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Na empresa Royale Lanches LTDA, sediada em Guarapuava, PR, destaquei-me por minha 
capacidade de liderar projetos de desenvolvimento de software direcionados à gestão de estoque. 
Com 16 anos de experiência no mercado alimentício, a empresa enfrentava desafios relacionados à 
perda de tempo na contagem de estoque e à imprecisão das informações. Reconhecendo a 
importância das soluções tecnológicas, conduzi uma revisão bibliográfica abrangente e desenvolvi 
um software personalizado para otimizar os processos de gestão de estoque. 
Meu compromisso com a inovação e a qualidade dos produtos levou-me a investir em técnicos, 
treinamento de funcionários e participação em eventos gastronômicos. Estou empenhado em 
continuar aprimorando minhas habilidades em gestão empresarial, engenharia de software e 
programação, visando contribuir para o sucesso contínuo das organizações. 
Aplicação da Tecnologia Java no Desenvolvimento de 
Sistema de Controle de Estoque 
 
 
Profissional com sólida compreensão da importância da gestão empresarial, 
especialmente no que diz respeito ao controle de estoque, para o sucesso de 
uma empresa. Demonstro experiência na identificação de desafios e na 
implementação de soluções inovadoras para melhorar a eficiência operacional e 
a precisão das informações. 
 
 
Fundamentação Teórica 
A administração de estoques é crucial para evitar prejuízos e garantir a 
satisfação do cliente, abrangendo uma variedade de produtos e desempenhando 
um papel fundamental na estabilidade das vendas da empresa. Na engenharia de 
software, são aplicados princípios sólidos para desenvolver softwares 
confiáveis e eficientes, com métodos, ferramentas e procedimentos que 
garantem alta qualidade e produtividade. A Nota Fiscal Eletrônica simplifica 
processos fiscais, e o ciclo de vida de um projeto define a abordagem de 
desenvolvimento. para o desenvolvimento do projeto, com diferentes modelos 
sendo empregados para integrar eficientemente as pessoas envolvidas no 
processo. 
 
A prototipagem é uma abordagem gradual e evolutiva para o desenvolvimento 
de sistemas, enquanto o NetBeans IDE e o XAMPP são ferramentas essenciais 
para o desenvolvimento e gerenciamento de aplicativos web. O XML é usado 
para descrever dados estruturados, enquanto a Programação Orientada a
Objetos (POO) é amplamente reconhecida por seus benefícios no 
desenvolvimento de software. 
 
O Java, o MySQL e o Framework iReport/JasperReports são tecnologias 
essenciais para o desenvolvimento de software, oferecendo maneiras eficientes 
de lidar com informações de bancos de dados, gerar relatórios dinâmicos e 
manipular documentos XML. O Hibernate e o JDOM são exemplos de 
ferramentas que simplificam a persistência de dados e a manipulação de 
documentos XML em ambientes Java. 
 
 
 
Comparação Após a Implementação do Controle de 
Estoques 
Comparação da Evolução do Sistema nas Versões 
 
 
 
 
 
Quadro de Aprovação das Funcionalidades 
CADASTRAR PRODUTOS **Requisitos Funcionais do 
Sistema de Cadastro de Produtos:** 
 
1. Cadastro de Produtos: 
- Permite a adição de novos produtos ao sistema, com inclusão de todos os 
atributos relevantes, como descrição, código alternativo, LV, NCM, etc. 
- Os produtos são categorizados com base em suas características, como 
grupo, LV e fornecedor. 
 
2. Funções Disponíveis: 
- Salvar: Permite a inserção de um novo registro de produto no banco de 
dados. 
- Deletar: Permite a remoção de um produto existente do banco de dados. 
- Alterar: Possibilita a edição dos dados de um produto cadastrado. 
- Consulta: Permite a busca por produtos existentes no banco de dados 
utilizando critérios como descrição, código alternativo, grupo e fornecedor. 
 
Esses requisitos funcionais garantem uma gestão eficiente das informações 
relacionadas aos produtos disponíveis no sistema. 
 
CADASTRAR FORNECEDOR 
 
1. Cadastro de Fornecedores: 
- Permite a adição de novos fornecedores ao sistema, com a opção de 
especificar o tipo de pessoa (física ou jurídica). 
 
2. Funções Disponíveis: 
- Salvar: Permite inserir um novo registro do fornecedor no banco de dados, 
incluindo detalhes como o tipo de pessoa. 
- Deletar: Permite remover um fornecedor existente do banco de dados. 
- Alterar: Possibilita a edição dos dados de um fornecedor, incluindo o tipo de 
pessoa. 
- Consulta: Permite buscar fornecedores existentes no banco de dados 
utilizando a descrição como critério de pesquisa. 
 
Esses requisitos garantem uma gestão eficiente das informações relacionadas 
aos fornecedores disponíveis no sistema.
CADASTRAR GRUPOS 
 
1. Cadastro de Grupos: 
- Permite a adição de novos grupos ao sistema. 
 
2. Funções Disponíveis: 
- Salvar: Permite inserir um novo registro do grupo no banco de dados. 
- Deletar: Permite remover um grupo existente do banco de dados. 
- Alterar: Possibilita a edição dos dados de um grupo, como sua descrição. 
- Consulta: Permite buscar grupos existentes no banco de dados utilizando a 
descrição como critério de pesquisa. 
 
Esses requisitos garantem uma gestão eficiente das informações relacionadas 
aos grupos disponíveis no sistema de cadastro. 
 
 
ENTRADA E SAÍDA DE ESTOQUES 
Os requisitos funcionais para o sistema de controle de entrada e saída de 
estoques incluem: 
 
1. Adicionar: Permite adicionar um novo produto à tabela de estoques, 
preenchendo os formulários necessários. 
2. Retirar: Permite excluir o produto selecionado da tabela de estoques. 
3. Importar XML: Permite importar dados de um arquivo XML para a tabela de 
estoques, facilitando a entrada de estoques. 
4. Salvar: Permite salvar um novo registro do sistema no banco de dados após a 
entrada ou saída de estoques. 
5. Deletar: Permite eliminar o registro de estoque selecionado do banco de 
dados. 
 
Esses requisitos garantirão uma gestão eficiente das informações relacionadas 
ao estoque disponível no banco de dados. 
 
 
 
CADASTRAR CÓDIGO FORNECEDOR
Os requisitos funcionais para o sistema de cadastro de códigos de fornecedores 
incluem: 
 
1. Salvar: Permite salvar um novo registro do sistema no banco de dados, 
preenchendo os detalhes do código de fornecedor. 
 
2. Deletar: Permite excluir um registro existente no banco de dados, removendo 
permanentemente o registro correspondente. 
 
3. Alterar: Possibilita a modificação dos dados cadastrados de um código de 
fornecedor, permitindo a edição dos atributos e salvando as alterações no banco 
de dados. 
 
4. Consulta: Permite a consulta de um código de fornecedor existente no 
banco de dados, utilizando como critério o código, exibindo os códigos 
de 
fornecedores correspondentes. 
 
Esses requisitos garantirão a funcionalidade adequada do sistema de cadastro de 
códigos de fornecedores, facilitando a gestão eficiente das informações 
relacionadas a esses códigos no banco de dados. 
 
CADASTRAR USUÁRIOS 
Os requisitos funcionais para o sistema de cadastro de usuários restrito a 
administradores incluem: 
 
1. Salvar: Permitirá que um administrador registre um novo usuário, fornecendo 
detalhes como nome, sobrenome, e-mail e senha, que serão armazenados no 
banco de dados. 
 
2. Deletar: Permite que um administrador exclua um usuário existente, 
eliminando permanentemente o registro correspondente no banco de dados. 
 
3. Alterar Dados do Usuário: Dará aos administradores a possibilidade de 
modificar informações cadastradas de um usuário, como senha ou e-mail. 
 
4. Consultar Usuário: Permitirá aos administradores consultar usuários 
existentes no sistema, podendo buscar por critérios como código de usuário, 
nome ou e-mail.
Esses requisitos garantirão uma gestão eficiente das informações dos usuários 
com acesso privilegiado ao sistema. 
 
ESTORNO DE ENTRADA E SAÍDA DE ESTOQUES 
Requisitos Funcionais para o Estorno de Entrada e Saída de Estoques: 
1.Consulta com Filtros: 
- Esta função permitirá localizar registrosde entrada e saída de estoques 
utilizando filtros como período de data, número da nota ou fornecedor. 
- Os usuários poderão especificar critérios de pesquisa para encontrar 
registros relevantes. 
 
2. Deletar (Estorno): 
- Esta função permitirá aos usuários estornar registros existentes de entrada e 
saída de estoques. 
- Ao acionar essa função e selecionar o registro desejado, o sistema deverá 
estornar as transações, revertendo os efeitos no estoque. 
 
3. Alterar Dados: 
- A função "Alterar Dados" dará aos usuários a possibilidade de modificar os 
dados cadastrados em um registro de entrada e saída de estoques. 
- Isso pode incluir a atualização de informações como quantidade, data ou 
outros detalhes associados ao registro. 
 
Esses requisitos funcionais garantirão a funcionalidade adequada do sistema em 
relação ao estorno de entrada e saída de estoques, permitindo aos usuários 
localizar, estornar e alterar dados dos registros conforme necessário. 
 
RELATÓRIOS 
 
Os requisitos funcionais para a emissão de relatórios incluem a capacidade de 
separar os dados por grupo, fornecedor ou número da nota, através da função 
"SEPARAR". Os usuários poderão escolher esses critérios para uma 
visualização mais específica dos dados. Além disso, a função "ORDENAR" 
permitirá que os usuários classifiquem os dados por nome ou data, oferecendo 
flexibilidade na visualização dos resultados. Esses requisitos garantirão a 
funcionalidade adequada do sistema, conforme descrito nos casos de uso e nos 
diagramas de UML apresentados nos apêndices.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SISTEMA PARA SUPERMERCADOS MODULARIZADO 
DESENVOLVIDO EM JAVA 
 
 
A gestão informatizada de supermercados é dividida em frente de caixa, que 
lida com clientes, e retaguarda, que controla estoque e finanças. Este trabalho 
descreve o desenvolvimento de um sistema para administração de 
supermercados, utilizando Java para versões web (retaguarda) e desktop 
(frente de caixa). A modularização do software simplifica a complexidade, 
facilita a detecção de erros e atende às necessidades dos usuários, 
incorporando frameworks e bibliotecas para otimizar o processo de 
desenvolvimento. 
 
Considerações Iniciais 
 
Gerenciar um estabelecimento varejista envolve lidar com uma variedade de 
produtos, monitorar datas de validade e controlar estoques. A operação de 
vendas no ponto de venda é crucial, mas o sistema de retaguarda que o suporta 
é mais complexo, abrangendo cadastro de produtos, pedidos e controle 
financeiro. Esses sistemas são compostos por diversos módulos inter- 
relacionados, facilitando sua análise, projeto e desenvolvimento. 
 
 
 
Objetivo geral 
 
Implementar um sistema para gerenciamento de supermercados. 
 
 
Objetivos específicos 
 
Podemos parafrasear os objetivos específicos da seguinte forma: 
- Fragmentar o sistema em módulos e definir suas interações e 
complementaridades, visando simplificar a implementação.
- Desenvolver um sistema utilizando as tecnologias Java para web e desktop. 
- Apresentar a implementação do sistema, enfatizando a utilização das 
tecnologias estudadas, tais como a linguagem Java, o framework Vraptor, o 
Hibernate e a biblioteca JQuery. 
 
 
Justificativa 
Um sistema de gerenciamento para supermercados, implementado com Java, 
oferece controle eficiente de estoques, datas de validade e finanças. Utiliza Java 
para web (módulos de retaguarda) e desktop (caixas). Usa bancos de dados 
locais nos caixas para atender aos requisitos do PAF. Frameworks como 
Vraptor, Hibernate e biblioteca JQuery são empregados para agilizar o 
desenvolvimento e simplificar a implementação do sistema. 
 
 
APLICAÇÕES JAVA WEB 
A arquitetura de um sistema computacional é sua estrutura fundamental, 
incluindo elementos de software, características externas e vínculos entre eles. 
Essa estrutura pode variar dependendo do modelo adotado, resultando em 
diferentes visões da arquitetura, que podem focar nos módulos do sistema, nas 
tecnologias utilizadas ou em outras áreas. 
 
Arquiteturas web convencionais 
As aplicações web são programas que operam através do protocolo HTTP, 
apresentando sua interface ao usuário em HTML. Podem variar em 
complexidade, desde páginas simples até sistemas robustos, e são acessíveis 
através de navegadores. O termo "aplicação web" refere-se ao uso da Internet 
como meio de comunicação, com foco na web, independentemente das 
tecnologias específicas utilizadas. 
 
Arquiteturas web baseada em Java 
 
As aplicações web em Java oferecem uma solução para os desafios encontrados 
nas arquiteturas baseadas em CGI. Utilizando tecnologias como Java Servlets e 
JavaServer Pages, essas aplicações permitem distribuir objetos, processamento 
e dados entre cliente e servidor de forma eficiente. Isso possibilita o 
desenvolvimento de aplicações web robustas e adaptáveis, atendendo às 
necessidades específicas de cada projeto.
Aplicações Java baseadas em servlets 
Servlets e JSPs são componentes fundamentais para o desenvolvimento de 
aplicações web em Java. Enquanto os servlets operam no lado do servidor, os 
JSPs são compilados para servlets e processados no servidor, retornando 
conteúdo HTML dinâmico para os clientes. Ambos oferecem vantagens em 
desempenho e portabilidade, sendo amplamente suportados pelos servidores 
web modernos. 
 
Aplicações Java baseadas em JavaServer Pages 
O JavaServer Pages (JSP) é uma tecnologia Java que permite a criação de 
páginas web dinâmicas, onde o conteúdo pode ser definido e alterado durante a 
execução. Ao combinar código Java e HTML, o JSP simplifica o 
desenvolvimento de aplicações web, sendo integrado à plataforma Java 
Enterprise Edition (JEE) junto com Servlets e JavaBeans. Essa integração 
facilita o desenvolvimento seguro e eficiente de aplicações web. O JSP se 
destaca por sua abordagem ágil, separando a lógica da página do design, o que 
o torna uma opção prática para construir aplicações web. 
 
No ambiente cliente/servidor web, o servidor converte as páginas JSP em 
servlets para processar solicitações e enviar respostas HTML aos clientes. Isso 
oferece benefícios como o uso da linguagem Java e a integração com a 
plataforma JEE. As páginas JSP passam por fases de tradução e processamento 
da requisição, podendo ser pré-compiladas para reduzir o tempo de 
carregamento. 
 
Aplicações Java baseadas em Model-View-Controller 
Nas aplicações centradas em páginas JSP, o cliente controla a lógica de 
negócios e a apresentação, resultando em baixa reusabilidade de código. Já nas 
aplicações baseadas em servlets, o servidor controla as solicitações dos clientes 
e executa a lógica da aplicação, oferecendo melhor manutenibilidade e 
reusabilidade. 
Na arquitetura Model-View-Controller (MVC), há uma clara separação de 
responsabilidades entre as camadas, reduzindo o acoplamento entre os 
componentes e facilitando a manutenção. O modelo cuida da lógica de negócios 
e interage com o banco de dados, a visualização gera as interfaces de 
apresentação, e o controle coordena as requisições dos usuários, delegando 
tarefas aos modelos e selecionando a apresentação dos dados aos clientes.
Materiais 
 
Linguagem Java 
A plataforma Java oferece flexibilidade e independência de sistema operacional, 
permitindo o desenvolvimento de aplicativos em várias linguagens. É orientada 
a objetos, suportando herança e oferecendo recursos para acesso remoto e 
protocolos de Internet comuns. 
 
Um recurso crucial do Java é o gerenciamento de memória através da coleta de 
lixo (garbage collection), que libera automaticamente blocos de memória não 
utilizados. Embora isso possa diminuir a velocidade de execução do programa 
devido a uma thread paralela, evita problemas como referências perdidas e falta 
de memória. 
 
IDE Eclipse 
O Eclipse Juno é uma IDE para desenvolvimento em Java, multiplataforma e 
repleta de ferramentas para escrever, compilar e depuraraplicativos. Com uma 
ampla variedade de bibliotecas e APIs, simplifica o desenvolvimento de 
software. Sendo desenvolvida em Java, é compatível com Linux, Windows e 
Mac OS. 
PostgreSQL 
O PostgreSQL é um sistema de banco de dados relacional de código aberto com 
uma ampla gama de recursos, incluindo recuperação automática após falhas, 
suporte a transações e integridade referencial. Esses recursos o tornam uma 
escolha popular para uma variedade de aplicativos. 
 
PgAdmin 
 
O pgAdmin é um gerenciador de banco de dados PostgreSQL gratuito, usado 
para escrever e executar sentenças SQL, desenvolver bancos de dados e 
administrar o PostgreSQL. Ele oferece suporte a todas as funcionalidades do 
PostgreSQL e possui uma interface gráfica intuitiva para facilitar a 
administração do banco de dados. 
Hibernate 
O Hibernate é um framework em Java que facilita a integração entre modelos 
de objetos e bancos de dados relacionais. Ele mapeia classes Java para tabelas 
de banco de dados e tipos de dados Java para tipos SQL, simplificando as 
interações entre Java e bancos de dados.
Vraptor 3 
O VRaptor 3 é um framework MVC em Java que simplifica o desenvolvimento 
de aplicações web, priorizando a simplicidade e organização do código, 
facilitando tarefas como manipulação de informações e geração de resultados 
em diferentes formatos. Ele adota o conceito de POJOs para lógica de negócios, 
promovendo a criação de objetos Java simples e resultando em um código mais 
limpo e legível. 
Jquery 
 
A jQuery é uma biblioteca JavaScript amplamente utilizada para simplificar o 
desenvolvimento web, oferecendo recursos como seleção de elementos HTML, 
manipulação de eventos, animações e interações Ajax. Criada por John Resig, 
destaca-se por sua sintaxe fluente e arquitetura extensível com plugins. 
 
A jQuery simplifica a criação de interatividade em páginas web, oferecendo 
recursos para adicionar efeitos visuais, manipular o DOM, realizar requisições 
ao servidor e atualizar conteúdo dinamicamente. Compatível com os padrões 
web, suporta diversos sistemas operacionais, navegadores e CSS3, exigindo que 
os desenvolvedores sigam as diretrizes do W3C para garantir a validade do 
documento. 
 
JBoss 7 
O JBoss Application Server 7, conhecido como AS 7, é uma versão avançada da 
plataforma de aplicativos JBoss, oferecendo inicialização rápida, baixo 
consumo de recursos e modularidade. É amplamente adotado por 
desenvolvedores Java EE para aplicações corporativas, especialmente devido à 
sua adaptabilidade a ambientes modernos, como nuvem e dispositivos móveis, e 
sua eficiência em produção. 
 
 
 
Método 
O método de desenvolvimento do sistema incorpora as fases clássicas de 
análise, projeto e implementação, expandindo-as com outras etapas para 
oferecer uma visão mais detalhada do ciclo de vida do sistema. Inicialmente, 
uma visão geral é estabelecida e os requisitos são detalhados progressivamente 
à medida que o projeto avança, permitindo revisões e complementações. As 
fases não são estritamente lineares, possibilitando iterações e revisões para
capturar os requisitos de forma abrangente e precisa, atendendo às necessidades 
dos usuários finais. 
 
MODELAGEM DO SISTEMA E IMPLEMENTAÇÃO 
O capítulo descreve o desenvolvimento de um sistema de gerenciamento para 
supermercado, dividido em frente de caixa e retaguarda. A modelagem envolve 
artefatos como estrutura de banco de dados e diagramas, traduzidos em 
implementações utilizando diversas tecnologias. Na frente de caixa, o sistema 
inclui funcionalidades como registro de produtos e controle de pagamentos, 
enquanto na retaguarda abrange gerenciamento de estoque e fluxo de caixa. O 
objetivo é criar um sistema completo e integrado que atenda às necessidades de 
gestão do supermercado. 
 
Visão geral do sistema 
 
O sistema de gerenciamento de supermercado descrito inclui duas partes 
principais: a frente de caixa e a retaguarda. Na frente de caixa, as vendas são 
processadas, e os usuários têm acesso apenas às funcionalidades de venda. Cada 
terminal possui um banco de dados local para operações offline, e o sistema 
gera relatórios de estoque e vencimento de produtos. No controle financeiro, 
são abordados aspectos como contas a pagar/receber e gestão de despesas. No 
módulo administrativo, são cadastradas pessoas e emitidas notas fiscais, além 
de controlar gastos e promoções. O sistema também permite o gerenciamento 
de empresas com matriz e filiais. 
 
 
Fontes: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/15592/3/PB_COA 
DS_2013_2_12.pdf 
 
: 872-2382-1-RV (1).doc Revista Eletrônica de Sistemas de Informação Tecnológica (Uni- 
Facef)
 
TECNOLOGIA JAVA NO DESENVOLVIMENTO DE 
SISTEMA DE VENDAS PARA CONTROLE DE 
CAIXA E ESTOQUE 
 
INTRODUÇÃO 
 
A evolução constante dos negócios traz consigo diversos desafios para o dia a dia dos 
empresários, principalmente relacionados à complexidade dos dados. Empresas que não 
aderiram à implementação de sistemas de dados correm o risco de perder informações 
cruciais ou armazenar dados inúteis para o seu funcionamento. A implementação desses 
sistemas é uma resposta para lidar com os desafios e riscos associados à perda de dados. 
 
Com isso em mente foi desenvolvido um software utilizando a linguagem de programação 
Java, com a implementação dos frameworks Hibernate e JasperReports, para auxiliar nos 
processos rotineiros de empresas do ramo de vendas. 
 
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
Horstmann (2005) diz que, no campo da tecnologia, a linguagem de programação Java 
destaca-se como uma ferramenta versátil graças à sua portabilidade e rica biblioteca 
padrão. Gilfillan (2003) afirma que o uso de Sistemas de Gerenciamento de Banco de 
Dados (SGBD) como o MySQL, que incorpora muitas das funções necessárias para outros 
ambientes, mantendo sua alta velocidade e ainda apresentando poderosas permissões do 
sistema, e frameworks como Hibernate, que realiza o mapeamento objeto/relacional de 
peso leve para Java, que deixa mais fácil e eficiente o trabalho com informações de banco 
de dados relacional na forma de objetos Java, facilitam o gerenciamento eficiente de 
grandes volumes de dados e simplificam o acesso e manipulação das informações, o que é 
indispensável para a organização e segurança de uma empresa. 
 
Também é importante mencionar que, segundo Larman (2002), para evitar futuros 
problemas durante o desenvolvimento de sistemas e ainda obter melhor controle e 
organização, é recomendável a utilização do Unified Modeling Language (UML), visto que 
esta é uma linguagem visual para especificar, construir e documentar as necessidades do 
sistema. 
 
Dentro do conceito de UML, existem diferentes tipos de diagramas. Bezerra (2007) os 
resumem da seguinte forma: o diagrama de caso de uso, que corresponde a um 
comportamento específico que é produzido por objetos que compõem o sistema, o 
diagrama de classe, onde é mostrada a estrutura estática do modelo, em que seus 
elementos são representados por classes e também o diagrama de sequência, que trabalha 
com a ordem temporal da troca de mensagens entre objetos envolvidos de algum processo. 
 
No desenvolvimento do software, existem vários padrões de projeto para melhor controle, 
organização e compreensão do sistema a ser desenvolvido. Um padrão frequentemente
usado é o Model View Controller que, de acordo com Lima (2012), é considerado uma 
arquitetura padrão utilizada na Engenharia de Software. Ele separa a lógica da aplicação da 
interface do usuário, permitindo testar e desenvolver cada parte separadamente. 
 
Carvalho (2001) afirma que o padrão MVC possui três camadas: a camada de visualização, 
que possui a parte de interface visual que recebe os dados inseridos pelo usuário e retorna 
as mensagens do sistema, a camada de controle define a maneira que a interface reage a 
uma entrada feita pelo usuário e a camada de modelo, que contém toda lógica daaplicação 
e representa os dados e as regras de negócio. 
 
Segundo Elliott, O'brien e Fowler (2009), uma opção para prover o isolamento da tecnologia 
de persistência no desenvolvimento do software é o padrão Data Access Object (DAO). O 
padrão DAO isola o código da aplicação do código responsável pela manipulação de 
registros no banco de dados, o que significa que ele consegue colocar todas as operações 
de persistência ao banco de dados em uma única interface, fornecendo também uma 
implementação dessa interface que pode utilizar qualquer quantidade de diferentes API's de 
persistência. 
 
Para ter a possibilidade de realizar verificações e experimentos antes de o sistema ser 
finalizado definitivamente, o ciclo de desenvolvimento Prototipação pode ser empregado. 
Segundo Lessa & Junior (2006), prototipação é, resumidamente, a montagem de protótipos, 
e pode ser classificada com uma variedade de dimensões, além de trazer vantagens, como 
não precisar que os requisitos sejam completamente determinados antes do início e maior 
participação e interação do usuário no processo de desenvolvimento. 
 
ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO 
 
O ciclo de vida que orientou o desenvolvimento do software foi a prototipação, iniciando 
com a coleta de requisitos por meio de diálogos com o proprietário de uma empresa da área 
de vendas, que acabou se tornando parceira no desenvolvimento do software. Durante 
conversas informais, foram levantados os seguintes requisitos necessários para um sistema 
de gerenciamento de vendas: realizar vendas, cadastrar caixas, vendedores, auxiliares de 
estoque, clientes, produtos, departamentos, setores, seções, fornecedores e 
transportadoras e a necessidade de geração de relatórios informativos. 
 
Após a coleta de requisitos e a criação de um protótipo rápido. No apêndice A, estão 
registrados os requisitos coletados, enquanto a visualização do protótipo rápido pode ser 
encontrada no apêndice B. Este protótipo foi submetido à avaliação do usuário, cujo registro 
está disponível no apêndice C. Depois disso, procedeu-se à elaboração dos diagramas 
UML usando o Astah. Esses diagramas incluíram os de caso de uso, classe e sequência, 
disponíveis nos apêndices D, E, F, G e H. Em seguida, utilizando o MySQL Workbench, foi 
iniciada a modelagem do banco de dados, cujo registro se encontra no apêndice I. 
 
Na fase seguinte, o desenvolvimento do software começou seguindo os padrões MVC, para 
o projeto e o padrão, e DAO, no trabalho com banco de dados. O mapeamento foi realizado 
com Annotations do Hibernate para persistência no banco de dados, facilitando a 
identificação de tabelas e atributos. Depois de implementar as classes de modelo, as 
classes DAO foram criadas no pacote de controle, responsáveis pelas operações salvar,
excluir, alterar e listar. Para consultas no banco de dados, foram utilizadas a API Criteria e o 
Hibernate Query Language (HQL) para facilitar as consultas. 
 
Posteriormente, deu-se início ao desenvolvimento das interfaces do sistema, localizadas no 
pacote Visão. Utilizando a ferramenta NetBeans, foram desenvolvidas telas padronizadas 
para maior facilidade de uso, com layouts de conjunto de grade predominantes. As telas de 
cadastro possuem informações gerais na parte superior, uma tabela com registros do banco 
de dados no meio e botões na parte inferior direita. Após a avaliação de um protótipo, foram 
criadas telas de pesquisa com acesso rápido, onde apenas os dados são listados para o 
usuário, com campos de busca na parte superior e uma tabela abaixo para apresentar os 
registros. Além disso, foram oferecidos temas para escolha do usuário. 
 
Algumas das heurísticas aplicadas são a visibilidade de status, relacionamento entre a 
interface e o mundo real, consistência, prevenção de erros, reconhecimento ao invés de 
lembrança, flexibilidade e eficiência de uso, estética e design minimalista, e assistência na 
compreensão de erros. As telas que demonstram a implementação dessas heurísticas 
estão nos apêndices I e J. Logo depois foram criados relatórios utilizando a biblioteca 
Jasper Reports com a ferramenta iReport para automatizar o processo de elaboração do 
design do relatório por meio de código XML. 
 
Após a codificação do sistema, uma nova avaliação foi realizada com a participação de 
quatro usuários. Os usuários diagnosticaram e listaram erros encontrados, esses que foram 
foram corrigidos e as alterações foram implementadas para a versão final do sistema, junto 
também de modificações solicitadas pelo proprietário da empresa. As quatro fichas de 
avaliação dos erros encontrados estão nos apêndices L,M, N e O, e a ficha de avaliação 
contendo as alterações desejadas encontra-se no apêndice P. Já a ficha de avaliação final 
do sistema se encontra no apêndice Q. 
 
RESULTADOS 
 
É necessário que as empresas que atuam na área de vendas mantenham seus processos 
seguros e organizados. E ao desenvolver um sistema para empresas desse ramo, é 
fundamental que sejam implementadas validações e permissões de acesso para que não 
ocorram problemas que possam, futuramente, prejudicar a gestão da empresa. 
 
As avaliações com os usuários demonstraram que o software agiliza o gerenciamento de 
vendas, minimizando o risco de perda de informações e oferecendo facilidade de uso. Os 
relatórios de controle de vendas fornecem dados importantes, como movimentação da 
empresa, produtos e clientes cadastrados, e lucros dos vendedores. 
 
O ciclo de vida de prototipação permitiu ajustes conforme as necessidades, enquanto os 
diagramas da UML proporcionaram compreensão das funcionalidades necessárias. Já o 
desenvolvimento em Java, seguindo a orientação a objetos, simplificou o processo, com 
reaproveitamento de código e facilitando futuras manutenções. 
 
O uso do Hibernate simplificou o desenvolvimento de relatórios e operações, e também das 
classes responsáveis pela manipulação e dos dados de persistência de dados, enquanto o 
NetBeans e os plugins do iReport aceleraram a criação de relatórios. Este trabalho
proporcionou um ganho de conhecimento em tecnologias e padrões, além de uma 
compreensão dos processos de empresas de vendas. 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O objetivo do presente estudo consistiu no desenvolvimento de um sistema, com a 
utilização da linguagem Java, orientado a objetos, banco de dados MySQL e frameworks 
JasperReports e Hibernate, a fim de controlar o gerenciamento de empresas que trabalham 
com vendas. 
 
REFERÊNCIAS 
 
 
BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. 2a ed. Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2007. 
CARVALHO, Sérgio Teixeira. Um design pattern para a configuração de arquiteturas de 
software. Niterói: UFF/CTC, 2001. 
ELLIOTT, James; O'BRIEN, Tim; FOWLER, Ryan. Dominando hibernate. Rio de Janeiro: 
Alta Books, 2009. 
GILFILLAN, Ian. Bíblia de MySQL. Espanha - Madrid: Anaya Multimedia, 2003. 
 
HORSTMANN, Cay. Conceitos de computação com o essencial de Java. 3ª ed. Porto 
Alegre: Bookman, 2005. 
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões. 3a ed. Rio Grande do Sul: Bookman, 2002. 
 
LESSA, Rafael Orivaldo; JUNIOR, Edson Orivaldo Lessa. Modelos de processos de 
engenharia de software. Santa Catarina, 2006. 
LIMA, Adilson da Silva. UML 2.3: do requisito à solução. São Paulo: Érica Ltda, 2012.
 
 
 
O uso de probabilidade para método de 
vendas 
 
A probabilidade desempenha uma função muito importante com base no que se 
diz respeito a compra. Com base no histórico de compras, preferências do usuário 
e comportamento de navegação, é possível usar algoritmos de recomendação 
para sugerir produtos relevantes. O Java oferece bibliotecas como o Apache 
Mahout para implementar esse tipo de sistema. A probabilidade também pode ser 
usada para ajustar preços com base na demanda e oferta, em tempo real. O Java 
é adequado para processar grandes volumes de dados, com isso em mente, é 
viavel usar técnicas estatísticase probabilísticas para prever tendências de 
vendas, estoque e demanda. Isso ajuda a tomar decisões informadas sobre 
compras, promoções e logística. Na prática como ela é implementada? A 
probabilidade normalmente é usado para testes A/B, onde diferentes variantes 
(por exemplo, páginas de produto, botões de chamada para ação) são 
comparadas para determinar qual gera mais conversões. O Java pode ser usado 
para implementar esses testes e analisar os resultados. Modelos probabilísticos, 
como o funil de conversão, ajudam a entender o processo pelo qual os visitantes 
se tornam clientes. O que também vale para criar dashboards e visualizações que 
mostram o progresso da filtragem e identificar as informações mais 
importantes. Modelos de séries temporais como ARIMA (AutoRegressive 
Integrated Moving Average), que preveem vendas com base em padrões históricos, 
permitindo criar simulações de mercado para entender cenários hipotéticos 
(impacto de mudanças nos preços, promoções ou estratégias de marketing) Na 
gestão financeira, esses métodos podem também ser usados para integrar 
sistemas de pagamento, cálculo de frete e rastreamento de pedidos. Por fim, para 
prever tendências no mercado com base em um banco de dados e padrões, a 
probabilidade se torna um meio essencial para que empreendedores e empresas 
explorem horizontes além do habitual.
MK MANAGER: SOFTWARE PARA CADASTRO E 
GERENCIAMENTO DE COSMÉTICOS 
INTRODUÇÃO 
 
A maquiagem teve seu surgimento no Egito, por volta do ano 3000 a.C. A partir de algumas 
práticas, a maquiagem foi tomando forma e se espalhando pelo mundo (Zattini, 2022). 
Existe uma alta demanda por produtos de maquiagem no Brasil e, conforme os dados 
disponibilizados pela Euromonitor International, o país conseguiu render cerca de 29,62 
bilhões de dólares no ano de 2019, ocupando o quarto lugar no ranking mundial de 
cosméticos. 
 
Com isso em mente, podemos afirmar que é necessário que haja um controle daquilo que 
se é vendido. O cadastro e o gerenciamento de produtos podem ser considerados um pilar 
para a administração e os demais processos de um negócio, como controle de estoque e 
planejamento de compras. Em vista disso, este projeto visa criar um sistema desktop que 
gerencie e catalogue as mercadorias de uma revendedora de cosméticos. Dessa forma, o 
sistema oferece mais praticidade ao ser manuseado sem a preocupação da conexão com 
internet para ser utilizado. Além disso, o programa conta com uma funcionalidade de emitir 
um relatório mensal que mostra quais foram seus produtos mais vendidos 
 
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
Foi realizado um levantamento sobre softwares com o mesmo objetivo do sistema proposto. 
A OTK Sistemas (Figura 1) é uma empresa voltada para a metodologia em implantações de 
sistemas. O software desta empresa oferece funções que registram suas compras, seu 
estoque e controle financeiro. 
 
 
Figura 1: Tela principal do sistema OTK. 
 
 
Fonte: OTK SISTEMAS, 2022. 
 
Nex, outro software para gerenciamento de produtos desenvolvido pela empresa Nextar, 
está apresentado na Figura 2. O Nex possui um sistema para cadastros de clientes, 
fornecedores e vendedores e também gerencia vendas e estoque.
Figura 2: Software Nex. 
 
 
Fonte: NEXTAR, 2022. 
 
A figura 3 apresenta o Vhsys, software feito pela empresa de mesmo nome. Ele permite o 
controle de estoque, cadastro de clientes, produtos, emissões de notas fiscais e entre 
outros tipos de serviços. 
 
Figura 3: Sistema Vhsys. 
 
 
Fonte: VHSYS, 2022. 
 
O MK Manager, sistema proposto neste trabalho, possui as mesmas funções que os 
softwares acima. Porém o sistema apresentará a função de relatórios, permitindo que o 
usuário visualize seus lucros e suas perdas durante os meses e, desse modo, aprimorar o 
seu negócio. 
 
ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO 
 
Dados foram coletados por meio de um questionário feito na plataforma Microsoft Forms. O 
questionário continha cinco perguntas sobre o uso do software para controle de estoque e 
foi divulgado em diversas redes sociais. Foram obtidas 66 respostas de pessoas que 
trabalham com a comercialização de cosméticos. 
 
A UML (Unified Modeling Language) foi adotada para modelar e documentar as diversas 
fases do desenvolvimento de sistemas orientados a objetos (Noleto 2022). Para modelagem 
de diagrama de entidades e relacionamento foi utilizado a ferramenta Miro. Já para a
elaboração do design vetorial de interfaces e protótipos do sistema, foi utilizada a 
ferramenta online Figma. Na criação de diagramas de classe, caso de uso e atores do 
sistema foi utilizado o programa Astah UML - Free Student License. 
 
A linguagem de programação C# foi a escolhida para o desenvolvimento do projeto, junto 
do ambiente integrado de desenvolvimento de software, Microsoft Visual Studio 2022. O 
GitHub foi o escolhido para o controle das versões do programa. Também foi utilizado o 
framework Guna UI para a criação das telas do sistema, que contém ferramentas 
adicionadas por DLL, agilizando a codificação do projeto. 
 
O SQL Server, ferramenta que serve como sistema de gerenciamento de bancos de dados 
relacionais, foi utilizada na parte de banco de dados. Seu foco é permitir implementação da 
linguagem SQL em estruturas, garantindo um trabalho com os padrões desse tipo de 
ordenação dos dados (Souza, 2020). 
 
RESULTADOS 
 
1. Pesquisa 
 
Através da pesquisa online, dados sobre quais são os recursos mais utilizados para 
controlar vendas, lucros e estoque foram obtidos. Analisando as respostas, foi percebido 
que aproximadamente apenas 5% das pessoas utilizam um sistema próprio para isso, e 
45,5% utilizam anotações de caderno, sendo essa a forma mais popular. 
 
Depois disso, os contribuidores foram questionados se, com base nos métodos que eles 
utilizam para organizar seu negócio, é possível ter uma exatidão de suas vendas. 60,6% 
afirmam que sim, já 33,3% dizem não ter total certeza. 
 
Em seguida, eles foram questionados sobre algumas funcionalidades que desejam ter em 
seu comércio. Foi observado que 59,1% dos comerciantes gostariam de obter projeção de 
lucro anual, controle de clientes e controle de estoque. 
 
E, por fim, foi reservado um espaço para que os comerciantes pudessem explicar o motivo 
pelo qual eles gostariam de trabalhar com um sistema que exercesse as funções citadas 
anteriormente. Optimização do tempo e controle amplo da empresa foram algumas das 
respostas mais comuns. 
 
Com base na pesquisa, é seguro afirmar que a maioria dos contribuidores não possuem um 
sistema que os auxilie com seus respectivos comércios. Levando isso em conta, o MK 
Manager propõe ajudá-los com as funções necessárias para que os seus negócios cresçam 
e evoluam. 
 
2. Modelagem orientada a objetos 
 
As modelagens de casos de uso definem as ações e fluxos que estarão presentes no 
sistema e interatividade dos usuários com ele. “Um caso de uso pode ser tomado como um 
cenário simples que descreve o que o usuário espera de um sistema” (Sommerville, 2011, 
p. 86). O padrão UML (Unified Modeling Language), ou Linguagem de Modelagem 
Unificada, define os “atores” como pessoas ou até mesmo hardwares e softwares que, de 
alguma forma, estarão diretamente ligados ao sistema. 
 
Considerando que esse projeto foi pensado para revendedores de cosméticos que operam
seu negócio de maneira autônoma, foi identificada a necessidade de somente um ator. O 
ator do sistema é denominado Usuário, que fará o cadastro de seus produtos e clientes e 
terá total acesso e controle das funcionalidades do sistema. 
 
De acordo com Guedes (2011), os casos de uso se referem aos serviços, tarefas ou 
funcionalidades que podem ser utilizados de alguma maneira pelos atores que interagem 
com o sistema. Já o Diagrama de Classes pretende mostrar como as “classes do sistema 
se relacionam, complementam e transmitem informações entre si. Esse diagrama apresenta 
uma visão estática de como as classes estãoorganizadas” (Guedes, 2011, p. 101). 
 
3. Logotipo da aplicação e telas do sistema 
 
Aqui é apresentado o logotipo e as principais telas do sistema. Na Figura 4 é exibido o 
logotipo do sistema, composto pelas letras “M” e “K”, uma abreviação da palavra “Mary Kay” 
(marca norte-americana vendedora de cosméticos). 
 
Figura 4: Logotipo da MK Manager 
 
Fonte: Elaborada pelos autores do artigo. 
 
Já na figura 5, é apresentada a tela principal do sistema, exibindo uma mensagem de boas-
vindas e, no seu lado esquerdo, suas funcionalidades, junto com um botão inferior que 
permite que o usuário peça ajuda com assuntos relacionados à utilização do MK Manager. 
 
Figura 5: Tela principal do MK Manager. 
 
 
Fonte: Elaborada pelos autores do artigo. 
 
A figura 6 apresenta a tela onde será realizado o cadastramento de clientes, onde são
pedidas algumas informações básicas, como nome, e-mail e número de telefone. 
 
Figura 6: Tela de cadastro de cliente. 
 
 
Fonte: Elaborada pelos autores do artigo. 
 
E por fim, a figura 7 exibe a tela de produtos. Aqui serão cadastrados as mercadorias do 
usuário, onde será possível colocar a quantidade, preço, o tipo daquele produto e, se 
desejar, uma breve descrição dele. 
 
Figura 7: Tela de listagem de produtos. 
 
 
Fonte: Elaborada pelos autores do artigo. 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O MK Manager ainda está em desenvolvimento, mas ainda que não esteja 100% funcional, 
espera-se que com mais alguns ajustes ele possa se tornar completamente eficaz, assim 
como foi proposto. 
 
É esperado que o MK Manager possa ajudar empresas, microempreendedores e 
revendedores a aprimorarem seu negócio. A divulgação do sistema será feita nas redes
sociais, com publicações criativas que despertem curiosidade sobre o sistema e façam com 
que o público alvo queira checar o que ele tem a oferecer. 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL é o quarto maior mercado de beleza e a Adventures está de olho nisso para 
transformar o setor. Revista Capital Econômico, 28 jan. 2022. Disponível em: 
https://revistacapitaleconomico.com.br/brasil-e-o-quarto-maior-mercado-de-beleza-e-a-adve 
ntures-esta-de-olho-nisso-para-transformar-o-setor/ 
GUEDES, G. T. A. UML 2: uma abordagem prática 2. ed. São Paulo: Novatec, 2011. 
NEXTAR. Nex. Disponível em: 
https://www.nextar.com.br/?gclid=Cj0KCQiA14WdBhD8ARIsANao07idJw5Vcvp1Ba4COU% 
20wDV-lxuxmNSTVKueh1x0nwF2q2QQj3F8DHM98aAvVDEALw_wcB 
NOLETO, C. UML: o que é, para que serve e quando usar essa linguagem de notação? 
2022. Disponível em: https://blog.betrybe.com/tecnologia/uml/ 
OTK SISTEMAS. Sistema de gestão online: ERP OTK web. Disponível em: 
https://www.otk.com.br/sistema-de-gestao-online-otk-web 
SOUZA, I. PostgreSQL: saiba o que é, para que serve e como instalar. 2020. Disponível em: 
https://rockcontent.com/br/blog/postgresql/ 
ZATTINI. A evolução da maquiagem: do Egito Antigo aos tempos atuais. In: ZATTINI. Blog 
Zattini. São Paulo. Disponível em: 
https://www.zattini.com.br/blog/beleza/post/a-evolucao-da-maquiagem-do-egito-antigo-aos-t 
empos-atuais 
VHSYS. Vhsys. Disponível em: https://www.vhsys.com.br/
https://revistacapitaleconomico.com.br/brasil-e-o-quarto-maior-mercado-de-beleza-e-a-adventures-esta-de-olho-nisso-para-transformar-o-setor/
https://revistacapitaleconomico.com.br/brasil-e-o-quarto-maior-mercado-de-beleza-e-a-adventures-esta-de-olho-nisso-para-transformar-o-setor/
https://www.nextar.com.br/?gclid=Cj0KCQiA14WdBhD8ARIsANao07idJw5Vcvp1Ba4COU%20wDV-lxuxmNSTVKueh1x0nwF2q2QQj3F8DHM98aAvVDEALw_wcB
https://www.nextar.com.br/?gclid=Cj0KCQiA14WdBhD8ARIsANao07idJw5Vcvp1Ba4COU%20wDV-lxuxmNSTVKueh1x0nwF2q2QQj3F8DHM98aAvVDEALw_wcB
https://blog.betrybe.com/tecnologia/uml/
https://www.otk.com.br/sistema-de-gestao-online-otk-web
https://rockcontent.com/br/blog/postgresql/
https://www.zattini.com.br/blog/beleza/post/a-evolucao-da-maquiagem-do-egito-antigo-aos-tempos-atuais
https://www.zattini.com.br/blog/beleza/post/a-evolucao-da-maquiagem-do-egito-antigo-aos-tempos-atuais
https://www.vhsys.com.br/
SISTEMA DE BANCO DE DADOS SIMPLES PARA COMÉRCIO EM 
JAVA 
 
 
Quando se tem um estabelecimento, seja uma mercearia ou uma loja de grande 
porte, é obrigatório, como uma das etapas para se obter sucesso no cenário empresarial, 
ter uma boa organização sobre as informações do seu próprio negócio. Sendo elas dados 
de vendas, clientes, estoque e contabilidade. Atualmente, existem sistemas de banco de 
dados que conseguem facilitar o trabalho de toda uma empresa em relação a 
administração de dados. Uma das linguagens de programação utilizadas para obter tal 
solução é o Java, que é referência na área de TI. Desde seu lançamento, em maio de 
1995, O Java é aclamado no mundo todo, sendo a linguagem mais rápida a ser adotada 
do que quaisquer outras na história da programação. (Deitel, Harvey M.) 
 
 
Usaremos esta linguagem como base para resolvermos nosso problema de como 
iremos programar um banco de dados para nosso estabelecimento. Para 
desenvolvermos tal sistema, utilizaremos uma abordagem estruturada, dividindo-a em: 
 
 
1. Análise de Requisitos: Iniciaremos identificando os requisitos do sistema, 
abrangendo funcionalidades básicas, como por exemplo, o cadastro de 
produtos, clientes, gestão de vendas e requisitos não funcionais 
(desempenho, segurança, usabilidade). 
 
 
2. Modelagem do Sistema: Diagramas UML serão utilizados para representar a 
estrutura e o comportamento do sistema, incluindo diagramas de classe, de 
sequência e de atividade. 
 
 
3. Implementação: Após estas duas etapas serem concluídas, escreveremos o 
código Java para implementar as funcionalidades do sistema, organizando o 
código de forma eficiente e manutenível, utilizando padrões de design como 
o MVC (Model-View-Controller), um padrão de design usado para
desacoplar a interface do usuário, os dados e a lógica do aplicativo, no caso, 
a exibição, o modelo, e o controlador do tal. 
4. Persistência de Dados: Utilizaremos um banco de dados para armazenar os 
dados do sistema, como produtos, clientes e vendas. Isso pode ser feito com 
JDBC ou frameworks de persistência, como Hibernate. 
 
 
5. Interface do Usuário: Desenvolvendo uma interface de usuário intuitiva e 
amigável, utilizando bibliotecas gráficas como JavaFX ou Swing, será mais 
fácil para os funcionários poderem utilizar de tal programa facilmente, sem 
muitas complicações. 
 
 
6. Testes: Realizando testes de unidade, integração e aceitação, iremos 
garantir que o sistema funcione conforme o esperado e atenda aos requisitos 
do usuário. 
 
 
7. Implantação: Implantaremos o sistema em um ambiente de produção, 
garantindo que todos os pré-requisitos, como servidor de aplicativos e 
banco de dados, estejam configurados corretamente para o devido 
funcionamento do programa. 
 
 
Fontes: 
 
PINTO, L. Desenvolvimento de software web de controle de vendas para uma 
farmácia. 2018. Faculdade de Tecnologia de Botucatu. Disponível em: 
www.jornacitec.fatecbt.edu.br/index.php/VIIJTC/VIIJTC/paper/view/1668. Acesso em: 
16 mar. 2024. 
SANTOS, J. SISTEMA DE VENDAS COM CONTROLE DE ESTOQUE. 2020. 
Revista Eletrônica de Computação Aplicada. Disponível em: 
http://periodicos.unifacef.com.br/reca/article/view/2047. Acesso em 16 mar. 2024. 
 
 
 
 
https://www.jornacitec.fatecbt.edu.br/index.php/VIIJTC/VIIJTC/paper/view/1668
http://periodicos.unifacef.com.br/reca/article/view/2047
Nomes: 
Annie Moreira Martins 
Letícia Rodrigues Cataldo 
Luiz Gustavo dos Santos Pereir 
Carlos Magno Gonçalves Alves 
	Aplicação da Tecnologia Java no Desenvolvimento de Sistema de Controle de Estoque
	Comparação Após a Implementação do Controle de Estoques
	Quadro de Aprovação das Funcionalidades
	CADASTRAR FORNECEDOR
	CADASTRAR GRUPOS
	ENTRADA E SAÍDA DE ESTOQUES
	CADASTRAR CÓDIGO FORNECEDOR
	CADASTRAR USUÁRIOS
	ESTORNO DE ENTRADA E SAÍDA DE ESTOQUES
	RELATÓRIOS
	Considerações Iniciais
	Objetivo geral
	Objetivos específicos
	Justificativa
	APLICAÇÕESJAVA WEB
	Arquiteturas web convencionais
	Arquiteturas web baseada em Java
	Aplicações Java baseadas em servlets
	Aplicações Java baseadas em JavaServer Pages
	Aplicações Java baseadas em Model-View-Controller
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	Método
	MODELAGEM DO SISTEMA E IMPLEMENTAÇÃO
	Visão geral do sistema
	INTRODUÇÃO
	FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
	ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
	RESULTADOS
	CONSIDERAÇÕES FINAIS
	REFERÊNCIAS
	O uso de probabilidade para método de vendas
	INTRODUÇÃO
	FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
	ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO
	RESULTADOS
	CONSIDERAÇÕES FINAIS
	REFERÊNCIAS
	Fontes:

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