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DIREITO EMPRESARIAL III
UNIDADE III 
DECLARAÇÕES CAMBIÁRIAS –
AVAL
 Prof. Msc. FRANCIVALDO DE SOUZA LIMA
1
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
 Entende-se por Aval a obrigação cambiária
assumida por alguém no intuito de garantir o
pagamento da Letra de Câmbio nas mesmas
condições de um outro obrigado.
 É uma garantia especial, que reforça o pagamento
da letra, podendo ser prestada por um estranho ou
mesmo por quem já se haja anteriormente obrigado
no título.
 A pessoa que dá tal garantia tem o nome de avalista
e aquela a quem ele se equipara, e por intermédio
da qual é assumida a obrigação de pagar o título,
denomina-se Avalizado. 2
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
 Para assumir tal obrigação o avalista necessita ser
capaz, como, aliás, deve acontecer com todos
quantos se obrigam cambialmente.
 Aval é a garantia pessoal de dívida (pagamento),
de que a obrigação constante do título de crédito
será paga por um terceiro ou por um dos
signatários (muitas vezes o endossante ou o
próprio sacador avalizam o título), prestada
mediante assinatura do avalista no anverso do
próprio título ou em folha anexa.
3
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
 Aval é o ato cambiário pelo qual uma pessoa
(Avalista) se compromete a pagar o título de
crédito, nas mesmas condições que um devedor
desse título (avalizado).
 Usualmente, o Avalista garante todo o valor do
título, mas a lei admite o aval parcial – art. 30,
LUG.
O Avalizado será sempre um devedor da letra de
câmbio - sacador, aceitante ou endossante.
4
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
O art. 14, do Dec. 2.044/08 autoriza o Aval
antecipado, dado antes do aceite ou do endosso.
 No caso, o Tomador que não conhece o sacado,
ou tem dúvidas sobre a aceitação do título, pode
exigir que o Sacador, antes de lhe entregar a
Letra, encontre quem esteja disposto a garantir o
seu pagamento, como avalista do devedor
principal.
 São características do Aval: Autonomia e
Equivalência.
5
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
O Avalista assume, perante o credor do título,
uma obrigação autônoma, mas equivalente à do
Avalizado.
 Em relação à autonomia, a existência, validade e
eficácia do Aval não estão condicionadas à da
obrigação avalizada.
Quanto à equivalência, significa que o Avalista é
devedor do título “namesma maneira que a pessoa
por ele afiançada” – art. 32, LUG.
6
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
 Não quer a equivalência dizer que há absoluta
identidade de condições entre a obrigação do
Avalista e do Avalizado, mas que são iguais as
maneiras de o Avalista e o Avalizado responderem
pelo título, estabelecendo uma cadeia de regresso.
 Todos os que podem exercer o seu direito de
crédito contra determinado devedor do título,
também podem fazê-lo contra o Avalista dele.
 Assim, como todos os que podem ser acionados por
determinado devedor, em regresso, também o
podem ser pelo respectivo Avalista.
 7
AVAL DA LETRA DE CÂMBIO
 Da equivalência decorrem definições de
anterioridade ou posteridade, na cadeia de regresso.
O local típico do Aval é o anverso do título,
podendo ser no verso, caso contenha a expressão por
Aval ou equivalente.
Quando o Avalista não define o devedor em favor
de quem está prestando a garantia, cabe à lei definir.
 No caso da Letra de Câmbio, o Avalizado no Aval
em branco é o Sacador – art. 31, LUG.
8
AVAIS SIMULTÂNEOS E SUCESSIVOS
O Devedor Cambial pode ter sua obrigação
garantida por mais de um Avalista.
 É hipótese de Avais Simultâneos ou Co-Avais.
 Se o anverso da Letra de Câmbio apresenta, além
da assinatura do Sacador e do Aceitante, também
a de outras pessoas, define-se que essas praticaram
aval em branco.
 Pode ocorrer também de haver mais de um Aval
em preto, em favor do mesmo avalizado.
9
AVAIS SIMULTÂNEOS E SUCESSIVOS
 Nesses casos, os Avalistas são simultâneos,
garantindo solidariamente o cumprimento da
obrigação Avalizada.
Mesmo que se fale que a obrigação cambiária
em geral é, muitas vezes, conceituada como
solidária (credor pode exigir a totalidade do título
de qualquer dos devedores), deve-se acentuar que
essa noção não é apropriada, porque o exercício
de regresso no direito cambiário não segue as
regras da solidariedade passiva do direito civil.
10
AVAIS SIMULTÂNEOS E SUCESSIVOS
 Ex.: O Endossante que teve que pagar
integralmente o valor de uma Letra de Câmbio
pode voltar-se contra o Aceitante-Sacado,
Sacador ou respectivos Avalistas.
 Nesse caso, o Endossante pode receber o valor
integral de cada um deles.
Mas, se fosse o caso de solidariedade passiva,
após o Devedor ter satisfeita a obrigação por
inteira junto ao Credor, teria direito de cobrar, em
regresso, apenas a quota-parte de cada um dos
demaisDevedores Solidários.
11
AVAIS SIMULTÂNEOS E SUCESSIVOS
OBS.: Só haverá solidariedade cambial quando
mais de uma pessoa se encontrar na mesma
situação jurídica.
 Ex.: se são dois Sacadores, há solidariedade entre
eles.
 A mesma coisa acontecerá entre coaceitantes,
coendosssantes e coavalistas.
 No caso de Avais Simultâneos, mais de um Avalista
assume responsabilidade solidária entre eles em
favor do mesmoDevedor.
12
AVAIS SIMULTÂNEOS E SUCESSIVOS
 Se um Avalista pagar integralmente a dívida,
poderá cobrar a totalidade do Devedor Principal
ou metade do outro Avalista.
 Já na situação de Avais Sucessivos, o avalista
garante o pagamento do título em favor de um
Devedor, e tem ao mesmo tempo a sua própria
obrigação garantida também por Aval.
 Pela jurisprudência do STF, os “Avais em branco
e superpostos consideram-se simultâneos e não
Sucessivos” – Súmula 189.
13
AVAIS SIMULTÂNEOS E SUCESSIVOS
 Porém, a Letra de Câmbio tem regramento legal
nessa hipótese, porque o Devedor Avalizado no
Aval em branco é o Sacador.
 Assim, todo e qualquer Avalista em branco na
Letra de Câmbio somente pode ser considerado
Coavalista do mesmo Avalizado.
 No caso da Nota Promissória e do Cheque,
também há definição legal – art. 77, LUG e art. 30,
P. Único, da Lei 7.357/85.
 A aplicação da súmula só se dá àDuplicata.
14
AVAL E FIANÇA
15
• O ato civil de garantia correspondente ao Aval é
a fiança e são duas as diferenças básicas
existentes entre eles:
• 1ª – O Aval é autônomo em relação à obrigação
avalizada, já a Fiança é obrigação acessória.
• 2ª – O Benefício de Ordem só pode ser
invocado pelo Fiador, não pelo Avalista.
 Emitida a Letra e realizado o Aceite pelo Sacado, o
título se torna exigível a partir do seu vencimento,
quer dizer, o Vencimento é o fato jurídico que torna
exigível o crédito cambiário nela mencionado.
O Vencimento da Letra de Câmbio pode se dar de
duas formas:
 a) Ordinária:
 I) Decurso do Tempo (o fluir do tempo é o fato a
que o direito positivo atribui a qualidade de
pressuposto para a cobrança do crédito
documentado na cambial);
VENCIMENTO
16
VENCIMENTO
 II)- Nos Títulos à Vista, o fato que torna a
obrigação cambiária exigível na Letra de Câmbio é
a sua apresentação ao sacado.
 b) Extraordinária:
 I) Recusa do Aceite pelo Sacado – art. 43, LUG;
 II) Falência do Aceitante – art. 19, II, Dec.
2.044/08.
Obs.: a Falência do Sacador, Endossante e
Avalista não são casos de Vencimento
Extraordinário. 17
 No caso de vencimento antecipado da Letra de
Câmbio, o seu valor se reduz, de acordo com as
taxas bancárias vigentes no local do domicílio do
credor – art. 48, LUG.
Quanto ao Vencimento, podem existir 4 espécies
de Letra de Câmbio:
 1 – Letra com Dia Certo: é aquela que vence na
data preestabelecida pelo Sacador, logicamente
posterior à data do saque.
 É fixada uma data certa, mencionada no título, em
que a Letra irá vencer.
VENCIMENTO
18
 2 – Letra à Vista: é aquela que tem seu vencimento
no dia da apresentação do título ao Sacado.
 Não há prefixação de uma data específica.
 3 – Letra a Certo Termo da Vista: é aquela que
vence após um determinado prazo, estipulado pelo
Sacado quando de sua emissão, que começa a correr
a partir do aceite do título.
 Ex.: a Letra vence dois meses após o Aceite.
VENCIMENTO
19
VENCIMENTO
 4 – Letra a CertoTermo da Data: é aquela que
vence após um determinado prazo estipulado pelo
Sacador, mas que começa a correr não a partir do
aceite, mas a partir do próprio saque do título.
Obs.: nos casos de recusa de Aceite, ocorrerá o
Vencimento Antecipado da Letra de Câmbio,
tornando imediatamente exigível contra o seu
Sacador.
20
 Dependendo de quem paga, a Letra de Câmbio
extingue uma, algumas ou todas as obrigações
cambiais nela mencionadas.
 Se o Devedor Principal, paga a Letra de
Câmbio, o ato jurídico correspondente extingue
todas as obrigações documentadas no título.
 Se o Aceitante Paga, desconstitui-se a totalidade
dos vínculos creditícios, liberando-se Sacador,
Endossantes e Avalistas da Letra de Câmbio.
.
PAGAMENTO
21
 Se o Codevedor Pagar, o pagamento extingue a
obrigação de quem pagou e a dos Devedores
Posteriores, e aquele que pagou pode exercer
direito de regresso contra os Devedores
Anteriores.
 A cadeia de anterioridade-posteridade dos
Devedores Cambiais se organiza a partir de 3
critérios:
 a) oDevedor Principal é o primeiro;
PAGAMENTO
22
 b) Sacador e Endossantes se localizam pelo
critério cronológico;
 c) Avalista é o devedor imediatamente posterior
ao seu avalizado.
 EX.: A apresentação da Letra de Câmbio ao
Devedor Principal é condição inafastável para a
exigibilidade do crédito contra os Codevedores.
PAGAMENTO
23
 A tentativa de cobrança extrajudicial do
Devedor Principal é condição sine qua non da
exigibilidade do crédito cambial contra os
Codevedores.
 Apresentada a Letra de Câmbio ao Aceitante,
se ele não pagar, o Credor – depois de
providenciado o protesto do título – pode
escolher qualquer dos Codevedores para exigir o
valor do crédito.
PAGAMENTO
24
 Entregue a Letra ao Tomador, ele deve leva-la ao
sacado para que este proceda ao Aceite no Título.
 A Letra com Dia Certo é pagável no dia do seu
vencimento, ou se não útil esse, no primeiro dia
útil seguinte.
 Para o Direito Cambiário, dia útil é aquele em
que há expediente bancário regular, podendo ser
prorrogado para o próximo dia útil caso vença em
dia não útil, seja feriado ou haja suspensão do
atendimento bancário.
PRAZO DE APRESENTAÇÃO/PAGAMENTO
25
PRAZO DE APRESENTAÇÃO/PAGAMENTO
 Na Letra a Certo Termo da Vista, o Tomador
deverá apresenta-la para aceite no prazo
estabelecido no título, ou, caso não tenha sido
estabelecido prazo algum, dentro de um ano
contado da data de sua emissão – art. 23, LUG.
 Na letra à Vista, o tomador não apresentará o
título para Aceite, mas para pagamento, o que
deve ser feito em 01 ano a partir da emissão do
título.
26
PRAZO DE APRESENTAÇÃO/PAGAMENTO
 Apresentada para Aceite a Letra de Câmbio, o
Sacado deve devolvê-la imediatamente – art. 24,
LUG – não podendo retê-la, sob pena de
apropriação indébita – art. 168, do CP.
 Pode o Sacado requerer ao Tomador que a Letra
seja apresentada novamente no dia seguinte ao da
primeira apresentação – 24 horas.
 Trata-se do chamado “prazo de respiro”.
27
 Aceita a Letra, o tomador aguardará o vencimento,
quando a obrigação se tornará exigível,
apresentando o título diretamente ao Aceitante
(Sacado), que é o seu Devedor Principal.
 A Letra deverá ser apresentada para pagamento na
data do seu vencimento, salvo se recair em dia não
útil, quando será apresentada no dia útil seguinte.
 Vencido o Título e não pago começa a fluir o prazo
para protesto, que na Letra De Câmbio deverá ser
feito nos 02 dias úteis seguintes ao vencimento –
art. 44. LUG.
PRAZO DE APRESENTAÇÃO/PAGAMENTO
28
PROTESTO
 É o ato formal e solene pelo qual se prova a
inadimplência e o descumprimento de obrigação
originada em títulos e outros documentos de
dívida – art. 1º, Lei 9.492/97.
OBS.: O conceito legal do Protesto é incorreto,
especialmente no caso da recusa de aceite pelo
sacado.
 Tal ato não figura descumprimento de obrigação,
visto que ele não está vinculado a aceitar a Letra
de Câmbio quando o sacador saca a ordem contra
ele.
29
PROTESTO
 Melhor Definição Seria: ato praticado pelo
credor, perante o competente cartório, para fins de
incorporar ao título de crédito a prova de fato
relevante para as relações cambiais.
Quem Protesta é o Credor, porque o cartório
apenas reduz a termo a vontade expressa pelo
titular do crédito.
 A prova da falta de aceite/recusa é o Protesto.
O ato formaliza a prova de um fato jurídico.
30
PROTESTO
 De igual forma, por exemplo, ocorre no Protesto
por falta de pagamento.
 Este é a prova de que o devedor principal não
adimpliu a obrigação, fato que possibilita o
endossatário procurar o endossante para receber o
crédito.
 Na Letra de Câmbio, além do Protesto por falta
de Aceite ou de Pagamento, há, ainda,
o Protesto por Falta de Data de Aceite, que
ocorre na Letra a Certo Termo da Vista, em que o
Sacado Aceita o Título, mas se esquece de
mencionar a data em que pratica o ato. 31
PROTESTO
 Como o Prazo de Vencimento do Título começa
a correr a partir da data do Aceite, a sua ausência
reclama o Protesto para suprir a falta do termo
inicial do respectivo prazo, caso o Sacador,
Procurador, se recuse a escrever a data do Aceite
no Título.
 Esse tipo de Protesto é raro, visto que o Credor
tem 02 outras formas para suprir a data do
aceite:
32
PROTESTO
 1 – preencher a Letra de Câmbio, datando o
Aceite (Súmula 387, STF);
 2 – considerar o Aceite praticado no último dia do
prazo de apresentação da Letra – art. 35, LUG.
33
PROTESTO POR FALTA DE PAGAMENTO
 Não paga a Letra de Câmbio na data do
vencimento, o Credor deve Protestá-la por falta
de pagamento.
Quando se trata de título com Vencimento em
Dia Certo, a providência deve se adotada nos 02
dias úteis seguintes àquele em que é pagável –
art. 44, LUG.
 Se o Credor perde o prazo para a efetivação do
protesto, a consequência será a inexigibilidade do
crédito contra os Codevedores e seus Avalistas.
34
PROTESTO POR FALTA DE PAGAMENTO
 No caso, se o Endossatário não obedece ao prazo
legal, ele não poderá cobrar a Letra de Câmbio do
Sacador, endossante e seus avalistas – art. 53,
LUG.
Mas, continua com Direito de Crédito contra o
aceitante e o avalista do aceitante (não produz
qualquer efeito o desatendimento do prazo contra
esses devedores).
35
ESPÉCIES DE PROTESTO/NÃO PAGAM.
 Necessário: o Protesto deve ser praticado dentro
do prazo legal para conservar os direitos creditícios
contra os Codevedores (Sacador e
Endossantes) e seus respectivos Avalistas.
 Facultativo: a cobrança do Devedor Principal
(Aceitante) e do seu Avalista independe do
Protesto.
36
CLÁUSULA ”SEM DESP.”/“SEM PROT.”
 Se a Letra de Câmbio for sacada com a cláusula
“Sem Despesas”, o credor está dispensado do
protesto cambial contra quaisquerDevedores.
 Tal situação pode ocorrer também diante do
Endossante e do Avalista, se no ato cambial que
praticarem incluírem a referida cláusula,
dispensando o Credor do tempestivo Protesto
por falta de pagamento, tendo, como
consequência, a conservação dos direitos
creditícios contra eles.
37
PAGAMENTO EM CATÓRIO
 A partir do Vencimento da Letra de Câmbio,
incidem juros de mora e correção monetária.
 Para se evitar o Protesto da Letra de Câmbio em
cartório, deve ser pago o principal (valor do
título) + acessórios (juros e correção), além
das despesas e custas da tentativa de protesto
da cambial.
38
CANCELAMENTO DO PROTESTO
Quem figura como Protestado tem reais
dificuldades de acesso a Crédito, porque, no
meio bancário e empresarial, a certidão positiva de
protesto de títulos é prova de inidoneidade dos que
nela figuram comoDevedores.
 Atualmente, o Protesto além de ato de
conservação de direitos é instrumento extrajudicial
de cobrança.
 Após o pagamento, o Devedor tem direito ao
Cancelamento do Protesto – art. 26, Lei
9.492/97.
39
CANCELAMENTO DO PROTESTO
O Pedido de Cancelamento do Protesto pode
ser feito pelo próprio Devedor ou Terceiro
Interessado, apresentando ao Cartório o Título
Protestado (a posse do título presume o
pagamento) ou declaraçãode anuência do Credor
(supre a exibição do título).
40
AÇÃO CAMBIAL E DIR. DE REGRESSO
O Processo de Execução Judicial se chamará
Ação Cambial se houver a possibilidade de
invocar a inoponibilidade das exceções pessoais.
Inexistindo essa situação, a ação em nada se
diferencia das demais execuções.
 A LUG fixou prazo prescricional para a ação
cambial – art. 70:
41
AÇÃO CAMBIAL E DIR. DE REGRESSO
 Contra o Devedor Principal e seu Avalista: 3
anos, a contar do vencimento da LC;
 Contra os Codevedores: 1 ano, contado do
protesto (ou do vencimento, no caso de cláusula
“sem despesas”;
 Direito de Regresso Contra o Codevedor: 6
meses, a partir do pagamento ou do ajuizamento
da execução.

42
AÇÃO CAMBIAL E DIR. DE REGRESSO
 Prescrita a Execução, ninguém poderá ser
acionado em virtude da Letra de Câmbio.
Mas, se a obrigação que se encontrava
representada pelo título tinha origem
extracontratual, seu Devedor pode ser
demandado por ação de conhecimento (ação de
cobrança) – art. 48, Decreto-Lei 2.044/1908 – ou
por monitória, na qual a Letra de Câmbio servirá
apenas como elemento probatório.
43
OBRIGADO……
44

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