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REDAÇÃO
F B O N L I N E . C O M . B R
//////////////////
Professor(a): Daniel Victor
assunto: o DesenVolVimento Do texto DissertatiVo-argumentatiVo ii 
frente: reDação
004.638 – 130812/18
AULA 07
EAD – ITA/IME
Resumo Teórico
O desenvolvimento do texto 
dissertativo-argumentativo II
A fim de que o estudante possa ter uma facilidade maior em 
identificar os erros que está cometendo em seu texto, apresentaremos 
um resumo dos principais problemas que acontecem com frequência nos 
parágrafos de desenvolvimento do texto dissertativo-argumentativo.
Erros mais frequentes
1. Parágrafo expositivo (dados estatísticos)
 TEMA: CONSUMO PRECOCE DE ÁLCOOL 
E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Nesse contexto, segundo pesquisas, a maioria dos jovens 
com idade entre 13 e 17 anos já consumiram bebidas alcoólicas 
dentro de casa, em festas ou em bares. Ademais, 40% desses 
indivíduos afirmaram beber mais de três vezes por semana e 30% 
bebem com o objetivo de ficarem embriagados.
2. Parágrafo expositivo (alusão histórica)
 TEMA: CONFLITO DE GÊNEROS EM QUESTÃO
Em primeira análise, deve-se compreender toda a 
superstição que se criou sobre a sociedade feminina. Esse segmento 
social era tido como o responsável unicamente pela reprodução e 
pelas atividades domésticas. As mulheres, por um longo período 
de tempo, não se impuseram politicamente diante da sociedade 
e não conquistaram direitos expressivos.
3. Parágrafo tangencial
 TEMA: CONSUMO PRECOCE DE ÁLCOOL 
E SUAS CONSEQUÊNCIAS
De fato, a maioria dos acidentes de carro, nas grandes 
metrópoles, são ocasionados por indivíduos alcoolizados que 
acabaram de sair de festas. Esse fato é, muitas vezes, motivado 
pela falta de policiamento e de fiscalização nas vias urbanas, dando 
às pessoas uma falsa sensação de que podem transgredir a Lei 
Seca sem prejuízos.
4. Argumentos não-desenvolvidos
TEMA: OS EFEITOS DA CORPOLATRIA
De fato, o problema da corpolatria atinge uma quantidade 
expressiva de pessoas no Brasil, sendo causada por uma série de 
situações, como a influência da mídia, a falta de senso crítico de 
uma parcela da sociedade, a falta de fiscalização governamental 
na venda de anabolizantes e a ineficácia do governo em dar um 
atendimento de saúde adequado à população brasileira.
Exercícios
01. Identifique os componentes da redação abaixo.
No Brasil, as declarações de cunho intolerante, na Internet, 
têm ganhado destaque. Em face disso, os discursos de ódio 
virtuais são um abuso de liberdade expressiva individual e um fator 
agravante da discriminação das vanguardas de minorias, o que 
evidencia estratégias que rompam paradigmas preconceituosos 
e estimulem o respeito à diversidade cultural.
Apresentação do Tema: 
Contextualização e Tese: 
 
Elementos coesivos do parágrafo: 
 
Com efeito, Foucault, em seu livro Vigiar e Punir, 
expõe os mecanismos sutis de vigilância e repressão dos 
comportamentos individuais exercidos pela sociedade. Nessa 
perspectiva, o movimento propiciado pela Internet é uma forma 
de muitos indivíduos fugirem desse controle e extravasarem seus 
pensamentos mais ignorantes e odiosos, os quais são oprimidos 
pela vigilância social. Desse modo, comentários preconceituosos, 
em redes sociais, ultrapassam os limites da liberdade de expressão 
e configuram violência verbal, pois são resultados de impulsos 
irracionais, e não da análise pontual, a exemplo das declarações 
preconceituosas contra nordestinos, no Twitter, durante a eleição 
da presidente Dilma Rousseff.
Argumentos em defesa do ponto de vista: 
 
Repertório sociocultural produtivo: 
 
Estratégias argumentativas: 
 
Elementos coesivos do parágrafo: 
 
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Módulo de estudo
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Aliado a isso, soma-se o fato de as escolas brasileiras pouco 
trabalharem as questões relativas à constituição de identidade de 
gênero e à multiplicidade étnico-cultural formadora da sociedade 
brasileira. Nesse contexto de desenvolvimento sociocultural, a falta 
de preparo doméstico e escolar, em relação ao comportamento 
nas redes sociais, propicia os comentários discriminatórios e 
a violência simbólica contra elementos que caracterizam as 
vanguardas de minorias, o que é um desrespeito à diversidade.
Argumentos em defesa do ponto de vista: 
 
Repertório sociocultural produtivo: 
 
Estratégias argumentativas: 
 
Elementos coesivos do parágrafo: 
 
Destarte, é preciso minimizar o discurso de ódio na
Internet. Para isso, os sites devem exigir algum tipo de identificação
documental dos usuários, mesmo preservando a identidade destes,
ao se postar um comentário, de modo a evitar um completo
anonimato. Ademais, a escola e a família devem unir-se no sentido
de estimular a tolerância e o uso racional das redes sociais, por
meio da assistência pedagógica e da discussão em sala de aula,
como forma de amenizar o preconceito e o discurso de ódio.
Texto de aluno
Retomada da Tese: 
 
Intervenção (o que fazer?): 
 
Agentes (quem vai fazer?): 
 
Detalhamento (como será feito?): 
 
Elementos coesivos do parágrafo: 
 
02. Reescreva o texto abaixo, pontuando-o de acordo com as regras 
da norma culta.
 “Segundo Einstein criador da Teoria da Relatividade a imaginação
é mais importante do que o conhecimento pois enquanto este é
limitado a imaginação dá volta ao mundo”.
 
 
 
03. (PUC-RIO) Em cada período abaixo, há um sinal de pontuação mal
colocado. Reescreva os períodos, eliminando ou trocando o sinal
de pontuação, por outro, de modo a tornar a sentença lógica,
coesa e adequada à norma culta.
A) O estrangeiro que havia acabado de chegar, seguiu a moça 
através dos corredores.
 
 
B) Todos os interessados no prêmio: escritores, professores e 
ensaístas, receberam o regulamento do concurso.
 
 
C) O chefe da tribo avistou os dois vultos que avançavam; 
imaginou ver a sombra de uma árvore solitária que vinha 
alongando-se, pelo vale fora.
 
 
 
D) O diretor da empresa XT, convocado por telegrama, compareceu 
à sede da empresa; para conhecer as novas medidas relativas 
à aposentadoria.
 
 
 
04. (PUC-RIO) Reescreva o período a seguir, substituindo os 
substantivos destacados por verbos dos quais eles derivem. Faça 
todas as alterações que julgar necessárias, inclusive de ordenação 
de elementos na frase.
 É fundamental a luta das autoridades e dos conservacionistas 
pela preservação da classe média.
 
 
 
05. (PUC-RIO) Desdobre o período abaixo em dois, substituindo o 
elemento destacado pelo termo a que ele faz referência na frase 
anterior.
 “A preservação natural da classe média evitaria coisas 
constrangedoras como a recente reunião da classe realizada em 
São Paulo, à qual, de vários pontos do Brasil, compareceram 
dezessete pessoas.”
 
 
 
06. Reescreva os trechos abaixo, adaptando-os a um registro formal.
A) Plugue-se ao mundo.
____________________________________________________
____________________________________________________
B) Evite picuinhas. O que passou, passou.
____________________________________________________
____________________________________________________
07. Dê um antônimo para cada palavra indicada, sem recorrer à
anteposição de prefixos às palavras destacadas.
A) Criatividade, iniciativa e análise crítica são algumas das 
habilidades necessárias a todas as profissões.
 
 
B) Seja previsível para ser confiável.
 
 
C) Mentiras, mesmo que inocentes, enfraquecem a alma.
 
 
D) Decisões precipitadas podem afetar toda uma carreira 
profissional. 
 
 
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Módulo de estudo
08. Complete os espaços abaixo, transformando as orações reduzidas
(destacadas) em orações desenvolvidas.
A) Afastando-se do turbilhão da rua, o poeta trabalharia 
melhor. Sempre que _______________ o poeta trabalharia 
melhor.
B) Tendo conhecido muitos lugares do mundo, o poeta jamais 
esquecia a Recife de sua infância.
 Embora __________________, o poetajamais esquecia a Recife 
de sua infância.
09. (PUC-RIO) Reescreva o período abaixo, transformando as orações 
reduzidas (destacadas) nas orações desenvolvidas do tipo 
solicitado.
A) Mantida uma preocupação exagerada com o estilo, 
o poeta não alcançará a simplicidade essencial ao poema. 
_____________________ (oração condicional), o poeta não 
alcançará a simplicidade essencial ao poema.
B) Ocupado demais com a gramática, o poeta deixou de 
perceber a riqueza da fala do povo. _____________________ 
(oração causal), o poeta deixou de perceber a riqueza da fala 
do povo.
10. O trecho a seguir, apresenta problemas de estruturação. 
Reescreva-o de modo a eliminar tais problemas.
 “O técnico de futebol admira esse jogador, a quem conhece-o
desde garoto que o treinou nas categorias de base.”
 
 
• Texto para as questões de 11 a 15.
Uns certos profundíssimos filólogos negam-nos, a nós 
brasileiros, o direito de legislar sobre a língua que falamos. 
Parece que os cânones desse idioma ficaram de uma vez 
decretados em algum concílio celebrado aí pelo século XV.
Esses cânones só têm o direito de infringi-los quem 
nasce da outra banda, e goza a fortuna de escrever nas ribas 
históricas do Tejo e Douro ou nos amenos prados do Lima e 
do Mondego.
Nós, os brasileiros, apesar de orçarmos já por mais 
de dez milhões de habitantes, havemos de receber a senha 
de nossos irmãos, que não passam de um terço daquele 
algarismo.
Nossa imaginação americana, por força terá de 
acomodar-se aos moldes europeus, sem que lhe seja permitido 
revestir suas formas originais.
Sem nos emaranharmos agora em abstrusas 
investigações filológicas, podemos afirmar que é este o caso 
em que a realidade insurge-se contra a teoria. O fato existe, 
como há poucos dias escreveu o meu distinto colega em uma 
apreciação por demais benévola.
É vã, senão ridícula, a pretensão de o aniquilar. Não 
se junge a possante individualidade de um povo jovem a 
expandir-se ao influxo da civilização, com as teias de umas 
regrinhas mofentas.
Desde a primeira ocupação que os povoadores do 
Brasil, e após eles seus descendentes, estão criando por 
todo este vasto império um vocabulário novo, à proporção 
das necessidades de sua vida americana, tão outra da vida 
europeia.
Nós, os escritores nacionais, se quisermos ser 
entendidos de nosso povo, havemos de falar-lhe em sua 
língua, com os termos ou locuções que ele entende, e que 
lhe traduzem os usos e sentimentos.
Não é somente no vocabulário, mas também na sintaxe 
da língua, que o nosso povo exerce o seu inauferível direito 
de imprimir o cunho de sua individualidade, abrasileirando o 
instrumento das ideias.
Entre vários exemplos recordo-me agora principalmente 
de um muito para notar.
Falei-lhe há pouco da excentricidade de certos 
aumentativos. Usa-se no Ceará um gracioso e especial 
diminutivo, que talvez seja empregado em outras províncias; 
mas com certeza se há de generalizar, apenas se vulgarize.
Não permite certamente a rotina etimológica aplicar 
o diminutivo ao verbo. Pois em minha província o povo teve 
a lembrança de sujeitar o particípio presente a esta fórmula 
gramatical, e criou de tal sorte uma expressão cheia de 
encanto.
A mãe diz do filho que acalentou ao colo: “Está 
dormindinho”. Que riqueza de expressão nesta frase tão 
simples e concisa! O mimo e ternura do afeto materno, a 
delicadeza da criança e sutileza do seu sono de passarinho, 
até o receio de acordá-la com uma palavra menos doce; tudo 
aí está nesse diminutivo verbal.
Entretanto, meu ilustre colega, suponha que em 
algum romance eu empregasse aquele idiotismo a meu ver 
mais elegante do que muita roupa velha com que os puristas 
repimpam suas ideias.
Não faltariam, como de outras vezes tem acontecido, 
críticos de orelha, que, depois de medido o livro pela sua 
bitola, escrevessem com importância magistral: “Este sujeito 
não sabe gramática”. E têm razão; gramática para eles é a 
artinha que aprenderam na escola, ou por outra, uma meia 
dúzia de regras que se afogam nas exceções.
José de Alencar. O Nosso Cancioneiro In: Obra Completa. v. 4. Rio de Janeiro: 
J. Aguilar, 1960, pp. 965-966.
11. Responda ao que se pede.
 As definições seguintes poderiam ser usadas na construção 
de um glossário que auxiliasse a leitura do texto. Busque no 
texto a palavra que corresponde a cada verbete e indique o 
número da acepção que melhor traduz o sentido com que foi 
empregada.
A) Idiotismo (linha 55) S. m. 1. Insuficiência de desenvolvimento 
mental, estupidez, insânia; 2. Locução, modo de dizer ou 
construção privativa de uma língua.
 Acepção nº _________________________________________
B) Abstruso (linha 16) Adj.1. Oculto, escondido. 2. Dificilmente 
compreensível; confuso, obscuro, intrincado.
 Acepção nº _________________________________________
C) Jungir (linha 21) V. t.d. 1. Ligar por jugo; emparelhar, juntar. 
2. Unir, atar, l igar, prender. 3. Submeter, subjugar. 
Td.e.i. 4. Ligar, prender ou atar a veículo ou máquina agrícola.
 Acepção nº _______________________________________
12. A que se refere o autor quando emprega a expressão “muita
roupa velha” (linha 57)?
 
 
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
55
60
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13. Responda ao que se pede.
A) Explique, com base no texto, a seguinte afirmação de Alencar: 
“...é este o caso em que a realidade insurge-se contra a teoria” 
(linhas 17 e 18)
 
 
B) Até que ponto José de Alencar daria razão a quem sobre ele 
afirmasse “Este sujeito não sabe gramática”? (linhas 61 e 62)
 
 
14. Responda ao que se pede.
A) O diminutivo pode ser empregado com valores distintos daquele 
geralmente considerado mais básico, qual seja, o de diminuição 
de tamanho. É isso o que acontece com o diminutivo em 
“dormindinho”, que, como nos explica José de Alencar, indica 
ternura e afeto. Busque no texto outro substantivo em que o 
diminutivo seja usado com valor diferente daquele tido como 
básico e explique esse valor.
 
 
B) Os pronomes destacados nas frases a seguir são normalmente 
classificados nas gramáticas do português como objetos 
indiretos. É comum, em tais gramáticas, observar-se que os 
objetos indiretos podem exprimir diferentes valores. Transcreva 
duas orações do texto de Alencar em que o objeto indireto 
seja representado por um pronome e tenha um valor que 
corresponda respectivamente a:
I. Jorge me entregou o envelope antes de sair. (objeto indireto 
exprimindo o beneficiário ou destinatário da ação)
 
 
II. Penteou-lhe os cabelos e saiu do quarto. (objeto indireto 
exprimindo o possuidor de algo)
 
 
15. O texto salienta duas atitudes distintas em relação ao uso da língua: 
uma associada àqueles que Alencar denomina “profundíssimos 
filólogos” e “puristas” e outra defendida pelo próprio autor. 
Complete as frases abaixo assumindo ora uma atitude “purista”
ora uma atitude mais afinada com as colocações de Alencar.
A) O povo frequentemente utiliza construções que se desviam do 
que as gramáticas prescrevem; por isso, 
 
 
 O povo frequentemente utiliza construções que se desviam do
 que as gramáticas prescrevem; por isso, 
 
 
B) Alguns escritores nacionais procuram aproximar sua escrita da 
língua do povo; no entanto, 
 
 
 Alguns escritores nacionais procuram aproximar sua escrita da
 língua do povo; no entanto, 
 
 
Gabarito
01 02 03 04 05
* * * * *
06 07 08 09 10
* * * * *
11 12 13 14 15
* * * * *
Resolução
01.
PRIMEIRO PARÁGRAFO
 Apresentação do Tema: No Brasil, as declarações de cunho 
intolerante, na Internet, têm ganhado destaque.
 Contextualização e Tese: Em face disso, os discursos de 
ódio virtuais são um abuso de liberdade expressiva individual 
e um fator agravante da discriminação das vanguardas de 
minorias, o que evidencia estratégias que rompam paradigmas 
preconceituosos e estimulem o respeito à diversidade cultural.
 Elementos coesivos do parágrafo: em face disso, e, que.
SEGUNDOPARÁGRAFO
 Argumentos em defesa do ponto de vista: o aluno usa 
seus conhecimentos de outras áreas (literatura) por meio da 
interpretação do livro Vigiar e Punir, além de promover uma 
excelente correlação entre seu pensamento e o descrito no 
livro, fato que configura autoria textual.
 Repertório sociocultural produtivo: comparação entre sua 
ideia e a ideia de Foucault.
 Estratégias argumentativas: comparação, exemplificação, 
citação.
 Elementos coesivos do parágrafo: com efeito, nessa 
perspectiva, e, desse modo, pois.
TERCEIRO PARÁGRAFO
 Argumentos em defesa do ponto de vista: as escolas e 
famílias pouco abordam essa problemática e mostram um 
caráter discriminatório sobre tal.
 Repertório sociocultural produtivo: sociologia, aspectos 
contemporâneos.
 Estratégias argumentativas: adição de ideias, comparação, 
relação causa/consequência.
 Elementos coesivos do parágrafo: isso, nesse contexto, e, 
em relação, que.
QUARTO PARÁGRAFO
 Retomada da Tese: é preciso minimizar o discurso de ódio na 
Internet.
 Intervenção (o que fazer?): exigir algum tipo de identificação 
documental dos usuários/união entre escola e família.
 Agentes (quem vai fazer?): mídia, escola, família.
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Módulo de estudo
SUPERVISOR/DIRETOR: Marcelo Pena – AUTOR: Daniel Victor
DIG.: CL@UDI@ – REV.: RITA
 Detalhamento (como será feito?): mesmo preservando 
a identidade destes, ao se postar um comentário, de modo 
a evitar um completo anonimato/ por meio da assistência 
pedagógica e da discussão em sala de aula, como forma de 
amenizar o preconceito e o discurso de ódio.
 Elementos coesivos do parágrafo: destarte, para isso, 
ademais,
e, por meio, como.
02. Segundo Einstein, criador da Teoria da Relatividade, a 
imaginação é mais importante do que o conhecimento, pois, 
enquanto este é limitado, a imaginação dá volta ao mundo.
03.
A) O estrangeiro que havia acabado de chegar seguiu a moça 
através dos corredores.
B) Todos os interessados no prêmio, escritores, professores e 
ensaístas, receberam o regulamento do concurso.
C) O chefe da tribo avistou os dois vultos que avançavam; 
imaginou ver a sombra de uma árvore solitária que vinha 
alongando-se pelo vale fora.
D) O diretor da empresa XT, convocado por telegrama, compareceu 
à sede da empresa, para conhecer as novas medidas relativas 
à aposentadoria.
04. É fundamental que as autoridades e os conservacionistas lutem
para preservar a classe média.
05. A preservação natural da classe média brasileira evitaria coisas
constrangedoras como a recente reunião da classe realizada
em São Paulo. A essa reunião, de vários pontos do Brasil,
compareceram dezessete pessoas.
06.
A) Mantenha-se informado.
B) Não guarde ressentimentos. Desconsidere fatos passados.
07.
A) Dispensáveis
B) Suspeito
C) Maliciosas
D) Ponderadas
08. Nesta questão, deve-se atentar para a correlação dos tempos 
verbais, a fim de evitar quebra de paralelismo.
A) Sempre que se afastasse do turbilhão da rua, o poeta 
trabalharia melhor.
B) Embora tivesse conhecido muitos lugares do mundo, o 
poeta jamais esquecia a Recife de sua infância.
09. Nesta questão, deve-se atentar para a correlação dos tempos 
verbais, a fim de evitar quebra de paralelismo.
A) Se mantiver uma preocupação exagerada com o estilo 
(oração condicional), o poeta não alcançará a simplicidade 
essencial ao poema.
B) Porque se ocupou demais com a gramática (oração causal), 
o poeta deixou de perceber a riqueza da fala do povo.
10. O técnico de futebol admira esse jogador, pois o conhece desde 
garoto, quando o treinou nas categorias de base.
11.
A) Acepção número 2.
B) Acepção número 2.
C) Acepção número 3.
12. O autor se refere a construções linguísticas rebuscadas, antigas
ou raras, que são apreciadas e recomendadas pelos puristas.
13.
A) Em teoria, só os portugueses teriam o direito de legislar sobre a 
língua que falamos; a nós, brasileiros, caberia seguir os moldes 
europeus. Na prática, no entanto, inovações linguísticas são, 
com frequência, produzidas espontaneamente pelo povo, 
imprimindo à língua portuguesa falada no Brasil características 
próprias.
B) Ao afirmar, nas linhas 61 e 62, que têm razão aqueles que 
o acusam de não saber gramática, José de Alencar o faz de 
forma irônica: reconhece não dominar a gramática dos puristas, 
mas desqualifica a maneira estreita como estes compreendem 
gramática – o que fica claro pelo emprego das expressões 
“artinha que se aprende na escola” e “uma meia dúzia de 
regras que se afogam nas exceções”.
14.
A) O diminutivo em artinha (linha 63) não foi empregado para 
indicar dimensão física; expressa antes um juízo de valor 
negativo do autor em relação à concepção de gramática dos 
puristas. (Outro caso que ilustra o uso do diminutivo com valor 
pejorativo é o de regrinhas, na linha 24.)
B) 
I. “Falei-lhe há pouco da excentricidade de certos 
aumentativos” (linhas 40 e 41)
II. “...e que lhe traduzem os usos e sentimentos” (linhas 32 e 33)
15.
A) O povo frequentemente utiliza construções que se desviam 
do que as gramáticas prescrevem; por isso, é preciso que a 
escola adote estratégias para conter tais desrespeitos. 
(opinião “purista”)
 O povo frequentemente utiliza construções que se desviam do 
que as gramáticas prescrevem; por isso, os puristas tendem 
a condenar cegamente a fala popular, sem perceber a 
riqueza de muitas inovações interessantes. (opinião de 
espírito alencariano)
B) Alguns escritores nacionais procuram aproximar sua escrita 
da língua do povo; no entanto, caber-lhes-ia, ao contrário, 
lutar contra a degeneração do idioma. (opinião “purista”) 
 Alguns escritores nacionais procuram aproximar sua escrita 
da língua do povo; no entanto, essa atitude pode lhes render 
críticas de alguns gramáticos puristas, incapazes de adotar 
padrões de correção menos rígidos. (opinião de espírito 
alencariano)
Anotações

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