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<p>Prof. Me. Aldo Diniz</p><p>UNIDADE I</p><p>Portos e Vias Navegáveis</p><p> Parâmetros Qualitativos e Quantitativos de Transporte Aquaviário.</p><p> Hidrovias.</p><p> Eclusas.</p><p> Comboios Hidroviários.</p><p> Rotas de Navegação.</p><p> Conceitos Básicos sobre Obras Portuárias Marítimas e Fluviais.</p><p>Apresentação da disciplina e conteúdos de PVN</p><p>O que é especificamente transporte?</p><p>Quais os meios de transporte do Brasil?</p><p> Aéreo;</p><p> Rodoviário;</p><p> Ferroviário;</p><p> Aquaviário;</p><p> Dutoviário;</p><p> Outros.</p><p>Qual a eficiência destes meios de transporte brasileiros?</p><p> Custo;</p><p> Prazo;</p><p> Impacto ambiental;</p><p> Outros.</p><p>Introdução de PVN</p><p>Figura – Navio Cruzeiro para Transporte de Passageiros. Fonte: http://economia.uol.com.br/album/2016/05/15/maior-navio-do-mundo-</p><p>custou-1-bi-de-euros-e-construcao-durou-32-meses.htm?foto=1)</p><p> Menor custo logístico.</p><p> Segurança.</p><p> Meio ambiente.</p><p> Economia mundial.</p><p> O homem se propõe a desafiar a natureza</p><p>transformando o ambiente terrestre em</p><p>ambiente navegável (Canal do Panamá).</p><p> 82 Km de comprimento (ligando os Oceanos).</p><p>A importância do modal aquaviário</p><p>Figura – Eclusa no Canal do Panamá.</p><p>Fonte: https://spguia.melhoresdestinos.com.br/system/fotos_local/fotos/5861/show/canal-do-panama.jpg.</p><p>Modelos de excelência em desenvolvimento.</p><p> Priorização de investimentos governamentais;</p><p> Regulação;</p><p> Fiscalização;</p><p> Custo de capital.</p><p> Dependência exagerada de um modal de transporte.</p><p> Produtividade.</p><p> Eficiência Energética.</p><p> PIB (Produto Interno Bruto) BR.</p><p>Referência: parâmetros qualitativos e quantitativos de transportes</p><p>aquaviários</p><p>Modais estruturados em comparação Brasil e EUA;</p><p> Rodoviário;</p><p> Ferroviário;</p><p> Aquaviário;</p><p> Dutoviário;</p><p> Aeroviário.</p><p> Capacidade do país em facilitar</p><p>as exportações.</p><p>Referência: parâmetros qualitativos e quantitativos de transportes</p><p>aquaviários</p><p>Figura: Gráfico – Comparativo das matrizes de transporte entre</p><p>BR e EUA. Fonte: Adaptado de: Fleury (2003)</p><p>Rodoviário</p><p>0,36</p><p>Ferroviário</p><p>1,14</p><p>Aquaviário</p><p>1,80</p><p>Dutoviário</p><p>1,11</p><p>Aeroviário</p><p>1,41</p><p>70%</p><p>60%</p><p>50%</p><p>40%</p><p>30%</p><p>20%</p><p>10%</p><p>0%</p><p>P</p><p>a</p><p>rt</p><p>ic</p><p>ip</p><p>a</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>(</p><p>%</p><p>) Brasil</p><p>EUA</p><p> A falta de transporte ou o transporte inadequado.</p><p> A falha nos transportes exige mais estoques (excessivos) para compensar a incerteza do</p><p>fornecimento e reflete nos custos, no preço final dos produtos.</p><p> MT – Ministério dos Transportes.</p><p> CNT – Confederação Nacional dos Transportes.</p><p> ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários.</p><p> Tons kilometer usable (TKU) simbologia em inglês. A produção em TKU é</p><p>obtida multiplicando-se a tonelagem transportada pela distância percorrida.</p><p>Conceitos Básicos de Transporte Aquaviário</p><p> Período Colonial até 1822 – Caminhos abertos e navegação de longo curso.</p><p> Segundo Reinaldo 1840 – 1889. Notáveis Transformações Cabotagem, Fluvial e Ferrovia.</p><p> República a partir de 1889 – Planos de Ferrovias.</p><p> 1922 – 1954. Tração elétrica, Estatal Cia. Vale do Rio Doce.</p><p> Presidentes Washington Luiz e Getúlio Vargas, “Governar é abrir estradas”</p><p> Criação do DNER 1937 – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem.</p><p> 1957 Juscelino Kubitscheck – Industria automobilística nacional, Romi.</p><p> BR 116 CE–RS, Rio-São Paulo, Via Anchieta.</p><p>Breve História dos transportes no Brasil</p><p>O transporte aquaviário é subdivido em:</p><p> Transporte Marítimo.</p><p> Longo Curso.</p><p> Cabotagem.</p><p> Transporte Fluvial.</p><p> Transporte Lacustre.</p><p> Navegação em grandes lagos que permitem o transporte entre</p><p>cidades e países circunvizinhos.</p><p>Ex. Lago dos Patos – RS.</p><p>Modalidades de Transporte Aquaviário</p><p> É o principal tipo de transporte nas comercializações internacionais.</p><p>Vantagens:</p><p> Grande capacidade de carga;</p><p> Baixo custo de transporte para grandes distâncias;</p><p> Flexibilidade superior ao transporte hidroviário.</p><p>Desvantagens:</p><p> Transporte lento;</p><p> Necessidade de portos/alfândegas;</p><p> Distância dos portos aos centros de produção.</p><p>Transporte Marítimo</p><p>Os veículos utilizados no transporte aquaviário têm uma grande variedade em suas</p><p>estruturas, sendo:</p><p> Navios Gaseiros;</p><p> Navios Químicos;</p><p> Navios Tanque;</p><p> Navio Roll on Roll off;</p><p> Navio Porta-Containers;</p><p> Navios de Passageiros.</p><p>Tipos de Navios</p><p>Figura. Navio Porta-Container</p><p>Fonte: https://www.freightwaves.com/news/disabled-laura-</p><p>maersk-headed-to-port</p><p> Navio Ore-Oil;</p><p> Navio ou embarcação;</p><p> Militar.</p><p> É uma área protegida localizada na beira do mar destinada ao atracamento de embarcações.</p><p> Secretaria Especial de Portos (SEP) 2007.</p><p> 8,5 mil Km navegáveis.</p><p> 90% das exportações no Brasil.</p><p> Companhias Docas.</p><p> Portos públicos e Portos privados.</p><p> Porto de Santos.</p><p> 7.765.100 m².</p><p> 13.013 m de extensão.</p><p> Profundidades de 5 m a 13,5 m.</p><p> 64 Berços de atracação (Codesp).</p><p> 11 Terminais privados.</p><p>Portos Marítimos</p><p> Por definição, temos um terminal intermodal terrestre diretamente ligado por estrada, via</p><p>férrea ou aérea, podendo ser uma ou mais destas opções intermodais, em zona fora do porto</p><p>marítimo, geralmente no interior do país.</p><p> Função de descongestionar os portos marítimos.</p><p> As mesmas condições dos portos marítimos, no tocante à condição aduana (alfandegaria).</p><p> Diferencial de incentivos fiscais.</p><p> Mitigando os impactos ambientais e de trânsito.</p><p> 63 Portos secos no Brasil. (Antaq).</p><p>Porto Seco</p><p>Quanto às vantagens e desvantagens dos transportes aquaviários no Brasil, aponte a</p><p>alternativa que apresenta corretamente suas características:</p><p>a) As vantagens são baixo custo, capacidade de transportar grandes quantidades.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade, poucas hidrovias e portos disponíveis.</p><p>b) As vantagens são baixo número de portos, maior impacto ambiental.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade ilimitada, limitação de acesso.</p><p>c) As vantagens são baixo número de portos, capacidade de transportar pequenas</p><p>quantidades. As desvantagens são relacionadas à velocidade ilimitada,</p><p>limitação de acesso.</p><p>d) As vantagens são baixo custo, menor impacto ambiental.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade limitada,</p><p>limitação de rios disponíveis.</p><p>e) As vantagens são baixo custo, menor impacto ambiental.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade ilimitada,</p><p>limitação de rios disponíveis.</p><p>Interatividade</p><p>Quanto às vantagens e desvantagens dos transportes aquaviários no Brasil, aponte a</p><p>alternativa que apresenta corretamente suas características:</p><p>a) As vantagens são baixo custo, capacidade de transportar grandes quantidades.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade, poucas hidrovias e portos disponíveis.</p><p>b) As vantagens são baixo número de portos, maior impacto ambiental.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade ilimitada, limitação de acesso.</p><p>c) As vantagens são baixo número de portos, capacidade de transportar pequenas</p><p>quantidades. As desvantagens são relacionadas à velocidade ilimitada,</p><p>limitação de acesso.</p><p>d) As vantagens são baixo custo, menor impacto ambiental.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade limitada,</p><p>limitação de rios disponíveis.</p><p>e) As vantagens são baixo custo, menor impacto ambiental.</p><p>As desvantagens são relacionadas à velocidade ilimitada,</p><p>limitação de rios disponíveis.</p><p>Resposta</p><p> O transporte fluvial que especificamente é realizado por meio de hidrovias.</p><p> Receberam algum tipo de melhoria do tipo sinalização, balizamento, terminais com o intuito</p><p>de que um determinado tipo de embarcação tenha a possibilidade de navegar seguramente</p><p>por esta via.</p><p> Barato e limpo.</p><p> Menor participação no transporte de mercadoria no Brasil.</p><p> Rios afastados dos grandes centros econômicos do Brasil.</p><p> 63 mil Km de rios.</p><p> 40 mil Km são potencialmente navegáveis.</p><p> Utilizados aproximadamente 13 mil Km.</p><p>Transporte Fluvial</p><p>Hidrovias.</p><p> Vantagens: Menor custo; possui grande capacidade de carga, tornando-se econômico para</p><p>longas distâncias; transporta mercadorias volumosas e pesadas; apresenta baixo custo de</p><p>energia, por isso torna-se de menor impacto ambiental.</p><p> Desvantagens: Problemas portuários; transporte lento; disponibilidade limitada; sofre com</p><p>influências naturais; rios de planalto costumam apresentar cachoeiras, o que dificulta o</p><p>percurso; nas áreas com secas, sofre variação devido ao nível das águas.</p><p>Transporte Fluvial</p><p> O Hidroanel Metropolitano de São Paulo.</p><p> O projeto do Hidroanel está alinhado às diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana,</p><p>seus objetivos são de contribuir para o acesso universal à cidade e mitigar custos</p><p>ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos de pessoas e bens.</p><p> O termo Barco Urbano de Carga (BUC)</p><p> A implementação do Hidroanel Metropolitano SP se justifica?</p><p> Conclusão das obras do Hidroanel em 2040.</p><p> O projeto do Hidroanel reduz significativamente a emissão dos</p><p>gases de efeito estufa tanto na redução do uso do transporte</p><p>rodoviário quanto na destinação final ambientalmente</p><p>adequada dos resíduos sólidos.</p><p>Transporte Fluvial</p><p> O Hidroanel Metropolitano de São.</p><p> As travessias podem ocorrer nas represas Billings e Taiaçupeba, e também nos lagos na</p><p>região de Itaquaquecetuba, Suzano, Poá e São Miguel e rio Tietê.</p><p>Transporte Fluvial</p><p>Fonte: http://www.metropolefluvial.fau.usp.br/localizacao.php#</p><p> As barragens que são barreiras artificiais construídas em um curso de água para</p><p>retenção/represamento de grandes volumes de água.</p><p> Em grande parte do Brasil foram constituídas sem eclusas acopladas, tornando-se</p><p>impedimentos para a navegação fluvial brasileira.</p><p> As eclusas são estruturas utilizadas nas barragens para vencer o desnível causado pela</p><p>mesma, fazendo com que o tráfego das embarcações possa ser realizado em ambos os</p><p>sentidos de direção da hidrovia.</p><p>Barragem e Eclusa no Transporte Fluvial</p><p>Figura – Canteiro de Obras</p><p>da Eclusa da Penha, Rio</p><p>Tietê (2017) – SP.</p><p>Fonte: Acervo próprio.</p><p> As hidrovias apresentam fatores técnicos de sinalização, movimentação de sólidos,</p><p>precipitações, vazão, ventos, nível fluvial, estiagem, entre outros, os fatores climáticos e</p><p>ambientais que influenciam um projeto de hidrovias.</p><p> Características das embarcações.</p><p>Hidrovias – aspectos técnicos</p><p>Figura – Formas de Representação da Embarcação</p><p>Fonte: Notas de aulas USP (STT403), Antônio N. Rodrigues da Silva (2004) p. 21.</p><p> Hidrografia é a ciência que estuda</p><p>as características dos cursos de</p><p>água em uma determinada região.</p><p>Noções de hidrografia</p><p>Figura – Bacias Hidrográficas Brasileiras.</p><p>Fonte: https://www.educabras.com/enem/materia/geografia/geografia_fisica/aulas/hidrografia_do_brasil</p><p> De maneira geral, não existem cursos d’água naturais retilíneos, mas sim meandrados, o rio</p><p>procura o seu equilíbrio, que é dinâmico, aumentando a extensão, erodindo, depositando e</p><p>diminuindo a sua declividade longitudinal. O curso d’água retilíneo é instável.</p><p> Os parâmetros hidráulicos.</p><p> Área molhada;</p><p> Perímetro molhado;</p><p> Raio hidráulico;</p><p> Profundidade hidráulica;</p><p> Superfície molhada.</p><p>Rios e Meandros</p><p>Figura – Parâmetros Hidráulicos</p><p>Fonte: Livro-texto.</p><p>Sm</p><p>Am</p><p>Sm</p><p>Pm</p><p>y</p><p>yh</p><p>yh = Profundidade hidráulica Am</p><p>Pm</p><p>Rh = Raio</p><p>Hidráulico</p><p> Forças atuantes durante o escoamento livre de um rio.</p><p> Força que se propõe ao escoamento em direção a menor declividade.</p><p> Forças de resistência ao escoamento.</p><p>Os parâmetros hidráulicos</p><p>Figura Forças Atuantes no Escoamento Livre de um Rio .</p><p>Fonte: Livro-texto.</p><p> Algumas equações importantes.</p><p> Q = v . A</p><p></p><p></p><p> Em que: (Q) é a vazão de fluído, (n) representa o fator de</p><p>rugosidade do canal proposto por Manning, (Rh) o raio</p><p>hidráulico, sendo uma relação entre a área e o perímetro</p><p>molhado, (A) área molhada do canal e (I) a declividade</p><p>longitudinal do canal.</p><p>Equações hidráulicas</p><p> Algumas equações importantes.</p><p> Em que: (h) altura; (b) base; (Rh) o raio hidráulico, sendo uma</p><p>relação entre a área e o perímetro molhado, (Am) área molhada</p><p>do canal e (Pm) o perímetro molhado.</p><p>Equações hidráulicas</p><p> Exemplo de aplicação.</p><p> Um rio com geometria trapezoidal revestido com grama, com inclinação dos taludes de</p><p>0,5H:1V (horizontal e vertical) com base de 6 m e declividade de 0,02%, apresenta um</p><p>coeficiente de rugosidade de Manning 0,025. Determine a vazão, sabendo que a</p><p>profundidade é de 5 m.</p><p>Equações hidráulicas</p><p>Teremos:</p><p>Am=(6+(0,5.5))5</p><p>Am=42,5 m2</p><p>V=(1/0,025).2,47(2/3).(0,0002)(1/2)</p><p>V=1,033 m/s</p><p>A partir destes,</p><p>determina-se a vazão:</p><p>Q= 1,033 . 42,5</p><p>Q= 43,9 m3/s</p><p>Assinale a alternativa que descreve, de forma adequada e correta, a respectiva</p><p>definição correspondente:</p><p>a) Raio hidráulico: é o produto entre a área molhada e o perímetro molhado.</p><p>b) Velocidade: é uma constante definida para todos os aspectos da navegação.</p><p>c) Bacia hidrográfica: é a representação da área molhada por uma precipitação.</p><p>d) Barragens: são estruturas naturais que facilitam a navegação fluvial.</p><p>e) Transporte fluvial: é aquele realizado em rios e canais no território nacional.</p><p>Interatividade</p><p>Assinale a alternativa que descreve, de forma adequada e correta, a respectiva</p><p>definição correspondente:</p><p>a) Raio hidráulico: é o produto entre a área molhada e o perímetro molhado.</p><p>b) Velocidade: é uma constante definida para todos os aspectos da navegação.</p><p>c) Bacia hidrográfica: é a representação da área molhada por uma precipitação.</p><p>d) Barragens: são estruturas naturais que facilitam a navegação fluvial.</p><p>e) Transporte fluvial: é aquele realizado em rios e canais no território nacional.</p><p>Resposta</p><p> A dragagem é definida como o serviço de aprofundamento periódico dos pontos altos no leito</p><p>navegável, áreas de atracação dos portos; a obra ou serviço consiste na limpeza,</p><p>desobstrução, remoção, derrocamento ou escavação de materiais de fundo de rios, lagos,</p><p>mares, baías e canais.</p><p> As motivações para determinar o início dos serviços de dragagem estão relacionadas com o</p><p>assoreamento progressivo e natural dos portos e canais de acesso, a evolução da</p><p>movimentação de carga e ganho de economia de escala, aumento do porte de dimensões</p><p>das embarcações e a segurança na navegação fluvial.</p><p> Os volumes de materiais sólidos a serem dragados devem</p><p>respeitar as normas vigentes e análise ambiental adequada,</p><p>quanto ao transporte e deposição.</p><p>Dragagem em leitos</p><p> Conforme a lei 11.610/07, embarcações de dragagem, os serviços de dragagem deixam de</p><p>ser conceituados como apoio portuário, para serem tratados como serviço de engenharia;</p><p> As embarcações destinadas à dragagem sujeitam-se às normas específicas de segurança da</p><p>navegação estabelecidas pela autoridade marítima, permanece obrigatório o registro de</p><p>armador da embarcação que realizará o serviço de dragagem, a ser efetivado junto</p><p>à Antaq.</p><p> Armador – Sendo a pessoa física ou jurídica, com recursos próprios, equipa, mantém e</p><p>explora comercialmente as embarcações mercantis.</p><p>Dragagem</p><p>Existem diversos tipos de embarcações para as necessidades de dragagem, sendo divididas</p><p>em 3 técnicas:</p><p> Mecânicas;</p><p> Hidráulicas;</p><p> Pneumáticas.</p><p>Embarcações de dragagem</p><p>Figura – Draga de Corte e Sucção com até 35 m de Profundidade</p><p>Fonte: https://docplayer.com.br/15635613-Dragagem-por-resultados.html.</p><p> Para análise de navegabilidade em rios, é utilizada dentro da proposta a equação:</p><p> “hp min” a mínima distância que deve haver, entre o calado da embarcação e o leito do rio</p><p>(m); “h” sendo a profundidade do rio (m);</p><p> “CL” é o calado da embarcação (m) e “Sq” o squat que representa o aprofundamento</p><p>paralelo (m).</p><p> O efeito squat (Sq) trata-se da diminuição da altura livre entre o</p><p>casco e o leito do curso navegado, comumente dita como o</p><p>aumento do calado da embarcação.</p><p>Análise de navegabilidade nos rios</p><p> A intensidade do efeito Squat é diretamente proporcional à velocidade e ao deslocamento, e</p><p>inversamente proporcional à profundidade e largura do canal. O fenômeno é mais</p><p>significativamente observado quando a profundidade é inferior a 2,5 vezes o calado. A</p><p>redução de velocidade da embarcação diminui o efeito.</p><p>Efeito Squat</p><p>(Sq)</p><p>Figura – Nomenclatura da Estrutura das Embarcações Hidroviárias.</p><p>Fonte: Livro-texto.</p><p>EMPURRADOR CHATA OU BARCAÇA</p><p>PÉ DE PILOTO = PROFUNDIDADE – CALADO</p><p>A equação proposta para definição do efeito Squat é:</p><p>,</p><p> Em que: (h) é a profundidade do rio em (m); (CL) é o calado da embarcação em (m); (V) é a</p><p>velocidade da embarcação em (m/s); (g) é a aceleração da gravidade em (9,81 m/s2); (Wo)</p><p>sendo a largura do rio em (m) e (B) é a boca da embarcação também em (m).</p><p>Para a equação acima, o “Kb” varia em função da relação entre a</p><p>largura do rio (Wo) e a boca da embarcação (B), se a razão entre</p><p>a largura do rio e a boca da embarcação for menor que o valor de</p><p>9,91, deve-se utilizar a equação fracionária abaixo, e se esta</p><p>mesma relação for maior ou igual a 9,91, utilize a</p><p>referência unitária:</p><p>Efeito Squat (Sq)</p><p> Dentro das condições adequadas de navegação o “hpmin” deve ser maior ou igual que “hpmin”</p><p>≥ “Cmin”, sendo que o pé de piloto “Cmin” é a mínima distância entre o calado da embarcação</p><p>e o leito do rio.</p><p> Utiliza-se o PTC II-30 Permanent International Association of Navigation Concress (PIANC)/</p><p>Report nº 121-2014 – Canais de Acesso – Um Guia para Projetos em que o Cmin = 1,9 m.</p><p> A largura de um canal requerido para navegação é um tópico de menor importância que a</p><p>profundidade, mas requer considerações.</p><p>Efeito Squat (Sq)</p><p> Analise a navegabilidade e apresente o Hpmin no rio que apresenta uma profundidade de 6</p><p>m, calado da embarcação de 2,5 m, a largura do rio tem 50 m, a boca da embarcação tem 6</p><p>m e a velocidade de 26,85 km/h.</p><p> Precisa-se definir o Kb, que é relacionado com a razão entre a largura do rio (Wo) e a boca</p><p>da embarcação, se o valor deste Kb for < 9,91 utilize a equação ,</p><p>caso for > 9,91 utilize 1.</p><p>Essa relação não é kb.</p><p>Sim, que define qual Kb utilizar, conforme</p><p>anotação anterior.</p><p>Exemplo de aplicação</p><p> Analise a navegabilidade e apresente o Hpmin no rio que apresenta uma profundidade de 6</p><p>m, calado da embarcação de 2,5 m, a largura do rio tem 50 m, a boca da embarcação tem 6</p><p>m e a velocidade de 26,85 km/h.</p><p> Teremos:</p><p>Exemplo de aplicação</p><p>Por fim:</p><p> hp min=6 - 2,5 - 0,3203</p><p> hp min= 3,179 m.</p><p> As eclusas podem ser mecânicas ou hidráulicas.</p><p> A eclusa é uma obra da engenharia hidráulica através da qual é possível transportar</p><p>embarcações por canais verticalmente (para cima ou para baixo), sendo contida a água em</p><p>uma grande câmara hermeticamente fechada e acionada por um sistema de comportas a</p><p>montante e jusante.</p><p> Sua operação é realizada por sistemas hidráulicos que trabalham por gravidade, no percurso</p><p>de montante a jusante, a tubulação de montante é aberta e preenche a câmara, de forma</p><p>submersa, elevando as embarcações posicionadas.</p><p>Eclusas</p><p>Os serviços de engenharia compostos nas obras civis são geralmente:</p><p> Montagem do canteiro de obras;</p><p> Terraplenagem;</p><p> Fundação;</p><p> Drenagem;</p><p> Pavimentação;</p><p> Esgotamento e manutenção da área ensecada;</p><p> Paisagismo;</p><p> Estrutura.</p><p>Eclusas</p><p>Os serviços de engenharia compostos nas obras civis são:</p><p> Comportas;</p><p>Eclusas</p><p>Figura – Comporta de Montante da Estrutura na Câmara da Eclusa da Penha-SP (2018).</p><p>Fonte: https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2018/02/22/segunda-eclusa-do-tiete-ja-esta-em-</p><p>fase-de-testes-na-grande-sp/)</p><p>Conhecer os níveis operacionais da eclusa faz-se imprescindível para o seu bom</p><p>funcionamento e evita-se o encalhamento das embarcações por insuficiência de calado, assim</p><p>os principais aspectos são:</p><p> o nível d’água mínimo de navegação a jusante;</p><p> nível d’água máximo de navegação a jusante;</p><p> o nível d’água mínimo de navegação a montante;</p><p> nível d’água máximo de navegação a montante.</p><p> Para definição destes parâmetros é imprescindível conhecer os</p><p>índices pluviométricos e fluviométricos do local da construção</p><p>da eclusa.</p><p>Eclusas</p><p>Índices pluviométricos:</p><p> Relaciona a quantidade estática</p><p>de precipitação na região;</p><p>Eclusas</p><p>Figura – Pluviograma Acumulado Médio Mensal da Eclusa da Penha-SP (2014).</p><p>Fonte: Adaptado de: https:/www.sigrh.sp.gov.br</p><p>Pluviograma acumulado médio mensal de</p><p>1943 a 2004</p><p>Obs.: Valores não consistidos</p><p>220</p><p>200</p><p>180</p><p>160</p><p>140</p><p>120</p><p>100</p><p>80</p><p>60</p><p>40</p><p>20</p><p>0</p><p>C</p><p>h</p><p>u</p><p>v</p><p>a</p><p>(</p><p>m</p><p>m</p><p>)</p><p>JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ</p><p>Meses</p><p> A lei 13.081/2015 trata da construção e da operação de eclusas ou dispositivos de</p><p>transposição hidroviária de níveis em vias navegáveis de rios, que estabelece em seus</p><p>parâmetros a obrigatoriedade da construção de eclusas em barragens novas no Brasil,</p><p>pois muitas barragens foram construídas sem eclusa para permitir a transposição</p><p>das embarcações.</p><p> Um exemplo clássico deste problema está na usina hidrelétrica de Itaipu, situada entre o</p><p>Brasil e Paraguai.</p><p>Eclusas</p><p>As eclusas são estruturas hidráulicas que permitem a transposição dos desníveis entre</p><p>superfícies d'água por barcos, navios e comboios. Nas hidrovias fluviais, geralmente as eclusas</p><p>estão situadas junto a uma usina hidrelétrica. Avalie as afirmativas a seguir:</p><p>I. Na fase de enchimento d'água no interior da eclusa, utiliza-se o aqueduto de montante.</p><p>II. No esvaziamento d'água do interior da eclusa, utiliza-se o aqueduto de jusante.</p><p>III. Uma eclusa dispõe de portas metálicas a montante e a jusante, que permanecem fechadas</p><p>durante o enchimento e o esvaziamento da eclusa.</p><p>IV. As eclusas normalmente dispõem de muros-guia que facilitam o acesso dos comboios,</p><p>permitindo posicioná-los na entrada.</p><p>V. As embarcações permanecem soltas no interior da eclusa durante a eclusagem.</p><p>Estão corretas:</p><p>a) I, II e IV.</p><p>b) II, III e V.</p><p>c) I, II, III e IV.</p><p>d) II, III, IV e V.</p><p>e) I, II, III, IV e V.</p><p>Interatividade</p><p>As eclusas são estruturas hidráulicas que permitem a transposição dos desníveis entre</p><p>superfícies d'água por barcos, navios e comboios. Nas hidrovias fluviais, geralmente as eclusas</p><p>estão situadas junto a uma usina hidrelétrica. Avalie as afirmativas a seguir:</p><p>I. Na fase de enchimento d'água no interior da eclusa, utiliza-se o aqueduto de montante.</p><p>II. No esvaziamento d'água do interior da eclusa, utiliza-se o aqueduto de jusante.</p><p>III. Uma eclusa dispõe de portas metálicas a montante e a jusante, que permanecem fechadas</p><p>durante o enchimento e o esvaziamento da eclusa.</p><p>IV. As eclusas normalmente dispõem de muros-guia que facilitam o acesso dos comboios,</p><p>permitindo posicioná-los na entrada.</p><p>V. As embarcações permanecem soltas no interior da eclusa durante a eclusagem.</p><p>Estão corretas:</p><p>a) I, II e IV.</p><p>b) II, III e V.</p><p>c) I, II, III e IV.</p><p>d) II, III, IV e V.</p><p>e) I, II, III, IV e V.</p><p>Resposta</p><p> Comboios hidroviários são caracterizados pela junção de duas ou mais embarcações.</p><p>Um projeto hidroviário é composto por quatro principais elementos físicos:</p><p> as vias,</p><p> as embarcações,</p><p> as cargas,</p><p> os terminais.</p><p> Os comboios hidroviários no Brasil passam por transformações</p><p>constantes, sendo por questões tecnológicas ou dificuldades</p><p>físicas em seu trajeto de navegação.</p><p>Comboios Hidroviários</p><p>São aplicáveis às vias:</p><p> obras de regularização do leito dos rios,</p><p> obras para estabilidade e proteção de margens,</p><p> dragagens e derrocamentos de pontos específicos,</p><p> elaboração de cartas náuticas eletrônicas dos rios,</p><p> balizamento e sinalização dos rios,</p><p> sistemas de boias de amarração de alvarenga.</p><p>Hidrovias</p><p> Estrutura típica de um comboio hidroviário.</p><p>No projeto da hidrovia são definidas as dimensões dos comboios hidroviários.</p><p> Empurrador</p><p> Chata ou Barcaça</p><p>Comboios Hidroviários</p><p>Figura – Nomenclatura da Estrutura das Embarcações Hidroviárias.</p><p>Fonte: Livro-texto.</p><p>EMPURRADOR CHATA OU BARCAÇA</p><p>PÉ DE PILOTO = PROFUNDIDADE – CALADO</p><p>Segundo a Agência Nacional de Águas – ANA “cada rio da Rede Hidrográfica Brasileira</p><p>oferece condições bem diferentes de navegabilidade, no que diz respeito:</p><p> Ao calado,</p><p> À largura da rota de navegação,</p><p> Aos raios das curvas presentes,</p><p> À presença de corredeiras,</p><p> Às</p><p>Cachoeiras,</p><p> Às barragens e eclusas,</p><p> Às variações decorrentes do ciclo hidrológico.</p><p>Comboios Hidroviários</p><p> A região hidrográfica do Paraná tem uma extensão navegável de 1.668 km e como</p><p>principais:</p><p> Rio Paraná,</p><p> Rio Tietê,</p><p> Rio Paranaíba,</p><p> Rio Grande,</p><p> Rio Ivaí</p><p> Rio Ivinhema.</p><p>Comboios Hidroviários</p><p>A hidrovia Tietê-Paraná é composta por 10 eclusas:</p><p> Barra Bonita;</p><p> Bariri;</p><p> Ibitinga;</p><p> Promissão;</p><p> Nova Avanhandava (superior) e (inferior);</p><p> Três Irmãos (superior), Três Irmãos (inferior),</p><p> Jupiá e Porto Primavera.</p><p> Elas possuem, em média, 142 m de comprimento, 12 m de</p><p>largura e 3,50 m de profundidade mínima. Elas foram</p><p>construídas juntamente às barragens das usinas hidrelétricas.</p><p>Hidrovia Tietê-Paraná</p><p> Comboio (1 x 2)</p><p> Comboio (2 x 2)</p><p>Comboio – Hidroviário do Tietê-Paraná</p><p>Figura – Comboio tipo Hidroviário do Tietê-Paraná.</p><p>Fonte: Livro-texto.</p><p> Análise custo benefício de comboios hidroviários.</p><p>Para comboios fluviais com utilização de valores em unidades métricas, para determinar a</p><p>potência efetiva do casco, obtendo a seguinte equação:</p><p> Em que: (Fe) é o fator de formação do comboio; (h) é a profundidade média da hidrovia (m);</p><p>(Tc) calado médio do comboio (m); (W) largura média da hidrovia (m); (Lc) comprimento do</p><p>comboio (m); (Bc) boca total do comboio (m); (V) velocidade média do comboio (m/s).</p><p>Comboio Hidroviário</p><p> Calcule a potência efetiva do comboio conforme segue: Fator de composição do comboio</p><p>0,07; Profundidade média da via 3,1 m; Calado médio 2,7 m; Largura média do canal 300 m;</p><p>Boca total do comboio 22 m; Comprimento total do comboio 280 m; Velocidade 2,8 m/s.</p><p>Solução:</p><p>Exemplo de aplicação</p><p>Dentre as principais condições operacionais a serem observadas, temos os dados dos navios</p><p>ou embarcações, tais como:</p><p> Tamanho;</p><p> Tipos e tempo de ocupação na atracação;</p><p> Requisitos de cargas e serviços.</p><p>Vias férreas – sendo: guindastes; carregadoras, ferrovias com:</p><p> Capacidade de carga, pesos, bitolas, velocidade, alcance e tempo de retorno.</p><p>Rotas de Navegação</p><p>Tão fundamental quanto os demais itens, temos as áreas para armazenamento das cargas que</p><p>são a razão principal para a proposta de construção portuária. Quanto às condições</p><p>funcionais temos:</p><p> As dragagens.</p><p> Correnteza e assoreamento,</p><p> Revolução do leito devido à hélice,</p><p> Tráfego de navios e sistemas de controle de tráfego (VTS),</p><p> Acesso pela terra e isolamento,</p><p> Rodovias, aeroportos.</p><p>Rotas de Navegação</p><p>A batimetria é definida como sendo a medição de posições e profundidades em lagos, oceanos</p><p>ou rios. As aplicações de batimetria mais comuns são:</p><p> As definições de áreas de risco à navegação;</p><p> Dragagens;</p><p> As avaliações das operações de dragagens,</p><p> Os estudos e projetos de portos;</p><p> As instalações de dutos lançados ao mar;</p><p> E as determinações das vazões.</p><p>Elementos de engenharia em rotas de navegação</p><p>O levantamento hidrográfico é:</p><p>O conjunto de métodos e técnicas para definições geométricas do leito, sendo também o</p><p>processo de medição e descrição das características físicas que afetam:</p><p> A navegação marítima,</p><p> Construção naval,</p><p> Dragagens,</p><p> Construção na água,</p><p> Atividades de exploração,</p><p> Perfuração dos poços de petróleo em alto-mar e outras</p><p>intervenções afins.</p><p>Levantamento hidrográfico</p><p>Os principais produtos dos</p><p>levantamentos hidrográficos são:</p><p> as cartas náuticas;</p><p> rotas de navegação marítimas;</p><p> tábuas de marés, entre outros.</p><p>Levantamento hidrográfico</p><p>Figura – Carta Náutica da Marinha Brasileira para auxiliar a navegação.</p><p>Fonte: Departamento Hidroviário Nacional – DHN.</p><p>As disposições das linhas de sondagens têm como os principais objetivos:</p><p> As construções ou atualizações de cartas náuticas,</p><p> Reconhecimento hidrográfico,</p><p> Acompanhamento de dragagens,</p><p> Desencalhe de navios,</p><p> Construção de diques,</p><p> Construção de píer,</p><p> Construção de cais de portos, entre outros.</p><p>Sondagem</p><p> As linhas de sondagens são dispostas de maneira regular e dependem das condições de</p><p>recursos materiais e de pessoal qualificado para sua execução, as linhas de sondagens</p><p>respeitam as características físicas da área e podem ser classificadas como:</p><p> linhas paralelas,</p><p> linhas circulares,</p><p> linhas radiais,</p><p> linhas zigue-zague.</p><p>Sondagem</p><p> Posições de sondagens</p><p>devem ser determinadas</p><p>a partir de um sistema</p><p>planimétrico em terra ou</p><p>usando diretamente um</p><p>sistema de posicionamento</p><p>por satélite.</p><p>Linhas de sondagem</p><p>Figura – Exemplo de Linhas de Sondagem.</p><p>Fonte: Livro-texto.</p><p> Toda a rota recomendada para a navegação deve ser sondada em todo o seu comprimento,</p><p>e preferencialmente coberta com auxílio de sonar de varredura lateral (Side Scan Sonar) ou</p><p>ecobatímetro de feixe múltiplo, de modo a garantir a cobertura completa da rota e da</p><p>área adjacente.</p><p> Em portos, área de fundeio e canais utiliza-se a escala > 1:10.000; nas áreas de</p><p>aproximação a portos e ancoradouros para navegação > 1:20.000; em áreas costeiras com</p><p>profundidades de até 30 m a 40 m, onde navios de grande calado operam ou onde há</p><p>suspeita de existência de casco soçobrado e outros obstáculos > 1:50.000; em</p><p>profundidades entre 30 m a 200 m a escala sugerida é < 1:50.000.</p><p> Obs.: A escala não deve ser menor que 1:100.000.</p><p>Rota de navegação</p><p>Na hidráulica fluvial são importantes as denominadas obras de normalização, as quais têm a</p><p>finalidade de promover melhoramentos nos cursos d'água, facilitando a navegação. Avalie os</p><p>itens abaixo em relação às obras usuais de normalização.</p><p>I. Obras de proteção das margens.</p><p>II. Dragagens e derrocamentos.</p><p>III. Retificação de meandros.</p><p>Estão corretas:</p><p>a) I e II.</p><p>b) II e III.</p><p>c) I, III.</p><p>d) Apenas I.</p><p>e) I, II, III.</p><p>Interatividade</p><p>Na hidráulica fluvial são importantes as denominadas obras de normalização, as quais têm a</p><p>finalidade de promover melhoramentos nos cursos d'água, facilitando a navegação. Avalie os</p><p>itens abaixo em relação às obras usuais de normalização.</p><p>I. Obras de proteção das margens.</p><p>II. Dragagens e derrocamentos.</p><p>III. Retificação de meandros.</p><p>Estão corretas:</p><p>a) I e II.</p><p>b) II e III.</p><p>c) I, III.</p><p>d) Apenas I.</p><p>e) I, II, III.</p><p>Resposta</p><p>ATÉ A PRÓXIMA!</p>