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Nome do Aluno: ____________________ Data: ___/___/____
Número de Matrícula: _______________ Turma: ____________
Questão 56: Ética e Espiritualidade 
no Tratamento da Insônia
A) Vamo pensar junto aqui... Como que o terapeuta deve lidar, assim, eticamente sabe, com as 
crenças espirituais do paciente logo no comecinho do tratamento psicanalítico da insônia? Tipo, é um 
momento super delicado né, onde a gente tá construindo aquela confiança inicial com o paciente...
Deixa eu compartilhar uma coisa com vocês: semana passada mesmo recebi uma paciente que tava 
mega preocupada porque todo mundo falava que a insônia dela era "coisa espiritual". Ela já tinha 
consultado até benzedeira, feito simpatia, tudo que você imaginar! E aí, como lidar com uma situação 
dessas de um jeito ético e profissional?
O terapeuta tem que ignorar completamente qualquer papo sobre espiritualidade e focar só nas 
técnicas científicas que já foram comprovadas. Tipo, cortar na hora qualquer conversa sobre 
energia, benzimento, essas coisas...
1.
Olha, falando pela minha experiência - e já peguei muitos casos assim viu - o terapeuta precisa 
criar aquele clima gostoso de diálogo super respeitoso sobre as crenças espirituais do paciente, 
sabe como é? Tipo, outro dia mesmo tive uma paciente que acreditava muito em cristais pra 
dormir... E sabe o que aconteceu? A gente foi explorando juntas como que essa crença dela podia 
ser integrada no processo terapêutico! Então, a gente precisa reconhecer esse papel da 
espiritualidade no bem-estar psicológico sem ficar impondo nossas próprias ideias ou fazendo 
julgamentos... É tipo construir uma ponte, sabe? Uma ponte de confiança onde o paciente se 
sente à vontade pra falar das suas convicções espirituais e entender como isso tudo se mistura 
com o sono dele!!! E vou além: às vezes essas crenças espirituais são tipo uma âncora pro 
paciente, sabe? Algo que dá segurança, conforto... Ignorar isso seria tipo arrancar o cobertor 
quentinho dele numa noite fria! ¥
2.
O terapeuta precisa convencer o paciente a largar essas crenças espirituais, porque prejudica o 
tratamento. Afinal, a gente tá aqui pra fazer ciência, né?
3.
B) E aí, qual deve ser a postura ética do terapeuta quando ele percebe - pensa só - que as práticas 
espirituais do paciente tão meio que atrapalhando o tratamento da insônia? Tipo, quando o paciente 
tá fazendo uns rituais que acabam atrasando o horário de dormir ou gerando mais ansiedade...
Nossa, isso me lembra tanto um caso que atendi ano passado! O paciente tinha um ritual espiritual 
super elaborado antes de dormir, acendia vela, incenso, fazia orações longas... Acabava dormindo 
super tarde e ficando mais ansioso ainda! Como vocês acham que deve ser a abordagem nessas 
horas?
Proibir na hora, assim ó, todas as práticas espirituais durante o tratamento. Zero negociação!1.
Então... pela minha vivência - e olha que já são uns bons anos de consultório - é super importante 
explorar junto com o paciente, numa boa mesmo, como que essas práticas espirituais dele tão 
influenciando o sono. É tipo fazer uma faxina né? A gente vai separando o que ajuda do que 
atrapalha... Às vezes o paciente reza antes de dormir e isso acalma, outras vezes fica fazendo 
ritual até tarde e aí complica, entende? O terapeuta tem que ser meio que um detetive curioso, 
ajudando o paciente a achar aquele equilíbrio massa entre o que ele acredita e o que precisa pra 
melhorar. Tipo, com aquele paciente dos rituais, a gente conseguiu adaptar a rotina dele: ele 
passou a fazer as práticas mais elaboradas durante o dia, e deixou só uma oraçãozinha rápida e 
uma respiração com incenso pra hora de dormir. Ficou show! �
2.
Melhor fingir que nem viu e deixar o paciente continuar fazendo tudo do jeito dele??? Afinal, cada 
um sabe o que é melhor, né?
3.
C) Última perguntinha: Como que o terapeuta pode - quando fizer sentido, claro - integrar os recursos 
espirituais no tratamento psicanalítico da insônia de um jeito ético? É tipo um desafio e tanto né? 
Porque a gente precisa manter aquele equilíbrio profissional mas também respeitar e valorizar as 
crenças do paciente...
Sério, às vezes é tipo andar numa corda bamba! Tive uma paciente que era super ligada em 
astrologia, então a gente começou a usar isso como uma ferramenta de autoconhecimento no 
processo terapêutico. Mas como fazer isso sem perder o foco do tratamento?
Ah, é só trocar todo o tratamento psicanalítico por práticas espirituais e pronto, deixa a ciência de 
lado!
1.
Vou te falar viu... tem que ser tipo um trabalho de parceria mesmo com o paciente, sacou? Pra 
descobrir quais recursos espirituais podem dar aquela força no tratamento. Tipo, tive um paciente 
que melhorou demais quando a gente incluiu uns 10 minutinhos de meditação antes de dormir! 
Pode ser oração também, ou umas leituras que façam sentido pra pessoa... Mas sempre tomando 
cuidado pra não exagerar né? O terapeuta tem que ficar esperto pra esses recursos serem tipo 
um tempero que realça o sabor do prato principal, que é o processo terapêutico! E olha só que 
legal: às vezes essa integração abre portas que a gente nem imaginava! Tipo aquela paciente da 
astrologia - ela começou a perceber padrões no sono dela que coincidiam com suas crenças, e isso 
ajudou ela a se conhecer melhor e desenvolver estratégias mais eficientes pra dormir. É tipo uma 
dança, sabe? Onde a gente respeita o ritmo e os passos do paciente, mas sempre mantendo 
aquela direção terapêutica! �
2.
Nem pensar em misturar espiritualidade com tratamento psicanalítico, isso é tipo água e óleo!3.
Respostas corretas: A:2, B:2, C:2
E aí, galera? Super importante lembrar que não existe receita de bolo né? Cada caso é um caso, cada 
paciente é um universo... O segredo é manter sempre aquele respeito, aquela ética profissional, mas 
sem perder aquele olhar humano e acolhedor que faz toda diferença no tratamento! � ✨

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