Prévia do material em texto
Transferência de Massa Prof. Emanuel Negrão Macêdo Prof. Rui Nelson Otoni Magno UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA EMENNTA Introdução: Mecanismo de Transporte de Massa. Coeficientes de Difusão. Transferência de Massa em uma Fase em Regime Permanente com e sem reação química. Transferência de Massa em Regime Transiente com e sem reação química. Transferência de Massa por convecção - Coeficientes de transferência de Massa. Transferência de Massa entre Fases. • AVALIAÇÕES ESCRITAS • LISTAS DE EXERCÍCIOS COMO POSSÍVEIS PONTOS EXTRAS (LE) • Projeto Computacional (PC) • Média Final • MA – Média das Avaliações; • MLE – Média das listas de exercícios; • MPC – Nota do projeto computacional; • MF - Média Final; • MF = 0.6 x MA + 0.4 x (MLE + MPC)/2 AVALIAÇÃO Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Nota: Os custos da separação dependem diretamente da concentração inicial e final das substâncias a serem separadas. Se a razão for alta, então o custo de produto será grande tb. Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Introdução a TM Semelhanças entre processos de transferência de calor e massa Introdução a TM Exemplos: 1. Radiação do sol para terra e para lua (TC); 2. Motores de carro e trocadores de calor (TC); 3. Ventiladores de computadores (TC); 4. Processos químicos: refinaria de óleo (TC e TM); 5. Processamento de alimentos: Cozimento (TM); 6. Processos Biológicos: rins e hemodialysis (TM); 7. Processos Biomédicos: uso de medicamentos direcionados (TM). Introdução a TM Exemplos: A diálise é um tratamento que permite a substituição de algumas das funções mais importantes dos nossos rins, nomeadamente a regulação do volume extra-celular (através da retirada de líquido com a ultrafiltração) e a eliminação de elementos que se acumulam na insuficiência renal como, por exemplo, o potássio e a ureia (através do mecanismo de difusão). Introdução a TM Exemplos: O processo de transporte dos fármacos pela epiderme ocorre predominantemente pela DIFUSÃO, enquanto na derme ocorre por transporte CONVECTIVO). Introdução a TM MODELOS APLICADOS AOS PROCESSOS DE TRANSPORTE Difusão em gases DIFUSÃO BINÁRIA: SOLUTO A & MEIO B 1ª Lei de Fick: Coeficiente binário de difusão: Massa molar reduzida : Velocidade média molecular: Caminho livre médio: Diâmtero de colisão entre A e B: dz dC DJ A ABz,A −= ABABAB 3 1 D = += BA M 1 M 1 2 1 M 1 21 BA AB M 1 M 1RT 2 + = Pd2N RT 2 AB0 AB = ( )BAAB dd 2 1 d += COEFICIENTE BINÁRIO DE DIFUSÃO PARA GASES APOLARES 21 BA 23 2 AB0 AB M 1 M 1RT PdN23 2 D + = 21 BA 2 AB 23 3 AB M 1 M 1 Pd T 10053,1D += − gmolmoléculas10023,6N 23 0 = ( )K.s.gmolcm.g103144,8R 227= em DAB ( ); scm2 em dAB )A( o T em (K); P em (atm) ; obs: ~ 400% erro para H2-N2 EQUAÇÕES E CORRELAÇÕES PARA O ABD Fuller, Schetter e Giddings (1966) 1%dx xlnd lnd 1DCJ A A A ABz,A +−= ABAB DD = A A xlnd lnd 1 += SOLUÇÃO LÍQUIDA POLAR Siddiq e Lucas (1986) AB p AB DD = A A xlnd lnd 1 += B o A B A o B AAB DxDxD += i. para sistemas com componentes polares: p = 1. ii. para sistemas com um componente polar e outro apolar : p = 0,6 iii. para sistemas com ambos os componentes apolares: p= 0,4 dz dx xd d D M J A p A A AB B B zA + −= ln ln 1, ( ) B TB 0TAB AB 0 0 T T D D =cte T D B B o A = ESTIMATIVA DO A PARTIR DE OUTRO CONHECIDO EM OUTRA TEMPERATURA ABD DIFUSÃO DE ELETRÓLITOS EM LÍQUIDOS ( )Ezuv iiii +−= (velocidade) =(mobilidade) [(diferença de potencial químico) + (diferença de potencial eletrostático)] +−= E kT zC C C kT uv ii i i ii SOLUÇÃO DILUÍDA iii CvJ kTuD ii +−= E kT C zCDJ i iiii DIFUSÃO EM SÓLIDOS CRISTALINOS estrutura cúbica cúbica de corpo centrado (ccc) cúbica de face centrada (cfc) MECANISMOS DA DIFUSÃO EM SÓLIDOS CRISTALINOS ocupação de vazios mecanismo intersticial mecanismo interfacial TEORIA DO SALTO ENERGÉTICO RT Q eDDAB − = 0 a) tamanho do átomo b) estrutura cristalina c) mecanismo da difusão Difundente Sólido cristalino 0D ( )s/cm2 Q ( )mol/cal carbono ferro cfc 0,21 33.800 carbono ferro ccc 0,0079 18.100 ferro ferro cfc 0,58 67.900 ferro ferro ccc 5,8 59.700 DIFUSÃO EM SÓLIDOS POROSOS dr dC DJ A efrA −=, O mecanismo da difusão depende da natureza dos poros Difusão de Fick ou difusão ordinária Difusão de Knudsen Difusão configuracional Difusão superficial Difusão paralela SOLUTOS GASOSOS Difusão ordinária Difusão de Knudsen Difusão configuracional DIFUSÃO ORDINÁRIA ou COMUM Gases e líquidos p ABef DD = 5,0p 42 Mackie e Meares (gases e líquidos) 2 2 − = p p ABef DD obs: não considera a difusão superficial DIFUSÃO DE KNUDSEN * Gases * Diâmetro dos poros da ordem do do difundente Da teoria cinética dos gases: = 3 1 AAD M RT8 = Coeficiente de difusão de Knudsen: pk dD = 3 1 dp é o diâmetro médio dos poros (em cm): ( ) 2131085,4 Apk MTdD = Considerando-se o efeito da tortuosidade do material: p kkef DD = Caso o sólido também apresentar regiões em que dp kefefAef DDD 111 += DIFUSÃO CONFIGURACIONAL * Proposta por Weiz (1973) * Zeólitas Zeólita tipo A Zeólita tipo X ou Y Zeólita tipo ZM-5 dz dC DJ A AzA zeo −=, RT Q eDDAzeo − = 0. a) Natureza do difundente: tamanho e linearidade ; b) Tipo de zeólita. TEORIA DO SALTO ENERGÉTICO Soluto Zeólita T (K) DAzeo. ( )cm s 2 / ¹ CH4 modernita-H 333 0,48 −10 8 ¹ CH4 modernita-H 383 1,8 −10 8 ¹ CH4 modernita-H 423 2,75 −10 8 ²metanol 4A 288 5,17 −10 12 ²metanol 4A 303 6,49 −10 12 ³n-hexano erionita 483 1,92 −10 12 ³n-dodecano offretita 423 2,07 −10 14 4 n-butano silicalita 297 5,7 −10 8 4 n-butano silicalita 334 11 −10 8 4 iso-butano silicalita 297 1,9 −10 8 4 iso-butano silicalita 334 5,5 −10 8 DIFUSÃO SUPERFICIAL A difusão superficial surge devido à alta afinidade entre o difundente e as paredes dos poros (adsorção). O deslocamento do soluto será governado pela diferença de concentração do soluto existente nas paredes dos poros e descrito pela teoria do salto energético. dr dC DJ As srrA p −=, RT Q eDDs − = 0 DIFUSÃO PARALELA Na difusão paralela,o soluto difunde entre os poros e na parede dos poros. dr dC DJ A efrA −=, spppef DkDD )1( −+= DIFUSÃO EM MEMBRANAS Barreiras que separam dois fluidos a serem vencidas pelo soluto * osmose inversa * ultrafiltração * diálise MEMBRANAS As membranas são feitas de: Materiais inorgânicos: materiais cerâmicos (indústrias alimentícias). Mecanismo difusivo semelhante ao dos sólidos porosos Materiais orgânicos: materiais orgânicos ou poliméricos elas podem ou não, dependendo do processo de fabricação, apresentar poros. Membranas anisotrópicas: macroporos; gradiente de porosidade ao longo da sua espessura. Membranas isotrópricas: macroporos; distribuição uniforme de porosidade. Membranas isotrópicas densas: são isentas de poros. A difusão é regida pela interação soluto/polímero A difusão do soluto em um polímero ocorre por um processo de estado ativado, via saltos energéticos, ocupando vazios na estrutura polimérica . dz dC DJ A AzA zeo −=, RT Q eDDAme − = 0. Concentrações velocidades fluxos distribuição discreta de matéria distribuição contínua de matéria elemento de volume AR AR CONSIDERAÇÕES A RESPEITO CONCENTRAÇÃO Concentrações DEFINIÇÕES Concentração mássica( i ) : massa da espécie química i por unidade de volume da solução. Concentração molar( Ci = i /Mi) : número de mols de espécie i por unidade de volume da solução. Fração mássica( wi = i / ) : concentração mássica da espécie i dividida pela concentração mássica total . Fração molar: yi = Ci /C(gás) ; xi = Ci /C (líquido) - concentração molar da espécie i dividida pela concentração molar total da solução Molaridade (molar) = ci = (mols de i)/(1 litro de solução) Molalidade (molal) = mi = (mols de i)/(1 kg de solvente) Normalidade (normal) = Ni = (equivalente-grama de i)/(1 litro de solução) obs: Equivalente-grama = Eqi = Mi /(valência) Concentrações Concentrações Concentrações W W yi = Ci / C (gás) y Concentrações RELAÇÕES IMPORTANTES = = n 1i i BA += = = n 1i iCC BA CCC += 1w n 1i i = = 1ww BA =+ Concentração mássica da solução Concentração molar da solução Somatório das frações mássicas Solução de multicomponentes Solução binária Concentrações 1y n 1i i = = 1yy BA =+ 1 1 = = n i ix 1xx BA =+ = = n 1i ii MwM1 BBAA MwMwM1 += i n 1i iMyM = = BBAA MyMyM += Somatório das frações molares (gás & vapor) Somatório das frações molares (líquido) Massa molar da solução Massa molar da solução Solução de multicomponentes Solução binária RELAÇÕES IMPORTANTES Concentrações Velocidade média mássica: Velocidade média molar: seção unitária colocada perpendicularmente à velocidade velocidade absoluta da espécie química i, em relação ponto fixo. (pode estar referenciada a outro tipo de velocidade) i. à de eixos estacionário ii. à da solução (para velocidade mássica) iii. à da solução (para velocidade molar) 0v =→ ( )vvi −→ ( )vvi −→ = = = n 1i i n 1i iiv v = == n 1i i n 1i ii C vC V velocidade de difusão! →iv Velocidades de Difusão Velocidades de Difusão Velocidades de Difusão Exercícios Exercícios Exercícios Exercícios Exercícios Exercícios Exercícios Exercícios Fluxo Mássico Fluxo Molar Relação entre fluxos FLUXOS (Fluxo) = (concentração) (velocidade) tempoárea mols)(ou massa Molar Mássico Velocidade Fluxo Velocidade Fluxo iv iii vCN = ( )Vvi − ( )VvCJ iii −= V VCJ i c i = ( ) VCVvCvC iiiii +−= c iii JJN += iv iii vn = ( )vvi − ( )vvj iii −= v vj i c i = ( ) vvvv iiiii +−= c iii jjn += = iosestacionareixosa doreferencia i totalFluxo + difusivaoa~contribuic dadecorrenteFluxo oa~solucdamovimento dodecorrenteFluxo Primeira Lei de Fick Primeira Lei de Fick DAB = DBA DAB = DBA ( ) vvvvn iiiiii +−== === == n 1i i n 1i i n 1i ii nvv ( ) +−= = n 1i iiiii n)(vvn ( ) +−= = n 1i iiiii nwvvn Primeira lei de Fick - solução diluída: +−= = n 1i iiiiMi nwDn Primeira lei de Fick - solução concentrada: +−= = n 1i iiiiMi nwwDn FLUXO GLOBAL MÁSSICO EM TERMOS DA LEI DE FICK( ) VCVvCvCN iiiiii +−== CNCvCV n 1i i n 1i i n 1i ii === == ( ) +−= = n 1i iiiii N)CC(VvCN ( ) +−= = n 1i iiiii NyVvCN +−= = n 1i iiiiMi NyCDN +−= = n 1i iiiiMi NyyCDN Primeira lei de Fick - solução diluída: Primeira lei de Fick - solução concentrada: FLUXO GLOBAL MOLAR EM TERMOS DA LEI DE FICK FLUXO UNIDIRECIONAL E MISTURA BINÁRIA zyx + + = dz d = zVV = zvv = z,Az,ii vvv == BA += BA CCC += Fluxo unidirecional Mistura binária Forma vetorial Equações de Conservação Em Transporte de Massa As equações da continuidade permitem analisar pontualmente o fenômeno de transferência de massa por intermédio do conhecimento da distribuição de concentração de um determinado soluto no tempo e no espaço, sujeito ou não à transformações. CONSIDERAÇÕES A RESPEITO ,,, AA A rn t =+ AA A RN t C =+ EQUAÇÃO DE CONSERVAÇÃO DE UMA ESPÉCIE QUÍMICA A = + − controle de volume no massa de acúmulo de Taxa controle de volume no massa de produção de Taxa controle de volume do sai que massa de Taxa controle de volume no entra que massa de Taxa fluxo mássico absoluto de A: AAA vn = Na direção x entrada de A: saída de A: taxa de produção de massa de A: taxa de acúmulo: ( )A x n x y z ( )A x x n x y z + zyxr ,,, A zyx t A Derivada parcial ( ) ( ) ( ) →++ dx x xf xfxxf ( ) ( ) ( ) xxn x xnxn xAxAxxA += + ( ) ( ) ( ) + +−= zyxxn x xnzyxnzyx t xAxAxAA ( ) ( ) ( ) + +−+ zxyyn y ynzxyn yAyAyA ( ) ( ) ( ) + +−+ yxzzn z znyxzn zAzAzA zyxr ,,, A ( ) ( ) ( ) ,,, AzAyAxA A rzn z yn y xn xt +−−−= ,,, A z,Ay,Ax,AA r z n y n x n t + ++−= A z,Ay,Ax,A n z n y n x n = ++ Divergente ,,, AA A rn t =+ Coordenadas retangulares: Coordenadas cilíndricas: Coordenadas esféricas Fluxo mássico de A referenciado a eixos estácionários A z,Ay,Ax,AA r z n y n x n t = +++ ( ) A z,A,Ar,AA r z nn senr 1 r rn r 1 t = +++ ( ) ( ) A ,A,Ar,A 2 2 A r n senr 1nsen senr 1 r nr r 1 t = +++ vwwDn AAABA +−= ( )BAAAABA nnwwDn ++−= EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MOLAR DE UM SOLUTO A ,,, AA A rn t =+ Reação química irreversível de primeira ou pseudoprimeira ordem AA kr Massa molar do soluto A AM AA CkR AA A RN t C =+ = + A A,,, A A A A M k M n Mt A A A M C = A A A M n N = AA A RN t C =+ Coordenadas retangulares: Coordenadas cilíndricas: Coordenadas esféricas Fluxo molar de A referenciado a eixos estácionáriosA z,Ay,Ax,AA R z N y N x N t C = +++ ( ) A z,A,Ar,AA R z NN senr 1 r rN r 1 t C = +++ ( ) ( ) A ,A,Ar,A 2 2 A R N senr 1Nsen senr 1 r Nr r 1 t C = +++ Para gases: Para líquidos: ( )BAAAABA NNyyCDN ++−= ( )BAAAABA NNxxCDN ++−= A AB A AN CD y Cy V= − + EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE EM TERMOS DA LEI DE FICK Hipóteses: Difusão ordinária ou comum Propriedades físicas constantes ,,, AA A rn t =+ vDn AAABA +−= ,,, AA 2 ABA A rD.v t geraçãodifusivaconvectiva acúmulo +=+ EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE A p/ e ABD cts Coordenadas retangulares: Coordenadas cilíndricas: Coordenadas esféricas: A2 A 2 2 A 2 2 A 2 AB AAAA r zyx D z w y v x u t + ++= +++ = +++ z u r u r u t A z AA r A A2 A 2 2 A 2 A AB r zr 1 r r rr 1 D + ++ = +++ AAA r A senr u r u r u t A2 A 2 22 A 2 A2 2AB r senr 1 sen senr 1 r r rr 1 D + + + EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE A p/ C e ABD cts Coordenadas retangulares: Coordenadas cilíndricas: Coordenadas esféricas: A2 A 2 2 A 2 2 A 2 AB AAAA R z C y C x C D z C w y C v x C u t C + ++= +++ = +++ z C u C r u r C u t C A z AA r A + ++ 2 A 2 2 A 2 A AB z CC r 1 r C r rr 1 D AR = +++ AAA r A C senr uC r u r C u t C + + + 2 A 2 22 A 2 A2 2AB C senr 1C sen senr 1 r C r rr 1 D AR Primeiro caso Regime transiente Pressão e temperatura constantes Difusão ordinária ou comum SIMPLIFICAÇÕES ,,, AA 2 ABA A rD.v t geraçãodifusivaconvectiva acúmulo +=+ ,,, AA 2 AB tivatansubs Derivada rDA Dt D += ,,, AA 2 ABA A RCDC.v t C geraçãodifusivaconvectiva acúmulo +=+ ,,, AA 2 AB tivatansubs Derivada RCDA Dt DC += ou ou Exemplos: Difusão em soluções líquidas diluídas e de baixa densidade com geração de matéria Difusão em gases leves e meio reacional OBS: MEIO NÃO-REACIONAL 0RA = 0rA = Regime transiente Pressão e temperatura constantes Difusão ordinária ou comum Velocidade do meio nula ,,, AA 2 ef A rD t geraçãodifusiva acúmulo += Exemplo: Difusão em sólidos com adsorção ou com reação química OBS: MEIO NÃO-REACIONAL A 2 ef A D t Fickdelei2a = Exemplo: Secagem de cereais em batelada SEGUNDO CASO Regime permanente Pressão e temperatura constantes Difusão ordinária ou comum OBS: MEIO NÃO-REACIONAL Exemplo: Fenômeno da camada limite mássica em regime permanente ,,, AA 2 ABA rD.v geraçãodifusivaconvectiva += ,,, AA 2 ABA RCDC.v geraçãodifusivaconvectiva += A 2 ABA D.v difusivaconvectiva = A 2 ABA CDC.v difusivaconvectiva = TERCEIRO CASO Regime permanente Pressão e temperatura constantes Difusão ordinária Velocidade do meio nula OBS: MEIO NÃO-REACIONAL Exemplo: Contradifusão equimolar em um meio estagnado A 2 AB ,,, A CDR difusivageração = Exemplo: Absorção com reação química em um meio estagnado 0RA = 0C A 2 = QUARTO CASO condição inicial: implica no conhecimento da propriedade concentração ou fração (mássica ou molar) do soluto no início do processo de transferência de massa. 0AA C)0t(C ,0t === , em um determinado espaço condições de contorno: referem-se ao valor ou informação da concentração ou fração (mássica ou molar) do soluto em posições específicas no volume de controle ou na fronteira desse volume. CONDIÇÕES INICIAL E DE CONTORNO CONCENTRAÇÃO DO SOLUTO ESPECIFICADA NUMA DETERMINADA FASE concentração mássica concentração molar fração mássica fração molar (líquidos) fração molar (gases) sAA = sAA CC = sAA ww = sAA xx = sAA yy = equilíbrio líquido-vapor equilíbrio sólido-fluido condições de contorno de primeira espécie ou de Dirichlet Tipo de contato Líquido/vapor Líquido/vapor Líquido/vapor Membrana/gás Equações Observações Lei de Dalton-Raoult(Eq. de Antoine) Lei de Henry (solução diluída) Lei de Henry (m=H/P) Isoterma de equilíbrio Para solução concentrada (Eq. Langmuir) PyPx ss A vap AA = HxP sAsA = ss AA mxy = s2s1 ApA CKC = ss AA SPC = Sólido/fluido ( )GT F EPln vap A + −= s2 s2 s1 A A A bC1 aC C + = Constantes da equação de Antoine Espécies E F G Água 18,3036 3816,44 -46,13 Etanol 19,9119 3803,98 -41,68 Constantes da Lei de Henry para gases em água: (H −10 4 ), pressão em atm) T (ºC) 2H 2N 2O CO 2CO 10 6,36 6,68 3,27 4,42 0,104 30 7,29 9,24 4,75 6,20 0,186 CONDIÇÕES DE FLUXO Para sistemas diluidos s2s1 ApA CKC = = 2Ap1 * A CKC O fluxo na interface (na fase 1): dz dC DN 1 1sz A efz,A −= = O fluxo na interface (na fase 2): ( ) −= 2s22 AAmz,A CCkN condição de continuidade de fluxo na fronteiras, conhecida como condição de Newman A interface não oferece resistência à mobilidade do soluto: continuidade do fluxo de matéria na fronteira considerada sz 1 1 dz dC D A ef = − ( ) −= 2s22 AAm CCk O soluto está distribuído nas fases 1 e 2. Como a equação da continuidade de A é desenvolvida para uma única região de transferência de massa, as condições de contorno devem delimitar esta região. sz 1 1 dz dC D A ef = − −= 2 s1 2 A p A m C K C k ( ) −= 2s1 2 ApA p m CKC K k Para o equilibrio linear: = 2Ap1 * A CKC sz 1 dz dCA = ( ) s11 1 2 A * A pef m CC KD k −= Obs: fase é impermeável ao movimento do soluto acarretando: 0N szz,A = = REAÇÃO QUÍMICA CONHECIDA Reação homogênea Reação heterogênea A taxa de produção de uma determinada espécie química, presente na solução, está associada às reações que podem ocorrer durante o transporte do soluto s2Asszz,AA CkNR == = Reação química na superfície ou em áreas restritas de um sólido poroso e que, devido à continuidade do fluxo de matéria, o soluto difunda pela matriz na fronteira s: sz 1 1 dz dC D A ef = − s2AsCk= →= 2Ap1 * A CKC sz 1 dz dCA = s1 1 A pef s C KD k =Para o equilibrio linear: (+) consumo do soluto & (-) produção do soluto DICAS ,,, AA A rn t =+ vwwDn AAABA +−= ( )BAAAABA nnwwDn ++−= ou 1. Ler com atenção o que está sendo pedido. 2. O regime de transporte é permanente ou transiente? (Há acúmulo de matéria?) 3. Identificar o meio onde ocorre o fenômeno e a sua geometria. (cartesiana ou polar?) 4. O meio é reacional?(A reação está na eq.da continuidade de A ou como cond. de contorno?) 5. O fluxo é multidirecional? (Sistema unidimensional?) 6. Como é este fluxo? (Que tipo de coordenada?) 7. O termo difusivo presente no fluxo é importante? 8. O termo convectivo presente no fluxo é importante? 9. Existe alguma informação sobre a relação entre os fluxo de A e de B?(mistura binária!) 10. O fluxo líquido de B é nulo? Por quê? 11. Estabelecer as condições de contorno e inicial adequadas. 12. Escolher a metodologia de solução EXERCÍCIOS Difusão em: Gases; Líquidos; Sólidos; Meios porosos; Membranas.