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Moonitz e Sprouse - ATIVO - O costume é dizer que o ativo é algo capaz de gerar riqueza para a empresa. Para o CPC – é um recurso controlado pela a entidade 
como resultado de eventos passados e do qual se espera que resultem futuros benefícios econômicos para a empresa. -> similar ao Iasb 2018.Essa definição possui 
três termos que são fundamentais para que um item seja considerado ativo: gerar benefício econômico futuro; ser controlado pela entidade; e ser resultante de um 
evento que ocorreu no passado O ATIVO NÃO PODE SER DEFINIDO COMO BENS E DIREITOS. Para o CPC, 2019, são recursos econômicos presente controlado 
pela entidade como resultado de eventos passados. Os recursos econômicos é um direito que tem o potencial de produzir benefícios econômicos. O CPC considera 
que, se não existir o direito ou se o mesmo for incerto, enquanto isso não for solucionado, não existe ativo. O benefício econômico futuro refere-se ao potencial de 
contribuição, direta ou indireta, p/ o fluxo de caixa ou equivalentes de causa da empresa. Esse benefício pode ter ser algo que pode ser convertido em caixa ou que 
pode reduzir as saídas de caixa. Benefício= algo positivo. Existem três possíveis fatores que podem determinar sua ocorrência: (a) a existência de valor de mercado, 
indicando que o ativo pode ser comprado e vendido num mercado; (b) sua aceitação por parte de terceiros como pagamento de dívida; e (c) o fato de ser utilizada 
para melhorar a produtividade de bens e serviços da entidade. A própria existência de um custo significa que existiu sacrifício econômico. Os ativos podem dar 
origem a benefício econômico quando usados na produção de estoques ou serviços vendidos pela entidade; trocados por outros ativos; usados para reduzir um 
passivo; ou distribuídos aos proprietários da entidade. Um recurso só deve ser considerado ativo se gerar benefícios econômicos e, por conseguinte, ser um bem 
econômico. Entretanto, nem todo recurso é um ativo, porque este pressupõe a escassez e a utilidade. O ativo pode não ter uma substancia física. SERVIÇO 
EXPIRADO NÃO PODE SER CONSIDERADO COMO ATIVO. Bem econômico deve ter a possibilidade de gerar benefício futuro. INCERTEZA. RECURSO 
ECONÔMICO: p/ Iasb é um direito que tem potencial de produzir benefícios econômicos, e possui três aspectos: (1) direito, (2) potencial de produzir benefícios 
econômicos (a capacidade de gerar riqueza / também lida com a incerteza) e (3) controle. O direito, corresponde a uma obrigação da outra parte - importante 
salientar que nem todo direito corresponde a um ativo, já que necessita do potencial de produzir benefícios econômicos e o controle da entidade. CONTROLE: o 
benefício futuro deve ser controlado por uma entidade em particular. EVITA-SE O USO DO TERMO PROPEIEDADES. O controle restringe o uso do recurso 
econômico como ativo, limitado somente ao fato de que a entidade possui a habilidade de exercer os direitos de uso dos benefícios. Não pode ser considerado em 
termos absolutos. Mas o controle, por si só, não garante que um recurso econômico seja considerado ativo: ainda assim, é necessário que gere riqueza futura. 
EVENTOS PASSADOS: evita a inclusão de ativos contingentes. Imóvel que a entidade ainda não adquiriu. Nova Definição do Fasb: um direito presente de uma 
entidade a um benefício econômico. Não é necessário que o direito seja exclusivo, mas é direito presente. Ativos contingentes satisfaz a definição de ativo, apesar 
da dificuldade de mensuração. CRÍTICAS: (a) inclusão da comerciabilidade - para ser considerado ativo, um recurso deveria ter condição de ser comercializado 
de forma separada da entidade. O recurso possui Valor de uso e Valor de troca. O goodwill não seria incluído. A troca não é a única forma de obter um ativo. O que 
torna um ativo um bem econômico é sua utilidade e escassez. A troca não traz valor, revela o valor de um recurso; (b) questão dos diferidos- Para Kam, alguns 
itens não podem ser considerados como um ativo, como os impostos a compensar. É uma posição conservadora e não considera que a entidade terá uma redução 
no pagamento futuro do imposto. Samuelson considera que despesas diferidas não representam um direito de propriedade; (c) questão dos contratos de execução 
- acordos realizados entre duas partes para execução de certas tarefas que serão realizadas no futuro. Irá gerar um passivo no futuro e um ativo, pelo serviço a ser 
prestado pelo empregado. A assinatura do contrato é o fator gerador. Pode gerar lançamentos estranhos: Exemplo: compra de um insumo de um fornecedor, onde 
ocorreu uma redução no preço. A diferença seria uma perda?. A definição de ativo não permite a exclusão desses contratos de execução, sendo esta efetuada muito 
mais pelo costume e pela crença de que o evento ainda não ocorreu;(d) tratamento dos ativos contingentes- não é contemplado na definição de ativo; (e) crítica 
de Schuetze- Para ele a definição do ativo é tão complexa, abstrata, ampla e vaga que não pode ser utilizada para resolver problemas. Ao não exigir a 
comerciabilidade, a definição do Fasb considera que todos os gastos devem ser tidos como ativos. Já o Iasb afirma que existe uma relação direta entre incorrer em 
gastos e gerar ativos, mas isso não significa necessariamente uma coincidência, assim como a ausência de gasto não significa que um recurso satisfaça à definição 
de ativo, como ocorre com os bens doados.; e (f) crítica de Samuelson - afirma que a principal função da definição do ativo para prática contábil é classificar os 
custos incorridos em ativos ou despesas. Uma das críticas de Schuetze é que a definição do Fasb não permite fazer essa classificação de maneira adequada. visão 
ativo-passivo e visão receita-despesa -> No primeiro caso, começa a estrutura com o conceito de ativo e passivo e somente depois de estabelecidos esses 
conceitos é que se propõem os conceitos de receita e despesa. Na segunda visão ocorre o contrário: começa-se com os conceitos de receita e despesa para depois 
chegar aos conceitos de ativo e passivo. Def. Fasb- um direito presente de uma entidade a um beneficio econômico. Apenas dois elementos. O direito n precisa ser 
exclusivo. Ativos contingentes satisfaz a definição. Def. IVSC – Direito a um beneficio econômico. POSIÇAO DE UM ITEM NO BALANÇO:. Reconhecimento: 
incorporação nas demonstrações de um item desde que o mesmo se enquadre na definição, no caso do ativo se incorpora no BP. Fato econômico nas notas n é 
reconhecimento. Para reconhecer um ativo, é necessário que o recurso econômico possa ser classificado como ativo; isso é feito dando-se resposta positiva às três 
perguntas a seguir:•O recurso econômico irá gerar um futuro benefício econômico? • O recurso econômico é controlado pela entidade? •É derivado de eventos 
passados? Além desses itens, devem-se também levar em consideração três aspectos adicionais: a materialidade (quando o valor é pouco expressivo, é possível 
que seja considerado diretamente na dre) , a probabilidade de ocorrência (incerteza de que o benefício econômico futuro irá ocorrer)e a confiabilidade da avaliação 
(quando o valor é pouco expressivo, é possível que seja considerado diretamente na demonstração do resultado). Reconhecimento -> restrição do custo -> relevância-
>representação fidedigna->satisfazer a definição. o custo do processo de mensuração. Para obter a medida de um ativo, a entidade incorrerá em um custo. É 
necessário destacar que um ativo será reconhecido se o custo de sua mensuração for inferior aos benefícios obtidos. DESRECONHECIMENTO – ativo refere ao 
processo em que o recurso eco é retirado inteiramente do bp. N tem regra. Oposto ao reconhecimento. INTANGIVEL - diz respeito a qualquer ativo que não possui 
forma física, incluindo aqui, por exemplo, a marca, direitos autorais, carteira de clientes e patentes. P ser considerado como deve satisfazer as def de ativo. Gastos 
com intangíveis. Mas nem todo gasto cria ativo >Filme sim, mas talvez não um talk-show. >Prazo para amortizar. Ajustar mudança de qualidadee inflação.>Vida 
útil tempo. >Pesquisas mostra P&D = 10 anos. IMPAIRMENT - O principal objetivo é assegurar que um ativo não seja avaliado por valor superior ao valor recuperável. 
Abandono da objetividade e influência da teoria moderna de finanças. Custo histórico p registrar de forma mais objetiva. VALOR EM USO E VALOR EM TROCA -
>quando o valor de troca é superior ao valor em uso, as pessoas tendem a vender o bem. Entretanto, quando o valor em uso é superior, as pessoas tendem a não 
se desfazer do bem. – PASSIVO E PL-> CPC 00 (R2) | IFAC é uma obrigação presente na entidade de transferir um recurso(S) econômico como resultado de 
eventos passados. Dividido em três elementos: obrigação atual da entidade; resultado de eventos passados; liquidação implicará desembolso de benefícios 
econômicos p a entidade. A obrigação deve ser resultado de um evento passado. Ela surge quando existe um encargo irrevogável cujo o n cumprimento pode causar 
uma penalidade. A definição n é legalista. O p pode ou não ser associado a um contrato, podendo surge das praticas usuais, dos usos e dos costumes. Redundante. 
IASB 2018 – manteve os dois primeiros itens e substituiu o ultimo por – transferir recursos econômicos- A transferência pode ser através da quitação do passivo, da 
transferência de outro ativo que não seja dinheiro, da prestação de um serviço ou da emissão de uma dívida. Incerteza é evitada. FASB 2021 – afasta da def do iasb 
– obgaç atual de uma entidade em transferir um beneficio econômico. Obgç dentro do sistema jurídico. RECONHECIMENTO: ocorre ao incorporar no bp de uma 
entidade um item que se enquadra na def de passivo. Deve ser mensurado em bases confiáveis. DESRECONHECIMENTO: quitação da obgç OU expiração do 
passivo. SEGUNDO O FASB o reconhecimento deve satisfazer três critérios: definições – mensurabilidade – representação fiel. MENSURAÇÃO- deve ser 
mensurado pelo seu valor presente, mas existem 3 razoes p n usá-lo: conservadorismo; data de liquidação próxima a data do exercício social; dificuldades que são 
somadas ao processo de mensuração. Contribuição definida – conhecida e certa. Benefício definido: se sabe quais são os valores que o empregado irá usufruir, 
mas não o valor atual da contribuição. Deveria ser pelo valor presente do fluxo de caixa futuro, mas na prática, pelo valor de face da obrigação Razões: -> Muitos 
passivos tem data de liquidação próxima a data do encerramento. ->Dificuldades de mensuração (taxa de desconto, data de liquidação etc.) ->Conservadorismo 
Relação custo-benefício da informação. Alguns passivos são difíceis de serem mensurados em razão de incertezas. O passivo é conhecido, assim como seu 
montante: é o caso de um passivo com o fornecedor, em que a entidade já sabe seu valor de antemão. Nessa situação, não existe razão para que o passivo não 
apareça nas demonstrações contábeis. O passivo é conhecido, mas seu montante não: uma situação típica refere-se aos valores correspondentes ao décimo terceiro 
salário. A entidade sabe da existência do passivo, muito embora seu valor seja apresentado sob forma de estimativa. Esse caso também deve ser considerado pela 
Contabilidade da entidade. A existência do passivo não é certa, mas o pagamento pode ser estimado: é o caso das milhas aéreas, que será discutido mais adiante. 
Existem dúvidas sobre a existência do passivo e do seu montante: tem-se, nesse caso, uma contingência. Provavelmente, o evento contingente mais difícil de ser 
estimado são os processos judiciais. O SFAS 5 classifica as contingências de acordo com a probabilidade de ocorrência provável, razoavelmente possível ou remota. 
A provisão é um passivo incerto quanto a quantia ou data de vencimento. A contingência é um passivo que será confirmado por evento posterior. provisão como 
um “passivo de prazo ou valor incerto”. Valor Justo - Valor que seria obtido numa transação onde nem o comprado nem o vendedor pode impor sua vontade. 
Tem-se discutido sua adoção e o abandono do custo histórico. Quando existe um mercado conhecido é simples e fácil. Quando não existe → fluxo de caixa futuro 
descontado. deve ser calculado em termos do valor de uso. -> Dificuldade de implementação. -> Influencia da administração. - Pode ser estranho quando as situações 
pioram. -> Valor justo do passivo reduz. -> Melhora o resultado - Acredita-se que a informação seja relevante. -> Não depende da história. -> Mas é um problema 
com itens de baixa liquidez. Vlor de uso deve ser maior do que o valor de aquisição. Valor de saída deve ser maior que o valor de uso. Liquidação – uso = saída. V 
uso é diferente p cada entidade. O uso do valor de uso revela uma mensuração menos precisa. Valor justo= 1000/1+0,2 + 1000/1+0,2²+1000/1+0,2³= 2.106,48 saída 
1000 taxa 20% 3 a. Existem dois tipos de itens que podem ser avaliados pelo valor justo: aqueles que possuem um mercado ativo, em que o processo de mensuração 
é razoavelmente automático e verificável, representado pelos investimentos no mercado acionário; e os itens que não possuem um mercado ativo, em que a 
mensuração depende do julgamento administrativo. Institu financeiras pioneiras na adoção do VJ. SEPARAÇÃO DO P E DO PL: Robin Paton - uma fonte de recursos 
não interfere no desempenho de uma entidade. Franco Modigliani e Merton Miller - demonstraram que, sob certas condições, a estrutura de capital de uma entidade 
é irrelevante - a utilização de mais (ou menos) obrigações de terceiros não interfere no valor da entidade porque este depende somente do fluxo de caixa que a 
entidade vai gerar. As duas teorias são consistência e tem consequências imediatas. A distinção entre passivo e patrimônio líquido representa uma informação 
relevante, sendo necessário apresentá-la para o usuário. Existem títulos em que a classif é difícil. Passivo possui data de maturidade. DEBENTURES 
CONVERSIVEIS (títulos financeiros que podem ser tidos tanto como passivo quanto como patrimônio líquido.): Hibridas - como passivo até na data da 
conversão; como passivo e patrimônio na proporção da conversão prevista; ou como patrimônio líquido. Outros passivos: Pagamento antecipado para prestação 
de serviço no futuro. - Entrega de mercadoria no futuro; - Recebimento antecipado de aluguel; -Assinatura de jornal; -Contratos de garantia estendida; - Milhas das 
empresas aéreas; Essência s a forma: Div. Propostos – BR no P. EUA depois da assembleia. Debêntures perpétuas - seguindo as normas internacionais, não a 
considera um passivo financeiro, já que para isso teria que atender à regra de realizar pagamento e caracterizar-se como obrigação. Pode ser classificada como pl 
e n tem vencimento. OBRIGAÇOES NÃO FORMALIZADAS: decorrente de práticas passadas, políticas publicadas ou declaração de que a entidade aceitará certas 
responsabilidades. Elas podem se alterar com o passar do tempo e acabar alterando o valor do P. Cria um passivo não oneroso. Exemplo: troca de um produto 
defeituoso, mesmo que já tenha passado a garantia. Dificil de mensurar. P. ambiental – fora do BP e possui foco nas novas regras ambientais. PATRIMONIO 
LIQUIDO: Depende da def do ativo e passivo, sua def é residual. Segundo o Iasb é o interesse residual nos ativos de uma entidade depois de deduzir todos os seus 
passivos. Expressão algébrica: PL= P-A. Capital financeiro é o recurso monetário que foi investido na entidade. Capital físico tá vinculado a capacidade produtiva 
da entidade. Quando o usuário estiver interessado na manutenção do capital nominal investido ou no seu poder de compra, a escolha será o capital financeiro. Caso 
a preocupação seja a capacidade operacional da entidade, o conceito de capital físico será a alternativa escolhida. A busca pela manutenção do capital financeiro 
significa que a entidade só terá lucro se o montante financeiro de ativos líquidos no final do período for maior que o do início, depois de excluídos os aportes de 
capital e as distribuições aos proprietários. Já a manutenção do capital físico significa que haverá lucro somente se a capacidade físicaprodutiva da entidade no final 
do período for maior que a capacidade do início, também depois de excluídos os aportes e distribuições de capital. CS 10K E 10K INFLA 10%. CS + INFLA= 11K. 
Neste exemplo não ocorreu distribuição de capital ou aporte. Tem-se que valores acima de R$ 11 mil expressam lucro e valores abaixo desse montante indicariam 
prejuízo sob a ótica do capital financeiro. No mesmo exemplo, considere que a entidade, ao final do período, compre as mercadorias por R$ 1.200 cada. Neste caso, 
o capital a ser mantido corresponde a dez unidades do estoque a R$ 1.200 cada, ou R$ 12.000. Haverá manutenção do capital físico caso o valor no final do exercício 
corresponda a R$ 12 mil. Teoria do proprietário= PL= A-P. a entidade existe para satisfazer aos objetivos e necessidades do dono. Pequenas e média empresas. 
Teoria da Entidade: A=OBRIGAÇOES. Grande empresa. Teoria do fundo – considera um grupo de ativos e suas obrigações relacionadas. Governo e entidades 
sem fins lucrativos. A=Restrições ao A. Teoria do comandante: Louis Goldberg – deve ser voltada p o gestor. Teoria do empreendimento: sociedade, considera 
que a Contabilidade deve estar voltada para outros usuários, como empregados, governo, entidades reguladoras e público em geral. Teoria Residual: acionistas 
ordinários. Acoes ordinárias= ativo-passivo-açoes preferenciais. PATRIMONIO DE AFETAÇÃO E PL NO S. PÚBLICO. RECEITAS E DESPESAS: O IASB classifica 
os elementos em dois grupos distintos. O primeiro grupo de três elementos - ativos, passivos e patrimônio líquido - descreve quantidades de recursos e reivindicações 
a recursos em um momento no tempo. O segundo grupo de dois elementos descreve transações, eventos e circunstancias que afetam uma empresa durante um 
período de tempo. O primeiro grupo, afetado pelos elementos do segundo grupo, fornece a qualquer momento o resultado acumulado de todas as mudanças. Essa 
interação é chamada de “articulação”. A definição incorpora receita (revenue) e ganho (gain) está incluso na definição de income. -> Receita não operacional, que é 
habitual quanto a sua frequência. Exemplos nesse sentido são as receitas financeiras, receitas de aluguéis etc. ->Ganho que é eventual, mas tem-se conhecimento 
prévio de sua ocorrência, como os ganhos e perdas com venda de imobilizado, de participações societárias etc. ->Itens extraordinários, de cuja ocorrência não se 
tem conhecimento prévio, como inundações. Observe que, se a região onde está localizada a empresa tiver casos anteriores dessa natureza, não podem ser 
classificados como “extraordinários”. CPC, receitas são “aumentos nos ativos, ou reduções nos passivos, que resultam em aumentos no patrimônio líquido, exceto 
aqueles referentes a contribuições de detentores de direitos sobre o patrimônio”. Os ganhos estariam inclusos na definição, podendo ser originários ou não das 
atividades normais. Mas não diferem em sua natureza da receita e por isso não é tratado de forma separada. A contabilidade societária considera em separado das 
atividades normais. O usuário precisa saber o resultado obtido nas atividades fins, entretanto é difícil distinguir uma atividade normal da não usual. Em geral a 
atividade fim está vinculada a exploração de um setor econômico e não a agregação de valor. O reconhecimento ocorre quando o ativo aumenta ou o passivo reduz. 
Reconhecimento rec. Quando pode ser medida em base confiável e grau suficiente de certeza. Processo de reconhecimento está ligado a venda- ponto de partida. 
Erro de corte. Iasb - deve ser a regra quando: (a) os riscos e os prêmios associados ao produto foram transferidos para o comprador; (b) a entidade já não possui o 
efetivo controle do produto vendido; (c) o valor da receita pode ser mensurado de forma adequada; (d) os prováveis benefícios econômicos da transação fluirão para 
a entidade; e (e) os custos da transação podem ser adequadamente mensurados. Apuração da receita pode ser feito pelo cronograma físico ou financeiro. Pela nova 
interpretação do Iasb, o reconhecimento da receita será feito na entrega das chaves, em um único momento. No caso de fabricação de longo prazo, há duas formas 
de reconhecer a receita no momento t=2: Baseado no custo do projeto ou baseado na evolução física. A escolha poderá determinar um lucro a maior ou a menor. 
Surge com a adoção das normas internacionais de contabilidade noção de que a receita deveria ser reconhecida ao longo da obra, Mas a norma internacional 
determina o reconhecimento na entrega das chaves. O Brasil optou por permanecer com a regra anterior. Casos como estes são resolvidos pelo IFRIC. Em setembro 
de 2017, após uma consulta do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), o IFRIC emitiu uma decisão contra a interpretação brasileira, indicando que o país 
deveria reconhecer a receita na entrega das chaves. RECEITA A PRAZO - Rvp = R / (1 + i)t2 – t1. Não é destaque pois está subordinado a mensuração dos demais 
elementos patrimoniais. Receita a prazo em período de hiperinflação: - Separar a receita financeira da venda a prazo. - A receita financeira é a diferença entre o 
valor da venda à vista e o montante da venda a prazo. Relevância depende do n´nível de juros e do prazo de recebimento. DESPESA: Ganhos (perdas) são aumentos 
(diminuições) no patrimônio líquido provenientes de transações e outros eventos e circunstancias que afetam uma entidade, exceto aqueles resultantes de receitas 
(despesas) ou investimentos pelos proprietários. - Não se confunde com Receitas. Receitas e despesas resultam da entrega ou produção de bens, prestação de 
serviços ou realização de outras atividades. Outras atividades, conforme referenciadas nas definições de receitas e despesas neste capítulo, são aquelas atividades 
que permitem que outros usem os recursos da entidade, o que, por exemplo, resulta em juros, aluguel, royalties e taxas. Outras atividades também incluem 
contribuições recebidas e feitas para fins beneficentes. O Fasb tem uma EC que abrange o terceiro setor - “Ganhos e perdas geralmente resultam de uma das três 
circunstancias a seguir: a. Transações ou eventos não recíprocos, como catástrofes naturais. b.Transações de cambio. c. Ganhos e perdas de manutenção. Além 
disso, as atualizações ou ajustes correntes de estimativas de períodos anteriores são frequentemente mencionados na prática como ganhos e perdas. No entanto, 
esses não são ganhos e perdas; são ajustes ás receitas, despesas, ganhos ou perdas anteriormente reconhecidos que devem ser relatados como inicialmente 
reconhecidos. RECONHECIMENTO: em ordem de preferência: confrontação, alocação sistemática (depreciação) e reconhecimento imediato(perda). Associação 
direta – principal critério – as receitas e as depesas resultantes do mesmo evento, devem ser reconhecidas no mesmo tempo. Ex.: cmv. HEDGE: a valorização ou 
desvalorização da moeda afeta o lucro. MENSURAÇÃO: 3 aspectos – despesa a prazo, em situ de instabilidade, deve levar em consideração o valor do dinheiro no 
tempo. Conservadorismo, gera inconsistência na mensur. pode ser arbitrário, reduz a clareza da divulgação e prevalece s/ princípios. Impacto do sistema de custeio, 
um só ou múltiplos, adequado e o custo de oportunidade. DEMONSTRAÇÃO LIMPA – atv operacional, receitas e despesas não recorrentes poderiam ser 
desconsideradas para fins da apuração do resultado. TUDO INCLUIDO: todas as recitas e despesas. SETOR PÚBLICO: abrange o p. executivo; p. legislativo; p. 
judiciário; e, entidades descentralizadas. Grande presença de normatização. Discricionariedade – possibi. de fazer escolhas contábeis – menor. GOVERNO (a org 
é única – admite que a contab. Se adapta ao ambiente) – a fonte de receita é obrigatória; pode ser baseada nas características do serviço prestado, nas características 
do contribuinte ou em outros fatores; não existe uma relação direta e clara entre o pagamento e o serviço recebido; é geralmente monopolista nos serviços que 
fornece à população; é difícil medir qualidade e quantidade dos serviços prestados pelogoverno. SERVIÇOS PRESTADOS: atua em áreas como segurança, 
educação e saúde. As atribuições s divididas em funções distributiva, alocativa e estabilizadora. PROCESSO ADMINISTRATIVO: composto por planejamento, 
execução e controle. O orçamento público é o principal instrumento de gestão financeira = Importância do orçamento público, segundo IFAC. Relacionamento com 
as estatísticas de finanças públicas (EFP). Plano Plurianual (ppa)- tenta garantir continuidade na administração pública. INVEST. ATIVOS Q N PRODUZEM 
RECEITA: “Aplicar recursos a fundo perdido”. Natureza e propósito dos ativos e passivos no setor público. NATUREZA DO PROCESSO DECISÓRIO: processo 
político em que estão presentes jogos de interesse, conflito de opiniões, negociações, atendimento a demandas de comunidades mais organizadas. O orçamento é 
uma peça fundamental no processo de gestão financeira no setor. USO: na avaliação de desempenho leva em conta uma preocupação legalista e voltada para o 
controle dos gastos públicos. Deve procurar responder se a execução orçamentária está de acordo com as normas, em especial com a lei que aprovou o orçamento. 
USUÁRIOS: cidadãos, contribuintes ou n. Imprensa e os grupos de pressão, poder legislativo e os órgãos de controle externo. Deve existir preocupação com o 
acesso e compreensão. TEORIA DO FUNDO: mais aplicada ao setor publico e em menor grau as entidades sem fins lucrativos do terceiro setor. Ifac (seu documento 
chama para a natureza dos programas e a longevidade do setor público) e Ruppel (2004). A Contabilidade por fundo foi desenvolvida para responder às necessidades 
dos governantes no uso dos recursos públicos. – contabilidade própria, com regras especificas e prestação de contas. P/ criar – homogeneidade e objetivo unificador. 
há demonstrações independentes em que existirá igualdade entre o ativo e as restrições ao fundo. Curto prazo. Difícil ou impossível de obter informações mais 
gerenciais a partir da teoria do fundo. Redução da influencia. BRASIL: centrada na dimensão politica do como fazer(legislação). Lei nº 4.320, de 1964, e a Lei de 
Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000). Criação do Siafi e também das Normas brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Publico. Chegada 
da família real 1809 – C da fzenda. Foco – receita e despesa. 1831 P dobradas no S. publico. 1906 – parana- adoção efetiva. somente em 1914 é que o governo 
central, representado por Rivadavia Correa, interessa-se por adotar as partidas dobradas na área pública.1939 – 1° Conferência de Técnicos em Contabilidade 
Pública e Assuntos Fazendários, inicia-se um processo de padronização, cujo principal resultado foi a redução de mais de 2 mil rubricas de receitas para menos de 
60. Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 – base da contabilidade publica brasileira. Dividida em: O sistema orçamentário faz com que a contabilidade pública seja 
basicamente uma contabilidade orçamentária, com registro da receita e despesa conforme a lei orçamentária e alterações. Além disso, toda movimentação financeira 
do exercício deve estar contida no balanço financeiro, compondo o sistema financeiro. O sistema patrimonial registra os bens permanentes, as suas características 
e os responsáveis por sua guarda. Finalmente, o sistema de compensação registra bens, valores e obrigações que não compõem o ativo e o passivo, mas que 
poderão afetar o patrimônio, existindo somente para fins de controle. O bp é conhecido como tal hoje como consequencia desta lei. Hoje está defasada. SIAFI 1987. 
Sistema de processamento, execução e controle financeiro, criado pelo Serpro. Alguns eventos são padronizados; Representou uma evolução por padronizar os 
procedimentos contábeis, pelo controle da movimentação, pela racionalização dos gastos e transparência. LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL: Entrou em vigor 
em 2000; Esforço no sentido de estimular a responsabilidade fiscal dos governantes; Estabeleceu regras para limitar gastos e manipulações nas despesas; Apesar 
da importância, n afeta a forma como se faz a contabil. pública; afetou o comportamento dos administradores. NORMAS BRASILEIRAS NO SETOR PÚBLICO: 2007 
10 normas, aprovadas no ano seg. mais próximo do endosso dq da converg. IFAC (+ d 100 países) – NORMAS INTER.: se inspira no IASB, modificações p se 
encaixar no setor público. IPSASB – promulgação das normas. Necessidade de congregar necessidades diferentes. No Br normas não foram adotadas. Pode ser 
aplicado em todas as esferas do gov. 60pg e 8 cp. objetivo das entidades: prestar serviços para a sociedade. Hierarquia das normas. Usuários Quem fornece 
recursos; quem recebe os serviços; representantes; fornece a situ patrimonial, o desempenho e fluxos, info orçamen, resul da prest d servç. Caracte. Quali: São 
citadas a relevância, a representação fidedigna, a compreensibilidade, a tempestividade, a comparabilidade e a verificabilidade. N faz refe a prudeencia. Enti: fornece 
a informação é um ente governamental ou organização ou programa, ou outra área identificável de atividade. deve captar recursos da sociedade ou em seu nome 
ou usar recursos para realizar atividades em benefício dela. Ou haver usuários dependentes de informações da entidade. ELEMENTOS: Ativo: recurso controlado 
no presente pela entidade como resultado de evento passado. Passivo: obrigação presente, derivada de evento passado, cuja extinção deva resultar na saída de 
recursos da entidade. Receita: corresponde a aumentos na situação patrimonial líquida da entidade não oriundos de contribuições dos proprietários. Despesa: 
corresponde a diminuições na situação patrimonial líquida da entidade não oriundas de distribuições aos proprietários. Superávit ou déficit da entidade para o 
exercício é a diferença entre as receitas e as despesas que constam na demonstração que evidencia o desempenho das entidades do setor público. Contribuição 
dos proprietários corresponde à entrada de recursos para a entidade a título de contribuição de partes externas, que estabelece ou aumenta a participação delas no 
patrimônio líquido da entidade.Distribuição aos proprietários corresponde à saída de recursos da entidade a título de distribuição a partes externas, que representa 
retorno sobre a participação ou a redução dessa participação no patrimônio líquido da entidade. A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011). Lei Complementar 
nº 131/2009. Decreto nº 9.203/2017. Regime de compe.: no curto e nos médios prazos existe diferença entre o regime de caixa e o regime de competência. No 
entanto, a longo prazo, essa diferença desaparece. A diferença pode ser suficientemente importante para fazer com que a escolha do regime adotado na contabilidade 
pública seja extensamente discutida entre os autores da área. A opção pelo regime de competência tem um preço: aumento da incerteza na mensuração, No BR 
apropria despesa com base no empenho (ato de um servidor que cria para a administração pública a obrigação do pagamento). a despesa tem por finalidade o 
benefício da sociedade. Faz parte da estrutura conceitual do IFAC e das NBC TSP. Regime misto e de competência. NOVA CONT. Influenciou a discussão sobre 
gestão pública Busca de melhoria no setor público, tendo por base a contabilidade de custos e o regime de competência; Ênfase na responsabilidade do resultado; 
Mensuração de custos destaca-se para tentar criar um incentivo ao comportamento do servidor público; A escolha do regime de competência pode afetar os incentivos 
dos gestores. TERCEIRO SETOR: é constituído de entidades sem fins lucrativos, como é o caso de igrejas, hospitais, partidos políticos, clubes esportivos, museus, 
entre outras. Atuam no sentido de promover o bem-estar comum. DOAÇOES: fonte de recursos – dindin, alimentos, maquinas, roupas, brinquedos, sangue etc. 
Podendo ser p custeio(registro com aumento do ativo e contrapartida em receita) ou patrimonial (contrapartida no patrimônio social). Satisfaz a definição de receita. 
doação condicional é aquela em que o doador impõe algum tipo decondição que deve ser cumprida pela entidade. incondicional não impõe condições. Mensuração 
do valor justo de mercado líquido da despesa necessária para colocar o bem em funcionamento ou à venda. Perdão de dívida. Condic restrição permanente: não 
possui prazo de validade, o que impede uma flexibilidade no uso do ativo doado. Restrição temp ou provisória: impõe certas restrições que podem ser satisfeitas 
com o decorrer do tempo. A mudança na classificação deve ser registrada; só deve registrar quando a entidade tiver condições de atender as exigências do doador. 
SERVIÇOS VOLUNTÁRIOS: Resultantes do trabalho de voluntários. Pessoas que não cobram pelo serviço ou que cobram abaixo do valor de mercado; O valor da 
doação corresponde a diferença entre o valor de mercado e o valor cobrado. DOADOR: Busca pela doação pode significar despesas, captar recursos; A relação 
entre receita de doação e despesa administrativa indica o esforço de arrecadação, sendo uma medida de eficiência; Existindo projetos específicos, a evidenciação 
pode ser separada: Teoria do fundo. GRATUIDADE: prestação de serviços de intesse da sociedade. Está associada à entrega de produtos ou serviços pela entidade 
do terceiro setor sem que exista uma contrapartida financeira do beneficiário. Corresponde a uma despesa: Falta de associação com a geração de receita; >Quando 
será feito o reconhecimento? >Falta de valor para ser registrado; >Valor que o beneficiário pagaria por um serviço de igual qualidade. Gratuidade está associado a 
algo de graça; Uma entidade do terceiro setor pode fornecer um produto ou serviço abaixo do preço pelas seguintes razões: Cobrir parte das necessidade de 
recursos, aumentando o número de pessoas beneficiada; Forma de reduzir o consumo excessivo do produto ou serviço. A gratuidade está associada a existência 
de um benefício social, mesmo que sob a forma de cobrança por um valor subsidiado. RENUNCIA FISCAL: Emite normas e leis que delimitam a ação e impede que 
o propósito seja desvirtuado; Um aspecto importante é a renúncia fiscal de tributos por parte do setor público: Imunidade = proveniente da constituição e tem caráter 
permanente, não existindo obrigação tributária; Isenção = temporária, proveniente de lei menor e pode ser provisória. A entidade deve provar certos quesitos, inclusive 
alguns de ordem contábil, como percentual de aplicação em gratuidade em relação a receita. Em troca pode reduzir a contribuição patronal da previdência social. Ex 
color of change e Givedirectly. CPC: a evidenciação do valor da renúncia fiscal no terceiro setor. Solução: informação em notas explicativas de cada entidade, sem 
a necessidade do registro contábil. Iasb: possui norma sobre a contabilização de subvenções oficiais e assistência governamental. De 1984 – IAS – CPC07. NIC 20 
recomenda que as subvenções oficiais sejam registradas somente quando existir garantia razoável de que a entidade irá cumprir as exigências para o seu 
recebimento. ativos depreciáveis devem ser reconhecidas como receitas no exercício, e na proporção usada para depreciar os ativos. As subvenções recebidas de 
forma condicional, exigindo cumprimento de certas obrigações, devem ser consideradas como receitas quando ocorrerem os gastos necessários para se cumprir a 
condição exigida pelo governo. Fasb possui comitê para o 3° setor. Recentemente a Fundação IFRS apoiou uma iniciativa de normas para o Terceiro setor (INPAG 
– International Non-Profit Accounting Guidance); A Norma Contábil IFRS para Pequenas e Médias Empresas foi escolhida Como o arcabouço fundamental para o 
INPAG, com alguns conceitos do Setor público; A base é regime de competência; Transação unilateral. Foi desenvolvido pelo Chartered Institute of Public Finance 
and Accountancy (CIPFA) (UK) em conjunto com a Humentum (que oferece Programas de defesa e treinamento para aumentar a resiliˆencia operacional e melhorar 
a responsabilidade e conformidade das organizações que realizam trabalhos humanitários e de desenvolvimento global). Reproduction and use rights are strictly 
limited Comments to be received by 31 March 2023 e Issued 20 November 2022; IFR4NPO – Relatório Financeiro Internacional para Organizações Sem Fins 
Lucrativos; Elementos: Ativo é um recurso econômico presente controlado pela NPO como resultado de eventos passados. Um recurso econômico ´e um direito que 
tem o potencial de produzir benefícios econômicos ou fornecer serviços e bens de acordo com os objetivos da NPO. Passivo é uma obrigação presente da NPO de 
transferir um recurso econômico como resultado de eventos passados. Receitas e despesas; Outros elementos: Ativos líquidos / Patrimônio líquido Fundos, com 
e sem restrição. TESTES: 10. Considere que uma empresa contratou um empréstimo com taxa de juros de 10%. O valor captado foi de 800 e a quitação do empréstimo e juros será 
feita em uma parcela de 880 em um ano. Essa foi a melhor opção encontrada pela empresa e reflete as condições do mercado. No dia seguinte a empresa fecha o balanço. Nesse ínterim, 
a taxa de juros aumentou e um empréstimo nas mesmas condições teria uma taxa de 5%. Usando essa taxa e trazendo o valor a ser pago em um ano, a empresa tem um valor presente 
do desembolso futuro de [838], o que significa dizer que teve uma [despesa] de [38]. 11. Considere que uma empresa contratou um empréstimo com taxa de juros de 10%. O valor captado 
foi de 800 e a quitação do empréstimo e juros será feita em uma parcela de 880 em um ano. Essa foi a melhor opção encontrada pela empresa e reflete as condições do mercado. No dia 
seguinte a empresa fecha o balanço. Nesse ínterim, a taxa de juros aumentou e um empréstimo nas mesmas condições teria uma taxa de 15%. Usando essa taxa e trazendo o valor a ser 
pago em um ano, a empresa tem um valor presente do desembolso futuro de [765], o que significa dizer que teve uma [receita] de [35]. 12. Novamente, considere que uma empresa 
contratou um empréstimo com taxa de juros de 10%. O valor captado foi de 4 mil e a quitação do empréstimo e juros será feita da seguinte forma: uma parcela de 2400 em um ano e outra 
parcela de 2200 em dois anos. Essa foi a melhor opção encontrada pela empresa e reflete as condições do mercado. Dois dias depois, a empresa fecha o balanço. Nesse ínterim, a taxa 
de juros aumentou para 15%. Nesse caso, a decisão de obter o empréstimo na data feita pela empresa foi [boa], já que ocorreu um [aumento] dos juros. Usando o [custo histórico], a 
empresa não reconhece o fato de ter captado o empréstimo com um taxa de 10% e não de 15%. 13. Mesma situação do exercício anterior. Considere que uma empresa contratou um 
empréstimo com taxa de juros de 10%. O valor captado foi de 4 mil e a quitação do empréstimo e juros será feita da seguinte forma: uma parcela de 2400 em um ano e outra parcela de 
2200 em dois anos. Essa foi a melhor opção encontrada pela empresa e reflete as condições do mercado. Dois dias depois, a empresa fecha o balanço. Nesse ínterim, a taxa de juros 
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aumentou para 15%. Nesse caso, a decisão de obter o empréstimo na data feita pela empresa foi [boa], já que ocorreu um [aumento] dos juros. Usando o [valor justo], a empresa deve 
reconhecer uma [receita] que é derivada do fato de ter captado o empréstimo com um taxa de 10% e não de 15%. 14. Considere que uma empresa contratou um empréstimo com taxa de 
juros de 10%. O valor captado foi de 4 mil e a quitação do empréstimo e juros será feita da seguinte forma: uma parcela de 2400 em um ano e outra parcela de 2200 em dois anos. Essa 
foi a melhor opção encontrada pela empresa e reflete as condições do mercado. Dois dias depois, a empresa fecha o balanço. Nesse ínterim, a taxa de juros reduziu para 8%. Nesse caso, 
a decisão de obter o empréstimo na data feita pela empresa foi [ruim], já que ocorreu uma [redução] dos juros. Usando o [valor justo], a empresa deve reconhecer uma [despesa] que é 
derivada dofato de ter captado o empréstimo com um taxa de 10% e não de 8%. 15. Considere uma captação de financiamento por parte de uma empresa no valor de $100. Foram 
apresentadas duas propostas para a empresa. O Banco Alfa financia esse valor, com duas parcelas de $60. Já o Banco Beta financia o valor, com duas parcelas de $65. Nesse caso, a 
maior taxa de juros é a do Banco [Beta]. Tome agora duas outras possibilidades de financiamento para mesma empresa. O Banco Um financia o valor com taxa de juros de 4% ao ano. O 
Banco Dois financia o valor com taxa de juros de 2% ao ano mais inflação. Nesse caso, a escolha irá depender da [inflação] que irá ocorrer. Se o valor for, por exemplo, de 3%, será mais 
vantajoso escolher o [Banco Um]. 16. Fiz um empréstimo de um determinado valor. A taxa de juros da captação do recurso foi dada pelo banco, baseado na situação do mercado. Se a 
taxa de juros [aumentar], o valor das parcelas que devo pagar será maior. 17. Juros são considerados despesas → Teoria do proprietário - Separação entre Passivo e PL não é relevante 
→ Teoria da Entidade. 18. Ganho realizado = 600 unidades x 0,1 ou 60% de 1000 unidades pela diferença no valor - Ganho não realizado = 400 x 0,1 - A resposta correta é: 40. ATIVO 1. 
Uma máquina velha, s utilidade para a empresa, m/ de sua propriedade, poderia s/ considerada como [ativo] na visão de que seria um "bem". Entretanto, considerando que não gera futuro 
benefício, a máquina não pode ser considerada um ativo. 2. Embora seja a definição mais conhecida de ativo, este elemento não deve ser associado a "bens e direitos". Essa definição 
está incorreta e considera [mais] itens no balanço do que deveria. Um exemplo que se enquadra nessa situação é uma máquina de datilografia antiga, que não tem valor histórico ou 
hedônico, e não é usada por uma empresa. É um ["bem"], mas não é um ["ativo"]. Outro exemplo é a receita a prazo de uma cliente que faliu e não possui nenhuma condição de arcar com 
o compromisso. É um ["direito"], mas não pode ser considerado um ativo. 3. O estudo e a definição dos elementos patrimoniais podem iniciar pela definição dos elementos do balanço 
patrimonial ou pela definição dos elementos da demonstração do resultado. No primeiro caso, temos a [visão ativo-passivo]. No segundo caso, temos a [visão receita-despesa]. 4. Entre os 
usuários da informação contábil, temos investidores, [administradores], governo, entre outros. Na contabilidade [financeira], o usuário está definido na Estrutura Conceitual. A definição de 
quem são os usuários relevantes, neste caso tem-se alterado ao longo do tempo. 5- Uma definição clássica de lucro da literatura é "aquilo que posso consumir hoje, permanecendo tão 
bem quanto estava na semana passada". Essa definição apresenta tipicamente uma visão [receita-despesas] 6.As estruturas conceituais [do Fasb e do Iasb] apresentam uma visão 
[ativo-passivo]. 7. Basicamente, a contabilidade trabalha com dois tipos de demonstrações. Existem as demonstrações que se referem a uma [data pontual no tempo]. É como se o relógio 
parasse, e o profissional fizesse a contabilidade daquele momento. Uma demonstração típica dessa situação é [o Balanço Patrimonial], que se refere a um dia, mês e ano específico. 
Existem também as demonstrações que se referem a um [intervalo de tempo]. Nesse caso, o profissional escolhe um período de tempo para o início da demonstração e um período de 
tempo para o seu fim. É semelhante ao que fazemos no final do ano, quando analisamos o que fizemos (e o que não fizemos) durante o ano. Uma demonstração típica nesse caso é [a 
Demonstração do Resultado]. O primeiro grupo é também chamado de [demonstração de estoque]; o segundo grupo recebe a denominação de demonstração de fluxo. 8. A capacidade de 
geração [de riqueza] refere-se ao potencial de contribuição para o [fluxo de caixa] ou equivalentes de caixa. 9. [Ativos] podem ter características que ajudam a identificá-los, tais como serem 
contratualmente vinculados, tangíveis, comerciáveis, separáveis e [fungíveis]. No entanto, é importante destacar que essas características, por si só, não são definidoras do que constitui 
um ativo. A verdadeira essência de um ativo vai além dessas [características superficiais], residindo na sua capacidade de gerar [benefícios econômicos futuros] para uma [entidade]. 11. 
Os contratos de execução são acordos entre duas partes estabelecendo o compromisso de realizar [tarefas] específicas em algum momento no futuro. Essas obrigações, embora ainda 
não executadas, têm o potencial de gerar tanto um passivo como um ativo no balanço de uma entidade. A assinatura do contrato é o evento-chave que desencadeia o reconhecimento 
dessas obrigações. No lado do passivo, a empresa reconhece a obrigação futura de cumprir com os termos do contrato. Por outro lado, no lado do ativo, se o contrato estabelecer que a 
empresa receberá [benefícios econômicos futuros], como receitas a serem geradas, isso também é reconhecido. Entretanto, é importante notar que, à primeira vista, podem existir 
lançamentos estranhos. Por exemplo, se uma empresa assinar um contrato para comprar um insumo de um fornecedor e, posteriormente, ocorrer uma redução no preço desse insumo no 
mercado, a diferença entre o preço contratado e o preço de mercado pode parecer uma [perda potencial]. 12. Três fatores que determinam a ocorrência de benefício: existência de valor 
[de mercado]; aceitação por terceiros como pagamento de [dívida]; e é usado para melhorar [a produtividade]. 13. O [reconhecimento] refere-se a incorporação de um recurso econômico 
no [balanço patrimonial], mas não a mera divulgação de um fato econômico em [nota explicativa]. Uma condição básica para isso é satisfazer a [definição] 14. A não inclusão da 
[comerciabilidade] na definição de [ativo] levanta uma questão fundamental no campo da teoria da contabilidade. Alguns acreditam que, para ser considerado um ativo, um recurso deve ter 
a condição de ser comercializado de forma separada da entidade. Seguindo esta linha de pensamento, o [ goodwill], por exemplo, não seria incluído na categoria de ativos, já que não pode 
ser [transacionado independentemente]. No entanto, a troca não é a única forma de se obter um ativo. O que verdadeiramente torna um recurso um ativo é a sua [utilidade] e a sua escassez. 
A capacidade de um bem econômico em satisfazer necessidades ou proporcionar benefícios futuros é o que o torna valioso para uma organização. A troca, por sua vez, não cria valor 
intrínseco, mas sim revela o valor de um recurso, estabelecendo uma referência no mercado. 15. O [valor hedônico] é um conceito que se relaciona com a satisfação pessoal e o prazer 
associado a um determinado objeto, experiência ou situação. É uma medida subjetiva que varia de pessoa para pessoa, pois está intimamente ligada às preferências individuais e às 
emoções. No contexto econômico, o termo é frequentemente utilizado para avaliar bens e serviços que têm características qualitativas [difíceis] de quantificar de maneira objetiva, como a 
estética de um produto, a qualidade de um serviço, ou o valor emocional de uma experiência. Por exemplo, ao comprar uma obra de arte, o termo desempenha um papel significativo, uma 
vez que o preço não é determinado apenas por [fatores tangíveis], mas também pelo apelo estético e emocional que a obra provoca no comprador. É uma faceta importante a ser considerada 
na economia comportamental e na análise de preferências do consumidor, pois reconhece a importância das [emoções e da satisfação pessoal] na tomada de decisões de compra e no 
entendimento do valor percebido de um produto ou serviço. Portanto, compreender o termo é fundamental para empresas que buscam atender às necessidades e desejos dos consumidores 
de forma mais completa. PASSIVO E PL - 1. A definição de passivo não é uma [obrigação] somente. É necessário que seja válida para o momento [atual], resultado de eventos [passados] 
e que possa representar, no[futuro], um [desembolso]. 2. Segundo o IFAC,o passivo é uma [obrigação] que existe no [presente] da entidade, de transferir recursos, como [resultado de 
eventos passados]. Essa definição é aplicável para o [setor público]. 3. Usualmente, a definição de passivo não pode ser [legalista], uma vez que podem existir certos itens que são 
classificados como tal e não é resultante de uma lei ou um contrato. Um exemplo importante de um passivo que não é legalista são as chamadas [práticas usuais] de negócios, derivadas 
de usos e costumes ou da necessidade de estabelecer um bom relacionamento com clientes e fornecedores. Assim como o ativo, a definição do passivo refere-se ao [passado], presente 
e futuro. 4. Sobre a definição usual do passivo, como sendo uma obrigação [atual], fruto de um evento passado, que irá trazer um [desembolso] futuro, uma das críticas é o fato de ser 
[redundante]. Se uma obrigação é atual parece lógico que seja fruto de algo que ocorreu no [passado]. 5. Segundo o Iasb, em [2018], o passivo está associado a transferência de [recursos 
econômicos]. Isso pode ocorrer pela [quitação] do passivo, transferência de outro [ativo] que não seja caixa, prestação de serviço ou troca por outro passivo. 6. Mais recentemente, o Fasb 
mudou sua definição de [passivo], afastando da definição do Iasb. É bom lembrar que antes as duas entidades desenvolveram um projeto comum de estrutura conceitual, e a nova definição 
do [Fasb] muda o que foi acertado anteriormente. Para o Fasb, passivo é uma [obrigação atual] de transferir um benefício econômico. O elemento faltante na definição do Fasb é o [evento 
passado], existente na definição do Iasb e na antiga definição do Fasb. 7. O [reconhecimento] do passivo diz respeito a incorporar no [balanço patrimonial] um item como tal. Para isso é 
necessário satisfazer a [definição] e ser [mensurado] em bases confiáveis. Por outro lado, o [desconhecimento] ocorre pela quitação da obrigação ou sua expiração. 8. Para o [Fasb], um 
item deve ser [ reconhecido] quando atende a [definição] como um elemento das demonstrações financeiras, é possível [mensurar] de maneira adequada e o item deve ser representado 
de maneira fidedigna. 9. O [passivo] pode ser mensurado através do fluxo de caixa futuro, trazido ao valor presente. Isso significa que deve-se estimar os fluxos de pagamentos, suas datas 
e usar uma taxa de juros para cada [obrigação futura]. Entretanto, na prática, é muito mais usual trabalhar com o valor de face e existem razões para isso. Em primeiro lugar, muitos passivos 
possuem uma data de [ liquidação] próxima à data do balanço, e o uso do valor de face ou do valor presente não apresenta muita diferença. Assim, prevalece a noção da relação 
[custo-benefício] da informação. Isso é confirmado pelo fato de que a mensuração através do valor presente é mais [trabalhosa], já que demanda uma série de itens que não são necessários 
no uso do valor de face da obrigação. O fato de o passivo ser mensurado pelo valor de face, e não pelo valor presente, pode trazer um número maior, o que termina por ser mais 
[conservador]. Esse seria mais um motivo para a escolha do método de mensuração ser o valor de face19. Sobre a separação do lado [direito] do balanço, há controvérsias. A teoria de 
[Modigliani e Miller], para estrutura de capital e decisão de investimento, mostrou que não é importante saber a fonte de recurso. Ou seja, a proporção de [passivo] não é importante no 
estudo da qualidade do ativo de uma empresa. Em situações práticas, no entanto, é possível perceber que índices de [endividamento] são considerados relevantes, o que contradiz essa 
teoria. Assim, a separação seria um aspecto importante a ser considerado. 20. [desvantagem]: dificuldade de controlar o regulador - [vantagem] : redução da assimetria da informação 21. 
A base da contabilidade ´e um grupo de ativos e suas obrigações relacionadas → Teoria do fundo, - Patrimônio Líquido = Ativo – Passivo → Teoria do proprietário. - Juros são distribuição 
de capital → Teoria da Entidade. 22. A Teoria do proprietário tem uma forte influência na prática contábil. Para esta teoria, o importante é a apuração do [Lucro líquido] , não do [Lucro 
operacional]. A entidade está voltada para os interesses do proprietário e como tal a equação contábil básica é PL = Ativo - Passivo. Nesse sentido, a tributação dos dividendos é considerada 
[bitributação], uma vez que o lucro já foi tributado. Essa teoria foi desenvolvida nos primórdios do método das partidas dobradas e tem sido mais adequada para [pequenos negócios]. 23. 
Há alguns títulos de financiamento onde a classificação, como [ passivo] ou patrimônio líquido, pode ser difícil. Esse é o caso de [debêntures perpétuas], que não possuem um prazo de 
resgate e rende juros fixos para seu detentor para o resto da vida. Também é o caso dos [debêntures conversíveis em ação], onde não sabemos quando classificar como [capital próprio]. 
RECEITA E DESPESA - 1. O reconhecimento da receita e seu problema no Brasil aparece com a decisão [de adotar as normas internacionais de contabilidade]. Usualmente, as empresas 
brasileiras reconheciam a receita durante a [execução da obra]. Mas a norma internacional defende a [entrega da chave] como o elemento crítico do processo de reconhecimento e o fato 
gerador. Desde o início, o Brasil optou por permanecer com sua tradição, mas levou o caso para o [IFRIC] que em 2017 considerou que a opinião brasileira estava inadequada com as 
normas internacionais. O Brasil [contrariou] a posição do IFRIC. 2. Para o [Iasb], os ganhos estão dentro da definição de receitas. Já para o [Fasb], os ganhos estão separados das 
receitas. 3. Receitas são entradas ou melhorias de ativos de uma entidade ou liquidações de suas obrigações (ou uma combinação de ambos) provenientes da entrega ou produção de 
bens, prestação de serviços ou realização de outras atividades. Esse é o conceito mais recente do Fasb. 4. Ao comparar a definição atual de Receita do Iasb e a definição anterior é possível 
observar que falta o destaque para o aumento nos [benefícios econômicos], durante o [período contábil], sob a forma de entrada de recursos. O restante da definição é praticamente igual6. 
Demonstração do Resultado → Ano de xx. Balanço Patrimonial → 31/12/xx.9. Para o Fasb, [Perdas] são [diminuições] no patrimônio líquido oriundas de transações e outros eventos 
e circunstâncias que afetam uma entidade, exceto aquelas resultantes de despesas ou distribuições aos [proprietários]. 10. O processo de reconhecimento da despesa pode ser feito de 
três formas básicas. Na ordem de precisão e qualidade da informação, da melhor escolha para a pior escolha, temos [confrontação], [alocação sistemática e racional] e [reconhecimento 
imediato]. 11. relação direta entre receita e despesa → custo da mercadoria vendida- alocação sistemática e racional → depleção - reconhecimento imediato → despesa de pequeno valor. 
12. Sobre as perdas, para o [Iasb], este termo está incluso dentro do conceito de [despesa]. Já o [Fasb] possui uma definição separada de perda, que não se confunde com o conceito de 
despesa.14. Na mensuração da despesa, um aspecto importante é o sistema de custo usado pela entidade. Nesse caso, a escolha do sistema pode afetar o resultado apurado no exercício 
e afetar despesas e receitas que dependam da apuração da DRE. No caso do sistema de custo, problemas com escolha de um ou mais sistema de custo, forma de ratio dos custos e outras 
decisões podem ser relevantes. 15. Para o Fasb, [ganhos e perdas] geralmente resultam de uma das três circunstâncias: eventos não recíprocos, transações de [câmbio] e ganhos e perdas 
de [manutenção]. SETOR PÚBLICO – 3. Sistema de processamento, execução e controle financeiro que permite a escrituração contábil das operações através do uso de eventos → Siafi. 
-Divide a Contabilidade em sistema orçamentário, financeiro, de compensação e patrimonial → Lei 4320. Estabeleceu regras para limitar gastos e manipulações nas despesas → LRF. 4. 
O setor público tem um grande focono [controle], sendo que o [orçamento] é o principal instrumento de gestão financeira. Ao contrário das empresas, é muito comum no setor público o 
investimento em ativos que [não irão produzir] receita. Outra característica é a preocupação [legalista]. 5. O setor público possui como característica um [maior] presença de normatização, 
o que se traduz com uma [menor] flexibilidade nos procedimentos contábeis. A fonte de receita usualmente é [obrigatória], onde não há uma relação entre o serviço prestado e o valor 
pago. Portanto, existe um grande [importância] dos eventos onde não há contraprestação. Outra característica do setor público é a presença de [monopólio] nos serviços prestados, o que 
torna [difícil] de medir a qualidade dos serviços prestados.7. A nova administração pública influenciou a gestão pública nas últimas décadas. Ela busca a melhoria no setor público, 
incorporando técnicas existentes no setor privado. Isso inclui a contabilidade de custos e o regime de competência. 
 
 
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