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Os fundamentos da ética como marca da 
ação humana
Filosofia
3o bimestre – Aula 05
Ensino Médio
• Os fundamentos da ética como 
marca da ação humana.
• Analisar o agir humano como 
fundamento da ética;
• Reconhecer elementos da ação 
ética em contexto de liberdade e 
na convivência.
Link para vídeo
No breve trecho da entrevista de Jô 
Soares com Mario Sergio Cortella, 
você pode observar três reflexões 
relacionadas à existência ética. Ou 
seja, reflexões que todo cidadão livre e 
consciente deve fazer.
Agora é com você! 
Considerando as suas experiências 
cotidianas, responda com exemplos: 
“O que eu quero, mas não devo”.
“O que eu posso, mas não quero”. 
SOLO 
SILENCIOSO
7 MINUTOS
O que é ética?
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0o3pAwVxIOE.
https://www.youtube.com/watch?v=0o3pAwVxIOE
Ética e as virtudes
Ética: Parte da filosofia que estuda o agir humano, na medida 
em que este é orientado por hábitos e por representações de 
virtude, dever e obrigação, podendo ser objeto de um juízo de 
valor (moral); [...] envolvendo o plano das decisões, atos de 
vontade, autonomia e responsabilidade dos agentes [...].
(OLIVEIRA. In: GIACÓIA JR, 2006, p. 77)
“ Virtude (areté): 
excelência, mérito, 
relacionada a
capacidade de ação, 
disposição para querer 
e assumir o bem.
Desde Kant [...], moral passou a designar preferencialmente o 
âmbito do subjetivo e interno, de determinação da vontade 
pela consciência racional [...] enquanto a ética designa a 
dimensão coletiva, externa [...]. O estudo dos sistemas morais 
ou dos costumes socialmente praticados.
(OLIVEIRA. In: GIACÓIA JR, 2006, p. 77)
“
Juízo ético e seus critérios
A ética está intrinsicamente ligada ao agir humano, à sua 
liberdade e à avaliação desse agir como correto ou incorreto, 
justo ou injusto, virtuoso ou viciado, com base no contexto 
específico, incluindo a comunidade, o local e o tempo em 
que ocorre.
Nesse campo de estudo se reconhece a relatividade das 
ações humanas, uma vez que estas variam de acordo com 
diferentes motivos e contextos.
Porém, apesar de comportar certa relatividade, o juízo ético, 
de forma geral, não pode ser limitado às diferentes opiniões 
pessoais.
O juízo ético se orienta por 
critérios compartilháveis, 
uma vez que tende a 
considerar, por exemplo, as 
condições de liberdade e 
autonomia do indivíduo que 
age, bem como as condições 
de liberdade e autonomia 
daquele que pode vir a sofrer 
a ação.
O juízo ético compreende valores para nortear as ações em sociedade. Em uma sociedade 
democrática, por exemplo, deve-se considerar não apenas a ação em si, mas também as 
condições de quem age e daquele que pode ser afetado pela ação. 
Imagine que uma pessoa tem uma dor de estômago constante e vai ao médico. O médico faz 
alguns exames e descobre que essa pessoa tem uma úlcera.
O médico explica que há duas opções de tratamento: tomar medicamentos por alguns meses ou 
fazer uma cirurgia. O médico ético não apenas respeita o direito do paciente de escolher entre essas 
opções, mas também se esforça para explicar cada opção de forma compreensível para um leigo. Ele 
fala sobre os prós e contras de cada tratamento, os possíveis efeitos colaterais e responde com 
clareza a todas as perguntas de forma que o paciente possa tomar uma decisão consciente.
Essa mesma condição de respeito pela decisão consciente “do outro” é esperada na esfera 
empresarial, comercial, na definição e implementação de políticas públicas, entre outros 
contextos da vida em sociedade.
Vamos pensar um pouco, a partir do exemplo, na caixa em destaque:
Ética se confunde com as leis do Estado?
A lei determina, em cada tempo, quais comportamentos são corretos e 
quais são incorretos, incluindo aqueles que causam danos à vida ou, a 
partir da modernidade, à propriedade, sejam eles cometidos por uma 
pessoa ou grupo.
A fraude, o furto, o estelionato, a extorsão, o homicídio e o latrocínio
são exemplos de crimes e resultam em consequências punitivas, como 
a aplicação de uma pena.
Vale destacar que nem tudo que é legal é ético. A ética orienta-se por valores que estão além das 
condutas consideradas legais.
Há ações que, ao serem realizadas, não infringem a lei, mas nem por isso são éticas, por 
exemplo, o aumento abusivo de preços em situações de escassez ou alta demanda pode ocorrer 
sem infringir a lei. Ou seja, trata-se de uma prática que pode ser considerada oportunista, mas 
que pode não ser ilegal.
A ética é mais exigente que a lei. Isso 
significa que há condutas que são 
legais, mas que nem por isso são 
decentes, corretas. [...] Então, há uma 
diferença: eu posso respeitar a lei, 
cumprir a lei porque eu acho que ela é 
justa, posso cumprir a lei porque ela 
se impõe a todos, ou posso cumprir a 
lei simplesmente porque eu tenho 
medo do castigo. Ter medo do castigo 
não é nada ético. No entanto, para o 
funcionamento adequado da 
sociedade, basta que você obedeça a 
lei para que tudo corra de uma 
forma socialmente mais aceitável.”
“
Prof. Dr. Renato Janine Ribeiro (Colunista).
Fonte: Jornal da USP.
RIBEIRO, Renato Janine. Jornal da USP, 2023.
8 MINUTOS
“Estou cumprindo a lei de trânsito porque tenho medo da punição, porque tenho medo 
dos efeitos [...] ou porque acho justo haver um fluxo para uma direção, um fluxo para 
outro?” É justo que na sociedade uns desfrutem de espaço e outros também. A lei de 
trânsito, nesse sentido, é altamente ética, porque ela estabelece uma certa igualdade 
entre as pessoas, uma igualdade entre todos que têm carro ou mesmo como pedestres 
que atravessam a rua no momento oportuno.
“
O trecho em destaque se refere à lei de trânsito atual. 
Agora é com você!
A partir do seu repertório, cite outra lei que você considera altamente ética no sentido de 
contribuir para uma relação mais igualitária entre as pessoas. Caso desconheça alguma lei 
nesse sentido, apresente uma proposta de lei que promova a igualdade entre os cidadãos. 
VIREM E 
TRABALHEM
RIBEIRO, Renato Janine. Jornal da USP, 2023.
Resposta aberta, a depender do repertório dos estudantes sobre a legislação brasileira. 
Um exemplo para uma resposta possível à questão proposta é a Lei n. 12.288/2010, 
conhecida como o Estatuto da Igualdade Racial, que estabelece medidas para 
combater a discriminação racial e as demais formas de intolerância étnica e, assim, 
promover a igualdade de oportunidades para todos os cidadãos.
Correção
Virtudes
Busto de Aristóteles (384-322 a.C. ​)
Ainda que atualmente as virtudes sejam
pouco discutidas, elas continuam 
presentes em nosso dia a dia, mesmo que
referenciadas por outros termos. 
Sempre que ponderamos sobre como agir 
visando ao bem ou como executar uma 
ação de forma justa, a ideia de virtude 
segue presente.
Aristóteles, em
seus escritos procurou sistematizar o
agir humano como aquele que tem por 
finalidade visar ao bem e à felicidade, 
criando um sistema ético finalista
para refletir sobre as virtudes ou
vícios humanos.
Na abertura da obra Ética a Nicômaco, 
Aristóteles tematiza a importância de
pensar as ações e suas finalidades. 
Para que agimos?
Admite-se geralmente que toda arte 
e toda investigação, assim como 
toda ação e toda escolha, têm em mira 
um bem qualquer; e por isso foi dito, 
com muito acerto, que o bem é aquilo 
a que todas as coisas tendem.”
“
Recorte do Afresco Escola de Atenas (1509-1510), de Rafael Sanzio 
Em destaque Platão e Aristóteles conversam. Platão segurando a obra 
Timeu aponta para o alto e Aristóteles, segurando a obra Ética, direciona 
a mão para baixo, para as coisas desse mundo. ARISTÓTELES, 1991, p. 5.
Toda ação, para ser realizada com excelência, segundo Aristóteles, é uma atividade que deve 
estar em consonância com a virtude e toda ação virtuosa ocorre a partir do bom uso da razão.
Assim, para Aristóteles, as virtudes não são dadas pela natureza como nos são dados os 
órgãos comoo coração e o fígado, ou sentidos da visão e/ou da audição, por exemplo. A 
virtude é realizada na ação que ocorre com o uso da razão.
pois a função de um tocador de lira é tocar lira, e a de um bom tocador de lira é 
fazê-lo bem [...] e afirmamos ser a função do homem uma certa espécie de vida, 
e esta vida uma atividade ou ações da alma que implicam um princípio racional; 
e acrescentamos que a função de um bom homem é uma boa e nobre 
realização das mesmas.”
“
ARISTÓTELES, 1991, p. 16.
A virtude também se divide em espécies 
[...] algumas virtudes são intelectuais e outras morais [...] 
a primeira, por via de regra, gera-se e cresce graças ao 
ensino [...], enquanto a virtude moral é adquirida 
em resultado do hábito [...]. Por tudo isso, evidencia-se 
também que nenhuma das virtudes morais surge em nós por 
natureza [...] tornamo-nos justos praticando atos justos, e 
assim com a temperança, a bravura etc. [...] pelos atos que 
praticamos em nossas relações [...] nos tornamos justos ou 
injustos; pelo que fazemos em presença do perigo e pelo 
hábito do medo ou da ousadia, nos tornamos valentes ou 
covardes. O mesmo se pode dizer dos apetites e da emoção 
da ira: uns se tornam temperantes e calmos, 
outros intemperantes e irascíveis, portando-se de um modo 
ou de outro em igualdade de circunstâncias.”
“
ARISTÓTELES, 1991, p. 28-30. Grifo nosso.
Aristóteles. Recorte do Afresco Escola de 
Atenas (1509-1510).
Segundo Aristóteles, é pela razão e pela prática que podemos superar as nossas paixões e 
inclinações (pautadas pelo excesso e pela falta) manifestadas nas nossas ações. Adquirimos 
as virtudes éticas por meio da prática reflexiva e racional de vida, tornada hábito. Assim, 
segundo Aristóteles, ao evitarmos os vícios por excesso e pela falta, por meio da ação 
mediana e racional (virtuosa), podemos alcançar a felicidade.
Veja o quadro, que traz um exemplo:
VÍCIO POR DEFICIÊNCIA VIRTUDE VÍCIO POR EXCESSO
Covardia
(ser dominado pelo medo)
Coragem (saber 
enfrentar os perigos 
calculando, racionalmente, 
como agir)
Temeridade/imprudência (agir 
sem pensar, sem calcular os 
riscos)
8 MINUTOS
Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectual e moral, a 
primeira gera-se e cresce graças ao ensino – por isso requer 
experiência e tempo –, enquanto a virtude moral é adquirida em 
resultado do hábito. Não é, pois, por natureza, que as virtudes 
se geram em nós. Adquirimo-las pelo exercício, como também 
sucede com as artes. As coisas que temos de aprender antes de 
poder fazê-las, aprendemo-las fazendo; por exemplo, os homens 
tornam-se arquitetos construindo e tocadores de lira tocando 
esse instrumento. Da mesma forma, tornamo-nos justos praticando 
atos justos, e assim com a temperança, a bravura etc.”
“ Inatismo: Doutrina 
filosófica segundo a 
qual existem 
determinados elementos 
do conhecimento –
ideias, princípios, 
formas ou estruturas 
mentais – que não são 
adquiridos por 
experiência, ao longo da 
vida, mas pertencem à 
própria natureza da 
mente, isto é, que 
nascem com ela.
TODO MUNDO
ESCREVE
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, 1991. Adaptado (UNESP 2017). 
Responda como a concepção de Aristóteles sobre a origem das virtudes se 
diferencia da concepção inatista, para a qual as virtudes seriam anteriores à 
experiência pessoal. 
Explique a importância dessa concepção aristotélica no campo da educação. 
GIACÓIA Junior, O. 2006, p. 103.
A partir do excerto, é possível identificar que, segundo Aristóteles, as virtudes são 
fruto de um esforço racional que se torna hábito e, não sendo naturais, “aprendemo-
las fazendo”. Essa concepção contraria a corrente inatista, segundo a qual as 
estruturas da consciência humana são dadas por natureza (de nascença) e, assim,
independem das nossas experiências. Se, conforme Aristóteles, a virtude pode ser 
ensinada e aperfeiçoada pela prática, a educação, assume, nesse contexto, papel 
fundamental para a formação humana virtuosa.
Correção
A partir das aprendizagens realizadas nesta aula, reflita sobre as seguintes questões: 
Racismo é crime. Devemos nos comportar de forma antirracista somente por temor à lei? 
Ou devem existir motivações éticas? Quais?
Se ninguém nasce racista, porque continuamos repetindo o racismo de forma estrutural 
mesmo sendo crime? Para superar o racismo, precisamos praticar cotidianamente o 
antirracismo? Como?
Registre as suas reflexões no caderno.
SOLO 
SILENCIOSO
8 MINUTOS
● Reconhecemos o agir humano como 
fundamento da ética;
● Identificamos a importância da virtude como 
fundamento da ética aristotélica;
● Analisamos aspectos do agir 
contemporâneo e suas relações com a ética.
ARANHA, M. L. A; MARTINS, M. H. P. Temas de Filosofia. São Paulo: Moderna, 1998. 
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Seleção de textos de José Américo Motta Pessanha. Trad. Leonel Vallandro e 
Gerd Bornheim da versão inglesa de W. D. Ross. 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991 (Os pensadores; v. 2)
BRASIL. Portal MEC. Ética. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro082.pdf. Acesso em 03 jun. 
2024.
GIACÓIA JUNIOR, O. Pequeno dicionário de filosofia contemporânea. São Paulo: Publifolha, 2006.
LEMOV, D. Aula nota 10: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Trad. Daniel Vieira, Sandra. M. M. da 
Rosa. Revisão técnica: Fausto Camargo, Thuinie Daros. 3. ed. Porto Alegre: Penso, 2023.
PORTAL UOL. Provas e gabaritos UNESP 2017. Caderno 2ª fase – Ciências Humanas, questão 12. Disponível 
em: https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/downloads/universidade-estadual-paulista.htm. Acesso em: 
8 mai. 2024.
RIBEIRO, R. J. “A ética é mais exigente que a lei”. Jornal da USP, 2023. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-
usp/a-etica-e-mais-exigente-que-a-lei/. Acesso em: 8 maio 2024.
RIBEIRO, R. J. Ética ou o fim do mundo (entrevista). Revista Organicom. Ética e comunicação nas organizações. 
Volume 5, número 8, 2008. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/organicom/issue/view/10217. Acesso em 03 
jun. 2024.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro082.pdf
https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/downloads/universidade-estadual-paulista.htm
https://jornal.usp.br/radio-usp/a-etica-e-mais-exigente-que-a-lei/
https://jornal.usp.br/radio-usp/a-etica-e-mais-exigente-que-a-lei/
https://www.revistas.usp.br/organicom/issue/view/10217
RIBEIRO, R. J. (entrevista). SBPC Newsletter “Conexão Integridade” entrevista o presidente da SBPC, que fala sobre 
ética em diferentes contextos. Disponível em: https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/entrevista-com-o-professor-renato-
janine-ribeiro/. Acesso em: 03 jun. 2024. 
SÃO PAULO (Estado). Currículo Paulista: Etapa Ensino Médio. Coordenadoria Pedagógica: União dos Dirigentes 
Municipais de Educação do Estado de São Paulo – UNDIME. São Paulo: SEDUC, 2020.
https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/entrevista-com-o-professor-renato-janine-ribeiro/
https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/entrevista-com-o-professor-renato-janine-ribeiro/
Lista de imagens e vídeos:
Slide 1 – Imagem de capa: SEDUC
Slide 3 – O que é ética? Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0o3pAwVxIOE. Acesso em: 03 jun. 2024. 
Slide 7 – © Gifgifs: Gif animado multa por velocidade. Disponível em: http://gifgifs.com/creatures-cartoons/witches/5059-
Speeding_ticket.html Acesso em: 8 mai. 2024.
Slide 8: Renato Janine Ribeiro (foto). Disponível em: https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/colunistas/renato-janine-
ribeiro/. Acesso em: 3 jun. 2024.
Slide 11 – Busto Aristóteles. Disponível em: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles#/media/Ficheiro:Aristotle_Altemps_Inv8575.jpg Acesso em: 
8 maio 2024.
Slide 12 – Escola de Atenas (1509-1510), fresco de Rafael Sanzio (recorte com destaque para Platão e Aristóteles). 
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles#/media/Ficheiro:Sanzio_01_Plato_Aristotle.jpg. Acesso 
em: 6 maio 2024.
Slide 14 – Escola de Atenas(1509–1510), fresco de Rafael Sanzio (recorte com destaque para Aristóteles). Disponível 
em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e3/Raffael_061.jpg. Acesso em: 3 jun. 2024.
Slide 19 – Gif “missão cumprida”, por Marcelo Ortega/@ortega_alemão. 
https://www.youtube.com/watch?v=0o3pAwVxIOE
http://gifgifs.com/creatures-cartoons/witches/5059-Speeding_ticket.html
http://gifgifs.com/creatures-cartoons/witches/5059-Speeding_ticket.html
https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/colunistas/renato-janine-ribeiro/
https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/colunistas/renato-janine-ribeiro/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles#/media/Ficheiro:Aristotle_Altemps_Inv8575.jpg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles#/media/Ficheiro:Sanzio_01_Plato_Aristotle.jpg
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e3/Raffael_061.jpg
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	Slide 5: Juízo ético e seus critérios
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