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TEMPLATE NOME: Marcelo Alves da Silva RU: 1051696 DISCIPLINA: Zoonoses. TEMA: ESQUISTOSSOMOSE. RU: 1051696 Marcelo Alves da Silva Pergunta Orientadora A esquistossomose, o agente etiológico, hospedeiro intermediário e definitivo, sinais e sintomas da doença. A esquistossomose, também conhecida como bilharzíase, no Brasil, a esquistossomose é conhecida popularmente como “xistose”, “barriga d’água” ou “doença dos caramujos”,é uma doença parasitária causada por trematódeos do gênero Schistosoma. O agente etiológico mais comum é o Schistosoma mansoni, responsável por grande parte dos casos. Outras espécies importantes incluem Schistosoma haematobium e Schistosoma japonicum, com prevalência variando conforme a região. É considerada um problema de saúde pública em muitos países. A infecção ocorre principalmente em áreas de baixo saneamento básico, onde há água doce contaminada com caramujos hospedeiros intermediários do parasita. A doença pode levar a complicações crônicas e até mesmo à morte, tornando-se fundamental estudar seus aspectos para a prevenção e controle eficaz. O ciclo de vida do Schistosoma envolve dois tipos de hospedeiros: o hospedeiro definitivo e o hospedeiro intermediário. O hospedeiro definitivo é o ser humano, onde o verme adulto reside e se reproduz. O hospedeiro intermediário é o caramujo de água doce do gênero Biomphalaria, que é fundamental para o desenvolvimento larval do parasita. Os miracídios liberados pelos caramujos invadem a pele humana durante o contato com água contaminada, evoluindo para cercárias, que penetram na pele e migram para o sistema venoso, onde se desenvolvem em vermes adultos. Os sinais e sintomas da esquistossomose variam conforme a fase da infecção. Na fase aguda, os pacientes podem apresentar febre, erupções cutâneas, mal-estar e sintomas gastrointestinais. Na fase crônica, a doença pode causar sintomas mais graves, como dor abdominal, hepatomegalia, esplenomegalia e problemas intestinais, podendo levar a fibrose hepática, cirrose e complicações graves se não tratada adequadamente. O diagnóstico é realizado por meio de exames parasitológicos, como a identificação dos ovos nas fezes ou na urina, e exames sorológicos. O tratamento geralmente envolve a administração de praziquantel, um antiparasitário eficaz contra a esquistossomose. Diante da gravidade da doença, é essencial estudar seus aspectos para a prevenção e controle eficaz. Isso envolve abordar questões como tratamento adequado, saneamento básico, eliminação de caramujos hospedeiros e educação da população sobre os riscos e medidas preventivas. A prevenção da esquistossomose também inclui medidas simples, como evitar o contato com água doce contaminada, utilizar saneamento básico adequado e usar calçados protetores ao caminhar em áreas de risco. Além disso, o tratamento precoce é fundamental para evitar complicações graves. Em suma, a esquistossomose é uma doença parasitária grave que afeta a saúde pública em muitos países. Compreender seus aspectos e implementar medidas de prevenção e controle são cruciais para reduzir o impacto desta doença debilitante e potencialmente mortal. Apresente as Referências Bibliográficas utilizadas Brasil, Ministério da Saúde. (2022). Esquistossomose. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-a-z/esquistossomose. SAS Rodrigues, JV Andrade, FM Rosa- Educação E Saúde, 2021 - researchgate.net. Atuação da enfermagem no contexto da esquistossomose. researchgate.net KCTT Rodrigues, RN Barrinha- International Journal, 2022 - saber.unioeste.br. Os problemas de saneamento e seus impactos sobre a saúde pública. unioeste.br ETAPA 3 - Preencha a tabela seguindo o modelo abaixo: Estado: Espirito Santo Ano Casos notificados Casos de cura 2022 839 724 2023 725 630 ETAPA 4 - Apresente dois gráficos em colunas, com os resultados obtidos. Um gráfico com o número de casos notificados e outro com o número de casos de cura. ETAPA 5 – Análise Microscópica Através do microscópio óptico, utilizando as objetivas de 10 e 40 X, lâmina permanente de corte de fígado infectado com Schistosoma (lâmina 2). AUMENTO: 4X AUMENTO: 10X Registros do desenvolvimento da atividade prática no polo de apoio presencial IMAGEM 1: Material para análise. IMAGEM 2: Material sendo analisado. image7.jpeg image8.jpeg image2.png image3.png image4.png image5.jpeg image6.jpeg image1.png TEMPLATE NOME: Marcelo Alves da Silva RU: 1051696 DISCIPLINA : Zoonoses. TEMA : ESQUISTOSSOMOSE. Pergunta Orientadora A esquistossomose , o agente etiol ó gico, hospedeiro intermedi á rio e definitivo, sinais e sintomas da doen ç a . A esquistossomose , tamb é m conhecida como bilharz í ase , n o Brasil, a esquistossomose é conhecida popularmente como “ xistose ” , “ barriga d ’á gua ” ou “ doen ç a dos caramujos ” , é uma doen ç a parasit á ria causada por tremat ó deos do g ê nero Schistosoma . O agente etiol ó gico mais comum é o Schistosoma mansoni , respons á vel por grande parte dos casos. Outras esp é cies importantes incluem Schistosoma haematobium e Schistosoma japonicum , com preval ê ncia variando conforme a regi ã o. É considerada um problema de sa ú de p ú blica em muitos pa í ses. A infec çã o ocorre principalmente em á reas de baixo saneamento b á sico, onde h á á gua doce contaminada com caramujos hospedeiros intermedi á rios do parasita. A doen ç a pode levar a complica çõ es cr ô nicas e at é mesmo à morte, tornando-se fundamental estudar seus aspectos para a preven çã o e controle eficaz. O ciclo de vida do Schistosoma envolve dois tipos de hospedeiros: o hospedeiro definitivo e o hospedeiro intermedi á rio. O hospedeiro definitivo é o ser humano, onde o verme adulto reside e se reproduz. O hospedeiro intermedi á rio é o caramujo de á gua doce do g ê nero Biomphalaria , que é fundamental para o desenvolvimento larval do parasita. Os mirac í dios liberados pelos caramujos invadem a pele humana durante o contato com á gua contaminada, evoluindo para cerc á rias , que penetram na pele e migram para o sistema venoso, onde se desenvolvem em vermes adultos. Os sinais e sintomas da esquistossomose variam conforme a fase da infec çã o . Na fase aguda, os pacientes podem apresentar febre, erup çõ es cut â neas, mal-estar e sintomas gastrointestinais. Na fase cr ô nica, a doen ç a pode causar sintomas mais graves, como dor abdominal, hepatomegalia, esplenomegalia e problemas intestinais, podendo levar a fibrose hep á tica, cirrose e complica çõ es graves se n ã o tratada adequadamente. RU: 1051696 Marcelo Alves da Silva