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Questão 87: A moda e o 
combate ao preconceito de 
gênero
87.1 Como a indústria da moda pode reestruturar suas 
políticas internas e práticas de design para promover uma 
abordagem mais inclusiva em relação ao gênero?
Mano, sabe quando você tá arrumando aquele guarda-roupa velho que não aguenta 
mais? Pois é, a indústria da moda tá meio assim também quando se fala de inclusão 
de gênero. Não dá pra só enfiar mais umas roupas lá dentro e fingir que tá tudo certo, 
né? Tem que desarmar tudo e começar do zero!
a) A indústria da moda não precisa se adaptar pois já é suficientemente inclusiva.1.
b) Através da implementação de políticas de contratação diversificadas, 
treinamento de equipes sobre questões de gênero, desenvolvimento de coleções 
gender-neutral e revisão das práticas de marketing para eliminar estereótipos.
2.
c) Apenas criando algumas peças unissex ocasionalmente.3.
d) Mantendo as divisões tradicionais de gênero para não confundir os 
consumidores.
4.
Resposta Correta: b)
Caraca, a b) é tipo aquela receita da vó que não pode faltar nenhum ingrediente! 
Tipo, outro dia mesmo eu tava numa loja da C&A e fiquei pensando "poxa, que da 
hora ver todas essas roupas misturadas, sem aquela divisão chata de 'menino' e 
'menina'". E não é que tá dando super certo? E
87.2 De que maneira as campanhas publicitárias de moda 
podem contribuir para desconstruir estereótipos de gênero e 
promover uma representação mais diversa?
Velho, é meio doido pensar como uma foto pode mudar tudo, né não? Tipo aquelas 
fotos antigas da família que a gente olha e pensa "nossa, como as coisas mudaram!". A 
publicidade tem esse poder também - às vezes até maior!
a) Mantendo os padrões tradicionais que já funcionam no mercado.1.
b) Através da inclusão de modelos diversos, representação de diferentes 
expressões de gênero, narrativas que desafiam normas tradicionais e mensagens 
que celebram a individualidade e autenticidade.
2.
c) Apenas incluindo algumas pessoas não-binárias em campanhas específicas.3.
d) Focando exclusivamente no público-alvo tradicional da marca.4.
Resposta Correta: b)
Putz, sabe o que é mais legal? É ver como as coisas vão mudando naturalmente! Tipo, 
lembra quando o Thammy apareceu naquela campanha? No começo teve aquela 
galera que fez "nossa!", mas hoje em dia já é tipo... normal, saca? É que nem quando 
cê começa a usar um tênis diferente e todo mundo estranha, depois de uma semana 
ninguém nem liga mais! {
87.3 Como as marcas de moda podem educar seus 
consumidores sobre questões de gênero e promover uma 
mudança cultural mais ampla?
Então, aqui a gente chega na parte mais maneira (mas também a mais cabulosa!): 
como fazer as marcas virarem tipo professoras da vida real? Porque, fala sério, 
vender roupa é fácil - o negócio é mudar a cabeça das pessoas!
a) As marcas não devem se envolver em questões sociais.1.
b) Através de conteúdo educativo em suas plataformas, parcerias com 
organizações LGBTQIA+, eventos e workshops sobre diversidade, e 
desenvolvimento de materiais informativos que acompanham as coleções.
2.
c) Apenas compartilhando posts nas redes sociais durante o mês do orgulho.3.
d) Evitando qualquer discussão sobre gênero para não gerar polêmica.4.
Resposta Correta: b)
Sabe o que é mais dahora? Ver marca tipo a Reserva fazendo uns eventos massa nas 
lojas, chamando gente pra trocar ideia sobre diversidade. Outro dia mesmo eu tava 
numa loja deles e vi uma galera super animada num papo sobre gênero. É tipo 
quando cê tá numa roda de amigos e todo mundo aprende junto, só que numa escala 
bem maior! �
No final das contas, essa parada toda é que nem fazer aquele strogonoff da vó - não 
adianta só jogar o creme de leite e achar que vai ficar top. Tem que ter paciência, 
colocar amor, e principalmente, não ter medo de errar algumas vezes até acertar! �

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