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NR - 23
PRINCÍPIOS DE 
COMBATE A INCÊNDIO
Téc. Seg. do Trabalho: Carlos Melo.
MÓDULO
01 - Introdução 
02 – Histórico
03 – Definição de fogo
04– Classes do fogo
05 – Formas de propagação
06 – Prevenção de Incêndio
07- Métodos de Extinção
08 – Agentes Extintores
09 – Equipamentos de Combate à Incêndio
10 – Sistemas Preventivos
11 – Sinalização de Segurança
12 – Procedimentos em Casos de Incêndios
13 - Plano de Emergência
14 – Como usar o Extintor
15 - Conclusão
01 – INTRODUÇÃO
 A Prevenção de Incêndio é um principio, cuja aplicação e desenvolvimento visam evitar as consequências danosas de um incêndio ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja.
 É Regra básica para a Segurança Operacional (trabalhadores) e Patrimonial. (NR 23.1)
01 – INTRODUÇÃO
 OBEDIÊNCIA AS SINALIZAÇÕES 
 ORIENTAÇÃO SEGURA
 Muitas catástrofes com elevado número de vitimas poderiam ter sido evitadas, se houvesse:
01 – INTRODUÇÃO
 A Prevenção de Incêndio não se resume apenas na existência de equipamentos de combate a incêndio dentro da empresa.
 Estará completa no momento em que todos tiverem consciência da sua participação do esquema defensivo.
02 - HISTÓRICO
Catástrofes que viraram História
 Incêndio de Roma, ordenado por Nero.
 Londres sofreu vários incêndios, entre os quais o de 1666 e outro em 1798.
 Moscou em 1812, foi destruída pelo fogo, imposto pelos Russos, após ser capturada pelo exercito de Napoleão Bonaparte.
 Incêndio no edifício Joelma em São Paulo 1974. ( + de 180 Mortes ).
 Incêndio na Boate Kiss em Santa Maria/ RG 2013 ( + de 230 Mortes).
02 - HISTÓRICO
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
FOGO
INCÊNDIO
DESEJADO
UTILIZADO
SOB CONTROLE
INDESEJADO
DESTRUIDOR
FORA DE CONTRO	LE
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
Definição de Fogo: - Produto de uma reação química, denominada combustão, que produz luz e calor ou só calor.
Elementos do fogo:
Combustível
Oxigênio (Comburente)
Calor 
 Combustível: Material ou substância que possui a propriedade de queimar. Apresentam-se em três estados:
Sólido 
Liquido
Gasoso
 Comburente: É Oxigênio em proporções adequadas (± 13%).
 Calor: Elemento que proporciona a reação entre o combustível e o comburente. Há casos em ocorrem combustão espontânea.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
TRIÂNGULO DO FOGO
Pela transformação da energia mecânica:
 
a) Atrito
	Por falta de lubrificação em motores, máquinas, eixos de rodas e de transmissão etc, pode ser a causa de muitos incêndios.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
 Pela transformação da energia elétrica:
 
	A tendência da eletricidade, quando flui por um condutor, é desenvolver temperatura, transformando-se em energia térmica todas as vezes que encontra um obstáculo no seu caminho, uma resistência a sua passagem.
Classe ‘’A” : Fogo em material combustível sólido.
Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, etc.
04 – CLASSES DO FOGO
 Classe ‘’B” : Fogo em gases, líquidos e
		 pastas inflamáveis.
Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP,
 Thinner, Álcool, Cera, etc.
 Classe “C” : Fogo em equipamentos
 elétricos (ligados)
 Exemplo: Computador, Motores, Painéis, etc.
 
 Classe “D” : Fogo em metais pirofóricos.
Exemplo: Magnésio, Potássio, Alumínio em pó, etc. 
04 – CLASSES DO FOGO
		É a transferência de calor de um corpo para outro molécula por molécula, pelo contato direto ou mediante um meio intermediário sólido.
05 - Transmissão do Calor
CONDUÇÃO
05 - Transmissão do Calor
RADIAÇÃO
	É a transferência de calor, de um corpo para outro, mediante os raios térmicos. Desta maneira é que recebemos a luz do sol.
05 - Transmissão do Calor
CONVECÇÃO
	É a transferência de calor de um corpo para outro , através da massa de ar aquecida.
06 – CAUSAS DO INCÊNDIO
	Classificação das Causas:
NATURAIS – FENÔMENOS
ARTIFICIAIS – AÇÃO DIRETA DO HOMEM
ACIDENTAIS: DESCUIDO DO HOMEM, SEM INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO.
PROPOSITAIS:	ORIGEM CRIMINOSA, INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
BRINCADEIRA
DE
CRIANÇA
DISPLICÊNCIA NA
COZINHA
DESCUIDO COM
FÓFOROS
VELAS E LAMPARINAS
VAZAMENTO
G.L.P
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Combustível Gasoso
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Gás é o estado físico de uma substância que não tem forma e ocupa o espaço posto a sua
disposição. 
Características do GLP 
O refino do petróleo resulta em uma sequência de produtos derivados. 
O GLP é o último da cadeia de extração por ser o mais leve deles. 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Características do GLP 
O GLP dentro do recipiente (botijão ou cilindro) encontra-se no estado líquido e no de vapor. 
Do volume total do recipiente, cerca de 85% é de gás em fase líquida, e cerca de 15% em fase de vapor. Isso constitui um espaço de segurança que evita uma pressão elevada dentro do recipiente. 
Os gases propano e butano são inodoros (sem cheiro), porém é acrescentado substância orgânica (mercaptantes) para que produza odor para fácil percepção em caso de vazamento. 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Dicas Preventivas (GLP) 
O botijão ou cilindro deve ficar longe de tomadas, interruptores, instalações elétricas e ralos, para onde o gás pode escoar e causar acidentes. 
Mantenha o botijão ou cilindro em local ventilado 
 (lado externo à edificação). 
Centrais de GLP devem ser dimensionadas conforme ABNT-NBR 13523. 
Ao sentir cheiro de gás, não acione interruptores elétricos, não acenda fósforos ou isqueiros, não fume e não mexa em aparelhos elétricos. 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Dicas Preventivas (GLP) 
Feche, imediatamente, o registro do botijão ou cilindro e abra portas e janelas, principalmente para o exterior do ambiente. 
Tenha muito cuidado ao utilizar botijões de 2kg, pois este não possui dispositivos de segurança ante explosão (plug-fusível) 
Ao sentir cheiro de gás, não acione interruptores elétricos, não acenda fósforos ou isqueiros, não fume e não mexa em aparelhos elétricos. 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Dicas Preventivas (GLP) 
Feche, imediatamente, o registro do botijão ou cilindro e abra portas e janelas, principalmente para o exterior do ambiente. 
Tenha muito cuidado ao utilizar botijões de 2kg, pois este não possui dispositivos de segurança ante explosão (plug-fusível) 
Troque o regulador a cada 5 anos ou quando apresentar defeito. Sempre observar a validade do regulador tomando o cuidado de utilizá-lo dentro do prazo. 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Dicas Preventivas (GLP) 
Use sempre a mangueira correta, com uma "malha" transparente e com uma tarja amarela, onde aparece a inscrição NBR 8613, o prazo de validade e o número do lote 
Ao instalar o regulador, gire a "borboleta" para a direita, até ficar firme. Nunca utilize ferramentas. ( pode gerar faíscas)
Após a instalação, veja se há vazamento usando apenas espuma de sabão 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Em caso de vazamento sem fogo no botijão.
Feche o registro ou retire-o para um local aberto e ventilado. 
Agir de maneira rápida e consciente nessa situação é muito importante e exige que a pessoa mantenha a calma e não se impressione com o vazamento de gás 
O ato de aproximar-se do botijão para removê-lo do local ou para fechar o registro não causa risco à saúde, o gás de botijão só é perigoso à saúde quando toma todo o ambiente, expulsando dali o oxigênio, o que pode causar asfixia. (usar mascar ou pano úmido entre a boca e o nariz)
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Em caso de vazamento sem fogo no botijão.
Desligue a energia elétrica.
 Abra todas as portas e janelas, principalmente para o exterior do ambiente 
Retire o botijão para um local isolado e ventilado, evitando arrastar o botijão ou contato com qualquer objeto que possa soltar faísca, podendo causar um incêndio.
Chame a assistência técnica gratuita da sua distribuidora.PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Em caso de vazamento com fogo no botijão 
Utilize o EPI indicado (luva raspa de couro). 
 Aproxime-se do botijão e rapidamente, de baixo para cima, interrompa o fluxo de gás. Tendo em vista a pressão no interior do botijão, o fogo começará apenas a alguns centímetros da sua parte superior.
Proceda como no caso anterior. 
 
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
Em caso de vazamento em edificações com centrais de GLP 
Nestes casos, um vazamento em qualquer unidade pode ser contido através do fechamento do registro correspondente, ou, no caso de falha deste, pode-se proceder o fechamento
do registro geral. 
Nunca esquecer de cortar o fornecimento de energia elétrica da unidade com vazamento e, se possível, promover sua ventilação.
 Na dúvida, nunca entre na unidade com vazamento, promova o isolamento do mesmo e chame o Corpo de Bombeiros. 
PONTAS DE CIGARROS
INSTALAÇÕES
INADEQUADAS
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
34
TRABALHOS DE
SOLDAGEM
PRODUTOS QUÍMICOS
INFLAMÁVEIS
PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO
07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
08 – AGENTES EXTINTORES
Extintor de incêndio é um equipamento de segurança que tem por função eliminar focos de incêndio, seja de um local, seja de um objeto.
 O primeiro extintor de incêndio foi criado em 1734 por um médico alemão, que criou um dispositivo carregado com sal marinho, que deveria ser lançado ao fogo.
39
08 – AGENTES EXTINTORES
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08 – AGENTES EXTINTORES
Água: Ação de Extinção é o resfriamento, podendo ser empregada tanto no estado líquido como no gasoso. 
 Estado líquido - JATO COMPACTO E CHUVEIRO (Resfriamento); 
Estado gasoso -NEBLINA (Resfriamento e Abafamento (forma de vapor). 
41
Pós químicos BC ( PQS): tais como o bicarbonato de sódio, o sulfato de alumínio, a grafite, há pós especiais, próprios para fogo em magnésio, sódio e potássio. 
Esse pós químico geralmente atuam por abafamento e rompimento da cadeia iônica e não são condutores de eletricidade. 
08 – AGENTES EXTINTORES
O extintor CO2 funciona por abafamento, ou seja, diminuindo a concentração de oxigênio do ambiente e extingue o poder de combustão das chamas. 
Ele tem esse nome pelo conteúdo, que é o gás de dióxido de carbono (CO2), que diminui não só a temperatura local como reage com o ar, CO2 não e um condutor de eletricidade, os extintores deste tipo são ideais para incêndios de classe C, podendo ser utilizados também em incêndios de classes A e B. 
08 – AGENTES EXTINTORES
Os extintores pó ABC  são equipamentos eficientes no combate a princípios de incêndio de classes A (Papel, madeira e etc), B (Gasolina e outros líquidos inflamáveis), C (Equipamentos Elétricos) sendo um dos mais eficientes no combate às chamas, visto que combate os três tipos de queima,  tem como agente extintor o fosfato monoamônico, também conhecido como extintor de pó químico ABC.
 Por isso, ele é o mais indicado para combater incêndios em ambientes industriais e comerciais, veículos e residências.
08 – AGENTES EXTINTORES
O extintor classe k: esse agente é feito de base alcalina, que, quando em contato com altas temperaturas, provoca uma reação; Conhecida como saponificação, ela consiste na formação de uma espuma altamente eficiente, capaz de criar uma camada protetora.
 
Em outras palavras, ele é capaz de abafar o fogo, conter o vapor inflamável e, principalmente, resfriar a temperatura o local. 
Utilizado em cozinhas industriais e comerciais. 
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
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08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
	Capacidade	10 L
	Alcance médio do Jato	10 M
	Tempo de Descarga	60 s
	Funcionamento: A Pressão do Gás propelente expele a Água quando o Gatilho é acionado.	
Fogo em material combustível sólido.
Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, Plásticos, etc.
08.1 – ÁGUA PRESSURIZADA
	Capacidade	2 ; 4 ou 6 Kg
	Alcance médio do Jato	2,5 M
	Tempo de Descarga	25 s
	Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho.	
Fogo em gases, líquidos e
pastas inflamáveis.
Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Álcool, Cola, etc.
08.2 – CO2 – DIÓXIDO DE CARBONO
08.3 – PÓ QUÍMICO SECO - PQS
	Capacidade	1; 2 ; 4 ; 6
8 ou12 Kg
	Alcance médio do Jato	5 M
	Tempo de Descarga	15 s (4) 
25 s (12)
	Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho.	
Fogo em equipamentos elétricos (ligados)
08.4 – PÓ ABC 
	Capacidade	 4 Kg
	Alcance médio do Jato	5 M
	Tempo de Descarga	15 s(4) 
	Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho.	
08.5 – CLASSE K
	Capacidade	 4;6;9 Kg
	Alcance médio do Jato	5 M
	Tempo de Descarga	15 s(4) 
	Feito de base alcalina, que, quando em contato com altas temperaturas, provoca uma reação. Conhecida como saponificação.	
08.6 – ALTURA.
EQUIPAMENTOS DE COMBATE À INCÊNDIOS 
09 -
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS FIXOS
Reservatório para Combate a Incêndio
Os reservatórios de água para combate a incêndio são reservatórios construídos especialmente para armazenar e bombear uma quantidade de água em caso de incêndios. 
Possuem estrutura cilíndrica com equipamentos e conexões específicas de suas funções. São obrigatórios principalmente em segmentos industriais e prediais 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS FIXOS
Casa de Bombas
A casa de bombas exerce uma função extremamente importante em sistemas de proteção e combate a incêndio.
 Ela é responsável em garantir que toda a demanda de água, demanda de vazão e demanda de pressão seja suficiente para prevenir, controlar e extinguir o incêndio em uma edificação através dos sistemas nela projetados.
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS FIXOS
Bombas Principal e  Jockey 
 BOMBA PRINCIPAL
Responsável por bombear a água através da rede hidráulica até o ponto de combate a incêndio. Seu dimensionamento é obtido através de cálculo hidráulico do sistema de proteção e combate a incêndio que demanda maior vazão e pressão de água para seu funcionamento, também conhecido como sistema ou ponto hidraulicamente mais desfavorável.
Para prevenir a falta de energia elétrica, a bomba principal deve ser alimentada ou por um motor a diesel ou motor elétrico com interligação a um gerador autônomo de energia.
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS FIXOS
Bombas Principal e  Jockey 
  BOMBA JOCKEY
Responsável por oferecer uma compensação das pequenas perdas de pressão da rede hidráulica, é ela que vai manter sua rede pressurizada. 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS FIXOS
Por canalização preventiva e a rede preventiva.
São dutos destinados a condução da água exclusivamente
para o combate a incêndios.
	Tal duto sairá do fundo do reservatório
superior, abaixo do qual terá uma válvula de retenção e de um registro,
atravessando verticalmente todos os pavimentos da edificação,
com ramificações para todas as caixas de incêndio e terminando no
hidrante de recalque.
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
 CAIXA DE INCÊNDIO
 REGISTRO
 MANGUEIRA
 ESGUICHO
BOMBAS DE INCÊNDIO
CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLES)
 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (PARA-RAIOS)
ESCADA ENCLAUSULADA A PROVA DE FUMAÇA
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTES 
Os hidrantes são equipamentos hidráulicos muito populares
Durante uma emergência com fogo, os hidrantes têm a importante missão de fornecer água para ajudar no trabalho do Corpo de Bombeiros ou da brigada de incêndio no combate ao fogo, evitando que ele se alastre e cause grandes danos ou tragédias.
De maneira geral, os hidrantes são pontos de tomada de água que contam com válvulas, mangueiras, tampões e adaptadores. Existem diferentes tipos:
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTES PÚBLICOS
São hidrantes instalados na rede de distribuição pública, possibilitando a captação de grande quantidade de águapelos Bombeiros, para o combate a incêndios.
Os hidrantes públicos podem ser de coluna ou subterrâneo. 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTE DE COLUNA.
São instalados nos passeios públicos, sendo dotados de juntas de união para conexão em mangueira e/ou magotes
Tem, sobre os hidrantes subterrâneos a vantagem de permitir captação de maior volume de água, além de oferecer visibilidade e não ser facilmente obstruído. As expedições possuem tampões que exigem uma chave especial para removê-los 
 
 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTE SUBTERRÂNEOS.
São aqueles situados abaixo do nível do solo, com suas partes (expedição e válvula de paragem) colocadas dentro de uma caixa de alvenaria, fechada por uma tampa metálica 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTE DE RECALQUE 
Esse hidrante é localizado em áreas externas dos edifícios, ou na calçada – normalmente sob tampas de ferro.
 Esses tipos de hidrantes são de responsabilidade particular da edificação. Seu objetivo principal é abastecer o sistema de combate a incêndio, através do caminhão do corpo de bombeiros ( quando faltar agua na sua tubulação sistema de incêndio ) Esse sistema pode também ser utilizado para abastecer as próprias viaturas do Corpo de Bombeiros no caso de não existirem hidrantes de solo nas proximidades.
Os hidrantes de recalque não devem ser instalados na passagem de veículos ou estacionamentos que possam obstruir o acesso.
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTE DE RECALQUE 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
HIDRANTE DE PAREDE (EMBUTIDOS)
 
Os hidrantes de parede, em sua grande maioria, são encontrados na parte interna das edificações comerciais e residenciais. 
Esses hidrantes devem ser utilizados por brigadas e por pessoas treinadas e familiarizadas com o equipamento. Mesmo sendo os mais encontrados, é necessário um treinamento básico para utilizá-lo, pois trata-se de um sistema que trabalha sob pressão, tendo o operador que tomar cuidados para garantir sua segurança.
Sistema de Sprinklers ou chuveiros automáticos.
 
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
Os sprinklers possuem um elemento termos sensível que se rompe quando recebe calor descarregando água na área do incêndio, por isso ele é denominado automático.
Importante enfatizar que apenas os sprinklers que efetivamente recebem calor se rompem, e não todos os sprinklers do sistema como dizem algumas crenças erradas sobre o correto funcionamento deste sistema.
10.1 – MANGUEIRAS
Tubos enroláveis de nylon revestidos, internamente, de borracha, possuindo nas extremidades juntas do tipo storz. Utilizado como duto para fluxo de água
entre a unidade propulsora e o esguicho.
Diâmetro: 1 1/2" e 2 1/2".
Comprimento: 15m e 30m.,
10.1 – MANGUEIRAS
Classificação 
Conforme determina a norma NT-NBR 11861 – Mangueiras de incêndio –RS 
As mangueiras são classificadas conforme sua característica de construção e sua pressão máxima de trabalho: 
	Tipo 1 	Construída com um reforço têxtil 	980 kPa (10 kgf/cm2)
	Tipo 2 	Construída com um reforço têxtil 	1370 kPa (14 kgf/cm2)
	Tipo 3 	Construída com dois reforços têxteis sobrepostos 	1470 kPa (15 kgf/cm2)
	Tipo 4 	Construída com um reforço têxtil, acrescida de uma
película externa de plástico 	1370 kPa (14 kgf/cm2)
	Tipo 5
	Construída com um reforço têxtil, acrescida de um
revestimento externo de borracha 	1370 kPa (14 kgf/cm2)
10.1 – MANGUEIRAS
APLICAÇÃO 
A escolha do tipo da mangueira é função do local onde será utilizada, a sua pressão de trabalho.
 
a) Mangueira tipo 1: destina-se a edifícios de ocupação residencial; 
b) Mangueira tipo 2: destina-se a edifícios comerciais, industriais e Corpo de bombeiros; 
c) Mangueira tipo 3: destina-se a área naval, industrial e Corpo de Bombeiros, onde é desejável uma maior resistência a abrasão; 
10.1 – MANGUEIRAS
APLICAÇÃO 
d) Mangueira tipo 4: destina-se á área industrial, onde é desejável uma maior resistência a abrasão;
e) Mangueira tipo 5:destina-se a área industrial, onde é desejável uma alta resistência abrasão e a superfícies quentes 
 
 
 
10.1 – MANGUEIRAS
IDENTIFICAÇÃO 
A mangueira de incêndio deve ser identificada nas duas extremidades com:
a) Nome ou marca do fabricante;
b) Número da norma de fabricação (NBR 11861);
c) Tipo da mangueira; e
d) Mês e ano de fabricação 
10.2 – ESGUICHOS
Utilizado quando a solicitação for jato
compacto. Não possui comando para variação de jato,
sendo o mais utilizado pelos Bombeiros.
TRONCO CÔNICO
Utilizado nas ações que exigem alternância de tipos de jatos e que possam ter diversas classes de incêndio envolvidas.
ESGUICHO REGULÁVEL
Utilizado nas ações de combate, onde se deseja que a água lançada em finas partículas, forme uma neblina, atuando dessa forma por abafamento.
ESGUICHO REGULÁVEL NEBLINA
10.3 – ESGUICHOS
10.4 – Porta Corta Fogo
A Porta Corta Fogo, também conhecida como PCF, é uma porta que resiste ao fogo, se tornando uma barreira de proteção contra incêndios, impedindo o avanço do fogo e fumaça.
As portas, normalmente são forradas com lã de fibra de vidro, ou cerâmica, o que garante a contenção das chamas. Elas sempre devem ficar fechadas, vedando a edificação. 
P30 – 30 minutos de resistência ao fogo
P60 – 60 minutos de resistência ao fogo
P90 – 90 minutos de resistência ao fogo
P120 – 120 minutos de resistência ao fogo
NBR 13434-2 : 2004
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 
11 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
NBR 13434-2 : 2004
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 
11 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
5.3.5 Nas áreas industriais e depósitos, deve ser pintada de vermelho, com bordas amarelas, uma área de piso sob o extintor, a fim de evitar que seu acesso seja obstruído. Esta área deve ter, no mínimo, as seguintes dimensões:
área pintada de VERMELHO: 0,70 m x 0,70 m;
b) bordas AMARELAS: 0,15 m de largura.
5.3.6 Em áreas que dificultem a visualização das marcações de parede e coluna, devem-se utilizar também setas direcionais, dando o posicionamento dos extintores, que devem ser instaladas onde forem mais adequadas e visíveis. Recomenda-se que seja utilizada a cor VERMELHA com bordas amarelas.
5.3.7 As cores a serem utilizadas devem obedecer, quanto à sua pigmentação, ao previsto na NBR 7195.
NBR 12693FEV 1993
Sistemas de proteção por extintores de incêndio
11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
ERRADO!!!
11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 – 
Avaliar a Situação:
 Existem Vítimas?
 O que Queima?
 Onde Queima?
 Quanto Queima?
Devemos Sempre:
Definir Procedimentos
Verificar Recursos Disponíveis
Redefinir Procedimentos,
sempre que Necessário!
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 – 
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 – 
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 – 
13 – PLANO DE EMERGÊNCIA
ABANDONO DE ÁREA
Procedimentos de Segurança que contemplam abandono de área:
Vazamento de produtos;
Queima de materiais em equipamentos 
Plano de emergência - Incêndio.
13 – PLANO DE EMERGÊNCIA
RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE
Gerencia da planta (Diretoria);
Técnicos em Segurança (se houver!).
Outros;
Colaboradores
Atender os procedimentos
Praticar os exercícios simulados.
13 – PLANO DE EMERGÊNCIA
ROTINA DE ABANDONO DE ÁREA
	Procedimento estabelecido e implementado para abandono da área da fábrica.
SINAL SONORO
DESLOCAMENTO ATRAVÉS DAS ROTAS DE FUGA E ACESSO AOS PONTOS DE ENCONTRO ESTABELECIDOS.
EXIGÊNCIA DE EXERCÍCIOS SIMULADOS REGISTRADOS.
13 – PLANO DE EMERGÊNCIA
AVISO SONORO
 Sinal de alerta sonoro que indica aos colaboradores o momento de abandono da área.
ROTAS DE FUGA
 Rota estabelecida para que serve de orientação aos colaboradores no momento de abandono do ambiente de trabalho;
 Sinalizadas com placas indicativas de material com visibilidade noescuro;
 Se a energia for desligada as lâmpadas de emergência devem iluminar os corredores e saídas.
13 – PLANO DE EMERGÊNCIA
PONTO DE ENCONTRO
 Local seguro e ventilado.
 De fácil acesso e longe dos pontos perigosos da empresa.
 Onde serão Reunidos os Colaboradores, após o ABANDONO DA ÁREA. 
EQUIPE DE SALVAMENTO
 Equipe constituída por colaboradores treinados na prestação de socorro e orientação às vítimas que possam ser envolvidas por emergências diversas no local de trabalho. 
 A equipe devidamente treinada utilizará recursos de segurança disponibilizados pela empresa. 
13 – PLANO DE EMERGÊNCIA
PARE o que estiver executando;
Se possível DESLIGUE a máquina ou aparelho que estiver usando;
FECHE o gás ou qualquer chama aberta;
Ao sair, feche as porta se janelas (NÃO AS TRANQUE);
DESOBSTRUA PASSAGENS caso necessário;
DIRIJA-SE À SAÍDA INDICADA mantendo-se em fila e aguardando distância segura do colaborador da frente;
Movimente-se de modo rápido e ordeiro, NÃO CORRA;
Mantenha-se em grupo após a saída para facilitar a conferência;
Na presença de fumaça, movimentar-se abaixado;
Se a emergência for incêndio e estiver usando roupa de nylon, tire-a do corpo e carregue na mão;
SEGUIR AS INSTRUÇÕES DOS MEMBROS DA CIPA E DA BRIGADA DE INCÊNDIO;
DIRIJA-SE AO PONTO DE ENCONTRO onde haverá esclarecimentos do fato.
PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA
COMO PROCEDER
Não corra sem saber para onde;
Não atrase a fim de não atrapalhar a fila;
Não use sapatos de salto alto;
Não grite e nem faça barulho desnecessário;
Não ria e nem fume;
Não cause qualquer confusão ou brincadeiras;
Não fique nos sanitários, vestiários ou qualquer outro compartimento;
Não volte para apanhar roupas ou outros objetos esquecidos;
Não use elevadores ou saídas designadas para outros fins;
Não demore em atender as instruções.
PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA
COMO PROCEDER
PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA
CIPEIROS E BRIGADA DE EMERGÊNCIA
 Posicione-se nas saídas;
 Controlar os colaboradores evitando pânico;
 Orientar os colaboradores para as saídas, em ordem;
 Prestar os primeiros socorros, caso haja necessidade;
 Realizar buscas nos pisos e locais fechados;
 Cronometrar o tempo da evacuação.
Obs: Se numa saída houver fila demorada, oriente os colaboradores para sair por uma mais próxima.
	Devemos ter a ciência e o compromisso de entender que todos estamos envolvidos, seja Combatendo de forma direta ou indireta (Treinando e Conscientizando) para preservar a Vida e o Patrimônio.
PRINCÍPIOS DE COMBATE À INCÊNDIO
TST Carlos Melo.
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