígonos de Thiessen - Triangulação de Delaunay 
- Tesselagem de Dirichlet; 
(B) Curvas de Contorno - Triangulações Irregulares 
- Tesselagem de Dirichlet; 
(C) Curvas de Contorno - Perfis altimétricos 
- Triangulações Irregulares; 
(D) Polígonos de Thiessen - Perfis altimétricos 
- Triangulação de Delaunay; 
(E) Curvas de Contorno - Polígonos de Thiessen 
- Perfis altimétricos. 
 
 
58 - Métodos de interpolação em MDT’s fundamentam-se 
na correlação espacial. O método que calcula o valor z(x), 
de uma variável na posição x, expresso como a soma de 
duas componentes espaciais - uma global e outra local - e 
uma não espacial é denominado: 
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11 
 REALIZAÇÃO 
 PROVA OBJETIVA 
 
(A) interpolação planar simples; 
(B) inverso do cubo da distância; 
(C) inverso do quadrado da distância; 
(D) kriging; 
(E) média móvel. 
 
 
59 - Para gerenciar e acessar grandes volumes de dados de 
forma eficiente, é necessário organizá-los através do 
emprego de: 
 
(A) particionamento – indexação – metadados; 
(B) agregação – indexação – metadados; 
(C) localização – redes semânticas – indexação; 
(D) agregação – localização – redes semânticas; 
(E) particionamento – redes semânticas – metadados. 
 
 
60 - A principal dificuldade nos SIGs atualmente 
disponíveis, com relação à informação geográfica, 
encontra-se: 
 
(A) na integração de dados matriciais e vetoriais; 
(B) na representação do aspecto temporal; 
(C) na representação de fenômenos 3D; 
(D) na integração de geometria e atributos; 
(E) na integração GPS e Sensoriamento Remoto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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