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2º BIMESTRE DEPENDENTES DO SEGURADO: É aquele que vive em estado de dependência econômica em relação ao segurado. Pensão por morte ou Auxílio reclusão · Art. 16 da lei 8.212/19 1ª classe: - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente. Também é considerado dependente do segurado, o companheiro(a) homossexual. É possível que essas pessoas tenham acesso ao benefício de morte ou prisão, desde que ANTES do evento ocorra a necessidade de alimentos. (causa superveniente) Equiparado a filho: enteado ou menor tutelado também possuem direito ao benefício previdenciário · Na primeira classe há uma presunção legal da relação jurídica, ou seja, basta demonstrar o vínculo jurídico. Contudo, caso de filhos equiparados além da relação de parentesco, devem demonstrar a dependência econômica. 2ª classe: pai e mãe 3ª classe: irmãos OBS: Os dependentes da segunda e da terceira classe (pai, mãe ou irmão) devem demonstrar além do vínculo jurídico, a dependência econômica do falecido ou aprisionado. A ordem de preferência de aquisição do benefício segue a ordem das classes Os da segunda classe só recebe se não houver dependentes na primeira, por exemplo. OBS: Pensão por morte, salário família e auxilio acidente não possuem período de carência. BENEFÍCIO PARA INCAPACIDADE Incapacidade é impossibilidade da pessoa de poder trabalhar (incapacidade laborativa) INCAPACIDADE QUANTO A DURAÇÃO 1) Temporária: Recupera a capacidade laboral (cura da incapacidade) · Ex: Quebrar o braço. 2) Definitiva/permanente: Não recuperar a capacidade laboral · Ex: Quebrou a coluna. Mas se encontrar uma cura e voltar a capacidade, será revogada a concessão do benefício. INCAPACIDADE QUANTO A EXTENSÃO 3) Parcial: Uma incapacidade laboral, mas as suas outras capacidades estão intactas · Ex: Um professor com covid não pode dar aula, mas trabalhar de home office pode. 4) Total: TODA capacidade laboral está cometida 1 e 4: Auxílio doença 1 e 3: Auxílio doença 2 e 3: Auxílio doença ou Aposentadoria por invalidez (Vai depender do segurado) 2 e 4: Aposentadoria por invalidez Ex I: 2 e 3 – A é cortador de cana e não possui nenhuma escolaridade, com os anos desenvolve LER, possui um tratamento para reduzir a dor, mas não tem cura, se ele voltar a trabalhar volta as dores, como ele não tem condições de trabalhar em outra profissão, o INSS concede Aposentadoria por invalidez. Ex II: A possui LER, mas possui ensino superior completo, irá receber o auxílio doença. Mas pode ser reabilitada para outra função, deixa de receber o benefício e volta a receber o salário. PERGUNTA-CHAVE: O segurado tem condições de trabalhar em outra função? Se não, será o benefício de aposentadoria por invalidez; Se sim, será o benefício auxílio doença. REQUISITOS PARA CONCESSÃO · Incapacidade · Inexistência de incapacidade anterior á filiação do segurado ao RGPS · Cumprimento do período de carência PERÍODO DE CARÊNCIA · 12 contribuições · Exceções · Não será exigido um período de carência: · Art. 151 da Lei 8.213/91: Tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, esclerose múltipla, hepatopatia grave, neoplasia maligna, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids) ou contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada. · Obs: AVC – Se causar uma paralisia irreversível não demanda período de carência, caso contrario demanda. A Pré-eclâmpsia também se gerar incapacidade laboral. · Acidente de qualquer natureza ACIDENTE DE TRABALHO Sujeita-se aos Segurados abrangidos: Segurado empregado; Segurado empregado doméstico; Segurado especial. · Acidente · Típico · Trajeto · Doenças profissionais e do trabalho · Provas do acidente · CAT · Outros · Estabilidade do empregado (art.118 da Lei 8.213/91) BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE É o benefício devido ao segurado em razão de incapacidade para o trabalho ou atividade habitual. · Auxílio doença · Aposentadoria por invalidez PERÍODO DE CARÊNCIA Exceções ACIDENTE DE TRABALHO (aqueles que tem direito ao benefício:) · Assegurado empregado · Assegurado empregado doméstico · Trabalhador avulso · Segurado especial Exclui-se segurado facultativo e o contribuinte individual ESPÉCIES DE ACIDENTE DE TRABALHO: · Típico: lesão oriunda do exercício da atividade laboral · Trajeto: caminho que faz do emprego para sua casa, sem desvio. · Doenças profissionais ou do trabalho: doenças adquiridas a longo prazo pelo empregador em função da continuidade da atividade laboral (lesão por esforço repetitivo). PROVA DO ACIDENTE DE TRABALHO · Com a expedição do C.A.T (comunicado de acidente do trabalho) · Se este não for expedido, é possível que o CAT seja emitido pelo próprio segurado ou por seu sindicado, além da produção de outras provas. Ex.: boletim de ocorrência relatando que caiu do trator. ESTABILIDADE – Art. 118 da lei 8.213: o segurado empregado que vir a sofre acidente do trabalho, após o fim do benefício, terá um período de estabilidade de no mínimo 12 meses. · O empregado deverá arcar com o período de estabilidade A empresa empregadora pode ser obrigada a arcar com algumas verbas: pagamento de cesta básica ao acidentado, plano de saúde, por pacto contratual REQUISITO PARA MANUTENÇÃO a) EXAME MÉDICO (PERÍCIA): produção do prognóstico que determina a cessação do benefício. Findo esse prazo o empregado assegurado pode requerer a prorrogação do benefício, antes de seu término efetivo, submetendo-se a uma nova perícia. Para a manutenção do benefício, é necessária a realização de perícias periódicas: - Art. 43 §§ 4º e 5º: aposentado por invalidez pode ser chamado à perícia; mas o portador do vírus HIV é dispensado dessa manutenção. - Art. 101 §1º, I: + 55 anos e + de 15 anos no gozo do benefício, não é obrigado a realização de perícia periódica. Isso não significa que esse beneficio se tornou permanente, pois eventualmente pode retornar a sua capacidade laboral. b) REABILITAÇÃO PROFISSIONAL: quando o INSS enxerga que embora o empregador não possua capacidade civil plena, é possível a sua habilitação para outra atividade laboral. Ex.: custeio de cursos profissionalizantes para o segurado que recebe benefício de auxílio saúde, com a intenção de reabilita-lo profissionalmente. É necessária a atuação de psicólogo ou assistente social c) TRATAMENTO MÉDICO: todo o segurado que recebe o benefício deverá se submeter a tratamento médico, exceto tratamento cirúrgico ou transfusão sanguínea, do qual poderá se recusar. d) Afastamento das atividades liberais: deve se afastar! VALOR DO BENEFÍCIO · Auxílio doença: 91% da aposentadoria · Aposentadoria por invalidez: COMUM: adquire a doença com o tempo: 60% + 2% a cada grupo de 12 contribuições que excederam 20 anos de tempo de contribuição, se homem ou 15 anos se mulher. Ex.: mulher 30 anos de contribuição (60% pelos 15 anos contribuídos + 15X 2% = 30% a mais a receber) Essa norma produz efeitos na pensão por morte também. ACIDENTE DO TRABALHO: 100% do salário de benefício Se o sujeito trabalhou 1 dia e sofreu um acidente de trabalho terá direito a aposentadoria integral. Art. 45 + 25 % -caso o segurado aposentado por invalidez necessite de uma terceira pessoa para auxilia-lo, são acrescentados 25% do valor a ser recebido Momento: São acrescidos no momento em que se fizer necessária a contratação da pessoa para auxilia-lo. Quando passa a ser devido pela previdência social: · SEGURADO EMPREGADO: os benefícios de auxilio doença passam a ser devidos a partir do 16º dia pelo INSS, até o 15º dia corresponde ao empregador (que deve pagar salário ao empregador enquanto este estiver afastado de suas atividades) · DEMAIS SEGURADOS: “São devidos a partir da incapacidadedo segurado, isso se ele requerer o beneficio 30 dias após o evento incapacitante. Ultrapassados esse prazo o beneficio ainda é devido, contudo, somente a partir do requerimento (não possui efeitos retroativos a data do evento incapacitante) RECUPERAÇÃO DO APOSENTADO POR INVALIDEZ – ART. 47 Da Aposentadoria por Invalidez Art. 47. Verificada a recuperação da capacidade de trabalho do aposentado por invalidez, será observado o seguinte procedimento: I - quando a recuperação ocorrer dentro de 5 (cinco) anos, contados da data do início da aposentadoria por invalidez ou do auxílio-doença que a antecedeu sem interrupção, o benefício cessará: a) de imediato, para o segurado empregado que tiver direito a retornar à função que desempenhava na empresa quando se aposentou, na forma da legislação trabalhista, valendo como documento, para tal fim, o certificado de capacidade fornecido pela Previdência Social; ou b) após tantos meses quantos forem os anos de duração do auxílio-doença ou da aposentadoria por invalidez, para os demais segurados; II - quando a recuperação for parcial, ou ocorrer após o período do inciso I, ou ainda quando o segurado for declarado apto para o exercício de trabalho diverso do qual habitualmente exercia, a aposentadoria será mantida, sem prejuízo da volta à atividade: a) no seu valor integral, durante 6 (seis) meses contados da data em que for verificada a recuperação da capacidade; b) com redução de 50% (cinqüenta por cento), no período seguinte de 6 (seis) meses; c) com redução de 75% (setenta e cinco por cento), também por igual período de 6 (seis) meses, ao término do qual cessará definitivamente. Passado esse período cessa o benefício AUXÍLIO ACIDENTE - Art. 86 lei 8313/91 Trata-se de um benefício correspondente a uma indenização do acusado, que pode ser inferior a um salário mínimo, como ressalva a constituição (pois não tem a finalidade de substituir a remuneração). Tanto assim, pode ser recebido junto a remuneração salarial, e não impede a continuidade da atividade laborativa. O contribuinte individual e o segurado facultativo não possuem direito ao benefício. CONCESSÃO Concedido ao segurado por acidente de qualquer natureza e imputado somente ao empregado, empregado doméstico, trabalhador avulso, segurado especial. Decorrente da consolidação de lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza resulte em sequela definitiva que implique em: (i)Redução da capacidade laborativa; ou que (II) Impossibilite o desempenho de atividade Não há período de carência para a concessão desse benefício! · No auxílio-doença, você precisa estar incapacitado de forma total e temporária para o trabalho, diferente do auxílio-acidente, em que você ainda consegue trabalhar, mesmo com a capacidade reduzida. · No caso do Auxílio-Doença, a doença que você possuir não precisará ter relação com o seu trabalho. Se você tiver algum câncer, por exemplo, e ele se tornar mais agressivo com o passar do tempo, o Auxílio-Doença será mantido. VALOR DO BENEFÍCIO · Corresponde a 50 % do salário benefício · Pode ser inferior ao salário mínimo. Quando cessa o benefício? · por aposentadoria ou óbito Enquanto houver incapacidade laboral, o segurado recebe o benefício – como o auxílio acidente. Todavia, ao readquirir a capacidade laborativa, cessa o benefício de benefício por incapacidade laborativa Quando passa a ser devido a previdência social? A parti da cessação do benefício. Se por acaso a previdência entender que não há sequela, deverá ajuizar uma ação judicial para comprovar a situação. CUMULAÇÃO É possível cumular os benefícios a serem recebidos, desde que, sejam distintos e decorrentes de eventos diferentes. Ex.: bancária que se envolve em uma lesão por esforço repetitivo (ler) em função do labor, doença que não possui cura e impede que esta exerça sua antiga função, podendo então ser reabilitada a outra função. Durante a demonstração dos sintomas, ela recebe auxílio doença, ao retornar a ter capacidade laboral parcial, passa a receber auxílio acidente em função das sequelas permanentes ocasionadas pela antiga atividade laboral. Como se trata de benefícios ocasionados pelo mesmo evento, esse não poderão ser recebidos ao mesmo tempo. Por um problema, ela retorna a sua antiga função, que faz com que sua lesão volte a incapacitar seu labor, dessarte, deixará de ser pago o auxílio acidente e voltará a receber o auxílio doença. Ex.: essa mesma bancária é atropelada ao sair do serviço e quebrou as duas pernas. Nesse caso, poderá receber o auxílio doença e o auxílio-acidente pelo atropelamento. O benefício será cumulável, pois os efeitos são distintos. OBS.: Com relação ao mesmo benefício, se no caso do acidente de carro resultar no encurtamento da perna, ela não poderá receber dois auxílios acidentes, mas escolher o de maior valor! A APOSENTADORIA de qualquer natureza não é cumulável com o auxílio acidente. Já com relação a pensão por morte é permitida. SALÁRIO FAMÍLIA - Constituição Federal: art. 201, inciso IV - Lei n.º 8.213/91: arts. 65 a 70. É o benefício devido ao segurado de baixa renda em razão do número de filhos ou equiparados de até 14 anos ou invadido de qualquer idade - Conceito dado pela emenda 19 na CF. · Renda necessária para ser caracterizado BAIXA RENDA: de 1.754,18 reais. Contudo, nem todos os segurados de baixa renda terão direito ao benefício, somente tem direito: · Segurado de baixa renda – segurado empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso. · Aposentadoria por idade ou por invalide; · aposentado por TC ou por atividades especiais - Por tempo de contribuição ou aposentado especial se (65 - homem e 60 - mulher) observações: No caso de filhos inválidos, são necessários que estes passem por uma pericia É necessário que em função dos filhos menores de 7 anos, deve apresentar carteira de vacinação anualmente. Se maior de 7 e menor de 14 deve ser apresentado o certificado de frequência na escola O salário família vai de acordo com o número de filhos que a pessoa possui, trata-se de um benefício cumulativo, ou seja, se tenho 2 filhos receberei 2 salários família. E se os dois pais são caracterizados como empregador, receberão ambos o benefício. QUEM EFETUA O PAGAMENTO? · O Empregador no caso do empregado e do empregado domestico Os empregados são obrigados a apresentar certos documentos para a aquisição do benefício. No caso dos empregados domésticos, esses documentos devem ser guardados por dez anos, sob pena de autuação fiscal. Todavia, há quem entenda que sejam 5 anos, e que em função disso, o estado não poderá efetuar nenhuma cobrança em função da prescrição tributária · No caso do trabalhador avulso quem efetuará o pagamento será o órgão gestor de mão de obra ou o sindicato da categoria se conciliados ao INSS. Caso o órgão de gestão ou o sindicato não tenham convênio com o INSS, o benefício será pago pelo próprio INSS CESSAÇÃO DO BENEFÍCIO · morte do filho · morte do segurado · se o segurado estiver desempregado · quando cessado o benefício de aposentadoria por invalidez. No caso de guarda unilateral, somente aquele que possui a guarda receberá o benefício · Esse benefício não possui período de CARÊNCIA SALÁRIO MATERNIDADE Constituição Federal: art. 201, inciso II. Lei n.º 8.213/91: arts. 71 a 73. · Parto, adoção, guarda para fins de adoção e aborto PRAZO · 120 dias – parto · 14 dias – aborto Esse prazo é uma presunção que tem como objetivo evitar eventual desgaste. PARTO: é todo o evento que ocorre após a vigésima terceira semana de gestação, enquanto os eventos anteriores, para fins previdenciários, são considerados como aborto. Todavia, se houver a concepção antecipada, ainda será considerado como parto; da mesma forma, se o feto nascer morto, também será considerado como parto. BENEFICIÁRIOS: todos os segurados e seguradas Segurado homem pode adotar ou obter guarda para fins de adoção FINALIDADE: impor a socialização da criança com a mãe. Dessarte, se o segurado voltar a trabalhar, o benefício é cessado CARÊNCIA · Para o seguradoempregado, empregado doméstico e trabalhador avulso – não existe período de carência. · Ao CI, SF, SESC, o período de carência é de 10 contribuições mensais - gestação possui 9 meses. Se a gestação for antecipada, o período de carência é exigido por um prazo menor e proporcional. Ex: gestação antecipada, no 8 mês - período de carência é de 9meses VALOR DO BENEFICIO · Ao segurado EMPREGADO e ao TRABALHADOR AVULSO: Corresponde a remuneração que ele auferiu antes da ocorrência do evento, sem submissão ao teto da previdência. (o valor do salário maternidade será equivalente ao salário que ela recebeu) REGRA: quando o salário for variável, faz-se a média das últimas seis remunerações e pode ultrapassar o teto da previdência social, limitado ao teto dos vencimentos dos ministros do STF · Valor para OUTROS SEGURADOS: se restringe ao teto da previdência Ex.: empregado doméstico recebe o valor da última remuneração que auferiu 1/12 da soma das últimas 12 remunerações não apuradas em prazo superior a 15 meses; ou seja, divide todas as contribuições, independente de quantas sejam, que efetuou em 15 meses por 12. Ex.: uma contribuição de 1000 e 200 em 15 meses= 3000/12 Se nos últimos 15 meses, tiverem 15 contribuições, eu devo somar os últimos 12 somente e dividir por 12. E se o segurado estiver desempregado? Utiliza-se a mesma base de cálculo PAGAMENTO Segurado empregado: quem paga é o empregador, e se beneficia das contribuições por ele devidas durante o benefício, recebendo a compensação por esse pagamento Outros segurados: quem paga é o INSS CESSAÇÃO · Ultrapassados os prazos 120 ou 14 dias OBS.: Esse período de 120 dia pode ser antecipado ou prorrogado ao final por mais duas semanas - 120 dias 28 dias antes e ... depois · óbito do segurado. Para fins da previdência, não importa se acriança nasce com ou sem vida – art. 71 B - O cônjuge sobrevivente deve ser empregado - Caso o filho vier a falecer ou for abandonado, o salário maternidade não é devido PAGAMENTO O salário maternidade residual, em função da morte, é calculado pelo valor que o cônjuge recebe. Essa determinação ocorreu em função de uma mudança recente, pois antes era contado pelo valor das contribuições desse cônjuge. O cônjuge tem direito a pensão por morte cumulável com o salário maternidade PARTO: 23º semana de gestação A gestante possui estabilidade desde o início da gestação, e mais 5 meses após o parto, segundo o art. 10 da ADCT. É necessário seu afastamento do das atividades laborais, independente da natureza do segurado CUMULAÇÃO Não é permitido o recebimento conjunto de salário-maternidade ou qualquer benefício por incapacidade (aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença, a teor do art.124, IV, da Lei n.º 8.213/91), sendo que na época de concessão do benefício for verificado que a segurada recebe auxílio-doença, este deverá ser suspenso na véspera do início do salário-maternidade. Além disso, é vedado o recebimento conjunto de salário-maternidade e seguro-desemprego ou dos benefícios de prestação continuada – PBC-LOAS. Ex.: pessoa engravida e descobre que está com gravidez de risco, nessa situação ela já está impossibilitada de trabalhar e deve ficar em repouso absoluto. Ela tem direito a qual benefício? Auxílio doença; Após o parto, se não houver antecipação em duas semanas, nos 120 dias subsequentes e em eventual prorrogação de duas semanas do benefício, ela receberá salário maternidade. Se após os 120 dias, ela entrar em depressão profunda, com a cessação do salário maternidade ela voltará a receber auxílio doença · Será devido, juntamente com a última parcela paga em cada exercício, o abono anual, proporcional ao período do benefício DECISÃO Estabelece que o salário maternidade deve durar por mais 120 dias se a pessoa não se recuperar, até o momento de sua ou da recuperação do recém-nascido. BENEFÍCIOS AOS DEPENDENTES - Art. 16 da lei 8.212/19 Esse benefício é extinto na classe em que foi concedido, não passando as demais classes, mesmo se existente. Ex.: João morre e deixa esposa, filho e mãe. Os benefícios serão concedidos a mãe a aos filhos, deixando a mãe de fora. Se e a mãe morre e deixa somente um filho, que perde o direito ao benefício quando completou 21 anos. A mãe de João não terá direito ao benefício. O BENEFÍCIO é rateado pelo número de pessoas na classe, tendo cada um, direito a receber parte do quinhão. HIPÓTESES: · pensão por morte Aos dependentes de qualquer segurado · auxílio reclusão apenas os dependentes de baixa renda OBS: aplica-se no que couber as regras de pensão por morte á reclusão PENSÃO POR MORTE ÓBITO Efetivo/Real: aquele que se comprova perante a autarquia federal e INSS por meio de uma CERTIDÃO. Presumido: · ausência – benefício a partir da declaração por juiz, requerida após 6 meses de ausência do segurado. · Acidente, desastre ou catástrofe - concedido desde a data do acidente se comprovado, por exemplo, por um B.O. Com o reaparecimento do ausente, o benefício é cessado, sem a necessidade de restituição, salvo comprovada sua má-fé. CARÊNCIA Não possui período de carência ÓBITO E PERDA DA QUALIDADE DE SEGURADO Ex.: dependente químico. Por estar em estado de incapacidade, deve ser concedido à família um benefício por incapacidade. De certo, se comprovada que durante a qualidade de segurado ele tinha direito ao benefício incapacidade, mas não usufrui desde por sua debilidade, antes de sua morte, a família terá direito ao benefício! VALOR DO BENEFÍCIO 50% + 10% por dependente até o limite de 100% do valor da aposentadoria que recebia ou da aposentadoria por invalidez que o segurado teria direito se vivo estivesse Cumulação Sim, se a pensão e a aposentadoria tiverem como base de cálculo o salário mínimo, contudo, em hipótese do valor do salário for maior, deverá ser aplicado o art. 24 EC 103/19 (Limite e aumento de pensão por morte c/ outros benefícios em que o pensionista seja titular). Exemplo: · aposentadoria 5.000,00 · pensão por morte: 6.200,00 X 60%= 3720,00 - Considerando o salário mínimo como 1.100,00, temos: - 3.720,00 – 3.300 (3 sm.) = 420 - 420,00 – 20%= 84 Reais. Art. 24. É vedada a acumulação de mais de uma pensão por morte deixada por cônjuge ou companheiro, no âmbito do mesmo regime de previdência social, ressalvadas as pensões do mesmo instituidor decorrentes do exercício de cargos acumuláveis na forma do art. 37 da Constituição Federal. § 2º Nas hipóteses das acumulações previstas no § 1º, é assegurada a percepção do valor integral do benefício mais vantajoso e de uma parte de cada um dos demais benefícios, apurada cumulativamente de acordo com as seguintes faixas: I - 60% (sessenta por cento) do valor que exceder 1 (um) salário-mínimo, até o limite de 2 (dois) salários-mínimos; II - 40% (quarenta por cento) do valor que exceder 2 (dois) salários-mínimos, até o limite de 3 (três) salários-mínimos; III - 20% (vinte por cento) do valor que exceder 3 (três) salários-mínimos, até o limite de 4 (quatro) salários-mínimos; e IV - 10% (dez por cento) do valor que exceder 4 (quatro) salários-mínimos. § 3º A aplicação do disposto no § 2º poderá ser revista a qualquer tempo, a pedido do interessado, em razão de alteração de algum dos benefícios. § 4º As restrições previstas neste artigo não serão aplicadas se o direito aos benefícios houver sido adquirido antes da data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional. § 5º As regras sobre acumulação previstas neste artigo e na legislação vigente na data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional poderão ser alteradas na forma do § 6º do art. 40 e do § 15 do art. 201 da Constituição Federal. INÍCIO DO BENEFÍCIO · 90 dias da data do óbito · 180 dias - pessoas com menores e incapazes É necessário: · Requerimento administrativo · Decisão judicial (morte presumida ou por ausência) · Acompanhamento do benefício e levantamento de prova a cada 6 meses DURAÇÃO Pais: recebem enquanto viverem Filhos e irmãos: 21 anos; se inválidos: enquanto permanecer a invalidez Cônjuges/companheiro/ex-cônjugec/ alimentos: Receberá por 4 MESES se o cônjuge/companheiro falecido tiver contribuído menos de 18 contribuições para o INSS ou o casal tiver menos de 2 anos de casamento ou união estável. Se não tiver um dos requisitos mencionados receberá apenas por 4 meses. Se o cônjuge/companheiro falecido contribuiu mais de 18 contribuições “e” se o casal tinha mais de 2 anos de casamento ou união estável receberá conforme a tabela abaixo: · Por 3 anos se a viúva(o) tiver menos de 21 anos de idade · Por 6 anos se a viúva(o) tiver de 21 a 26 anos de idade · Por 10 anos se a viúva(o) tiver de 27 a 29 anos de idade · Por 15 anos se a viúva(o) tiver de 30 a 40 anos de idade · Por 20 anos se a viúva(o) tiver de 41 a 43 anos de idade · VITALÍCIA se a viúva(o) tiver 44 anos de idade ou mais HABILITAÇÃO DOS HEREDEIROS A habilitação de herdeiros deve ser realizada nas seguintes situações: quando ocorre a morte do segurado, sem que o mesmo tenha recebido a concessão de seu benefício no mês do falecimento; ou do beneficiário no curso do processo de concessão de seu benefício previdenciário. RATEIO O benefício será dividido pelo numero de dependentes da mesma classe, utilizando a mesma base de cálculo. Se um dos dependentes, perderem essa qualidade, deverá ser calculado novamente segundo os dependentes inclusos no benefício. AUXÍLIO-RECLUSÃO: ART. 80 DA LEI 8.213/91 – EC 103/2019. É o benefício devido aos dependentes do segurado de BAIXA RENDA (R$ 1.754,18 – não é o valor da última remuneração que define se o segurado é de baixa renda ou não – o que se define é a média das últimas 12 contribuições do segurado) recolhido a prisão em REGIME FECHADO, mas mesmas condições da Pensão por Morte, desde que o segurado não esteja em gozo de (i) auxílio-doença, (ii) salário-maternidade, (iii) aposentadoria ou, ainda, (iv) não continue a receber remuneração da empresa que, porventura, mantinha vínculo. 1. Carência: 24 meses. 1. Valor: Salário-mínimo – valor fixo. 1. Aferição da renda do segurado: Média dos salários de contribuição apurados no período de 12 meses anteriores ao mês do recolhimento à prisão. 1. Concessão: Prova da Prisão – Certidão de Recolhimento elaborada pelo diretor do presídio. 1. Manutenção: Prova de permanência da prisão – deve ser levado ao INSS uma Declaração de Cárcere a cada 3 meses. 1. Cessação: Falecimento do segurado, fuga, liberdade condicional, progressão de regime, cumprimento/extinção da pena e não cumprimento dos requisitos de manutenção. 1. Fuga e Recaptura: Caso haja fuga e o indivíduo venha a ser capturado, será necessário analisar novamente suas condições – não continua – tem que ser verificado novamente os requisitos. APOSENTADORIA ESPECIAL: ARTS. 57 E 58 DA LEI 8.213/91 – EC 103/2019. É o benefício devido ao segurado14 que tenha trabalhado durante 15, 20 ou 25 anos, conforme o caso, em condições descritas pela lei como prejudiciais à saúde ou a integridade física do trabalhador. Atividade Especial + Idade: 15 anos + 55 anos de idade; 20 anos + 58 anos de idade; 25 anos + 60 anos de idade. ATIVIDADE ESPECIAL: Exposição a agentes agressivos (ex.: frentista de Posto de Gasolina), físicos, químicos (ex.: benzeno), biológicos (ex.: vírus e bactérias, como em hospitais, frigoríficos...), além dos limites de tolerância (mas quem estabelece isso? Os órgãos do Poder Executivo através de análises). · A exposição aos agentes deve ser permanente (essa é a que deve ser apontada). · Não ocasional, nem intermitente – qual a diferença: Intermitente é o que pode acontecer, é o que se espera (essa pode até ser aceita); Ocasional: Ocasional é o que não se espera, não está “previsto”. · Relação de agentes nocivos estão no Anexo IV do Decreto 3048/99. 0. Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP): · 1º: Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) – é um estudo completo/amplo do ambiente laboral do indivíduo. Quem realiza o LTCAT? Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho. · 2º: Após a elaboração do LTCAT, é elaborado o PPP, que é um resumo/certidão resumida do LTCAT voltado ao trabalhador. É com este PPP que se prova a ultrapassagem dos limites de tolerância! Mas e se a empresa não fez? Informar ao Magistrado tal situação e requerer a perícia judicial, pois deve haver prova para a concessão da Aposentadoria Especial! Equipamentos? CONCESSÃO: A partir da EC 103/2019... Tempo de Atividade Especial + Idade: ATIVIDADE IDADE 15 anos 55 anos 20 anos 58 anos 25 anos 60 anos Período de Carência: 180 meses. Antes da EC 103/2019: Não havia idade mínima – há recurso quanto a alteração trazida pela EC. Tempo Especial: 15 anos, 20 anos e 25 anos. Regra de Transição: Art. 21 da EC 103/2019 – Soma de idade + Tempo de Contribuição. 66 pontos + 15 anos. 76 pontos + 20 anos. 86 pontos + 25 anos. O que são os pontos? É a somatória do tempo trabalhado e da idade do indivíduo. Renda: Após a EC 103/2019. · 60% do salário-benefício + 2% (2x) a cada grupo de 12 contribuições que excederem ao tempo previsto. · Atividades de 20 e 25 anos – que exceder a 20 anos. · Atividade de 15 anos – que exceder a 15 anos. Trabalho em Atividades Especiais: A Aposentadoria Especial não permite que o indivíduo que a recebeu continue/retorne ao labor que continha/contém agentes nocivos! · Quando passa a ser devido: · 90 dias. · Requerimento. 10/05/2023 continuação de Aposentadoria Especial... 1. Conversão de Tempo: a) De tempo especial para tempo especial: b) De tempo especial para tempo comum: · Cada tipo de atividade especial tem sua respectiva idade para dar direito a aposentadoria, por isso que é preciso verificar o tipo de atividade especial e qual é esta idade, para que só assim faça a multiplicação. · Conversão possível em relação a períodos até 13/11/2019 (EC 103/2019). · Não se converte tempo comum em tempo especial! APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO E IDADE Não há mais somente aposentadoria por tempo de contribuição e nem somente aposentadoria por idade, agora devem ser vistos e analisados em conjunto! a) Idade: b) Carência: 180 contribuições. c) Tempo de Contribuição: · Filiados antes da EC 103/2019/2019: 15 anos. · Filiados a partir da EC 103/2019: · H.R, M.R. e M.U: 15 anos. · H.U: 20 anos. Obs.: H.R: Homem Rural – H.U: Homem Urbano. Obs.: M.R: Mulher Rural – M.U: Mulher Urbana. O que é tempo de contribuição? É o tempo de serviço em que o indivíduo pode ou não ter tido contribuição. Período de roça não é computado para período de carência, mas é computado para tempo de contribuição, assim como o Período em que serviu ao “Tiro de Guerra”. Art. 3º, §§1º e 2º da Lei 10.666/2003: Direito a Aposentadoria mesmo se perder a qualidade de segurado. RENDA: · 60% + 2% do Salário Benefício. · 2% a cada grupo de 12 contribuições mensais que exceder: 15 anos ou 20 anos. Devido: · Se requerer em até 90 dias da data do despedimento, ele vai receber desde a data do despedimento. Deixando transcorrer os 30 dias, receberá a partir da data do requerimento Aposentadoria por Idade Híbrido: · Período Rural e Período Urbano – art. 48 da Lei 8.213/91. Tempo de contribuição: tempo de serviço, o qual pode ter havido contribuição ou não., esse tempo não é computado para fins de carência, mas de contribuição. Ex.: tempo de roça – não contribuíam, apenas trabalhavam; serviço militar obrigatório - tiro de guerra... Tempo de carência é a aquele realizado a partir de contribuições efetivas, não se computa portanto, o acréscimo. Art. 3º da lei 10.666/03, §§ 1º e 2º A mulher que decide sair da empresa que trabalhou por 10 anos, passados muitos anos, quando tiver oitenta anos, ela terá direito ao benefício, mesmo que não tenha efetuado Segurado especial -> o valor do benefício sempre será o salário mínimo ***Aposentadoria e seguro desemprego não são cumuláveis APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO a) Tempo de contribuição e idade REQUISITO: Homem 35 a + 65 a Mulher 30 a + 62 a Professor 30 a + 60 a Professora 25 a + 57 a - Oprofessor precisa necessariamente dar aula nos ensinos infantis, fundamentais e médios, em função da dependência do discentes a essa classe profissionalizante e a do estresse de exercer uma autoridade máxima. PERIODO DE CARÊNCIA 180 contribuições mensais REGRAS DE TRANSIÇÃO a) Art. 15 do EC 103/2019 - Sistemas de pontos - Soma da idade + tempo de contribuição H (35 a ou 30 a) M (30 a ou 25 a) Em 2023: Homem 100 35 anos de contribuição + 62 anos Mulher 90 33 anos de contribuição + 57 anos Professor 95 34 anos de contribuição + 61 anos Professora 85 29 ““” +56 anos Em 2024 Homem: 101 Mulher: 91 Professor: 95 Professora: 86 REGRA DE TRANSIÇÃO · Aposentadoria e tempo de contribuição por idade Tem aplicabilidade para as pessoas que eram segurados antes da emenda 103 a) Art. do EC 103/2019 Sistema de pontos (idade +T.C) H. 35 T.C Prof. 30 TC M. 30 T.C Prof. A 25 TC Ano Homem Mulher Prof. Prof. A 2023 100 90 95 90 2024 101 91 96 86 Ex.: se uma mulher tiver 60 anos + 30 – se aplica a regra geral. Mesmo que sua idade inferior, mas ao total, somada a sua idade obtiver mais de 90 anos, o benefício se aplicará. RENDA Trata-se da regra estabelecida pela aposentadoria pela 60 % +2 % a cada grupo de contribuições que exceder a: - 15 anos de TC, se HR, MR MU - 20 anos “””HU b) Art. 16 EC 103/19 (idade mínima + TC) h. 35 TC prof. 30 TC m. 30 TC profa. 25 TC aqui só se leva em consideração a idade da pessoa! IDADE - 2023 H – 63 M – 58 Prof. – 57 Prof. A – 53 Em 2024: essa regra acrescentará 6 meses RENDA Trata-se da regra estabelecida pela aposentadoria pela 60 % (parcela fixa do salário) +2 % a cada grupo de contribuições que exceder a: - 15 anos de TC, se HR, MR MU - 20 anos “””HU Esses percentuais incidem sobre o salário de benefício – art. 23 da EC/19 c) Art. 20 do EC 103/19 Requisitos: (i) idade mínima; (ii) tempo de contribuição; (iii) relógio H 60 + 35 + 100% do tempo faltante na M 57 30 data da pub da EC 103/19 PROF. 55 30 PROF. A 52 25 Antes da EC 103 não havia idade mínima, ou seja, bastava o tempo de contribuição. EX.: se ele tinha, em 2019, então 31,5 de TC; com a idade de 53 anos, faltaria apenas 3,5 anos (Tempo de contribuição faltante). Para cumprir esse pedágio seria necessário trabalhar 100% daquilo que está faltando, ou seja, dobrar o tempo faltante para atingir essa meta (devo trabalhar 7 anos completos para preencher o tempo de contribuição) No caso eu deveria trabalhar 38, 5 anos, que só seriam atingidos em 2026 Essa regra se aplica somente as pessoas que estão próximas de se aposentar antes da emenda 103/19.; DEVIDO Regra específica do desempregado: · Se o sujeito DESEMPREGADO requerer em até 90 da data do desligamento com o trabalho, ele receberá desde a data do desligamento · Ultrapassando-se a data do desligamento, será a data que requisitou pedido Todos os outros segurados: a partir da data de requerimento Se o segurado iniciar uma atividade laboral mesmo aposentado (com base no princípio da solidariedade), ele deverá contribuir com a previdência, e ainda não terá direito a uma segunda aposentadoria por essa atividade, uma vez que, trata-se de um ato jurídico perfeito Aposentado que volta trabalhar tem direito ao beneficio de salario família e ao salario maternidade (obs.: esses salários são cumulativos) ABONO ANUAL É o benefício devido ao segurado ou ao dependente, concedido uma vez por ano como gratificação natalina, que recebeu auxílio-doença, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte, auxílio reclusão (art. 40 da Lei n.º 8.213/91) ou salário maternidade (art. 93, §6º, do Decreto 3.048/99) e terá como base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano. 13º do aposentado, devido apenas aqueles benefícios que tem por fim a substituição da remuneração do trabalhador pago no final do ano, ou antecipado, a depender da folga orçamentaria · O salário família e o loas do deficiente não possui beneficio · Com relação ao salário maternidade é pago ao final do ano, correspondente a 4/12 avos como verba na última mensalidade · Tosos os segurados em gozo de beneficio recebem o abono anual, independente de ser autônomo ou facultativo 24/05/2023 · Regras Gerais: · Cumulação de Benefícios: · Art. 124; Obs.: O abono permanência, previsto no inciso III, não existe mais. Obs.: No caso de não haver possibilidade de se cumular o benefício, é possível escolher o de maior valor. Obs.: É possível a pessoa se casar novamente e não perder a pensão por morte prevista no inciso VI. Obs.: Está vedação prevista no inciso IV é referente a pensão oriunda de cônjuge – pode haver cumulação entre pensão recebida por cônjuge e pensão recebida por filho! Obs.: LOAS não é cumulável com qualquer outro benefício. · Art. 86, §§1º e 2º. · Prescrição e Decadência: O prazo de DECADÊNCIA para a Previdência Social (INSS) anular (quando o ato é praticado com ofensa a lei) os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os seus beneficiários (segurados e dependentes do segurado) é de DEZ anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. No caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo decadencial contar-se-á da percepção do primeiro pagamento. Considera-se exercício do direito de anular qualquer medida de autoridade administrativa que importe impugnação à validade do ato · Art. 103. Inciso I, ex.: Comecei a receber em maio, começa a contar o prazo decadencial em 01 de junho. Inciso II: Antes as pessoas eram notificadas por meio de AR, e a partir de então, dava-se início ao prazo decadencial. · Art. 103-A. · Contagem Recíproca: · Art. 94 a 99 da Lei 8.213/91. Obs.: É possível averbar os períodos de regime próprio ao regime geral? Depende – o regime geral só aceita o tempo trabalhado no regime próprio se o regime próprio aceita o tempo trabalhado no regime geral. - É necessário haver a Certidão de Tempo de Contribuição – CTC. image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png