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A Arte e Cultura na época do Absolutismo Como que os reis usavam a arte pra mostrar poder? Cara, é impressionante como os reis absolutistas tipo o Luís XIV eram super ligados em arte! Eles gastavam uma grana absurda financiando artistas e mandando construir palácios gigantescos - tudo pra mostrar que eles eram o máximo, sabe? Os pintores famosos da época, principalmente o Charles Le Brun (que era tipo o artista queridinho do rei), faziam uns retratos mega maneiros onde o rei aparecia quase como se fosse um deus. Todo retrato real tinha que ter aquelas coisas básicas: coroa, cetro e aquele manto chiquérrimo de arminho, além de várias referências mitológicas que deixava o rei parecendo um super-herói da época! O que o absolutismo mudou na arquitetura? Nossa, o absolutismo revolucionou a arquitetura de um jeito que você nem imagina! Os reis mandaram construir uns palácios que era de deixar qualquer um de queixo caído. O mais doido de todos foi Versalhes - aquele palácio eram gigante, com uns números que até assusta: 700 quartos, mais de mil lareiras e 67 escadas! E os jardins? Meu, que coisa mais linda! Foram feito por um cara chamado André Le Nôtre, que transformou tudo em formas geométricas perfeitas. A ideia era mostrar que os homens dominava a natureza, assim como o rei dominavam o reino (profundo, né?). Depois disso, todo mundo na Europa quis copiar - tipo os austríacos com Schönbrunn e os espanhóis com o Palácio Real de Madrid. E o teatro e a música da época? Mano, as artes cênicas bombou muito durante o absolutismo! As festas na corte era um absurdo de grandiosas, com muito teatro e ópera rolando direto. Tinha um compositor, o Jean-Baptiste Lully, que praticamente inventou um estilo novo de ópera francesa - misturava música, dança e drama de um jeito super inovador. O mais engraçado é que o próprio rei Luís XIV adorava entrar na dança, literalmente! Ele dançava nos balés da corte e tudo mais. Os teatros dos palácios viraram tipo um laboratório de arte, onde caras geniais tipo o Molière apresentavam suas peças. E olha que legal: ao mesmo tempo que eles elogiavam o rei nas apresentações, davam um jeito de zoar a sociedade da corte também. Era tipo uma rede social da época - todo mundo ia pra ver e ser visto, cada um no seu lugar certinho, seguindo aquela hierarquia toda pomposa!