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FALA, FUTURO APROVADO DA CAIXA!FALA, FUTURO APROVADO DA CAIXA!
Bem-vindo ao nosso guia ilustrado de dicas sobre
Conhecimentos Bancários, especialmente focado no
sistema financeiro nacional, um tema que tem sido
recorrente em mais de 10 provas recentes da
CESGRANRIO. 
Queremos compartilhar como desenvolvemos nosso
material.
Nossa equipe pedagógica realiza uma análise detalhada
dos assuntos mais cobrados pela CESGRANRIO. Com
base nessa pesquisa meticulosa, criamos um material
cuidadosamente elaborado com os tópicos mais
relevantes para sua prova. Assim, você estuda
exatamente o que provavelmente será abordado,
deixando de lado conteúdos menos relevantes e
otimizando seu tempo de estudo.
Esperamos que esse material seja extremamente útil
para você e abra novas perspectivas, direcionando seus
estudos para os assuntos-chave com maior
probabilidade de aparecer na sua prova. 
Se você deseja aprender o que realmente estará na sua
prova, convidamos você a explorar nosso material e
descobrir por que o Memoriza.aí é tão bem-sucedido. 
Seja muito bem-vindo e bons estudos!
SUMÁRIO
DICA 1: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL I
DICA 2: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL II
DICA 3: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL III
DICA 4: CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) I
DICA 5: CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) II
DICA 6: CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) II
DICA 7: CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) III
DICA 8: COMPOSIÇÃO DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL
DICA 9: (BACEN) I
DICA 10: (BACEN) II
DICA 11: COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA (COPOM) I
DICA 12: COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA (COPOM) II
DICA 13: COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS (CVM) I
DICA 14: COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS (CVM) II
DICA 15: BANCO DO BRASIL S.A. (BB)
DICA 16: BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES)
DICA 17: BANCO DA AMAZÔNIA S.A. (BASA)
DICA 18: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. (BNB)
DICA 19: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CAIXA)
DICA 20: FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS (FINEP)
DICA 21: OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO I
DICA 22: OPERAOPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO II
DICA 23: OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO III
DICA 24: CLASSIFICAÇÃO E PROVISIONAMENTO DAS
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
DICA 25: RISCOS DA ATIVIDADE BANCÁRIA I
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Sistema Financeiro Nacional
33.6%
Produtos Bancários
19.2%
Moeda e política monetária
14.4%
Noções de Mercado de capitais
12.3%
Taxa SELIC e operações compromissadas
10.9%
Estabeleça metas macro e desdobre-as em objetivos micro para os dias, semanas e
meses que antecedem a avaliação. Estas metas menores, ou microobjetivos, mantêm
você motivado e consciente do progresso. No entanto, evite metas ambiciosas demais,
especialmente no início. Comece com expectativas modestas e aumente-as
gradualmente para evitar frustrações.
Evite a armadilha de dedicar o mesmo tempo para todas as matérias. Reconheça que os
concursos bancários cobram de forma diferenciada cada assunto. Adapte-se à
estrutura da avaliação, direcionando mais esforços para os temas com maior peso. Isso
não significa negligenciar outras disciplinas, mas sim fracionar o tempo de estudo de
acordo com a prioridade. Saiba como hierarquizar os conteúdos em seu plano de
estudos para otimizar a preparação.
A consolidação e fortalecimento dos conteúdos são essenciais para evitar
esquecimentos. Agende momentos de revisão em seu cronograma de estudos,
utilizando técnicas como a 07/24/30. Essa abordagem visa a revisão em intervalos
específicos para maximizar a retenção do conhecimento.
Coloque seus conhecimentos em prática através da resolução diária de questões e
simulados. Além de avaliar a absorção do conteúdo, essa prática dinamiza seus estudos
e fornece um treinamento direcionado para a prova. Muitos concurseiros bem-
sucedidos incorporam rotineiramente essa prática, o que contribui significativamente
para seus resultados. Integre essas atividades ao seu plano de estudos para garantir um
preparo mais eficaz.
O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE INICIAR OS ESTUDOS?
Crédito Rural
4,8%
Preparar-se para uma carreira bancária
exige não apenas empenho, mas
também uma estratégia de estudos
bem delineada. Este guia propõe
diretrizes concretas para a construção
de um plano de estudos eficiente,
visando não apenas a aprovação em
avaliações específicas, mas também o
desenvolvimento consistente de
habilidades e conhecimentos
necessários para uma carreira sólida no
setor bancário.
memoriza.aí
PERCENTUAL DE COBRANÇA
Fiança bancária
4,8%
Te esperamos no 
Vamos juntos alcançar o sucesso!Vamos juntos alcançar o sucesso!
Tim e de AprovadosTim e de Aprovados
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Desta definição, destacam-se alguns pontos importantes:
O sistema financeiro nacional, de acordo com o
Banco Central do Brasil, é composto por um
conjunto de instituições que facilitam a
intermediação financeira entre credores e
tomadores de recursos. 
Intermediação financeira: Refere-se à captação de recursos
pelas instituições financeiras, transferindo dinheiro dos
agentes superavitários (credores) para os agentes deficitários
(tomadores de recursos).
Credores: São os agentes que possuem recursos financeiros
disponíveis, conhecidos como agentes superavitários. São
pessoas, empresas ou entidades que possuem dinheiro e
desejam obter retornos financeiros. Exemplo: Banco.
Tomadores de recursos: Representam pessoas ou entidades
que necessitam de recursos financeiros, mas não os possuem.
Aceitam empréstimos dos credores e posteriormente pagam o
valor emprestado mais os juros. Exemplo: Pessoa que solicita
um empréstimo.
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL I
memoriza.aí
DICA 01
PARA ILUSTRAR, SE CARLOS DESEJA ADQUIRIR UM CARRO
NO VALOR DE R$ 100 MIL E POSSUI APENAS R$ 20 MIL
PARA A ENTRADA, ELE GERALMENTE RECORRE AO
FINANCIAMENTO BANCÁRIO PARA OBTER O RESTANTE DO
VALOR. 
NESTE CASO, O BANCO (CREDOR - AGENTE
SUPERAVITÁRIO) TRANSFERE O VALOR PARA CARLOS
(TOMADOR DE RECURSOS - AGENTE DEFICITÁRIO),
REALIZANDO ASSIM A INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA. 
SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL I
SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL I
exemplo!
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As instituições normativas são encarregadas de
elaborar as normas gerais que regulam o Sistema
Financeiro Nacional, garantindo seu adequado
funcionamento. Geralmente, essas instituições são
formadas por um conselho colegiado, no qual vários
membros tomam decisões conjuntas.
Dentro do Sistema Financeiro Nacional, existem três tipos de instituições:
O Sistema Financeiro Nacional, para além da
intermediação financeira, tem a responsabilidade,
de acordo com o artigo 192 da Constituição
Federal de 1988 (CF/88), de "promover o
desenvolvimento equilibrado do País e servir
aos interesses da coletividade". Isso representa
um papel crucial atribuído ao Sistema Financeiro
Nacional pela CF/88.
Instituições normativas: responsáveis pela criação das normas de
funcionamento do Sistema Financeiro Nacional.
Instituições supervisoras: encarregadas de implementar e fiscalizar o
cumprimento das regras estabelecidas pelas entidades normativas.
Instituições operadoras e executoras: responsáveis pela intermediação
financeira, fornecendo serviços como os bancos.
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL II
memoriza.aí
DICA 02
SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL II
SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL II
FUNÇÕES DAS INSTITUIÇÕES NORMATIVASFUNÇÕES DAS INSTITUIÇÕES NORMATIVAS
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A SPE - Secretariade Previdência Complementar no contexto do mercado de
previdência complementar no Brasil, vinculada ao Ministério da Economia é
responsável por formular e avaliar medidas para o desenvolvimento dos mercados
de previdência complementar, enquanto a Portaria MF nº 330, de 4 de julho de 2017,
atribui à SPE a análise e a proposição de votos e resoluções do CNPC.
Os órgãos do conselho mais importantes são:
Conselho Monetário Nacional;
Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP);
Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC).
O CNPC é liderado pelo representante do Ministério da Fazenda
e composto por membros da Previc, da SPPC, da Casa Civil da
Presidência da República, dos Ministérios da Fazenda e do
Planejamento, Orçamento e Gestão, das entidades fechadas
de previdência complementar, dos patrocinadores e
instituidores de planos de benefícios, e dos participantes e
assistidos dos planos dessas entidades. 
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL III
memoriza.aí
DICA 03
SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL III
SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL III
O CNSP é responsável por estabelecer as normas a serem seguidas pelas
instituições que lidam com seguros, sendo assim um órgão normativo.
Além disso, regula o regime de previdência
complementar operado pelas entidades fechadas
de previdência complementar (fundos de pensão). 
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EM SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS, PODEM OCORRER MAIS REUNIÕES POR MÊS!
Este é o órgão mais crucial para a sua prova, então fique bem atento! 
O Conselho Monetário Nacional (CMN) é a autoridade máxima do
Sistema Financeiro Nacional e é responsável por elaborar a política
monetária e de crédito, visando a estabilidade da moeda e o
desenvolvimento econômico e social do país. 
Os membros do CMN se reúnem mensalmente para
discutir questões como orientar a aplicação dos
recursos das instituições financeiras, promover
aprimoramentos nessas instituições e instrumentos
financeiros, garantir a liquidez e solvência das
instituições financeiras, e coordenar as políticas
monetária, de crédito, orçamentária e da dívida
pública interna e externa. . 
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL IV
memoriza.aí
DICA 04
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) I
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) I
FUNCIONAMENTO DO CMNFUNCIONAMENTO DO CMN
As decisões aprovadas são regulamentadas por meio de
Resoluções CMN publicadas no Diário Oficial da União (DOU)
e na Busca de normas do Conselho e do Banco Central (BC).
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aprovar os orçamentos monetários elaborados pelo Banco Central do Brasil,
estimando as necessidades globais de moeda e crédito; determinar as
características gerais (Vetado) das cédulas e moedas; 
estabelecer diretrizes e normas da política cambial, incluindo compra e venda
de ouro e operações em Direitos Especiais de Saque e moeda estrangeira; 
regular o crédito em todas as suas formas, inclusive aceites, avais e garantias
prestadas por instituições financeiras; 
coordenar a política mencionada no art. 3º desta Lei com os investimentos do
Governo Federal; 
regular a constituição, funcionamento e fiscalização das atividades
subordinadas a esta lei, bem como a aplicação de penalidades previstas; 
limitar, quando necessário, as taxas de juros, descontos, comissões e outras
formas de remuneração de operações e serviços bancários ou financeiros,
inclusive os prestados pelo Banco Central do Brasil, garantindo taxas favoráveis
para financiamentos que visem promover:
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL V
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) II
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) II
 reflorestamento; 
combate a epizootias e pragas,
nas atividades rurais;
eletrificação rural; 
mecanização; e irrigação;
 investimento indispensáveis às
atividades agropecuárias;
recuperação e fertilização do
solo;
memoriza.aí
DICA 05
COMPETÊNCIAS DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL ICOMPETÊNCIAS DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL I
Compete ao Conselho Monetário Nacional, conforme as diretrizes estabelecidas
pelo Presidente da República: 
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SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL VI
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) II
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) II
Estabelecer a percentagem máxima de recursos que as
instituições financeiras podem emprestar a um único cliente
ou grupo de empresas.
Definir índices e condições técnicas sobre encaixes,
mobilizações e outras relações patrimoniais a serem
seguidas pelas instituições financeiras.
Emitir normas gerais de contabilidade e estatística a
serem seguidas pelas instituições financeiras.
memoriza.aí
DICA 06
COMPETÊNCIAS DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL IICOMPETÊNCIAS DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL II
Compete ao Conselho Monetário Nacional, conforme as diretrizes estabelecidas
pelo Presidente da República: 
Determinar a dedução dos depósitos de pessoas jurídicas de
direito público detentoras do controle acionário das
instituições financeiras públicas, autarquias e sociedades de
economia mista, no cálculo anteriormente mencionado.
Conceder ao Banco Central do Brasil o monopólio das
operações de câmbio em caso de desequilíbrio grave na
balança de pagamentos ou previsão iminente dessa situação.
Autorizar o Banco Central do Brasil e as instituições financeiras
públicas federais a subscrever, comprar e vender ações e
outros papéis emitidos ou de responsabilidade de
sociedades de economia mista e empresas estatais.
Regular as atividades das Bolsas de Valores e dos corretores
de fundos públicos.
Fixar o capital mínimo das instituições
financeiras privadas a cada dois anos,
considerando sua natureza e a localização
de suas sedes, agências ou filiais.
anos;
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SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL VII
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) III
 CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) III
Estabelecer normas para as operações das instituições
financeiras públicas visando preservar sua solidez e
adequar seu funcionamento aos objetivos legais.
Fixar o limite, até quinze vezes o capital realizado e
reservas livres, para o recolhimento ao Banco Central do
Brasil dos excedentes dos depósitos das instituições
financeiras, ou sua aplicação de acordo com as normas
estabelecidas.
Decidir sobre sua própria organização e elaborar seu
regimento interno em até trinta dias.
Julgar recursos das decisões do Banco Central do Brasil.
memoriza.aí
DICA 07
COMPETÊNCIAS DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL IIICOMPETÊNCIAS DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL III
Compete ao Conselho Monetário Nacional, conforme as diretrizes estabelecidas
pelo Presidente da República: 
Aprovar o regimento interno e as contas do Banco Central
do Brasil, além de decidir sobre seu orçamento, sistemas de
contabilidade e transferência de resultados para o Tesouro
Nacional, sem prejuízo da competência do Tribunal de
Contas da União.
Aplicar aos bancos estrangeiros atuando no Brasil as
mesmas restrições que suas matrizes aplicam aos bancos
brasileiros instalados lá.
Colaborar com o Senado Federal na instrução dos processos
de empréstimos externos dos Estados, Distrito Federal e
Municípios.
Emitir normas e regulamentações para as designações e
efeitos do artigo 7º desta lei.
Regular os depósitos a prazo de instituições financeiras e
outras sociedades autorizadas pelo Banco Central do Brasil,
inclusive aquelas sujeitas ao mesmo controle acionário ou
coligadas.
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https://memorizaai.com.br/caixa-economica-federal-b/?utm_source=Amostra&utm_medium=ActiveCampaign&utm_content=Ativo&utm_campaign=-O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão superior do Sistema Financeiro
Nacional e tem a responsabilidade de formular a política da moeda e do crédito,
objetivando a estabilidade da moeda e o desenvolvimento econômico e social do
País.
Ministro da Fazenda, que presidirá
o Conselho; 
Ministro do Planejamento e
Orçamento; 
 Presidente do Banco Central do
Brasil.
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL VIII
COMPOSIÇÃO DO CONSELHO
MONETÁRIO NACIONAL 
COMPOSIÇÃO DO CONSELHO
MONETÁRIO NACIONAL 
memoriza.aí
DICA 08
Art. 68. A Lei nº 9.069, de 29 de junho de 1995 , passa a vigorar com as
seguintes alterações:
 Redação dada pela Lei nº 14.600, de 2023)
 Art. 8º 
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Lei/L14600.htm#art68
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Considerado uma autarquia, o Banco Central faz parte da administração pública
indireta, possuindo personalidade jurídica, patrimônio próprio e sendo criado por
lei específica para exercer funções típicas do Estado. Como autarquia, também
desfruta de autonomia administrativa e financeira.
Em fevereiro de 2021, o Bacen passou de uma Autarquia Federal para uma
Autarquia de natureza Especial, o que significa que não está vinculado a nenhum
Ministério, diferentemente de quando era vinculado ao Ministério da Economia. 
Objetivos do Bacen:
Assegurar a estabilidade de preços.
Zelar pela estabilidade e eficiência do sistema financeiro.
Suavizar as flutuações no nível de atividade econômica.
Fomentar o pleno emprego.
ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES SUPERVISORAS I
 (BACEN) I (BACEN) I
memoriza.aí
DICA 09
O Banco Central do Brasil (Bacen) foi fundado em 1964 e
iniciou suas operações em 1965, atuando como um "banco
dos bancos", não só prestando auxílio a outros bancos,
mas também fiscalizando o setor bancário de modo geral.
Seus dirigentes possuem mandato fixo de 4 anos, não coincidente
com o mandato do Presidente da República, conforme estabelecido
pela Lei Complementar nº 179/21. Antes da publicação dessa lei, o
Presidente do Bacen e os demais diretores da Diretoria Colegiada
podiam ser demitidos a qualquer momento.
importante!
an
os
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Emitir papel-moeda e moeda metálica
Realizar os serviços relacionados ao meio circulante
Receber depósitos compulsórios e voluntários
Exercer o controle do crédito em todas as suas formas
Realizar operações de redesconto e empréstimos às instituições financeiras
Fiscalizar as instituições financeiras, autorizando sua constituição e
funcionamento, além de estabelecer condições para cargos de direção
Controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país
Atuar como depositário das reservas oficiais de ouro, moeda estrangeira e
Direitos Especiais de Saque
Realizar operações de compra e venda de moeda estrangeira como parte da
política cambial
Regular os serviços de compensação de cheques e outros documentos,
administrando o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB)
Comprar e vender títulos públicos federais como parte da política monetária.
Composição da Diretoria do Banco Central:
A Diretoria Colegiada do Banco Central é composta por 9
diretores, sendo um deles o presidente do Bacen. Todos os
diretores são nomeados pelo Presidente da República e devem
ser cidadãos brasileiros de reputação ilibada e conhecimentos
econômico-financeiros reconhecidos. 
Apesar da indicação presidencial, eles devem ser aprovados
pelo Senado Federal.
ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES SUPERVISORAS II
 (BACEN) II (BACEN) II
memoriza.aí
DICA 10
FUNÇÕES DO BANCO CENTRALFUNÇÕES DO BANCO CENTRAL
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COMPOSIÇÃO DO COPOMCOMPOSIÇÃO DO COPOM
Presidente do Banco Central, que
também preside o COPOM e possui
voto de qualidade
8 diretores que compõem a
diretoria colegiada do Banco
Central.
como esse comitê funciona?
O Comitê de Política Monetária (COPOM) foi criado em 1996 para
estabelecer diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros. 
As reuniões do COPOM dividem-se em duas sessões: uma técnica
de conjuntura econômica e outra para decidir a meta da Taxa Selic.
As decisões são divulgadas após a reunião e as atas são
disponibilizadas posteriormente. 
O calendário das reuniões é divulgado anualmente, e a cada
trimestre o COPOM publica o "Relatório de Inflação".
ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES SUPERVISORAS III
COMITÊ DE POLÍTICA
MONETÁRIA (COPOM) I
COMITÊ DE POLÍTICA
MONETÁRIA (COPOM) I
memoriza.aí
DICA 11
Para entender a função exata do COPOM, é essencial compreender
que o Brasil adota o Regime de Metas de Inflação, onde o controle
inflacionário ocorre principalmente por meio da taxa de juros. 
Existe uma relação inversa entre inflação e taxas de juros, pois para
reduzir a inflação, as taxas de juros são aumentadas, o que diminui a
demanda por bens e serviços, desestimulando a atividade econômica.
Em contrapartida, com baixa inflação, é possível reduzir a taxa de
juros, estimulando a economia.
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As metas da taxa SELIC (taxa básica de juros brasileira) são ajustadas de
acordo com a análise do mercado e do COPOM em relação à inflação.
O COPOM define a meta para a taxa SELIC com base na análise da inflação
atual e nas expectativas futuras.
Em caso de aumento da inflação, o COPOM adota medidas contracionistas
para reduzi-la, como a venda de títulos, retirada de moeda de circulação,
aumento da taxa de juros ou redução da demanda na economia.
No Regime de Metas de Inflação, o Banco Central atua para
manter a inflação dentro das metas estabelecidas.
ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES SUPERVISORAS IV
COMITÊ DE POLÍTICA
MONETÁRIA (COPOM) II
COMITÊ DE POLÍTICA
MONETÁRIA (COPOM) II
memoriza.aí
DICA 12
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo
(IPCA), calculado pelo IBGE, é o índice oficial
usado para medir a inflação.
importante!
Além de definir a meta da SELIC, outra função importante do
COPOM é a elaboração do Relatório de Metas de Inflação,
divulgado trimestralmente pelo Banco Central.
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No início, é importante entender que os valores mobiliários são
simplesmente títulos financeiros emitidos pelo governo ou por entidades
privadas, como ações, debêntures e cotas de fundos de investimento. 
A Comissão de Valores Mobiliários - CVM - definida no artigo 5º da Lei
6385/76, conforme alteração pela Lei nº 10.411/2002, é uma entidade
autônoma especial vinculada ao Ministério da Fazenda. 
Possui personalidade jurídica, patrimônio próprio, autoridade
administrativa independente, mandato fixo, estabilidade de seus líderes,
bem como autonomia financeira e orçamentária.
Emissão e distribuição de valores mobiliários no mercado
Negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários
Negociação e intermediação no mercado de derivativos
Organização, funcionamento e operações das Bolsas de Valores
Organização, funcionamento e operações das Bolsas de Mercadorias e Futuros
Administração de carteiras e custódia de valores mobiliários
Auditoria de companhias abertas
Serviços de consultoria e análise de valores mobiliários
importante!
Os documentos e processos administrativos são de acesso público, exceto
aqueles cujo sigilo seja necessário para a defesa da intimidade ou do
interesse social, ou que esteja protegido por lei. A CVM também pode, de
acordo com seu regimento:
Publicar projetos de atos normativos para recebersugestões
Convocar qualquer pessoa que possa contribuir com informações ou
opiniões para aprimorar as normas a serem promulgadas.
Conforme o art. 1º da Lei nº 6.385/1976, a CVM disciplina e fiscaliza as seguintes
atividades:
ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES SUPERVISORAS V
COMISSÃO DE VALORES
MOBILIÁRIOS (CVM) I
COMISSÃO DE VALORES
MOBILIÁRIOS (CVM) I
memoriza.aí
DICA 13
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Regulamentar, conforme a política definida pelo Conselho Monetário
Nacional, os assuntos expressamente previstos na Lei e na lei de sociedades
por ações.
Administrar os registros estabelecidos pela Lei.
Fiscalizar continuamente as atividades e serviços do mercado de valores
mobiliários, bem como a divulgação de informações sobre o mercado, seus
participantes e os valores negociados.
Propor ao Conselho Monetário Nacional a fixação de limites máximos de
preço, comissões e outras taxas cobradas pelos intermediários do mercado.
Fiscalizar e inspecionar as companhias abertas, priorizando aquelas sem
lucro ou que deixem de pagar o dividendo mínimo obrigatório
A Lei 6.385/76 estabelece as competências da CVM da seguinte forma:
O Artigo 9º da Comissão de Valores Mobiliários
permite examinar e extrair cópias de registros
contábeis, intimar pessoas para fornecer
informações, requisitar informações de órgãos
públicos, determinar republicações de
demonstrações financeiras, investigar atos
ilegais, aplicar penalidades, suspender
negociações, divulgar informações, proibir
práticas prejudiciais e investigar condutas
fraudulentas no mercado de valores mobiliários.
ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES SUPERVISORAS VI
COMISSÃO DE VALORES
MOBILIÁRIOS (CVM) II
COMISSÃO DE VALORES
MOBILIÁRIOS (CVM) II
memoriza.aí
DICA 14
importante!
SUGERIMOS A LEITURA COMPLETA DO ARTIGO 8º E 9º DA LEI Nº 6.385/1976.
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O Banco do Brasil, pioneiro entre as instituições financeiras brasileiras,
costumava auxiliar o Ministério da Fazenda.
Atualmente, suas funções são desempenhadas pelo Banco Central do
Brasil. Mesmo sendo uma empresa de economia mista, suas ações são
negociadas na Bolsa de Valores. 
O Banco do Brasil atua em todo o país e além das fronteiras, como
evidenciado pelo Banco do Brasil das Américas, controlado pelo Banco
do Brasil nos EUA. 
Como uma das Instituições Financeiras Federais Oficiais, desempenha
papel central no crédito agrícola, distribuindo crédito subsidiado para
agricultores, especialmente pequenos agricultores, em parceria com o
BNDES.
O setor financeiro do Brasil é diversificado e engloba várias entidades e órgãos, com
destaque para as instituições financeiras oficiais federais. Vamos apresentar
algumas dessas entidades-chave e explicar seu funcionamento. Pronto para descobrir?
Em resumo, o Banco do Brasil é uma referência no crédito agrícola no Brasil.
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFICIAIS FEDERAIS I
 BANCO DO BRASIL S.A.
(BB)
 BANCO DO BRASIL S.A.
(BB)
memoriza.aí
DICA 15
O GOVERNO FEDERAL É O PRINCIPAL ACIONISTA, MAS O
TESOURO NACIONAL INFLUENCIA O BANCO.
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O principal objetivo do BNDES é oferecer crédito de longo prazo e
implementar programas de grande porte para impulsionar a economia
nacional. 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma entidade
pública federal, sendo integralmente controlado pelo Governo Federal, assim como
a Caixa Econômica.
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFICIAIS FEDERAIS II
BANCO NACIONAL DE
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 
E SOCIAL (BNDES)
BANCO NACIONAL DE
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 
E SOCIAL (BNDES)
memoriza.aí
DICA 16
Isso pode envolver projetos de infraestrutura
como a construção de hidrelétricas, ferrovias e
rodovias, desempenhando um papel
fundamental no progresso do país.
Por exemplo, se for necessário financiamento adicional
para a construção de uma hidrelétrica, o BNDES pode
subsidiar parte dos fundos necessários. Além disso,
uma opção seria obter financiamento vendendo uma
participação na empresa ao BNDESPar, desde que seja
benéfico para ambas as partes envolvidas.
Os recursos do BNDES podem ser transferidos para outras instituições
financeiras, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, ou até mesmo
para bancos privados, direcionando esses recursos para setores estratégicos
da economia. 
Dentro da estrutura do BNDES, há o BNDESPar, em que
"PAR" se refere a "participações", permitindo que o
governo adquira participações em empresas-chave
para o avanço da economia nacional. 
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Sua sede administrativa está em Belém, no Pará. Assim
como o BNDES, o Banco da Amazônia (BASA) está
empenhado em oferecer crédito para projetos de longo
prazo, com o intuito específico de impulsionar o
desenvolvimento da Região Amazônica. 
Diferentemente das instituições previamente mencionadas,
que operam em todo o país, o BASA foca exclusivamente
na região amazônica, abrangendo não apenas o estado do
Amazonas. 
Outro membro importante entre as Instituições Financeiras Federais Oficiais é o Banco
da Amazônia, também conhecido como BASA. 
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFICIAIS FEDERAIS III
BANCO DA AMAZÔNIA
S.A. (BASA)
BANCO DA AMAZÔNIA
S.A. (BASA)
memoriza.aí
DICA 17
Os recursos do BASA podem ser provenientes
tanto de repasses do BNDES quanto de captação
direta de seus clientes. 
Para exemplificar, a relevância do BASA na região
é tão expressiva que cerca de 60% dos projetos
na área são financiados com recursos próprios
do banco ou através de repasses do BNDES.
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Com uma abordagem de desenvolvimento, o Banco do Nordeste
concentra-se em impulsionar o crescimento econômico nessa área
específica do país. Além disso, participa na redistribuição de recursos do
BNDES, focando em fornecer crédito ao setor agropecuário. 
Assim como o BASA, o Banco do Nordeste não tem alcance nacional,
atendendo exclusivamente a região Nordeste do Brasil. 
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFICIAIS FEDERAIS IV
BANCO DO NORDESTE
DO BRASIL S.A. (BNB) 
BANCO DO NORDESTE
DO BRASIL S.A. (BNB) 
memoriza.aí
DICA 18
A contribuição do Banco do Nordeste para o
desenvolvimento do crédito na região é tão significativa que
originou duas iniciativas distintas. Uma delas é o
CrediAmigo, especializado em microcrédito, oferecendo
empréstimos de baixo valor. 
A outra é o AgroAmigo, que se dedica ao microcrédito para
apoiar os pequenos agricultores.
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 CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL (CAIXA)
 CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL (CAIXA)
No entanto, similarmente ao BB, a Caixa atua em todo o território nacional.
É interessante notar que a Caixa desempenha um papel comparável ao do
Banco do Brasil, sendo vista como uma âncora da economia nacional,
principalmente através do financiamento habitacional e do apoio à
habitação.
Ao contrário do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal é uma das Instituições
Financeiras Federais Oficiais que pertencem exclusivamente ao Governo Federal,
sem ser uma sociedade de economia mista.
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFICIAIS FEDERAIS V
memoriza.aí
DICA 19
A Caixa é responsável pelo Sistema Financeiro
da Habitação (SFH) e por outros programas
habitacionais, muitos dos quais utilizamrecursos do Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FGTS). Adicionalmente, a Caixa é
encarregada de administrar outros programas
governamentais, como o Programa de
Integração Social (PIS) e as Loterias Federais.
(nota: a Caixa é uma empresa pública). 
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 FINANCIADORA DE
ESTUDOS E PROJETOS
(FINEP)
 FINANCIADORA DE
ESTUDOS E PROJETOS
(FINEP)
Basicamente, quando um projeto que atende aos critérios da FINEP é
escolhido, o financiamento é realizado por meio de parcerias com
ministérios e outras entidades federais, juntamente com recursos do
Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e do
Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações
(FUNTTEL).
A Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP foi estabelecida com o objetivo de
impulsionar publicamente o progresso da ciência, tecnologia e inovação. 
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFICIAIS FEDERAIS VI
memoriza.aí
DICA 20
Qual a relação da Finep com os Fundos Setoriais?
Os Fundos Setoriais foram criados pelo Governo Federal em 1999 e a Finep é
responsável por sua gestão e também a Secretaria Executiva do FNDCT - Fundo
Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
A Finep e o CNPq, são os responsáveis pela contratação dos projetos do FNDCT,
seguindo as diretrizes dos Comitês Gestores de cada fundo.
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O Banco Central do Brasil (BACEN) classifica as operações de crédito em três
categorias:
No contexto financeiro, a transação de crédito representa uma fonte adicional
de recursos obtida de terceiros, como bancos, financeiras e cooperativas de
crédito. Esse mecanismo possibilita antecipar a aquisição de bens ou serviços,
estabelecendo um contrato entre o tomador (consumidor, seja pessoa física ou
jurídica) e o credor (geralmente uma instituição financeira). 
Empréstimos: Operações sem um propósito específico,
concedidas sem a necessidade de comprovação da utilização
dos recursos. Exemplos incluem capital de giro, empréstimos
pessoais e consignados.
Títulos Descontados: Transações que envolvem o desconto de
títulos a vencer, como antecipação de recebíveis, como
cheques pré-datados, duplicatas e faturas de cartão de
crédito.
Financiamentos: Operações com um propósito específico,
exigindo prova da aplicação dos recursos, como
financiamentos para parques industriais, máquinas,
equipamentos, bens duráveis de consumo, agrícolas e
imobiliários.
OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO I
memoriza.aí
DICA 21
Nesse acordo, o credor fornece ao tomador uma quantia de recursos financeiros a ser
reembolsada em um prazo determinado, acrescida de juros.
OPERAÇÕES DE
CRÉDITO BANCÁRIO I
OPERAÇÕES DE
CRÉDITO BANCÁRIO I
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Empréstimos de Capital de Giro: Financiamento para a
operação diária de empresas.
Empréstimo Pessoal: Uma modalidade simples e amplamente
conhecida, sem um uso específico vinculado.
Empréstimo Pessoal com Garantia: Semelhante ao crédito
pessoal, mas com a necessidade de oferecer um bem como
garantia.
Empréstimo Rotativo: Usado em cartões de crédito, funciona
como um financiamento automático da fatura.
Empréstimo Consignado: Destinado a funcionários públicos,
aposentados e pensionistas, com desconto em folha de
pagamento.
Cheque Especial: Crédito pré-aprovado para clientes de conta
corrente, acionado quando não há recursos disponíveis.
Adiantamento a Depositantes: Disponibilização de recursos
quando o cliente não possui saldo ou excede o limite do
cheque especial.
Dentro dessas categorias, o mercado oferece várias modalidades
de operações realizadas pelas instituições financeiras:
OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO II
memoriza.aí
DICA 22
OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO IIOPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO II
TIPOS COMUNS DE EMPRÉSTIMOSTIPOS COMUNS DE EMPRÉSTIMOS
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Descontos de Títulos: Incluem desconto de
cheques, duplicatas mercantis e faturas de
cartão de crédito, permitindo a antecipação de
valores de títulos a vencer.
Financiamentos e Arrendamento Mercantil: Uma opção
adicional para adquirir bens é o arrendamento mercantil,
conhecido como leasing. Nesse tipo de transação, a
propriedade do bem arrendado pertence à empresa de
leasing, geralmente uma instituição financeira. 
OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO III
memoriza.aí
DICA 23
OPERAÇÕES DE
CRÉDITO BANCÁRIO III
OPERAÇÕES DE
CRÉDITO BANCÁRIO III
Financiamento Rural: Empréstimo direcionado a
agricultores para cobrir despesas de produção,
máquinas e melhorias.
Financiamento Imobiliário: Uma opção de longo
prazo para aquisição de propriedades, sejam
elas novas, usadas ou em construção.
Financiamento de Máquinas e Equipamentos:
Crédito para compra de equipamentos,
máquinas e dispositivos de informática, voltado
para a atividade econômica do cliente.
Os contratos de arrendamento mercantil oferecem ao arrendatário a possibilidade de
adquirir o bem ao término do contrato. Além disso, há a flexibilidade de renovar o
contrato ou devolver o bem ao final do prazo. Essas operações de leasing podem
ser categorizadas como "financeiras" ou "operacionais".
O arrendatário, ou cliente, possui o direito de utilizar o bem durante o contrato. 
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0,5% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível A;
1% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível B;
3% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível C;
10% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível D;
30% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível E;
50% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível F;
70% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível G;
100% sobre o valor das operações classificadas como risco Nível H.
OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO III
memoriza.aí
DICA 24
CLASSIFICAÇÃO E PROVISIONAMENTO
DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO
CLASSIFICAÇÃO E PROVISIONAMENTO
DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Os níveis de provisionamento devem ser constituídos mensalmente, com percentuais
mínimos obrigatórios sobre o valor das operações.
A Resolução nº 2682, com data de 21 de
dezembro de 1999, define as diretrizes
essenciais para a classificação e provisão de
operações de crédito pelas instituições
financeiras autorizadas pelo Banco Central do
Brasil (BACEN). 
A revisão mensal dessa classificação é crucial, especialmente diante de atrasos no
pagamento, seguindo os seguintes parâmetros:
No que diz respeito às operações classificadas como risco Nível H, após
permanecerem nesse nível por 6 meses, contados a partir do atraso superior a 180
dias, os registros em contas contábeis patrimoniais devem ser baixados e
transferidos para as contas de compensação adequadas. É essencial manter a
operação nas contas de compensação por, no mínimo, 5 anos, durante todo o
processo de cobrança.
Atraso entre 15 e 30 dias: Risco Nível B;
Atraso entre 31 e 60 dias: Risco Nível C;
Atraso entre 61 e 90 dias: Risco Nível D;
Atraso entre 91 e 120 dias: Risco Nível E;
Atraso entre 121 e 150 dias: Risco Nível F;
Atraso entre 151 e 180 dias: Risco Nível G;
Atraso superior a 180 dias: Risco Nível H.
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Por outro lado, os riscosna atividade bancária são fatores
que representam possíveis ameaças à estabilidade
financeira e operacional das instituições bancárias.
Risco de Mercado: Refere-se às potenciais perdas devido a flutuações nos mercados
financeiros, como alterações nas taxas de juros e câmbio.
Ex.: Uma instituição financeira investe considerável parte de seus ativos em títulos do
governo. Se houver uma súbita mudança nas taxas de juros, o valor desses títulos pode
diminuir, resultando em perdas para o banco.
OPERAÇÕES DE CRÉDITO BANCÁRIO IV
memoriza.aí
DICA 25
RISCOS DA ATIVIDADE
BANCÁRIA I
RISCOS DA ATIVIDADE
BANCÁRIA I
Risco Operacional: Associado a falhas nos processos internos,
sistemas, pessoal ou eventos externos que podem afetar
negativamente as operações do banco.
Ex.: Um banco sofre uma interrupção significativa em seu sistema de
processamento de transações devido a um ataque cibernético,
resultando em atrasos e erros nas operações bancárias diárias.
Risco Sistêmico: Relacionado à possibilidade de uma crise no sistema financeiro que
afete várias instituições simultaneamente.
Ex.: Uma crise econômica global afeta vários setores, levando a uma queda generalizada nos
preços dos ativos. Isso pode desencadear uma série de eventos que impactam
negativamente várias instituições financeiras em todo o mundo. 
Risco de Liquidez: Refere-se à incapacidade de uma instituição
bancária cumprir suas obrigações de curto prazo devido à falta
de fundos disponíveis, podendo levar a problemas de solvência.
Ex.: Um banco enfrenta uma retirada significativa de depósitos de
clientes devido a rumores sobre sua estabilidade financeira. Se o
banco não tiver fundos suficientes em liquidez para atender às
demandas de saque, isso pode resultar em sérios problemas
financeiros.
Risco de Crédito: Relacionado à possibilidade de inadimplência por parte dos
tomadores de empréstimos, podendo resultar em perdas para o banco. 
Ex.: Um banco concede um empréstimo substancial a uma empresa que, posteriormente,
enfrenta dificuldades financeiras significativas e não consegue pagar a dívida conforme
acordado. 
 Estes riscos incluem:
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