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9º mês de gestação e o parto CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA MILZA UNIMAM Acadêmicos: Geison Da Conceição, Heloisa Carvalho, Henrick Amorim, Tamires Almeida e Vitória Oliveira Docente: Elizabeth Amélia Alves Duarte Calendário lunar; O nono mês de gestação Período, compreendido entre a 36ª semana lunar até a 40ª-42ª; Altas concentrações de progesterona no organismo; Contrações; Sintomas Tampão mucoso; Umbigo sobressai Uninar com mais frequência Poderá respirar com mais facilidade Para quais cuidados pessoais devo ficar mais atenta? O períneo é a região entre a vagina e o ânus e é preciso fortalece-lo. Relaxar esta região no momento do parto facilita a passagem do bebê pelo canal vaginal. Realizar exercícios para fortalecer o períneo e o assoalho pélvico. Quais são os sinais de parto? Quando devo ir para a maternidade? Fazes do parto; Rompimento da bolsa; Dilatação do colo do útero; Contrações que parecem cólica menstruais Endurecimento da barriga Contrações nas costas que se espalham pela barriga e quadril Plano de parto Para que serve? O que é? Natural ou cesárea? Gestação prolongada Pós-datismo, pós-termo, pós-data e pós-maturo Qual a incidência ? Rotura cervical, macrossomia, hemorragia pós-parto, infecção puerperal, morte fetal durante o trabalho de parto, entre outros. É necessário testes de vitalidade fetal, incluindo cardiotocografia, ultrassonografia e doppler velocimetria. O partograma Quando bem utilizado, o partograma, ele permite diminuição de intervenções desnecessárias e contribui para melhores desfechos obstétricos; Reduz taxas de cesariana; Facilita o registro, especialmente em equipes multiprofissionais e em turnos com trocas de plantão. Palpação obstétrica Identificar o crescimento fetal; Diagnosticar os desvios da normalidade a partir da relação entre a altura uterina e a idade gestacional; Identificar a situação e a apresentação fetal. OBJETIVOS: Exercícios Para O Bebê Encaixar Apresentação Fetal Uso do Fórcipe de Kielland Utilização: Pode ser aplicado em todas as condições (variedades oblíquas, diretas ou transversas). É o preferível para ser aplicado nas posições transversas e nas anteriores ou posteriores com bossa serosanguínea significativa, uma vez que permite uma pega que possibilita a correção do assinclitismo (articulação móvel / apresentação obliqua). Pela quase inexistência de curvatura pélvica, é instrumento rotador por excelência. Lei do acompanhante ao parto A Lei nº. 11.108 /2005, conhecida Lei do Acompanhante, que versa sobre o direito da gestante à presença de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto e pós-parto imediato. Alívio da dor no trabalho de parto Mudança de posição Exercícios para fortalecimento da pelve, períneo e assoalho pélvico Massagem Andar Beta endorfina (hormônio) Controle da respiração Analgesia peridural O parto Normal Natural Cesárea Aquele em que o médico ou a enfermeira obstetra simplesmente acompanha o parto. É um tipo de intervenção em que o médico faz um corte no abdômen, seguido de um corte no útero para retirar o bebê. Aquele que é utilizados alguns procedimentos como: colocação do soro na veia, raspagem dos pelos, lavagem intestinal, ect. Fases do parto 1ª fase: dilatação; 2ª fase: expulsão; 3ª fase: dequitação; 4ª fase: Greenberg. Resumo do parto Violência Obstétrica “UMA EM CADA QUATRO BRASILEIRAS SOFRE VIOLÊNCIA NO PARTO.” (Fundação Perseu Abramo, 2010) É o tratamento desumanizado conferido às mulheres no parto. POR QUE COMBATER? SUS – Secretaria de Saúde. ANS – Agência Nacional de Saúde Ligue 180. A mulher deve estar sempre bem informada antes de escolher qualquer método e ciente dos riscos e benefícios que envolvem sua escolha. Não existe escolha sem informação! CANAIS DE DENÛNCIA Violência Obstétrica PRÁTICAS QUE SÃO CONDENÁVEIS: Uso de soro com ocitocina – aumento das contrações; Recusa de admissão em hospital ou maternidade (fere a Lei 11.634/07) “Dispõe sobre o direito da gestante ao conhecimento e a vinculação à maternidade onde receberá assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde” Proibição da entrada ao acompanhante (fere a Lei 11.108/2005); Recusa em esclarecer dúvidas da paciente; Realizar episotomia rotineira; Manobra de Kristeller; Realização de cesarianas desnecessárias, sem o consentimento da mulher ou apenas por conveniência do médico. Violência Obstétrica Subir na barriga Empurrar a barriga/manobra de kristeller Episiotomia/Episiorrafia Assistência à mulher Gestação de alto risco Gestante portadora de HIV Gestante no puerpério Diabetes gestacional Gestação múltipla Hipertensão Idade da gestante Ameaça de parto prematuro Como evitar complicações em uma gravidez de risco? O HIV pode ser transmitido de duas formas: horizontal ou vertical. Chance de transmissão Como evitar a transmissão? A amamentação Tratamento após parto Após a dequitação Cuidados no parto com episiotomia Cuidados com o parto cesáreo Chance de gravidez O que fazer? Assistência ao recém-nascido Anamnese; Infraestrutura: local, recursos materiais e equipamentos; Equipe treinada para a reanimação neonatal caso necessário, já que a maioria dos RN possui boa vitalidade; Assistência ao recém-nascido Respirando ou chorando ? Sim Assistência ao recém-nascido Após a estabilização clínica do recém-nascido, realizar os procedimentos na sequência: Laqueadura do cordão umbilical; Coleta de sangue do cordão umbilical para tipagem e sorologias; Identificação; Assistência ao recém-nascido Recém-nascidos estáveis devem permanecer junto de suas mães e serem transportados com elas até o Alojamento; Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na 1ª meia hora após o nascimento; Permitir que as mães e seus bebês permaneçam 24 horas do dia juntos. ALTERAÇÕES FISIOLOGICAS O bebê continua ganhando peso no nono mês; Involução uterina; Lóquios; Episiorrafia; Função urinária; Função intestinal; Hemorroidas; Prolapso uterino (resguardo) Uso do anticoncepcional no aleitamento A amamentação não deve ser utilizada como método anticoncepcional. LAM (método da amenorreia da lactação). Produção de prolactina, quando o aleitamento materno é feito de forma exclusiva e em livre demanda o nível de prolactina se eleva, impedindo a mulher de ovular. Volta da mulher ao trabalho Níveis baixos de prolactina Volta da menstruação e ovulação Bebê mama menos É preciso utilizar um método contraceptivo Métodos contraceptivos após o parto Transtornos psiquiátricos pós-parto Desequilíbrio de hormônios reprodutivos (estrogênio e progesterona); Privação de sono; Isolamento; Alimentação inadequada; Falta de apoio do parceiro; PRINCIPAIS CAUSAS DOS TRANSTONOS Existem três tipos de transtornos psiquiátricos pós-parto, eles são: blues baby, depressão puerperal e psicose pós parto. Referências MINISTÉRIO DA SAÚDE, Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Conversando com a gestante. 1.ed. Brasília: Tiragem, 2008. MINISTÉRIO DA SAÚDE, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal- versão resumida. 1.ed. Brasília: Tiragem, 2017. MINISTÉRIO DA SAÚDE, Febrasgo Abenfo. Parto, aborto e puerpério assistência humanizada à mulher. 1.ed. Brasília: Tiragem, 2001. MINISTÉRIO DA SAÚDE, Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco. 1.ed. Brasília: Tiragem, 2013. image1.png image2.png image3.png image4.png image5.jpg image6.jpg image7.jpg image8.jpg image9.jpeg image10.jpeg image11.png image12.jpg image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.jpg image20.png image21.jpg image22.png image23.jpeg image24.jpg image25.jpeg image26.jpg image27.jpg image28.jpg media1.mp4 image29.png image30.jpg image31.jpgimage32.jpg image33.png image34.png image35.png image36.png image37.jpg image38.jpg image39.jpg image40.jpg image41.jpg image42.jpg image43.jpg image44.jpg image45.png image46.png image47.jpg