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. 211 553. Resposta: “A”. Trata-se de uma questão simples sobre concordância verbal, cuja principal regra é a concordância do verbo com o seu sujeito. Basta-nos, portanto, identificar o sujeito de cada um destes verbos. Em “Restam”, perguntando “o que antes do verbo (o que resta?), a Resposta será dúvidas. (Dúvidas, está no plural, então, o verbo vai para o plural também - restam). “Em “faça”, perguntamos: “o que faz?” e teremos como Resposta: a ameaça dos preços do carbono e da água em si. Repare que a ameaça é o núcleo do sujeito e está no singular, portanto o verbo deve concordar com o sujeito mantendo-se no singular (faça). Em “será”, perguntamos: “o que será a segunda opção?” Teremos como Resposta: a maioria das políticas de crescimento verde. A maioria é uma expressão no singular que está seguida de uma palavra no plural. Estes casos admitem dupla possibilidade de concordância. 554. Resposta: “D”. Em A, o erro está no verbo fazer. O verbo fazer quando indica tempo, é impessoal, e, portanto, não admite plural, permanecendo na 3ª pessoa do singular. Em B, o erro está no verbo tratar, Por ser um verbo que requer preposição (de), não podemos pensar que problemas seja seu sujeito, portanto o verbo deve permanecer no singular, Em C, o erro está no verbo existir. Neste caso, o verbo deveria estar no plural, uma vez que o sujeito (algumas empresas), está no plural. Em E, o erro está no verbo acontecer, este verbo deveria estar no singular, pois seu sujeito (nada) é um pronome indefinido que requer sempre verbo no singular. A letra D está correta, uma vez que o sujeito da oração é “os servidores do legislativo” e são eles que se destacam, o verbo, portanto tem que estar no plural, de acordo com o seu sujeito. 555. Resposta: “B”. O adjetivo claro (masculino – singular) está em concordância com o substantivo ao qual se refere (o problema). Em A, o adjetivo assegurado (masculino – singular) não está em acordo com família (feminino). Em C, identificada está no singular e pessoas está no plural. Em D, divulgado está no masculino e alguma coisa está no feminino. E, em E, incluso está no masculino e cláusula está no feminino. 556. RespostaS: “D”. Em A, o erro está no verbo fazer. O verbo fazer quando indica tempo, é impessoal, e, portanto, não admite plural, permanecendo na 3ª pessoa do singular. Em B, o erro está no verbo tratar, Por ser um verbo que requer preposição (de), não podemos pensar que problemas seja seu sujeito, portanto o verbo deve permanecer no singular, Em C, o erro está no verbo existir. Neste caso, o verbo deveria estar no plural, uma vez que o sujeito (algumas empresas) está no plural. Em E, o erro está no verbo acontecer, este verbo deveria estar no singular, pois seu sujeito (nada) é um pronome indefinido que requer sempre verbo no singular. A letra D está correta, uma vez que o sujeito da oração é “os servidores do legislativo” e são eles que se destacam, o verbo, portanto tem que estar no plural, de acordo com o seu sujeito. 557. Resposta: “E”. Em E, temos uma oração em que há concordância adequada entre o sujeito e seu verbo e também com os termos a que ele se referem ou remetem. “O problema” atinge os setores e isto fica claro. 558. RespostaS: “Errado”. Está empregada no plural porque o sujeito está na 3ª pessoa do plural e, portanto, deve o verbo concordar com o sujeito mantendo-se no plural se o sujeito assim estiver. No caso, o sujeito do verbo têm é “dos que”. 559. Resposta: Errado. A forma verbal quer, precisa se manter no singular para que não haja prejuízo para a correção gramatical, uma vez que a expressão “a maioria” não vem seguida de nenhum substantivo no plural, deve portanto, nestes casos manter-se a concordância com a expressão “a maioria”. 560. Resposta: “E”. Nas alternativas A, B, C e D, a partícula se é pronome apassivador, ou partícula apassivadora. Em A, o sujeito está no plural (vários aparelhos) e o verbo no singular (encontra). Em B, idem (valores retidos) e o verbo (devolve). Em C também (alguns defeitos) e o verbo (percebe-se) e em D o sujeito também no