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A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico 
PÁGINA DO PROFESSSOR 
 
A dinâmica proposta consiste em preencher o 
infográfico “Sociedade e Política Romana” 
escrevendo os títulos em seus respectivos espaços 
e indicando com flechas a função das assembleias 
populares. A referência para esse trabalho é o texto 
da Página do Aluno. 
 
A atividade contribui para a sistematização do 
conteúdo bem como para que o aluno compreenda 
a relação entre a sociedade e a República romana. 
Para isso, é importante que o aluno leia o texto com 
atenção. 
 
Se achar conveniente, inicie a atividade de forma 
coletiva. Cada parágrafo é lido por um aluno em voz 
alta e o professor vai orientando no preenchimento 
do infográfico (títulos e flechas). Assim que a turma 
tiver entendido a dinâmica, deixe-a seguir sozinha. 
 
Jogo FATO OU FAKE 
 
Preenchido o infográfico, lance um desafio à turma: 
em grupo, eles vão criar um jogo FATO OU FAKE. 
É um jogo rápido, de afirmações curtas que são 
lançadas ao grupo. Este deve responder se a 
afirmação é FATO (verdadeira) ou FAKE (errada). 
 
Por exemplo: 
 
“O Senado romano elaborava leis”. 
É FATO OU FAKE? Resposta: FAKE 
 
“Os tribunos da plebe tinham poder de veto”. 
É FATO OU FAKE? Resposta: FATO 
 
Peça aos grupos para criarem 5 afirmações 
verdadeiras (FATO) e 5 afirmações erradas (FAKE) 
usando o texto do infográfico como referência. 
 
As afirmações devem ser escritas separadas, em 
pedaços de papel que são dobrados um a um. 
 
Decida se a turma pode consultar ou não o 
infográfico durante o jogo e quanto tempo terá para 
isso. 
 
Coloque todos os papeizinhos dobrados e 
misturados na mesa do professor. 
 
Chame 2 alunos para a frente (um de cada grupo): o 
aluno A tira um papel e lê a afirmação para o aluno 
B que deve responder se é FATO ou FAKE. 
 
Depois inverta a posição: o aluno B tira uma 
afirmação para o aluno A responder. Prossiga com o 
restante da turma. 
 
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2 CONSULES
Eleitos para um mandato 
de um ano. Atribuições: 
convocar e presidir o 
Senado; executar as 
decisões do Senado; 
recrutar e comandar o 
exército. 
PRETORES
Eram juízes com 
mandato de um ano, 
escolhidos inicialmente 
entre os patrícios, e 
depois de 337 a.C. 
também entre os 
plebeus. 
CENSORES
Eleitos uma vez a cada 5 
anos, responsáveis pelo 
censo, isto é, a contagem 
da população e a lista dos 
eleitores e contribuintes. 
Vigiavam a conduta moral 
dos cidadãos, os 
costumes públicos e 
privados. 
DITADOR
Nomeado por um dos cônsules para 
lidar com uma crise específica (ameaça 
interna ou externa) e por um período 
de 6 meses. Tinha plenos poderes e, 
durante seu mandato, ficavam 
suspensas as outras magistraturas. 
ASSEMBLEIA
DO POVO
Assembleia de todos os 
cidadãos, conduzia 
julgamentos menores, 
elegia os magistrados 
menores que de�nham 
o poder legisla�vo.
2 EDIS
PLEBEUS
Impunham a ordem 
pública, aplicavam multas, 
cuidavam dos prédios 
públicos, fiscalizavam os 
mercados e os jogos 
públicos.
SENADO
O verdadeiro centro do Estado romano. 
Formado por patrícios que já exerceram 
alguma magistratura. O número de 
membros variou. Foi, durante muito 
tempo, 300 e, no Império, fixou-se em 600. Compe�a ao 
Senado: controlar as finanças públicas, cuidar do 
patrimônio do Estado, dos países conquistados, das 
relações exteriores etc.
PATRICÍOS
Cons�tuíam a aristocracia de Roma. 
Ricos proprietários de terras e de gado, 
descendentes das primeiras famílias 
fundadoras da cidade; daí vinha seu 
pres�gio, poder e influência. 
ESCRAVOS
Propriedade dos 
seus senhores, 
sem direitos. Não 
era uma pessoa, 
mas uma coisa 
(res). Não �nha 
nome, era 
chamado, em 
geral, por um 
adje�vo que 
lembrava sua 
origem (Sírio, 
Africano etc.). Seu 
senhor disponha 
dele como de 
qualquer outra 
propriedade e 
podia condená-lo 
à morte (pena 
cumprida na cruz). 
ASSEMBLEIA
CENTURIATA
Assembleia de todos os cidadãos, agrupados 
em centúrias (grupo de 100, de acordo com a 
riqueza de cada um). Votava sobre a guerra e 
os acordos de paz, aprovava as leis, elegia os 
cônsules, os pretores e os censores.
2 EDIS
Magistrados que cuidam 
da cidade, supervisionam 
os mercados e o 
abastecimento, e cuidam 
dos jogos públicos.
QUESTORES
Magistrados guardiões do 
tesouro público, 
conservado no templo de 
Saturno; verificam todas 
as despesas públicas e 
todas as contas, inclusive 
dos antecessores. 
10 TRIBUNOS
DA PLEBE
Representantes da plebe junto ao 
Senado Plebeu, podiam propor 
legislação, vetar atos dos cônsules 
e magistrados. Só �nham poder 
em Roma e não podiam deixar a 
cidade por um dia inteiro.
SOCIEDADE
E POLÍTICA ROMANA
S.P.Q.R
CC
CPT
CONCÍLIO
DA PLEBE
Subgrupo da Assembleia do 
Povo, convocado pelo menos 
uma vez por ano, aprovava a 
legislação (plebiscitos), julgava 
casos judiciais, elegia os Tribunos 
da Plebe e os edis plebeus.
CPT
PLEBEUS
A maioria da população. 
Trabalhavam como agricultores, 
artesãos, comerciantes, soldados, 
lojistas, construtores. 
LIBERTOS
Escravos que conseguiram 
comprar sua liberdade ou cujos 
proprietários os libertaram. 
Recebiam a cidadania romana, 
mas não podiam ocupar cargos 
públicos. Deviam assitência e 
respeito ao seu an�go senhor 
(que passa a ser seu patrono). 
CAVALEIROS
Plebeus ricos que compunham 
a cavalaria e eram proprietários 
dos cavalos. Administravam 
bancos, a importação e 
exportação de mercadorias, 
lojas e o comércio de escravos. 
 
A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico 
PÁGINA DO ALUNO 
Seu desafio é preencher o infográfico com as 
seguintes informações: 
- TÍTULOS de cada texto. Escreva com letras 
maiúsculas e de forma. 
- Marcar com uma FLECHA as ligações entre 
órgão de poder (assembleias e concílio) e os 
magistrados escolhidos por ele. 
Para isso, leia o texto a seguir com atenção. 
 
A sociedade romana 
 
Inicialmente, a sociedade romana estava 
dividida em duas classes: os PATRÍCIOS 
(aristocracia) e os PLEBEUS (a classe 
trabalhadora) cuja posição social e direitos 
estavam definidos em favor dos patrícios. Eram 
eles que detinham todos os poderes. Nesse 
período (Monarquia e início da República), o 
número de escravos ainda era pequeno. 
 
A partir do século III a.C., o quadro social era 
outro. Os domínios romanos haviam, então, 
expandido, e as guerras trouxeram um grande 
número de escravos para Roma. Além disso, o 
longo período de luta pelo poder entre plebeus 
e patrícios beneficiaram os plebeus que 
conquistaram direitos e o acesso a todas as 
magistraturas. 
 
A sociedade romana estava dividida em cinco 
classes sociais: patrícios, cavaleiros (classe 
equestre), plebeus, libertos e escravos. 
 
Essa divisão, porém, não significa que uns eram 
ricos e outros pobres. A composição da 
sociedaderomana era mais complexa. Os 
patrícios eram a aristocracia (era preciso 
nascer patrício), a classe dominante e a que 
compunha o Senado. Os plebeus eram o 
restante da população livre. Porém, plebeu não 
significava necessariamente pobre. 
 
Havia muitas famílias plebeias poderosas e, à 
medida que a história romana avançava, 
muitas famílias patrícias perderam a sua 
riqueza e posição enquanto famílias plebeias 
enriqueceram de maneira significativa. 
 
Os plebeus eram agricultores, pequenos e 
médios proprietários de terra, artesãos, 
comerciantes, professores, soldados, 
arquitetos e muitas outras profissões 
respeitáveis e lucrativas. 
 
Os CAVALEIROS (ordem equestre) eram 
cidadãos que compunham a cavalaria do 
Exército romano e tinham recursos próprios 
para se equipar, comprar e cuidar de seus 
próprios cavalos. Foram favorecidos pela lei 
que proibia os senadores exercerem atividade 
comercial. Isso deu chance aos cavaleiros 
exercerem atividades lucrativas como 
administrar bancos, cuidar da importação e 
exportação de mercadorias, lojas e o comércio 
de escravos. 
 
A ordem equestre tinha um peso político 
considerável nas instituições da República 
Romana, estando logo abaixo da ordem 
senatorial. Os sinais externos dessa classe era o 
uso da toga mbranca com duas faixas estreitas 
de cor púrpura (angusticlava) o anel de ouro e 
lugares reservados nos edifícios públicos. 
 
Os LIBERTOS eram escravos que conseguiram 
comprar sua liberdade ou cujos proprietários 
os libertaram. Recebiam a cidadania romana, 
mas não podiam ocupar cargos públicos. Devia 
ao seu antigo senhor (que passa a ser seu 
patrono), honra, respeito e assistência. Dele 
tomava o nome e o sobrenome (quando era 
escravo não tinha nome). Os filhos dos libertos 
entravam no direito comum e se tornavam 
cidadãos. 
 
Muitos libertos conquistaram imensas fortunas 
e uma grande influência. Os imperadores 
confiaram a seus libertos importantes funções 
administrativas e fizeram deles um dos 
instrumentos de seu governo. 
 
Os ESCRAVOS eram uma simples propriedade 
de seus donos. Não eram considerados 
pessoas, mas coisa (res). Não tinham nomes, 
eram chamados, em geral, por um adjetivo que 
lembrava sua origem (Sírio, Africano etc.). Não 
tinham direitos e seu dono podia dispor dele 
como de qualquer outra propriedade, inclusive 
condená-lo à morte (pena executada na cruz). 
 
 
A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico 
A escravidão tinha três origens: nascimento, 
guerra (prisioneiros de guerra vendidos em 
benefício do general e de seus soldados) e 
perda da cidadania. Havia escravos públicos, 
que pertenciam ao Estado e às cidades, 
empregados nos escritórios, templos, basílicas, 
frotas, minas, na construção e reparos de obras 
públicas. Os escravos privados (dos patrícios, 
cavaleiros e plebeus ricos) trabalhavam em 
serviços domésticos, na agricultura, como 
gladiadores e até como professores e médicos. 
 
O governo romano 
 
O governo romano baseava-se em três 
elementos básicos: os magistrados eleitos, o 
Senado e as assembleias populares. 
 
2 CÔNSULES 
 
Eram os chefes políticos e militares, eleitos pela 
Assembleia Centuriata. Tinham mandato de 
um ano, não consecutivo. Possuíam o poder 
executivo supremo, presidiam o Senado, 
propunham leis e comandavam o exército; 
entretanto, como salvaguarda, cada cônsul 
tinha a capacidade de vetar a decisão do outro. 
 
 Seu símbolo eram o fasces, o feixe de varas 
com um machado. No final do seu mandato, 
eram responsabilizados perante a assembleia 
popular por quaisquer decisões ou ações 
tomadas. 
 
Personagens famosos eleitos cônsules foram 
Júlio César, Crasso, Pompeu e Marco Antônio. 
 
SENADO 
 
Era o órgão consultivo dos cônsules e, 
posteriormente, dos imperadores. Os 
senadores deliberavam sobre política interna e 
externa, controlavam as finanças do Estado e 
dirigiam a vida religiosa de Roma. Tinham 
pouca ou nenhuma autoridade legislativa, pois 
esse poder estava nas mãos das assembleias 
populares. 
 
As sessões do Senado eram convocadas pelos 
magistrados, que forneciam os temas para 
discussão. Como as reuniões eram a portas 
fechadas, havia total liberdade de expressão e 
os debates eram acalorados. 
 
 Os senadores não eram remunerados e sua 
função era vitalícia. Podiam perder o cargo se 
culpados de má conduta pública ou privada. Os 
senadores estavam proibidos de exercer 
atividades bancárias ou de comércio exterior. 
 
AS ASSEMBLEIAS 
O poder de legislar era das assembleias 
populares: a Assembleia Centuriata, a 
Assembleia do Povo e o Concílio da Plebe. 
 
ASSEMBLEIA CENTURIATA (Comitia Centuriata) 
dividia-se em 193 centúrias (com 100 cidadãos 
em cada) e com direito de voto por centúria. 
Suas funções incluíam eleger vários 
magistrados (cônsules, pretores e censores), 
promulgar leis, declarar guerra e paz, e 
condenar à pena de morte os cidadãos 
acusados de traidores do Estado. 
 
ASSEMBLEIA DO POVO (Comitia Populi Tributa) 
era composta por todos os cidadãos romanos 
(patrícios, plebeus, cavaleiros). Os cidadãos 
estavam agrupados em 35 tribos (4 urbanas 
para Roma, e 31 rurais) e cada uma tinha 
direito a um voto na assembleia. 
 
A Assembleia do Povo garantia uma forma de 
democracia direta, já que eram os cidadãos 
que votavam e não existia representantes 
eleitos. Seu objetivo principal era eleger os Edis 
(curule aediles) e os questores. 
 
O CONCÍLIO DA PLEBE (Concilium Plebis) elegia 
os tribunos da plebe e os edis plebeus, ambos 
com mandato de um ano. A função principal 
dos tribunos da plebe era salvaguardar os 
direitos dos plebeus contra os abusos patrícios. 
Seus deveres eram muito semelhantes aos dos 
cônsules; no entanto, os tribunos poderiam 
vetar qualquer decisão dos cônsules 
relacionada aos plebeus. 
 
Por volta do século IV a.C., todos os cidadãos 
tinham o direito de provocatio populum - o 
direito de recorrer da decisão de um 
magistrado. Todas as resoluções aprovadas 
pelo Concílio da Plebe (o plebiscito) tinham 
força de lei e, portanto, eram aplicadas a todos 
os cidadãos (inclusive patrícios), sem precisar 
 
A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico 
da aprovação do Senado (Lex Hortensia, de 297 
a.C.). 
 
Durante o tempo da República, estas 
assembleias eram a voz dos cidadãos de Roma 
ou, pelo menos, de uma boa parte deles. O seu 
papel no governo romano foi crucial o 
suficiente para que o exército inscrevesse nos 
seus estandartes militares as letras SPQR 
- Senatus Populusque Romanus ou Senado e 
povo romano. 
 
Os MAGISTRADOS 
 
Os PRETORES tinham a função de fiscalizar a 
aplicação das leis, podendo substituir os 
cônsules na ausência desses, tendo autoridade 
para presidir o Senado e comandar o exército. 
 
Os QUESTORES tinham o controle do tesouro 
público, conservado no templo de Saturno, no 
Fórum de Roma. Arrecadavam impostos e 
tributos. 
 
Os EDIS tinham uma série de funções: cuidar de 
obras públicas (estradas, abastecimento de 
água e alimentos), supervisionar os mercados, 
festivais, jogos e a ordem pública. Havia dois 
pares de edis: os “edis plebeus”, magistratura 
limitada aos plebeus, e os curule aediles, 
magistratura aberta tanto a plebeus quanto a 
patrícios, em anos alternados. 
 
O cargo de edil era geralmente ocupado por 
jovens que pretendiam seguir a carreira pública 
e atingir altos cargos políticos. Não era uma 
condição obrigatória, mas era uma posição 
vantajosa porque demonstrava o compromisso 
do aspirante a político com o serviço público 
além de lhe dar oportunidade de realizar 
festivais e jogos públicos, o que podia trazer 
reconhecimento e popularidade. 
Os CENSORES supervisionavam os costumes e 
a moralidade pública, realizavam o censo 
registrando os cidadãos e seus bens. Eram 
eleitos a cada cinco anos e ocupavam o cargo 
por 18 meses. A posição era popular entre 
muitos ex-cônsules porque trazia vários 
benefícios: o censor podia censurar uma 
pessoa, desqualificá-la para votar ou até 
mesmo expulsar senadores por suposto mau 
comportamento.Cabia ao censor, também, 
ordenar, aprovar ou reprovar todos os 
contratos de obras públicas. 
 
DITADOR 
 
O DITADOR, nomeado pelos cônsules, era um 
magistrado especial, escolhido só em casos de 
extrema emergência (ameaça interna ou 
externa ao Estado romano). Tinha mandato de 
seis meses e plenos poderes. Todas as demais 
magistraturas ficavam suspensas durante o 
mandato do ditador. Não havia apelação às 
suas decisões. 
 
A última pessoa a ocupar esse cargo foi Júlio 
César, em 49 a.C. Seu mandato foi estendido 
pelo Senado que o tornou ditador vitalício. 
Porém, a autoridade suprema de César trouxe-
lhe inimigos que começaram a conspirar para 
derrubá-lo do poder. As conspirações 
culminaram com o assassinato de César em 15 
de março de 44 a.C. Sua morte provocou 
turbulências políticas e uma guerra civil que 
levou ao fim da República e o inicio do Império. 
 
 
 
 
2 CONSULES
Eleitos para um mandato 
de um ano. Atribuições: 
convocar e presidir o 
Senado; executar as 
decisões do Senado; 
recrutar e comandar o 
exército. 
PRETORES
Eram juízes com 
mandato de um ano, 
escolhidos inicialmente 
entre os patrícios, e 
depois de 337 a.C. 
também entre os 
plebeus. 
CENSORES
Eleitos uma vez a cada 5 
anos, responsáveis pelo 
censo, isto é, a contagem 
da população e a lista dos 
eleitores e contribuintes. 
Vigiavam a conduta moral 
dos cidadãos, os 
costumes públicos e 
privados. 
DITADOR
Nomeado por um dos cônsules para 
lidar com uma crise específica (ameaça 
interna ou externa) e por um período 
de 6 meses. Tinha plenos poderes e, 
durante seu mandato, ficavam 
suspensas as outras magistraturas. 
ASSEMBLEIA
DO POVO
Assembleia de todos os 
cidadãos, conduzia 
julgamentos menores, 
elegia os magistrados 
menores que de�nham 
o poder legisla�vo.
Impunham a ordem 
pública, aplicavam multas, 
cuidavam dos prédios 
públicos, fiscalizavam os 
mercados e os jogos 
públicos.
SENADO
O verdadeiro centro do Estado romano. 
Formado por patrícios que já exerceram 
alguma magistratura. O número de 
membros variou. Foi, durante muito 
tempo, 300 e, no Império, fixou-se em 600. Compe�a ao 
Senado: controlar as finanças públicas, cuidar do 
patrimônio do Estado, dos países conquistados, das 
relações exteriores etc.
PATRICÍOS
Cons�tuíam a aristocracia de Roma. 
Ricos proprietários de terras e de gado, 
descendentes das primeiras famílias 
fundadoras da cidade; daí vinha seu 
pres�gio, poder e influência. 
ESCRAVOS
Propriedade dos 
seus senhores, 
sem direitos. Não 
era uma pessoa, 
mas uma coisa 
(res). Não �nha 
nome, era 
chamado, em 
geral, por um 
adje�vo que 
lembrava sua 
origem (Sírio, 
Africano etc.). Seu 
senhor disponha 
dele como de 
qualquer outra 
propriedade e 
podia condená-lo 
à morte (pena 
cumprida na cruz). 
Assembleia de todos os cidadãos, agrupados 
em centúrias (grupo de 100, de acordo com a 
riqueza de cada um). Votava sobre a guerra e 
os acordos de paz, aprovava as leis, elegia os 
cônsules, os pretores e os censores.
2 EDIS
Magistrados que cuidam 
da cidade, supervisionam 
os mercados e o 
abastecimento, e cuidam 
dos jogos públicos.
QUESTORES
Magistrados guardiões do 
tesouro público, 
conservado no templo de 
Saturno; verificam todas 
as despesas públicas e 
todas as contas, inclusive 
dos antecessores. 
Representantes da plebe junto ao 
Senado Plebeu, podiam propor 
legislação, vetar atos dos cônsules 
e magistrados. Só �nham poder 
em Roma e não podiam deixar a 
cidade por um dia inteiro.
SOCIEDADE
E POLÍTICA ROMANA
S.P.Q.R
CC
CPT
CONCÍLIO
DA PLEBE
Subgrupo da Assembleia do 
Povo, convocado pelo menos 
uma vez por ano, aprovava a 
legislação (plebiscitos), julgava 
casos judiciais, elegia os Tribunos 
da Plebe e os edis plebeus.
CPT
PLEBEUS
A maioria da população. 
Trabalhavam como agricultores, 
artesãos, comerciantes, soldados, 
lojistas, construtores. 
LIBERTOS
Escravos que conseguiram 
comprar sua liberdade ou cujos 
proprietários os libertaram. 
Recebiam a cidadania romana, 
mas não podiam ocupar cargos 
públicos. Deviam assitência e 
respeito ao seu an�go senhor 
(que passa a ser seu patrono). 
CAVALEIROS
Plebeus ricos que compunham 
a cavalaria e eram proprietários 
dos cavalos. Administravam 
bancos, a importação e 
exportação de mercadorias, 
lojas e o comércio de escravos. 
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