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10/05/2024 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA -PNSA- Profa. Dra. Carolina de Alvarenga Cruz Avicultura brasileira: atividade de grande sucesso Importância sócio econômica ao país Sistemas de planejamento + novas tecnologias: crescimento da atividade no Brasil Maior exportador de carne de frango do mundo Terceiro maior produtor mundial. PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 PNSA: constante evolução Consonância com o Código Sanitário para Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) Harmonia com o setor produtivo Estabelece: medidas de prevenção, controle e vigilância das principais doenças avícolas de impacto tanto em saúde pública como em saúde animal PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA A estruturação do PNSA está pautada no processo de parceria entre os segmentos públicos, privados e instituições de pesquisa, constituindo-se num fórum permanente de discussões, sem descaracterizar o papel institucional dos diversos setores participantes PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 CUSTOS DAS DOENÇAS AVÍCOLAS Produzir com qualidade e baixo custo Grande desafio do setor produtivo. Identificar os pontos geradores de custos e determinar qual seu impacto no custo final dos produtos são tarefas de suma importância para os administradores O setor avícola não está alheio a essa nova realidade Assim, surge a questão: “Qual o impacto das Doenças Avícolas sobre o custo de produção do frango? Ou do ovo?” PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA Importante ter em mente que uma característica muito forte no setor avícola é o EFEITO MULTIPLICATIVO. Dado o grande volume de produção, quaisquer pequenas cifras monetárias atingem valores altos. Por isso, valores menores que R$0.01 são significativos na composição dos custos de uma produção com milhares de aves CUSTOS DAS DOENÇAS AVÍCOLAS PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 • O PNSA vem evoluindo de forma crescente, buscando amparar a cadeia produtiva avícola que tem como principal característica a tecnificação e organização Portanto, não é por acaso que o Brasil é o segundo maior produtor e o maior exportador de carne de frango do mundo. PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA PORTARIA MAPA n.193, de 19/09/1994 Art. 1º - Instituir o Programa Nacional de Sanidade Avícola no âmbito da Secretaria de Defesa Agropecuária - SDA, envolvendo o Departamento de Defesa Animal - DDA e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA) Estrutiocultura (Criação de avestruz) Aves Ornamentais, Residentes e migratórias Avicultura Industrial Avicultura de subsistência PNSA Normas e ações: regulamentação e salvaguarda PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA As principais doenças de controle oficial pelo PNSA são: 10/05/2024 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA BIOSSEGURIDADE Adoção de um conjunto de medidas e procedimentos operacionais que visam prevenir, controlar e limitar a exposição a agentes causadores de doenças Produtor minimiza o risco de introdução e disseminação de doenças em sua granja Nesse sentido, o Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) define, por meio da Instrução Normativa nº 56, de 4 de dezembro de 2007, os procedimentos para o registro, a fiscalização e o controle sanitário dos Estabelecimentos Avícolas de Reprodução, Comerciais e de Ensino ou Pesquisa. PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA 10/05/2024 Qualquer patologia (bacteriana, viral, parasitológica, fúngica, nutricional ou toxicológica), que interfira direta ou indiretamente na queda de produção e consequentemente nas perdas $$, deve ser prevenida e/ou controlada em prol da estabilidade do setor avícola no pais! Sendo assim... PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA INFLUENZA AVIÁRIA 10/05/2024 Doença infectocontagiosa viral das aves Agente etiológico é responsável pela maioria dos problemas causados por doença em aves, assim como em humanos e pequenos mamíferos. Infecção associada a uma variedade de sintomas que vão desde uma doença subclínica, problemas respiratórios leves, diminuição da produção de ovos até uma doença aguda, de caráter grave que pode levar a altas mortalidades. 19 INFLUENZA AVIÁRIA INTRODUÇÃO Século XX 3 PANDEMIAS de influenza 1918: Gripe Espanhola (H1N1) Gripe suína 2009 1a pandemia 25% da população espanhola adoeceu 20 milhões morreram 1957: Gripe Asiática (H2N2) 1968: Gripe de Hong Kong (H3N2) 20 INFLUENZA AVIÁRIA HISTÓRICO 10/05/2024 Epicentro do vírus influenza Sudoeste da china 21 INFLUENZA AVIÁRIA HISTÓRICO A convivência estreita entre porcos, pessoas e patos, nessa região, propicia um ambiente ideal para a geração de vírus recombinantes, ou seja, uma recombinação genética entre vírus humanos e aviários. 22 INFLUENZA AVIÁRIA HISTÓRICO 10/05/2024 Prejuízos econômicos criação de aves (patos, galinhas, gansos) e produção de ovos Repercussões em saúde pública alta letalidade 23 INFLUENZA AVIÁRIA IMPORTÂNCIA A adaptação dos vírus de influenza aviária ao homem já foi responsável por uma alta taxa de letalidade, e a possibilidade de transmissão desses vírus entre os seres humanos pode representar um alto risco para a população mundial INFLUENZA AVIÁRIA IMPORTÂNCIA 10/05/2024 Família: Orthomyxoviridae do grego orthos, “verdadeiro” e myxa “muco” 5 Gêneros: Influenzavirus A Influenzavirus B e C Patôgenos humanos Thagotovirus ou Tipo D vírus de insetos pode infectar mamífero Isavirus anemia infecciosa dos salmões 25 INFLUENZA AVIÁRIA ETIOLOGIA Esféricos 80 a 120 nm Envelope com projeções de hemaglutinina (H) neuraminidase (N) 6 a 8 segmentos de RNA linear de fita simples revestido por nucleoproteína •Capsídeo helicoidal 26 INFLUENZA AVIÁRIA ETIOLOGIA 10/05/2024 Hemaglutinina (HA) – 18 tipos HA (H5 e H7-aves) responsável pela ligação dos vírus e pela fusão do envelope. Ac’s contra a H são responsáveis pela neutralização dos vírus. Neuraminidase (NA) – 11 tipos N capazes de fragmentar receptores virais e promover tanto a entrada do vírus nas células hospedeiras como a liberação dos virions de células infectadas. Centenas de combinações diferentes entre HA e NA 27 INFLUENZA AVIÁRIA ETIOLOGIA MUTAÇÃO PONTUAL (“Drift” antigênico) Processo de evolução dentro de um mesmo subtipo Aumenta a patogenicidade do mesmo subtipo isso pode acontecer quando o vírus vai de uma espécie de ave para outra, sofre mutações e retorna a espécie de ave de origem muito mais patogênica. REARRANJO GENÉTICO (“Shift”) Troca de genes entre diferentes subtipos Confere o surgimento de novos subtipos Criações combinadas de peixes, suínos e patos podem potencialmente levar ao aparecimento de novas amostras de vírus. 28 INFLUENZA AVIÁRIA ETIOLOGIA 10/05/2024 Sensíveis : •solventes orgânicos e •detergentes Inativados: • pelo calor, • luz ultra-violeta, • irradiações gama, • situação de pH extremo, • condições não isotônicas e • em ambientes extremamente secos 29 INFLUENZA AVIÁRIA ETIOLOGIA MUNDIAL Ciclos pandêmicos ao longo dos anos Graves consequências ao comércio internacional de produtos avícola 15 de maio de 2023: detectada pela primeira vez em território nacional, diagnosticada em aves silvestres – o que não compromete a condição do Brasil como país livre de IAAP para o comércio 30 INFLUENZA AVIÁRIA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA 10/05/2024 INFLUENZA AVIÁRIA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA 32 INFLUENZA AVIÁRIA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA IAAP NO BRASIL 2021 a 2023: propagação mundial do vírus H5N1 Estabelecimento em populações de aves silvestres migratórias Maior epidemiade IAAP registrada no mundo 1ª notificação no Brasil: Aves silvestres aquáticas migratórias Estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional. Até julho: registrados 72 focos em aves silvestres e dois focos em aves domésticas de subsistência, todos limitados à região costeira do país 10/05/2024 33 INFLUENZA AVIÁRIA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA IAAP NO BRASIL Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Bahia e Rio Grande do Sul Investigações realizadas pelo SVO: aumentou, maior sensibilização da população e da resposta do próprio sistema de vigilância Não foi observado crescimento constante do número de focos. Além das investigações: Comunicação dos riscos, Correto manejo das aves silvestres Fortalecimento das medidas de biosseguridade De acordo com o Código Sanitário de Animais Terrestres: a ocorrência da infecção pelo vírus da influenza A (H5N1) em aves silvestres e domésticas de subsistência não compromete a situação do país como livre de IAAP em aves de produção comercial INFLUENZA AVIÁRIA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA IAAP NO BRASIL 10/05/2024 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA IAAP NO BRASIL INFLUENZA AVIÁRIA 1. Fonte de infecção Animais infectados Portadores sãos Reservatórios naturais Patos e gansos silvestres manutenção de amostras de alta patogenicidade, através de processos de mutação e recombinação genética 36 INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 10/05/2024 Áreas de reprodução Pontos de parada/invernada Oceano Atlântico Oceano Pacífico Pontos intermediários Rota Atlântica Calidris sp, Charadrius sp, Sterna sp, entre outras João Luiz Xavier do Nascimento Centro Nacional de Pesquisa para Conservação das Aves Silvestres 37 2. Via de Eliminação Secreções oculares Secreções nasais Saliva Fezes 38 INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 10/05/2024 3. Meio de Transmissão entre aves infectadas e aves suscetíveis cama, equipamentos, carros, caminhões, fômites, pessoas, sapatos, roedores nenhuma confirmação da transmissão vertical, apesar de alguns pesquisadores já terem isolado vírus de ovos e de sêmen de perus. Contato direto e indireto 39 INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 4. Porta de Entrada Mucosas do trato respiratório Mucosas do trato digestório Conjuntiva 40 INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 10/05/2024 5. Hospedeiros Susceptíveis Aves domésticas Mais susceptíveis: galinhas e perus Aves silvestres Mais susceptíveis: patos Mamíferos domésticos e selvagens Seres Humanos 41 INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 10/05/2024 Recentes detecções relatadas de IAAP em bovinos leiteiros nos Estados Unidos da América levantaram preocupações internacionais: 1. Bovinos infectados podem ser assintomáticos ou apresentar doença leve 2. Sinais clínicos não específicos 1. Diminuição na produção de leite 2. Leite mais espesso semelhante ao colostro 3. Redução do apetite 4. Letargia, febre e desidratação. INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA Essas infecções em bovinos poderiam indicar um aumento no risco de os vírus H5N1 se adaptarem melhor aos mamíferos e potencialmente serem transmitidos para humanos e outros animais de criação. INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 10/05/2024 INFLUENZA AVIÁRIA Relatamos a presença do vírus da influenza aviária altamente patogênica A(H5N1) em bovinos leiteiros e gatos no Kansas e Texas, Estados Unidos, o que reflete a contínua disseminação dos vírus que entraram no país no final de 2021. Os bovinos infectados apresentaram doença não específica (...), mas uma infecção sistêmica fatal por influenza desenvolveu-se em gatos domésticos alimentados com colostro e leite cru (não pasteurizado) de vacas afetadas. A transmissão de vaca para vaca parece ter ocorrido, pois foram observadas infecções em bovinos em fazendas de Michigan, Idaho e Ohio para onde vacas infectadas com o vírus da influenza aviária foram transportadas. (...). A vigilância contínua dos vírus da influenza aviária altamente patogênicos em animais de produção doméstica é necessária para prevenir a transmissão entre espécies e de mamífero para mamífero. INFLUENZA AVIÁRIA CADEIA EPIDEMIOLÓGICA 10/05/2024 Notificação ao SVO de caso suspeito de Influenza Médico Veterinário Oficial: irá na propriedade em até 12 horas Investigação nas aves Suspeita descartada: investigação é encerrada por não se tratar de IAAP Caso provável: colhidas amostras das aves doentes e mortas para investigação laboratorial da Influenza e sua tipificação. Haverá restrição da movimentação das aves, ovos, produtos e subprodutos até o resultado laboratorial INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO 10/05/2024 INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO Diagnóstico Presuntivo História clínica de problemas respiratórios Alta mortalidade das aves afetadas Aparecimento de lesões características Diagnóstico Diferencial Cólera aviária Clamidiose Micoplasmose Coriza infecciosa Lesões histopatológicas não têm um papel importante no diagnóstico da doença • Doença de Newcastle • Pneumovirose • LIG e BIG • Enterites virais, entre outras. 50 INFLUENZA AVIÁRIA DIAGNÓSTICO 10/05/2024 Diagnóstico Confirmatório Isolamento e identificação do agente Isolamento : amostras de pulmão, traqueia, sacos aéreos, intestinos, baço, cérebro, fígado, coração e sangue Animal vivo: suabes de cloaca e traqueia (replicação) Inoculação Animais de laboratório Ovos embrionados Coleta do líquido cório-alantóide ou amniótico Cultura de tecidos fibroblastos de embrião de pintos e células MDCK 51 INFLUENZA AVIÁRIA DIAGNÓSTICO Diagnóstico Confirmatório Isolamento e identificação do agente Identificação líquido alantóide do ovo inoculado é testado para a presença de atividade hemaglutinante Para tipificar o vírus realizar-se IDGA com soros monoespecificos. Sorologia HI, IDGA, VN, RFC, ELISA, inibição da neuraminidase Exame Direto RIFD, ELISA por captura de antígeno, imunohistoquímica. 52 INFLUENZA AVIÁRIA DIAGNÓSTICO 10/05/2024 Quando o resultado laboratorial confirmar um foco do IAAP, o SVO adotará providências que visam reduzir os prejuízos à avicultura nacional e eliminar o vírus na criação afetada. Assim, impedirá seu espalhamento para outras aves e espécies susceptíveis inclusive para o ser humano INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO O que será feito? 1. Declaração do estado de Emergência Sanitária para a região da propriedade foco 2. O SVO coordenará todas as atividades dentro e no entorno da propriedade com animais infectados pelo vírus da IAAP: 1. Será proibida a entrada e saída de aves, suínos, animais domésticos, ovos, produtos, subprodutos, materiais e equipamentos ou qualquer insumo utilizado ou gerado pela produção avícola da propriedade foco, que possam espalhar o vírus para fora da propriedade; INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO 10/05/2024 O que será feito? 2. A entrada e saída de pessoas na propriedade foco acontecerá mediante orientação do SVO 3. Foco: animais doentes, moribundos e até mesmo os aparentemente saudáveis, serão eliminados Produtos e subprodutos serão destruídos 4. Todas as aves eliminadas serão indenizadas mediante avaliação prévia do lote, por parte do SVO e iniciativa privada; INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO O que será feito? 5. Os resíduos da produção, como carcaças das aves, cama, esterco e demais subprodutos: destruídos e tratados de forma a garantir a eliminação do vírus nestes conteúdos 6. As instalações, estruturas, materiais, equipamentos, e veículos usados na criação das aves serão limpos e desinfetados para garantir a eliminação do vírus; INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO 10/05/2024 O que será feito? Para organizar as ações do SVO em função do risco de disseminação do vírus: Zona perifocal(área contida num raio de 3 km a partir da propriedade foco): investigação em todas as propriedades com aves a cada três dias, e fica restrita a movimentação de aves e seus produtos Zona de vigilância (área contida num raio de 7 Km a partir dos 3 Km): investigação em todas as propriedades com aves a cada sete dias, e fica restrita a movimentação de aves e seus produtos INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO O que será feito? Para organizar as ações do SVO em função do risco de disseminação do vírus: Zona de proteção (área contida num raio de 15 Km a partir dos 7 Km): implementação opcional, equivale a 15 km a partir da área de vigilância. As medidas de prevenção e controle são estabelecidas caso a caso INFLUENZA AVIÁRIA INVESTIGAÇÃO E CONTENÇÃO DE FOCO 10/05/2024 Remoção de sujeira, esterco e outras matérias orgânicas das superfícies Lavar e desinfetar gaiolas, bebedouros, comedouros, veículos e equipamentos Aves mortas devem ser descartadas em local adequado Trabalhadores de granja devem tomar banho e trocar de roupa ao entrar e ao sair do trabalho All in, all out Criação de lotes com idade única Comunicar toda e qualquer suspeita ao MAPA 59 INFLUENZA AVIÁRIA MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA Proteger as aves do contato com aves silvestres, principalmente as aquáticas e migratórias. Boas condições sanitárias do aviário Repovoar os galpões com aves de procedência idônea Quarentena em aves de origem duvidosa/ desconhecida Não viajar para locais em que exista surto da doença, Se não for possível, tomar medidas de limpeza e higiene pessoal e do veículo. Se for a outras granjas ou mercado de aves vivas, trocar de roupa e sapato antes de trabalhar. 60 INFLUENZA AVIÁRIA MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA 10/05/2024 Por hoje é só! Excelente final de semana a todos