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10) (ENEM 2010) Uma escola recebeu do
governo uma verba de R$ 1000,00 para enviar
dois tipos de folhetos pelo correio. O diretor da
escola pesquisou que tipos de selos deveriam ser
utilizados. Concluiu que, para o primeiro tipo de
folheto, bastava um selo de R$ 0,65 enquanto
para folhetos do segundo tipo seriam necessários
três selos, um de R$ 0,65, um de R$ 0,60 e um de
R$ 0,20. O diretor solicitou que se comprassem
selos de modo que fossem postados exatamente
500 folhetos do segundo tipo e uma quantidade
restante de selos que permitisse o envio do
máximo possível de folhetos do primeiro tipo.
Quantos selos de R$ 0,65 foram comprados?
a) 476
b) 675
c) 923
d) 965
e) 1538
GEOGRAFIA: Agropecuária
1) (ENEM PPL 2019) Tal como foi concebido, o
desenvolvimento da Amazônia pressupunha o
desmatamento. Muitas forças foram envolvidas e
constituíram uma teia de múltiplos interesses: as
instituições financeiras internacionais, a
tecnocracia militar e civil, as elites regionais e
nacionais, as corporações transnacionais, os
madeireiros, os colonos sem terra e os
garimpeiros.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias: o impacto sociotécnico da
informação digital e genética. São Paulo: Editora 34, 2003 (adaptado).
O modo de exploração descrito opõe-se a um
modelo de desenvolvimento que
a) gera empregos formais.
b) possibilita lucros imediatos.
c) maximiza atividades de extração.
d) reitera a dependência econômica.
e) promove a conservação de recursos.
2) (ENEM DIGITAL 2020) O processo de
modernização da agricultura brasileira resultou
em profundas modificações nas relações sociais,
no mundo do trabalho e da produção. Mas a
modernização teve também como consequência,
num modelo social perverso como o nosso, a
permanência da concentração da terra, o êxodo
rural, aumentou o processo de assalariamento
para o homem rural, concentrou capitais e gerou
um processo de industrialização da agricultura,
direcionada para atender às demandas do
capital nacional e internacional.
MENEZES NETO, A. J. Educação, sindicalismo e novas tecnologias nos
processos sociais agrários. Disponível em: www.senac.br. Acesso em: 10
fev. 2014.
Nesse contexto, o processo apresentado revela
contradições no espaço agrário brasileiro
decorrentes da expansão da
a) produção familiar.
b) reforma fundiária.
c) lavoura comercial.
d) pastagem extensiva.
e) segurança alimentar.
3) (ENEM PPL 2022) Uma mancha esverdeada
se destaca na paisagem ondulada dos arredores
de Poções, pequeno município no Semiárido
baiano. Ali, a profusão de cactos e árvores da
Caatinga contrasta com a pastagem e os solos
nus do entorno. O responsável pelo “oásis” é o
engenheiro aposentado Nelson Araújo Filho, de
66 anos. “Quando comecei aqui, o solo era
compactado e não produzia nada”. Sentado à
sombra de um umbuzeiro, Araújo conta que por
muitos anos aquela área, que pertence a seu pai,
abrigou roças de milho e aipim. Depois, virou
pasto para gado. Mas os anos de uso esgotaram
o solo e o deixaram em vias de virar deserto —
fenômeno que atinge cerca de 13% das terras do
Semiárido brasileiro. Araújo começou a reverter o
processo há três anos com a implantação de um
sistema agroflorestal em 1,8 hectare, espaço
equivalente a dois campos de futebol. A técnica,
que tem sido adotada em várias regiões
brasileiras e do mundo, se espelha no
funcionamento dos ecossistemas originais de
cada região.
FELLET, J.; LIMA, F. Agricultores transformam deserto em foresta no
Semiárido. Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 10 nov. 2021
(adaptado).
A iniciativa de uso agrícola do solo descrita no
texto promove a
a) inversão de equilíbrio ecológico.
b) preservação de cultivos orgânicos.
c) recuperação de biomas degradados.
d) expansão de métodos mecanizados.
e) recomposição de lavouras itinerantes.
4) (ENEM PPL 2021) Em regiões antes
consideradas periféricas, a exemplo do
Centro-Oeste, sob o impulso da técnica, há
condições para atividades com alto nível de
capital, tecnologia e organização, dando lugar a
fenômenos de descentralização seletiva. Ainda
que as atividades de comando tendam a se
manter concentradas, a rede de atividades
produtivas mais modernas tende a se expandir
territorialmente.
BERNARDES, J. A. As estratégias do capital no complexo da soja. In:
CASTRO, |. E.; GOMES, P. C. C.; CORREA, R. L. (Org.). Brasil: questões
atuais da reorganização do território. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2008 (adaptado).
41
O processo característico do espaço rural
responsável pela forma descrita de ocupação
produtiva do Centro-Oeste brasileiro foi o(a)
a) difusão de sistemas extensivos.
b) propagação do cultivo itinerante.
c) introdução de práticas ecológicas.
d) fortalecimento do trabalho familiar.
e) desenvolvimento do setor agroindustrial.
5) (ENEM 2020)
Zona de pastoreio e cultura do algodão e cereais do
agreste (1963)
ANDRADE, M. C. A terra e o homem no Nordeste. São Paulo: Brasiliense,
1963.
A dinâmica produtiva apresentada na imagem
tem como estratégia central a
a) separação pelo tipo de solo.
b) exportação da colheita sazonal.
c) priorização da tecnologia moderna.
d) adequação pelo tempo da natureza.
e) intensificação da atividade pecuária.
6) (ENEM 2011) O Centro-Oeste apresentou-se
como extremamente receptivo aos novos
fenômenos da urbanização, já que era
praticamente virgem, não possuindo
infraestrutura de monta, nem outros
investimentos fixos vindo do passado. Pôde,
assim, receber uma infraestrutura nova,
totalmente a serviço de uma economia moderna.
SANTOS, M. A Urbanização Brasileira. São Paulo: EdUSP, 2005
(adaptado).
O texto trata da ocupação de uma parcela do
território brasileiro. O processo econômico
diretamente associado a essa ocupação foi o
avanço da
a) industrialização voltada para o setor de
base.
b) economia da borracha no sul da
Amazônia.
c) fronteira agropecuária que degradou
parte do cerrado.
d) exploração mineral na Chapada dos
Guimarães.
e) extrativismo na região pantaneira.
7) (ENEM PPL 2022) O equilíbrio ecológico e
social do caipira se estabeleceu em função do
que poderíamos qualificar de condições
primitivas do meio: terra virgem de fácil amanho,
abundância da caça, pesca e coleta, fraca
densidade demográfica, limitando a
concorrência vital. Quando, apesar disto, um
determinado meio se exauria (relativamente aos
seus precários recursos técnicos, é claro, não em
absoluto), ele corrigia a situação pela
mobilidade. A mobilidade recria o meio,
permitindo as condições desejadas; e deste
modo garante o equilíbrio.
CANDIDO, A. Os parceiros do Rio Bonito. São Paulo: Duas Cidades, 1971.
A construção do sujeito histórico mencionado
pelo autor problematiza a relação entre
a) agricultura familiar e dinamização do
mercado local.
b) comunidades autônomas e garantia de
direitos sociais.
c) cultivos itinerantes e disponibilidade de
riquezas naturais.
d) cercamento de latifúndios e
proletarização de setores camponeses.
e) condições de competitividade e
ampliação da agroindústria moderna.
8) (ENEM 2011) No Estado de São Paulo, a
mecanização da colheita da cana-de-açúcar tem
sido induzida também pela legislação ambiental,
que proíbe a realização de queimadas em áreas
próximas aos centros urbanos. Na região de
Ribeirão Preto, principal polo sucroalcooleiro do
país, a mecanização da colheita já é realizada
em 516 mil dos 1,3 milhão de hectares cultivados
com cana-de-açúcar.
BALSADI, O. et al. Transformações Tecnológicas e a força de trabalho na
agricultura brasileira no período de 1990-2000. Revista de economia
agrícola. V. 49 (1), 2002.
42
O texto aborda duas questões, uma ambiental e
outra socioeconômica, que integram o processo
de modernização da produção canavieira. Em
torno da associação entre elas, uma mudança
decorrente desse processo é a
a) perda de nutrientes do solo devido à
utilização constante de máquinas.
b) eficiência e racionalidade no plantio com
maior produtividade na colheita.
c) ampliação da oferta de empregos nesse
tipo de ambiente produtivo.
d) menor compactação do solo pelo uso de
maquinário agrícola de porte.
e)poluição do ar pelo consumo de
combustíveis fósseis pelas máquinas.
9) (ENEM PPL 2014)
Disponível em: www.fct.unesp.br. Acesso em: 1 ago. 2012.
A distribuição espacial de madeira para papel e
celulose no Brasil possui uma estratégia logística
que resulta na
a) região produtiva contínua de perfil
litorâneo.
b) integração intermodal entre Sul, Sudeste
e Norte do país.
c) construção de eixos rodoviários entre as
zonas produtoras.
d) organização da produção próxima às
áreas de escoamento.
e) localização do setor nos limites das
unidades político-administrativas.
10) (ENEM PPL 2016) A característica
fundamental é que ele não é mais somente um
agricultor ou um pecuarista: ele combina
atividades agropecuárias com outras atividades
não agrícolas dentro ou fora de seu
estabelecimento, tanto nos ramos tradicionais
urbano-industriais como nas novas atividades
que vêm se desenvolvendo no meio rural, como
lazer, turismo, conservação da natureza, moradia
e prestação de serviços pessoais.
SILVA, J. G. O novo rural brasileiro. Revista Nova Economia, n. 1, maio
1997 (adaptado).
Essa nova forma de organização social do
trabalho é denominada
a) terceirização.
b) pluriatividade.
c) agronegócio.
d) cooperativismo.
e) associativismo.
QUÍMICA: Química Ambiental
1) (ENEM 2018) Companhias que fabricam jeans
usam cloro para o clareamento, seguido de
lavagem. Algumas estão substituindo o cloro por
substâncias ambientalmente mais seguras como
peróxidos, que podem ser degradados por
enzimas chamadas peroxidases. Pensando
nisso,pesquisadores inseriram genes
codificadores de peroxidases em leveduras
cultivadas nas condições de clareamento e
lavagem dos jeans e selecionaram as
sobreviventes para produção dessas enzimas.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. Rio de Janeiro:
Artmed, 2016 (adaptado).
Nesse caso, o uso dessas leveduras modificadas
objetiva
a) reduzir a quantidade de resíduos tóxicos
nos efluentes da lavagem.
b) eliminar a necessidade de tratamento da
água consumida.
c) elevar a capacidade de clareamento dos
jeans.
d) aumentar a resistência do jeans a
peróxidos.
e) associar ação bactericida ao
clareamento.
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