Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Telefone: 3891-7205 
Email: ccih@hce.eb.mil.br CCIH HCE 
ROTINA PARA TROCA E 
REPROCESSAMENTO DE 
ARTIGOS HOSPITALARES 
(2024) 
 
www.hce.eb.mil.br 
2 
Rotina para troca e reprocessamento de artigos 
hospitalares 
 
Organização e coordenação 
 
Editado Rodrigo Fernandes de Freitas – Cap Med 
Revisado Caroline Campos Santos Duarte – 1° Ten OTT Enf 
Data 20/01/2024 
Próxima revisão 20/01/2026 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
3 
Sumário 
Introdução 
Indicação 
Definições gerais 
Artigos hospitalares reprocessáveis 
Artigos hospitalares não reprocessáveis 
Procedimento para limpeza de almotolias não descartáveis 
Referências 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
4 
Introdução 
A limpeza, desinfecção e esterilização dos diversos artigos hospitalares 
são de suma importância para a prevenção das infecções hospitalares 
relacionadas ao seu uso. Com o intuito de padronizar tais práticas no âmbito 
das unidades militares de saúde, em conformidade com as disposições da 
RDC 15, de março de 2012 da ANVISA, classificamos os diferentes tipos de 
materiais conforme sua finalidade, apresentando-os em tabelas para facilitar 
a consulta sobre a frequência e a metodologia de reprocessamento a ser 
adotada. 
Definições gerais 
Com a finalidade de unificar o entendimento acerca de determinadas 
terminologias, segue abaixo as seguintes definições (Couto R, 2009, p195): 
▪ Antisséptico: Germicida químico para uso em tecidos orgânicos, não 
devendo ser usados em superfícies inanimadas. 
▪ Desinfecção de alto nível: Processo físico ou químico que destrói a 
maioria dos microrganismos de artigos semicríticos, inclusive 
micobactérias e fungos, exceto um número elevado de esporos 
bacterianos. 
▪ Desinfecção de nível intermediário: Processo físico ou químico que 
destrói microrganismos patogênicos na forma vegetativa, micobactérias, 
a maioria dos vírus e dos fungos, de objetos inanimados e superfícies. 
▪ Desinfetante: Germicida que inativa todos os microrganismos, exceto 
esporos. 
▪ Detergentes: Produto destinado a limpeza de artigos e superfícies por 
meio da diminuição da tensão superficial, composto por grupo de 
substâncias sintéticas, orgânicas, líquidas ou pós-solúveis em água que 
contêm agentes umectantes e emulsificantes que suspendem a sujidade 
e evitam a formação de compostos insolúveis ou espuma no instrumento 
ou na superfície. 
 
www.hce.eb.mil.br 
5 
▪ Esterilização: Destruição ou eliminação completa de todas as formas de 
vida microbiana. 
▪ Germicida: Agente que destrói microrganismos. 
▪ Limpeza: remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas, redução da 
carga microbiana presente nos produtos para saúde, utilizando água, 
detergentes, produtos e acessórios de limpeza, por meio de ação 
mecânica (manual ou automatizada), atuando em superfícies internas 
(lúmen) e externas, de forma a tornar o produto seguro para manuseio e 
preparado para desinfecção ou esterilização. 
▪ Pré-limpeza: remoção da sujidade visível presente nos produtos para 
saúde. 
▪ Produtos para saúde críticos: são produtos para a saúde utilizados em 
procedimentos invasivos com penetração de pele e mucosas 
adjacentes, tecidos subepteliais, e sistema vascular, incluindo também 
todos os produtos para saúde que estejam diretamente conectados com 
esses sistemas. 
▪ Produtos para saúde semicríticos: produtos que entram em contato com 
pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas. 
▪ Produtos para saúde não-críticos: produtos que entram em contato com 
pele íntegra ou não entram em contato com o paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
6 
Artigos hospitalares reprocessáveis 
Tabela 1: Dispositivos respiratórios. 
DISPOSITIVOS RESPIRATÓRIOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. METODOLOGIA DO 
PROCESSAMENTO. 
Ambu. 
 
Uso individual. Troca entre pacientes 
nos casos de alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Máscara de Hudson / 
Venturi / CPAP. 
Uso individual. Troca entre pacientes 
nos casos de alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Circuito do ventilador. 
 
Uso individual. Troca entre pacientes 
nos casos de alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Filtros internos do 
respirador. 
 
Consultar manual do aparelho. Se filtro reutilizável, enviar à 
CME para autoclavar. 
Umidificador do 
respirador. 
 
Uso individual. Troca entre pacientes 
nos casos de alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Macronebulizador e 
circuito acessório. 
Uso individual. Troca entre pacientes 
nos casos de alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
7 
Tabela 2: Dispositivos respiratórios (continuação). 
DISPOSITIVOS RESPIRATÓRIOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. METODOLOGIA DO 
PROCESSAMENTO. 
Micronebulizador de 
mão. 
 
Uso individual. Troca entre 
pacientes nos casos de alta ou 
precocemente, nos casos de 
sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para desinfecção 
de alto nível. 
Frascos de 
aspiração de vidro. 
 
Uso individual. Troca entre 
pacientes nos casos de alta. 
Esvaziar a cada 24 horas ou quando 
atingir 2/3 de sua capacidade e 
higienizar com água e sabão. Após 
alta do paciente, direcionar à CME 
para desinfecção de alto nível. 
Extensor de silicone 
ou látex para 
oxigenação ou 
aspiração. 
Trocar a cada 24 horas ou em 
período inferior caso haja 
presença de sujidade grosseira. 
Quando não descartáveis, realizar 
pré-limpeza com detergente 
enzimático no expurgo, encaminhar 
ao DML para revisão e secagem e 
por fim direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Cânulas de 
traqueostomia 
metálicas. 
Sem troca rotineira estabelecida. Efetuar a limpeza da subcânula com 
água destilada quando necessário. 
Após a retirada da cânula do 
paciente, direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Material de 
ventilação não 
invasiva. 
Composto por máscara, fixador 
da máscara, traqueia e válvula 
exalatória (bipap) ou circuito 
(ventilador). Uso individual. Troca 
quando paciente receber alta, não 
mais necessitar de VNI ou em 
caso de sujidade visível. 
Direcionar à CME para desinfecção 
de alto nível. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
8 
Tabela 3: Dispositivos respiratórios (continuação). 
DISPOSITIVOS RESPIRATÓRIOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. METODOLOGIA DO PROCESSAMENTO. 
Máscara de 
nebulização. 
 
Uso individual. Troca entre 
pacientes nos casos de 
alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade 
macroscópica. 
Direcionar à CME para desinfecção de alto 
nível. 
Ventilômetro e suas 
conexões. 
 
Realizar imediatamente 
após sua utilização. 
Realizar higienização com solução 
alcoólica 70% 3 vezes. 
Lâmina, cabo de 
laringoscópio e guia 
metálico de 
entubação. 
Realizar imediatamente 
após sua utilização. 
Realizar a limpeza do cabo com compressa 
úmida em água e sabão. Já a lâmina, lavar 
com água corrente e sabão e depois secar. 
Após este processo, realizar a higienização 
com solução alcoólica 70% 3 vezes. 
Para o Guia metálico, direcionar à CME 
para desinfecção de alto nível. 
Conexões para TOT. 
 
Uso individual. Troca entre 
pacientes nos casos de 
alta ou precocemente, nos 
casos de sujidade 
macroscópica. 
Direcionar à CME para desinfecção de alto 
nível. 
 
Tabela 4: Dispositivos respiratórios (continuação). 
DISPOSITIVOS RESPIRATÓRIOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. METODOLOGIA DO 
PROCESSAMENTO. 
Cufômetro. 
 
Realizar imediatamente após sua utilização. Realizar higienização com 
solução alcoólica 70%3 vezes. 
Cânula 
nasofaríngea. 
 
Uso individual. Troca entre pacientes nos 
casos de alta ou precocemente, nos casos 
de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
Válvulas Spring 
Load. 
 
Uso individual. Troca entre pacientes nos 
casos de alta ou precocemente, nos casos 
de sujidade macroscópica. 
Direcionar à CME para 
desinfecção de alto nível. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
9 
Tabela 5: Dispositivos diversos. 
DISPOSITIVOS DIVERSOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. METODOLOGIA DO 
PROCESSAMENTO. 
Termômetro. 
 
Uso individual em 
pacientes com precaução 
estabelecida. 
Desinfecção de nível intermediário com 
solução alcoólica 70% 3 vezes, após o uso 
no paciente. 
Estetoscópio. 
 
Uso individual em 
pacientes com precaução 
estabelecida. 
Desinfecção de nível intermediário com 
solução alcoólica 70% 3 vezes, após o uso 
no paciente. 
Esfignomanômetro. 
 
Uso individual em 
pacientes com precaução 
estabelecida. 
Desinfecção de nível intermediário com 
solução alcoólica 70% 3 vezes, após o uso 
no paciente. 
Espéculo vaginal 
reutilizável. 
Uso individual em 
pacientes com precaução 
estabelecida. 
Desinfecção de nível intermediário com 
solução alcoólica 70% 3 vezes, após o uso 
no paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
10 
Artigos hospitalares não reprocessáveis 
Tabela 6: Dispositivos respiratórios. 
DISPOSITIVOS RESPIRATÓRIOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. 
Sistema fechado de aspiração 
(Trach-care). 
Trocar a cada 96 horas ou em caso de mau 
funcionamento. 
Filtro higroscópico. 
 
Trocar na presença de sujidade ou umidade que 
comprometa a função. 
Cânulas de guedel. 
 
Uso individual, não reprocessável. Descartar após alta do 
paciente. 
 
Tabela 7: Dispositivos vasculares. 
DISPOSITIVOS VASCULARES 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. 
Cateter vascular 
central. 
 
Sem retirada estabelecida pela literatura. Retirar em caso de hiperemia ou 
pus no local de inserção, febre sem foco definido ou exteriorização. 
Cateter vascular 
periférico. 
 
Trocar a cada 96 horas, ou antes, caso apresente sinais de flebite ou 
infiltração. Exceção para o serviço de pediatria/neonatal ou nos casos de 
idosos de difícil acesso periférico. Estes casos, avaliar o acesso 
diariamente. 
Cateter umbilical 
venoso. 
 
Remover em no máximo 7 dias, ou em prazo inferior, na vigência de 
complicações mecânicas. Importante não reposicionar o cateter em caso 
de remoção acidental ou, utilizar o mesmo sítio de inserção, para um outro 
cateter. 
Cateter umbilical 
arterial. 
 
Remover em no máximo 5 dias, ou em prazo inferior, na vigência de 
complicações mecânicas. Importante não reposicionar o cateter em caso 
de remoção acidental ou, utilizar o mesmo sítio de inserção, para um outro 
cateter. 
Cateter arterial 
periférico. 
 
Não existe período de troca pré-estabelecido. 
Cateter de Swan 
Ganz. 
 
Não existe período de troca pré-estabelecido. 
Cateter Balão Intra-
aórtico. 
 
Não existe período de troca pré-estabelecido. 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
11 
Tabela 8: Dispositivos vasculares (continuação). 
DISPOSITIVOS VASCULARES 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. 
Circuito de Monitorização Hemodinâmica. Troca a cada 96 horas. 
Equipo de Infusão Venosa. 
 
Troca a cada 96 horas se de infusão contínua e a 
cada 24 horas, se infusão intermitente. Se em uso 
para infusão lipídica, como propofol, trocar a cada 6 
– 12 horas, conforme orientação do fabricante. 
Equipo de infusão venosa para dripping 
de insulina. 
Troca a cada 24 horas. 
Equipo de microgotas – Bureta. 
 
Troca a cada 24 horas. 
Equipo de Infusão de NPT. 
 
Troca a cada bolsa. A via de administração da NPT 
deverá ser exclusiva. 
Equipo para Transfusão de 
Hemoderivados. 
Trocar a cada etapa. O tempo de infusão não poderá 
exceder 4 horas. Exceção para transfusão de 
plaquetas ou criopecipitados, onde será utilizado um 
único equipo para cada 10 bolsas. 
Manyfold (Discofix®). 
 
Troca a cada 96 horas. 
Tree way (Torneirinha). 
 
Troca a cada 96 horas. 
Soro para diluição de medicamentos. Trocar a cada 12 horas. 
Polifix. 
 
Trocar a cada 96 horas, ou antes em caso de 
sujidade visível. 
Tabela 9: Dispositivos diversos 
DISPOSITIVOS DIVERSOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. 
Cateter de Tenkoff. 
 
Sem rotina de troca estabelecida. Trocar em caso de 
obstrução, mal funcionamento ou peritonite. 
Cateter de Gastrostomia. 
 
Sem rotina de troca estabelecida. Avaliar troca em caso de 
vazamento ou obstrução. 
Cateter Nasogástrico/ 
Nasoentérico. 
Sem rotina de troca estabelecida. Avaliar troca em caso de 
obstrução ou deslocamento distal. Avaliar o aspecto do 
cateter diariamente. 
Cateter Vesical de demora e 
sistema de drenagem urinária. 
Sem há prazo de troca estabelecido na literatura. Trocar em 
caso de obstrução da sonda ou danos no circuito de 
drenagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
12 
Tabela 10: Curativos 
DISPOSITIVOS DIVERSOS 
EQUIPAMENTO. FREQUÊNCIA. 
Curativo/cobertura de 
cateter 
venoso periférico 
Uso individual. 
 
Cobertura com gaze estéril e micropore/esparadrapo: recomendado 
SOMENTE para cateter de permanência menor que 48h; 
 
Cobertura transparente semipermeável estéril: sem rotina de troca pré-
programada. 
 
Qualquer tipo de cobertura deve ser trocado imediatamente, independente 
do prazo, se estiver suja, solta ou úmida. 
Curativo/cobertura de 
cateter 
venoso periférico 
 
Uso individual. 
 
Cobertura com gaze estéril e fita estéril: a cada 48h; 
 
Cobertura transparente semipermeável estéril: a cada 7 dias. 
 
Qualquer tipo de cobertura deve ser trocado imediatamente, independente 
do prazo, se estiver suja, solta ou úmida 
 
Observações: 
• Não esquecer de colocar no rótulo do frasco contendo o infusado, 
informações em letra legível, contendo a identificação do paciente, data 
da administração, bem como nome e posologia da droga a ser infundida. 
• Não esquecer ainda de datar os equipos em utilização, evitando assim 
uso por período inadequado. 
• Não esquecer ainda que a troca dos equipos e dispositivos 
complementares, mesmo estando dentro de seu prazo de utilização, 
deverão ser trocados, sempre que os cateteres venosos, sejam 
periféricos ou centrais, forem trocados. 
• Utilizar sempre capa protetora estéril (hub) de uso único, caso haja 
necessidade de desconexão do equipo ou dos conectores de múltiplas 
vias (ex.:polifix). Importante ressaltar que o uso do polifix encontra-se 
restrito a situações especiais, devendo não ser estimulado seu uso 
rotineiro, dado que pode vir a contribuir para o aumento de infecções 
relacionadas à assistência à saúde. 
 
www.hce.eb.mil.br 
13 
Procedimento para limpeza de almotolias não 
descartáveis 
O procedimento abaixo deverá ser executado sempre que houver 
irregularidade no fornecimento de almotolias descartáveis, por parte da 
farmácia. A responsabilidade quanto à organização para a correta execução 
deverá ser do coordenador da equipe de enfermagem de cada setor. 
Cabe ressaltar que tal procedimento deverá ser executado semanalmente 
e, o executante, deverá respeitar o uso dos equipamentos de proteção 
individual (EPIs), tais como: óculos, máscara cirúrgica, luvas de borracha e 
avental impermeável. 
 
Descrição do procedimento 
▪ Separação do material: EPI, Solução composta por água e detergente 
neutro, esponja macia, escova tipo mamadeira, jarra graduada, 
hipoclorito de sódio a 1%, recipiente opaco com tampa e compressas ou 
panos secos; 
▪ Esvaziar as almotolias, desprezando a solução na pia; 
▪ Lavar externamente, incluindo a tampa, com solução de água e 
detergente usando a esponja de limpeza; 
▪ Usar o mesmo processo internamente utilizando a escova de 
mamadeira; 
▪ Enxaguar abundantemente por dentro e por fora em água corrente; 
▪ Colocar as almotolias e tampas para escorrer sobre o pano limpo e seco,até secarem completamente; 
▪ Imergir todas as peças em solução de hipoclorito a 1% por 30 minutos 
em recipiente opaco e com tampa; 
▪ Retirar as peças da solução com luvas de procedimento e/ou pinça 
longa; 
▪ Enxaguar as peças rigorosamente em água corrente; 
▪ Deixar escorrer sobre pano limpo e seco; 
 
www.hce.eb.mil.br 
14 
▪ Guardar em recipiente com tampa ou reabastecer para uso; 
▪ Desprezar a solução de hipoclorito a cada 24 horas, enxaguar e secar o 
recipiente; 
▪ Manter área limpa e organizada. 
 
Observações: 
A quantidade de solução colocada nas almotolias deve ser suficiente 
apenas para uso semanal. Nunca reabastecer as almotolias sem limpeza e 
desinfecção prévia. 
Ao abastecer para colocar as almotolias em uso, rotular com nome do 
produto, data da realização do procedimento de enchimento, data do 
vencimento da solução (sete dias) e nome do responsável. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
www.hce.eb.mil.br 
15 
Referências 
Agência Nacional de vigilância Sanitária. Portaria nº 2043, de 12 de dezembro 
de 1994. 
 
Agência Nacional de vigilância Sanitária. RDC nº 306, de Gerenciamento de 
Resíduos de serviços de saúde, de 07 de dezembro de 2004. 
 
Agência Nacional de vigilância Sanitária. RDC nº 15, Processamento de 
produtos para saúde, de 19 de março de 2012. 
 
Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de prevenção de infecção 
relacionada à assistência à saúde. 2ª edição, 2017. 
 
Corrêa, Adenilde Andrade da Silva. Precauções e isolamento. 2ª edição 
Revisada e ampliada, APECIH 2012. 
 
Couto R. Infecção relacionada à assistência e outras complicações não 
infecciosas. Terceira edição, Medbook 2012. 
 
Couto R. Infecção Hospitalar e Outras Complicações não infecciosas da 
Doença. 4ª edição, Guanabara Koogan 2009.

Mais conteúdos dessa disciplina