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______/______/2021 
ATUALIDADES DO MEIO FINANCEIRO/CONHECIMENTOS BANCÁRIOS 
Professor(a) VANESSA 
 
1. (FGV/BNB/ANALISTA BANCÁRIO/2014) O Sistema Fi-
nanceiro Nacional (SFN) é composto por um conjunto de 
instituições que se dedica a manter o fluxo de recursos 
entre unidades superavitárias (poupadoras) e unidades 
deficitárias (tomadoras/ investidoras). O SFN mantém a 
ordem no mercado financeiro por meio de normas e pro-
cedimentos. O SFN é composto por um sistema norma-
tivo, além dos agentes que o operam, tais como institui-
ções (especiais e auxiliares) e intermediários financeiros 
– monetários e não monetários. 
Considerando as diferenças entre esses agentes, é cor-
reto afirmar que: 
 
a) intermediários financeiros captam recursos junto ao pú-
blico e investem na Bolsa de Valores; as instituições auxi-
liares, embora também captem junto ao público, investem 
no mercado imobiliário; 
b) intermediários financeiros monetários captam recursos 
junto ao público e emprestam esses recursos, criando mo-
eda escritural; as instituições auxiliares colocam em con-
tato poupadores e investidores e não criam moeda escri-
tural; 
c) intermediários financeiros monetários captam recursos 
junto ao público e emprestam esses recursos, criando mo-
eda escritural; as instituições auxiliares colocam em con-
tato poupadores e investidores, criando também moeda 
escritural; 
d) intermediários financeiros não monetários captam de-
pósitos à vista e as instituições especiais não captam de-
pósitos à vista; 
e) instituições especiais fazem empréstimos especiais, 
enquanto as instituições auxiliares auxiliam o Banco Cen-
tral a regular o sistema. 
 
Comentário – 
Letra b. 
Intermediários financeiros são os operadores do SFN, 
eles podem ser bancários/ monetários quando captam de-
pósito à vista, por meio de conta corrente, e, assim, criam 
a moeda escritural, como também podem ser não bancá-
rios/não monetários quando não possuem correntistas e 
atuam como intermediadores auxiliares do SFN. 
 
2. (FGV/BNB/ANALISTA BANCÁRIO/2014) As Institui-
ções Financeiras podem ser classificadas em monetárias 
e não monetárias. Entre as instituições financeiras mone-
tárias, encontram-se: 
a) Bancos Comerciais e Bancos de Investimento; 
b) Bancos de Investimento e Bancos de Desenvolvimento; 
c) Bancos Comerciais e Bancos de Desenvolvimento; 
d) Bancos de Investimento e Caixas Econômicas; 
e) Bancos Comerciais e Caixas Econômicas. 
 
Comentário – 
Letra e. 
Instituições financeiras monetárias são as instituições que 
podem captar recursos por meio de depósito em conta 
corrente ou poupança. Normalmente são as que a socie-
dade denomina de bancos, pois possuem correntistas. 
Têm como característica principal o poder de criar dinheiro 
(moeda escritural) pela diferença entre o total captado e o 
 
 
 
total aplicado, emprestado. O poder de criar moeda é de-
nominado de efeito multiplicador bancário. 
São instituições financeiras monetárias: 
• bancos comerciais; 
• bancos múltiplos com carteira comercial; 
• Caixa Econômica Federal; 
• cooperativas de crédito; 
• banco comercial cooperativo. 
 
3. (INAZ DO PARÁ/BANPARÁ/TÉCNICO BANCÁ-
RIO/2014) É um órgão deliberativo máximo do Sistema Fi-
nanceiro Nacional. 
a) Banco Central do Brasil 
b) Conselho Monetário Nacional 
c) Comissão de Valores mobiliários 
d) Conselho Nacional de Seguros Privados 
e) Banco do Brasil 
 
Comentário - 
Letra b. 
Vimos que o órgão deliberativo máximo do SFN é o CMN 
– Conselho Monetário Nacional. 
 
4. (IDECAN/BANESTES/TÉCNICO BANCÁRIO/2014) O 
Sistema Financeiro Nacional é formado pelo subsistema 
normativo e pelo subsistema de intermediação. Compõem 
o subsistema normativo: 
a) Caixa Econômica Federal, BNDES e Banco do 
Brasil. 
b) Banco Central, Banco do Brasil e Caixa Econô-
mica Federal. 
c) Conselho Monetário Nacional, Banco Central e 
Banco do Brasil. 
d) Conselho Monetário Nacional, Banco Central e 
Comissão de Valores Mobiliários. 
e) Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários 
e BM&FBOVESPA. 
 
Comentário - 
Letra d. 
O Sistema Financeiro Nacional é divido em duas partes 
distintas: subsistema de supervisão e subsistema opera-
tivo. 
O subsistema de supervisão se responsabiliza por fazer 
regras para que se definam parâmetros para a operacio-
nalização da intermediação financeira e também supervi-
siona o funcionamento de instituições que executam as 
atividades de intermediação monetária. É composto pelos 
órgãos normativos e pelas entidades supervisoras. Os ór-
gãos normativos fazem parte da administração pública di-
reta e são vinculados ao ministério da Fazenda; eles esta-
belecem o que deve ser feito dentro do seu nicho de mer-
cado, são representados pelo: 
• CMN – Conselho Monetário Nacional; 
• CNSP – Conselho Nacional de Seguros Privados; 
• CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complemen-
tar. 
As entidades supervisoras são autarquias da administra-
ção indireta, representam a descentralização administra-
tiva, são vinculadas a um conselho e têm por função regu-
lamentar e fiscalizar o que os conselhos decidiram, são 
representados pelo(a): 
 
2 
• BACEN – Banco Central; 
• CVM – Comissão de Valores Mobiliários; 
• SUSEP – Superintendência de Seguros Privados; 
• PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência 
Complementar. 
O órgão normativo máximo do SFN é o CMN, e o órgão 
executivo máximo do SFN é o Bacen. 
 
5. (EXATUS/BANPARÁ/CONTADOR/2015) É o órgão 
responsável por expedir diretrizes gerais para o bom fun-
cionamento do SFN. E Integram este órgão: o Ministro da 
Fazenda (Presidente), o Ministro do Planejamento, Orça-
mento e Gestão e o Presidente do Banco Central do Bra-
sil. Dentre suas funções estão: adaptar o volume dos 
meios de pagamento às reais necessidades da economia; 
regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio 
do balanço de pagamentos; orientar a aplicação dos re-
cursos das instituições financeiras; propiciar o aperfeiçoa-
mento das instituições e dos instrumentos financeiros; ze-
lar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; 
coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária 
e da dívida pública interna e externa: 
a) CMN – Conselho Monetário Nacional. 
b) BMF – Bolsa de Mercadorias e Futuros. 
c) CVM – Comissão de Valores Mobiliários. 
d) BACEN – Banco Central do Brasil. 
e) CEF – Caixa Econômica Federal. 
 
Comentários - 
Letra a. 
O enunciado da questão é uma aula sobre o CMN, con-
tudo, não esqueça que atualmente o Conselho é consti-
tuído pelo Ministro de Estado da Fazenda (Presidente), 
pelo Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvi-
mento e Gestão e pelo Presidente do Banco Central do 
Brasil, não é mais MPOG. 
 
6. (FGV/BNB/ANALISTA BANCÁRIO/2014) O Conselho 
Monetário Nacional (CMN) é o órgão responsável pela fi-
xação das diretrizes das políticas monetária, creditícia e 
cambial do país. Não cabem ao CMN funções executivas. 
O número de membros do CMN foi variável desde a sua 
criação (31/12/1964), de acordo com as exigências políti-
cas e econômicas de cada Governo. Em razão da Lei n. 
9.069/1995, em vigor, o CMN passou a ser integrado por: 
a) 11 (onze) membros; 
b) 10 (dez) membros; 
c) 8 (oito) membros; 
d) 4 (quatro) membros; 
e) 3 (três) membros. 
Comentários - 
Letra e. 
Atualmente o Conselho é constituído por 3 autoridades, 
são elas o Ministro de Estado da Fazenda (Presidente), o 
Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e 
Gestão e o Presidente do Banco Central do Brasil. 
 
7. (FGV/BNB/ANALISTA BANCÁRIO/2014) Conselho Mo-
netário Nacional (CMN) é o órgão superior do Sistema Fi-
nanceiro. A política do CMN objetiva: 
a) regular o valor interno e externo da moeda; 
b) controlar exclusivamente o fluxo de capitais estrangei-
ros; 
c) realizar operações de redesconto e empréstimos, como 
instrumento de política monetária como auxílio a proble-
mas de liquidez; 
d) fiscalizar a interferência de outras sociedades nos mer-
cados e de capitais; 
e) emitir papel moeda e moeda metálica. 
 
Comentários - 
Letra a. 
Basicamente,o CMN tem a responsabilidade de formular 
e regular a política da moeda e do crédito, regulando o 
valor interno e externo do dinheiro nacional, visando a es-
tabilidade da moeda (dinheiro em circulação) e o desen-
volvimento econômico e social do país. 
As letras “b”, “c”, “d” e “e” são competências exclusivas do 
Bacen. 
 
8. (IDECAN/BANESTES/TÉCNICO BANCÁRIO/2012) A 
política do Conselho Monetário Nacional objetivará, EX-
CETO: 
a) Adaptar o volume dos meios de pagamento às reais ne-
cessidades da economia nacional e seu processo de de-
senvolvimento. 
b) Efetuar o controle dos capitais estrangeiros. 
c) Regular o valor interno da moeda. 
d) Coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamen-
tária, fiscal e da dívida pública, interna e externa. 
e) Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos ins-
trumentos financeiros. 
 
Comentários – 
 
Letra b. 
Segundo determinação da Lei n. 4.595/1964: 
Art. 3º A política do Conselho Monetário Nacional objeti-
vará: 
I – Adaptar o volume dos meios de pagamento ás reais 
necessidades da economia nacional e seu processo de 
desenvolvimento; 
II – Regular o valor interno da moeda, para tanto preve-
nindo ou corrigindo os surtos inflacionários ou deflacioná-
rios de origem interna ou externa, as depressões econô-
micas e outros desequilíbrios oriundos de fenômenos con-
junturais; 
III – regular o valor externo da moeda e o equilíbrio no ba-
lanço de pagamento do País, tendo em vista a melhor uti-
lização dos recursos em moeda estrangeira; 
IV – Orientar a aplicação dos recursos das instituições fi-
nanceiras, quer públicas, quer privadas; tendo em vista 
propiciar, nas diferentes regiões do País, condições favo-
ráveis ao desenvolvimento harmônico da economia naci-
onal; 
V – Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos ins-
trumentos financeiros, com vistas à maior eficiência do sis-
tema d e de mobilização de recursos; 
VI – Zelar pela liquidez e solvência das instituições finan-
ceiras; 
VII – coordenar as políticas monetária, creditícia, orça-
mentária, fiscal e da dívida pública, interna e externa. 
 
Quem efetua o controle do fluxo de capital estrangeiro por 
meio da política cambial é o Bacen. 
 
9. (FCC/MANUSPREV/ECONOMISTA/2015) O Banco 
Central do Brasil 
a) controla a inflação por meio de uma política fiscal rigo-
rosa, garantindo o equilíbrio das contas do governo e man-
tendo o endividamento público dentro de limites sustentá-
veis. 
 
3 
b) representa a autoridade monetária do país e é indepen-
dente do poder executivo federal, devendo prestar contas 
apenas ao poder legislativo federal. 
c) tem como uma das principais tarefas de política econô-
mica garantir uma taxa de câmbio real que atenda aos in-
teresses de exportadores, para a manutenção de uma ba-
lança comercial positiva. 
d) segue, conforme o programa de estabilização macroe-
conômica, em sua política monetária atual, o regime de 
metas de produto interno bruto nominal, de forma a evitar 
as taxas de sacrifício de um maior desemprego, mesmo 
que ao custo de maior inflação. 
e) tem por principais funções a emissão de papel-moeda, 
o controle do crédito bancário, a regulação do risco sistê-
mico do sistema financeiro nacional, custo diante das re-
servas internacionais, ofertante de empréstimos de última 
instância ao sistema bancário, bem como o banco oficial 
das contas do governo federal e gestor e executor da po-
lítica monetária. 
Letra e. 
O Banco Central do Brasil (BACEN) é uma autarquia vin-
culada ao Ministério da Fazenda, constituindo-se no prin-
cipal executor das diretrizes do Conselho Monetário Naci-
onal, sendo responsável por assegurar o poder de compra 
da moeda nacional e a estabilidade do sistema financeiro. 
É a autoridade monetária do país e o principal executor 
das 
orientações do Conselho Monetário Nacional, sendo o 
responsável por garantir o poder de compra da moeda na-
cional, tem por objetivos: 
• controlar a inflação (manter o poder de compra da mo-
eda); 
• zelar pela adequada liquidez da economia (controlar a 
situação financeira dos bancos); 
• manter as reservas internacionais em nível adequado 
(manter um colchão de reserva); 
• estimular a formação de poupança (fortalecer a econo-
mia empresarial); 
• zelar pela estabilidade e promover o permanente aper-
feiçoamento do sistema financeiro (evitar a quebra de ins-
tituições financeiras). 
 
10. (FCC/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE/2012) 
NÃO constitui uma função típica do Banco Central de um 
país: 
a) depositário das reservas internacionais do país. 
b) banqueiro dos bancos comerciais. 
c) supridor de crédito subsidiado para pequenas e médias 
empresas. 
d) emissor de papel-moeda. 
e) banqueiro do Tesouro Nacional. 
 
Comentários - 
Letra c. 
As principais características do Bacen são: 
• banco dos bancos; 
• executor da política monetária; 
• executor do SFN; 
• banco do governo; 
• banco gestor da política cambial; 
• banco emissor de moeda. 
O Bacen não é supridor de crédito, pois isso é função do 
sistema operativo, em especial do BNDES. 
 
11. (FUNDATEC/BRDE/ANALISTA DE PROJETOS/2015) 
O Banco Central do Brasil possui natureza de: 
a) Entidade privada sem fins lucrativos, integrante do Sis-
tema Financeiro Nacional. 
b) Fundação pública integrante do Sistema Financeiro Na-
cional. 
c) Autarquia federal, integrante do Sistema Financeiro Na-
cional. 
d) Empresa pública federal, integrante do Conselho Mo-
netário Nacional. 
e) Empresa pública federal, dotada de autonomia patrimo-
nial e integrante da Administração Direta. 
 
Comentários - 
Letra c. 
O Banco Central do Brasil (BACEN) é uma autarquia vin-
culada ao Ministério da Fazenda, constituindo-se no prin-
cipal executor das diretrizes do Conselho Monetário 
Nacional, sendo responsável por assegurar o poder de 
compra da moeda nacional e a estabilidade do sistema fi-
nanceiro. 
 
12. (FGV/BNB/ANALISTA BANCÁRIO/2015) O Banco 
Central do Brasil (BC ou BACEN) foi criado pela lei n. 
4.595, de 31/12/1964, para atuar como órgão executivo 
central do sistema financeiro, tendo como funções cumprir 
e fazer cumprir as disposições que regulam o funciona-
mento do sistema e as normas expedidas pelo CMN (Con-
selho Monetário Nacional). Entre as atribuições do Banco 
Central estão: 
a) emitir papel-moeda, exercer o controle do crédito e 
exercer a fiscalização das instituições financeiras, pu-
nindo-as quando necessário; 
b) determinar as taxas de recolhimento compulsório, au-
torizar as emissões de papel-moeda e estabelecer metas 
de inflação; 
c) regulamentar as operações de redesconto de liquidez, 
coordenar as políticas monetárias creditícia e cambial e 
estabelecer metas de inflação; 
d) regular o valor interno da moeda, regular o valor externo 
da moeda e zelar pela liquidez e solvência das instituições 
financeiras; 
e) determinar as taxas de recolhimento compulsório, regu-
lar o valor interno e externo da moeda e autorizar as emis-
sões de papel-moeda. 
 
Comentário – 
Letra a. 
Dentro do SFN, o CMN tem o poder decisório e o Bacen o 
poder implementador e fiscalizador. 
As letras b, c, d e e são competências do CMN. 
 
13. (CESPE/FUNPRESP-JUD/ANALISTA/2016) A res-
peito de política monetária, julgue 
o próximo item. 
As atribuições do Comitê de Política Monetária (COPOM) 
incluem a definição da 
meta para a inflação. 
 
Comentário – 
Errado. Quem fixa a meta para a inflação é o CMN, o Ba-
cen, por meio do Copom, encarrega- 
se de manter a inflação dentro da meta fixada. Sendo que 
uma das ferramentas 
de controle da inflação é a fixação da meta para a taxa 
Selic. 
 
 
4 
14. (INAZ DO PARÁ/BANPARÁ/TÉCNICO BANCÁ-
RIO/2015) Qual o órgão responsável 
pela definição da taxa Selic e seu ocasional viés: 
a) CVM 
b) COPOM 
c) CMN 
d) AMBID 
e) ANBIMA 
 
Comentário - 
Letra b. 
O Copom é um órgão do Bacen que foi criado para con-
trolar a inflação. Reúne-se a cada 45 dias, às terças e 
quartas-feiras, para estabelecer a meta para a taxa básica 
de juros, a taxa Selic. 
 
15. (FCC/BB/ESCRITURÁRIO/2013) O Comitê de Política 
Monetária(COPOM), instituído pelo Banco Central do 
Brasil em 1996 e composto por membros daquela institui-
ção, toma decisões 
a) sobre a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). 
b) a respeito dos depósitos compulsórios dos bancos co-
merciais. 
c) de acordo com a maioria dos participantes nas reuniões 
periódicas de dois dias. 
d) a serem ratificadas pelo Ministro da Fazenda. 
e) conforme os votos da Diretoria Colegiada. 
 
Comentário - 
Letra e. 
Os objetivos do Copom são: implementar a política mone-
tária; definir a taxa Selic e seu eventual viés; e elaborar e 
analisar o relatório da inflação (trimestral). É composto pe-
los membros da diretoria colegiada do BACEN, que se re-
únem a cada 45 dias, às terças e quartas-feiras, sendo 
que, na quarta-feira, o Copom deliberará e decidirá por 
maioria simples de votos da diretoria colegiada, a serem 
proferidos oralmente, cabendo, se for o caso, ao Presi-
dente, o voto de qualidade (voto minerva) sobre qual será 
a nova taxa Selic.

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