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Barragens Prof ª E m m a n u e l l e Lo r e n a ➢ Erosão interna (piping); ➢ Recalques ➢ Instabilidade de taludes IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA MIGRAÇÃO DA ÁGUA NO SOLO: TALUDE RECALQUES ESTABILIDADE DE TALUDES PIPING H2O Rede de Fluxo tais linhas são denominadas de linhas equipotenciais. Rede de fluxo • O trajeto que a água segue através de um meio saturado é designado por linha de fluxo: • Pelo fato de o regime ser laminar as linhas de fluxo não podem se cruzar O estudo do fluxo bidimensional é facilitado pela representação gráfica dos caminhos percorridos pela água e da correspondente dissipação da carga. Rede de fluxo Fluxo Não-Confinado Quando não se tem todas as condições de contorno conhecidas para o fluxo (ex. percolação através de barragem de terra). Fluxo Não-Confinado Fluxo não-confinado é um tipo de fluxo de água em que as partículas de água seguem caminhos curvos, mas permanecem em planos paralelo Sistema de drenagem interna em barragem de terra Evolução histórica Dimensionamento de filtros Para o dimensionamento dos filtros, procede-se da seguinte forma: a) Determina-se a quantidade de água (vazão) a ser captada pelos filtro com base no traçado de redes de fluxo; b) Fixam-se valores para os coeficientes de permeabilidade dos filtros em função dos materiais granulares disponíveis e calculam-se as suas espessuras; c) Verifica-se se os materiais dos filtros e os solos que os envolvem satisfazem o Critério de Filtro de Terzaghi; Determinação da largura dos filtros verticais 𝐵 = 𝑄 𝑘𝑓𝑣 >0,6m (ELETROBRÁS, 2003) Determinação da largura dos filtros horizontais 𝐵 = 𝑄𝐿 𝑘𝑓ℎ > 0,25 m (Eletobrás, 2003) Filtro trabalhando em carga Determinação da largura dos filtros horizontais 𝐵 = 2𝑄𝐿 𝑘𝑓ℎ > 0,25m (Eletrobrás, 2003) Filtro trabalhando livremente Paramos aqui Instrumentação de Barragens Fase de Planejamento e Projeto Deve-se monitorar: ✓Deslocamentos; ✓Deformações e tensões; ✓ Temperatura; ✓Níveis piezométricos em fundações; ✓ Pressões de água; ✓Vazões. Primeiro Enchimento A fase de enchimento do reservatório é o período em que a barragem passa a entrar em carga total pela primeira vez, sendo considerado este o período mais crítico na sua vida útil. Nesta fase, a instrumentação deve: • Alertar sobre a ocorrência de anomalias que possam colocar em risco a segurança das estruturas de barramento; • Possibilitar uma avaliação do desempenho estrutural das obras de barramento Causas mais comum de acidentes: ✓ Erosão interna ou entubamento (em inglês, piping) ✓Galgamento (em inglês, overtopping). Em barragens de terra e enrocamento, é importante o monitoramento por instrumentação de : ✓Medição dos níveis de água ✓Vazões ✓Deslocamentos ✓ Pressões. Dimensionamento de Barragens Etapa 1: Cálculo das alturas da barragem A altura estrutural da barragem será calculada a partir do volume total de armazenamento, das condições físicas da bacia hidráulica, da vazão máxima de sangria e de alturas adicionais calculadas ou estimadas em função destes elementos. A determinação da altura da estrutura para barragens se dá através da seguinte expressão: 𝐻 = 𝐻𝑏 + 𝐻𝑎 + 𝐻𝑠 + 𝐻𝑜 ′ + 𝐻𝑎𝑜 + 𝐹 Onde: Hb – altura da base; Ha – altura hidráulica; Hs – altura equivalente a lamina de sangria; H’o – altura equivalente a sobrelevação das águas; Hao – altura de arrebentação das ondas; F – folga. Execução da barragem na cota do talvegue (H b = 0). Fazendo as seguintes considerações: •A velocidade do vento desprezível; •Altura de elevação das ondas desprezível (H ao = 0). Tem-se: H b = H’ o = H ao = 0. Logo, a altura total da barragem se dará através da expressão H = Ha+Hs+F a) Altura hidráulica O valor da altura do volume de armazenamento é dado por: Ha= cota da soleira de vertedor – cota do talvegue (do terreno) b) Altura de sangria Elevação relativa à descarga do vertedor ou vazão de cheia máxima secular. É obtida através da expressão: m b Q H s s 58,2 6,0 3 2 = = Onde: Qs - Vazão de cheia máxima secular. b - Base ou largura do vertedouro, adotado neste projeto Adotar Qs = XX dígito do CPF (m³/s)/10 Ex: dígito = 15 Qs=1,5 m³/s c) Folga É uma altura adicional estimada para uma borda livre seca acima da cota máxima atingida pelas águas. ² 0,75 2 v F h g = + Onde g = aceleração da gravidade = 9,81 m/s² v= velocidade das ondas (m/s). Para ondas com altura de 0,3 a 2m, a velocidade de propagação pode ser determinada pela fórmula de Gaillard, 1,5 2v h= + Adotar h = 1m Etapa 2: Crista do maciço ( coroamento) Ressaltar a importância de dar ao coroamento uma ligeira sobrelevação, transversalmente, a fim de se facilitar a drenagem superficial. Etapa 3: Definição dos taludes e dimensionamento da base Na tabela a seguir há uma proposta de inclinações dos taludes a montante e a jusante em função do tipo de solo (não sujeito a esvaziamento rápido). Com as inclinações determinadas e com a altura total da barragem calcula- se a base do talude a montante e a jusante tan barragem talude mon te m H B i − = barragem talude jusante j H B i − = BASE DO TALUDE Btalude calc. (m) Btalude adot. (m) Montante Jusante BASE TOTAL (Btaludes + largura do coroamento) ESTABILIDADE DE BARRAGENS DE TERRA A ruptura em solos acontece quando aplicamos uma carga maior do que o solo ou uma estrutura consegue suportar. garantir a segurança e estanqueidade nas barragens Resistência ao cisalhamento A resistência ao cisalhamento do solo é definida como a tensão que o solo suporta sem que ocorra a sua ruptura. Quando falamos da resistência de um solo estamos falando da sua resistência ao cisalhamento. O solo rompe quando a tensão cisalhante atuante é maior do que a sua resistência e isto ocorre em um plano de ruptura definido. • No princípio das tensões efetivas proposto por Terzaghi, por exemplo, é abordado que as tensões geostáticas, tipo de tensão que ocorre devido ao próprio peso, são dadas pela soma da tensão efetiva e da poropressão. • Segundo Terzaghi (1943), os recalques ou adensamentos que podem ocorrer em campo são subdivididos em inicial, primário e secundário: Recalque inicial Ocorre após a aplicação de carga, e esta deformação ocorre sem que haja a expulsão de água Recalque primário Está associado à expulsão de águas nos vazios presentes no solo, também conhecido como adensamento primário. Recalque secundário É compreendido pelas deformações observadas no solo após o final do processo de adensamento, e o seu resultado se relaciona ao índice de vazios e ao tempo, sob tensão efetiva constante. MODELO DE TÍTULO Slide 1 MODELO TEXTO Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20: Paramos aqui Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 MODELO FINAL Slide 41