Prévia do material em texto
Aula : Preservação de Cena de Crime
Instrutor: GCM 2° Cl Pastorinho Raio 151
Auxiliares: GCM 2° Alexandre Oliveira Raio 193
GCM 1° Cl Anilton Raio 158
Pertencente: Guarda Civil Municipal de Osasco (OPERACIONAL)
Conhecimento na área: Cursos Balística Florense
Papiloscopia
Cenas de crimes
Perícia Criminal
Aula: Preservação de Cena de Crime
Instrutor: GCM 2° Cl Pastorinho Raio 151
Auxiliares: GCM 2° Cl Alexandre Oliveira Raio 193
GCM 1° Cl Anilton Raio 158
Pertencente: Guarda Civil Municipal de Osasco (OPERACIONAL)
Conhecimento na área: Cursos Balística Florense
Papiloscopia
Cenas de Crimes
Perícia Criminal
• CENA DE CRIME
• CONTEÚDO PROGRAMATICO:
• • INTRODUÇÃO
• • CRIMINOLOGIA
• • CRIMINALÍSTICA
• • VESTÍGIOS
• • VESTÍGIOS COM OS FATOS
• • VESTÍGIOS COM O AUTOR
• • EVIDÊNCIA E INDÍCIO
• CENA DE CRIME
• CONTEÚDO PROGRAMATICO:
• • INTRODUÇÃO
• • CRIMINOLOGIA
• • CRIMINALÍSTICA
• • VESTÍGIOS
• • VESTÍGIOS COM OS FATOS
• • VESTÍGIOS COM O AUTOR
• • EVIDÊNCIA E INDÍCIO
• INTRODUÇÃO
• A perícia em local de crime é considerada o “berço” da Criminalística. É
geralmente o ponto de partida de uma investigação e é o espaço que se
encontram vestígios que se transformam em provas para condenar ou
inocentar um suspeito.
• O local de crime constitui-se em uma diligência das mais importantes na
Criminalística moderna.
• Preservá-lo significa garantir a sua integridade para a colheita de vestígios
que esclarecerão ou auxiliarão no esclarecimento da mecânica dos fatos. É,
pois, a contribuição concreta e decisória no esclarecimento da causa
jurídica da morte.
• INTRODUÇÃO
• A perícia em local de crime é considerada o “berço” da Criminalística. É
geralmente o ponto de partida de uma investigação e é o espaço que se
encontram vestígios que se transformam em provas para condenar ou
inocentar um suspeito.
• O local de crime constitui-se em uma diligência das mais importantes na
Criminalística moderna.
• Preservá-lo significa garantir a sua integridade para a colheita de vestígios
que esclarecerão ou auxiliarão no esclarecimento da mecânica dos fatos. É,
pois, a contribuição concreta e decisória no esclarecimento da causa
jurídica da morte.
• O local de crime pode ser subdividido entre corpo de delito e os
vestígios. Do ponto de vista da perícia técnica atual, corpo de delito
se trata de qualquer ente material relacionado a um crime, no qual se
possa fazer um exame pericial. É, pois, o elemento principal de um
local de crime, em torno do qual estão os vestígios e para o qual
convergem as evidências, de modo que, se retirado do local da morte,
descaracterizaria por completo a ocorrência, tornando-a, via de regra,
inexistente
• O local de crime pode ser subdividido entre corpo de delito e os
vestígios. Do ponto de vista da perícia técnica atual, corpo de delito
se trata de qualquer ente material relacionado a um crime, no qual se
possa fazer um exame pericial. É, pois, o elemento principal de um
local de crime, em torno do qual estão os vestígios e para o qual
convergem as evidências, de modo que, se retirado do local da morte,
descaracterizaria por completo a ocorrência, tornando-a, via de regra,
inexistente
• Já os vestígios constituem-se em qualquer marca, objeto ou sinal que
possa ter relação com o fato investigado.A existência do vestígio
pressupõe a existência de um agente provocador (que o causou ou
contribuiu para tanto), bem como do local em que o vestígio se
materializou
• Já os vestígios constituem-se em qualquer marca, objeto ou sinal que
possa ter relação com o fato investigado.A existência do vestígio
pressupõe a existência de um agente provocador (que o causou ou
contribuiu para tanto), bem como do local em que o vestígio se
materializou
CRIMINOLOGIA
• CRIMINOLOGIA é um conjunto de conhecimentos que se ocupa do
crime, da criminalidade e suas causas, da vítima, do controle social
do ato criminoso, bem como da personalidade do criminoso e da
maneira de ressocializá-lo. Etimologicamente o termo deriva do latim
crimino ("crime") e do grego logos ("tratado" ou "estudo"), seria,
portanto, o "estudo do crime".
• OBS: Aqui o objetivo é estudar o crime, o criminoso, sua
personalidade (os perfis criminais), causas, vítima, ressocialização,
mas não a elucidação dos crimes, isso quem faz é a Criminalística.
CRIMINOLOGIA
• CRIMINOLOGIA é um conjunto de conhecimentos que se ocupa do
crime, da criminalidade e suas causas, da vítima, do controle social
do ato criminoso, bem como da personalidade do criminoso e da
maneira de ressocializá-lo. Etimologicamente o termo deriva do latim
crimino ("crime") e do grego logos ("tratado" ou "estudo"), seria,
portanto, o "estudo do crime".
• OBS: Aqui o objetivo é estudar o crime, o criminoso, sua
personalidade (os perfis criminais), causas, vítima, ressocialização,
mas não a elucidação dos crimes, isso quem faz é a Criminalística.
CRIMINALÍSTICA
• CRIMINALÍSTICA é a disciplina que reúne os conhecimentos e técnicas
necessários à elucidação dos crimes e à descoberta de seus autores,
mediante a coleta e interpretação dos vestígios, fatos e
consequências supervenientes.
OBS: Aqui o objetivo é desvendar o crime – verificar se o crime
realmente aconteceu, seus conceitos, seus autores. É a interpretação
dos vestígios.
CRIMINALÍSTICA
• CRIMINALÍSTICA é a disciplina que reúne os conhecimentos e técnicas
necessários à elucidação dos crimes e à descoberta de seus autores,
mediante a coleta e interpretação dos vestígios, fatos e
consequências supervenientes.
OBS: Aqui o objetivo é desvendar o crime – verificar se o crime
realmente aconteceu, seus conceitos, seus autores. É a interpretação
dos vestígios.
Vestígios
• Vestígio é tudo o que se encontra no local. Esses vestígios são
estudados e interpretados pelos peritos para então se transformarem
– individualmente ou associado a outros – em prova.
• Todos os vestígios, num primeiro momento, são importantes!
•
• EXEMPLO:Um copo quebrado, uma guimba de cigarro, fios de cabelo,
um bilhete, manchas, uma pegada, entre outros que estejam no local
do crime são importantes e necessários para a elucidação dos fatos.
Vestígios
• Vestígio é tudo o que se encontra no local. Esses vestígios são
estudados e interpretados pelos peritos para então se transformarem
– individualmente ou associado a outros – em prova.
• Todos os vestígios, num primeiro momento, são importantes!
•
• EXEMPLO: Um copo quebrado, uma guimba de cigarro, fios de cabelo,
um bilhete, manchas, uma pegada, entre outros que estejam no local
do crime são importantes e necessários para a elucidação dos fatos.
Temos 3 tipos de vestígios
• Vestígios Ilusórios
• Vestígios Forjados
• Vestígios verdadeiros
Temos 3 tipos de vestígios
• Vestígios Ilusórios
• Vestígios Forjados
• Vestígios verdadeiros
Vestígios:
• Ilusórios:aqueles que são encontrados numa cena de crime e
parecem relacionados ao fato. Aparentam ser importantes, porém,
não são.
• Forjados:sua configuração é muito parecida com o vestígio ilusório,
diferindo daquele no seguinte aspecto: não estava na cena de crime
por acaso, foi “plantado lá” seja pelo autor ou por qualquer indivíduo
que queira mudar o rumo de uma investigação.
• Verdadeiro:são aqueles que, após depuração da equipe pericial,
conclui-se ter relação com os fatos em investigação, por serem
resultado da ação ou omissão do autor e cuja interpretação correta
pode levar à elucidação do crime.
Vestígios:
• Ilusórios:aqueles que são encontrados numa cena de crime e
parecem relacionados ao fato. Aparentam ser importantes, porém,
não são.
• Forjados:sua configuração é muito parecida com o vestígio ilusório,
diferindo daquele no seguinte aspecto: não estava na cena de crime
por acaso, foi “plantado lá” seja pelo autor ou por qualquer indivíduo
que queira mudar o rumo de uma investigação.
• Verdadeiro:são aqueles que, após depuração da equipe pericial,
conclui-se ter relação com os fatos em investigação,por serem
resultado da ação ou omissão do autor e cuja interpretação correta
pode levar à elucidação do crime.
Exemplos:
• Vestígio verdadeiro – A faca com as digitais do verdadeiro assassino.
• Vestígio Forjado – Alguém, coloca os fios de cabelo de seu inimigo na
cena de um crime, visando incriminá-lo.
• Vestígio Ilusório – Você, que não tem nada a ver com o crime, antes
dele acontecer, fuma um cigarro no local e deixa a bituca lá.
Exemplos:
• Vestígio verdadeiro – A faca com as digitais do verdadeiro assassino.
• Vestígio Forjado – Alguém, coloca os fios de cabelo de seu inimigo na
cena de um crime, visando incriminá-lo.
• Vestígio Ilusório – Você, que não tem nada a ver com o crime, antes
dele acontecer, fuma um cigarro no local e deixa a bituca lá.
EVIDÊNCIA E INDÍCIO
• O conceito de INDÍCIO está no Código de Processo Penal, conforme:
Art. 239: “considera-se indício a circunstância conhecida e provada,
que, tendo relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a
existência de outra ou outras circunstâncias”
• De maneira resumida, há autores que consideram que vestígio é o
material bruto constatado e/ou recolhido no local do crime, enquanto
que evidência é o vestígio analisado e depurado, tornando-se uma
prova por si só ou em conjunto, para ser utilizada no esclarecimento
dos fatos.
EVIDÊNCIA E INDÍCIO
• O conceito de INDÍCIO está no Código de Processo Penal, conforme:
Art. 239: “considera-se indício a circunstância conhecida e provada,
que, tendo relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a
existência de outra ou outras circunstâncias”
• De maneira resumida, há autores que consideram que vestígio é o
material bruto constatado e/ou recolhido no local do crime, enquanto
que evidência é o vestígio analisado e depurado, tornando-se uma
prova por si só ou em conjunto, para ser utilizada no esclarecimento
dos fatos.
• Evidência = Vestígio Verdadeiro
Apesar das diferenças conceituais, é comum nos depararmos com o
uso, por leigos e até mesmo por técnicos, das três expressões como se
fossem sinônimos.
RELAÇÃO ENTRE VESTÍGIO, EVIDÊNCIA E INDÍCIO
• O vestígio, pode ser: forjado, ilusório ou verdadeiro. Após o perito
chegar a conclusão de que é verdadeiro, ele se torna
Evidência. Conforme os fatos de uma investigação. A evidência pode
levar ao indício
de algum fato. Por exemplo: Indícios de autoria.
• Evidência = Vestígio Verdadeiro
Apesar das diferenças conceituais, é comum nos depararmos com o
uso, por leigos e até mesmo por técnicos, das três expressões como se
fossem sinônimos.
RELAÇÃO ENTRE VESTÍGIO, EVIDÊNCIA E INDÍCIO
• O vestígio, pode ser: forjado, ilusório ou verdadeiro. Após o perito
chegar a conclusão de que é verdadeiro, ele se torna
Evidência. Conforme os fatos de uma investigação. A evidência pode
levar ao indício
de algum fato. Por exemplo: Indícios de autoria.
PERÍCIA EM LOCAIS DE CRIME
• Conceito para a Criminalística:
• Local de crime (ou Local) é toda área física ou virtual na qual tenha
ocorrido um fato que possa assumir a configuração de infração penal,
se estendendo ainda a qualquer local que possua vestígios
relacionados à ação criminosa.
• Corpo de Delito: O Corpo de Delito é o conjunto dos vestígios
materiais resultantes da prática criminosa.
PERÍCIA EM LOCAIS DE CRIME
• Conceito para a Criminalística:
• Local de crime (ou Local) é toda área física ou virtual na qual tenha
ocorrido um fato que possa assumir a configuração de infração penal,
se estendendo ainda a qualquer local que possua vestígios
relacionados à ação criminosa.
• Corpo de Delito: O Corpo de Delito é o conjunto dos vestígios
materiais resultantes da prática criminosa.
ISOLAMENTO E PRESERVAÇÃO DE LOCAIS
• Conforme lemos no capítulo anterior os exames de locais de crime
devem ser realizados por peritos. Como esses profissionais não são os
primeiros a chegar no local, é necessário que a autoridade adote as
providências adequadas para garantir a preservação dos vestígios. O
art. 6º do Código de Processo Penal prevê as medidas a serem
adotadas, conforme expresso a seguir:
ISOLAMENTO E PRESERVAÇÃO DE LOCAIS
• Conforme lemos no capítulo anterior os exames de locais de crime
devem ser realizados por peritos. Como esses profissionais não são os
primeiros a chegar no local, é necessário que a autoridade adote as
providências adequadas para garantir a preservação dos vestígios. O
art. 6º do Código de Processo Penal prevê as medidas a serem
adotadas, conforme expresso a seguir:
*CPP(Código de Processo penal)
• Art. 6º - Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:
•
• I- dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas,
até a chegada dos peritos criminais; (ou seja, a polícia isola o local até a chegada dos peritos)
•
• II- apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais;
•
• III- colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias;
•
• VII – determinar, se for caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a quaisquer outras
perícias;(...)
*CPP(Código de Processo penal)
• Art. 6º - Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:
•
• I- dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas,
até a chegada dos peritos criminais; (ou seja, a polícia isola o local até a chegada dos peritos)
•
• II- apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais;
•
• III- colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias;
•
• VII – determinar, se for caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a quaisquer outras
perícias;(...)
Artigo 169***
• Art. 169. Para o efeito de exame do local onde houver sido praticada a infração,
•
• a autoridade providenciará imediatamente para que não se altere o estado das
•
• coisas até a chegada dos peritos, que poderão instruir seus laudos com
•
• fotografias, desenhos ou esquemas elucidativos.
•
• Parágrafo único. Os peritos registrarão, no laudo, as alterações do estado das
coisas e discutirão, no relatório, as consequências dessas alterações na dinâmica
dos fatos.
Artigo 169***
• Art. 169. Para o efeito de exame do local onde houver sido praticada a infração,
•
• a autoridade providenciará imediatamente para que não se altere o estado das
•
• coisas até a chegada dos peritos, que poderão instruir seus laudos com
•
• fotografias, desenhos ou esquemas elucidativos.
•
• Parágrafo único. Os peritos registrarão, no laudo, as alterações do estado das
coisas e discutirão, no relatório, as consequências dessas alterações na dinâmica
dos fatos.
LEI 13022 ESTATUTO GERAL DAS GUARDAS MUNICIPAIS
CAPÍTULO III
DAS COMPETÉNCIAS
• Art. 5º São competências específicas das guardas municipais,
respeitadas as competências dos órgãos federais e estaduais:
XIV - encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o
autor da infração, preservando o local do crime, quando possível e
sempre que necessário;
LEI 13022 ESTATUTO GERAL DAS GUARDAS MUNICIPAIS
CAPÍTULO III
DAS COMPETÉNCIAS
• Art. 5º São competências específicas das guardas municipais,
respeitadas as competências dos órgãos federais e estaduais:
XIV - encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o
autor da infração, preservando o local do crime, quando possível e
sempre que necessário;
DELIMITAÇÃO FÍSICA DO PERÍMETRO
• A delimitação do local é uma preocupação constante aos
investigadores. Um local muito limitado pode deixar de fora diversos
vestígios importantes. A regra é sempre levar em consideração o
isolamento da maior área possível dentro do contexto ou situação
existente.
• Caso o local não tenha sido corretamente preservado, o perito deverá
registrar no Laudo Pericial.
DELIMITAÇÃO FÍSICA DO PERÍMETRO
• Adelimitação do local é uma preocupação constante aos
investigadores. Um local muito limitado pode deixar de fora diversos
vestígios importantes. A regra é sempre levar em consideração o
isolamento da maior área possível dentro do contexto ou situação
existente.
• Caso o local não tenha sido corretamente preservado, o perito deverá
registrar no Laudo Pericial.
CLASSIFICAÇÃO DOS LOCAIS
• Quanto à região da Ocorrência:
• • Imediato: área de maior concentração de vestígios.
• • Mediato: são as adjacências do local onde ocorreu o fato – área
intermediária entre o local do fato e o ambiente exterior.
CLASSIFICAÇÃO DOS LOCAIS
• Quanto à região da Ocorrência:
• • Imediato: área de maior concentração de vestígios.
• • Mediato: são as adjacências do local onde ocorreu o fato – área
intermediária entre o local do fato e o ambiente exterior.
Quanto à preservação:
• Idôneo: Bem preservado, os vestígios foram mantidos.
• • Inidôneo: Mal preservado, os vestígios foram alterados. Essa
alteração pode ser de três formas: aditiva, subtrativa ou substitutiva.
• Por exemplo: alguém entra no local e retira a arma do crime –
subtrativa.
Quanto à preservação:
• Idôneo: Bem preservado, os vestígios foram mantidos.
• • Inidôneo: Mal preservado, os vestígios foram alterados. Essa
alteração pode ser de três formas: aditiva, subtrativa ou substitutiva.
• Por exemplo: alguém entra no local e retira a arma do crime –
subtrativa.
Quanto à área:
• Interno: Coberto, com paredes – há proteção contra a ação de
agentes atmosféricos. Por exemplo: casa, apartamento, prédio.
• Externo: Situado fora de habitações – sujeito à influência do tempo.
Por exemplo: Rua.
Quanto à natureza do fato: de acordo com o tipo de ocorrência –
Roubo, homicídio, suicídio.
Quanto à área:
• Interno: Coberto, com paredes – há proteção contra a ação de
agentes atmosféricos. Por exemplo: casa, apartamento, prédio.
• Externo: Situado fora de habitações – sujeito à influência do tempo.
Por exemplo: Rua.
Quanto à natureza do fato: de acordo com o tipo de ocorrência –
Roubo, homicídio, suicídio.
Materiais necessários:
• *Fita Zebrada
• * Luvas
Materiais necessários:
• *Fita Zebrada
• * Luvas
Referências Bibliográficas:
• Millennium 7-A CRIMINALÍSTA Autor: Victor Paulo Stumvoll Editora:
Millennium
• Criminalística Procedimentos e Metodologias Autor: Domingos
Toccheto Editora: Espindula 2009
• Princípios de criminologia Autor: Lélio Braga Calhau Editora: Impetus
• Estudos e análises: Professor Sandro Roberto(Perito Criminal)
Referências Bibliográficas:
• Millennium 7-A CRIMINALÍSTA Autor: Victor Paulo Stumvoll Editora:
Millennium
• Criminalística Procedimentos e Metodologias Autor: Domingos
Toccheto Editora: Espindula 2009
• Princípios de criminologia Autor: Lélio Braga Calhau Editora: Impetus
• Estudos e análises: Professor Sandro Roberto(Perito Criminal)
Dúvidas?
• Vamos a prática!!!
• Lembre-se equipe tática, especializada não importa a nomenclatura
ela chega no local para resolver não importa a situação, nós somos o
apoio, a última linha.
• Todos são capazes basta querer !!!
• VIII PATAMO
Dúvidas?
• Vamos a prática!!!
• Lembre-se equipe tática, especializada não importa a nomenclatura
ela chega no local para resolver não importa a situação, nós somos o
apoio, a última linha.
• Todos são capazes basta querer !!!
• VIII PATAMO
Slide 1:
Slide 2
Slide 3
Slide 4
Slide 5
Slide 6: CRIMINOLOGIA
Slide 7: CRIMINALÍSTICA
Slide 8: Vestígios
Slide 9: Temos 3 tipos de vestígios
Slide 10: Vestígios:
Slide 11: Exemplos:
Slide 12: EVIDÊNCIA E INDÍCIO
Slide 13
Slide 14: PERÍCIA EM LOCAIS DE CRIME
Slide 15: ISOLAMENTO E PRESERVAÇÃO DE LOCAIS
Slide 16: *CPP(Código de Processo penal)
Slide 17: Artigo 169***
Slide 18: LEI 13022 ESTATUTO GERAL DAS GUARDAS MUNICIPAIS
Slide 19: DELIMITAÇÃO FÍSICA DO PERÍMETRO
Slide 20: CLASSIFICAÇÃO DOS LOCAIS
Slide 21: Quanto à preservação:
Slide 22: Quanto à área:
Slide 23: Materiais necessários:
Slide 24: Referências Bibliográficas:
Slide 25: Dúvidas?