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LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO JURÍDICA 
 
 
a) TEXTO ARGUMENTATIVO JURÍDICO E SUAS CARACTERISTAS 
 
 
➢ O discurso do gênero discursivo jurídico se sustenta em várias 
teses que são levadas pelo sujeito enunciador, se 
estruturando na legitimidade com as teses primárias (teses 
mais importantes que ele defende) e essas teses terão 
validades e visões diferentes dependendo de quem ler (juiz, 
promotor, vitima, etc) 
 
➢ O percurso argumentativo se estrutura numa relação de: 
Eu (enunciador) – OUTRO (interlocutor) e referente (tese) 
‘’ A imagem que ele (leitor) tem de mim para eu (sujeito 
enunciador) lhe falar assim? ‘’ 
 
➢ O gênero discursivo jurídico enunciado no tribunal do júri 
nos propicia observar a complexidade de um discurso que se 
realiza pelo texto oral verbal e não verbal, que se 
caracteriza pelo duelo entre as partes (promotor de justiça 
e advogado de defesa), que tem interlocutores leigos 
(jurados) e técnico (juiz) 
 
➢ No juri, há os mesmos objetivos/tese (referente – a vida) e 
os mesmos interlocutores e enunciadores, porém com teses 
opostas 
 
B) FORMAÇÕES IMAGINÁRIAS - PÊCHEUX 
 
→ CONCEITO= De acordo com o autor Pêcheux, "formações 
imaginárias" são as percepções e imagens que as pessoas têm 
umas das outras durante uma conversa ou discurso. 
→ Onde o "lugar" do falante (advogado, juiz, réu) afeta como o 
discurso será recebido. 
 
→ No tribunal do juri é constituído por vários referentes - réu, 
vítima, testemunhas, informantes e peritos 
 
→ Quando tratamos de documentos de provas no tribunal do júri 
é de se considerar sua credibilidade que transformará em 
argumento altamente persuasivo, tendo em vista que laudos são 
assinados por especialistas que possuem autoridades 
 
→ Os contra-argumentos são teses que o próprio enunciador pode 
usar em suas falas como método de preparação para possível 
contestação por parte do interlocutor, mostrando preparação 
e domínio do que está falando, seja de forma oral ou escrito 
com a intenção de enfraquecer seu opoente 
 
→ FORMA MOSTRADA: Você quer usar a ideia do outro, mas sem 
destacar que ela não é sua, para parecer que o discurso é 
totalmente seu. 
 
→ FORMA MARCADA: Você quer mostrar que está citando alguém, 
dando crédito ou usando uma autoridade para reforçar seu 
argumento. 
 
→ Essas marcações servem para permitir que o sujeito possa 
evidenciar a tese que ele mesmo rejeita e refutar posições 
contrárias a sua tese primária 
 
→ O fato do sujeito antecipar os argumentos da parte contrária 
deixa em ênfase que sua tese não é por falta de possibilidade 
ou versões. 
 
→ As teses defendidas por ambas as partes ficam visiveis demais 
no juri por meio de discursos verbais ou não verbais, como 
falas, gestos, etc 
 
 
 
→ As reações de seus jurados por meio do discurso não verbal 
faz com que os enunciadores (promotores ou defesas) 
reformulem suas teses, ajustando ao que consideram mais 
convenientes, seja por acréscimos, ênfase, ratificações, etc 
com foco de ganhar mais força com suas tese que defendem 
 
→ Ex: no momento em que a mãe da vitima conta o passado da 
vitima, caso um jurado chore, a defesa pede que a mãe se 
ausente do tribunal, pois as emoções podem afetar totalmente 
o resultado final pelos jurados 
 
 
 
 
C) TESES ARGUMENTATIVAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS 
 
➢ CONCEITO ARGUMENTAÇÃO: jogo de inteligência estratégica, 
garantindo a habilidade de interpretar e de significar do 
sujeito 
 
➢ ESTRUTURA GERAL TEXTO ARGUMENTATIVO: introdução, 
desenvolvimento e conclusão, possuem como objetivo orientar 
ao leitor se organizar para que tome a direção desejada peo 
sujeito enunciador 
 
➢ A estrutura doo texto não se dá pelo entendimento do leitor 
sobre a tese apresentada, mas sim, pela organização textual, 
tendo em vista que o interlocutor vê a história com suas 
formações baseado em suas formações ideológicas e imaginárias 
 
➢ A marca essencial da argumentativa é a de recorrer a 
estratégias para cumprir seu objetivo 
 
➢ TESE PRIMÁRIA= aquela que está relacionada ao tema central, 
ou seja, o próprio tema 
 
➢ TESE SECUNDÁRIA= aquela que dará sustentação para as teses 
primárias 
 
➢ INTRODUÇÃO= foco em conquistar a aceitação do interlocutor ao 
tema a ser tratado com as razões para haver uma discussão do 
tema, ou seja, dever de seduzir o interlocutor para saber 
mais sobre o tema 
 
➢ No tribunal do juri, é necessário que seja falado de maneira 
formal, em norma culta pelos principais enunciadores (juiz, 
promotor, defensor, testemunhas, declarantes, informantes e 
réu), determinando vestimentas e procedimentos que não 
poderão ser modificados ou ignorados 
 
➢ O juri começa com o sorteio dos jurados (interlocutores), 
seguido pelo juramento de compromisso conduzido pelo juiz 
(presidente do tribunal), após, há os cumprimentos dos 
enunciadores (promotor e defesa) começando pelo juiz 
(interlocutor) > jurados (interlocutores) > serventes da 
justiça / funcionários (interlocutores) > publico (audiência). 
Os cumprimentos não se estendem as testemunhas pois estão 
incomunicáveis em outro ambiente 
 
➢ DESENVOLVIMENTO: momento fundador da enunciação do rito do 
júri 
 
➢ RITO DO JURI: escolha do Conselho de Sentença (jurados) > 
juramento do compromisso > cumprimentos > chada das 
testemunhas, declarantes e informantes > interrogatório > 
debates > réplica e tréplica > votação > leitura da sentença 
condenatória 
 
OBS: poderíamos dizer que os cumprimentos são a introdução e que 
o desenvolvimento começa com as testemunhas e se fecha com a 
finalização dos debates. Já a conclusão se inicia com as réplicas 
e se finaliza com a leitura da sentença 
 
OBS: o promotor que dá abertura dos trabalhos e depois pela defesa 
 
OBS: é nesse momento em que podem ser usados os contra-argumentos, 
porém, com cautela, para não alimentar a outra parte com 
desdobramentos de tese 
 
➢ Com o depoimento das testemunhas a outra parte consegue 
comprometer muito a fala de seu adversário por meio de uma 
pergunta dirigida ou ainda lançar dúvidas quanto ao interesse 
da testemunha para solução do caso 
 
➢ CONCLUSÃO= caso o promotor escola a réplica, a defesa 
necessariamente deverá segui-lo na tréplica, esse momento 
permite o uso de uma nova argumentativa com um novo fato e 
decisivo ou escolha de estratégia argumentativa de coerência 
discursiva. O enunciador poderá seu fio discursivo por 
imagens, falas, partes do processo, laudos, fotos, tudo que 
fizer sentido para conseguir a tese que lhe apresenta. Essa 
tese não pode ser trabalhada por improviso 
➢ Para se preparar a réplica e a tréplica devem repesar toda 
argumentativa durante a enunciação do juri 
 
➢ Na réplica, o promotor deve rever aspectos que possam ter se 
desviado dos objetivos iniciais (rever ou dar ênfase em seus 
argumentos iniciais para conseguir seu objetivo) e prever 
argumentos que a defesa usará na tréplica, ex: frieza, 
irresponsabilidade, agressividade do réu, imagem imaginária 
da mãe da vítima no chão do hospital ao lado do corpo da 
vítima sua filha, etc 
 
➢ Na tréplica, o defensor deve ser muito pontual, deve 
reformular seu texto se necessário em função de alguma fala 
dada pelo promotor em sua réplica 
 
 
D) AUDIÊNCIA PARTICULAR E UNIVERSAL 
 
→ A busca da verdade no desenvolvimento de uma crença é aspecto 
da argumentação 
 
→ É necessário apresentação lógica (provas) para comprovar a 
tese 
 
→ Mesmo com todos os argumentos, serão submetidos a apreciação 
da audiência (público que recebe para apreciar a tese, sejam 
os jurados ou juiz) 
 
→ Os sujeitos devem analisar o perfil de sua audiência para 
aumentar as chances de conquistar seus objetivos 
 
→ Ignorar como a audiência irá reagir com as teses é uma falha 
grave 
 
→ CONVENCER= interlocutor que ainda não tem uma opinião formada 
sobre o tema, contudo, não há resistência, pois,o 
interlocutor ainda não tomou uma posição, ex: convencer 
alguém que beber aguá faz bem ‘’ O corpo humano é 70% composto 
de água, e precisamos repor líquidos diariamente para 
sobreviver ‘’ - fatos e razão. 
 
→ PERSUADIR= levar alguém a aceitar uma ideia ou tomar uma ação, 
usando não apenas a lógica, mas também apelos emocionais, ou 
seja, busca tocar a pessoa, apelando para seus valores, 
desejos ou medos, uma audiência específica que geralmente é 
formada por pessoas leigas ou que já têm alguma opinião ou 
resistência em relação ao tema, gerando mais vúlneravidade a 
argumentos emocionais, ex: Você sabia que pessoas que não 
bebem água suficiente ficam mais cansadas e podem até 
desenvolver problemas renais graves? Eu conheci alguém que 
teve sérios problemas por não se hidratar – levar medo a 
pessoa, ou seja, deve ser mais elaborado do que convencer, 
pois a pessoa já tem um lado, devendo convence-la de desistir 
desse lado. 
 
→ No juri, os jurados são leigos ao conhecimento técino jurídico 
e o juiz (audiência intelectual) domina o conhecimento 
jurídico 
 
→ Juri se resume pelo apelo emocional de modo argumentativo, 
mas não um fim, sendo o recurso mais usado por meio de 
comprometimento de autoridade de provas 
 
→ DISSUADIR= persuadir alguém a mudar de opinião ou atitude em 
relação a algo, geralmente de forma emocional ou influenciada 
por fatores externos, ou seja, a defesa precisa convencer os 
jurados a mudar de posição. 
 
→ ATO DE PROMOVER= construir empatia e criar uma boa relação 
entre o enunciador (como o promotor ou defensor) e as 
testemunhas, jurados e juízes. É uma maneira de facilitar a 
comunicação e atrair a confiança de quem está ouvindo ou 
tomando decisões no caso, criando um vínculo emocional, 
promovendo um ambiente de confiança, ex: Sabemos que falar 
sobre isso pode ser difícil, especialmente porque você 
conhece a vítima, mas o seu depoimento é muito importante 
para que possamos fazer justiça 
 
→ ATO DE ENVOLVER= antecipar críticas ou objeções e já responder 
a elas antes mesmo que a audiência (jurados, juiz, etc.) tenha 
a chance de questionar, ou seja, preparar os jurados para o 
que está por vir, garantindo que as dúvidas sejam tratadas de 
antemão, ex: Sabemos que o depoimento dessa testemunha pode 
ser visto com desconfiança, mas, se olharmos os detalhes da 
situação e as evidências apresentadas, vemos que ela é muito 
confiável. 
 
→ ATO DE ENGAJAR= capturar a atenção da audiência e fazer com 
que ela participe ativamente do processo, seja emocionalmente 
ou intelectualmente, ou seja, movimento para que os jurados 
se sintam responsáveis pela decisão e se envolvam no caso, 
tentar fazer com que os jurados se sintam parte do processo, 
destacando a importância do julgamento e como a decisão deles 
vai afetar a justiça, valorizando o o papel dos jurados e 
enfatiza que eles são os responsáveis pela justiça naquele 
momento, ex: Vocês são os representantes da sociedade aqui. 
A decisão de vocês tem um impacto enorme na vida de todos, e 
é responsabilidade de vocês garantir que a justiça seja feita. 
 
 
E) LUGARES DA ARGUMENTAÇÃO 
 
• lugar de quantidade; • lugar de qualidade; • lugar de ordem; • 
lugar de essência; • lugar de pessoa; • lugar do existente. 
 
→ LUGAR DE QUANTIDADE: um bem que serve a um número muito grande 
de pessoas tem a capacidade de ter mais significado a um bem 
que serve para um grupo pequeno de pessoas, ex: mais de um 
milhão de pessoas participaram da manifestação 
 
→ LUGAR DE QUALIDADE: referente como raro, único, ex: uma 
pintura do Picasso original comparada a uma réplica. 
OBS: VALOR DE USO= é o valor relacionado à utilidade do produto 
OBS: VALOR SIGNO= ligado a sua representação, sentido de poder 
aqueles que possuem o objeto 
 
→ LUGAR DE ORDEM: importante papel em relação a sua importância, 
ex: o primeiro sutiã a gente nunca esquece (tempo), a primeira 
cerveja (relevância) 
 
→ LUGAR DA ESSÊNCIA: a essencia valoriza os referentes (assunto 
abordado), sejam eles humanos ou não, ex: objeto de DESEJO 
das pessoas, grifes, BMW, Ferrari, Gucci, Rolezx, etc 
 
→ LUGAR DA PESSOA: Primeiro as pessoas, depois as coisas, ou 
seja, valorização da pessoa humana antes de coisas, ex: 
melhoria de qualidade de via e ambientes de trabalho 
 
→ LUGAR DO EXISTENTE: preferencia para os argumentos já 
existentes, o que não existe ainda está apenas no plano da 
suposição, ex: eu prefiro ser promovida ao referente/cargo de 
secretária executiva, cuja vaga estará disponível, a ter de 
esperar até o próximo ano, quando então estará disponível a 
vaga para o referente/cargo de assistente 
 
F) HIERARQUIA DE VALORES 
 
→ Entender e organizar as prioridades humanas baseadas nas 
necessidades e anseios, ou seja, o peso dos valores para um 
ser humano avalia detêm escolhas, promovendo a valorização da 
personalidade do sujeito no plano pessoal, econômico, social, 
etc, ex: realidade, justiça, moralidade, sagrado etc. 
 
→ Uma das dificuldades para estabelecer a hierarquia de valores 
consiste na sua objetividade ou subjetividade 
 
→ A hierarquia se prende a modalidade de satisfazer com maior 
durabilidade aos anseios humanos 
 
→ VALOR LÓGICO= razão e busca da verdade por meio da ciência e 
pesquisas, não se trata apenas de adquirir conhecimentos, mas 
sim, busca de algo real e verdadeiro 
 
→ VALOR ÉTICO= representa o anseio humano pelo bem ético como 
respeito, justiça, honestidade, ou seja, princípio da 
moralidade (exige que se faça o bem e evite o mau), ex: a 
condenação de um réu é necessária para manter a justiça na 
sociedade. 
 
→ Valor da igualdade: justiça social, almejados pelo homem mais 
do que todos, o homem sempre quer a igualdade 
 
→ Valor do novo: o sujeito sempre acha que o novo é o mais 
moderno, a busca dos valores do respeito, justiça, igualdade, 
etc, são muito mais ansiados pelo povo 
 
→ SUBJETIVIDADE: sustenta como processo de valorização com a 
interferência do homem, É INDIVIDUALIZADO, o sujeito CRIA 
valor, o valor será sempre uma criação humana, variada pelo 
tempo, cultura, etc 
 
→ OBJETIVIDADE: parte das necessidades humanas, aceita 
independência dos valores como modo ideal de supri-las, NÃO 
É INDIVIDUALIZADO, os valores universais devem ser 
priorizados, caso haja negação pouca negligência na 
sustentação objetiva, o sujeito corre risco muito grande, ou 
seja, achar que focar em algo que atende as necessidades de 
todos, faz com que o sujeito corra sérios problemas 
 
→ VALOR ESTÉTICO= desejo do bem e hârmonico, ou seja, 
apresentação de ideias de forma impactante, ex: utilizar uma 
narrativa bem estruturada e emocional para captar a atenção 
do júri. 
 
→ O ser humano precisa do outro, para satisfazer uma necessidade, 
carência do sujeito 
 
→ Todos os movimentos culturais se fazem no sentido de garantir 
ao ser humano cada vez mais igualdade de gênero, etnia, idade 
e classe social 
 
 
• INTERATIVIDADE 
 
 
A) Há diversas dificuldades, a subjetividade é uma das 
dificuldades, inclusive a mais comum 
 
B) Objetivos é estabelecido de forma generalizada, não é de 
individualizado 
 
C) Esta atrelado a cultura no modo subjetivo 
 
D) Atravesso a historia já é subjetividade, ou seja, a 
dificuldade está na hierarquia dos valores 
 
• RETÓRICA E ORATÓRIA 
 
1. RETÓRICA= abre um vasto campo de possibilidades no genero 
discursivo juridico é o que embeleza o discurso de forma 
mais confiável, permite que outras vozes (pessoas) se 
complementem ou contradizem, formando o argumentativo 
sólido 
→ HETEROGENIDADE DISCURSIVA= várias vozes, onde o sujeito tem 
uma grande ilusão de ser a origem do discurso, que inscrive 
o outro em seu texto e ao retomar a voz do outro sem 
demarcação ou com firma-se que tudo que não for demarcado é 
seu, ex: indicando quem são os outros e o que dizem seja 
de forma marcada (indica quemé) ou constitutiva (não 
marco) 
 
→ LEITOR VIRTUAL= é aquele que já está pela minha mente no 
momento que estou elaborando o discurso, já está presente 
desde o início na elaboração do texto, ou seja, público 
alvo para quem estou elaborando as teses. O sujeito não 
assume repetir, cada sujeito ocupa diferentes lugares no 
juri, ou seja, normalmente são os jurados, aquele que por 
mais nao seja citado é para ele a tese apresentada a ser 
avaliada 
 
→ O lugar social: ocupa na sociedade impõe a sociedade o que 
pode ou não pode dizer, precisa defender que o direito 
processual é e deve ser cumprido, elaborar a sentença 
condenatória de modo fundamentada 
→ Todo sujeito precisa demarcar a voz do outro pela 
heterogenidade discursiva mostrada por aspas, itálico, etc 
→ A retórica como arte de embelezar o dizer é a parte de todo 
processo argumentativo 
 
 
 
• RESUMO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• ARGUMETAÇÃO JURÍDICA E SEUS TIPOS 
 
a) LUGAR DE ENUNCIAÇÃO: lugar físico 
 
b) LUGAR SOCIAL: posição que o sujeito ocupa na sociedade 
 
c) REFERENTE: aquilo ou aquele ao qual o sujeito se refere 
 
d) O INTERLOCUTOR: aquele a quem o sujeito se dirige 
 
➢ ENUCIADO NO TRIBUNAL DO JURI 
 
• O genero discursivo juridico é enuciado em vários lugares 
de enunciação de diferentes lugares 
 
• O objetivo é sempre conquista de adesão de sua tese 
 
• No tribunal do juri, por ser o juiz que dá a sentença, mas 
os jurados tem a particulariedade especial 
 
• Submete-se ao rito que confere a legitimidade ao discurso 
que se faz ouvir desse lugar de enunciação que ao final 
abre uma nova discursiva (alguém estava em liberdade e 
poderá ir para prisão) que depende do veredicto dos jurados 
 
• ARGUMENTO DE AUTORIDADE: é uma citação de alguém / fonte 
confiável, ex: especialista, períto, etc. Precisa dizer 
quem é 
 
• CITAÇÃO LITERAL OU NÃO LITERAL: ambas exigem identificação 
do autor para que legitimidade se prever, não há como o 
sujeito enunciador garanta que o jurado possa reconhecer a 
autoridade legitima do argumento, ou seja, não é possível 
garantir que sua tese seja aceita antes da decisão final 
 
• CITAÇÕES COM MARCAS EM NEGRITO OU SUBLINHADAS: devem 
indicar (grifo nosso) ou (grifo do autor) 
 
• Os três pontinhos dentro do parágrafo significam quebra do 
início ou meio da citação, ou seja, continua (...) 
 
• Caso uma palavra tenha erro ortográfico haverá a palavra 
SIC que significa que a palavra foi reescrita exatamente 
igual como estava na citação 
 
• ARGUMENTO DE CAUSA E EFEITO: pode-se recorrer a estratégia 
de causa (motivo) e de consequência (efeitos) para 
conquistar a adesão de sua tese e é bastante interessante 
trazendo efeito de lógica mesmo que não haja contestação 
para esse argumento 
 
• ARGUMENTO DE EXEMPLIFICAÇÃO OU ILUSTRAÇÃO: é usado para dar 
mais exemplos para esclarecer o que o sujeito está dizendo, 
trazendo ilustrações mais inteligíveis, gerando assim, 
preocupação com a interpretação do jurado, sendo um ponto 
positivo para adesão de sua tese 
 
• DIGRESSÕES: o sujeito traz para o texto outro assunto para 
prover melhor entendimento, devendo avisar ao interlocutor 
antes de iniciar a exemplificação e ao final, deve 
concluir, ou seja, o exemplo deve ser curto para não deixar 
a conclusão a critério de audiência. 
 
• DIGRESSÕES DESNECESSÁRIAS: jamais fazer sem que haja 
necessidade, somente fazer quando for necessário, caso o 
jurado esteja adotando sua tese, não faça. 
 
• ARGUMENTOS EM PROVAS CONCRETAS: reafirmam a tese do sujeito 
com as provas objetivas 
 
• PROVAS TESTEMUNHAIS: senão for testemunha colar é melhor 
não usar 
 
• ARGUMENTO POR ANALOGIA: se pautar em algo e fazer relação 
que permite que voce explique melhor sua tese, as 
jurisprudencias sao argumentos claros que podem levar em 
consideração para analogia, mas no tribunal do juri, é 
melhor inventar analogia 
 
• INTERATIVIDADE: 
 
 
 
 
A) Não dispensa referencia 
B) Exige a identificação 
C) Apenas no texto escrito, oral não 
D) Correta 
E) Não precisa comprovar 
 
 
→ LÓGICA JURÍDICA