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O que é a Terapia de Aceitação e 
Compromisso (ACT) e como ela ajuda 
no tratamento do TOC?
1. Tipo assim, sabe aquela história de ficar tentando não pensar no elefante rosa? Então, né, a ACT chega 
com uma proposta tipo bem diferentona no tratamento do TOC. Tipo, como que ela se diferencia das 
outras terapias tradicionais, principalmente quando a gente fala daqueles pensamentos chatos que não 
saem da cabeça de jeito nenhum? E tipo assim, por que essa coisa de "aceitar" é tão importante assim? É 
que nem quando a gente tenta não pensar em chocolate durante a dieta - tipo, quanto mais a gente tenta 
não pensar, mais a gente pensa, né? A ACT propõe uma mudança tipo radical mesmo: em vez de tentar 
controlar os pensamentos (que é tipo tentar segurar água com as mãos, sabe?), a gente aprende a deixar 
eles existirem sem precisar reagir a eles. É meio que como aprender a nadar com a corrente em vez de 
lutar contra ela, saca?
2. Tipo assim, imagina que seus pensamentos são que nem pop-ups irritantes num computador - a gente 
fica tipo muito doido tentando fechar todos eles, né? É aí que entra esse negócio de "fusão cognitiva". Tipo, 
como que a ACT ajuda a gente a dar aquela relaxada e só observar esses pensamentos passando, que nem 
nuvens no céu, sem precisar ficar clicando em todos eles pra fechar? Me explica esse processo aí, né! É 
tipo assim mesmo: em vez de ficar desesperado tentando fechar cada pop-up, cê aprende a continuar 
usando o computador mesmo com eles abertos. A fusão cognitiva é tipo quando a gente gruda tanto nos 
pensamentos que eles viram nossa realidade - tipo acreditar que só porque você pensou em algo ruim, esse 
algo vai acontecer, sabe?
3. A vida é tipo um GPS, né - a gente precisa saber pra onde quer ir, mesmo quando tem um monte de 
desvio no caminho. Como que a ACT ajuda as pessoas com TOC a manterem o rumo dos seus valores 
pessoais, tipo mesmo quando a ansiedade tá lá cutucando? Por que que isso é tão importante assim pro 
tratamento dar certo? Tipo, pensa assim: seus valores são que nem uma bússola que guia suas decisões. Se 
você valoriza ser um bom amigo, mesmo com o TOC dizendo "melhor ficar em casa pra evitar 
contaminação", a ACT te ajuda a fazer o que importa pra você, né, mesmo com o desconforto.
Tipo assim, pensa bem: a ACT é meio que como aprender a surfar nas ondas dos pensamentos e 
sentimentos, né, em vez de tentar lutar contra elas. Diferente de outras terapias que tentam fazer você 
"deletar" os pensamentos ruins, a ACT ensina a gente a conviver com eles - tipo aquele parente meio 
chato que você não escolheu, mas aprendeu a lidar, saca?
4. E sabe o que é mais legal da ACT? Tipo, ela não é só uma terapia, é quase uma filosofia de vida, né. Ela 
ensina que o sofrimento faz parte de ser humano (tipo aquela história de que não existe arco-íris sem 
chuva, sabe?), mas que a gente não precisa deixar esse sofrimento mandar na nossa vida. É que nem 
aprender a dançar na chuva em vez de esperar ela passar, né. Com o TOC, isso significa tipo aceitar que os 
pensamentos invasivos podem aparecer (e vão aparecer mesmo, né), mas que a gente pode escolher como 
reagir a eles.
5. Na prática, tipo assim, a ACT usa um monte de técnicas legais, tipo meditação mindfulness (que é 
basicamente treinar seu cérebro pra ficar no momento presente, né), exercícios de desfusão (tipo dar 
nome pros seus pensamentos OCD ou cantá-los como se fossem música - parece meio doido, mas funciona 
mesmo, viu!), e práticas de aceitação (que é diferente de resignação, né - é mais tipo aceitar um desafio do 
que desistir dele, saca?). O objetivo é criar flexibilidade psicológica, que é tipo a capacidade de lidar com o 
que quer que a vida (ou o TOC) jogue na sua direção, sem perder o rumo do que é importante pra você, né.

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