Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SUSTENTABILIDADE E 
EMPREENDEDORISMO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Olá! 
Empreendedorismo sustentável é um estilo de negócio que busca respostas 
além do lucro. Ao contrário do que se pode supor, não se trata apenas de empresas 
que atuam somente de forma sustentável. A ideia é criar um modelo de negócio 
inovador, focado na renovação de recursos, qualidade de vida e impacto no futuro 
organizacional. 
Para que as empresas se envolvam com responsabilidade no 
empreendedorismo sustentável, elas precisam se posicionar contra o desperdício 
e a degradação ambiental e, a longo prazo, modelos de negócios menos 
individualistas são mais benéficos para a sociedade. 
Bons estudos! 
 
 
 
AULA 1 – 
EMPREENDEDORISMO: 
CONTEXTO HISTÓRICO 
 
 
 
1 EMPREENDEDORISMO: CONTEXTO HISTÓRICO 
Embora o campo dos estudos de empreendedorismo seja relativamente novo 
para muitos, as ideias que deram origem ao termo não são. O ato de empreender é 
tão antigo quanto a civilização humana. Assim como as mudanças econômicas, 
sociais, políticas e de poder são fruto do trabalho humano, o empreendedorismo 
também é. Sob o ponto de vista histórico, pode-se afirmar que os empreendedores 
sempre existiram e contribuíram para o desenvolvimento da sociedade em que estão 
inseridos, tornando cada vez mais positiva sua atitude em relação a eles (PARON e 
SHANE, 2007). 
Hisrich e Peters (2009), em menção à origem e os conceitos do termo 
empreendedor, afirmam que ele tem sido usado desde a Idade Média para descrever 
tanto um participante quanto um líder de grandes projetos de produção (construção 
de castelos, fortalezas, etc.) 
O empreendedorismo surgiu no século XVII com o início da industrialização 
que ocorria por todo o mundo devido à Primeira Revolução Industrial que ocorreu na 
Grã-Bretanha. O conceito de risco esteve ligado à atividade empresarial no século 
XVII, pois quando o empresário celebrava contratos ou prestava serviços com o 
Estado, assumia um certo grau de risco. Nos séculos XVIII e XIX, o conceito de 
empreendedor começou a ganhar um caráter mais próximo de empresário 
diferenciando-o do capitalista (HISRICH & PETERS, 2009). 
Manduca et al. (2016) relatam que, em 1942, o economista austríaco Joseph 
Alois Schumpeter publicou o livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia”. Nesta 
obra, o autor cunhou a frase “destruição criativa” para descrever o processo de destruir 
sistematicamente as maneiras de fazer as coisas e substituí-las por novas. Na 
concepção deste autor, o sistema capitalista que existe na maioria dos países tem um 
importante efeito de alavanca sobre o empreendedorismo, uma vez que a 
concorrência e os movimentos do mercado geralmente são alcançados por meio de 
iniciativas empresárias. 
Mais de 70 anos se passaram e essas considerações são atuais. Os países 
mais desenvolvidos e criadores de riquezas estimulam o empreendedorismo de 
inúmeras formas (MANDUCA, 2016). O autor ressalta que parte importante das 
conquistas da civilização, do desenvolvimento econômico, tecnológico e do modo de 
https://www.voitto.com.br/blog/artigo/livros-de-empreendedorismo
 
 
vida atual está relacionada, de algum modo, com um conjunto de iniciativas 
empreendedoras. 
Segundo Dornelas (2005), o papel do empreendedor foi e continua sendo 
fundamental para a sociedade. O empreendedorismo não é, portanto, um modismo, 
mas uma tecnologia que remove barreiras comerciais e culturais, fecha distâncias, 
globaliza e inova conceitos econômicos, cria relacionamentos e novos empregos, 
quebra paradigmas e gera renda para a sociedade. 
1.1 Empreendedorismo no Brasil 
 
O empreendedorismo no Brasil surgiu e tomou forma na década de 1990, A 
entrada de capitais e fornecedores estrangeiros no mercado brasileiro, bem como o 
aumento da competitividade devido à abertura econômica promovida por políticas 
neoliberais no início dos anos 1990, impulsionaram o empreendedorismo no Brasil. 
Setores econômicos e manufatureiros que perderam espaço devido à 
inabilidade de competir com os preços dos importadores e começaram a investir em 
ideias e métodos empresariais para criar novas empresas, negócios e produtos 
inovadores. Cabe ressaltar as razões pela qual indivíduos, com ou sem qualificação 
profissional, têm se tornado empreendedores no Brasil: Na 'década perdida' dos anos 
1980, um número impressionante de pessoas perdeu o emprego e teve que lutar com 
o subemprego, 'pequenos empregos' temporários, lojas próprias e atividades 
informais (OLIVEIRA, 1995, p. 47). 
De acordo com levantamentos feitos pelo GEM, SEBRAE e próprio Governo 
Federal, o empreendedorismo no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos nos 
mais diversos segmentos e atividades econômicas. 
Cabe esclarecer que o Global Entrepreneurship Monitor – GEM é um consórcio 
de equipes de pesquisadores na área de empreendedorismo vinculados a renomadas 
instituições acadêmicas e de pesquisa em mais de 100 países. O GEM é a única 
pesquisa em âmbito global que coleta dados sobre o empreendedorismo diretamente 
com os indivíduos empreendedores, o que possibilita a captura de dados sobre a 
economia informal, além das atividades econômicas formais, especialmente nos 
países de baixa e média renda. 
https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/tendencias-de-negocio-para-empreender-em-2022,591dd967936ef710VgnVCM100000d701210aRCRD
 
 
1.2 Conceito de empreendedor 
 Atualmente sabemos sobre a importância do empreendedor para o 
desenvolvimento social e econômico de um país. Mas qual o significado e a origem 
dessa palavra? Manduca et al. (2016), define: 
Empreendedor vem da palavra francesa Entrepreneur e pode ser entendido 
como “empreiteiro”, uma pessoa que assume risco e começa algo novo. O 
uso deste termo deu origem à palavra inglesa Entrepreneurship, referindo-se 
a todos aqueles que tenham em si os hábitos, costumes, disciplina e 
comportamentos do empreendedorismo. Empreender, então, sempre esteve 
vinculado à firme decisão de fazer alguma coisa (MANDUCA et al. 2016, pg. 
3). 
Segundo Joseph Schumpeter (1985), o indivíduo empreendedor é aquele que 
para obter lucro assume riscos, se antecede aos fatos e enxerga o futuro da 
organização (DORNELAS. 2005). Dornelas (2005) explica que o empreendedor é o 
indivíduo que enxerga uma oportunidade de negócio assumindo riscos. Acrescenta o 
autor que, o empreendedor é um indivíduo insatisfeito com a sua situação e transforma 
seu inconformismo em descobertas e propostas positivas para si e para os outros. 
Kirzner (1979), define o empreendedor como aquele que cria um equilíbrio e 
uma posição clara e objetiva diante de um ambiente de caos e turbulência 
identificando uma oportunidade. 
No conceito GEM, o empreendedorismo é qualquer tentativa de criação de um 
novo negócio, seja uma atividade autônoma e individual, uma nova empresa ou a 
expansão de um empreendimento existente. 
1.3 O nascimento do conceito de empreendedorismo sustentável 
 
A aceleração do crescimento populacional global e a expansão da capacidade 
produtiva no século XX possibilitaram o reconhecimento que recursos e serviços 
naturais são escassos e seu esgotamento representa uma séria ameaça ao bem-estar 
presente e futuro da humanidade (ESPINOSA, 1993). 
Borges (2014) afirma que, até a primeira metade do século XX, as empresas 
surgiam e se expandiam com pouca preocupação com seu impacto ambiental e social, 
pois o progresso era visto como consequência de crescimento e do desenvolvimento 
econômico. O autor salienta que a expansão dos mercados consumidores e o número 
de empresas levaram ao aumento da geração de resíduos e do consumo de matérias-
 
 
primas. Todas essas eram situações em que havia a percepção de que os recursos 
naturais e a capacidade de todo o planeta de absorver a poluição eram infinitos. 
Borges (2014), ressalta: 
Foi somente a partir dos anos1960 que se passou a questionar o modelo de 
desenvolvimento vigente, e, em decorrência desse questionamento, 
começaram a surgir discussões, mesmo que de forma incipiente, sobre a 
viabilidade de empreendimentos mantidos nos padrões de consumo intensivo 
em matérias-primas e seus impactos no ambiente e na sociedade. Tal 
preocupação acabou gerando frutos, como a Conferencia de Estocolmo, 
realizada em 1972, que marcou o início dos debates sobre as preocupações 
mundiais relativas às questões ecológicas. Em 1987, é lançado o documento 
“Our common future” (nosso futuro comum), como resultado dos trabalhos da 
Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD), na 
qual surge o conceito de desenvolvimento sustentável (BORGES, 214, p. 2). 
A primeira das grandes conferências ambientais da história foi realizada em 
Estocolmo, em 1972, e foi chamada de Conferência das Nações Unidas sobre Meio 
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Posteriormente, várias conferências foram 
realizadas em todo o mundo para conscientizar a sociedade sobre a necessidade de 
considerar o meio ambiente em todas as atividades realizadas, dado o processo de 
degradação ambiental. 
Em 1983 foi criado a Comissão Mundial do Meio Ambiente pelas Nações 
Unidas, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como 
Comissão Brundtland, que em relatório publicado em 1987 e intitulado “Nosso futuro 
comum”, apresenta o conceito de desenvolvimento sustentável, isto é: aquele que 
utiliza os recursos naturais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de 
atenderem as suas necessidades, ou seja, aquele desenvolvimento que alia o 
crescimento econômico à preservação ambiental (FOGLIATTI et al., 2011). 
As principais conferências ambientais internacionais foram as de Estocolmo, 
em 1972; a Eco-92 ou Rio-92; a Rio+10 em 2002, e a Rio+20 em 2012. 
O quadro a seguir resume as principais conferências ambientais internacionais: 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quadro 1 - Principais Conferências Ambientais 
Conferência de Estocolmo 
Primeira conferência ambiental realizada no 
mundo pela Organização das Nações Unidas 
(ONU). Foi realizada na Suécia em 1972. Reuniu 
líderes de 113 países e 250 organizações 
internacionais. 
ECO-92 
Conhecida também como Conferência das Nações 
Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento 
ou como Cúpula da Terra, foi organizada pela 
ONU. Foi realizada no Brasil, na cidade do Rio de 
Janeiro, em 1992. Reuniu 172 países e cerca de 
1400 organizações não governamentais. 
Conferência das Partes 
Protocolo de Kyoto 
Órgão supremo da Convenção-Quadro das Nações 
Unidas sobre Mudança do Clima, que reuniu 
países Parte para participar de conferências 
ambientais. A Convenção-Quadro discutiu, na 
ECO-92, tendências do aquecimento global, 
objetivando elaborar metas para redução da 
concentração de gases de efeito estufa. Em 1995, 
ocorreu a Conferência das Partes 1 em Berlim. Em 
1996, ocorreu a Conferência da Partes 2 em 
Genebra. Em 1997, foi realizada a Conferência das 
Partes 3 em Kyoto. 
Rio+10 
Conhecida também como Cúpula de Joanesburgo 
ou Conferência Mundial sobre Desenvolvimento 
Sustentável, foi organizada pela ONU. Foi 
realizada em Joanesburgo, na África do Sul, em 
2002. Reuniu 189 países e centenas de 
organizações não governamentais. 
Rio+20 
Conhecida também como Conferência das Nações 
Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, 
organizada pela ONU. Foi realizada na cidade do 
Rio de Janeiro, no Brasil, em 2012. Reuniu 193 
países-membros da ONU e contou com a maior 
cobertura midiática da história. 
Fonte: Adaptado de Lago, 2013. 
1.4 Empreendedorismo sustentável 
O empreendedorismo sustentável, também chamado de “empreendedorismo 
orientado para a sustentabilidade” por alguns especialistas, caracteriza-se pela 
aplicação de modelos de negócios que equilibrem a proteção do planeta com o 
progresso tecnológico e a qualidade de vida das pessoas. 
O empreendedorismo sustentável busca a lucratividade por meio de um 
processo humano que respeita os fatores que beneficiam a sociedade, com foco 
 
 
especial em atitudes duradouras e colaborativas que pensam no futuro e na próxima 
geração. Esta é uma forte consciência coletiva e ética no sentido mais elevado para a 
busca do bem comum. 
O desenvolvimento sustentável visa integrar a tríade social, econômica e 
ambiental, conciliando rentabilidade financeira e crescimento econômico com 
equidade e bem-estar social, proteção ambiental e uso racional dos recursos naturais. 
Neste contexto, Borges (2014) afirma que o empreendedorismo é visto como um 
agente de mudança social, especialmente no crescimento econômico e passou a ser 
considerado também um veículo que pode colaborar para o desenvolvimento 
sustentável. 
Um aspecto importante nessa mudança de postura é a busca por 
responsabilidade social empresarial através de um comportamento organizacional 
que integra aspectos sociais e ambientais. Neste sentido, o empreendedorismo 
sustentável pode ser definido como a descoberta, desenvolvimento e exploração de 
oportunidades relacionadas a nichos sociais e ambientais que gerem benefícios 
econômicos e melhorias nessas áreas (BORGES, 2014). 
Para Donaire (2009), a responsabilidade das empresas pode assumir diversas 
formas, onde incluem proteção ambiental, projetos filantrópicos e educacionais, 
equidade nas oportunidades de emprego e serviços sociais gerais. 
Segundo Borges (2014), existem diversos tipos de empreendedorismo 
sustentável e considera-se três tipos de indicadores: 
 O nicho da sustentabilidade que é explorado (ambiental ou social). Os 
negócios ambientais podem ser classificados em quatro categorias 
principais: produtos ecoeficientes, turismo e lazer na natureza, agricultura 
orgânica e extrativismo, e reciclagem e reutilização. Os negócios sociais 
podem ser classificados em quatro categorias principais: produtos para 
grupos com necessidades especiais, microcrédito, comércio justo e negócios 
na base da pirâmide. 
 A motivação para a incorporação da sustentabilidade (se ela é objetivo do 
empreendedor ao criar o negócio ou apenas um meio utilizado para realizar 
ganhos financeiros); 
 A utilização ou não dos pressupostos da responsabilidade social empresarial 
pela empresa nascente. 
 
 
1.5 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas são um 
apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima 
e garantir paz e prosperidade para as pessoas em todos os lugares. Essas são as 
metas que as Nações Unidas estão contribuindo para ajudar o Brasil a alcançar a 
Agenda 2030. 
Para tanto, foram definidos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 
(ODS), dos quais 169 são objetivos coletivos que reúnem diferentes níveis de governo, 
organizações, empresas e sociedade em âmbito internacional, nacional e local. 
Essa agenda está pautada em cinco áreas de importância (ou chamados 5 Ps): 
Figura 1 – Cinco áreas - 5PS 
Fonte: shre.ink/lqM2 
 
Cabe salientar que, tanto empresas quanto governos, instituições e 
pessoas, podem atuar em benefício dos ODS. No entanto, não basta só as 
empresas atuarem nos objetivos, nem que somente os governos se envolvam, da 
mesma maneira que só a sociedade civil também não consegue atingir as metas. É 
preciso trabalhar de forma integrada, unificada e global. 
A prática da sustentabilidade no empreendedorismo é uma consequência das 
visões de mundo e das atitudes dos empreendedores. As ações sustentáveis no 
empreendedorismo sugerem que essa perspectiva faça parte modelo de negócios das 
empresas, assim como estejam incorporadas na cultura organizacional. 
O empreendedorismo sustentável pode ser aplicado para definir projetos 
que combinam a geração de riquezas com o desenvolvimento consciente do meio 
social e ambiental. 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BARON, R.; SHANE, S. A. Empreendedorismo:uma visão do processo. São Paulo: 
Thomson Learning, 2007. 
BORGES, C. M.; Empreendedorismo Sustentável. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. 
DORNELAS, J. Empreendedorismo Transformando Ideias em Valores. 2. ed. Rio 
de Janeiro: Campus-Elsevier, 2005. 
ESPINOSA, H. Desenvolvimento e meio ambiente sob nova ótica. Ambiente. 
7(1):40- 4,1993. 
FOGLIATTI, M.; CAMPOS, V. FERRO, M.; SINAY, L.; CRUZ, I. Sistema de Gestão 
Ambiental para Empresas. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011 
GEM - Global Entrepreneurship Monitor. Empreendedorismo no Brasil: 2019. 
Curitiba: IBQP, 2020. 
HISRICH, R.; PETERS, M. Empreendedorismo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 
KIRZNER, I. Perception, opportunity, and profit: studies in the theory of 
entrepreneurship. Chicago: University of Chicago Press, 1979. 
LAGO, A. Conferências de desenvolvimento sustentável. Brasília: FUNAG, 2013 
MANDUCA, A; et al. Empreendedorismo: uma perspectiva multidisciplinar. 1. ed. Rio 
de Janeiro: LTC, 2016. 
NAÇÕES UNIDAS BRASIL. Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. 15 set. 
2015. Disponível em: https://shre.ink/lqM2. Acesso em: jul. 2023. 
OLIVEIRA, M. Valeu! Passos na trajetória de um Empreendedor. São Paulo: 
Nobel, 1995.

Mais conteúdos dessa disciplina