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2 Matemática M (75)

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MATEMÁTICA 
 
1. CONJUNTOS NUMÉRICOS: NÚMEROS 
NATURAIS, INTEIROS, RACIONAIS, 
IRRACIONAIS E REAIS: OPERAÇÕES 
FUNDAMENTAIS (ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO, 
MULTIPLICAÇÃO, DIVISÃO, 
POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO) 
PROPRIEDADES DAS OPERAÇÕES, 
MÚLTIPLOS E DIVISORES, NÚMEROS 
PRIMOS, MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM, 
MÁXIMO DIVISOR COMUM. 
 
Conjuntos Numéricos 
Definição de Conjunto : Conjunto é uma 
reunião de elementos, podemos dizer que essa 
definição é bem primitiva, mas a partir dessa 
ideia podemos relacionar outras situações. O 
conjunto universo e o conjunto vazio são tipos 
especiais de conjuntos. 
Vazio: não possui elementos e pode ser 
representado por { } ou Ø. 
Universo: possui todos os elementos de acordo 
com o que estamos trabalhando, pode ser 
representado pela letra maiúscula U. 
 
Representando conjuntos 
 
A representação de um conjunto depende de 
determinadas condições: 
 
Exemplo 1 
Condição: O conjunto dos números pares 
maiores que zero e menores que 
quinze. Representação através de seus 
elementos. 
A = {2, 4, 6, 8, 10, 12, 14} 
 
Representação pela propriedade de seus 
elementos. 
A = {x / x é par e 0
862
16
8
12
6
4
2


 
6
c
4
b
3
a

2
13
26
643
cba
6
c
4
b
3
a




 

3
a
 = 2  a = 6 

4
b
 = 2  b = 8 

6
c
 = 2  c = 12 
 
36
9
24
6
20
5
8
2
 = k 
 
O valor comum das razões é k =
4
1
, uma constante não nula. 
 
 
Então: 
 
 
Resposta: 
O valor de x é 14 e o valor de y é 4. O 
coeficiente de proporcionalidade é . 
 
NÚMEROS INVERSAMENTE 
PROPORCIONAIS 
 
"Duas seqüências A e B de números reais são 
inversamente proporcionais, quando o produto 
entre qualquer termo da primeira seqüência e 
seu correspondente na segunda, é sempre 
uma constante k não nula". 
 
Exemplo: 
 
Sejam as seqüências: (20, 25, 40, 50) e 
(10, 8, 5, 4). Essas seqüências apresentam 
números inversamente proporcionais porque o 
produto dos termos correspondentes é sempre 
200. 
Observe: 20 ´ 10 = 200; 25 ´ 8 = 200; 40 ´ 5 = 
200; 50 ´ 4 = 200. 
O produto k = 200 denomina-se 
coeficiente de proporcionalidade. 
Podemos escrever esses produtos, 
também, da seguinte forma: 
 
 
 
Logo 20, 25, 40, 50 são diretamente 
proporcionais aos números: 
 
DIVISÃO PROPORCIONAL 
 
DIVISÃO ENTRE AS PARTES DIRETAMENTE 
PROPORCIONAIS 
 
Exemplo: 
 
Vamos dividir o número 32 em parcelas que 
sejam diretamente proporcionais aos números 
3, 5, 8. 
 
Resolução: 
O problema consiste em encontrar três 
parcelas cuja soma seja 32, e que sejam 
proporcionais aos números 3, 5, 8. 
Chamamos essas parcelas de x, y e z temos: 
 
 
Pela propriedade da proporção: 
 
substituindo os valores: 
 
 
Exercício Resolvido 
 
1) Dividir 153 em partes diretamente 
proporcionais aos números e . 
 
Resolução: 
Neste caso, o número 153 deve ser dividido em 
duas parcelas, x e y: 
 
Uma vez que encontramos o coeficiente de 
proporcionalidade: 
 

x
7
 = 
2
1
 x = 14 
 

8
y
=
2
1
 2y = 8  y = 4 
2
1
 
4
1
50
5
1
40
8
1
25
10
1
20
 = k 
 
10
1
, 
8
1
, 
5
1
, 
4
1
 
 
x + y + z = 32 e 
853
zyx
 
 
853853 


zyxzyx
=
16
32
= 2 
 

3
x
 = 2  x = 6 

5
y
 = 2  y = 10 

8
z
 = 2  z = 16 
3
2
4
3
 
17
12153
12
17
153
12
98
153
4
3
3
2
4
3
3
2







yxyx
 = 9  12  k = 108 
 
Resposta: 
Os números procurados são 72 e 81. 
 
DIVISÃO ENTRE AS PARTES 
INVERSAMENTE PROPORCIONAIS 
 
Exemplo: 
Vamos dividir o número 273 em partes 
inversamente proporcionais a 
O problema consiste em encontrar três 
parcelas cuja soma seja 273, e que sejam 
inversamente proporcionais aos números
 
Chamamos essas parcelas de x, y e z temos: 
 
 
note que invertemos os número, no 
denominador das razões. Pela propriedade da 
proporção: 
 
 
Substituindo os valores: 
 
 
 
EXERCÍCIOS - PROPORÇÕES 
 
 
P1) Calcular x e y, na proporção , 
sabendo que x + y = 45. 
 
P2) Calcular x e y, na proporção , 
sabendo que x - y = 14. 
 
P3) Calcular x, y e z na proporção 
sabendo que 2x + 3y + 4z = 58. 
 
P4) Calcular x, y e z sabendo que 2xy = 3xz = 
4yz e que x + y + z = 18. 
 
P5) Determinar o coeficiente de 
proporcionalidade entre os seguintes grupos de 
números proporcionais: 
 
P6) Verificar se as seguintes seqüências (45, 
60, 75) e (3, 4, 5) são proporcionais. 
 
P7) Achar x nas sucessões proporcionais (2, 8, 
3) e (4, 16, x). 
 
P8) A grandeza x é diretamente proporcional a 
y. Quando a grandeza y tem o valor 8, x tem o 
valor 40. Determinar o valor da grandeza x, 
quando y vale 10. 
 
P9) Em 18 gramas de água, há 2 de hidrogênio 
e 16 de oxigênio; em 45 gramas de água há 5 
de hidrogênio e 40 de oxigênio. Verificar se há 
proporcionalidade entre as massas de água e 
hidrogênio, água e oxigênio, hidrogênio e 
oxigênio. Em caso afirmativo determinar os 
coeficientes de proporcionalidade. 
 
P10) Dividir 180 em três partes, diretamente 
proporcionais a 3, 4 e 5. 
 
P11) Três sócios querem dividir um lucro de R$ 
13.500,00. Sabendo que participaram da 
sociedade durante 3, 5 e 7 meses. Qual a 
parcela de lucro de cada um? 
 
P12) Um prêmio de R$ 152.000,00 será 
distribuído aos cinco participantes de um jogo 
de futebol de salão, de forma inversamente 
proporcional às faltas cometidas por cada 
jogador. Quanto caberá a cada um, se as faltas 
foram 1, 2, 2, 3 e 5? 
 
P13) Distribuir o lucro de R$ 28.200,00 entre 
dois sócios de uma firma, sabendo que o 
primeiro aplicou R$ 80.000,00 na sociedade 
durante 9 meses e que o segundo aplicou R$ 
20.000,00 durante 11 meses. 
 
 
108
3
2

x
 x = 
3
2
.108  x = 72 
 108
4
3

y
 y = 
4
3
108  y = 81 
 
3
1
, 
4
1
 e 
7
2
. 
 
3
1
, 
4
1
, 
7
2
. 
 
x + y + z = 273 e 
2
743
zyx
 
26K 







21
2273
2
21
273
2
714
273
2
7
43
2
743
zyxzyx
 

3
x
 = 26  x = 78 

4
y
 = 26  y = 104 

2
7
z
 = 26  z = 
2
7
. 26  z = 
91 
5
y
4
x

3
y
5
x

4
z
3
y
2
x

7
1
,
56
8
,
35
5
,
14
2
P14) Um comerciante deseja premiar, no 
primeiro dia útil de cada mês, os três primeiros 
fregueses que chegarem ao seu 
estabelecimento com a quantia de R$ 
507.000,00 divididas em partes inversamente 
proporcionais a e 1,2. Nessas 
condições, qual o prêmio de menor valor a ser 
pago? 
 
P15) Uma pessoa deseja repartir 135 balas para 
duas crianças, em partes que sejam ao mesmo 
tempo diretamente proporcionais a 2/3 e 4/7 e 
inversamente proporcionais a 4/3 e 2/21. 
Quantas balas cada criança receberá? 
 
P16) Um pai distribuiu 284 bombons entre os 
filhos Hudson, Larissa e Carol, em partes 
diretamente proporcionais à nota de 
Matemática e inversamente proporcional a 
idade dos filhos. Calcule o número de bombons 
recebidos de acordo com os dados: 
Hudson: 10 anos e nota 7; 
Larissa: 12 anos e nota 5; 
Carol: 8 anos e nota 10. 
 
GABARITO - PROPORÇÕES 
 
P1) x = 20; y = 25 
 
P2) x = 35; y = 21 
 
P3) x = 4; y = 6; z = 8 
 
P4) x = 8; y = 6; z = 4 
 
 
P6) Sim, k = 15 
 
P7) x = 6 
 
P8) x = 50 
 
 
P10) 45, 60, 75 
 
P11) Sócio1: R$ 2.700,00; Sócio2: R$ 
4.500,00; Sócio 3: R$6.300,00 
 
P12) R$ 60.000,00; R$ 30.000,00; R$ 
30.000,00; R$ 20.000,00; R$12.000,00 
 
P13) R$ 21.600,00; R$6.600,00 
 
P14) R$ 120.000,00 
 
P15) 27 e 108 
 
P16) Hudson: 84; Larissa: 50; Carol: 150. 
 
 
 
REGRA DE TRÊS 
 
É uma técnica de cálculo por meio da qual 
são solucionados problemas sobre grandezas 
proporcionais. 
Estes problemas são de dois tipos: 
 
1) Regra de Três Simples: quando se referem a 
duas grandezas diretamente ou inversamente 
proporcionais. 
 
2) Regra de Três Composta: quando se 
referem a mais de duas grandezas diretamente 
ou inversamente proporcionais. 
 
GRANDEZAS DIRETAMENTE 
PROPORCIONAIS 
 
Consideremos a seguinte situação: 
 
Sobre uma mola são colocados corpos 
de massa diferentes. A seguir, medindo o 
comprimento da mola, que se modifica com a 
massa do corpo colocado sobre ela, pode-se 
organizar a seguinte tabela: 
 
 
Massa do corpo (em kg) Comprimento da 
mola (em cm) 
 10 50 
 20 100 
 30 150 
 
Pela tabela pode-se notar que: 
Se a massa do corpo duplica, o comprimento 
da mola também duplica. 
Se a massa do corpo triplica, o comprimento da 
mola também triplica. 
 
Note que a massa do corpo e o 
comprimento da mola variam sempre na 
mesma razão; dizemos, então, que a massa do 
corpo é uma grandeza DIRETAMENTE 
PROPORCIONAL ao comprimento da mola. 
 
"Quando duas grandezas variam sempre na 
mesma razão, dizemos que essas grandezas 
 
4
1
2 , 
3
2
1 
 
P5) k = 
7
1
 
 
P9) Sim, k = 
5
2
 
são diretamente proporcionais, ou seja, quando 
a razão entre os valores da primeira é igual a 
razão da segunda". 
 
Veja outros exemplos de grandezas 
diretamente proporcionais: 
 
Quando vamos pintar uma parede, a 
quantidade de tinta que usamos é diretamente 
proporcional à área a ser pintada duplicando-se 
a área, gasta-se o dobro de tinta;
triplicando-se 
a área, gasta-se o triplo de tinta. 
Quando compramos laranjas na feira, o preço 
que pagamos é diretamente proporcional à 
quantidade de laranjas que compramos; 
duplicando-se a quantidade de laranjas, o 
preço também duplica; triplicando-se a 
quantidade de laranjas, o preço também 
triplica. 
 
GRANDEZAS INVERSAMENTE 
PROPORCIONAIS 
Consideremos a seguinte situação: 
A professora de Português da 6ª série tem 48 
livros para distribuir entre seus melhores 
alunos. Vamos observar que: 
Se ela escolher apenas os dois melhores 
alunos, cada um receberá 24 livros. 
Se ela escolher os quatro melhores alunos, 
cada um receberá 12 livros. 
Se ela escolher os seis melhores alunos, cada 
um receberá 8 livros. 
 
Vamos colocar esses dados no quadro 
seguinte: 
 
 Número de alunos Número de livros 
 escolhidos distribuído a cada 
aluna 
 2 24 
 4 12 
 6 8 
 
Pela tabela podemos notar que: 
 
Se o número de alunos duplica, o número de 
livros cai pela metade. 
Se o número de alunos triplica, o número de 
livros cai para a terça parte. 
 
Usando os números que expressam as 
grandezas, temos: 
 
1-) Quando o número de alunos passa de 2 
para 4, dizemos que o número de alunos varia 
na razão: . Enquanto isso, o número de livros 
passa de 24 para 12, variando na razão: . 
 
Note que essas razões não são iguais, elas 
são inversas, ou seja: 
 
Nessas condições, o número de alunos 
escolhidos e o número de livros distribuídos 
variam sempre na razão inversa; dizemos 
então que o número de alunos escolhidos é 
INVERSAMENTE PROPORCIONAL ao 
número de livros distribuídos. 
 
"Quando duas grandezas variam sempre uma 
na razão inversa da outra, dizemos que essas 
grandezas são inversamente proporcionais, ou 
seja, quando a razão entre os valores da 
primeira é igual ao inverso da razão entre os 
valores da segunda". 
 
Veja outros exemplos de grandezas 
inversamente proporcionais: 
 
Quando vamos fazer uma construção, o tempo 
que se gasta nessa construção é inversamente 
proporcional ao número de operários que se 
contrata; duplicando-se o número de operários 
o tempo cai pela metade. 
Quando fazemos uma viagem, o tempo que se 
leva é inversamente proporcional à velocidade 
do veículo usado: dobrando-se a velocidade do 
veículo, o tempo gasto na viagem cai pela 
metade. 
 
 
 REGRA DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA. 
Consideremos as seguintes situações: 
 
1º) Um carro faz 180km com 15 litros de álcool. 
Quantos litros de álcool este carro gastaria 
para percorrer 210km? 
 
O problema envolve duas grandezas: distância 
e litros de álcool. 
Indiquemos por x o número de litros de álcool a 
ser consumido. 
 
Coloquemos as grandezas de mesma espécie 
em uma mesma coluna e as grandezas de 
espécies diferentes que se correspondem em 
uma mesma linha. 
 
4
2
12
24
 
4
2
 = 
2
1
 e 
12
24
 = 
1
2
 
 
Distância 
Litros de álcool 
 180 15 
 210 x 
 
Na coluna "litros de álcool" vamos colocar uma 
flecha apontada para o x. 
 
 
Distância Litros de álcool 
 180 15 
 210 x 
 
Observe que aumentando a distância, aumenta 
também o consumo de álcool. Então, as 
grandezas distância e litros de álcool, são 
diretamente proporcionais. No esquema que 
estamos montando, indicamos isso colocando 
uma flecha no mesmo sentido da anterior. 
 
 
Distância 
Litros de 
álcool 
 180 15 
 210 x 
 
 
 
Resposta: O carro gastaria 17,5 litros de álcool. 
 
2º) Um avião voando à velocidade de 800km 
por hora vai de São Paulo a Belo Horizonte em 
42 minutos. Se voar a 600km, por hora em 
quanto tempo fará a mesma viagem? 
 
As duas grandezas são: velocidade do avião e 
tempo de vôo. 
 
Observemos que, se a velocidade do avião 
aumenta, o tempo de vôo diminui, logo a 
velocidade e o tempo são grandezas 
inversamente proporcionais. 
 
Chamando de x o tempo necessário para voar 
de São Paulo à Belo Horizonte a 600km por 
hora, temos: 
 
Tempo de vôo 
Velocidade 
 42 
800 
 X 
600 
 
 
 
Resposta: 
 
O avião vai de São Paulo a Belo Horizonte em 
56 minutos, voando a 600km/h. 
 
 
REGRA DE TRÊS COMPOSTA 
 
A regra de três composta se refere a 
problemas que envolvem mais de duas 
grandezas. A grandeza cujo valor procuramos 
pode ser diretamente ou inversamente 
proporcional a todas as outras, ou até mesmo 
diretamente proporcional a umas e 
inversamente proporcional a outras. 
 
1O) Em quatro dias oito máquinas produziram 
160 peças. Em quanto tempo 6 máquinas 
iguais às primeiras produzirão 360 dessas 
peças? 
 
Resolução: 
 
Indiquemos o número de dias por x. 
Coloquemos as grandezas de mesma espécie 
em uma só coluna, e as grandezas de espécies 
diferentes que se correspondem em uma 
mesma linha. 
Na coluna "dias" coloquemos uma flecha 
apontada para x. 
 
Máquinas Peças Dias 
 8 160 4 
 6 360 x 
 
Comparemos cada grandeza com aquela onde 
está o x. 
 
As grandezas, peças e dias são 
diretamente proporcionais. No nosso esquema 
isso será indicado colocando-se na coluna 
"peças" uma flecha no mesmo sentido da 
flecha da coluna "dias". 
 
Máquinas Peças Dias 
 8 160 4 
 6 360 x 
 
As grandezas máquinas e dias são 
inversamente proporcionais (quanto maior o 
número de máquinas, menos dias para se 
efetuar o trabalho). No nosso esquema isso 
 
x
15
210
180
  
x
15
7
6
  6x = 105  x = 17,5 l 
 
800
60042

x
 
4
342

x
 3x = 168  x = 56 minutos 
será indicado colocando-se na coluna 
"máquinas" uma flecha no sentido contrario na 
coluna "dias" 
 
Máquinas Peças Dias 
 8 160 4 
 6 360 x 
 
Agora vamos montar a proporção, igualando a 
razão que contém o x, que é , como o 
produto das outras razões, obtidas segundo 
orientação das flechas: 
 
 
 
 
Resposta: 12 dias. 
 
2º) Trabalhando durante 6 dias, 5 operários 
produzem 400 peças. Quantas peças desse 
mesmo tipo serão produzidas por 7 operários 
trabalhando durante 9 dias? 
 
Resolução: 
Inicialmente vamos organizar os dados 
no seguinte quadro, indicando o número de 
peças pedido pela letra x. 
 
Operários Dias Peças 
 5 6 400 
 7 9 x 
 A B C 
 
Fixando a grandeza A, vamos relacionar as 
grandezas B e C, se aumentarmos o número 
de dias, o número de peças também 
aumentará; logo, as grandezas B e C são 
diretamente proporcionais. 
 
Fixando a grandeza B, vamos relacionar as 
grandezas A e C, se aumentarmos o número 
de operários, o número de peças também 
aumentará, logo, as grandezas A e C são 
diretamente proporcionais. 
 
Então, a grandeza C é diretamente 
proporcional às grandezas A e B; logo seus 
valores são diretamente proporcionais aos 
produtos dos valores das grandezas A e B, ou 
seja: 
 
 
Resposta: 
Produzirão 840 peças. 
 
 
 
 
EXERCÍCIOS 
 
P1) Um automóvel gasta 10 litros de gasolina 
para percorrer 65km. Quantos litros gastará 
num percurso de 910km? 
 
P2) Qual o tempo gasto por 12 homens para 
executar um trabalho que 8 homens nas 
mesmas condições executam em 9 dias? 
 
P3) Um fonte dá 38 litros de água em 5 
minutos; quantos litros dará em uma hora e 
meia? 
 
P4) Para tecer 19m de um tecido com 50cm de 
largura são gastos 38kg de lã. Quantos metros 
serão tecidos com 93kg da mesma lã, sendo a 
largura de 60cm? 
 
P5) Numa transmissão de correia, a polia maior 
tem 30cm de diâmetro e a menor 18cm. Qual o 
número de rotações por minuto da menor polia, 
se a maior dá 45 no mesmo tempo? 
 
P6) Com 9 há de gasto podem ser mantidas 20 
cabeças de gado. Quantos há serão 
necessários para manter 360 cabeças? 
 
P7) Uma máquina, que funciona
4 horas por dia 
durante 6 dias produz 2000 unidades. Quantas 
horas deverá funcionar por dia para produzir 
20.000 unidades em 30 dias? 
 
P8) Um automóvel, com a velocidade de 80km 
por hora, percorreu certa distância em 6 horas. 
Que tempo gastará para percorrer a mesma 
distância se reduzir a velocidade para 50km 
por hora? 
 
P9) Um automóvel percorreu certa distância em 
4h, com a velocidade de 60km por hora. Qual o 
tempo que gastará para percorrer a mesma 
distância com a velocidade de 90km por hora? 
 
P10) Se três homens podem arar um campo de 
8 há em 5 dias, trabalhando 8 horas diárias, em 
quantos dias 8 homens poderão arar 192 há 
trabalhando 12 horas diárias? 
x
4
 
x
4
= 
6
8
360
160
  
x
4
 = 
4
3
9
4
 
x
4
= 
1
1
3
1
 
x
4
 = 
3
1
  
 
x
400
 = 
9
6
7
5
 
x
400
 = 
3
2
7
5
 
x
400
 = 
21
10
  
 
 
x
40
 = 
21
1
  x = 40 . 21  x = 840 
 
P11) Com 16 máquinas de costura aprontaram-
se 720 uniformes em 8 dias de trabalho. 
Quantas máquinas serão necessárias para 
confeccionarem 2160 uniformes em 24 dias? 
 
P12) Se 54 operários trabalhando 5 horas por 
dia levaram 45 dias para construir uma praça 
de forma retangular de 225m de comprimento 
por 150m de largura, quantos operários serão 
necessários para construir em 18 dias, 
trabalhando 12 horas por dia, outra praça 
retangular de 195m de comprimento por 120m 
de largura? 
 
P13) Para construir um canal de 104m de 
comprimento por 5m de profundidade e 7m de 
largura, 100 operários, trabalhando 7 horas por 
dia, levaram 2 meses e meio. Aumentando de 
40 o número de operários e fazendo-os 
trabalhar 10 horas por dia, pergunta-se: em 
quanto tempo os operários construíram um 
segundo canal, com o mesmo comprimento do 
primeiro, porém de profundidade e largura 
duplas da do primeiro? 
 
P14) Se com 1000 litros de água se rega um 
campo de 450 há durante 20 dias, qual é a 
quantidade de água necessária para se regar 
outro campo de 200 há durante 30 dias? 
 
P15) Para o piso de uma sala empregam-se 750 
tacos de madeira de 5cm de comprimento por 
3cm de largura. Quantos tacos de 40cm de 
comprimento por 7,5cm de largura são 
necessários para um piso cuja superfície é 
dupla da anterior? 
 
P16) Se 10 operários, trabalhando 8 horas 
diárias, levantam em 5 1/2 dias uma parede de 
22m de comprimento por 0,45 de espessura 
em quanto tempo 16 operários, trabalhando 
também 8 horas por dia, levantam outra parede 
de 18m de comprimento, 0,30 de espessura e 
de altura duas vezes maior que a primeira? 
 
P17) Um bloco de mármore de 3m de 
comprimento, 1,50m de largura e 0,60 de altura 
pesa 4350kg. Quanto pesará um bloco do 
mesmo mármore cujas dimensões são: 
comprimento 2,20 largura 0,75m e altura 1,20? 
 
P18) Um navio tem viveres para 20 dias de 
viagem. Porém um imprevisto deixou-o 
ancorado em alto mar durante 10 dias, onde o 
comandante do navio foi avisado da previsão 
do atraso. Em quanto se deve reduzir a ração 
diária da tripulação, para que não faltasse 
comida até o fim da viagem? 
 
P19) Uma pessoa calculou que o dinheiro que 
dispunha seria suficiente para passar 20 dias 
na Europa. Ao chegar, resolveu prolongar sua 
viagem por mais 4 dias. A quanto teve de 
reduzir o sue gasto diário médio? 
 
P20) Alguns operários devem terminar certo 
serviço em 36 dias, trabalhando 8 horas por 
dia. O encarregado, após 20 dias, verifica que 
só 0,4 da obra estava pronta. Para entregar o 
serviço na data fixada; quantas horas por dia 
devem os operários trabalhar nos dias 
restantes? 
 
GABARITO - REGRA DE TRÊS 
P1) 140 litros 
P2) 6 dias 
P3) 684 litros 
P4) 38,75 metros 
P5) 75 rotações 
P6) 162 há 
 
P7) 8 horas por dia 
 
P8) 9 horas e 36min 
 
P9) 2 h e 45min 
 
P10) 30 dias 
 
P11) 12 máquinas 
 
P12) 39 operários 
 
P13) 5 meses 
 
P14) 666,666 litros 
 
P15) 75 tacos 
 
P16) 3,15 dias 
 
P17) 3190 kg 
 
P18) 
 
P19) 
 
P20) 15 horas 
 
3
1
6
1
SISTEMA DE MEDIDAS: COMPRIMENTO, CAPACIDADE, MASSA E TEMPO (UNIDADES, 
TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES) 
 
Medidas de Comprimento 
As medidas de comprimento são mecanismos de medição eficazes, uma vez que utilizam como recurso 
medidas convencionais, tais como milímetro, centímetro, metro, quilômetro. 
Elas foram criadas justamente para mitigar a probabilidade de ocorrência de erros no momento em que era 
necessário mensurar as coisas. 
Aqui você vai conhecer essas unidades de medida e vai aprender como calcular cada uma delas. 
Múltiplos Medida base Submúltiplos 
km hm dam m dm cm mm 
1.000 m 100 m 10 m 1 m 0,1 m 0,01 m 0,001 m 
 
Metro 
A medida base no Sistema Internacional de Medidas (SI) é o metro. O metro possui múltiplos, que 
correspondem a grandes distâncias e submúltiplos, que por sua vez correspondem a pequenas distâncias. 
 Assim, são múltiplos do metro: quilômetro (km), hectômetro (hm) e decâmetro (dam). 
 Enquanto são submúltiplos do metro: decímetro (dm), centímetro (cm) e milímetro (mm). 
Como vimos, os múltiplos do metro são as grandes distâncias. Eles são chamados de múltiplos porque 
resultam de uma multiplicação que tem como referência o metro. 
Os submúltiplos, ao contrário, como pequenas distâncias, resultam de uma divisão que tem igualmente 
como referência o metro. Eles aparecem do lado direito na tabela acima, cujo centro é a nossa medida base 
- o metro. 
 
Exercícios 
Os exercícios a seguir são facilmente resolvidos utilizando a tabela de conversor de medidas. 
 
1. Quantos decímetros equivalem 3,50 quilômetros? 
Primeiro, coloque o comprimento que você tem. O algarismo que é seguido de vírgula deve ficar abaixo da 
sua unidade. Assim, como temos 3,50 km o 3, deve ficar na coluna do km. 
Múltiplos 
Medida 
base 
Submúltiplos 
quilômetro 
(km) 
hectômetro 
(hm) 
decâmetro 
(dam) 
metro (m) 
decímetro 
(dm) 
centímetro 
(cm) 
milímetro 
(mm) 
3, 5 0 
 
 
De seguida, devemos preencher as colunas com 0 até chegar à unidade que queremos. Por fim, a vírgula se 
desloca do local inicial e vai para o final (a vírgula no final, no entanto, não deve aparecer). 
Múltiplos 
Medida 
base 
Submúltiplos 
quilômetro 
(km) 
hectômetro 
(hm) 
decâmetro 
(dam) 
metro 
(m) 
decímetro 
(dm) 
centímetro 
(cm) 
milímetro 
(mm) 
3 5 0 0 0, 
 
Temos assim, o seguinte resultado: 
3,50 km = 35000 dm 
 
O mesmo esquema deve ser utilizado nos exercícios seguintes: 
 
2. 105 hectômetros equivalem a quantos metros? 
Múltiplos 
Medida 
base 
Submúltiplos 
quilômetro 
(km) 
hectômetro 
(hm) 
decâmetro 
(dam) 
metro (m) 
decímetro 
(dm) 
centímetro 
(cm) 
milímetro 
(mm) 
 
105 0 0 
 
105 hm = 10500 m 
 
3. Converta 0,75 centímetros em hectômetros. 
 
Múltiplos 
Medida 
base 
Submúltiplos 
quilômetro 
(km) 
hectômetro 
(hm) 
decâmetro 
(dam) 
metro (m) 
decímetro 
(dm) 
centímetro 
(cm) 
milímetro 
(mm) 
 
0 0 0 0 0,75 
 
0,75 cm = 0,000075 hm 
 
4. Quantos decâmetros tem 37 quilômetros mais 45 decâmetros? 
Múltiplos 
Medida 
base 
Submúltiplos 
quilômetro 
(km) 
hectômetro 
(hm) 
decâmetro 
(dam) 
metro (m) 
decímetro 
(dm) 
centímetro 
(cm) 
milímetro 
(mm) 
37 0 0 
 
37 km = 3700 dam 
3700 dam + 45 dam = 3745 dam 
3745 dam 
 
5. A exposição de arte oriental conta com 33568 metros, enquanto a exposição de arte africana conta com 
29 quilômetros e mais 5594 metros. Qual é a exposição mais curta? 
Múltiplos 
Medida 
base 
Submúltiplos 
quilômetro 
(km) 
hectômetro 
(hm) 
decâmetro 
(dam) 
metro (m) 
decímetro 
(dm) 
centímetro 
(cm) 
milímetro 
(mm) 
29 0 0 0 
 
29 km = 29000 m 
29000 m + 5594 m = 34594 m 
A exposição de arte oriental é a mais curta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Medidas de Massa 
A unidade padrão de massa no sistema 
internacional de unidades é o quilograma (kg). 
A massa de um cilindro padrão de platina iridiada 
representa a medida correspondente a 1 
quilograma (1 kg). 
Esse cilindro está guardado
na Bureau 
Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), em 
Sèvres na França. 
 
Quilograma padrão guardado no BIPM 
Conversão de unidades 
As unidades do sistema métrico decimal de massa 
são: quilograma (kg), hectograma (hg), decagrama 
(dag), grama (g), decigrama (dg), centigrama (cg), 
miligrama (mg). 
Como o sistema padrão de medida de massa é 
decimal, as transformações entre os múltiplos e 
submúltiplos são feitas multiplicando-se ou 
dividindo-se por 10. 
Para transformar as unidades de massa, podemos 
utilizar a tabela abaixo: 
 
Exemplos 
a) Transforme 350 g em mg. 
Para transformar de grama para miligrama 
devemos multiplicar o valor dado por 1000 (10 x 
10 x 10). 
Assim: 
350 g = 350 000 mg 
b) Quantos quilogramas tem em 3 000 g? 
Para transformar grama em quilograma, vemos na 
tabela que devemos dividir o valor dado por 1 
000. Isto é o mesmo que dividir por 10, depois 
novamente por 10 e mais uma vez por 10. 
Assim: 
3 000 g = 3 kg 
Outras unidades de massa 
A tonelada é um múltiplo do grama, sendo que 1 
tonelada equivale a 1 000 000 g ou 1 000 kg. Essa 
unidade é muito usada para indicar grandes 
massas. 
A arroba é uma unidade de medida usada no 
Brasil, para determinar a massa dos rebanhos 
bovinos, suínos e de outros produtos. Uma arroba 
equivale a 15 kg. 
O quilate é uma unidade de massa, quando se 
refere a pedras preciosas. Neste caso 1 quilate vale 
0,2 g. 
Atividades 
1) Quantos dias irá durar um saco de 15 kg de 
ração para cachorros, sabendo que um cão come 
em média por dia 300 g? 
Primeiro devemos transformar as unidades para 
ficarem iguais. 
Vamos passar 15 kg para gramas. Então vamos 
multiplicar por 1000, então temos 15 000 kg. 
Agora, podemos dividir 15 000 por 300 e assim, 
descobrimos que a ração irá durar 50 dias. 
2) Um fábrica produz comprimidos de 10 
miligramas cada um. Quantos comprimidos serão 
necessários para produzir 10 kg deste 
medicamento? 
10 kg correspondem a 10 000 000 mg. Dividindo 
pela massa de 1 comprimido 10 mg, vamos 
encontrar: 
1 000 000 comprimidos. 
3) A carga de um caminhão é de 3 toneladas. Se já 
foram descarregados 850 kg, quantos quilogramas 
ainda faltam ? 
3 toneladas é igual a 3 000 kg. 
Então: 3 000 - 850 = 2 150 kg 
 
Medidas de Capacidade 
As medidas de capacidade representam as 
unidades usadas para definir o volume no interior 
de um recipiente. A principal unidade de medida 
da capacidade é o litro (L). 
O litro representa a capacidade de um cubo de 
aresta igual a 1 dm. Como o volume de um cubo é 
igual a medida da aresta elevada ao cubo, temos 
então a seguinte relação: 
1 L = 1 dm3 
 
Mudança de Unidades 
O litro é a unidade fundamental de capacidade. 
Entretanto, também é usado o quilolitro(kL), 
hectolitro(hL) e decalitro que são seus múltiplos e 
o decilitro, centilitro e o mililitro que são os 
submúltiplos. 
Como o sistema padrão de capacidade é decimal, 
as transformações entre os múltiplos e 
submúltiplos são feitas multiplicando-se ou 
dividindo-se por 10. 
Para transformar de uma unidade de capacidade 
para outra, podemos utilizar a tabela abaixo: 
 
Exemplo 
Faça as seguintes transformações: 
a) 30 mL em L 
b) 5 daL em dL 
c) 400 cL em L 
Solução 
a) Observando a tabela acima, identificamos que 
para transformar de mL para L devemos dividir o 
número três vezes por 10, que é o mesmo que 
dividir por 1000. Assim, temos: 
30 : 1000 = 0,03 L 
Note que dividir por 1000 é o mesmo que "andar" 
com a vírgula três casa diminuindo o número. 
b) Seguindo o mesmo raciocínio anterior, 
identificamos que para converter de decalitro para 
decilitro devemos multiplicar duas vezes por 10, 
ou seja, multiplicar por 100. 
5 . 100 = 500 dL 
c) Para passar de centilitro para litro, vamos 
dividir o número duas vezes por 10, isto é, dividir 
por 100: 
400 : 100 = 4 L 
 
Medida de Volume 
As medidas de volume representam o espaço 
ocupado por um corpo. Desta forma, podemos 
muitas vezes conhecer a capacidade de um 
determinado corpo conhecendo seu volume. 
A unidade de medida padrão de volume é o metro 
cúbico (m3), sendo ainda utilizados seus múltiplos 
(km3, hm3 e dam3) e submúltiplos (dm3,cm3 e 
mm3). 
Em algumas situações é necessário transformar a 
unidade de medida de volume para uma unidade 
de medida de capacidade ou vice-versa. Nestes 
casos, podemos utilizar as seguintes relações: 
 1 m3 = 1 000 L 
 1 dm3 = 1 L 
 1 cm3 = 1 mL 
Exemplo 
Um tanque tem a forma de um paralelepípedo 
retângulo com as seguintes dimensões: 1,80 m de 
comprimento, 0,90 m de largura e 0,50 m de 
altura. A capacidade desse tanque, em litros, é: 
a) 0,81 
b) 810 
c) 3,2 
d) 3200 
Solução 
Para começar, vamos calcular o volume do tanque, 
e para isso, devemos multiplicar suas dimensões: 
V = 1,80 . 0,90 . 0,50 = 0,81 m3 
Para transformar o valor encontrado em litros, 
podemos fazer a seguinte regra de três: 
 
Assim, 
x = 0,81 . 1000 = 810 L 
Portanto, a resposta correta é a alternativa b. 
Exercícios Resolvidos 
1) Enem - 2013 
Uma torneira não foi fechada corretamente e ficou 
pingando, da meia-noite às seis horas da manhã, 
com a frequência de uma gota a cada três 
segundos. Sabe-se que cada gota d'água tem 
volume de 0,2 mL. 
Qual foi o valor mais aproximado do total de água 
desperdiçada nesse período, em litros? 
a) 0,2 
b) 1,2 
c) 1,4 
d) 12,9 
e) 64,8 
De acordo com a informação do problema, a 
torneira ficou pingando durante 6 horas (da meia-
noite às seis da manhã). 
Como sabemos que cai uma gota a cada 3 
segundos, vamos transformar esse tempo para 
segundos. Assim, poderemos calcular o número de 
gotas que ocorreram neste período. 
Sendo 1 hora igual a 3600 segundos, então 6 horas 
será igual a 21 600 segundos. Dividindo esse valor 
por 3 (1 gota a cada 3 s), descobrimos que caíram 
7 200 gotas nesse período. 
Considerado que o volume de cada gora é igual a 
0,2 mL, teremos: 
https://www.todamateria.com.br/unidades-de-medida/
7200 . 0,2 = 1440 mL 
Para encontrar o resultado final, devemos 
transformar de mililitro para litro. Assim, vamos 
dividir esse resultado por 1000. Assim: 
1440 : 1000 = 1,44 L 
Alternativa: c) 1,4 
2) FAETEC - 2013 
Um pote tem a forma de um paralelepípedo 
retângulo com largura de 10 cm, comprimento de 
16 cm e altura de x cm. Se esse pote tem 
capacidade para 2 litros, o valor de x é igual a: 
a) 12,5 
b) 13,0 
c) 13,5 
d) 14,0 
e) 15,0 
Para descobrir a medida da altura do pote, 
podemos partir transformando a unidade de 
medida de capacidade para volume, usando a 
seguinte relação: 
1 mL = 1 cm3 
Como a capacidade do pote é igual a 2 L, que 
equivalem a 2 000 mL, logo o volume do pote é 
igual a 2 000 cm3. 
Sendo o volume de um paralelepípedo retângulo 
igual a multiplicação da largura, comprimento e 
altura, temos: 
10 . 16 . x = 2000 
 
Alternativa: a) 12,5 
 
Medidas de tempo 
É comum em nosso dia a dia ouvirmos perguntas 
do tipo: 
 Qual a duração dessa partida de futebol? 
 Qual o tempo dessa viagem? 
 Qual a duração desse curso? 
 Qual o melhor tempo obtido por esse corredor? 
Todas essas perguntas serão respondidas tomando 
por base uma unidade padrão de medida de tempo. 
A unidade de tempo escolhida como padrão no 
Sistema Internacional (SI) é o segundo. 
Segundo 
O Sol foi o primeiro relógio do homem: o 
intervalo de tempo natural decorrido entre as 
sucessivas passagens do Sol sobre um dado 
meridiano dá origem ao dia solar. 
O segundo (s) é o tempo equivalente a do 
dia solar médio. 
As medidas de tempo não pertencem ao Sistema 
Métrico Decimal. 
Múltiplos e submúltiplos do segundo 
Quadro de unidades 
 
Múltiplos 
minutos hora dia 
min h d 
60 s 
60 min 
= 3.600 
s 
24 h = 1.440 
min = 
86.400s 
São submúltiplos do segundo: 
 décimo de segundo 
 centésimo de segundo 
 milésimo de segundo 
Cuidado: nunca escreva 2,40h como forma de 
representar 2h40min, pois
o sistema de medidas 
de tempo não é decimal. Observe: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. CALCULO ALGÉBRICO: MONÔMIOS E 
POLINÔMIOS 
 
Monômios 
 
Não Monômios 
 
 
Partes de um monômio 
Um monômio é dividido em duas partes, um 
número, que é o coeficiente do monômio e 
uma variável ou o produto de variáveis (letras), 
inclusive suas potências, caso existam. 
 2x → 2 é o coeficiente desse monômio e x 
é sua parte literal; 
 3xy2 → 3 é o coeficiente desse monômio e 
xy2 é sua parte literal; 
 wz → 1 é o coeficiente desse monômio e 
wz é sua parte literal. 
Grau de um monômio 
Para um monômio com coeficientes não nulos, 
temos que seu grau se dará através da soma 
entre os expoentes da parte literal. 
 1/2x2y3z4 → esse é um monômio do 9º 
grau (2 + 3 + 4 = 9); 
 bcd → esse é um monômio do 3º grau 
(1 + 1 + 1+ = 3). 
 25 → esse é um monômio de grau zero 
(ausência da parte literal); 
 Entre os monômios 2x2, 1/3x3 e 0,5x5 o 
de maior grau é 0,5x5, pois 5 > 2 > 1/3. 
Pode-se também atribuir o grau de um 
monômio em relação a uma de suas 
incógnitas. Para isso é necessário fazer 
menção a incógnita considerada. Vejam nos 
exemplos: 
 ab2 → esse é um monômio do 2º grau 
em relação a variável b; 
 wz3 → esse é um monômio do 1º grau 
em relação a variável w; 
 4 → esse é um monômio de grau zero 
pela ausência de variável (eis). 
 
Semelhança entre monômios 
Dois ou mais monômios são semelhantes 
quando suas partes literais são iguais. 
 3xy e 2/5xy são iguais, pois possuem a 
mesma parte literal xy; 
 0,5a3b2 e 10a3b2 são iguais, pois 
possuem a mesma parte literal a3b2; 
 - 4vwz, 2,3vwz e 1/3vwz são iguais, pois 
possuem a mesma parte literal vwz. 
 
Adicionando e/ou subtraindo monômios 
Na adição de monômios com a mesma parte 
literal, adicionaremos os coeficientes entre si e 
manteremos a parte literal. 
 2mn + 14mn + 5mn = 21mn (2 + 14 + 5 
= 21); 
 2,5 x2y + 1,5x2y – 0,5x2y = 3,5x2y (2,5 + 
1,5 – 0,5 = 3,5); 
 3/2cd3 – 1/2cd3 + 5/2cd3 = 7/2cd3 (3/2 – 
1/2 + 5/2 = 7/2). 
Um refrigerante custa x reais. Márcio comprou 
3 refrigerantes, Aline comprou 2, Poliana 
comprou 4 e Arthur comprou 1. Qual é o 
monômio que representa quanto essas 
pessoas gastaram? → 3 + 2 + 4 + 1 = 10, 
portanto 10x. 
 
Multiplicação de monômios 
Antes de prosseguirmos nesse tópico, 
devemos relembrar uma propriedade muito 
importante da potenciação. 
am . an = am+n 
Na multiplicação de monômios, multiplicamos 
entre si os coeficientes, assim como, a parte 
literal. 
 6x2y . 2x4 . 3y → 6.2.3 = 36 e x2.x4.y.y = 
x6y2, ou seja, 36x6y2; 
 4abc4 . 4ab2c → 4.4 = 16 e a.a.b.b2.c4.c 
= a2b3c5, ou seja, 16a2b3c5; 
 1/2wz . 2/3z → 1/2.2/3 = 2/6 ou 1/3 e 
w.z.z = wz2, ou seja, 1/3wz2. 
Divisão de monômios 
Convém relembrarmos mais uma propriedade 
importante da potenciação. 
am : an = am – n 
Na divisão de monômios, dividimos entre si os 
coeficientes, bem como, a parte literal. 
 12x4y : 3x2y → 12:3 = 4, x4:x2 = x2 e y:y 
= 1, ou seja, 4x2; 
 50b6c8d4 : 25b2c4d4 → 50:25 = 2, b6:b2 = 
b4, c8:c4 = c4 e d4:d4 = 1, ou seja, 2b4c4; 
 4mn10 : mn2 → 4 : 1 = 4, m:m = 1 e 
n10:n2 = n8, ou seja, 4n8. 
Potenciação de monômios 
Antes de darmos continuidade ao tema, vale 
lembrar as seguintes propriedades da potência 
a fim de facilitarmos o cálculo de potências de 
monômios. 
(am)n = am.n 
 (a . b)m = am . bm 
 (4x3)2 → 42 = 16 e x3.2 = x6, ou seja, 
16x6; 
 (-3 . wz3)3 → (-3)3 . w1.3 . z3.3 = -27w3z9; 
 Encontrar o quadrado do monômio -11a4 
→ (-11a4)2 = (-11)2 . a4.2 = 121a8. 
 
 
https://www.infoescola.com/matematica/potencias/
Ocorrência de polinômios 
Perímetros de figuras planas 
 
 
 
 
Cálculo de distâncias 
 
Cálculo de áreas 
 
 Todo monômio é considerado 
polinômio; 
 Os monômios integrantes de um 
polinômio são chamados termos do 
polinômio; 
 5x2 → é um polinômio de um único 
termo (monômio); 
 2x – y → é um polinômio de dois termos: 
2x e - y. 
 
Redução de Polinômios 
Em muitos casos nos deparamos com representações polinomiais extensivas que podem ser 
reduzidas por meio das ideias relativas à adição e/ou subtração de monômios[1]. Para que a 
redução seja possível é necessária à existência de monômios semelhantes na expressão. 
 
Observações: 
De acordo com a quantidade de termos resultantes das reduções polinomiais ou até mesmo da 
representação inicial dos polinômios, podemos classifica-los das seguintes formas: 
 monômio, quando há apenas um termo; 
 binômio, quando há dois termos; 
 trinômio, quando há três termos; 
 acima de três termos, não há nome particular, sendo chamado apenas polinômio. 
Grau de um polinômio 
O grau de um polinômio reduzido, não nulo, é dado em função de seu termo de maior grau. 
file:///C:/Users/LucasMS/Downloads/temp/Polinômios.docx%23_ftn1
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/polinomios1.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/polinomios1.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/polinomios1.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/polinomios2.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/polinomios3.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/reducao-polinomios.jpg
 
Da mesma forma que nos monômios, dado um polinômio reduzido, podemos estabelecer o seu 
grau em relação a uma de suas variáveis. 
 8m3n + m4n → esse polinômio é do 4º grau em relação a variável m e do 1º grau em 
relação à n. 
 x8y5 + x10y2 → esse é um polinômio do 10º grau em relação a variável x e do 5º grau em 
relação à y. 
Polinômio com uma só variável 
A compreensão desse tópico é muito importante para estudos futuros a exemplo das funções. 
Nos casos abaixo dizemos que são polinômios na incógnita x. 
2x – 7 x2 + x + 3 
Esse tipo de polinômio costuma-se ser escrito de forma decrescente, ou seja, do termo de maior 
grau ao termo de menor grau. Quando falta uma ou mais potências na variável “x” dizemos ser 
um polinômio incompleto. 
7x3 + 2x + 3 x2 + 3 
 7x3 + 2x + 3 é incompleto, pois poderia ser escrito na forma 7x3 + 0x2 + 2x + 3; 
 x2 + 3 é incompleto, pois poderia ser escrito na forma x2 + 0x + 3. 
Adição de polinômios 
A adição de polinômios segue os critérios da redução, obedecendo às propriedades dos 
monômios no que se refere a termos semelhantes. Devemos sempre agrupar os termos 
semelhantes e realizar suas adições. Acompanhem: 
 
Multiplicação de um monômio por um polinômio 
Para desenvolver o produto de um monômio por um polinômio é primordial o conhecimento 
sobre a propriedade distributiva da multiplicação, pois esta multiplicação é feita multiplicando-se 
o monômio por cada termo do polinômio. Vejam nos exemplos: 
 
Multiplicação de um polinômio por outro polinômio 
Da mesma forma que o caso anterior, a multiplicação de um polinômio por outro polinômio é 
feita utilizando a propriedade distributiva da multiplicação, isto é, deveremos multiplicar cada 
termo do primeiro polinômio por cada termo do segundo. 
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/grau-polinomios.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/adicao-polinomios.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/multiplicacao-polinomios1.jpg
 
Divisão de um polinômio por um monômio 
O quociente de um polinômio por um monômio é dado através da divisão de cada termo do 
polinômio pelo monômio, desde que este não seja nulo. Para isso deveremos conhecer bem as 
propriedades da potenciação. 
(10x4y6 + x3y4 + x2y2) : (x2y) 
10x4y6 : x2y = 10x2y5; x3y4 : x2y = xy3 e x2y2 : x2y = y 
Ou seja, 
(10x4y6 + x3y4 + x2y2) : (x2y) = 10x2y5 + xy3 + y. 
Divisão de um polinômio por outro polinômio 
A divisão de polinômios em uma mesma variável “x” é muito semelhante ao algoritmo de divisão 
abordado nas séries iniciais. 
 
 
4. FUNÇÕES: IDEIA DE FUNÇÃO, 
INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS, DOMÍNIO 
E IMAGEM, FUNÇÃO DO 1º GRAU, FUNÇÃO
DO 2º GRAU– VALOR DE MÁXIMO E 
MÍNIMO DE UMA FUNÇÃO DO 2º GRAU. 
 
Uma determinada gráfica imprime 
apostilas para concursos públicos. O custo de 
cada apostila varia em função da quantidade 
de páginas a serem impressas. Vamos supor 
que cada página tenha o custo de R$ 0,07 e 
para cada apostila confeccionada ainda há um 
custo fixo de R$ 5,00 relacionado com a capa, 
plastificação etc. Observe a tabela abaixo que 
relaciona o preço de cada apostila montada 
em função da quantidade de páginas 
impressas: 
 
Páginas Preço 
 50 R$ 8,50 
 70 R$ 9,90 
 100 R$ 
12,00 
 200 R$ 
19,00 
 
É impossível até estabelecermos uma 
fórmula que relacione a quantidade de páginas 
impressas (x) e o preço (y) de cada apostila: 
 
y = 0,07x + 5 
 
 Este é um exemplo de função, observe 
que para cada valor de x encontramos um 
único valor de y, podemos dizer então que y é 
função de x, isto é, y está em função de x, e 
outra forma de escrevermos a mesma fórmula 
é: 
 
f(x) = 0,07x + 5 
 
Se uma pessoa interessada em editar suas 
apostilas nesta gráfica quisesse saber o quanto 
deveria desembolsar para confeccionar uma 
https://www.infoescola.com/matematica/divisao-de-polinomios/
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/multiplicacao-polinomios2.jpg
https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/11/divisao-polinomios.jpg
apostila com 300 páginas, ela poderia 
simplesmente substituir x = 300, na expressão 
acima: 
 
 f(300) = 0,07300 + 5 = 21 + 5 = 26 
 
Logo, o valor que iria desembolsar seria de R$ 
26,00 por apostila impressa. 
 
DEFINIÇÃO 
 
Seja f uma relação entre dois conjuntos A e B, 
diz-se que f é uma função de A em B e indica-
se por f: A B, se e somente se para cada 
elemento de x  A exista um único elemento y 
B. 
 
 
 
O conjunto A é chamado de domínio da função 
e o conjunto B é chamado de contra-domínio e 
os elementos de B que estão relacionados com 
os de A fazem parte do conjunto imagem da 
função. 
 
RECONHECENDO UMA FUNÇÃO 
 
PELOS DIAGRAMAS 
 
Exemplo1: 
 
Observe as relações abaixo entre os conjuntos 
A e B dizendo em cada item se são ou não 
função, em caso afirmativo, encontre o seu 
domínio (Df), contra-domínio (CDf) e conjunto 
imagem (Imf) das funções identificadas. 
 
a) 
 
 
 
Esta relação é uma função, pois cada elemento de A 
está relacionado com apenas um de B. 
 
Df = {0, 1} 
CDf = {0, 5, 10, 20} 
Imf = {0, 5} 
 
 
b) 
 
Esta relação não é uma função, pois existe um 
elemento de A que não se relaciona com 
nenhum de B. 
 
c) 
 
Esta relação é uma função, pois cada elemento de A 
está relacionado com apenas um de B, e não existe 
nenhuma elemento de A sobrando. 
 
 Df = {-1, -2, 2, 1} 
CDf = {1, 2, 3, 6, 7} 
Imf = {1, 7} 
 
d) 
 
Esta relação não é uma função, pois existe um 
elemento de A que se relaciona com dois de B. 
 
 
Observação: 
Repare que podemos ter um elemento do 
contra-domínio relacionado com dois do 
domínio, e ainda, pode haver sobras de 
elementos no contra-domínio. 
 
PELOS GRÁFICOS 
 
Exemplo2: 
Identifique quais dos gráficos abaixo 
representam funções, em caso afirmativo 
determine o Domínio e a Imagem de cada uma 
das funções identificadas. 
 
a) 
 Este gráfico representa 
uma função, as retas verticais pontilhadas "cortam" 
o gráfico em apenas um ponto. 
Logo, cada elemento x estará relacionado com 
apenas um y. 

Df = {x  IR / 3  x  3}  Eixo x 
Imf = {y  IR / 5  y  6}  Eixo y 
 
b) 
Este gráfico não 
representa uma função, pois observe que as retas 
pontilhadas "cortam" em mais de um ponto o 
gráfico. 
 
c) 
 
 
Este gráfico representa uma função, as retas 
verticais pontilhadas "cortam" o gráfico em apenas 
um ponto. 
Logo, cada elemento x estará relacionado com 
apenas um y. 
Df = {xIR / -2
representa uma 
função; 
d) os gráficos I, II, III e IV representam funções; 
e) apenas o gráfico II não representa função. 
 
P12) As funções f e g são dadas por: 
 
 
a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 
 
P13) A função y = f(x) é representada 
graficamente por: 
 
 
 
Através da análise do gráfico, encontre: 
a) Domínio da função (Df); 
b) Imagem da função (Imf); 
c) f(3); 
d) o valor de x tal que a função seja nula. 
 
P14) Uma função f de variável real satisfaz a 
condição f(x + 1) = f(x) + f(1) qualquer que seja 
o valor da variável x. Sabendo-se que f(2) = 1, 
pode-se concluir que f(3) é igual a: 
 
 
GABARITO - FUNÇÕES 
 
 
P1) a) R$ 9,00 b) 5 c) c = n2d) 31 
 
P2) a) 20 mil b) 48 989 c) 9 horas 
 
P3) a) 90 km; 180 km b) 4 horas c) d = 90t 
 
P4) a) Sim, pois a cada valor de x corresponde um 
único valor de y. 
b) x = 2  y = 60, x = 8  y = 15, x = 20  y = 6 
 x = 20  y = 6 e x = 25  y = 4,8 
 
P5) a) f: IR  IR 
 f(x) = 2x 
b) g: IR  IR 
 g(x) = x2 
a) h: IR  IR 
 h(x) = 3x  1 
P6) a) f: IR*  IR 
 
b) g: IN  IN 
 g(x) = (x + 1)2 
P7) a) 3 b) 5 c) 1 
 
 f(x) = 
5
3
x  1 e g(x) = 
3
4
x + a 
 
Sabe-se que f(0) g(0) = 
3
1
.O valor de f(3)  3.g 





5
1
 é: 
 
a) 
4
1
 b) 
2
1
 c) 
2
3
 d) 2 e) 
2
5
 
 
c) 120 d) y = 
x
120
 
 
 f(x) = 
x
1
 
 
P8) a) 0 b) 2 c) 10 
 
 d) 4p2  6p + 4 
 
P10) I-) Não é função II-) Não é função 
III-) é função: Df = {1, 2, 3} 
CDf = {1, 2, 3, 4, 5} 
Imf = {1, 2, 3} 
IV-) é função: Df = {1, 2, 3}, CDf = {1, 2}, 
Imf = {1, 2} 
V-) é função: Df = {1, 2, 3}, CDf = {0} 
Imf = {0} 
VI) Não é função. 
 
P11) B 
 
P12) E 
 
P13) a) Df = {x  IR / 2 0. 
 
Gráfico 2: Gráfico de uma função decrescente 
onde teremos o coeficiente a 0; para quais valores de x 
a função é zero, ou seja, y = 0; e, para quais 
valores de x a função é negativa, ou seja, y 0  Função Crescente 
 
 
 
3x  9 = 0  3x = 9  x = 
3
9
  x = 3 
 
 
 
2O. Caso) a 0  x > 
a
b
 
 y 0  x 
a
b
 
 
x  
2
7
 
 
S = {x  IR / x  
2
7
} 
 
f(x) = 
x
x
21
1


. 
 
x
x
21
1


  0 
 
1  2x = 0  2x = 1  x = 
2
1
 
 
D = { x  IR / 1  x 7 - 11x 
d) 3 - x -1 + x 
 
P6) Resolva, em IR, as inequações: 
 
 
P7) O gráfico abaixo representa
a de IR em IR dada 
por f(x) = ax + b (a, b Î IR). De acordo com o gráfico, 
conclui-se que: 
 
 
a) a 0 
b) a 0 e b > 0 
d) a > 0 e b 0 e b = 0 
 
P8) O gráfico da função f(x) = mx + n passa pelos 
pontos (-1, 3) e (2, 7). 
O valor de m é: 
 
P9) Numa escola é adotado o seguinte critério: a 
nota da primeira prova é multiplicada por 1, a nota 
da segunda prova é multiplicada por 2 e a nota da 
terceira prova é multiplicada por 3. Os resultados, 
após somados, são divididos por 6. Se a média 
obtida por este critério for maior ou igual a 6,5 o 
aluno é dispensado das atividades de recuperação. 
Suponha que um aluno tenha tirado 6,3 na primeira 
prova e 4,5 na segunda prova. Quanto precisará 
tirar na terceira prova para ser dispensado da 
recuperação? 
 
GABARITO - FUNÇÃO DO 1O.GRAU 
 
 P1) 
 a) Sendo x a quantidade de passageiros 
embarcados e Q a quantidade de dinheiro 
arrecadado, temos Q = 1600x + 40 000 
 b) 120 000 dólares 
 c) 35 passageiros 
 
 P2) 
 a) p = 300 t 
 b) 1050 pães 
 
 P3) R$ 1,00 
 
 P4) 1 
 
 
 
a) 
2
12


x
x
> 0 b) 
x
x
23
23


 4 
Para distâncias percorridas entre 2km e 4km o 
táxi dá prejuízo: 
2 
18
23
 } 
 
c) S = {x  IR  x > 
4
1
 } 
 
P6) a) S = {x  IR  x 
2
1
 } 
 b) S = {x  IR  x 
2
3
} 
 c) S = {x  IR  
5
1
 0) ou para baixo (a 0 - duas raízes distintas), ou em 
um único ponto ( = 0 - uma única raiz) ou 
ainda não interceptar o eixo x ( > 0 - a função 
não possui raízes reais). 
 
Exemplo1: 
 
Façamos o esboço do gráfico da função y = 2x2 
- 5x + 2: 
 
Características: 
 
 concavidade voltada para cima: a = 2 > 0 
 zeros (ou raízes): 2x2 - 5x + 2 = 0 
Resolvendo a equação, obtemos: 
x1 = ou x2 = 2 
 
 
 intersecção com o eixo y: (0, c) = (0, 2) 
 
Gráfico: 
 
 
 
2a
b
vx


4a
Δ
vy


2
1





 







8
9
,
4
5
4a
Δ
,
2a
b
 Vparábola da vértice
 
Exemplo 2: 
 
Façamos agora, o esboço do gráfico da função 
y = x2 - 2x + 1: 
 
Características: 
 
concavidade voltada para cima: a = 1 > 0 
 zeros (ou raízes): x2 - 2x + 1 = 0 
Resolvendo a equação, obtemos: 
x1 = x2 = 1 (raiz dupla) 
 
 
Gráfico: 
 
 
 
 
Exemplo3: 
 
Façamos por fim, o esboço do gráfico da 
função y = -x2 - x - 3: 
 
Características: 
 
 concavidade voltada para baixo: a = 1 0), 
função negativa (y 0  x 5 
y = 0  x = - 2 ou x = 5 
y 0  não existe xIR 
y = 0  x = 3 
y 3 
 
c) 
1O.) Raízes: x2 + 7x + 13 = 0   0  x IR 
y = 0  não existe x real 
y 0 
Para a resolução desta inequação basta 
considerarmos o estudo do sinal para a y > 0, 
ou seja: 
 
 
 
Geometricamente: 
 
 
 
Observações: 
Se tivéssemos uma inequação do tipo x2  3x  
10  0, a solução seria S = {x  IR / x  2 ou 
x  5} e o esboço ficaria da seguinte forma: 
 
 
 
 
Agora os valores -2 e 5 pertencem à solução da 
inequação e por isso representamos no eixo 
com uma "bolinha" fechada diferentemente da 
inequação anterior. 
Não há necessidade do eixo y na representação 
do esboço. 
 
EXERCÍCIOS
- FUNÇÃO DO 2O. GRAU 
 
P1) Considere a função y = -x2 + 2x + 3. 
a) Determine o ponto onde a parábola que 
representa a função corta o eixo dos y. 
b) Verifique se a parábola que representa a 
função corta o eixo dos x; em caso afirmativo, 
determine as coordenadas dos pontos onde 
isso acontece. 
c) Determine as coordenadas do vértice da 
parábola que representa a função. 
d) Desenhe o gráfico da função. 
 
P2) Resolva, em IR, as inequações: 
a) x2 - 3x + 2 > 0 
b) -x2 + x + 6 > 0 
c) x2 - 4 = 0 
d) -3x2 - 8x + 3 £ 0 
e) -2x2 + 3x > 0 
f) x2 + 10x > 0 
 
 
GABARITO - FUNÇÃO DO 2º. GRAU 
 
 
P1) a) y = 3 
b) x1 = 1 ou x2 = 3 
c) xv = 1 e yv = 4 
a) Gráfico: a 0 
 
P2) a) S = {x  IR / x 2} 
 b) S = {x  IR / 2 2} 
 d) S = {x  IR / x  3 ou x  } 
 e) S = {x  IR / 0 0} 
 
 
5. EQUAÇÕES DE 1º E 2º GRAUS. 
SISTEMAS DE EQUAÇÕES DE 1º GRAU 
COM DUAS INCÓGNITAS. 
Equação de Primeiro Grau 
É possível definir uma equação de primeiro 
grau como uma equação na qual a potência da 
incógnita ou das incógnitas é de grau um. A 
representação geral de uma equação de primeiro 
grau é: 
ax + b = 0 
Sendo que: a,b ∈ ℝ e a ≠ 0 
Lembrando que o coeficiente a que está na equação 
é o coeficiente angular e o coeficiente b da equação 
é o coeficiente linear. De maneira respectiva, seus 
valores representam a tangente do ângulo de 
inclinação e o ponto numérico no qual a reta passa 
pelo eixo das ordenadas, o eixo y. 
Para encontrar o valor da incógnita, valor da raiz, de 
uma equação de primeiro grau é necessário que 
se isole o x, dessa maneira: 
ax + b = 0 
 
ax = – b 
x = -b / a 
Então, de uma forma geral, o conjunto solução 
(conjunto verdade) de uma equação de primeiro 
grau sempre será representado por: 
 
Para encontrarmos numa equação de 1º grau com 
duas incógnitas, por exemplo, 
4x + 3y = 0, os valores de x e de y é preciso 
relacionar essa equação com outra ou outras com as 
mesmas incógnitas. Essa relação é chamada de 
sistema. 
 
Um sistema de equação de 1º grau com duas 
incógnitas é formado por: duas equações de 1º grau 
com duas incógnitas diferentes em cada equação. 
Veja um exemplo: 
 
 
 
Para encontramos o par ordenado solução desse 
sistema é preciso utilizar dois métodos para a sua 
solução. 
Esses dois métodos são: Substituição e Adição. 
 
Método da substituição 
Esse método consiste em escolher uma das duas 
equações, isolar uma das incógnitas e substituir na 
outra equação, veja como: 
 
Dado o sistema , enumeramos as 
equações. 
 
3
1
2
3
 
 
Escolhemos a equação 1 e isolamos o x: 
 
x + y = 20 
x = 20 – y 
 
Agora na equação 2 substituímos o valor de x = 20 – 
y. 
 
 3x + 4 y = 72 
3 (20 – y) + 4y = 72 
 60-3y + 4y = 72 
 -3y + 4y = 72 – 60 
 y = 12 
 
Descobrimos o valor de y, para descobrir o valor de 
x basta substituir 12 na equação 
x = 20 – y. 
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x = 20 – y 
x = 20 – 12 
x = 8 
 
Portanto, a solução do sistema é S = (8, 12) 
 
Método da adição 
 
Esse método consiste em adicionar as duas equações 
de tal forma que a soma de uma das incógnitas seja 
zero. Para que isso aconteça será preciso que 
multipliquemos algumas vezes as duas equações ou 
apenas uma equação por números inteiros para que a 
soma de uma das incógnitas seja zero. 
 
Dado o sistema: 
 
 
 
Para adicionarmos as duas equações e a soma de 
uma das incógnitas de zero, teremos que multiplicar 
a primeira equação por – 3. 
 
 
 
Agora, o sistema fica assim: 
 
 
 
Adicionando as duas equações: 
 
 - 3x – 3y = - 60 
+ 3x + 4y = 72 
 y = 12 
 
Para descobrirmos o valor de x basta escolher uma 
das duas equações e substituir o valor de y 
encontrado: 
 
x + y = 20 
x + 12 = 20 
x = 20 – 12 
x = 8 
 
Portanto, a solução desse sistema é: S = (8, 12). 
 
Se resolver um sistema utilizando qualquer um dois 
métodos o valor da solução será sempre o mesmo. 
 
 
Equação de Segundo Grau 
É possível definir uma equação de segundo 
grau como uma equação na qual a maior potência da 
incógnita ou das incógnitas é de grau dois. De forma 
geral: 
ax2 + bx + c = 0 
Sendo que: a,b e c ∈ ℝ e a ≠ 0 
 
Raízes de uma Equação de Segundo 
Grau 
Em equações desse tipo é possível encontrar até 
duas raízes reais, que podem distintas (quando o 
discriminante é maior que zero) ou iguais (quando o 
discriminante é igual a zero). É possível também que 
se encontrem raízes complexas e isso ocorre nos 
casos em que o discriminante é menor que 
zero. Lembrando que o discriminante é dado pela 
relação: 
Δ = b² – 4ac 
As raízes são encontradas pela chamada “Fórmula 
de Bhaskara”, que é dada a seguir: 
 
Então, de uma forma geral, o conjunto solução 
(conjunto verdade) de uma equação de segundo 
grau sempre será representado por: 
S = {x1, x2} 
Observações: 
 Quando Δ > 0, x1 ≠ x2; 
 Quando Δ = 0, x1 = x2; 
 Quando Δ
Assim, o Teorema de Pitágoras pode ser enunciado 
como: 
A hipotenusa ao quadrado é igual a soma dos 
quadrados dos catetos. 
Exemplos 
1) Encontre o valor de x e de y na figura abaixo: 
 
Primeiro calcularemos o valor da hipotenusa, que na 
figura está representado por y. 
Usando a relação: a = m + n 
y = 9 + 3 
y = 12 
Para encontrar o valor de x, usaremos a relação b2 = 
a.n, assim: 
x2 = 12 . 3 = 36 
2) A medida da altura relativa à hipotenusa de um 
triângulo retângulo é 12 cm e uma das projeções 
mede 9 cm. Calcular a medida dos catetos desse 
triângulo. 
Primeiro vamos encontrar o valor da outra projeção 
usando a relação: h2 = m . n 
Vamos encontrar o valor da hipotenusa, usando a 
relação a = m + n 
a = 16 + 9 = 25 
Agora é possível calcular o valor dos catetos usando 
as relações b2 = a . n e c2 = a . m 
 
https://www.todamateria.com.br/teorema-de-pitagoras/
Fórmulas 
Na tabela abaixo, reunimos as relações métricas no 
triângulo retângulo. 
 
 
 
 
TEOREMA DE PITÁGORAS E SUAS 
APLICAÇÕES 
O Teorema de Pitágoras está relacionado com o 
comprimento dos lados do triângulo retângulo. Essa 
figura geométrica é formada por um ângulo interno 
de 90°, chamado de ângulo reto. 
O enunciado desse teorema é: "a soma dos 
quadrados de seus catetos corresponde ao quadrado 
de sua hipotenusa." 
Fórmula 
Segundo o enunciado do Teorema de Pitágoras, a 
fórmula é representada da seguinte maneira: 
a2 = b2 + c2 
Sendo, 
a: hipotenusa 
b: cateto 
c: cateto 
 
A hipotenusa é o maior lado de um triângulo 
retângulo e o lado oposto ao ângulo reto. Os outros 
dois lados são os catetos. O ângulo formado por 
esses dois lados tem medida igual a 90º (ângulo 
reto). 
Identificamos ainda os catetos, de acordo com um 
ângulo de referência. Ou seja, o cateto poderá ser 
chamado de cateto adjacente ou cateto oposto. 
Quando o cateto está junto ao ângulo de referência, 
é chamado de adjacente, por outro lado, se está 
contrário a este ângulo, é chamado de oposto. 
 
Triângulo Pitagórico 
Quando as medidas dos lados de um triângulo 
retângulo são números inteiros positivos, o triângulo 
é chamado de triângulo pitagórico. 
Neste caso, os catetos e a hipotenusa são 
denominados de “terno pitagórico” ou “trio 
pitagórico”. Para verificar se três números formam 
um trio pitagórico, usamos a relação a2 = b2 + c2. 
O mais conhecido trio pitagórico é representado 
pelos números: 3, 4, 5. Sendo a hipotenusa igual a 5, 
o cateto maior igual a 4 e o cateto menor igual a 3. 
É interessante notar que, os múltiplos desses 
números também formam um terno pitagórico. Por 
exemplo, se multiplicarmos por 3 o trio 3, 4 e 5, 
https://www.todamateria.com.br/triangulo-retangulo/
https://www.todamateria.com.br/triangulo-retangulo/
obtemos os números 9, 12 e 15 que também formam 
um terno pitagórico. 
Além do terno 3, 4 e 5, existe uma infinidade de 
outros ternos. Como exemplo, podemos citar: 
 5, 12 e 13 
 7, 24, 25 
 20, 21 e 29 
 12, 35 e 37 
 
RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NO 
TRIANGULO RETÂNGULO 
O triângulo retângulo é formado: 
 Catetos: são os lados do triângulo que formam o 
ângulo reto. São classificados em: cateto 
adjacente e cateto oposto. 
 Hipotenusa: é o lado oposto ao ângulo reto, 
sendo considerado o maior lado do triângulo 
retângulo. 
 
Segundo o Teorema de Pitágoras, a soma dos 
quadrado dos catetos de um triângulo retângulo é 
igual ao quadrado de sua hipotenusa: 
h2 = ca2 + co2 
Relações Trigonométricas do 
Triângulo Retângulo 
As razões trigonométricas são as relações existentes 
entre os lados de um triângulo retângulo. As 
principais são o seno, o cosseno e a tangente. 
 
Lê-se cateto oposto sobre a hipotenusa. 
 
Lê-se cateto adjacente sobre a hipotenusa. 
 
Lê-se cateto oposto sobre o cateto adjacente. 
 
 
Círculo trigonométrico e as razões trigonométricas 
O círculo trigonométrico é utilizado para auxiliar 
nas relações trigonométricas. Acima, podemos 
encontrar as principais razões, sendo que o eixo 
vertical corresponde ao seno e o eixo horizontal ao 
cosseno. Além delas, temos as razões inversas: 
secante, cossecante e cotangente. 
 
Lê-se um sobre o cosseno. 
 
Lê-se um sobre o seno. 
 
Lê-se cosseno sobre o seno. 
https://www.todamateria.com.br/teorema-de-pitagoras/
Ângulos Notáveis 
Os chamados ângulos notáveis são aqueles que 
aparecem com mais frequência, a saber: 
Relações Trigonométricas 30° 45° 60° 
Seno 1/2 √2/2 √3/2 
Cosseno √3/2 √2/2 1/2 
Tangente √3/3 1 √3 
 
 
7. TEOREMA DE TALES 
O Teorema de Tales é uma teoria aplicada na 
geometria acerca do conceito relacionado entre retas 
paralelas e transversais. 
 
Exemplo 
Para compreender melhor o teorema de tales, 
observe a figura abaixo: 
 
Na figura acima as retas transversais u e v 
interceptam as retas paralelas r, s e t. Os pontos 
pertencentes na reta u são: A, B e C; e na reta v, os 
pontos: M, N e O. Logo, de acordo com o Teorema 
de Tales: 
 
Lê-se: AB está para BC, assim como DE está para 
EF. 
Teorema de Tales nos Triângulos 
O teorema de Tales também é aplicado em situações 
que envolvem triângulos. Veja abaixo um exemplo 
em que se aplica o teorema: 
 
De acordo com a semelhança de triângulos podemos 
afirmar que: o triângulo ABC é semelhante ao 
triângulo AED. É representado da seguinte forma: 
Δ ABC ~ Δ AED 
Exercícios Resolvidos 
Determine o valor de x nas figuras abaixo: 
Exercício 1 
 
https://www.todamateria.com.br/angulos-notaveis/
https://www.todamateria.com.br/angulos-notaveis/
https://www.todamateria.com.br/retas-paralelas/
https://www.todamateria.com.br/semelhanca-de-triangulos/
 
Exercício 2 
 
 
Exercício 3 
 
 
 
 
8. GEOMETRIA PLANA: CÁLCULO DE 
ÁREA E PERÍMETRO DE POLÍGONOS. 
CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULO: 
COMPRIMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA, 
ÁREA DO CÍRCULO. 
A geometria plana estuda o comportamento de 
estruturas no plano, a partir de conceitos básicos 
primitivos como ponto, reta e plano. Estuda o conceito e 
a construção de figuras planas como quadriláteros, 
triângulos, círculos, suas propriedades, formas, 
tamanhos e o estudo de suas áreas e perímetro. 
Ponto 
Segundo “Os Elementos”, de Euclides, um ponto é 
definido como "o que não tem partes". É apenas uma 
posição no espaço. É representado por letras 
maiúsculas. 
Reta 
Uma reta é a reunião de infinitos pontos. É uma 
“linha” com comprimento, mas sem largura. É 
sempre representada por uma letra minúscula. 
Se tivermos dois pontos, eles determinam uma reta. 
Há apenas uma reta que passa por esses dois pontos. 
Por um ponto passam infinitas retas. 
Duas retas são concorrentes se, e somente se, elas 
têm um único ponto em comum. 
https://www.infoescola.com/matematica/ponto-reta-e-plano/
https://www.infoescola.com/livros/elementos-obra-de-euclides-de-alexandria/
https://www.infoescola.com/biografias/euclides/
 
Plano 
Um plano é uma região onde há infinitos pontos e 
infinitas retas. É um elemento com comprimento e 
largura. Geralmente é representado por letras gregas. 
Um plano é determinado por três pontos não 
colineares (pontos não alinhados). Se uma reta tem 
dois pontos distintos em um plano, então esta reta 
está contida nesse plano. 
Segmento de Reta 
Dados dois pontos distintos A e B, a união desses 
pontos com o conjunto de pontos compreendidos 
entre A e B é chamado de segmento de reta. 
 
Representamos esse segmento de reta AB por 
overlineAB. 
Semirreta 
Dados dois pontos distintos A e B, a reunião do 
segmento de reta overlineAB com o conjunto dos 
pontos X tais que B está entre A e X é a semirreta 
AB, indicada por overrightarrowAB. 
 
Em resumo, temos: 
 
Ângulos 
Chama-se ângulo a região entre duas semirretas que 
partem de uma mesma origem. Podemos dizer, ainda 
que um ângulo é a medida da abertura de duas 
semirretas que partem da mesma origem. 
 
Indica-se: ∠AOB, ∠BOA, AÔB, BÔA ou Ô. 
O ponto O é o vértice do ângulo e as semirretas
dos números Reais 
 
 
O conjunto dos números reais surge para 
designar a união do conjunto dos números 
racionais e o conjunto dos números irracionais. 
É importante lembrar que o conjunto dos 
números racionais é formado pelos seguintes 
conjuntos: Números Naturais e Números 
Inteiros. Vamos exemplificar os conjuntos que 
unidos formam os números reais. Veja: 
 
Números Naturais (N): 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 
10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, .... 
 
Números Inteiros (Z): ..., –8, –7, –6, –5, –4, –3, 
– 2, –1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, ..... 
 
Números Racionais (Q): 1/2, 3/4, 0,25, –5/4, 
 
Números Irracionais (I): √2, √3, –√5, 
1,32365498...., 3,141592.... 
 
Podemos concluir que o conjunto dos números 
reais é a união dos seguintes conjuntos: 
N U Z U Q U I = R ou Q U I = R 
 
Os números reais podem ser representados 
por qualquer número pertencente aos 
conjuntos da união acima. Essas designações 
de conjuntos numéricos existem no intuito de 
criar condições de resolução de equações e 
funções. As soluções devem ser dadas 
obedecendo padrões matemáticos e de acordo 
com a condição de existência da incógnita na 
expressão. 
 
Propriedades dos Conjuntos Numéricos 
 
Diagrama dos conjuntos numéricos 
 
Para facilitar os estudos sobre os conjuntos 
numéricos, segue abaixo algumas de suas 
propriedades: 
 O conjunto dos números naturais (N) é um 
subconjunto dos números inteiros: Z (N ⊂ Z). 
 O conjunto dos números inteiros (Z) é um 
subconjunto dos números racionais: (Z ⊂ Q). 
 O conjunto dos números racionais (Q) é um 
subconjunto dos números reais (R). 
 Os conjuntos dos números naturais (N), inteiros 
(Z), racionais (Q) e irracionais (I) são 
subconjuntos dos números reais (R). 
Operações com Conjuntos 
 
As operações com conjuntos são as operações 
feitas com os elementos que formam uma 
coleção. São elas: união, intersecção e 
diferença. 
Lembre-se que na matemática os conjuntos 
representam a reunião de diversos objetos. 
Quando os elementos que formam o conjunto 
são números, são chamados de conjuntos 
numéricos. 
Os conjuntos numéricos são: 
 Números Naturais (N) 
 Números Inteiros (Z) 
 Números Racionais (Q) 
 Números Irracionais (I) 
 Números Reais (R) 
União de Conjuntos 
A união de conjuntos corresponde a junção dos 
elementos dos conjuntos dados, ou seja, é o 
conjunto formado pelos elementos de um 
conjunto mais os elementos dos outros 
conjuntos. 
Se existirem elementos que se repetem nos 
conjuntos, ele aparecerá uma única vez no 
conjunto união. 
 
Para representar a união usamos o símbolo U. 
 
Exemplo: 
Dados os conjuntos A = {c, a, r, e, t} e B = {a, e, 
i, o, u}, represente o conjunto união (A U B). 
Para encontrar o conjunto união basta juntar os 
elementos dos dois conjuntos dados. Temos de 
ter o cuidado de incluir os elementos que se 
repetem nos dois conjuntos uma única vez. 
Assim, o conjunto união será: 
A U B = {c, a, r, e, t, i, o, u} 
 
Intersecção de Conjuntos 
A intersecção de conjuntos corresponde aos 
elementos que se repetem nos conjuntos 
dados. Ela é representada pelo símbolo ∩. 
 
Exemplo: 
Dados os conjuntos A = {c, a, r, e, t } e B= B = 
{a, e, i, o, u}, represente o conjunto intersecção 
( ). 
Devemos identificar os elementos comuns nos 
conjuntos dados que, neste caso, são os 
elementos a e e, assim o conjunto intersecção 
ficará: 
= {a, e} 
Obs: quando dois conjuntos não apresentam 
elementos em comum, dizemos que a 
intersecção entre eles é um conjunto vazio. 
Nesse caso, esses conjuntos são chamados de 
disjuntos: A ∩ B = Ø 
Diferença de Conjuntos 
A diferença de conjuntos é representada pelos 
elementos de um conjunto que não aparecem 
no outro conjunto. 
Dados dois conjuntos A e B, o conjunto 
diferença é indicado por A - B (lê-se A menos 
B). 
 
Conjunto Complementar 
Dado um conjunto A, podemos encontrar o 
conjunto complementar de A que é 
determinado pelos elementos de um conjunto 
universo que não pertençam a A. 
Este conjunto pode ser representado por 
 
Quando temos um conjunto B, tal que B está 
contido em A ( ), a diferença A - B é 
igual ao complemento de B. 
Exemplo: 
Dados os conjuntos A= {a, b, c, d, e, f} e B = {d, 
e, f, g, h}, indique o conjunto diferença entre 
eles. 
Para encontrar a diferença, primeiro devemos 
identificar quais elementos pertencem ao 
conjunto A e que também aparecem ao 
conjunto B. 
No exemplo, identificamos que os elementos d, 
e e f pertencem a ambos os conjuntos. Assim, 
vamos retirar esses elementos do resultado. 
Logo, o conjunto diferença de A menos B sera 
dado por: 
 
A – B = {a, b, c} 
Propriedades da União e da Intersecção 
Dados três conjuntos A, B e C, as seguintes 
propriedades são válidas: 
 
 
Leis de Morgan 
Considerando dos conjuntos pertencentes a 
um universo U, tem-se: 
1.º) O complementar da união é igual à 
intersecção dos complementares: 
 
2.º) O complementar da intersecção é igual à 
união dos complementares: 
 
Os conjuntos numéricos podem ser 
representados de diversas maneiras, e uma 
das mais importantes para a matemática é a 
representação por intervalos. Ela é capaz de 
mostrar em que ponto um conjunto começa e 
termina, ou seja, seu menor e maior elemento. 
Essa representação também pode indicar os 
números que não pertencem a esse conjunto, 
caso eles existam. Toda essa representação 
dos conjuntos numéricos é feita por símbolos. 
Geralmente, a representação por intervalos é 
usada para demonstrar subconjuntos dos 
números reais, entretanto, ela também é 
igualmente útil quando envolve qualquer outro 
conjunto numérico. 
Por exemplo: O subconjunto S dos números 
reais maiores que 5 e menores ou iguais a 10 
é representado da seguinte maneira: 
S = {x ε N/5
overlineOA e overlineOB são os lados do 
ângulo. 
Ângulos consecutivos 
Dois ângulos são consecutivos se eles compartilham 
um mesmo lado, ou seja, se o lado de um, for 
também o mesmo lado do outro. 
Ângulos adjacentes 
Dois ângulos consecutivos são adjacentes se, e 
somente se, não compartilham pontos internos, ou 
seja, não estão sobrepostos um ou outro. 
Congruência (≅) 
Para que ângulos possam ser considerados 
congruentes (iguais), devem satisfazer os seguintes 
postulados: 
1. reflexiva: todo ângulo é congruente a si mesmo 
(aôb ≅ aôb) 
2. simétrica: se aôb ≅ côd, então côd ≅ aôb 
3. transitiva: se aôb ≅ côd e côd ≅ eôf então 
aôb ≅ eôf 
https://www.infoescola.com/matematica/angulos/
 
Adição de ângulos 
Se a semirreta OB é interna ao ângulo AÔC, o 
ângulo AÔC é a soma dos ângulos AÔB e BÔC. 
Assim: 
AÔC = AÔB + BÔC 
 
Bissetriz de um ângulo 
A bissetriz de um ângulo é a semirreta que parte do 
vértice do ângulo e o divide em dois ângulos 
congruentes (iguais). 
 
Formalmente falando, uma semirreta ob interna ao 
ângulo aôc, é bissetriz desse ângulo se, e somente 
se, aôb ≅ bôc. 
Ângulos opostos pelo vértice 
Dizemos que dois ângulos são opostos pelo vértice 
se as semirretas que os formam partem do mesmo 
vértice e são opostas aos lados do outro. 
 
α=β 
Medida de um ângulo - amplitude 
A medida de um ângulo é um número real positivo 
associado a ele, de forma que: 
1. Ângulos congruentes têm medidas iguais e 
ângulos iguais são congruentes. 
2. Se um ângulo α é maior que um ângulo β, então 
a medida de α será maior que a medida de β. 
3. A soma de dois ou mais ângulos é a soma das 
medidas de cada um desses ângulos. 
Chamamos a medida de um ângulo de amplitude. 
Unidades de medida de um ângulo 
Grau (°) 
A unidade principal de medida de um ângulo é o 
grau (°). 
1° (um grau) equivale a 1360 de uma circunferência, 
ou seja, 1° corresponde a uma das 360 partes em que 
uma circunferência foi dividida. Assim, uma 
circunferência inteira possui 360°. 
Minuto ( ‘ ) 
Quando queremos expressar medidas de ângulos 
menores que 1°, utilizamos a medida minuto ( ‘ ). 
Um minuto corresponde a 160 de um grau, ou seja, 1 
minuto (1’) corresponde a uma das 60 partes em que 
um ângulo de 1° foi dividido. 
1′=1o60 
https://www.infoescola.com/geometria-plana/circunferencia/
Um grau possui 60 minutos (1º = 60'). 
Segundo ( '' ) 
Quando queremos expressar medidas de ângulos 
menores que 1°, utilizamos a medida segundo ( '' ). 
Um segundo corresponde a 160 de um minuto, ou 
seja, 1 segundo (1'') corresponde a uma das 60 partes 
em que um ângulo de 1' foi dividido. 
1′′=1′60 
Um minuto possui 60 segundos (1' = 60''). 
Grado 
Esta medida não é muito usual. 
Um grado corresponde a 910 de um grau, ou seja, 1 
grado (1 gr) corresponde a 9 das 10 partes em que 
um ângulo de 1° foi dividido. 
Classificação de ângulos 
Os ângulos podem ser classificados de acordo com a 
sua medida. 
Ângulo agudo: ângulo com medida menor que 90º 
(0°
de 
comprimento das dimensões sejam as mesmas. 
Vários objetos possuem o formato de um 
paralelepípedo, por exemplo, uma caixa, uma 
piscina, um aquário entre outros. 
Nos cálculos envolvendo volume precisamos 
conhecer as unidades usuais de volume e sua 
correspondência com as medidas de capacidade. 
Observe as principais medidas: 
 
1 m³ (metro cúbico) = 1000 L (litros) 
 
1 dm³ (decímetro cúbico) = 1 L 
 
1 cm³ (centímetro cúbico) = 1 mL (mililitro) 
 
 
Exemplo 1 
 
Um aquário possui o formato de um paralelepípedo 
com as seguintes dimensões: 
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Determine quantos litros de água são necessários 
para encher o aquário. 
 
V = comprimento x largura x altura 
V = 50 cm x 20 cm x 15 cm 
V = 15000 cm³ (centímetros cúbicos) 
 
Como foi informado que 1 cm³ corresponde a 1 ml, 
temos que 15000 cm³ é igual a 15000 ml ou 15 
litros. 
 
 
Exemplo 2 
 
O degrau de uma escada lembra a forma de um 
paralelepípedo com as seguintes dimensões: 1 m de 
comprimento, 0,5 m de largura e 0,4 m de altura. 
Determine o volume total de concreto gasto na 
construção dessa escada sabendo que ela é 
constituída de 20 degraus. 
 
 
 
Volume do degrau 
 
V = 1 m x 0,5 m x 0,4 m 
V = 0,20 m³ 
 
Volume total da escada 
0,20 x 20 
4 m³ ou 4 mil litros de concreto. 
 
Área do cilindro 
Em um cilindro, consideramos as seguintes áreas: 
a) área lateral (AL) 
Podemos observar a área lateral de um cilindro 
fazendo a sua planificação: 
 
Assim, a área lateral do cilindro reto cuja altura é h 
e cujos raios dos círculos das bases são r é um 
retângulo de dimensões : 
 
b) área da base (AB): área do círculo de raio r. 
 
c) área total (AT): soma da área lateral com as áreas 
das bases. 
 
Volume do cilindro 
Para obter o volume do cilindro, vamos usar 
novamente o princípio de Cavalieri. Dados dois 
sólidos com mesma altura e um plano , se todo 
plano , paralelo ao plano , intercepta os sólidos 
e determina secções de mesma área, os sólidos têm 
volumes iguais: 
 
 
Se 1 é um paralelepípedo retângulo, então V2 = ABh. 
Assim, o volume de todo paralelepípedo retângulo e 
de todo cilindro é o produto da área da base pela 
medida de sua altura: 
Vcilindro = 
ABh 
No caso do cilindro circular reto, a área da base é a 
área do círculo de raio r: . Portanto, seu 
volume é: 
 
 
 
10. MATEMÁTICA FINANCEIRA: 
PORCENTAGEM, JURO SIMPLES 
O termo porcentagem é muito utilizado no 
cotidiano, principalmente em situações ligadas à 
Matemática Financeira, correção monetária, 
investimentos, cálculo de juros, descontos, 
determinação de valores de impostos entre outras 
situações. Dado um número qualquer x, temos que 
x% corresponde à razão centesimal x/100. O 
símbolo % significa porcento ou divisão por cem. 
Observe: 
 
15% (quinze porcento) = 15/100 = 3/20 = 0,15 
20% (vinte porcento) = 20/100 = 1/5 = 0,20 
25% (vinte e cinco porcento) = 25/100 = 1/4 = 0,25 
40% (quarenta porcento) = 40/100 = 2/5 = 0,40 
120% (cento e vinte porcento) = 120/100 = 6/5 = 
1,2 
 
Um número que possui a característica de 
porcentagem pode ser expresso das seguintes 
formas: fração centesimal ou número decimal, a 
forma ficará a critério do estudante. 
 
Exemplo 1 
 
Uma determinada loja de eletrodomésticos vende 
seus produtos em até 10 vezes, incluído os juros. No 
caso de pagamento à vista a loja oferece um 
desconto de 15% sobre o preço da mercadoria. Na 
compra à vista de uma geladeira que custa R$ 
1.200,00, qual o valor do desconto? 
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15% = 15/100 = 3/20 = 0,15 
 
Podemos resolver o problema de duas maneiras. 
Observe: 
 
Multiplicando o valor de R$1200 por 15 e depois 
dividindo por 100. 
1200 x 15/100 = 18000/100 = 180 
 
Multiplicando o valor de R$1200 por 0,15. 
1200 x 0,15 = 180 
 
O desconto na compra à vista da geladeira é de R$ 
180,00, dessa forma, o preço seria de 1200 – 180 = 
R$ 1.020,00. 
 
Exemplo 2 
 
O atraso no pagamento de qualquer imposto ou até 
mesmo de prestações particulares gera multas que 
são calculadas com base em índices percentuais, 
regularizados pelos órgãos competentes. Qual o 
valor de uma prestação de R$ 550,00 que foi paga 
com atraso de 10 dias, sabendo que sobre o valor 
deverá ser acrescentado 4% de multa? 
 
4% = 4/100 = 1/25 = 0,04 
 
Resolvendo de duas maneiras: 
 
1º) 550 x 4/100 = 2200/100 = 22 
 
2º) 550 x 0,04 = 22 
 
O acréscimo em razão do atraso será de R$22,00, 
portanto, a prestação passará de R$ 550,00 para R$ 
572,00. 
 
Juros simples 
O regime de juros será simples quando o percentual 
de juros incidir apenas sobre o valor principal. Sobre 
os juros gerados a cada período não incidirão novos 
juros. Valor principal ou simplesmente principal é o 
valor inicial emprestado ou aplicado, antes de 
somarmos os juros. Transformando em fórmula, 
temos: 
J = P . i . n 
Onde: 
J = juros 
P = principal 
(capital) 
i = taxa de juros 
n = número de 
períodos 
Exemplo: Temos uma dívida de R$ 1.000,00 que 
deve ser paga com juros de 8% a.m. pelo regime de 
juros simples e devemos pagá-la em 2 meses. Os 
juros que pagarei serão: 
J = 1000 x 0.08 x 2 = 160 
Ao somarmos os juros ao valor principal, temos o 
montante. 
Montante = Principal + Juros 
Montante = Principal + (Principal x Taxa de juros x 
Número de períodos) 
M = P . ( 1 + ( i . n ) ) 
Exemplo: Calcule o montante resultante da 
aplicação de R$70.000,00 à taxa de 10,5% a.a. 
durante 145 dias. 
SOLUÇÃO: 
M = P . ( 1 + (i.n) ) 
M = 70000 [1 + (10,5/100).(145/360)] = 
R$72.960,42 
Observe que expressamos a taxa i e o período n na 
mesma unidade de tempo, ou seja, anos. Daí ter 
dividido 145 dias por 360, para obter o valor 
equivalente em anos, já que um ano comercial 
possui 360 dias. 
Exercícios sobre juros simples: 
1) Calcular os juros simples de R$ 1.200,00 a 13 
% a.t. por 4 meses e 15 dias. 
Se a taxa é 13% (ou seja, 0,13) ao trimestre, vamos 
dividi-la por 6 para encontrar a taxa a cada 15 dias 
(visto que um trimestre tem 6 períodos de 15 dias): 
0.13 / 6 = 0.02167 
Logo, para 4 meses e 15 dias, a taxa é 0.02167 x 9 = 
0.195. Portanto: 
J = 1200 x 0.195 = R$ 234,00 
2) Calcular os juros simples produzidos por R$ 
40.000,00, aplicados à taxa de 36% a.a., durante 
125 dias. 
Temos: J = P.i.n 
A taxa de 36% a.a. equivale a 0,36/360 dias = 0,001 
a.d. 
Agora, como a taxa e o período estão referidos à 
mesma unidade de tempo, ou seja, dias, poderemos 
calcular diretamente: 
J = 40000.0,001.125 = R$ 5.000,00 
3) Qual o capital que aplicado a juros simples de 
1,2% a.m. rende R$ 3.500,00 de juros em 75 
dias? 
Temos imediatamente: 
J = P.i.n 
3500 = P.(1,2/100).(75/30) 
Observe que expressamos a taxa i e o período n em 
relação à mesma unidade de tempo, meses. Logo, 
3500 = P. 0,012 . 2,5 
3500 = P . 0,030; 
Daí, vem: 
P = 3500 / 0,030 = R$ 116.666,67 
4) Se a taxa de uma aplicação é de 150% ao ano, 
quantos meses serão necessários para dobrar um 
capital aplicado através de capitalização simples? 
 
Objetivo: M = 2.P 
Dados: i = 150/100 = 1,5 
Fórmula: M = P (1 + i.n) 
Desenvolvimento: 
2P = P (1 + 1,5 n) 
2 = 1 + 1,5 n 
n = 2/3 ano = 8 meses 
 
11. ESTATÍSTICA: CÁLCULO DE MÉDIA 
ARITMÉTICA SIMPLES E MÉDIA 
ARITMÉTICA PONDERADA 
A média aritmética ponderada é calculada 
multiplicando cada valor do conjunto de dados pelo 
seu peso. 
Depois, encontra-se a soma desses valores que será 
dividida pela soma dos pesos. 
Fórmula 
 
Onde, 
Mp: Média aritmética ponderada 
p1, p2,..., pn: pesos 
x1, x2,...,xn: valores dos dados 
Exemplo: 
Considerando as notas e os respectivos pesos de 
cada uma delas, indique qual a média que o aluno 
obteve no curso. 
Disciplina Nota Peso 
Biologia 8,2 3 
Filosofia 10,0 2 
Disciplina Nota Peso 
Física 9,5 4 
Geografia 7,8 2 
História 10,0 2 
Língua Portuguesa 9,5
3 
Matemática 6,7 4 
 
 
www.todamateria.com.br 
www.google.com.br/search?ei 
 
http://www.todamateria.com.br/
http://www.google.com.br/search?ei
número 
na reta numérica e sinalizá-lo com bola aberta. 
Caso o subconjunto possua um ponto além de 
suas extremidades, basta marcar esse ponto 
com bola fechada. 
Para melhor compreensão dessas regras e de 
suas variações, observe os exemplos a seguir. 
1º Exemplo: Intervalo [0, 5] 
 
Perceba que os números 0 e 5 pertencem ao 
intervalo, por isso foram marcados com uma 
bola fechada. 
2º Exemplo: Intervalo [–5, – 2[ ou [–5, –2). 
 
Observe que números que não pertencem ao 
intervalo são representados com uma bola 
aberta. 
3º Exemplo: Nesse exemplo, observe que é 
possível excluir pontos dentro do intervalo e 
adicionar pontos fora dele. 
 
 
 
EXERCÍCIOS - CONJUNTOS NUMÉRICOS 
 
P1) Que restos pode dar na divisão por 5, um 
número que não seja divisível por 5 ? 
 
P2) Qual o menor número que se deve somar a 
4831 para que resulte um número divisível por 
3 ? 
 
P3) Qual o menor número que se deve somar a 
12318 para que resulte um número divisível por 
5 ? 
 
P4) Numa caixa existem menos de 60 bolinhas. 
Se elas forem contadas de 9 em 9 não sobra 
nenhuma e se forem contadas de 11 em 11 
sobra uma. Quantas são as bolinhas? 
 
P5) O conjunto A é formado por todos os 
divisores de 10 ou 15 ; então podemos afirmar 
que o conjunto A tem : 
a) 5 elementos b) 6 elementos 
c) 7 elementos d) 8 elementos 
 
P6) Qual o menor número pelo qual se deve 
multiplicar 1080 para se obter um número 
divisível por 252? 
 
P7) Qual o menor número pelo qual se deve 
multiplicar 2205 para se obter um número 
divisível por 1050? 
 
P8) Assinalar a alternativa correta. 
a) O número 1 é múltiplo de todos os números 
primos 
b) Todo número primo é divisível por 1 
c) Às vezes um número primo não tem divisor 
d) Dois números primos entre si não tem 
nenhum divisor 
 
P9) Assinalar a alternativa falsa: 
a) O zero tem infinitos divisores 
b) Há números que tem somente dois 
divisores: são os primos; 
c) O número 1 tem apenas um divisor: ele 
mesmo; 
d) O maior divisor de um número é ele próprio 
e o menor é zero. 
 
P10) Para se saber se um número natural é 
primo não: 
a) Multiplica-se esse número pelos sucessivos 
números primos; 
b) Divide-se esse número pelos sucessivos 
números primos; 
c) Soma-se esse número aos sucessivos 
números primos; 
d) Diminuí-se esse número dos sucessivos 
números primos. 
 
P11) Determinar o número de divisores de 270. 
 
P12) Calcule o valor das expressões abaixo: 
a) (12 - 6) + (14 - 10) x 2 - (3 + 7) 
b) 103 - [ 23 + (29 - 3 x 5) ] + 14 x 2 
c) 22 - { 14 + [ 2 x 10 - (2 x 7 - 3) - (2 + 4) ] } + 7 
d) [ 60 - (31 - 6) x 2 + 15] ¸ [ 3 + (12 - 5 x 2) ] 
e) [150 ¸ (20 - 3 x 5) + 15 x (9 + 4 x 5 x 5) ] ¸ 5 + 
12 x 2 
f) ( 4 + 3 x 15) x ( 16 - 22 ¸ 11) - 4 x [16 - (8 + 
4 x 1) ¸ 4] ¸ 13 
 
P13) Calcular os dois menores números pelos 
quais devemos dividir 180 e 204, a fim de que 
os quocientes sejam iguais. 
a) 15 e 17 b) 16 e 18 
c) 14 e 18 d) 12 e16 
 
P14) Deseja-se dividir três peças de fazenda 
que medem, respectivamente, 90, 108 e 144 
metros, em partes iguais e do máximo tamanho 
possível. 
Determinar então, o número das partes de 
cada peça e os comprimentos de cada uma. 
9, 8, 6 partes de 18 metros 
8, 6, 5 partes de 18 metros 
9, 7, 6 partes de 18 metros 
10, 8, 4 partes de 18 metros 
e) e) e) 
 
P15) Quer-se circundar de árvores, plantadas à 
máxima distância comum, um terreno de forma 
quadrilátera. Quantas árvores são necessárias, 
se os lados do terreno tem 3150,1980, 1512 e 
1890 metros? 
a) 562 árvores b) 528 árvores 
c) 474 árvores d) 436 árvores 
 
P16) Numa república, o Presidente deve 
permanecer 4 anos em seu cargo, os 
senadores 6 anos e os deputados 3 anos. Em 
1929 houve eleições para os três cargos, em 
que ano deverão ser realizadas novamente 
eleições para esses cargos? 
 
P17) Duas rodas de engrenagens tem 14 e 21 
dentes respectivamente. Cada roda tem um 
dente esmagador. Se em um instante estão em 
contato os dois dentes esmagadores, depois 
de quantas voltas repete-se novamente o 
encontro? 
 
P18) Dois ciclistas percorrem uma pista circular 
no mesmo sentido. O primeiro percorre em 36 
segundos, e o segundo em 30 segundos. 
Tendo os ciclistas partido juntos, pergunta-se; 
depois de quanto tempo se encontrarão 
novamente no ponto de partida e quantas 
voltas darão cada um? 
 
P19) Uma engrenagem com dois discos 
dentados tem respectivamente 60 e 75 dentes, 
sendo que os dentes são todos numerados. Se 
num determinado momento o dento nº 10 de 
cada roda estão juntos, após quantas voltas da 
maior, estes dentes estarão juntos novamente? 
 
P20) Sabendo-se que o M.M.C. entre dois 
números é o produto deles, podemos afirmar 
que: 
a) os números são primos 
b) eles são divisíveis entre si 
c) os números são primos entre si 
d) os números são ímpares 
 
P21) Da estação rodoviária de São Paulo 
partem para Santos, ônibus a cada 8 minutos; 
para Campinas a cada 20 minutos e para 
Taubaté a cada 30 minutos. Às 7 horas da 
manhã partiram três ônibus para essas 
cidades. Pergunta-se: a que horas do dia, até 
às 18 horas haverá partidas simultâneas? 
 
P22) No aeroporto de Santos Dumont partem 
aviões para São Paulo a cada 20 minutos, para 
o Sul do país a cada 40 minutos e para Brasília 
a cada 100 minutos; às 8 horas da manhã á um 
embarque simultâneo para partida. Quais são 
as outras horas, quando os embarques 
coincidem até as 18 horas. 
 
P23) Para ladrilhar 5/7 de um pátio 
empregando-se 46.360 ladrilhos. Quantos 
ladrilhos iguais serão necessários para ladrilhar 
3/8 do mesmo pátio? 
 
P24) A soma de dois números é 120. O menor é 
2/3 do maior. Quais são os números? 
 
P25) Sueli trabalha após as aulas numa loja de 
fazendas. Uma tarde recebeu uma peça de 
linho de 45 metros para vender. Nesta mesma 
tarde vendeu 3/5 da peça, depois 1/3 do que 
sobrou. Quantos metros restaram por vender? 
 
P26) Uma senhora repartiu R$273,00 entre 
seus três filhos. O primeiro recebeu 3/4 do que 
tocou ao segundo e este, 2/3 do que tocou ao 
terceiro. Quanto recebeu cada um ? 
 
P27) Um negociante vendeu uma peça de 
fazenda a três fregueses. O primeiro comprou 
1/3 da peça e mais 10 metros. O segundo 
comprou 1/5 da peça e mais 12 metros e o 
terceiro comprou os 20 metros restantes. 
Quantos metros tinha a peça ? 
 
P28) Dois amigos desejam comprar um terreno. 
Um deles tem 1/5 do valor e outro, 1/7. 
Juntando ao que possuem R$276.000,00, 
poderiam comprar o terreno. Qual o preço do 
terreno ? 
 
P29) Paulo gastou 1/3 da quantia que possuía 
e, em seguida, 3/5 do resto. Ficou com 
R$80,00. Quanto possuía? 
 
P30) Qual é o número que multiplicado por 1/5 
dá 7 3/4? 
 
P31) Um alpinista percorre 2/7 de uma 
montanha e em seguida mais 3/5 do restante. 
Quanto falta para atingir o cume? 
 
P32) Qual é o número que aumenta 1/8 de seu 
valor quando se acrescentam 3 unidades? 
 
P33) Um trem percorre 1/6 do caminho entre 
duas cidades em 1 hora e 30 minutos. Quanto 
tempo leva de uma cidade a outra uma viagem 
de trem? 
 
P34) Lia comeu 21/42 de uma maçã e Léa 
comeu 37/74 dessa mesma maçã. Qual das 
duas comeu mais e quanto sobrou? 
 
P35) Dividindo os 2/5 de certo número por 2/7 
dá para quociente 49. Qual é esse número? 
 
P36) Um pacote com 27 balas é dividido 
igualmente entre três meninos. Quantas balas 
couberam a cada um, se o primeiro deu 1/3 do 
que recebeu ao segundo e o segundo deu ½ 
do que possuía ao terceiro? 
 
P37) Uma herança de R$70.000,00 é distribuída 
entre três herdeiros. O primeiro recebe ½, o 
segundo 1/5 e o terceiro o restante. Qual 
recebeu a maior quantia? 
 
P38) Uma torneira leva sete horas para encher 
um tanque. Em quanto tempo enche 3/7 desse 
tanque? 
 
P39) R$120,00 são distribuídos entre cinco 
pobres. O primeiro recebe ½, o segundo 1/5 do 
que recebeu o primeiro e os restantes recebem 
partes iguais. Quanto recebeu cada pobre? 
 
P40) Em um combate morrem 2/9 de um 
exército, em novo combate morrem mais 1/7 do 
que restou e ainda sobram 30.000 homens. 
Quantos soldados estavam lutando? 
 
P41) 2/5 dos 3/7 de um pomar são laranjeiras;
4/5 dos ¾ são pereiras; há ainda mais 24 
árvores diversas. Quantas árvores há no 
pomar? 
 
P42) Um corredor depois de ter decorrido os 3/7 
de uma estrada faz mais cinco quilômetros e 
assim corre 2/3 do percurso que deve fazer. 
Quanto percorreu o corredor e qual o total do 
percurso, em quilômetros? 
 
P43) Efetuar as adições: 
 1º) 12,1 + 0,0039 + 1,98 
 2º) 432,391 + 0,01 + 8 + 22,39 
 
P44) Efetuar as subtrações: 
 1º) 6,03 - 2,9456 
 2º) 1 - 0,34781 
 
P45) Efetuar as multiplicações 
 1º) 4,31 x 0,012 
 2º) 1,2 x 0,021 x 4 
 
P46) Calcular os seguintes quocientes 
aproximados por falta. 
 1º) 56 por 17 a menos de 0,01 
 2º) 3,9 por 2,5 a menos de 0,1 
 3º) 5 por 7 a menos de 0,001 
 
P47) Em uma prova de 40 questões, Luciana 
acertou 34. Nestas condições: 
Escreva a representação decimal do número de 
acertos; 
Transformar numa fração decimal; 
Escreva em % o número de acertos de Luciana. 
d) d) d) 
P48) Calcular o valor da seguinte expressão 
numérica lembrando a ordem das operações: 
0,5 + ( 0,05 ¸ 0,005). 
 
P49) Quando o professor pediu a Toninho que 
escrevesse a fração decimal que representa o 
número 0,081 na forma de fração decimal, 
Toninho escreveu ; Ele acertou ou errou a 
resposta. 
 
P50) Dentre os números 2,3; 2,03; 2,030; 2,003 
e 2,0300, quais tem o mesmo valor ? 
 
P51) É correto afirmar que dividir 804 por 4 e 
multiplicar o resultado por 3 dá o mesmo 
resultado que multiplicar 804 por 0,75? 
 
P52) Um número x é dado por x = 7,344 ¸ 2,4. 
Calcule o valor de 4 - x . 
 
P53) Uma indústria A, vende suco de laranja em 
embalagem de 1,5 litro que custa R$ 7,50. 
10
81
Uma indústria B vende o mesmo suco em 
embalagem de 0,8 litro que custa R$ 5,40. 
Qual das duas vende o suco mais barato? 
 
P54) Em certo dia, no final do expediente para 
o público, a fila única de clientes de um banco, 
tem um comprimento de 9 metros em média, e 
a distância entre duas pessoas na fila é 0,45m. 
Responder: 
a) Quantas pessoas estão na fila? 
b) Se cada pessoa, leva em média 4 minutos 
para ser atendida, em quanto tempo serão 
atendidas todas as pessoas que estão na fila? 
 
 
GABARITO - CONJUNTOS NUMÉRICOS 
P1) 1,2,3,4 
P2) 2 
P3) 2 
P4) 45 
P5) B 
P6) 7 
P7) 10 
P8) B 
P9) D 
P10) B 
P11) 16 
P12) a) 4 b) 94 c) 12 d) 5 e) 357 
f) 682 
P13) A 
P14) B 
P15) C 
P16) 1941 
P17) Duas voltas da menor ou três voltas da 
menor 
P18) Os ciclistas se encontraram depois de 
180 segundos 
P19) Após 4 voltas 
P20) C 
P21) 9h; 11h; 13h; 15h; 17h 
P22) 11h e 20min; 11h e 40min; 18h 
P23) 24.339 
P24) 72 e 48 
P25) 12 metros 
P26) R$63,00 ; R$84,00 ; R$126,00 
P27) 90 metros 
P28) R$420.000,00 
P29) R$300,00 
P30) 155/4 
P31) 2/7 
P32) 24 
P33) 9 h 
P34) Cada comeu ½ e não sobrou nada 
P35) 35 
P36) 6,6,15 
P37) R$35.000,00 
 
P38) 3horas 
P39) 1º- R$60,00 , 2º- R$12,00 , 
3º 4º e 5º R$16,00 
P40) 45.000 
P41) 105 
P42) 14 quilômetros e 21 quilômetros 
P43) 1º) 14,0839; 2º) 462,791 
P44) 1º) 3,0844; 2º) 0,65219; 
P45) 1º) 0,05172; 2º) 0,1008; 
P46) 1º) 3,29; 2º) 1,5; 3º) 0,714; 
P47) a) 0,85 b) c) 85% 
P48) 0,05 
P49) Errou, a resposta é 81/1000 
P50) 2,03; 2,030 e 2,0300 
P51) Nos dois casos é correto afirmar, pois o 
resultado é 603 
P52) 13,6256 
P53) a indústria A 
P54) a) 20 pessoas b) 80 minutos. 
 
Operações com números racionais 
Adição e Subtração 
Para simplificar a escrita, transformamos a 
adição e subtração em somas algébricas. 
Eliminamos os parenteses e escrevemos os 
números um ao lado do outro, da mesma forma 
como fazemos com os números inteiros. 
Exemplo 1: Qual é a soma: 
 
Exemplo 2: Calcule o valor da expressão 
 
 
1º caso 
 
Quando não ocorrer a presença de parênteses 
nas operações, devemos proceder da seguinte 
maneira: 
 
Quando os sinais dos números são iguais, 
devemos adicionar mantendo o sinal dos 
números. 
 
+ 9 + 9 = + 18 
100
85
–1 – 1 = – 2 
+ 4 + 6 = +10 
–7 – 8 = – 15 
– 9 – 10 = – 19 
+ 15 + 16 = + 31 
+ 64 + 6 = + 70 
– 54 – 34 = – 88 
 
 
Quando os sinais são diferentes, devemos 
subtrair os números mantendo o sinal do 
número de maior módulo. 
 
– 4 + 6 = + 2 
– 10 + 5 = – 5 
– 20 + 36 = + 16 
– 60 + 80 = + 20 
– 21 + 5 = – 16 
– 91 + 10 = – 81 
– 100 + 12 = – 88 
+ 15 – 30 = – 15 
 
 
2º caso 
 
Caso ocorra a presença de parênteses nas 
operações entre os números inteiros, devemos 
eliminá-los, utilizando o jogo do sinal. 
 
(–8) + (–2) + (–7) 
– 8 – 2 – 7 
– 17 
 
(+81) + (–12) – (+ 7) 
+ 81 – 12 – 7 
+ 81 – 19 
+ 62 
Multiplicação e divisão 
Na multiplicação de números racionais, 
devemos multiplicar numerador por numerador, 
e denominador por denominador, assim como 
é mostrado nos exemplos abaixo: 
 
A multiplicação é uma operação que vêm da 
soma, sendo utilizada quando possuímos 
parcelas repedidas na adição. Veja: 
12 + 12 + 12 = 36 (Operação de adição) 
12 x 3 = 36 (Operação de multiplicação) 
 
Observe que o resultado na soma e na 
multiplicação são iguais, isso acontece porque 
quando multiplicamos termos numéricos, um 
valor representa o número que se quer somar e 
o outro representa a repetição desse número 
que foi somado. 
Existem alguns truques que possibilitam a 
realização do cálculo da multiplicação de 
forma rápida. Veja estas 5 dicas: 
 
Primeira Dica: Multiplicando números 
terminados em 0 
Para multiplicar números terminados em zero 
devemos conservar o algarismo que compõe o 
número que tem zero e multiplicar esse 
algarismo pelo outro número que não possui 
zero. No final, adicionamos o zero retirado 
depois do último algarismo que compõe o 
resultado da multiplicação. Veja: 
23 x 10 = (23 x 1) = 23 → Acrescente o zero 
retirado depois do último algarismo 23 → 230 
35 x 30 = (35 x 3) = 105 → Acrescente o zero 
retirado depois do último algarismo 105 → 
1050 
12 x 200 = (12 x 2) = 24 → Acrescente os dois 
zeros retirados depois do último algarismo 24 
→ 2400 
 
Segunda Dica: Multiplicando por 9. 
Para multiplicar um número por nove devemos 
acrescentar um 0 no número que não é 9, em 
seguida subtraímos desse valor o valor inicial. 
85 x 9 = ? 
850 → Acrescente 0 no número 85. 
850 – 85 = 765 → Subtraímos de 850 o valor 
inicial que é 85. 
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Sendo assim: 85 x 9 = 765 
186 x 9 = ? 
1860 → Acrescente 0 no número 186. 
1860 – 186 = 1674 → Subtraímos de 1860 o 
valor inicial que é 186. 
Sendo assim: 186 x 9 = 1674 
 
Terceira Dica: Multiplicando por 15. 
Adicione ao número que é diferente de quinze 
a sua metade e multiplique a soma obtida por 
10. 
32 x 15 = ? 
A metade de 32 é 16. 
Some 32 com 16 → 32 + 16 = 48. 
Multiplique 48 por 10 → 48 x 10 = 480 
32 x 15 = (32 + 16) x 10 = 480 
Sendo assim, 32 x 15 = 480 
286 x 15 = ? 
A metade de 286 é 143 
Some 286 com 143 → 286 + 143 = 429 
Multiplique 429 por 10 → 429 x 10 = 4290 
286 x 15= (286 + 143) x 10 = 4290 
Sendo assim: 286 x 15 = 4290 
 
Quarta Dica: Multiplicando por 10 
Na multiplicação por 10, basta deslocar a 
vírgula uma casa para a direita. 
2569 x 10 = ? 
A vírgula está depois do algarismo 9 → 2569,0 
Devemos deslocar a vírgula uma casa para a 
direita → 25690,0 
Sendo assim: 2569 x 10 = 25690 
276 x 10 = ? 
A vírgula está depois do algarismo 6 → 276,0 
Devemos deslocar a vírgula uma casa para a 
direita → 2760,0 
Sendo assim: 276 x 10 = 2760 
 
NA DIVISÃO de números racionais, devemos 
multiplicar a primeira fração pelo inverso da 
segunda, como é mostrado no exemplo abaixo: 
 
 
A divisão é uma das quatro operações básicas 
da matemática, juntamente à adição, subtração 
e multiplicação. Essa operação é temida por 
ser a mais difícil das quatro, porém, talvez, só 
possua um algoritmo muito diferente das 
outras. 
 
Para apresentarmos o algoritmo da divisão, 
devemos relembrar os elementos que 
compõem uma divisão e, por consequência, 
compõem também o seu algoritmo. São eles: 
Dividendo (D): Número que será dividido. 
Divisor
(d): número que divide. 
Quociente (q): resultado da divisão. 
Resto (r): algumas vezes, finalizada a 
divisão, sobra uma quantidade que não 
pode ser dividida. Essa quantidade recebe o 
nome de resto. 
 
A partir desses elementos, a divisão será 
definida da seguinte maneira: 
D = d·q + r 
Para resolver a divisão D:d, procuramos um 
número q que, multiplicado por d, tenha D 
como resultado ou um número muito 
próximo a D. O resto r forma-se pelo 
resultado da subtração D – d·q. 
Essa estratégia é utilizada para dividir números 
próximos aos presentes nas tabuadas de 
multiplicação de 1 a 10. Por exemplo, ao 
realizar a divisão 80:9, procuramos um número 
(q) que, multiplicado por 9, tenha como 
resultado 80 (ou próximo a 80). Sabendo que 
9·8 = 72, realizamos a subtração 80 – 72 = 8 e, 
assim, estamos de posse de todos os 
elementos que constituem uma divisão. 
Observe: 
D = d·q + r 
80 = 9·8 + 8 
 
O algoritmo da divisão é um método prático 
para realizar divisões algarismo a 
algarismo, assim como são realizadas as 
adições, subtrações e multiplicações. Esse 
algoritmo é comumente chamado de 
“método da chave” e é definido da seguinte 
maneira: 
D | d 
r q 
 
Da mesma maneira, procuramos um número 
q que, multiplicado por d, tenha como 
resultado D. Se não for possível, 
encontramos um valor aproximado a D e 
escrevemos todos esses valores nas 
posições descritas pelo esquema acima. 
Esse esquema contribui para que a divisão 
seja realizada de forma prática, algarismo a 
algarismo. Por exemplo, para dividir 962 por 2 
utilizando o método da chave, escreveremos: 
 
Potenciação e radiciação 
Na potenciação, quando elevamos um número 
racional a um determinado expoente, estamos 
elevando o numerador e o denominador a esse 
expoente, conforme os exemplos abaixo: 
 
 
POTÊNCIA 
 
 
Podemos dizer que potenciação representa 
uma multiplicação de fatores iguais, se temos a 
seguinte multiplicação: 2 x 2 x 2 x 2 x 2 x 2, 
podemos representá-la usando a potência 26, 
onde 2 é a base e 6 o expoente (Leia: dois 
elevado a sexta potência). 
 
O expoente possui um papel fundamental na 
potenciação, pois ele é quem define quantas 
vezes a base será multiplicada por ela mesma. 
Observe: 
 
26 = 2 x 2 x 2 x 2 x 2 x 2 = 64 
42 = 4 x 4 = 16 
53 = 5 x 5 x 5 = 125 
102 = 10 x 10 = 100 
122 = 12 x 12 = 144 
35 = 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 
63 = 6 x 6 x 6 = 216 
 
Casos de potenciação 
 
Todo número diferente de zero e elevado a 
zero é um. 
20 = 1 
30 = 1 
100 = 1 
40 = 1 
1250 = 1 
 
Todo número diferente de zero e elevado a um 
é o próprio número. 
21 = 2 
31 = 3 
151 = 15 
201 = 20 
121 = 12 
 
Base zero e qualquer número no expoente, o 
resultado será zero. 
05 = 0 
012 = 0 
0100 = 0 
07 = 0 
025 = 0 
 
Base negativa e expoente ímpar, resultado 
negativo. 
(-3)3 = (-3) x (-3) x (-3) = -27 
(-4)5 = (-4) x (-4) x (-4) x (-4) x (-4) = -1024 
(-2)7 = (-2) x (-2) x (-2) x (-2) x (-2) x (-2) x (-2) = 
-128 
 
Base negativa e expoente par, resultado 
positivo. 
(-2)4 = (-2) x (-2) x (-2) x (-2) = + 16 
(-6)2 = (-6) x (-6) = + 36 
(-7)2 = (-7) x (-7) = + 49 
 
Base é um número racional (fração): devemos 
elevar ao expoente indicado o numerador e o 
denominador da fração. 
 
 
 
Quando o expoente é um número negativo: 
invertemos a base e mudamos o sinal do 
expoente para positivo. 
 
 
 
 
Uma importante aplicação de potenciação é a 
notação científica, usada para expressar 
valores muito grandes ou muito pequenos. A 
notação é usada por cientistas, como 
astrônomos, físicos, biólogos, químicos entre 
outros. 
 
Exemplos: 
6 120 000, podemos representá-lo usando a 
seguinte notação decimal 6,12 * 106 
 
0,00012, pode ser representado por 1,2 * 10-4. 
 
NA RADICIAÇÃO, quando aplicamos a raiz 
quadrada a um número racional, estamos 
aplicando essa raiz ao numerador e ao 
denominador, conforme o exemplo abaixo: 
 
A radiciação é a operação inversa à 
potenciação. Podemos resolvê-la utilizando a 
fatoração. 
 
Você sabe qual é a raiz quadrada de 4? 
Você já ouviu falar em números quadrados 
perfeitos? Os quadrados perfeitos são o 
resultado da multiplicação de qualquer número 
por ele mesmo. Por exemplo, o 9 é um 
quadrado perfeito, pois ele é o resultado de 3 x 
3 ou, melhor ainda, porque ele é o resultado da 
potência 32 (lê-se três elevado a dois ou três ao 
quadrado). 
 
Nós temos uma forma mais usual de 
representar um número que é tido como 
quadrado perfeito. Para representá-lo, nós 
utilizamos a raiz quadrada. Por exemplo, se 
procuramos a “raiz quadrada de 4”, 
pretendemos descobrir qual é o número que, 
ao quadrado (o número multiplicado por si 
mesmo), resulta em 4. Facilmente podemos 
dizer que o número que procuramos é o 2, pois 
22 = 4. Por essa razão, dizemos que a 
radiciação é a operação inversa à 
potenciação. Vejamos como representar uma 
raiz quadrada: 
 
 
Os elementos que compõem a radiciação são o 
radical, o índice, o radicando e a raiz 
O radical (símbolo em vermelho) indica que se 
trata de uma radiciação, e o índice caracteriza 
a operação, isto é, o tipo de raiz que estamos 
trabalhando. Em geral, o radicando é o 
número sobre o qual somos questionados, e a 
raiz é o resultado. 
Nesse exemplo, estamos procurando a raiz 
quadrada de 4, isto é, queremos saber qual é o 
número que multiplicado por ele mesmo resulta 
em quatro. Facilmente podemos concluir que 
esse número é o 2, pois 22 = 4. 
Mas e se por acaso quisermos saber qual é o 
número que multiplicado por si mesmo 3 vezes 
resulta em 8? Precisamos então procurar o 
número que, ao cubo, resulta em 8, isto é: 
? 3 = 8 
? x ? x ? = 8 
Esse exemplo já exige um pouco mais de 
raciocínio. Mas podemos afirmar que o número 
que ocupa o lugar dos quadradinhos é o 2, pois 
23 = 2 x 2 x 2 = 8. Veja que acabamos de 
trabalhar com uma raiz cúbica, pois o índice da 
raiz é três. Sua representação é: 
3√8 = 2, pois 23 = 2 x 2 x 2 = 8 
 
MÚLTIPLOS E DIVISORES 
Múltiplos e divisores são números que 
resultam da multiplicação por um número 
natural e que dividem um número deixando 
resto zero, respectivamente. 
Os múltiplos e divisores de um número estão 
relacionados entre si da seguinte forma: 
 
Se 15 é divisível por 3, então 3 é divisor de 15, 
assim, 15 é múltiplo de 3. 
 
Se 8 é divisível por 2, então 2 é divisor de 8, 
assim, 8 é múltiplo de 2. 
 
Se 20 é divisível por 5, então 5 é divisor de 20, 
assim, 20 é múltiplo de 5. 
 
 
Múltiplos de um número natural 
 
Denominamos múltiplo de um número o 
produto desse número por um número natural 
qualquer. Um bom exemplo de números 
múltiplos é encontrado na tradicional tabuada. 
 
Múltiplos de 2 (tabuada da multiplicação do 
número 2) 
 
2 x 0 = 0 
2 x 1 = 2 
2 x 2 = 4 
2 x 3 = 6 
2 x 4 = 8 
2 x 5 = 10 
2 x 6 = 12 
2 x 7 = 14 
2 x 8 = 16 
2 x 9 = 18 
2 x 10 = 20 
É assim sucessivamente. 
 
Múltiplos de 3 (tabuada da multiplicação do 
número 3) 
 
3 x 0 = 0 
3 x 1 = 3 
3 x 2 = 6 
3 x 3 = 9 
3 x 4 = 12 
3 x 5 = 15 
3 x 6 = 18 
3 x 7 = 21 
3 x 8 = 24 
3 x 9 = 27 
3 x 10 = 30 
É assim sucessivamente. 
 
Portanto, os múltiplo de 2 são: 0, 2, 4, 6, 8, 10, 
12, 14, 18, 20, ... 
 
NÚMEROS PRIMOS 
Números primos são os números naturais que 
têm apenas dois divisores diferentes: o 1 e 
ele mesmo. 
Exemplos: 
1) 2 tem apenas os divisores 1 e 2, portanto 2 é 
um número primo. 
2) 17 tem apenas os divisores 1 e 17, portanto 
17 é um número primo. 
3) 10 tem os divisores 1, 2, 5 e 10, portanto 10 
não é um número primo. 
Observações: 
 
1 não é um número primo, porque ele tem 
apenas um divisor que é ele mesmo. 
2 é o único número primo que é par. 
Os números que têm mais de dois divisores 
são chamados números compostos. 
Exemplo: 15 tem mais de dois divisores => 15 
é um número composto. 
 
Reconhecimento de um número primo 
Para saber se um número é primo, dividimos 
esse número pelos números primos 2, 3, 5, 7, 
11, etc, até que tenhamos: 
- ou uma divisão com resto zero (e neste caso 
o número não é primo), 
- ou uma divisão com quociente menor que o 
divisor e o resto diferente de zero.
Neste caso 
o número é primo. 
 
Exemplos: 
1) O número 161: 
 não é par, portanto não é divisível por 2; 
 1+6+1 = 8, portanto não é divisível por 3; 
 não termina em 0 nem em 5, portanto não é 
divisível por 5; 
 por 7: 161 / 7 = 23, com resto zero, logo 
161 é divisível por 7, e portanto não é um 
número primo. 
 
2) O número 113: 
 não é par, portanto não é divisível por 2; 
 1+1+3 = 5, portanto não é divisível por 
3; 
 não termina em 0 nem em 5, portanto 
não é divisível por 5; 
 por 7: 113 / 7 = 16, com resto 1. O 
quociente (16) ainda é maior que o divisor (7). 
 por 11: 113 / 11 = 10, com resto 3. O 
quociente (10) é menor que o divisor (11), e 
além disso o resto é diferente de zero (o resto 
vale 3), portanto 113 é um número primo. 
 
Decomposição em fatores primos 
Todo número natural, maior que 1, pode ser 
decomposto em um produto de dois ou mais 
fatores. 
 
Decomposição do número 24 em um produto: 
24 = 4 x 6 
24 = 2 x 2 x 6 
24 = 2 x 2 x 2 x 3 = 23 x 3 
No produto 2 x 2 x 2 x 3, todos os fatores são 
primos. 
 
Chamamos de fatoração de 24 a 
decomposição de 24 em um produto de fatores 
primos. Então a fatoração de 24 é 23 x 3. 
De um modo geral, chamamos de fatoração 
de um número natural, maior 
que 1, a sua decomposição em um produto de 
fatores primos. 
 
Regra prática para a fatoração 
Existe um dispositivo prático para fatorar um 
número. Acompanhe, no exemplo, os passos 
para montar esse dispositivo: 
1º) Dividimos o número pelo seu menor divisor 
primo; 
2º) a seguir, dividimos o quociente obtido pelo 
menor divisor primo desse quociente e assim 
sucessivamente até obter o quociente 1. 
A figura mostra a fatoração do número 630. 
 
Então 630 = 2 x 3 x 3 x 5 x 7. 
630 = 2 x 32 x 5 x 7. 
 
MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM 
O mínimo múltiplo comum (MMC) 
corresponde ao menor número inteiro positivo, 
diferente de zero, que é múltiplo ao mesmo 
tempo de dois ou mais números. 
Lembre-se que para encontrar os múltiplos de 
um número, basta multiplicar esse número pela 
sequência dos números naturais. 
Note que o zero (0) é múltiplo de todos os 
números naturais e que os múltiplos de um 
número são infinitos. 
Para saber se um número é múltiplo de um 
outro, devemos descobrir se um é divisível pelo 
outro. 
Por exemplo, 25 é múltiplo de 5, pois ele é 
divisível por 5. 
Obs: Além do MMC, temos o MDC que 
corresponde ao máximo divisor comum entre 
dois números inteiros. 
Como Calcular o MMC? 
O cálculo do MMC, pode ser feito, através da 
comparação da tabuada desses números. Por 
exemplo, vamos descobrir o MMC de 2 e 3. 
Para isso, vamos comparar a tabuada de 2 e 3: 
 
 
Note que o menor múltiplo em comum é o 
número 6. Portanto, dizemos que o 6 é o 
mínimo múltiplo comum (MMC) de 2 e 3. 
Essa forma de encontrar o MMC é bem direta, 
mas quando temos números maiores ou mais 
de dois números, não é muito prática. 
Para essas situações, o melhor é usar o 
método da fatoração, ou seja, decompor os 
números em fatores primos. Acompanhe, no 
exemplo abaixo, como calcular o MMC entre 12 
e 45 usando esse método: 
 
https://www.todamateria.com.br/tabuada/
https://www.todamateria.com.br/fatoracao/
Observe que nesse processo vamos dividindo 
os elementos pelos números primos, ou seja, 
aqueles números naturais divisíveis por 1 e por 
ele mesmo: 2, 3, 5, 7, 11, 17, 19... 
No final, multiplicam-se os números primos que 
foram utilizados na fatoração e encontramos o 
MMC. 
 
Mínimo Múltiplo Comum e Frações 
O mínimo múltiplo comum (MMC) é também 
muito utilizado em operações com frações. 
Sabemos que para somar ou subtrair frações é 
necessário que os denominadores sejam 
iguais. 
Assim, calculamos o MMC entre os 
denominadores, e este passará a ser o novo 
denominador das frações. 
Vejamos abaixo um exemplo: 
 
Como os denominadores são diferentes, o 
primeiro passo é encontrar o MMC entre 5 e 6. 
Fatorando, temos: 
 
Agora que já sabemos que o MMC entre 5 e 6 
é 30, podemos efetuar a soma, fazendo as 
seguintes operações, conforme indicado no 
diagrama abaixo: 
 
Propriedades do MMC 
 Entre dois números primos, o MMC será o 
produto entre eles. 
 Entre dois números em que o maior é divisível 
pelo menor, o MMC será o maior deles. 
 Ao multiplicar ou dividir dois números por um 
outro diferente de zero, o MMC aparece 
multiplicado ou dividido por esse outro. 
 Ao dividir o MMC de dois números pelo 
máximo divisor comum (MDC) entre eles, o 
resultado obtido é igual ao produto de dois 
números primos entre si. 
 Ao multiplicar o MMC de dois números pelo 
máximo divisor comum (MDC) entre eles, o 
resultado obtido é o produto desses números. 
 
Questões Resolvidas 
1) Aprendiz de Marinheiro - 2016 
 
 
Seja A = 120, B = 160, x = mmc (A,B) e y = 
mdc (A,B), então o valor de x + y é igual a: 
a) 460 
b) 480 
c) 500 
d) 520 
e) 540 
Para encontrar o valor da soma de x com y, é 
necessário primeiro encontrar esses valores. 
Desta forma, vamos fatorar os números em 
fatores primos e depois calcular o mmc e o 
mdc entre os números dados. 
https://www.todamateria.com.br/numeros-primos/
 
Agora que já conhecemos o valor de x (mmc) e 
de y (mdc), podemos encontrar a soma: 
x + y = 480 + 40 = 520 
Alternativa: d) 520 
 
2) Unicamp - 2015 
A tabela abaixo informa alguns valores 
nutricionais para a mesma quantidade de dois 
alimentos, A e B. 
 
Considere duas porções isocalóricas (de 
mesmo valor energético) dos alimentos A e B. 
A razão entre a quantidade de proteína em A e 
a quantidade de proteína em B é igual a 
a) 4. 
b) 6. 
c) 8. 
d) 10. 
Para encontrar porções isocalóricas dos 
alimentos A e B, vamos calcular o mmc entre 
os valores energéticos respectivos. 
 
Então, devemos considerar a quantidade 
necessária de cada alimento para obter o valor 
calórico. 
Considerando o alimento A, para ter um valor 
calórico de 240 Kcal é necessário multiplicar as 
calorias iniciais por 4 ( 60 . 4 = 240). Já para o 
alimento B, é necessário multiplicar por 3 (80 . 
3 = 240). 
Assim, a quantidade de proteína do alimento A 
será multiplicada por 4 e a do alimento B por 3: 
Alimento A : 6 . 4 = 24 g 
Alimento B : 1 . 3 = 3 g 
Desta forma, temos que a razão entre essas 
quantidades será dada por: 
 
Alternativa: c) 8 
 
3) UERJ - 2015 
Na tabela abaixo, estão indicadas três 
possibilidades de arrumar n cadernos em 
pacotes: 
 
Se n é menor do que 1200, a soma dos 
algarismos do maior valor de n é: 
a) 12 
b) 17 
c) 21 
d) 26 
Considerando os valores informados na tabela, 
temos as seguintes relações: 
n = 12 . x + 11 
n = 20 . y + 19 
n = 18 . z + 17 
Note que se somássemos 1 livro ao valor de n, 
deixaríamos de ter resto nas três situações, 
pois formaríamos mais um pacote: 
n+ 1 = 12 . x + 12 
n+ 1 = 20 . x + 20 
n+ 1 = 18 . x + 18 
Sendo assim, n + 1 é múltiplo comum de 12, 18 
e 20, então, se encontrarmos o mmc (que é o 
menor múltiplo comum), podemos, a partir daí, 
encontrar o valor de n+1. 
Calculando o mmc: 
 
Então, o menor valor de n + 1 será 180. 
Entretanto, queremos encontrar o maior valor 
de n menor que 1200. Assim, vamos procurar 
um múltiplo que satisfaça essas condições. 
Para isso, vamos multiplicar o 180 até 
encontrar o valor desejado: 
180 . 2 = 360 
180 . 3 = 540 
180 . 4 = 720 
180 . 5 = 900 
180 . 6 = 1 080 
180 . 7 = 1 260 (esse valor é maior que 1 200) 
Portanto, podemos calcular o valor de n: 
n + 1 = 1 080 
n = 1080 - 1 
n = 1079 
Sendo que a soma dos seus algarismos será 
dada por: 
1 + 0 + 7 + 9 = 17 
Alternativa: b) 17 
 
4) Enem - 2015 
Um arquiteto está reformando uma casa. De 
modo a contribuir com o meio ambiente, decide 
reaproveitar tábuas de madeira retiradas da 
casa. Ele dispõe de 40 tábuas de 540 cm, 30 
de 810 cm e 10 de 1 080 cm, todas de mesma 
largura e espessura. Ele pediu a um carpinteiro 
que cortasse as tábuas em pedaços de mesmo 
comprimento, sem deixar sobras, e de modo 
que as novas peças ficassem com o maior 
tamanho possível, mas de comprimento menor 
que 2 m. 
Atendendo o pedido do arquiteto, o carpinteiro 
deverá produzir
a) 105 peças. 
b) 120 peças. 
c) 210 peças. 
d) 243 peças. 
e) 420 peças. 
Como é pedido que as peças tenham o mesmo 
comprimento e o maior tamanho possível, 
vamos calcular o mdc (máximo divisor comum). 
Vamos calcular o mdc entre 540, 810 e 1080: 
 
Entretanto, o valor encontrado não poderá ser 
usado, pois existe a restrição do comprimento 
ser menor que 2 m. 
 
Assim, vamos dividir 2,7 por 2, pois o valor 
encontrado também será um divisor comum de 
540, 810 e 1080, visto que o 2 é o menor fator 
primo em comum desses números. 
Então, o comprimento de cada peça será igual 
a 1,35 m (2,7 : 2). Agora, precisamos calcular 
quantas peças teremos de cada tábua. Para 
isso, faremos: 
5,40 : 1,35 = 4 peças 
8,10 : 1,35 = 6 peças 
10,80 : 1,35 = 8 peças 
Considerando a quantidade de cada tábua e 
somando, temos: 
40 . 4 + 30 . 6 + 10 . 8 = 160 + 180 + 80 = 420 
peças 
Alternativa: e) 420 peças 
 
5) Enem - 2015 
O gerente de um cinema fornece anualmente 
ingressos gratuitos para escolas. Este ano 
serão distribuídos 400 ingressos para uma 
sessão vespertina e 320 ingressos para uma 
sessão noturna de um mesmo filme. Várias 
escolas podem ser escolhidas para receberem 
ingressos. Há alguns critérios para a 
distribuição dos ingressos: 
1. cada escola deverá receber ingressos 
para uma única sessão; 
2. todas as escolas contempladas deverão 
receber o mesmo número de ingressos; 
3. não haverá sobra de ingressos (ou seja, 
todos os ingressos serão distribuídos). 
O número mínimo de escolas que podem ser 
escolhidas para obter ingressos, segundo os 
critérios estabelecidos, é 
a) 2. 
b) 4. 
c) 9. 
d) 40. 
e) 80. 
Para descobrir o número mínimo de escolas, 
precisamos conhecer o número máximo de 
ingressos que cada escola poderá receber, 
considerando que este número deverá ser igual 
nas duas sessões. 
Desta maneira, iremos calcular o mdc entre 
400 e 320: 
 
O valor do mdc encontrado representa o maior 
número de ingressos que cada escola irá 
receber, de modo que não haja sobras. 
Para calcular o número mínimo de escolas que 
podem ser escolhidas, devemos ainda dividir a 
quantidade de ingressos de cada sessão pelo 
número de ingressos que cada escola 
receberá, assim temos: 
400 : 80 = 5 
320 : 80 = 4 
Portanto, o número mínimo de escolas será 
igual a 9 (5 + 4). 
Alternativa: c) 9. 
 
6) Cefet/RJ - 2012 
Qual é o valor da expressão numérica ? 
a) 0,2222 
b) 0,2323 
c) 0,2332 
d) 0,3222 
 
Para encontrar o valor da expressão numérica, 
o primeiro passo é calcular o mmc entre os 
denominadores. Assim: 
 
O mmc encontrado será o novo denominador 
das frações. 
Entretanto, para não mudar o valor da fração, 
devemos multiplicar o valor de cada numerador 
pelo resultado da divisão do mmc por cada 
denominador: 
 
Resolvendo a adição e a divisão, temos: 
 
Alternativa: a) 0,2222 
 
7) EPCAR - 2010 
Um agricultor fará uma plantação de feijão em 
canteiro retilíneo. Para isso, começou a marcar 
os locais onde plantaria as sementes. A figura 
abaixo indica os pontos já marcados pelo 
agricultor e as distâncias, em cm, entre eles. 
 
Esse agricultor, depois, marcou outros pontos 
entre os já existentes, de modo que a distância 
d entre todos eles fosse a mesma e a maior 
possível. Se x representa o número de vezes 
que a distância d foi obtida pelo agricultor, 
então x é um número divisível por 
a) 4 
b) 5 
c) 6 
d) 7 
 
Para resolver a questão, precisamos 
encontrar um número que divide ao mesmo 
tempo os números apresentados. Como é 
pedido que a distância seja a maior possível, 
vamos calcular o mdc entre eles. 
 
Desta forma, a distância entre cada ponto será 
igual a 5 cm. 
Para encontrar o número de vezes que essa 
distância foi repetida, vamos dividir cada 
segmento original por 5 e somar os valores 
encontrados: 
15 : 5 = 3 
70 : 5 = 14 
150 : 5 = 30 
500 : 5 = 100 
x = 3 + 14 + 30 + 100 = 147 
O número encontrado é divisível por 7, pois 
21.7 = 147 
Alternativa: d) 7 
 
 
MÁXIMO DIVISOR COMUM 
O máximo divisor comum (MDC ou M.D.C) 
corresponde ao maior número divisível entre 
dois ou mais números inteiros. 
Lembre-se que os números divisores são 
aqueles que ocorrem quando o resto da divisão 
é igual a zero. Por exemplo, o número 12 é 
divisível por 1, 2, 3, 4, 6 e 12. Se dividirmos 
esses números pelo 12 obteremos um 
resultado exato, sem que haja um resto na 
divisão. 
Quando um número tem apenas dois divisores, 
ou seja, ele é divisível somente por 1 e por ele 
mesmo, eles são chamados de números 
primos. 
Vale notar que todo número natural possui 
divisores. O menor divisor de um número será 
sempre o número 1. Por sua vez, o maior 
divisor de um número é o próprio número. 
Obs: Além do MDC temos o MMC (mínimo 
múltiplo comum) que corresponde ao menor 
número inteiro positivo de dois ou mais 
números inteiros. 
 
Atenção! 
O zero (0) não é divisor de nenhum número. 
Propriedades do MDC 
 Quando fatoramos dois ou mais números, o 
MDC deles é o produto dos fatores comuns a 
eles, por exemplo o MDC de 12 e 18 é 6 
 Quando temos dois números consecutivos 
entre si, podemos concluir que o MDC deles é 
1, uma vez que eles serão sempre números 
primos. Por exemplo: 25 e 26 (o maior número 
que divide ambos é o 1) 
 Quando temos dois ou mais números e um 
deles é divisor dos outros, podemos concluir 
que ele é o MDC dos números, por exemplo, 3 
e 6. (se 3 é divisor de 6, ele é o MDC de 
ambos) 
 
Como calcular o MDC? 
Para calcular o máximo divisor comum (MDC) 
entre números, devemos realizar a fatoração 
por meio da decomposição dos números 
indicados. 
Para exemplificar, vamos calcular através da 
fatoração o MDC do 20 e 24: 
 
Para saber o MDC dos números, devemos 
olhar a direita da fatoração e ver quais 
números dividiram simultaneamente os dois e 
multiplicá-los. 
Assim, pela fatoração podemos concluir que o 
4 (2x2) é o maior número que divide ambos e, 
portanto, é o máximo divisor comum de 20 e 
24. 
Exemplos 
1. Qual o MDC de 18 e 60? 
Pela fatoração de ambos os números temos: 
 
Ao multiplicar os números que dividem ambos, 
temos que o MDC de 18 e 60 é 6 (2 x 3). 
2. Qual o MDC de 6; 12 e 15? 
Pela fatoração dos números temos: 
 
Logo, temos que o MDC de 6; 12 e 15 é 3. 
 
1. (VUNESP) Em um colégio de São Paulo, há 
120 alunos na 1.ª série do Ensino Médio, 144 
na 2.ª e 60 na 3.ª. Na semana cultural, todos 
esses alunos serão organizados em equipes, 
com o mesmo número de elementos, sem que 
se misturem alunos de séries diferentes. O 
número máximo de alunos que pode haver em 
cada equipe é igual a: 
a) 7 
b) 10 
https://www.todamateria.com.br/numeros-primos/
https://www.todamateria.com.br/numeros-primos/
https://www.todamateria.com.br/mmc-minimo-multiplo-comum/
https://www.todamateria.com.br/fatoracao/
c) 12 
d) 28 
e) 30 
Alternativa c 
 
2. (Enem-2015) Um arquiteto está reformando 
uma casa. De modo a contribuir com o meio 
ambiente, decide reaproveitar tábuas de 
madeira retiradas da casa. Ele dispõe de 40 
tábuas de 540 cm, 30 de 810 cm e 10 de 1 080 
cm, todas de mesma largura e espessura. Ele 
pediu a um carpinteiro que cortasse as tábuas 
em peças de mesmo comprimento, sem deixar 
sobras, e de modo que as novas peças 
ficassem com o maior tamanho possível, mas 
de comprimento menor que 2 m. 
Atendendo o pedido do arquiteto, o carpinteiro 
deverá produzir 
a) 105 peças 
b) 120 peças 
c) 210 peças 
d) 243 peças 
e) 420 peças 
Alternativa e 
 
3. (Enem-2015) O gerente de um cinema 
fornece anualmente ingressos gratuitos para 
escolas. Este ano serão distribuídos 400 
ingressos para uma sessão vespertina e 320 
ingressos para uma sessão noturna de um 
mesmo filme. Várias escolas podem ser 
escolhidas para receberem ingressos. Há 
alguns critérios para a distribuição dos 
ingressos: 
1) cada escola deverá receber ingressos para 
uma única sessão; 
2) todas as escolas contempladas deverão 
receber o mesmo número de ingressos; 
3) não haverá sobra de ingressos (ou seja, 
todos os ingressos serão distribuídos). 
O número mínimo de escolas que podem ser 
escolhidas para
obter ingressos, segundo os 
critérios estabelecidos, é: 
a) 2 
b) 4 
c) 9 
d) 40 
e) 80 
Alternativa c 
 
 
 
 
 
 
 
2. RAZÕES E PROPORÇÕES – GRANDEZAS 
DIRETA E INVERSAMENTE 
PROPORCIONAIS, DIVISÃO EM PARTES 
DIRETA E INVERSAMENTE 
PROPORCIONAIS, REGRA DE TRÊS 
SIMPLES E COMPOSTA. SISTEMA DE 
MEDIDAS: COMPRIMENTO, CAPACIDADE, 
MASSA E TEMPO (UNIDADES, 
TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES), 
SISTEMA MONETÁRIO BRASILEIRO. 
 
Razões e proporções – grandezas direta e 
inversamente proporcionais, divisão em 
partes direta e inversamente proporcionais, 
Grandeza: é tudo aquilo que pode ser 
medido. 
Razão: é a relação entre duas grandezas. 
DEFINIÇÃO 
"Chama-se razão de duas grandezas da 
mesma espécie, ao quociente da divisão dos 
números que medem essas grandezas numa 
mesma unidade. Este quociente é obtido, 
dividindo-se o primeiro número pelo segundo". 
Conforme a definição, para 
determinarmos a razão entre duas grandezas é 
necessário que sejam da mesma espécie, e 
medidas com a mesma unidade. 
A razão é representada sob a forma ou a : b 
(que se lê "a está para b"), sendo a e b dois 
números racionais, com b 0. 
 
Exemplo 1: 
Num exame há 1200 candidatos disputando 
400 vagas. Se compararmos esses dois 
números através de uma divisão, obtemos: 
 
 
Dizemos que há 3 candidatos para cada vaga 
ou que a razão entre o número de candidatos e 
o número de vagas é de 3 para 1. 
 
 
Dizemos que para cada vaga há 3 candidatos 
ou que a razão entre o número de vagas e o 
número de candidatos é de 1 para 3. 
 
Quando comparamos dois números 
através de uma divisão, o resultado obtido 
chama-se razão entre esses números. 
 
Exemplo 2: 
Admite-se como ideal, numa cidade, a 
b
a
 

400
1200
= 3 
 

1200
400
= 
3
1
 
 
existência de 1 médico para cada 5000 
habitantes. Nessas condições, quantos 
médicos deverá ter uma cidade com 50.000 
habitantes? 
De acordo com o problema, a razão entre o 
número de médicos e o número de habitantes 
é . 
 
 
Número de habitantes Número de médicos 
 5.000 1 
 10.000 2 
 15.000 3 
 ...... ...... 
 50.000 10 
 
A cidade deverá ter 10 médicos. 
 
Verificamos que as razões destacadas, 
 e são iguais. 
 
 
Exercícios Resolvidos 
 
1) Achar a razão entre dois segmentos de 1dm 
e 25cm respectivamente. 
 
Resolução: 
Como é necessário medir as duas 
grandezas com a mesma unidade, vamos 
reduzir as duas medidas a cm, para obter a 
razão 
. 
Assim: 1 dm = 10cm 
 
2) Em uma competição esportiva participam 
500 atletas, sendo 100 moças e 400 rapazes. 
a) Qual a razão do número de moças para o 
número de rapazes? 
b) Qual a razão do número de rapazes para o 
número de moças? 
 
Resolução: 
a) Dividindo-se o número de moças pelo 
número de rapazes, encontramos a razão: 
 
 
 
 
3) Determinar a razão entre e 
 
Resolução: 
 
 
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL DAS 
RAZÕES 
 
"Multiplicando-se ou dividindo-se os termos de 
uma razão por um mesmo número, diferente de 
zero, obtém-se um razão equivalente a uma 
razão dada". 
 
 
 
 
RAZÕES ESPECIAIS 
 
VELOCIDADE MÉDIA 
 
 
"Denomina-se velocidade média a razão 
entre a distância percorrida e o tempo gasto 
para percorrê-la". 
 
 
 
Exemplo: 
Vamos determinar a velocidade média de um 
trem que percorreu a distância de 453km em 6 
horas: 
 
 
Resposta: 
A velocidade média do trem foi de 75,5 km/h 
 
 
5000
1
5000
1
50000
10
 
Logo, 
cm
cm
25
10
 simplificando-se  
5
2
 ou 2 : 5 
 
400
100
= 
4
1
 
 
b) 
100
400
 = 
1
4
 = 4 
2
1
6
5
 
 
6
5
2
1
= 
2
1

5
6
 = 
10
6
= 
5
3
 
 
Exemplo: 
3
3
5
3


= 
15
9
 
 
Velocidade Média = 
GastoTempo
PercorridaDistância
 
 
Vm = 
t
d
 = 
6
453
= 75,5 km/h 
ESCALA 
 
 
"Denomina-se escala de um desenho a 
razão entre o comprimento considerado no 
desenho e o correspondente comprimento real, 
medido com a mesma unidade". 
 
 
As escalas têm grande aplicação nos 
esboços de objetos (móveis, automóveis, etc), 
nas plantas de casas e terrenos, nos mapas e 
cartas cartográficas. 
 
Exemplo1: 
Em um mapa a distância entre duas cidades é 
de 3 cm. Sabendo-se que a distância real entre 
as cidades é de 300 km, qual a escala utilizada 
no mapa? 
 
Resolução: 
Comprimento do desenho: 3 cm 
Comprimento real: 300 km = (300 x 100.000) cm 
= 30.000.000 cm 
 
 
Resposta: 
A escala utilizada foi de 1:10.000.000 
 
Exemplo2: 
Ao desenhar a sua sala de aula, Paula traçou 
um segmento de 12 cm, que corresponde ao 
comprimento total da sala. Sabendo-se que a 
escala utilizada foi de 1:60, qual o comprimento 
real da sala? 
 
 
Logo, o comprimento de 12 cm no desenho 
corresponde a um comprimento de 720 cm ou 
7,2 m do real. 
 
Resposta: 
O comprimento real desta sala é 7,2m. 
 
EXERCÍCIOS - RAZÕES 
 
P1) A soma de dois números é 54 e a razão 
7/11. Calcular os dois números. 
 
P2) A diferença entre dois números é 15 e a 
razão 8/5. Calcular os dois números. 
 
P3) Num ginásio há ao todo 540 alunos 
distribuídos em classes. A cada classe de 45 
meninos corresponde uma classe de 30 
meninas. Calcular o número de meninas do 
ginásio. 
 
P4) A razão entre a base e a altura de um 
triângulo é de 5 para 2, e a área do triângulo é 
de 45m2. Calcular a base e a altura. 
 
P5) Uma barra feita com uma liga de 
ouro/cobre tem a massa de 513g. Achar a 
massa de cada metal sabendo que estão na 
razão de 11 para 8. 
 
P6) Um trapézio é isósceles. A base menor 
está para a base maior na razão 2:5. 
Determine a área, sabendo que: 
1º) A altura do trapézio vale 12cm. 
2º) A altura está para a base maior na razão 
4:5. 
 
P7) Qual a razão entre as áreas de dois 
círculos se o raio de um deles é o quádruplo do 
raio do outro. 
 
P8) Numa prova de matemática, um aluno 
acertou 12 questões sobre 20 que foram 
dadas. Qual a razão entre o número de 
questões que ele acertou para o número de 
questões da prova? 
 
P9) Uma mercadoria acondicionada numa 
embalagem de papelão, possui 200g de peso 
líquido e 250g de peso bruto. Qual a razão 
entre o peso líquido e o peso bruto? 
 
P10) Um retângulo A tem 10cm e 15cm de 
dimensões, enquanto as dimensões de um 
retângulo B são 10cm e 20cm. Qual a razão 
entre a área do retângulo A e a área do 
retângulo B? 
 
P11) A razão entre a altura de Tarcísio e sua 
sombra, em determinada hora do dia é de 3 
para 2. Se a sombra mede 1,2m, qual a altura 
de Tarcísio? 
 
P12) A razão entre a velocidade de 2 móveis, A 
e B é de 3/8. Encontre a velocidade do móvel 
A, quando a velocidade do móvel B for igual a 
20m/s 
 
Escala = 
RealoCompriment
DesenhooCompriment
 
 
Escala =
al
oDe
Re
senh
 = 
30000000
3
= 
10000000
1
 
 
Escala =
al
oDe
Re
senh
  
60
1
 =
x
12
  x = 720 cm 
 
P13) A razão entre as massas de enxofre e de 
ferro que se combinam para formar o sulfeto de 
ferro é de 4,7. Calcular: 
a) A massa de ferro que deve combinar com 32 
gramas de enxofre para formar o sulfeto de 
ferro. 
b) A massa de enxofre que se deve combinar 
com 1,12g de ferro para formar o sulfeto de 
ferro. 
 
P14) Para pintar uma parede, um pintor deve 
misturar tinta branca com tinta cinza na razão 
de 5 para 3. Se ele precisar de 25 litros dessa 
misturam, quantos litros de cada cor irá 
utilizar? 
 
P15) Qual é a escala de um desenho em que 
um comprimento de 3m está representado por 
um comprimento de 5cm? 
 
P16) A largura de um automóvel é 2 metros, 
uma miniatura desse automóvel foi construída 
de modo que essa largura fosse representada 
por 5cm. Qual foi a escala usada para construir 
a miniatura? 
 
P17) Em um mapa, a distância entre duas 
cidades é de 3cm. Sabendo-se que a distância 
real entre as cidades é de 300km. Qual a 
escala utilizada no mapa? 
 
P18) A distância entre São Paulo e Rio de 
Janeiro é de aproximadamente 408km. Qual é 
a escala de
um mapa onde esta distância está 
representada por 20,4cm? 
 
P19) Numa escala de 1:50, qual o comprimento 
real em metros, correspondente a 8cm. 
 
P20) Uma fotografia aérea mostra parte de uma 
região cuja área é 480m2 (área da parte 
fotografada). Sabendo que a foto tem 8cm por 
15cm, qual foi a escala da foto. 
 
GABARITO - RAZÕES 
 
P1) 21 e 33 
P2) 40 e 25 
P3) 216 
P4) 15m e 6 m 
P5) 297g e 216g 
P6) 126 cm2 
P7) 
P8) 
P9) 
P10) 
P11) 1,80 
P12) 7,5 m/s 
P13)a) 56,00g b) 0,64g 
P14) 15 litros de tinta branca e 9 litros de tinta 
cinza 
P15) 1:60 
P16) 1:40 
P17) 1:10.000.000 
P18) 1:2.000.000 
P19) 1:3000 
P20) 1:200 
 
 
PROPORÇÕES 
 
Um posto de gasolina oferece um 
desconto de 1 real para cada 10 litros 
completos de gasolina. Se uma pessoa colocar 
50 litros de gasolina no carro, que desconto irá 
obter? 
 
Com os dados do problema, podemos 
montar uma tabela: 
 
 Litros Descontos (em R$) 
 10 1 
 20 2 
 30 3 
 40 4 
 50 5 
 
O desconto será de R$ 5,00 
Nesta tabela podemos destacar: 
 
vRazão entre desconto e litros: 
 
vRazão entre desconto e litros: . 
 
 
 
DEFINIÇÃO DE PROPORÇÃO 
 
 
16
1
5
3
5
4
4
3
10
1
50
5
 
Verificamos que as razões
10
1
e 
50
5
são iguais (ou equivalentes). 
"Proporção é a igualdade entre duas razões, ou 
seja, quando duas razões apresentam o 
mesmo quociente, sendo, portanto iguais". 
 
Quatro números racionais a, b, c, d, diferentes 
de zero, nessa ordem, formam uma proporção 
quando a razão do primeiro número para o 
segundo é igual a razão do terceiro para o 
quarto. 
 
 
Ou, ainda, podemos escrever: 
a : b = c : d 
 
que se lê: 
 
"a está para b assim como c está para d" 
 
Os quatro termos que formam a proporção são 
denominados termos da proporção. O primeiro 
e o quarto termo são chamados extremos da 
proporção. O segundo e o terceiro são 
chamados meios. 
 
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL DAS 
PROPORÇÕES 
 
"Em toda proporção o produto dos meios é 
igual ao produto dos extremos". 
 
Exemplo: 
 
 
 
RECÍPROCA DA PROPRIEDADE 
FUNDAMENTAL 
 
"Quando o produto de dois números é igual ao 
produto de dois outros, os quatro números 
formam uma proporção". 
 
Observação: 
 
Para verificar se quatro números formam uma 
proporção, efetuamos o produto do número 
maior pelo menor e verificamos se esse 
produto é igual aos outro dois. Assim, os quatro 
números 4,10,16 e 40 formam uma proporção, 
pois os produtos 4 ´ 40 e 10 ´ 16, tem como 
resultado 160. 
 
QUARTA PROPORCIONAL 
 
"Chama-se Quarta Proporcional a três números 
dados, um quarto número que forma com os 
mesmos uma proporção". 
 
Exemplo: 
 
Vamos encontrar a quarta proporcional 
aos números 16, 12 e 48. 
Representando por x o termo procurado, 
veremos que o problema admite três soluções, 
correspondentes às proporções, pois a posição 
do número x é arbitrária. 
 
 
 
 
Só há três soluções porque em cada solução o 
produto de um dos números dados por x é 
igual ao produto dos outros dois. Em geral, 
considera-se a solução obtida, conservando na 
proporção a ordem dos números dados, e 
considerando como incógnita o último termo. 
 
PROPORÇÃO CONTÍNUA 
 
"Proporção contínua é aquela em que os meios 
e os extremos são iguais". 
 
 
Na proporção contínua, o termo igual é 
denominado média proporcional ou geométrica, 
e qualquer um dos outros termos (4 ou 9) é 
denominado terceira proporcional. No exemplo 
acima, 4 é a terceira proporcional entre 9 e 6, 
sendo 9 a terceira proporcional entre 4 e 6. 
 
Exercícios Resolvidos 
 
1) Achar a terceira proporcional a 5,6 e 0,84. 
 
Resolução: 
Observando que, se a média não for 
previamente fixada, haverá duas soluções: 
 
 
b
a
 =
d
c
 
 
d
c
b
a
  a.d = b.c 
 

15
5
18
6
  6 x 15 = 5 x 18  90 = 90 
 
I-)
1
16
48
12
x
  x1 = 64 
 
II-) 
4816
12 2x
  x2 = 36 
 
III-) 
16
4812
3

x
 x3 = 4 
 
Exemplo: 
9
4 6
6
 (os meios são iguais) 
 
 
 
 
Se, contudo, a média for previamente fixada, 
só haverá uma das resoluções. 
 
2) Achar a terceira proporcional a 3 e 9, sendo 
9 a média. 
 
Resolução: 
 
 
PROPRIEDADES GERAIS DAS 
PROPORÇÕES 
 
PROPRIEDADE 1 
 
"Em uma proporção, a soma dos dois primeiros 
termos está para o primeiro termo, assim como 
a soma dos dois últimos termos está para o 
terceiro termo". 
 
 
PROPRIEDADE 2 
 
"Em uma proporção, a soma dos dois primeiros 
termos está para o segundo termo, assim como 
a soma dos dois últimos está para o quarto 
termo". 
 
 
PROPRIEDADE 3 
 
"Numa proporção, a diferença dos dois 
primeiros termos está para o primeiro termo, 
assim como a diferença dos dois últimos 
termos está para o terceiro termo". 
 
 
 
PROPRIEDADE 4 
"Numa proporção, a diferença dos dois 
primeiros termos está para o segundo termo, 
assim como a diferença dos dois últimos 
termos está para o quarto termo". 
 
PROPRIEDADE 5 
 
"Numa proporção, a somados antecedentes 
está para a soma dos conseqüentes, assim 
como cada antecedente está para seu 
conseqüente". 
 
 
 
PROPRIEDADE 6 
 
"Numa proporção, a diferença dos 
antecedentes está para a diferença dos 
conseqüentes, assim como cada antecedente 
está para seu conseqüente". 
 
 
 
PROPRIEDADE 7 
 
"Em toda proporção, o produto dos 
antecedentes está para o produto dos 
conseqüentes assim como o quadrado de 
qualquer antecedente está para o quadrado do 
respectivo conseqüente". 
 
 
 
 
Exercícios Resolvidos 
 
1o Exercício 
 A diferença entre os antecedentes de uma 
proporção é 10 e os conseqüentes 9 e 7. Achar 
os antecedentes. 
 
Resolução: 
Representando por a e b os antecedentes, 
formamos a proporção: aplicando-se a 
propriedade relativa à diferença, vem que: 
 
 
1
O
. Modo:
x
84,0
84,0
6,5
  5,6x = (0,84)
2
  x = 0,126 
 
2
O
.Modo:
x
6,5
6,5
84,0
  0,84x = (5,6)
2
  x = 37,33 
 
x
9
9
3
  3x = 81  x = 27 
 
d
c
b
a
  
c
dc
a
ba 


 
 
d
c
b
a
  
d
dc
b
ba 


 
 
d
c
b
a
  
c
dc
a
ba 


 
 
d
c
b
a
  
d
dc
b
ba 


 
 
d
c
b
a
  
d
c
db
ca
e
b
a
db
ca






 
 
d
c
b
a
  
d
c
db
ca
e
b
a
db
ca






 
 
d
c
b
a
  
2
2
2
2
d
c
db
ca
e
b
a
db
ca






 
7
b
9
a

 
logo, b = 35 
 
Resposta: 
Os antecedentes são, respectivamente 45 e 
35. 
 
2o Exercício 
 
 
Resolução: 
Aplicando-se a propriedade relativa à soma, 
vem: 
 
 
logo, y = 14 
 
Resposta: 
Os antecedentes procurados são 
respectivamente 6 e 14. 
 
PROPORÇÃO PROLONGADA 
 
Proporção prolongada é a sucessão de 
três ou mais razões iguais. 
 
 
 
PROPRIEDADE DAS PROPORÇÕES 
PROLONGADAS 
 
"Numa proporção prolongada, a soma dos 
antecedentes está para a soma dos 
conseqüentes, assim como qualquer 
antecedente está para seu conseqüente". 
 
 
 
 
Exercício Resolvido 
 
1) Achar a, b, c na seguinte proporção 
 sabendo-se que a soma é a + b + c = 
26. 
 
Resolução: 
Aplicando-se a propriedade das proporções 
prolongadas temos: 
 
 
 
Logo, 
 
 
 
 
NÚMEROS PROPORCIONAIS 
 
NÚMEROS DIRETAMENTE 
PROPORCIONAIS 
 
"Duas seqüências A e B de números reais, não 
nulos, são diretamente proporcionais se, e 
somente se, a razão dos termos 
correspondentes são todas iguais entre si". 
 
Exemplo: 
 
Sejam as seqüências: (2, 5, 6, 9) e (8, 20, 24, 
36). Essas seqüências são diretamente 
proporcionais porque: 
 
 
 
"K é denominado fator constante ou coeficiente 
de proporcionalidade". 
 
 
Exercício Resolvido 
 
1) Dada as seqüências proporcionais (3, 5, 7, 
y) e (6, 10, x, 8). Determine o coeficiente de 
proporcionalidade e os valores de x e y. 
 
Resolução: 
 
 
979
aba



 
92
10 a
  2a = 90  a = 45 







7
y
3
x
20yx
 sistema o Resolver
 
373
xyx



  
310
20 x
  x = 6 
 
Exemplo: 
16
8
12
6
4
2
 
 
Exemplo: 
16124

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