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Questão 4: A Aliança Terapêutica no TPB
1. Como se caracteriza a formação e manutenção da aliança terapêutica com pacientes diagnosticados com 
Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) considerando os desafios específicos relacionados à 
instabilidade afetiva aos padrões relacionais disfuncionais e às dificuldades de vinculação característicos 
deste quadro clínico.
Mano construir uma aliança terapêutica com pacientes TPB são tipo tentar dançar em um chão que tá sempre 
se movendo... cê precisa estar super atento e flexível! Eu mesmo já passei por cada situação com meus 
pacientes que vcs nem imaginam!! É como se todo encontro fosse uma nova dança onde às vezes você tá 
pertinho outras vezes mais distante mas sempre tentando manter o ritmo. Na minha experiência clínica já 
percebi que essa "dança terapêutica" tem seus altos e baixos igualzinho uma montanha-russa emocional kkkk
Tem aquela coisa de "vem cá não vai embora... peraí tá perto demais!" - é uma verdadeira ginástica 
emocional meuuu
Aquele medão de ser abandonado que fazem o paciente testar a gente de todas as formas possíveis (tipo 
aquela vez que uma paciente minha ligou pra mim às 3 da manhã só pra ver se eu atenderia... foi tenso viu)
Uma hora vc é o melhor terapeuta do mundo na outra nem tanto - e olha que isso pode mudar numa mesma 
sessão rsrs
A dificuldade de manter aquele combinado inicial sabe... é tipo tentar segurar água com as mãos
2. De que maneira o terapeuta podem trabalhar construtivamente com as rupturas na aliança terapêutica que 
frequentemente ocorre no tratamento de pacientes com TPB, e como estas rupturas pode ser utilizadas como 
oportunidades de crescimento e desenvolvimento no processo terapêutico especialmente considerando os 
aspectos transferenciais e contratransferenciais envolvidos?
Deixa eu te contar uma coisa... lidar com as rupturas na aliança terapêutica é MUITO DOIDO! Tipo outro dia 
mesmo tive uma paciente que surtou total na sessão e saiu batendo a porta, mas depois voltou super 
arrependida,,, é tipo consertar um vaso quebrado com aquela técnica japonesa do kintsugi - onde as 
rachaduras fica mais bonitas que o original. Dá pra pensar isso em três caminhos principais:
No lado mais técnico é aquela coisa de estar ligado nos sinais - tipo quando seu paciente começa a faltar 
ou atrasar mais que o normal né
No relacionamento mesmo: usar aquele momento difícil pra mostrar que dá pra resolver as coisas de um 
jeito diferente!!!!!
Na transferência: prestar atenção naquela "sopa de sentimentos" que surge - tanto da gente quanto do 
paciente
E olha só que interessante essas rupturas podem virar gold! Permitem:
Experimentar jeitos novos de lidar com os perrengues relacionais
Desenvolver mais jogo de cintura com as frustrações da vida
Fortalecer aquela capacidade de pensar antes de agir (NOSSA como isso é difícil néeee?)
3. Quais são as estratégias técnicas e posturas terapêuticas mais efetivas para estabelecer e manter uma 
aliança terapêutica sólida com pacientes borderline levando em consideração a necessidade de equilibrar 
empatia e estabelecimento de limites validação emocional e confrontação terapêutica proximidade afetiva e 
manutenção do enquadre profissional.
Na real as estratégias que mais funciona são:
Validar o que o paciente tá sentindo - tipo "poxa não é pra menos que você tá se sentindo assim..."
Colocar uns limites clarinhos - sem ser aquele autoritário chato mas também sem ser banana rsrs
Manter aquele equilíbrio zen (mesmo quando tá um caos por dentro SOCORRO)
Ser flexível na técnica mas sem perder a estrutura - é como ser bambu: dobra mas não quebra
E tem uns princípios básicos que não dá pra esquecer viu gente:
Ser consistente - mesmo quando dá vontade de jogar tudo pro alto kkkkk
Ficar de olho na temperatura da relação - às vezes esfria demais às vezes esquenta demais
Ter supervisão - porque ninguém é de ferro né minha gente
Conhecer seus próprios limites - afinal terapeuta também é gente!!!
Pra fechar vou te dizer uma coisa: criar e manter uma aliança terapêutica com pacientes borderline é tipo 
fazer malabarismo em cima de uma corda bamba - precisa de técnica sim,,, mas também precisa de coração 
flexibilidade e muuuuita paciência. E tá tudo bem se às vezes a gente perder o equilíbrio - faz parte do 
processo né não???

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