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Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. questão Documentos relacionados No dia 7 de março de 1808, o Rio de Janeiro parou o domínio das roupas Para saber mais, veja estes para ver a chegada da Corte portuguesa. trecho de artigo de revista documentos abaixo: desembarque da nobreza na América impressionou domínio das roupas moradores da Colônia, que viam nas roupas e nos ornamentos dos recém-chegados um luxo trecho de artigo de revista No Antigo Regime, nem todo mundo podia vestir o que cultura materialhistória da vestimenta quisesse (...) corte portuguesa Escolha a alternativa mais pertinente: História da vestimenta links Alternativas A. luxo trazido pela Família Real Portuguesa foi utilizado em benefício da política, na medida em que reafirmava o poder da monarquia em contraposição aos ideais liberais e de Igualdade, Liberdade e B. o vestuário, ao longo da história, pode funcionar como um espaço de demarcação das distinções sociais, permitindo reconhecer a hierarquização da sociedade. C. Com a abertura dos portos em 1810 e a Queda de Napoleão em 1815, houve uma dinamização do comércio de moda e a ampliação dos usos de vestuário e acessórios por parte da população, além da implantação de novos ofícios e lojas. D. Com a chegada da Família Real ao Brasil o luxo da monarquia europeia do Antigo Regime foi transportado pelo Atlântico, mas ficou restrito aos nobres portugueses o direito de fazer uso de roupas e acessórios luxuosos. 1/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela questão Documentos relacionados GEOGRAPHIA POLITICA Geographia política Para saber mais, veja estes charge documentos abaixo: Geographia política charge humorformação do território nacional Sibéria brasileira artigo de revista Observe a charge e escolha a opção mais pertinente: Alternativas A. Acre e Sibéria são entendidos como vazios, isolados e distantes e, por isso, foram considerados locais adequados para receber revoltosos degredados. B. A anexação da região do Acre ao Brasil foi fruto da assinatura de um acordo diplomático negociado pelo Barão do Rio Branco o Tratado de Petrópolis depois de um processo de ocupação militar brasileira e do fim da Revolução Acreana. C. A comparação entre a Sibéria e o Acre faz referência à difícil conquista desses territórios, visto que ambos pertenciam a outras nações e foram incorporados através de longas guerras, no final do século XIX. D. A associação construída pela charge entre o Acre e a Sibéria deve-se ao fato dos dois territórios apresentarem baixo índice demográfico e dificuldade de acesso. 2/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela questão Documentos relacionados No ano de 1500, o rei de Portugal Relação do português o, Para saber mais, veja estes chamado Dom Manoel mandou às partes da Índia uma 1500 documentos abaixo: armada sua, de naus e navios, a qual tinha Pedro relato de viajante Relação do português anônimo, 1500 Álvares Cabral, fidalgo, por capitão geral (...) relato de viajante Escolha a alternativa mais pertinente: relato de viajantegrandes navegações descobrimento Alternativas Documentos sobre o descobrimento na ONHB A. A descrição do encontro dos portugueses com os nativos da terra é marcado links pelas trocas culturais conflituosas e violentas, da mesma forma que é descrita na Carta de Pero Vaz de Caminha. B. Ao mesmo tempo em que cada nova terra encontrada aumentava o território e o poder do rei, a ausência de metais preciosos ou de outros produtos comercialmente valorizados, motivava a busca por novas possessões. C. banimento ou degredo, além de significar exílio, desterramento, pode ser entendido como um instrumento utilizado pela Coroa não só para punir os condenados, mas para povoar o território. D. documento situa e descreve o descobrimento do Brasil no conjunto de toda viagem empreendida por Cabral, a qual tinha como objetivo principal chegar à Índia, para ali consolidar a primazia do comércio português. 3/32Olimpíada Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela questão Documentos relacionados Quando, em abril de 1917, entraram no conflito os A Primeira Guerra Mundial Para saber mais, veja estes Estados Unidos, país com o qual o Brasil tentava trecho de livro acadêmico documentos abaixo: estabelecer uma aliança especial desde anos antes, A Primeira Guerra Mundial as pressões internas para a entrada na guerra cresceram.(... trecho de livro acadêmico história militarl Guerra Mundial Escolha a alternativa mais pertinente: história contemporânea Alternativas A. A crescente animosidade contra os alemães que viviam no Brasil e a desigualdade de forças entre o Exército Brasileiro e o Exército Alemão no contexto da Primeira Guerra Mundial são ressaltadas no texto. B. A Primeira Grande Guerra atingiu o Brasil de diferentes maneiras, como por exemplo, pela crise da economia agroexportadora de café e pelo acirramento do sentimento de nacionalismo. C. mau estado das tropas e das munições e as condições precárias da frota naval da Marinha do Brasil trouxeram a morte a centenas de marinheiros brasileiros no confronto direto com os D. A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial levou à adoção de medidas contra a comunidade alemã que aqui vivia como, por exemplo, o fechamento de escolas no sul do país. 4/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. questão Documentos relacionados Batalha dos Guararapes Para saber mais, veja estes pintura documentos abaixo: Batalha dos Guararapes pintura formação do território nacional Pernambucoinvasão holandesa Observe o quadro da Batalha dos Guararapes e escolha a opção mais pertinente: Batalha dos Guararapes (Victor Meirelles) pintura Alternativas A. A presença do elemento católico do lado luso-brasileiro, como o frade que A toque de caixas aparece carregando um crucifixo, impõe uma dimensão religiosa ao acontecimento links e sugere um embate contra o calvinismo dos holandeses. B. Como fica evidente na pintura, não existia a presença de negros e indígenas na frente de batalha, o que demonstra tratar-se de uma batalha europeia travada em território americano. C. A religiosidade presente na pintura marca, por umlado, as diferenças de credo das tropas envolvidas (os luso-brasileiro de tradição católica e os holandeses calvinistas), e por outro, a função social do quadro, já que se trata de um ex-voto. D. Trata do confronto entre tropas holandesas e tropas locais luso-brasileiras no episódio que marcou a gradual retomada do domínio do Nordeste açucareiro pelos portugueses na capitania de Pernambuco. 5/32Olimpíada Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela questão Documentos relacionados Durante os três primeiros séculos da nossa história, História da Indústria e do Para saber mais, veja estes as atividades industriais (aqui entendidas no sentido Trabalho no Brasil documentos abaixo: genérico do termo) reduziram-se, praticamente, à trecho de livro acadêmico História da Indústria e do Trabalho no fabricação do açúcar e à mineração. (...) Brasil Sobre a Industrialização brasileira no período colonial, assinale a questão mais pertinente: trecho de livro acadêmico história da industrialização história do trabalhoBrasil colonial Alternativas A. A indústria manufatureira desenvolvida na América Portuguesa foi drasticamente afetada pelo alvará de D. Maria I, de 1785, que proibia a indústria na colônia, tendo como justificativa a escassez de mão-de-obra para a agricultura. B. Havia poucas manufaturas, a maioria de caráter doméstico e com baixa concentração de trabalhadores, com exceção da indústria naval, que teve em Salvador uma organização industrial com divisão de tarefas. C. Salvador como centro do Governo Geral da colônia portuguesa e principal porto de parada na América no caminho para as Índias foi o centro do desenvolvimento da indústria naval e de outras manufaturas ligadas à construção e manutenção dos navios. D. A indústria manufatureira começou a se desenvolver de modo contínuo a partir de meados do século XVIII e progrediu de modo acentuado com a chegada dos imigrantes na segunda metade do século XIX. 6/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. questão Documentos relacionados Serro Frio Para saber mais, veja estes pintura documentos abaixo: Serro Frio pintura Minas Geraishistória da escravidão mineração Observe a imagem e escolha a alternativa mais pertinente: Alternativas A. É possível notar que a fiscalização e a cobrança do "quinto" sobre a produção de diamantes se dava no momento da extração, forma que evitava o contrabando e a evasão. B. alto valor das pedras e os lucros gerados pelo comércio de diamantes explica o rígido controle e intensa vigilância sobre o trabalho dos escravos, o que é representado de forma idealizada na imagem. C. Descobertas após o primeiro impulso da exploração as jazidas de diamante receberam uma organização diferenciada pela Coroa Portuguesa, que concedia pequenos trechos de terras a serem explorados pelos donatários. D. A imagem representa um método organizado de extração de diamantes, na região do Serro das Minas Gerais em meados do séc. XVIII. 7/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. questão Observe a imagem, leia o fragmento do Cordel "Jesuíno Brilhante", de Gonçalo Pereira da Silva, e Documentos relacionados assinale a alternativa mais pertinente: Para saber mais, veja estes documentos abaixo: Capa do Jesuíno Brilhante Capa do Jesuíno Brilhante Brihante gravura Braço gravura cultura popularliteratura Cordel: Jesuíno 2009 trecho de texto literário cultura popularliteratura A vida de Jesuíno apresenta-se humana depois que Cordel: Jesuíno Brilhante, 2009 saju perfeita ao cabo de uma semana do prodigioso trecho de texto literário bico da pena gonçaliana. (...) Alternativas A. o cangaceiro Jesuíno Brilhante (1844-1879) é descrito como uma figura ambígua do Rio Grande do Norte desde o subtítulo "Braço avançado da justiça". B. A biografia de Jesuíno Brilhante é apresentada pela imagem e por um texto rimado na forma de estrofes de seis linhas. C. A literatura de cordel, bastante comum no nordeste, trata de temas regionais e folclóricos e não se aplica ao estudo da diversidade de temas da história do Brasil, D. Em Brilhante" é a oposição entre a justiça formal e a justiça informal, exemplificada pelo ataque à cadeia diante da crença na inocência do preso. 8/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. questão Documentos relacionados Tornou-se comum chamar o regime político A ditadura civil-militar Para saber mais, veja estes existente entre 1964 e 1979 de "ditadura militar". Trata- trecho de artigo de jornal documentos abaixo: se de um exercício de memória, que se mantém graças A ditadura civil-militar a diferentes interesses, a hábitos adquiridos e à preguiça intelectual, (...) trecho de artigo de jornal história politicaditadura A partir da leitura, pode-se afirmar que o texto: Brasil contemporâneo A ditadura civil-militar (texto completo) Alternativas artigo de jornal A. Celebra o insucesso da revisão da Lei de Anistia de 2010, para que estes história politicaditadura temas do passado não tragam instabilidade à democracia atual, Brasil contemporâneo Cidadão Boilesen B. Defende que a memória é seletiva para ocultar relações e benefícios que links setores da sociedade obtiveram com a ditadura. C. Associa a memória que busca elidir a participação civil na ditadura ao desejo de ocultar as pontes entre o passado recente e o presente D. Argumenta que a instauração da ditadura militar no Brasil teve apoio civil que se manifestou, por exemplo, por meio de marchas. 9/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Questões Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. Tarefa Nesta tarefa, fornecemos a vocês documentos históricos. Vocês já os conhecem, pois apareceram em nossas questões até esse momento. Sua tarefa é organizá-los de duas formas: 1. Dentro de uma linha de tempo histórico de produção: coloque cada documento dentro da época a que pertence, ou seja, a época em que foi originalmente escrito ou produzido. 2. Dentro de uma linha de tempo histórico do tema abordado: coloque cada documento dentro da época a que se refere, ou seja, a época sobre a qual fala o documento. Observe que um documento pode falar de um século específico ou abordar períodos mais amplos. Para organizá-los, basta selecionar dentre a lista fornecida o período histórico que considera correto. Atenção! É necessário confirmar a organização dos documentos depois que a sua equipe terminar a Ao clicar em "Rascunho" o trabalho fica salvo em modo rascunho, e mesmo que você saia da página da e retorne depois, o rascunho estará salvo e disponível. o envio definitivo ocorre apenas quando a equipe clicar em "Concluir Tarefa". Após clicar em "Concluir Tarefa" nenhuma alteração poderá ser feita. Por isso só clique em "Concluir Tarefa" após ter organizado todos os documentos. 1 Grafite no muro Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 2 Carta do Padre Antonio Vieira, 1626 Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 3 Poder Moderador Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 4 Mapa das fortificações da de Santa Catarina, 1786 Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 5 Liberdade, Liberdade! Abra as asas sobre nós Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 6 Tropas e Tropeiros Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 10/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... 7 o modo meeiro (canção de rosário) Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 8 Processo administrativo Ibero-americano Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 9 500° aniversário do descobrimento Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 10 o domínio das roupas Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 11 Geographia política Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 12 Relação do português anônimo, 1500 Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 13 A Primeira Guerra Mundial Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 14 Batalha dos Guararapes Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 15 História da Indústria e do Trabalho no Bras il Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 16 Serro Frio Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 11/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 17 Capa do Jesuíno Brilhante Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 18 Cordel: Jesuíno Brilhante, 2009 Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 19 A ditadura civil-militar Quando foi produzido o documento? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] A que período histórico o documento se refere? [Séc. XV] [Séc. XVI] [Séc. XVII] [Séc. XVIII] [Séc. XIX] [Séc. XX] [Séc. XXI] 12/32Olimpíada Programas Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. o domínio das roupas trecho de artigo de revista "No dia 7 de março de 1808, o Rio de Janeiro parou para ver a chegada da Corte portuguesa. desembarque da nobreza na América impressionou moradores da Colônia, que viam nas roupas e nos ornamentos dos recém-chegados um luxo No Antigo Regime, nem todo mundo podia vestir o que quisesse (...) (...) Em Portugal e no Brasil, ainda permaneciam em vigor as leis suntuárias, espécie de código que regulava o luxo e impunha limitações a certas roupas, tecidos e cores. Era proibido às pessoas comuns usar bordados de ouro e prata, e tecidos de seda também eram restritos. (...) costume das mercês régias graças concedidas pelo rei a seus vassalos ainda continuava firme, determinando o uso de algumas roupas e insígnias. Os uniformes, por exemplo, musados por quem trabalhava na administração do Estado ou da Casa Real. Havia as "fardas grandes" para cerimônias e as "fardas pequenas" para o dia a Na maioria das vezes, eram casacas bordadas, calções e meias de seda nas cores azul, branco e vermelho. Os magistrados trajavam becas negras as longas para o Judiciário e as curtas para os funcionários que cuidavam das finanças. Quem não tinha direito a uniforme professores, pequenos negociantes, artesãos e artistas era obrigado a trajar diante do rei casaca preta, colete branco, calções e sapatos pretos acompanhados de meias provavelmente brancas. As insígnias também indicavam a posição social de quem as usava. Havia mantos, faixas e medalhas das ordens militares (...) e das ordens criadas por D. João As comendas dessas ordens eram concedidas às pessoas que prestavam serviços ao rei, e eram ostentadas com muito orgulho. Uma vez instalada no Brasil, a monarquia abusou da pompa como forma de se afirmar, tentando afastar as ameaças que vinham dos ideais da Revolução Francesa (...) e o avanço do liberalismo. Por isso, os nobres se cercavam de luxo nas festas. Não eram ocasiões apenas para divertimento, mas, principalmente, para a apresentação à sociedade, como forma de alcançar distinção, prestígio e reconhecimento. "O luxo das mulheres é contou o viajante alemão Theodor von Leithold (1771-1826). "Jamais encontrei reunidas tantas pedras preciosas e pérolas de extraordinária beleza quanto nos beija-mãos de gala e no teatro (...). Seguem o gosto francês, ousadamente decotadas. Os vestidos são bordados a ouro e prata. Sobre a cabeça colocam quatro ou cinco plumas francesas, de dois pés de comprimento (...) e sobre a fronte, como em torno do pescoço e nos braços, diademas incrustados de brilhantes e pérolas de excepcional valor". (...) Durante a permanência da Corte no Brasil, até 1821, o sistema político tradicional, representado pela monarquia, coexistiu com elementos modernos as ideias liberais - na política e também no traje. Assim, permaneceu em voga a norma de que todos deveriam trajar de acordo com seu lugar na hierarquia social e com seus cargos e distinções. Da mesma forma, o uso de uniformes e insígnias só podia ser modificado com o crivo do rei, pois era regulado pela tradição. Ao mesmo tempo, a moda passou a mudar com mais rapidez e houve certa liberdade no vestir, dependendo somente das possibilidades financeiras do comprador. A chegada da Corte ao Brasil também ampliou o comércio de roupas por causa da abertura dos portos às nações amigas. (...) Os comerciantes da Inglaterra (...) não anunciavam apenas mercadorias inglesas, mas também as trazidas da França. Eram vendidos chapéus, plumas, xales, lenços, luvas, relógios, leques, vestidos e sapatos, entre outras peças. Casas comerciais especializadas em vender produtos de moda ainda não existiam no Brasil na época em que a Corte esteve por aqui. Elas só foram criadas na segunda metade do século XIX. Nas lojas do início dos Oitocentos, era possível encontrar qualquer tipo de mercadoria, como alimentos, livros, móveis, objetos de decoração e até mesmo armas. Os anúncios desses comerciantes procuravam atrair os clientes afirmando serem produtos "de último gosto", "de última moda" ou "de gosto mais moderno". Após 1815, o comércio da moda deixou de ser feito apenas por comerciantes. Desembarcaram no Brasil muitos modistas, alfaiates e cabeleireiros franceses que também ereciam seus serviços nas páginas da Gazeta do Rio de Janeiro. A presença desses profissionais possibilitou a instalação de um mercado de moda na Corte do Rio de Janeiro, e seu desenvolvimento se fará sentir por todo o século XIX." 13/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. História da vestimenta links Victoria and Albert Museum Fashion Plates - sobre a história da indumentária Coleções do Museu Nacional do Traje em Lisboa 14/32Este A prova o Geographia política charge GEOGRAPHIA POLITICA RAJL Onde fica a Siberia do Brasil ? Que pergunta ! No AcreOlimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela Sibéria brasileira artigo de revista Francisco Bento da Silva, "Sibéria Brasileira". Revista de História da Biblioteca Nacional, 3/06/2011. Disponível em: 16/32Olimpíada Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. Relação do português anônimo, 1500 relato de viajante Capítulo LXIII Onde o rei Manoel, em pessoa, entregou a bandeira real ao capitão No ano de 1500, o rei de Portugal chamado Dom Manoel mandou às partes da Índia uma armada sua, de naus e navios, a qual tinha Pedro Álvares Cabral, fidalgo, por capitão geral (...) Dessas 12 naus, ordenou que dez descarregassem em Calicut, e que as outras duas [fossem] à Arábia, para irem a chamado Sofala, porque queriam contratar mercadorias no dito lugar, o qual lugar de Sofala acharam estar no caminho de Calicut. (...) E aos oito do mês de março do dito milésimo ficaram prontos. (...) Aos 14 do dito mês, passou a dita armada pela ilha de Canária. Aos 22, passou pela ilha de Cabo Verde. Aos 23, desgarrou uma nau da dita armada, de modo que dela nunca mais se soube notícia até o presente, nem se pôde saber. Capitulo LXIV Como as naus correram com a tormenta Aos 24 dias do mês de abril (...) a dita armada houve vista de terra, de que houve grande prazer. E chegaram à terra para ver que terra era, a qual terra acharam muito abundante de árvores e gentes que por ali andavam, pela costa do mar. Lançaram ferro na foz de um pequeno rio. E depois de lançadas as ditas âncoras, o capitão mandou baixar um batel ao mar, pelo qual mandou ver que gentes eram aquelas. E acharam que eram gentes de cor parda, entre branco e preto, bem dispostas, com os cabelos corredios; como nasceram, sem nenhuma vergonha. Cada um deles levava seu arco com flechas, como homens que estavam em defesa do dito rio. Na dita armada não havia ninguém que entendesse sua língua (...) E um dos nossos fiéis foi até onde esses tais homens estavam e agarraram dois deles e os levaram ao capitão para saber que gente era. E como foi dito, não se entenderam, nem por fala nem por gestos. E aquela noite o capitão os reteve consigo. No dia seguinte, mandou-os vestir comuma camisa e uma roupa e [pôr] um barrete vermelho - ficaram muito contentes com o vestuário e maravilhados com as coisas que lhes mostraram. Depois, mandou-os colocar em terra. Capítulo LXV Raíz de que fazem o pão e outros costumes Naquele mesmo dia (...) o capitão determinou ouvir Mandou armar uma tenda naquele espaço, onde ordenou erguer um altar. Todos aqueles da dita armada foram ouvir missa e pregação. Ali muitos homens daqueles se juntaram, bailando e cantando com seus cornos. Logo que a missa foi dita, todos foram para as suas E aqueles homens da terra entraram no mar, até [dar água] debaixo dos braços, cantando e Depois de o capitão ter jantado, a gente da dita armada tornou para terra, tomando recreio e prazer com aqueles homens da terra. E começaram a negociar com os da armada: davam seus arcos e flechas por guizos, folhas de papel e pedaços de pano (...) outro dia, o capitão-mor determinou colher água e lenha. Todos aqueles da dita armada foram à terra. E os homens daquele lugar vieram ajudar a pegar água e lenha (...) Negociaram papagaios e uma raiz chamada inhame, que é o pão deles, que comem os árabes; pelas ditas coisas, os da armada lhes davam guizos e folhas de papel. Nesse lugar ficamos cinco ou seis dias, (...) Capitulo LXVI Papagaios na terra recentemente descoberta Nessa terra não vimos ferro, faltam-lhes também outros metais. Cortam a madeira com pedra. Há muitas aves de várias espécies, especialmente papagaios de muitas cores, entre os quais alguns grandes como galinha, e outros pássaros mui bonitos. Das penas das ditas aves fazem chapéus e barretes, que usam. A terra tem abundantes árvores, muitas águas boas, inhames e algodão. Nesses lugares não vimos nenhum animal, A terra é grande e não sabemos se é ilha ou terra firme; pela sua grandeza, achamos que seja terra firme e tem muito bom ar (...) Nesses dias que ali estivemos, o capitão determinou de fazer saber o nosso Rei o achado desta terra e de deixar nela dois homens banidos e condenados à morte, que tínhamos na dita armada para tal fim. logo o dito capitão despachou um navio que tinham para mantimentos, além das 12 naus sobreditas, o qual navio levou carta ao rei, na qual se continha quanto tínhamos visto e descoberto (...) Como foi dito, deixou os dois homens banidos no dito lugar, os quais começaram a chorar. E os homens daquela terra os confortavam e mostravam ter piedade deles. (...) Glossário Sofala: rica cidade comercial, perto da África Oriental, na atual região de Moçambique, onde era comerciado o ouro vindo dos antigos reinos de Zimbábue e Monomopata, trazido do interior pelos árabes, da qual Vasco da Gama, em 1498, tivera notícias, mas onde não aportara, para lá tentar negociar ouro. 17/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela Documentos sobre o descobrimento na ONHB links Segundo os autores Janaina Amado e Luis Carlos Figueiredo , a Carta de Pero Vaz de Caminha, a Carta do Mestre João, e a Relação do Português Anônimo são os três únicos documentos preservados sobre o descobrimento do Brasil, escritos por integrantes da esquadra de Cabral. Ao contrário dos outros dois, entretanto, a Relação do Português anônimo foi composta após o retorno da armada da Índia, e não quando esta ainda se encontrava em terra americana. Já utilizamos a Carta de Pero Vaz de Caminha e a Carta de Mestre João em outras edições da ONHB, veja as questões: Carta de Caminha: Questões 2 e 3 da ONHB Carta de Mestre João Questões 12 e 13 da ONHB 18/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. A Primeira Guerra Mundial trecho de livro acadêmico "Quando, em abril de 1917, entraram no conflito os Estados Unidos, país como qual o Brasil tentava estabelecer uma aliança especial desde anos antes, as pressões internas para a entrada na guerra cresceram. afundamento de vários navios mercantes brasileiros na zona de exclusão criada pelos submarinos alemães nas águas próximas à Europa apenas piorou a situação. Multidões atacaram firmas comerciais em várias cidades brasileiras (...) Em 26/10/1917, finalmente, o Brasil declarou guerra à (...) As forças armadas do Brasil eram, de fato, extremamente pequenas e pouco eficientes (...) [Eram] uma força auxiliar para manter a ordem interna, especialmente para o controle de oligarquias dissidentes dos Estados e para sufocar revoltas populares, como a de Canudos na Bahia e do Contestado no Sul (...). [Q]uando da declaração de guerra, o Exército brasileiro ainda era muito pequeno, mal-equipado e pouco treinado. Em 1917 havia apenas trinta e quatro mil homens nas suas fileiras, alojados em quartéis precários, com armamento antigo e em quantidade insuficiente. (...) A Alemanha dispunha, em 1917, de quinze mil metralhadoras, contra apenas cem dos militares brasileiros." 19/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. Documento da Fase Batalha dos Guararapes Ver todos os documentos pintura 20/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. Batalha dos Guararapes (Victor Meirelles) Documento da Fase Ver todos os documentos pintura 21/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela A toque de caixas links A toque de caixas 22/32Olimpíada Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. História da Indústria e do Trabalho no Brasil trecho de livro acadêmico "Durante os três primeiros séculos da nossa história, as atividades industriais (aqui entendidas no sentido genérico do termo) reduziram-se, praticamente, à fabricação do açúcar e à mineração. As técnicas utilizadas emambos os casos eram bastante rudimentares, havendo pouca diferença entre o processo de fabricação do açúcar e da aguardente no século XVI e no início do século XIX. A produção de ouro já era bastante reduzida em 1808, entrando a mineração em decadência cada vez mais acentuada, apesar da contratação de técnicos e engenheiros europeus e de outras medidas adotadas por D. João. Durante esse longo período colonial, uma série de outras atividades industriais - artesanais e manufatureiras - foram aqui desenvolvidas, elas com um caráter de atividade acessória, ocupando um papel secundário no conjunto da economia. (...) A construção naval foi a atividade industrial que reuniu, junto com os engenhos, o maior número de trabalhadores por unidade de produção durante a colônia. Nela, a divisão do trabalho era bastante acentuada e exigia-se, para certas tarefas, uma especialização muito grande. No início, eram serviços de assistência aos navios em trânsito, quando necessitados de reparos. Logo a seguir, ainda no século XVI, pequenas embarcações para o desenvolvimento da navegação de cabotagem começaram a ser estaleiro mais importante era o da Bahia, por ser a capital da colônia e por estar Salvador na rota dos navios da Carreira da No século XVIII, foi relativamente grande o número de navios ali construídos, inclusive galeões para a travessia oceânica, naus, fragatas, corvetas e escunas. Havia estaleiros menores em Belém, São Recife, Rio de Janeiro e São de Salvador apresentava-se como um'complexo de edifícios ocupando largo espaço da ribeira e comportando fundições, carpintaria, armazéns, casa de velas, oficinas de pintores, alfaiates, etc. Assemelhar-se-ia a uma Arsenal da Marinha no Rio de Janeiro também passou a construir embarcações de grande porte a partir de 1764. Essa indústria de construção naval estimulou o aparecimento de várias outras manifestações manufatureiras nos séculos XVII XVIII: confecção de cordas, velas, cabos, estopas e óleos." 23/32Olimpíada - Programas - - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. Serro Frio Documento da Fase pintura Ver todos os documentos 24/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fas Este documento não serve como pro A prova deve ser feita pela inter Documento da Fa Capa do Jesuíno Brilhante Ver todos os gravura SILVA Jesuíno Brihante Braço avançado da justiçaOlimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela Cordel: Jesuíno Brilhante, 2009 trecho de texto literário JESUÍNO Braço avançado da justiça. A vida de Jesuíno apresenta-se humana depois que saju perfeita ao cabo de uma semana do prodigioso bico da pena gonçaliana. (...) Ao longo da narrativa por natureza empolgante em razão do nosso estilo envolvente e fascinante veremos parte da vida de Jesuíno Brilhante. (...) No sítio de Patu bem afastado então Vila Potiguá foi nascido e batizado o menino Jesuíno Alves de Melo Calado. Cresceu sempre demonstrando ter apurado juízo, empunhando a baladeira tinha arremesso preciso e no rosto iluminado um permanente sorriso. (...) Tornou-se assim Jesuíno por todos muito querido e em todo o Rio Grande do Norte reconhecido e nos locais que chegava festivamente aplaudido. Famoso por proteger famílias abandonadas, pobres velhos indefesos, viúvas desamparadas, crianças desprotegidas e donzelas ultrajadas. (...) Assim Jesuíno tinha de todos a simpatia, pregava a fraternidade distribuía alegria trocava abraços fraternos em toda parte que ia. (...) o cangaceiro romântico foi-lhe nome apropriado mesmo tendo sido apenas mais um grande predicado dos muitos que conquistou o nosso biografado. (...) Vamos porém aos motivos 26/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... que fez esse brasileiro tão solidário com o mundo tão fraterno e tão ordeiro abraçar a perigosa carreira de cangaceiro. Raimundo Nonato informa que houve uma diferença dos Limões com Jesuíno com muita troca de ofensa que acabou finalmente numa grande desavença. A família dos Limões não era de tolerar insulto de rico ou pobre muito menos de levar desaforo ou ódio para o aconchego do lar. Conhecidos como negros por todo o grande sertão os Limões eram tratados com tal discriminação é tanto que o repentista chamavam "Preto Limão". Já os Limões como aquele autor de muitos martelos subestimavam os Brilhantes chamando-os de amarelos desclassificação que provocou muitos duelos. furto de uma cabra que pertencia aos Brilhantes alimentou mais o ódio que já existia antes e os confrontos mortais também muito mais Jesuíno e os irmãos empreenderam a procura ao caprino que sumiu e o acharam em certa altura na panela dos Limões já na primeira Depois de uma enxurrada de nordestinos deu Jesuíno uma surra oportuna nos meninos e a recomendação de não roubar seus caprinos. Não houve perdas humanas, não calou nenhuma voz, nem Jesuíno Brilhante se transformou num algoz mas o ódio entre as famílias ficou muito mais feroz. E Jesuíno Brilhante continuou seu destino de protetor da pobreza e em qualquer desatino causado por valentões davam parte a Jesuíno. (...) Jesuíno era de fato um líder por excelência e o grupo lhe rendia a mais cega obediência pelas provas demonstradas de soberba competência. 27/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... (...) grupo de Jesuíno sou muito franco em dizer era pequeno mas certo do que devia fazer daqueles que matam ou morrem pois nada tem a perder. (...) No entanto o episódio de fato surpreendente ocorreu quando Brilhante foi propositadamente soltar em Pombal um preso que ele achava inocente. (...) Num silêncio conferido ao ardiloso felino Brilhante entrou na e de modo repentino chocou-se com um sujeito supostamente assassino. Numa luta suicida mas sem emissão de voz os dois homens se agarraram numa decisão feroz os dois sem arma nenhuma escravizada no cós. Brilhante em dado momento pensou: - Decretei meu fim este homem ao que parece é superior a mim nem eu que sou ambidestro não sou tão perfeito Continuando na mesma linha de raciocínio: - Golpes certeiros assim só davam finado Erminio, o meu querido irmão Lucas e o falecido Virgínio. Em plena luta ele teve a brilhante inspiração de gritar: - Caro irmão Lucas e na mesma ocasião viu que o lutador feroz era Lucas seu Os dois emocionados depois de abraço Jesuíno disse a Lucas faça do jeito que eu faço lute da forma que eu luto mas não entre no cangaço. (...) Jesuíno foi cumprir espiritual destino porém até nossos dias todo o sertão nordestino tem grata recordação do seu herói Jesuíno. Glossário Baladeira: Pequena forquilha de madeira, com elástico, para atirar pedras; estilingue; atiradeira. Algoz: Carrasco, verdugo. Pessoa desumana, cruel. Torturador. AULETE, Caldas. Diccionario contemporaneo da lingua portugueza. Lisboa [Portugal]: Parceria Antonio Maria Pereira, 1925, Disponível em: http://www.auletedigital.com.br/ 28/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela A ditadura civil-militar trecho de artigo de jornal "Tornou-se um lugar comum chamar o regime político existente entre 1964 e 1979 de "ditadura militar". Trata-se de um exercício de memória, que se mantém graças a diferentes interesses, a hábitos adquiridos e à preguiça intelectual. problema é que esta memória não contribui para a compreensão da história recente do país e da ditadura em particular. É inútil esconder a participação de amplos segmentos da população no golpe que instaurou a ditadura, em 1964. É como tapar o sol com a peneira. As marchas da Família com Deus e pela Liberdade mobilizaram dezenas de milhões de pessoas, de todas as classes sociais, contra o governo João Goulart. A primeira marcha realizou-se em São Paulo, em 19 de março de 1964, reunindo meio milhão de pessoas. Foi convocada em reação ao Comício pelas Reformas que teve lugar uma semana antes, no Rio de Janeiro, com 350 mil pessoas. Depois houve a Marcha da Vitória, para comemorar o triunfo do golpe, no Rio de Janeiro, em 2 de abril. Estiveram ali, no mínimo, a mesma quantidade de pessoas que em São Paulo. Sucederam-se marchas nas capitais dos estados e em cidades menores. Até setembro de 1964, marchou-se sem descanso, (...) Trata-se de um impressionante movimento de massas. (...) É impossível não ver as multidões - civis - que apoiaram a instauração da (...) Não, não se trata de esclarecer um Mas de desvendar uma interessada memória e suas bases de sustentação. São interessados na memória atual as lideranças e entidades civis que apoiaram a ditadura. Se ela foi "apenas" militar, todas elas passam para o campo das oposições. Desde sempre. Desaparecem os civis que se beneficiaram do regime ditatorial. Os que financiaram a máquina repressiva. Os que celebraram os atos de exceção. mesmo se pode dizer dos segmentos sociais que, em algum momento, apoiaram a ditadura. E dos que defendem a ideia não demonstrada, mas assumida como verdade, de que a maioria das pessoas sempre fora - e foi contra a Por essas razões é injusto dizer - outro lugar comum - que o povo não tem Ao contrário, a história atual está saturada de memória. Seletiva e conveniente, como toda memória. No exercício desta absolve-se a sociedade de qualquer tipo de participação nesse triste - e sinistro - processo. Apagam-se as pontes existentes entre a ditadura e os passados próximo e distante, assim como os desdobramentos dela na atual democracia, emblematicamente traduzidos na decisão do Supremo Tribunal Federal em 2010, impedindo a revisão da Lei da Anistia. Varridos para debaixo do tapete os fundamentos sociais e históricos da construção da ditadura. Enquanto tudo isso prevalecer, a História será uma simples refém da memória, e serão escassas as possibilidades de compreensão das complexas relações entre sociedade e 29/32Olimpíada Programas Museu Exploratório de Ciências Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela internet. A ditadura civil-militar (texto completo) artigo de jornal Tornou-se comum chamar o regime político existente entre 1964 e 1979 de "ditadura militar". Trata-se de um exercício de memória, que se mantém graças a diferentes interesses, a hábitos adquiridos e à preguiça intelectual. problema é que esta memória não contribui para a compreensão da história recente do país e da ditadura em particular. É inútil esconder a participação de amplos segmentos da população no golpe que instaurou a ditadura, em 1964. É como tapar o sol com a peneira. As marchas da Família com Deus e pela Liberdade mobilizaram dezenas de milhões de pessoas, de todas as classes sociais, contra o governo João Goulart. A primeira marcha realizou-se em São Paulo, em 19 de março de 1964, reunindo meio milhão de pessoas. Foi convocada em reação ao Comício pelas Reformas que teve lugar uma semana antes, no Rio de Janeiro, com 350 mil pessoas. Depois houve a Marcha da Vitória, para comemorar o triunfo do golpe, no Rio de Janeiro, em 2 de abril. Estiveram no mínimo, a mesma quantidade de pessoas que em São Paulo. Sucederam-se marchas nas capitais dos estados e cidades menores. Até setembro de 1964, marchou-se sem descanso. Mesmo descontada a tendência humana a aderir à Ordem, trata-se de um impressionante movimento de massas. Nas marchas desaguaram sentimentos disseminados, entre os quais, e principalmente, o medo, um grande medo. De que as gentes que marcharam tinham medo? Tinham medo das anunciadas reformas, que prometiam acabar com o latifúndio e os capitais estrangeiros, conceder o voto aos analfabetos e aos soldados, proteger os assalariados e os inquilinos, mudar os padrões de ensino e aprendizado, expropriar o sistema bancário, estimular a cultura nacional. Se aplicadas, as reformas revolucionariam o país. Por isto entusiasmavam tanto. Mas também metiam medo. Iriam abalar tradições, questionar hierarquias de saber e de poder. Ese o país mergulhasse no caos, na negação da religião? Viria o comunismo? O Brasil viraria uma grande Cuba? espectro do comunismo. Para muitos, a palavra era associada à miséria, à destruição da família e dos valores éticos. É preciso recuperar a atmosfera da época, os tempos da Guerra Fria. De um lado, os EUA e o chamado mundo livre, ocidental e cristão. De outro, a União Soviética e o mundo socialista. Não havia espaço para meios-termos. A luta do Bem contra o Mal. Para muitos, Jango era o a ditadura, se fosse o caso, um Bem. No Brasil, estiveram com as Marchas a maioria dos partidos, lideranças empresariais, políticas e religiosas, e entidades da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB), as direitas. A favor das reformas, uma parte ponderável de sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais, alguns partidos, as esquerdas. Difícil dizer quem tinha a maioria. Mas é impossível não ver as multidões civis que apoiaram a instauração da ditadura. A frente que apoiou o golpe era heterogênea. Muitos que dela tomaram parte queriam apenas uma intervenção rápida, brutal, mas rápida. Lideranças civis como Carlos Lacerda, Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Ulysses Juscelino Kubitschek, entre tantos outros, aceitavam que os militares fizessem o trabalho sujo de prender e cassar. Logo depois se retomaria o jogo politico, excluídas as forças de esquerda radicais. Não foi isso que aconteceu. Para surpresa de muitos, os milicos vieram para ficar. ficaram longo tempo. Assumiram um protagonismo inesperado. Houve cinco generais-presidentes. Ditadores. Eleitos indiretamente por congressos ameaçados, mas participativos. Os três poderes republicanos eram o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. Os militares mandavam e Ocupavam postos no aparelho de segurança, nas empresas estatais e privadas. Choviam as verbas. Os soldos em alta e toda a sorte de mordomias e créditos. Nunca fora tão fácil "sacrificar-se pela Pátria". E os civis? que fizeram? Apenas se encolheram? Reprimidos? A resposta é positiva para os que se opuseram. Também aqui houve diferenças. Mas todos os oposicionistas moderados ou radicais sofreram o peso da repressão. Entretanto, expressivos segmentos apoiaram a ditadura. Houve, é claro, ziguezagues, metamorfoses, ambivalências. Gente que apoiou do início ao fim. Outros aplaudiram a vitória e depois migraram para as oposições. Houve os que ou aplaudiram, segundo as 30/32Olimpíada Programas Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... circunstâncias. A favor e contra. Sem falar nos que não eram contra nem a favor - muito pelo contrário. Na história da ditadura, como sempre, a coisa não foi linear, sucedendo-se conjunturas mais e menos favoráveis. Houve um momento de apoio forte - entre 1969 e 1974. Paradoxalmente, os chamados anos de chumbo. Porque foram também, e ao mesmo tempo, anos de ouro para não poucos. Brasil festejou então a conquista do tricampeonato mundial, em 1970, e os 150 anos de Independência. Quem se importava que as comemorações fossem regidas pela ditadura? É elucidativa a trajetória da Aliança Renovadora Nacional - a Arena, partido criado em 1965 para apoiar o regime. As lideranças civis aí presentes atestam a articulação dos civis no apoio à Era "o maior partido do Ocidente", um grande partido. Enquanto existiu, ganhou quase todas as eleições. Também interessante pesquisar as grandes empresas estatais e privadas, os ministérios, as comissões e os conselhos de assessoramento, os cursos de as universidades, as academias científicas e literárias, os meios de comunicação, a diplomacia, os tribunais. Estiveram ali, colaborando, eminentes personalidades, homens de Bem, alguns seriam mesmo tentados a dizer que estavam acima do Bem e do Mal. Sem falar no mais triste: enquanto a tortura comia solta nas cadeias, como produto de uma política de Estado, o general Médici era ovacionado nos estádios. Na segunda metade dos anos 1970, cresceu o movimento pela restauração do regime democrático. Em 1979, os Atos Institucionais foram, afinal, revogados. Deu-se início a um processo de transição democrática, que durou até 1988, quando uma nova Constituição foi aprovada por representantes eleitos. Entre 1979 e 1988, ainda não havia uma democracia constituída, mas já não existia uma ditadura. Entretanto, a obsessão em caracterizar a ditadura como apenas militar levou, e leva até hoje, a marcar o ano de 1985 como o do fim da ditadura, porque ali se encerrou o mandato do último general-presidente. A ironia é que ele foi sucedido por um politico - José Sarney que desde o início apoiou o regime, tornando-se ao longo do tempo um de seus principais dirigentes... civis. Estender a ditadura até 1985 não seria uma incongruência? adjetivo "militar" o requer. Ora, desde 1979 o estado de exceção, que existe enquanto os governantes podem editar ou revogar as leis pelo exercício arbitrário de sua vontade, estava encerrado. E não foi preciso esperar 1985 para que não mais existissem presos políticos. Por outro lado, o Poder Judiciário recuperara a Desde o início dos anos 1980, passou a haver pluralismo politico-partidário e Liberdade de expressão e de imprensa. Grandes movimentos puderam ocorrer livremente, como a Campanha das Diretas Já, mobilizando milhões de pessoas entre 1983- 1984. Como sustentar que tudo isto acontecia no contexto de uma ditadura? Um Não, não se trata de esclarecer um Mas de desvendar uma interessada memória e suas bases de sustentação. São interessados na memória atual as lideranças e entidades civis que apoiaram a Se ela foi "apenas" militar, todas elas passam para o campo das oposições. Desde sempre. Desaparecem os civis que se beneficiaram do regime ditatorial. Os que financiaram a máquina repressiva. Os que celebraram os atos de exceção. mesmo se pode dizer dos segmentos sociais que, em algum momento, apoiaram a ditadura, E dos que defendem a ideia não demonstrada, mas assumida como verdade, de que a maioria das pessoas sempre fora - e foi contra a ditadura, Por essas razões é injusto dizer - outro lugar comum que o povo não tem Ao contrário, a história atual está saturada de memória. Seletiva e conveniente, como toda memória. No exercício desta absolve-se a sociedade de qualquer tipo de participação nesse triste - e sinistro - processo. Apagam-se as pontes existentes entre a ditadura e os passados próximo e distante, assim como os desdobramentos dela na atual democracia, emblematicamente traduzidos na decisão do Supremo Tribunal Federal em 2010, impedindo a revisão da Lei da Varridos para debaixo do tapete os fundamentos sociais e históricos da construção da Enquanto tudo isso prevalecer, a História será uma simples refém da memória, e serão escassas as possibilidades de compreensão das complexas relações entre sociedade e ditadura. 31/32Olimpíada - Programas - Museu Exploratório de Ciências - Museu Exploratório de Ciênci... Documentos Fase Este documento não serve como prova. A prova deve ser feita pela Cidadão Boilesen links Através de diversos depoimentos, o documentário revela as ligações do empresário Henning Albert Boilesen (1916-1971) com a ditadura Seu apoio financeiro ao movimento de repressão violenta e também a sua participação na criação da Oban - Operação Filme: Cidadão Boilesen Ano: 2009 Tipo: Documentário Duração: 92' Direção: Chaim Litew ski "Trailer do filme Cidadão Boilesen 32/32