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1) São situações que autorizam o pedido de refugio no Brasil a perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade e posicionamento politico e também pertencer a um determinado grupo social. A Lei 9.474 /97 também reconhece como motivação os conflitos armados, violência e violação generalizada de direitos humanos. 
2) a- Sim, pois quando se aplica a LINDB, entende-se que a norma estrangeira será aplicada de oficio pelo juiz brasileiro, que a considera como lei.
b- A norma estrangeira no Brasil possui natureza jurídica de lei, então o juiz irá aplica-la de oficio, por isso não há o que se falar em invocação pela parte interessada, já que só seria possível se no Brasil a norma estrangeira fosse recepcionada como fato.
c- A prova do teor e da vigência está estabelecida a partir do artigo 409 do Código Bustamante, que orienta a forma correta de se aplicada, que de acordo com o código é feita por meio de certidão, devidamente legalizada, com dois advogados em exercício na Bélgica. Também fica especificado que o juiz pode solicitar que a Bélgica forneça um relatório sobre a vigência do texto e o sentido da norma legal que será aplicada.
d)
3) As regras de conexão são consideradas importantes  no direito internacional privado pelo apoio na hora de determinar quais normas estabelecidas são aplicáveis  a uma ou diversas situações jurídicas unidas a mais de um sistema jurídico com o objetivo de solucionar conflitos, onde há conexão de mais de um sistema legal. 
4) As legislações nacionais de DIP em via de regra se organizam ao redor daqueles que apontam a lei competente para solucionar os conflitos. Levando em consideração todos os elementos de conexão possíveis, cada país escolhe os que lhe atendem da melhor forma para compor o direito internacional privado nacional. No caso do Brasil, existem duas formas de recepcionar a norma estrangeira, que são considerar a norma como fato ou como lei, ou seja, determinar sua natureza jurídica.
5) De acordo com o artigo 10 da LINDB "A sucessão por morte ou por ausência obedece à lei do país em que domiciliado o defunto ou o desaparecido, qualquer que seja a natureza e a situação dos bens." e em seu inciso I, deixa esclarecido que se houver cônjuge ou filhos brasileiros, a sucessão dos bens que estão no Brasil será regulamentada pela lei brasileira em beneficio deles, ou de seus representantes, caso a lei pessoal do de cujus não lhes seja favorável.  No Brasil a norma estrangeira tem natureza jurídica de lei, portanto, caso haja apreciação, o juiz deverá aplicar a lei de domicilio do de cujus.
1)
 
São situações q
ue autorizam o pedido de refugio no Brasil a perseguição por 
motivos de raça, religião, nacionalidade e posicionamento politico e também 
pertencer a um determinado grupo social. A Lei 9.474 /97 também reconhece 
como motivação os conflitos armados, violênci
a e violação generalizada de 
direitos humanos.
 
 
2)
 
a
-
 
Sim, pois quando se aplica a LIN
DB
, entende
-
se que a norma estrangeira 
será aplicada de oficio pelo juiz brasileiro, que a considera como lei.
 
b
-
 
A norma estrangeira no Brasil possui natureza
 
jurídica de lei, então o juiz irá 
aplica
-
la de oficio, por isso n
ão há o que se falar em invocação pela parte 
interessada, já que só seria 
possível
 
se no Brasil a norma estrangeira fosse 
recepcionada como fato.
 
c
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A prova
 
do teor e da 
vigência
 
está estabelecida 
a partir do artigo 409
 
do 
Código Bustamante, que orienta a forma correta de se 
aplicada, que de acordo 
com o código é feita por meio de certidão, devidamente legalizada, com dois 
advogados em 
exercício
 
na Bélgica. Também fica especificado que o 
juiz
 
po
de 
solicitar que a 
Bélgica
 
forneça um relatório sobre a 
vigência
 
do texto e o 
sentido da norma legal que será aplicada
.
 
d)
 
3)
 
As regras de conexão são consideradas importantes
 
 
no direito internacional 
privado pelo apoio na hora de determinar quais normas estabelecidas são 
aplicáveis 
 
a uma ou diversas situações jurídicas uni
das a mais de um sistema 
jurídico
 
com o objetivo de solucionar conflitos, onde há conexã
o de mais de um 
sistema legal.
 
 
4)
 
As legislações nacionais de DIP em via de regra se organizam ao redor 
daqueles que apontam a lei competente para solucionar os confl
itos. Levando 
em consideração todos os elementos de conexão possíveis, cada país escolhe 
os que lhe atendem da melhor forma para compor o direito internacional 
privado nacional.
 
No caso do Brasil, existem duas formas de recepcio
nar a 
norma 
estrangeira
, que são considerar a norma como fato ou como lei, ou 
seja
,
 
determinar sua natureza jurídica.
 
5)
 
De acordo com o artigo 10 da LINDB "
A sucessão por morte ou por ausência 
ob
edece à lei do país em que domiciliado o defunto ou o desaparecido, 
qualquer que seja a natureza e a situação dos bens." e em seu inciso I, deixa 
esclarecido que se houver cônjuge ou filhos brasileiros, a sucessão dos bens 
que estão no Brasil será regulame
ntada pela lei brasileira em beneficio deles, 
ou de seus representantes, caso a lei pessoal do de cujus não lhes seja 
favorável.
 
 
No Brasil a norma estrangeira tem natureza jurídica de lei, portanto, 
caso haja apreciação, o juiz deverá 
aplicar a lei de domicilio do de cujus.
 
 
1) São situações que autorizam o pedido de refugio no Brasil a perseguição por 
motivos de raça, religião, nacionalidade e posicionamento politico e também 
pertencer a um determinado grupo social. A Lei 9.474 /97 também reconhece 
como motivação os conflitos armados, violência e violação generalizada de 
direitos humanos. 
2) a- Sim, pois quando se aplica a LINDB, entende-se que a norma estrangeira 
será aplicada de oficio pelo juiz brasileiro, que a considera como lei. 
b- A norma estrangeira no Brasil possui natureza jurídica de lei, então o juiz irá 
aplica-la de oficio, por isso não há o que se falar em invocação pela parte 
interessada, já que só seria possível se no Brasil a norma estrangeira fosse 
recepcionada como fato. 
c- A prova do teor e da vigência está estabelecida a partir do artigo 409 do 
Código Bustamante, que orienta a forma correta de se aplicada, que de acordo 
com o código é feita por meio de certidão, devidamente legalizada, com dois 
advogados em exercício na Bélgica. Também fica especificado que o juiz pode 
solicitar que a Bélgica forneça um relatório sobre a vigência do texto e o 
sentido da norma legal que será aplicada. 
d) 
3) As regras de conexão são consideradas importantes no direito internacional 
privado pelo apoio na hora de determinar quais normas estabelecidas são 
aplicáveis a uma ou diversas situações jurídicas unidas a mais de um sistema 
jurídico com o objetivo de solucionar conflitos, onde há conexão de mais de um 
sistema legal. 
4) As legislações nacionais de DIP em via de regra se organizam ao redor 
daqueles que apontam a lei competente para solucionar os conflitos. Levando 
em consideração todos os elementos de conexão possíveis, cada país escolhe 
os que lhe atendem da melhor forma para compor o direito internacional 
privado nacional. No caso do Brasil, existem duas formas de recepcionar a 
norma estrangeira, que são considerar a norma como fato ou como lei, ou seja, 
determinar sua natureza jurídica. 
5) De acordo com o artigo 10 da LINDB "A sucessão por morte ou por ausência 
obedece à lei do país em que domiciliado o defunto ou o desaparecido, 
qualquer que seja a natureza e a situação dos bens." e em seu inciso I, deixa 
esclarecido que se houver cônjuge ou filhos brasileiros, a sucessão dos bens 
que estão no Brasil será regulamentada pela lei brasileira em beneficio deles, 
ou de seus representantes, caso a lei pessoal do de cujus não lhes seja 
favorável. No Brasila norma estrangeira tem natureza jurídica de lei, portanto, 
caso haja apreciação, o juiz deverá aplicar a lei de domicilio do de cujus.