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6o
1o bimestre
Aula 1
Ensino Fundamental:
Anos Finais
Língua Portuguesa
Mesmo personagem,
várias facetas
ANO
2025_AF_V1
Personagens nos livros, nas telas e nos palcos.
Comparar personagens de obras literárias entre si ou com outras manifestações de arte (HQs, canções, filmes, minisséries etc.);
Identificar e analisar os diálogos estabelecidos entre os vários produtos culturais, estabelecendo relações entre os textos;
Analisar os sentidos criados;
Refletir sobre o contexto de uso de letra inicial maiúscula e minúscula.
Conteúdos
Objetivos
2025_AF_V1
Com suas palavras, explique o que é uma sereia. 
Quais histórias você conhece a respeito de sereias? Mencione alguns exemplos.
Quais são as principais características dessas personagens nessas histórias?
As sereias 
Para começar
Imagem 1
Reprodução – WIKIMEDIA COMMONS, 2016. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Little_Mermaid_(Bilibin)_04.jpg. Acesso em: 6 nov. 2024.
2025_AF_V1
Imagem 2: Waterhouse, J. W. Ulisses e as sereias, 1891. Austrália: Galeria Nacional de Victoria, Melbourne, 1891. Óleo sobre tela 100,6 cm x 202,0 cm.
Quem são as sereias? 
Foco no conteúdo
As sereias são exemplos bastante populares de personagens, aparecendo em uma série de textos líricos e narrativos desde a Antiguidade, muitos séculos antes de Cristo. 
Um exemplo disso é o grande poema Odisseia, de Homero. Esse texto narra as aventuras pelas quais o herói Odisseu passou enquanto retornava da Guerra de Troia para sua casa, em Ítaca, na Grécia. Uma das situações de perigo vividas pelo herói foi o encontro com as Sereias após passar com seus marinheiros pela ilha de Circe. 
Mas será que as sereias são retratadas sempre da mesma forma em diferentes histórias?
Reprodução – NGV/GOOGLE ARTS & CULTURE, [s.d.]. Disponível em: https://artsandculture.google.com/asset/ulysses-and-the-sirens-0001/qQH6ni1OHjyz9A. Acesso em: 6 nov. 2024.
2025_AF_V1
Na cultura grega, as sereias são representadas como seres de três naturezas: animal, humana e divina.
O corpo é de pássaro, a cabeça é de mulher e o canto é divino. 
O canto das sereias é belíssimo e encantador, atraindo os homens para o perigo e a morte. Elas prometem aos homens conhecimento, mas, na realidade, fazem com que eles se esqueçam do lar. 
Quando Odisseu está na ilha de Circe, uma deusa o alerta a respeito do encontro com as sereias. Ela recomenda que os marinheiros tapem seus ouvidos com cera, para se protegerem desse perigoso canto. 
Imagem 3: Estatueta de terracota de uma sereia. Cultura Grega. Período Arcaico. Ca. 550-500 a.C. Estados Unidos: Museu Metropolitano de Arte. Domínio Público. 
Reprodução – RIBEIRO, [s.d.]. Disponível em: https://greciantiga.org/img.asp?num=0614. Acesso em: 6 nov. 2024.
As sereias na cultura grega
Foco no conteúdo
2025_AF_V1
No texto de Odisseia, por exemplo, não há descrição física das sereias, apenas de seu canto. O corpo híbrido, metade pássaro, metade mulher, aparece em elementos iconográficos da cultura grega, como nas peças de cerâmica.
Imagem 4: O pintor de sereias. O vaso de sirene. Cerâmica. 480 a.C. – 470 a.C. Acervo do Museu Britânico.
Reprodução – RIBEIRO, [s.d.]. Disponível em: https://greciantiga.org/img.asp?num=0268. Acesso em: 6 nov. 2024.
As sereias
Foco no conteúdo
Primeiramente, hás de ir ter às Sereias, que todos os homens que se aproximam dali, com encantos prender têm por hábito. 
Quem quer que, por ignorância, vá ter às Sereias, e o canto delas ouvir, nunca mais a mulher e os tenros filhinhos hão de saudá-lo contentes, por não mais voltar para casa. 
Enfeitiçado será pela voz das Sereias maviosas.
(HOMERO, 2015)
2025_AF_V1
Na cultura contemporânea, as representações das sereias podem variar bastante em relação ao mito grego clássico.
Um exemplo notável é a animação A pequena sereia, da Disney, baseada no conto de Hans Christian Andersen. Nessa versão, as sereias são retratadas como criaturas marinhas com a parte superior do corpo humana e a inferior como cauda de peixe. Ariel, a protagonista, 
é uma sereia curiosa que deseja explorar o mundo humano.
Além disso, em algumas obras modernas, as sereias são reinterpretadas de diversas maneiras, muitas vezes como personagens complexos que desafiam estereótipos ou exploram temas contemporâneos. 
Por exemplo, em algumas narrativas contemporâneas, as sereias são retratadas como guardiãs de segredos marinhos ou até como seres que lutam contra maldições ou destinos trágicos.
Essas diferentes interpretações mostram como mitos e lendas podem ser reinventados ao longo do tempo, adaptando-se às novas audiências e contextos culturais. 
A narrativa, seja em textos clássicos como a Odisseia ou em contos modernos, continua a explorar o fascínio humano pelo desconhecido e pelas criaturas fantásticas.
Foco no conteúdo
2025_AF_V1
Os textos narrativos
Foco no conteúdo
Os textos narrativos, como várias das histórias que têm como personagens as sereias, desenvolvem-se nesta sequência: situação inicial; alteração dessa situação inicial a partir de um conflito; clímax da narrativa, o momento de maior tensão do conflito; resolução do conflito; e desfecho. 
Há sempre um narrador que apresenta ao leitor o desenrolar dos acontecimentos da narrativa e as características dos personagens. O narrador pode ser um narrador observador, quando apenas relata os acontecimentos, sem ter participado deles, e pode ser identificado pelo uso da terceira pessoa. Há também o narrador-personagem, que participa da história e é caracterizado pelo uso da primeira pessoa.
Os personagens são os seres que assumem os acontecimentos da narrativa. Eles podem ou não ser humanos, mas sempre expressam desejos e sentimentos. 
Os personagens são seres fictícios, com uma forma própria de existir, e são possíveis apenas dentro do texto narrativo.
2025_AF_V1
A sereiazinha
Longe, no mar, a água é tão azul quanto as pétalas da mais linda centáurea e tão transparente quanto o cristal mais puro, mas é muito profunda, tão profunda que uma corda de âncora não toca a areia, seria preciso empilhar muitas torres de igreja para chegar do fundo à superfície da água. É lá que mora o Povo do Mar. 
O Rei do Mar que vivia lá embaixo era viúvo havia muitos anos, mas sua velha mãe tomava conta da casa para ele; [...]. E merecia muitos elogios, principalmente por ser tão ligada às pequenas Princesas do Mar, suas netas. Eram seis lindas crianças, mas a mais jovem era a mais bonita delas; sua pele era tão clara e suave quanto uma pétala de rosa, seus olhos tão azuis quanto o mar profundo, mas, assim como as outras, ela não tinha pés. Seu corpo acabava numa cauda de peixe. 
[...] 
Para ela não havia maior prazer que ouvir falar sobre o mundo dos humanos, lá em cima; a velha vó tinha de lhe contar tudo o que sabia sobre navios e cidades, pessoas e bichos [...]. 
Na prática
O texto a seguir é um conto dinamarquês que inspirou o filme A Pequena Sereia. Durante a leitura, lembre-se de que a Dinamarca é um país nórdico, de cultura bem diferente da dos gregos.
15 minutos
Veja no livro!
Atividade 1
2025_AF_V1
— Quando vocês completarem quinze anos — dizia a avó —, vão ter permissão para subir à superfície do mar, sair da água, sentar-se nas pedras ao luar e ver passar os grandes navios; verão as florestas e as cidades. 
[...] 
— Ah, se eu tivesse quinze anos! — dizia a sereiazinha. — Sei que vou gostar muito do mundo lá em cima e também das pessoas que constroem e vivem lá! 
Até que por fim ela completou quinze anos. 
— Afinal chegou a sua vez — disse a avó, a velha rainha viúva. — Venha, deixe eu arrumar você como arrumei suas irmãs! [...]. 
O Sol havia acabado de se pôr quando ela ergueu a cabeça acima da superfície do mar, mas todas as nuvens ainda resplandeciam em rosa e ouro [...]; a temperatura estava amena e fresca, e o mar, um espelho. Perto viu um grande navio de três mastros com uma única vela içada, pois não soprava nenhum vento; alguns marinheiros estavam sentados no rolo de corda e no madeirame. Havia música e cantos,e à medida que escurecia centenas de lanternas multicolores foram acesas [...]. No convés, os marinheiros dançavam, e quando o jovem príncipe apareceu, mais de cem foguetes subiram no ar, iluminando tudo como se fosse dia claro. [...]. 
Ficou tarde, mas a sereiazinha não conseguia afastar os olhos do navio e do lindo príncipe. [...] Sustentada pela água, a sereiazinha balançava o corpo para cima e para baixo, tentando enxergar através
Na prática
Veja no livro!
Atividade 1
2025_AF_V1
da escotilha; mas o navio ganhou velocidade, suas velas se desdobraram uma a uma, o movimento das ondas foi aumentando, surgiram grandes ondas, um raio riscou o céu ao longe. Ah, haveria uma tempestade terrível! 
[...] Houve um momento em que a escuridão foi tamanha que ela não conseguia ver mais nada. Quando relampejava, porém, tudo ficava tão claro que ela via sem dificuldade todos os que estavam no navio; cada um se defendia do jeito que podia; tentou localizar o jovem príncipe e o viu no instante em que o navio se partia ao meio e ele era engolido pelo mar profundo. 
Na hora ela ficou muito feliz, pensando que agora ele ficaria ao lado dela no fundo do mar, mas depois se lembrou de que os homens não conseguem viver na água e que só morto ele chegaria ao palácio de seu pai. Morrer não, isso não poderia acontecer com ele; por isso ela nadou por entre as vigas e tábuas que boiavam no mar, esqueceu por completo que elas podiam esmagá-la, mergulhou até muito fundo, e aflorou outra vez no alto das ondas, até que finalmente conseguiu se aproximar do jovem príncipe, que quase não conseguia mais nadar no mar tempestuoso; seus braços e pernas haviam perdido as forças, os belos olhos se fechavam, ele teria morrido se a sereiazinha não tivesse aparecido para ajudá-lo. 
Ela segurou a cabeça dele fora da água e deixou que as ondas a levassem para onde quisessem, junto com ele. (...)
(ANDERSEN, 2021)
Na prática
Veja no livro!
Atividade 1
2025_AF_V1
a maior beleza entre as irmãs.
grande conhecimento sobre os humanos.
cauda como a de um peixe.
2. Retire do conto o trecho que comprova sua resposta à questão anterior.
1. Diferentemente da cultura grega, no conto “A sereiazinha”, de Hans Christian Andersen, a natureza dessa personagem é possuir
Na prática
canto como de um pássaro.
Veja no livro!
Atividade 1
10 minutos
A
B
C
D
2025_AF_V1
a maior beleza entre as irmãs.
grande conhecimento sobre os humanos.
cauda como a de um peixe.
2. Retire do conto o trecho que comprova sua resposta à questão anterior.
“Eram seis lindas crianças, mas a mais jovem era a mais bonita delas; sua pele era tão clara e suave quanto uma pétala de rosa, seus olhos tão azuis quanto o mar profundo, mas, assim como as outras, ela não tinha pés. Seu corpo acabava numa cauda de peixe.”
Correção
1. Diferentemente da cultura grega, no conto “A sereiazinha”, de Hans Christian Andersen, a natureza dessa personagem é possuir
Na prática
canto como de um pássaro.
No conto, a sereia é descrita como uma criatura com a parte superior do corpo de uma mulher e a parte inferior com uma cauda de peixe. Essa descrição é diferente da representação das sereias na cultura grega, que tinham corpo de pássaro e cabeça de mulher.
Veja no livro!
Atividade 1
A
B
C
D
2025_AF_V1
“Longe, no mar, a água é tão azul quanto as pétalas da mais linda centáurea e tão transparente quanto o cristal mais puro, mas é muito profunda, tão profunda que uma corda de âncora não toca a areia, seria preciso empilhar muitas torres de igreja para chegar do fundo à superfície da água. É lá que mora o Povo do Mar. 
O Rei do Mar que vivia lá embaixo era viúvo havia muitos anos, mas sua velha mãe tomava conta da casa para ele; [...]. E merecia muitos elogios, principalmente por ser tão ligada às pequenas Princesas do Mar, suas netas. Eram seis lindas crianças, mas a mais jovem era a mais bonita delas; sua pele era tão clara e suave quanto uma pétala de rosa, seus olhos tão azuis quanto o mar profundo, mas, assim como as outras, ela não tinha pés. Seu corpo acabava numa cauda de peixe.”
(ANDERSEN, 2021)
3. Releia silenciosamente os dois primeiros parágrafos do conto e observe o uso de letras maiúsculas e minúsculas no texto. Grife as situações em que há uso de letras maiúsculas. 
Na prática
Veja no livro!
Atividade 1
5 minutos
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“Longe, no mar, a água é tão azul quanto as pétalas da mais linda centáurea e tão transparente quanto o cristal mais puro, mas é muito profunda, tão profunda que uma corda de âncora não toca a areia, seria preciso empilhar muitas torres de igreja para chegar do fundo à superfície da água. É lá que mora o Povo do Mar. 
O Rei do Mar que vivia lá embaixo era viúvo havia muitos anos, mas sua velha mãe tomava conta da casa para ele; [...]. E merecia muitos elogios, principalmente por ser tão ligada às pequenas Princesas do Mar, suas netas. Eram seis lindas crianças, mas a mais jovem era a mais bonita delas; sua pele era tão clara e suave quanto uma pétala de rosa, seus olhos tão azuis quanto o mar profundo, mas, assim como as outras, ela não tinha pés. Seu corpo acabava numa cauda de peixe."
 (ANDERSEN, 2021)
Correção
3. Releia silenciosamente os dois primeiros parágrafos do conto e observe o uso de letras maiúsculas e minúsculas no texto. Grife as situações em que há uso de letras maiúsculas. 
Na prática
Veja no livro!
Atividade 1
2025_AF_V1
Antes de avançarmos neste conteúdo, levante hipóteses, junto de seus colegas:
Por que as expressões grifadas foram utilizadas com a inicial em letra maiúscula nesse conto?
Qual é o significado da expressão “Povo do Mar” no conto?
Qual é a diferença de sentido entre “Povo do Mar” e “torres de igreja”, por exemplo? O que explica a diferença de uso das iniciais maiúsculas e minúsculas nessas expressões no texto?
Uso de maiúsculas e minúsculas
Foco no conteúdo
2025_AF_V1
As expressões grifadas são a primeira palavra de um período ou são nomes próprios. 
Além das regras, há efeitos de sentido que podem ser explorados intencionalmente na escrita.
A expressão “Povo do Mar” denomina um determinado povo, o povo que mora no mar.
No conto, essa expressão designa um grupo específico de seres desse universo narrativo. 
Ou seja, o uso das iniciais maiúsculas nessa expressão tem sentido dentro do texto narrativo. 
A expressão “torres de igreja” não denomina uma entidade específica, é genérica e apenas se refere às torres das igrejas. 
As torres das igrejas não são um grupo ou uma entidade no universo narrativo desse conto.
Foco no conteúdo
2025_AF_V1
Para ver depois:
KHAN ACADEMY BRASIL. Quando usar letras maiúsculas e minúsculas? Disponível em: https://youtu.be/uMV-8xSIkbg. Acesso em: 6 nov. 2024.
Início de frase e/ou parágrafo. 
Quando o período anterior for encerrado em ponto-final, ponto de exclamação ou ponto de interrogação. 
Na primeira letra de palavras que compõem um nome próprio (nome de uma pessoa, de um personagem ou de um lugar, por exemplo).
Nos textos literários, o uso da letra maiúscula pode ser intencional: para destacar ou dar ênfase a alguma informação. 
Quando usar letras maiúsculas?
Foco no conteúdo
Observe que em nomes próprios as preposições permanecem grafadas em letras minúsculas. 
Exemplo: Povo do Mar; Princesas do Mar.
Link para vídeo
2025_AF_V1
Qual é a sequência de desenvolvimento dos textos narrativos?
Qual é a função dos personagens dentro dos textos narrativos?
Encerramento
2025_AF_V1
Aprofundando
A seguir, você encontra uma seleção de exercícios extras, 
que ampliam as possibilidades de prática, de retomada e aprofundamento do conteúdo estudado.
2025_AF_V1
1. Leia o trecho, prestando atenção na letra em destaque.
“A Mariana nasceu em Salvador. Ela é soteropolitana.”
Nessa frase, por que a letra “m” em destaque está grafada em maiúscula?
Fonte: KHAN ACADEMY BRASIL, 2021.
Aprofundando
Porque Mariana é um nome próprio.
Porque marca o início de uma frase.
B
A
3 minutos
2025_AF_V1
1. Nessa frase, por que a letra “m” em destaqueestá grafada em maiúscula?
A letra “M” não está no início da frase. A frase começa com a letra “A” de “A Mariana”, e “Mariana” está no meio da frase. Portanto, a letra “M” está em maiúscula porque “Mariana” é um nome próprio, e não porque marca o início de uma frase.
Correção
Aprofundando
Porque Mariana é um nome próprio.
Porque marca o início de uma frase.
B
A
2025_AF_V1
ANDERSEN, H. C. A sereiazinha. In: ANDERSEN, H. C. A sereiazinha e outras histórias. São Paulo: Editora 34, 2021.
BRAIT, B. A personagem. São Paulo: Ática, 1985.
BRASIL. SENADO FEDERAL. Acordo ortográfico da Língua Portuguesa: atos internacionais e normas correlatas. Brasília (DF): Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2014. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/508145/000997415.pdf. Acesso em: 6 nov. 2024. 
CEGALLA, D. P. Ortografia: emprego das iniciais maiúsculas e minúsculas. In: CEGALLA, D. P. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020.
CRISTINA FRANCISCATO. Odisseia – Episódio 08 – O canto das sereias. YouTube, 7 maio 2019. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Qd9SxHZjAYI. Acesso em: 6 nov. 2024.
HOMERO. Odisseia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
KHAN ACADEMY BRASIL. Quando usar letras maiúsculas e minúsculas? YouTube, 8 nov. 2021. Disponível em: https://youtu.be/uMV-8xSIkbg. Acesso em: 6 nov. 2024. 
NATIONAL GALLERY OF VICTORIA (NGV). Ulysses and the sirens. Google Arts & Culture, [s.d.]. Disponível em: https://artsandculture.google.com/asset/ulysses-and-the-sirens-0001/qQH6ni1OHjyz9A. Acesso em: 6 nov. 2024.
Referências
2025_AF_V1
NATIONAL GALLERY OF VICTORIA (NGV). Ulysses and the sirens, [s.d.]. Disponível em: https://www.ngv.vic.gov.au/explore/collection/work/4457/. Acesso em: 6 nov. 2024.
RIBEIRO JÚNIOR, W. A. Odisseu e as sereias. Graecia Antiqua, [s.d.]a. https://greciantiga.org/img.asp?num=0268. Acesso em: 6 nov. 2024. 
RIBEIRO JÚNIOR, W. A. Sereia de terracota. Graecia Antiqua, [s.d.]b. Disponível em: https://greciantiga.org/img.asp?num=0614. Acesso em: 6 nov. 2024.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista, 2019. Disponível em: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/2023/02/Curriculo_Paulista-etapas-Educa%C3%A7%C3%A3o-Infantil-e-Ensino-Fundamental-ISBN.pdf. Acesso em: 6 nov. 2024. 
USPFFLCH. O canto da sereia. YouTube, 14 ago. 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_djGh_yiiQU. Acesso em: 6 nov. 2024. 
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Unidade 3: escrita como espaço de variação. In: VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade 1: fundamentos. São Paulo: Parábola, 2019.
Identidade visual: imagens © Getty Images. 
Referências
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Para professores
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Slide 2
Habilidade: (EF67LP27) Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (como cinema, teatro, música, artes visuais e midiáticas), referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos. (SÃO PAULO, 2019)
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Slide 8
Dinâmica de condução: 
Ao explicar sobre os elementos da narrativa, sugere-se correlacionar o texto introdutório sobre a sereia com as histórias do folclore brasileiro, explicitando que cada cultura apresenta as próprias narrativas, que se consolidam no tempo, principalmente, porque foram passadas de geração em geração por meio da oralidade, antes mesmo de se cristalizarem em textos. Sugere-se, inclusive, relacionar a figura feminina que aparece nas águas nórdicas como sereia com a Iemanjá da cultura afro-brasileira. O objetivo é deixar claro que narrativas fazem parte da humanidade e que, ao se contar histórias, seus elementos vão aparecer em todas elas, independentemente da cultura a que pertençam. De modo que, quando contamos uma história, ela só será completa ou entendida pelo interlocutor se esses elementos aparecerem de uma maneira ou outra.
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