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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MÂNCIO LIMA 
2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 
 
 
 
 
 
 
 
ELIDAMÁ DA SILVA LIMA 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRÁTICA PEDAGÓGICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MÂNCIO LIMA 
2023
Trabalho apresentado a disciplina Prática Profissional, 
do Centro Universitário FAVENI, no Curso de 2ª 
LICENCIATURA EM GEOGRAFIA, como pré-
requisito para aprovação. 
 
 
1. TÍTULO: 
 Viagem de Volta ao Mundo 
 
2. APRESENTAÇÃO 
 
 Um dos problemas que fazem a disciplina de Geografia ser vista na escola 
como desinteressante é o despreparo de alguns professores das séries iniciais 
com relação aos assuntos que envolvem esta disciplina. Outro fator ponto que 
afeta o aprendizado da disciplina de Geografia nas séries iniciais é a falta de 
conexão entre o assunto que é estudado e a realidade vivenciada pelo aluno. 
 A questão motivadora original para este trabalho foi uma discussão sobre 
como ensinar geografia, especialmente cartografia, para aproximar o ensino 
da realidade dos alunos, com ênfase no uso de representações visuais. O foco 
no ensino da cartografia ocorreu primeiramente nos primeiros anos do ensino 
fundamental I, no 6º ano do ensino fundamental II, tendo em vista que muitos 
professores de ciências apontaram a dificuldade de acreditar que é comum em 
todas as regiões do país. 
 Em primeiro lugar, é importante que você saiba que em muitas situações 
de ensino nas aulas de geografia, os professores parecem ter dificuldade em 
falar sobre temas como a forma da Terra, suas dimensões e sua posição no 
espaço. Mesmo abordando questões econômicas, políticas e geopolíticas 
globais. O mundo é melhor assimilado na presença de um globo ou mapa-múndi. 
 É por esse motivo que falaremos um pouco sobre essa ferramenta de 
ensino de geografia. Os globos são, sem dúvida, figuras historicamente 
conhecidas relacionadas à geografia. Podemos até dizer que a forma que mais 
se assemelha à Terra é a representação da Terra. Por isso, está mais próximo 
da realidade e mais adequado à visão geral do mundo em que vivemos. Diante 
dessas afirmações, é difícil aceitar que a Terra ainda não seja efetivamente 
utilizada como ferramenta de ensino na maioria de nossas escolas. No entanto, 
diante das mudanças no processo de aprendizagem causadas pelos dispositivos 
tecnológicos que passam a mediar as atividades cotidianas realizadas pelos 
alunos, é necessário refletir sobre o desenvolvimento do raciocínio geográfico 
nesse contexto específico, criando mecanismos para torná-lo o mais eficaz 
possível.
 
 
Para tanto, consideramos fundamental a apropriação dos princípios 
lógicos da Geografia, em especial dos princípios da localização, distribuição e 
extensão, sistematizados por Moreira (2015). 
Embora espaço, território e paisagem formem as 
categorias de base de toda construção e leitura das 
sociedades, são os princípios lógicos que criam o espaço. 
Tudo na geografia começa então com os princípios 
lógicos. Primeiro é preciso localizar o fenômeno na 
paisagem. O conjunto das localizações dá o quadro da 
distribuição. E com a rede e conexão das distâncias vem 
a extensão, que já é o princípio da unidade do espaço 
(MOREIRA, 2015, p.117, grifo nosso). 
 
Portanto, esses princípios devem nortear as ações dos professores, que 
por sua vez devem facilitar as situações de aprendizagem, estimular os alunos 
a questionar por que as coisas estão onde estão e observar as intenções na 
organização espacial. A posição também é enfatizada pela pesquisa de 
Gersmehl (2008), que argumenta que o pensamento espacial se desenvolve a 
partir de estímulos que desencadeiam funções cerebrais específicas. Assim, o 
pensamento espacial é uma ferramenta que permite ler mapas, diagramas e 
resolver problemas envolvendo informações geográficas. Ou seja, entendemos 
que o estudo da geografia deve permitir que os alunos estabeleçam a relação 
entre uma representação planar da superfície terrestre (esfera planar/mapa-
múndi) e um globo, considerando a adoção de conceitos cartográficos e 
princípios geográficos, que são importantes para desenvolver o raciocínio 
geográfico e o pensamento espacial. 
Justamente porque sabemos que eles adoram aprender, defendemos a 
realização do que chamamos de estratégias de ensino para atividades em sala 
de aula, como a que mostramos aqui, que envolve o uso de uma bola para 
transformá-la em uma representação tridimensional do globo. 
Segundo Schäffer et al.(2005), a terra tem sido um recurso didático 
desviado, esquecido e mal compreendido pelos professores, muitas vezes 
apenas como elemento decorativo, principalmente nas salas de aula ambientais. 
Este recurso é extremamente importante em tópicos como posicionamento, 
leitura de mapas, origens das condições meteorológicas, mudanças temporais 
na superfície da Terra, fluxos espaciais (comércio, transporte e informação) e 
 
análise de questões geopolíticas. 
A principal vantagem de apresentar esse recurso em sala de aula é que 
ele pode se aproximar mais da verdadeira forma da Terra ; permite exibir 
totalmente elementos geográficos físicos; eles revelam totalmente as divisões 
políticas dos países; trazem uma rede não distorcida de coordenadas 
geográficas; podem simular o movimento da Terra (dia e noite, estações, fusos 
horários e eclipses) ; além de fazer perguntas e motivar a curiosidade Humana 
(SCHÄFFER et al., 2005). Uma das principais dificuldades na utilização desse 
recurso é que os alunos não conseguem acessá-lo, visualizá-lo e processá-lo, 
pois esse material geralmente não é abundante nas escolas. 
 
 
3. OBJETIVOS 
 
a. Objetivo Geral 
 
• Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, 
reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das 
formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo 
da história. 
 
b. Objetivos Específicos 
 
• Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/ 
natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de 
problemas. 
• Compreender o processo de formulação dos principais produtos cartográficos 
como: mapas, imagens de satélite e outros. 
• Analisar como os diferentes produtos cartográficos são utilizados no cotidiano. 
• Reconhecer a importância da Cartografia como uma forma de linguagem para 
representar fenômenos nas escalas local, regional e global; 
4. METODOLOGIA 
 
 Faz se necessario refletir sobre ação leva-nos a ir transformando a ação 
em pensamento, ao mesmo tempo, podemos traduzir ideias em ações. Propõe-
 
se que o educador reflita sua prática. Entretanto, quando confronta suas ideias, 
teorias com a crença imediata precisam-se, atuar com sensibilidade, e estar 
flexível e aberto para o novo, a esse processo chamamos reflexão na ação. 
 Para o professor ensinar Geografia é um desafio. Isso se deve ao fato de 
que a sociedade e o meio ambiente estão em constante mudança, de modo que 
os professores tendem a utilizar todos os métodos possíveis, exceto a pesquisa 
aprofundada, que torna as aulas expositivas um diálogo entre professores e 
alunos, discussões em grupo e atividades em sala de aula, exceto giz e lousas, 
os professores também usam vídeos, mapas, globos, projetores. Outra 
abordagem são as aulas práticas, como saídas de campo, construção de mapas 
e maquetes, que tornam a aula mais prazerosa e divertida, o que levará a um 
melhor aprendizado. A proposta busca propor atividades que contribuam para o 
desenvolvimento de habilidades relacionadas à educação cartográfica que 
ajudem a compreender interações, dinâmicas, relações e fenômenosgeográficos em diferentes escalas, e fomentem a cidadania, a crítica e a 
autonomia. 
 Nessa perspectiva, as atividades visam contribuir com o reconhecimento 
da importância da Cartografia, como uma forma de linguagem; ampliação do 
repertório dos estudantes referente às formas de orientação absoluta e relativa, 
a partir dos referenciais e lugar de vivência, e obtenção de informações acerca 
da superfície terrestre e diferentes técnicas de representação dos fenômenos 
por meio dos mapas qualitativos e quantitativos. 
 Os estudantes têm a oportunidade de expressar os seus conhecimentos 
prévios sobre a linguagem cartográfica, trocar informações, exercitar a escuta 
ativa, adquirir novos conhecimentos e desenvolver o pensamento espacial e o 
raciocínio geográfico por meio dos princípios da localização e distribuição. 
Trabalhar com Mapas e imagens de satélite; representação das cidades e do 
espaço urbano; fenômenos naturais e sociais representados de diferentes 
maneiras relacionando com a produção imagens de satélite e mapas,propiciar 
dialogo com os estudantes a partir das questões propostas, no sentido de 
incentivar a reflexão . 
 
5. CRONOGRAMA 
 
 
Atividades Datas Responsáveis 
Apresentação da proposta aos alunos do 6º 
ano 
19/09/2023 Professores 
Planejamento das ações 20/09/2023 
 
Professores 
Elaboração das atividades 21/09/2023 
 
Professores 
Apresentação do tema para a turma 
atraves de slides 
27/09/2023 
 
Professores 
Trabalho em grupo na sala de aula 
conhecendo o globo terrestre e mapas 
etc. 
29/09/2023 
 
Professores 
 
 
6. RECURSOS MATERIAIS. 
 
Mapas, globo, materias diversos, slides, vídeos e projetores. 
 
7. RESULTADOS ESPERADOS 
 
Diante desse problema, o desafio é trabalhar com crianças ou 
proporcionar a eles a oportunidade de construir os conceitos necessários para a 
experiência, incluindo conceitos relacionados à ciência geográfica, como 
espaço, território, localização, paisagem, área, natureza, sociedade; por causa 
do pensamento sobre o ensino de geografia por muitos anos de sua função de 
alfabetização é salvar os próprios objetos, espaços, insira sua própria 
perspectiva. 
Os desafios são grandes, mas cabe lembrar que a educação tem caráter 
diferenciado, requer um novo olhar. Analisando as teorias pedagógicas é notório 
que o trabalho tem se voltado os anseios da sociedade, tenho buscado mobilizá-
los para cidadania, integrando conhecimentos para intervir na realidade, o que 
se enfatiza é a figura do ser humano em suas inter-relações com outros homens 
e a natureza e a ação do homem sobre a natureza. Afinal, ensinar “exige 
compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo” Freire 
(2002). E, que os nossos alunos de hoje serão sempre os novos interventores 
do espaço geográfico a ser construído, vivido e projetado. 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
VESENTINI, J. W. - Geografia, Natureza e Sociedade. São Paulo, Contexto, 
1997. CASTELLAR, Sônia. (org.). A psicologia genética e a aprendizagem no 
ensino de Geografia. In: . Educação Geográfica, teorias e práticas docentes. 
3ª ed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2012. 
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2004. 
GERSMEHL, Phil. Teaching Geography. 2 ed. New York: Guilford Press, 2008. 
LACOSTE, Yves. A Geografia - isso serve, em primeiro lugar para fazer a guerra. 
Campinas, São Paulo: Papirus, 2011. 
MOREIRA, Ruy. Pensar e ser em geografia: ensaios de história, epistemologia 
e ontologia do espaço geográfico. São Paulo: Editora Contexto, 2015. 
OLIVEIRA, Lívia. Estudo metodológico e cognitivo do mapa. In: ALMEIDA, 
Rosangela Doin. Cartografia Escolar. 2ª ed., 2ª reimpressão. São Paulo: 
Contexto, 2010. 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE INTERVENÇÃO 
 
 
A prática foi realizada no 6º ano do ensino fundamental, na Escola 
Antonio de Oliveira Dantas, percebe-se que o ensino da geografia nas series 
iniciais, na maioria dos casos, há uma incompatibilidade entre a geografia 
ensinada nas classes de series iniciais, assim sendo, este trabalho parte da 
hipótese de que a geografia nas serieis iniciais desempenha um papel 
importante no estabelecimento de uma referência espacial que pode ampliar a 
relação entre natureza e sociedade a partir da alfabetização cartográfica. A 
geografia existe em nosso dia a dia, pois essa ciência nos permite ampliar o 
conhecimento das crianças, por meio de seus próprios conceitos relacionados a 
categorias e conceitos geográficos, como: localização, paisagem, território, 
espaço e tempo. 
Percebe-se que ensinar desde o espaço onde a criança está inserida é 
fundamental para o seu desenvolvimento cognitivo e social e cultural em todas 
as fases da sua vida, pois para desenvolver um trabalho docente de qualidade, 
os educadores precisam compreender os conhecimentos relacionados ao 
processo de ensino. Envolver a geografia na aprendizagem das crianças é 
crucial porque, por meio dessa ciência, as crianças podem aprender os conceitos 
de espaço e tempo e, por meio deles, aprender onde vivem e onde estamos no 
espaço. Nas séries iniciais do Ensino fundamental as atividades de ensino de 
geografia são muito importantes para que as crianças entendam e insiram o 
conceito de representação e direção espaço-temporal. 
A intenção é caracterizar a prática pedagógica reflexiva foi elaborada em 
função de eixos considerados essenciais a formação do educador, o contexto 
escolar é visto pelo professor com base na sua formação; e finalmente o 
redimensionamento da formação devendo-se dizer que para esta análise foi 
iniciada durante o curso e o meu trabalho na sala de aula sendo desvendados 
e incorporados pontos cruciais na minha atuação, revela o contexto mais amplo 
da escola investigada. 
 E era de nota o interesse e atenção prestados em relação às aulas por 
parte de alguns, o que facilitou o nosso objetivo em observar e aprender. 
 
Portanto, ficamos felizes em concluir mais uma etapa do nosso curso com êxito 
e cheios de bagagens, que nos serão muito úteis em nossa jornada. 
Todavia, ressalto que o ensino de Geografia consiste na resposta 
planejada, ou analisada às exigências naturais do processo de ensino e 
aprendizagem, tendo-se em vista o educando e a própria educação como fonte 
de pesquisa e na vivência entre educador e educando. 
Essa é uma prática desenvolvida para trabalhar noções necessárias para 
o entendimento de cartografia, latitude e longitude e coordenadas geográficas. 
Consiste em, a partir da percepção do próprio corpo, realizar a transposição para 
compreensão das dimensões do Planeta Terra numa representação 
cartográfica. Dessa forma, os alunos, ao perceberem que seus corpos possuem 
distribuições e medidas que respeitam uma proporcionalidade, passam a 
entender e compreender melhor as dimensões trabalhadas seja em um mapa 
planisfério ou no globo terrestre”. 
Durante as apresentações, boa parte dos estudantes demonstrou timidez 
por não ter habilidade com a comunicação oral. Essa característica já havia sido 
observada anteriormente pela professora, e a decisão em incentivar os alunos a 
exercitarem a oralidade configurou-se como estratégia importante para que se 
sentissem seguros e em condições de melhorar seu desempenho de forma 
gradual. A professora gerenciou essa situação pedindo que um estudante que 
demonstrasse autoconfiança desse início à apresentação, deixando os demais 
integrantes do grupo tranquilos, sendo aos poucos incluídos na apresentação, 
respondendo às indagações. Observamos que, para os alunos, ter a bola em 
mãos, como produto de um trabalho realizado pelo grupo, serviu de apoio para 
explanarem a trajetória de desenvolvimento do trabalho, bem como para lembrar 
dos contratempos e das superações durante o percurso. Os estudantes 
demonstraram estarem orgulhosos por terem conseguido cumprir todas as 
etapas. As falas realizadas durante as apresentaçõestambém proporcionaram 
momentos de aprendizagem na medida em que as experiências foram 
compartilhadas. O uso de estratégias didáticas lúdicas, a exemplo do trabalho 
realizado com a bola, configura-se como uma possibilidade de identificar 
dificuldades dos estudantes sobre noções espaciais e conceitos geográficos, 
favorecer as aprendizagens a partir do uso da cartografia como linguagem 
fundamental para o desenvolvimento do pensamento espacial e raciocínio 
 
geográfico e, ainda, servir como motivação para que os alunos se interessem 
pelas aulas de Geografia, já que se sentem estimulados a desenvolver 
atividades práticas que se diferenciem de aulas expositivas, nas quais se sentem 
entediados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Apresentação do tema aos alunos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Turma do 6º ano A 
 
 
 
 
 
 
 
 
CARTA DE APRESENTAÇÃO 
 
Mâncio Lima – Acre 10 de Setembro de 2023. 
 
Ilmo. (a) Sr. (a) Diretor (a) 
Dienes do Nascimento Lima 
 
Servimo-nos desta para apresentar o (a) Sr (a). ELIDAMÁ DA SILVA LIMA, 
aluno (a) do (a) Curso de 2ª Licenciatura em Geografia. 
 
Solicitamos a colaboração de V.Sa. no sentido de que seja autorizada a 
realização das Atividades Práticas nesta Instituição, em cumprimento das 
exigências curriculares, facilitando-lhe a oportunidade de vivenciar a realidade 
educacional, condição imprescindível para futura atuação profissional. 
 
 
Sem mais para o momento, 
 
 
 
 
 
 
 
 
DECLARAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO 
 
 
 
Declaramos para devido fins que ELIDAMÁ DA SILVA LIMA, inscrito (a) no CPF 
nº 610.705.212-72, portador (a) do RG nº 305155, realizou a Prática Pedagógica 
nos dias 19 a 26 no mês de setembro de 2023, na instituição Escola Antônio de 
Oliveira Dantas, Port. Nº 2334/2006 – SEE/AC. 
 
 
 
 
 
 
 
 Assinatura por extenso do (a) responsável da instituição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carimbo do responsável Carimbo oficial da instituição 
 
 
 
 
(Diretor (a), Vice-diretor (a) ou Coordenador)

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