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A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico PÁGINA DO PROFESSSOR A dinâmica proposta consiste em preencher o infográfico “Sociedade e Política Romana” escrevendo os títulos em seus respectivos espaços e indicando com flechas a função das assembleias populares. A referência para esse trabalho é o texto da Página do Aluno. A atividade contribui para a sistematização do conteúdo bem como para que o aluno compreenda a relação entre a sociedade e a República romana. Para isso, é importante que o aluno leia o texto com atenção. Se achar conveniente, inicie a atividade de forma coletiva. Cada parágrafo é lido por um aluno em voz alta e o professor vai orientando no preenchimento do infográfico (títulos e flechas). Assim que a turma tiver entendido a dinâmica, deixe-a seguir sozinha. Jogo FATO OU FAKE Preenchido o infográfico, lance um desafio à turma: em grupo, eles vão criar um jogo FATO OU FAKE. É um jogo rápido, de afirmações curtas que são lançadas ao grupo. Este deve responder se a afirmação é FATO (verdadeira) ou FAKE (errada). Por exemplo: “O Senado romano elaborava leis”. É FATO OU FAKE? Resposta: FAKE “Os tribunos da plebe tinham poder de veto”. É FATO OU FAKE? Resposta: FATO Peça aos grupos para criarem 5 afirmações verdadeiras (FATO) e 5 afirmações erradas (FAKE) usando o texto do infográfico como referência. As afirmações devem ser escritas separadas, em pedaços de papel que são dobrados um a um. Decida se a turma pode consultar ou não o infográfico durante o jogo e quanto tempo terá para isso. Coloque todos os papeizinhos dobrados e misturados na mesa do professor. Chame 2 alunos para a frente (um de cada grupo): o aluno A tira um papel e lê a afirmação para o aluno B que deve responder se é FATO ou FAKE. Depois inverta a posição: o aluno B tira uma afirmação para o aluno A responder. Prossiga com o restante da turma. Saiba Mais / Outros Recursos ▪ O Senado: de Roma Antiga aos dias de hoje (incluindo o Brasil). Ensinar História. https://aqdi.short.gy/zpd1s2 ▪ 12 ideias erradas sobre os antigos romanos. Ensinar História. https://aqdi.short.gy/qqiFkp ▪ O que você sabe sobre Grécia e Roma Antigas? Quiz (GRATUITO). Ensinar História. https://aqdi.short.gy/nz7UZ8 ▪ Roma Antiga. Jogo Que figura é esta? Stud História. https://aqdi.short.gy/iNUrNJ ▪ Coliseu em 3D (pop-up card). Para montar. Stud História https://aqdi.short.gy/paILe5 ▪ Gladiadores em anfiteatro. Jogo de Encontrar Erros, em PDF. Stud História. https://aqdi.short.gy/crbGs1 ▪ Gladiadores em anfiteatro. Jogo de Encontrar Erros, em PPT (GRATUITO). Stud História. https://aqdi.short.gy/CHxaUA ▪ Procissão do triunfo. Jogo de Encontrar Erros. PDF. Stud História. https://aqdi.short.gy/r9DsdX ▪ Procissão do triunfo. Jogo de Encontrar Erros, em PPT. Stud História. https://aqdi.short.gy/g7OvV7 https://aqdi.short.gy/zpd1s2 https://aqdi.short.gy/qqiFkp https://aqdi.short.gy/nz7UZ8 https://aqdi.short.gy/iNUrNJ https://aqdi.short.gy/paILe5 https://aqdi.short.gy/crbGs1 https://aqdi.short.gy/CHxaUA https://aqdi.short.gy/r9DsdX https://aqdi.short.gy/g7OvV7 2 CONSULES Eleitos para um mandato de um ano. Atribuições: convocar e presidir o Senado; executar as decisões do Senado; recrutar e comandar o exército. PRETORES Eram juízes com mandato de um ano, escolhidos inicialmente entre os patrícios, e depois de 337 a.C. também entre os plebeus. CENSORES Eleitos uma vez a cada 5 anos, responsáveis pelo censo, isto é, a contagem da população e a lista dos eleitores e contribuintes. Vigiavam a conduta moral dos cidadãos, os costumes públicos e privados. DITADOR Nomeado por um dos cônsules para lidar com uma crise específica (ameaça interna ou externa) e por um período de 6 meses. Tinha plenos poderes e, durante seu mandato, ficavam suspensas as outras magistraturas. ASSEMBLEIA DO POVO Assembleia de todos os cidadãos, conduzia julgamentos menores, elegia os magistrados menores que de�nham o poder legisla�vo. 2 EDIS PLEBEUS Impunham a ordem pública, aplicavam multas, cuidavam dos prédios públicos, fiscalizavam os mercados e os jogos públicos. SENADO O verdadeiro centro do Estado romano. Formado por patrícios que já exerceram alguma magistratura. O número de membros variou. Foi, durante muito tempo, 300 e, no Império, fixou-se em 600. Compe�a ao Senado: controlar as finanças públicas, cuidar do patrimônio do Estado, dos países conquistados, das relações exteriores etc. PATRICÍOS Cons�tuíam a aristocracia de Roma. Ricos proprietários de terras e de gado, descendentes das primeiras famílias fundadoras da cidade; daí vinha seu pres�gio, poder e influência. ESCRAVOS Propriedade dos seus senhores, sem direitos. Não era uma pessoa, mas uma coisa (res). Não �nha nome, era chamado, em geral, por um adje�vo que lembrava sua origem (Sírio, Africano etc.). Seu senhor disponha dele como de qualquer outra propriedade e podia condená-lo à morte (pena cumprida na cruz). ASSEMBLEIA CENTURIATA Assembleia de todos os cidadãos, agrupados em centúrias (grupo de 100, de acordo com a riqueza de cada um). Votava sobre a guerra e os acordos de paz, aprovava as leis, elegia os cônsules, os pretores e os censores. 2 EDIS Magistrados que cuidam da cidade, supervisionam os mercados e o abastecimento, e cuidam dos jogos públicos. QUESTORES Magistrados guardiões do tesouro público, conservado no templo de Saturno; verificam todas as despesas públicas e todas as contas, inclusive dos antecessores. 10 TRIBUNOS DA PLEBE Representantes da plebe junto ao Senado Plebeu, podiam propor legislação, vetar atos dos cônsules e magistrados. Só �nham poder em Roma e não podiam deixar a cidade por um dia inteiro. SOCIEDADE E POLÍTICA ROMANA S.P.Q.R CC CPT CONCÍLIO DA PLEBE Subgrupo da Assembleia do Povo, convocado pelo menos uma vez por ano, aprovava a legislação (plebiscitos), julgava casos judiciais, elegia os Tribunos da Plebe e os edis plebeus. CPT PLEBEUS A maioria da população. Trabalhavam como agricultores, artesãos, comerciantes, soldados, lojistas, construtores. LIBERTOS Escravos que conseguiram comprar sua liberdade ou cujos proprietários os libertaram. Recebiam a cidadania romana, mas não podiam ocupar cargos públicos. Deviam assitência e respeito ao seu an�go senhor (que passa a ser seu patrono). CAVALEIROS Plebeus ricos que compunham a cavalaria e eram proprietários dos cavalos. Administravam bancos, a importação e exportação de mercadorias, lojas e o comércio de escravos. A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico PÁGINA DO ALUNO Seu desafio é preencher o infográfico com as seguintes informações: - TÍTULOS de cada texto. Escreva com letras maiúsculas e de forma. - Marcar com uma FLECHA as ligações entre órgão de poder (assembleias e concílio) e os magistrados escolhidos por ele. Para isso, leia o texto a seguir com atenção. A sociedade romana Inicialmente, a sociedade romana estava dividida em duas classes: os PATRÍCIOS (aristocracia) e os PLEBEUS (a classe trabalhadora) cuja posição social e direitos estavam definidos em favor dos patrícios. Eram eles que detinham todos os poderes. Nesse período (Monarquia e início da República), o número de escravos ainda era pequeno. A partir do século III a.C., o quadro social era outro. Os domínios romanos haviam, então, expandido, e as guerras trouxeram um grande número de escravos para Roma. Além disso, o longo período de luta pelo poder entre plebeus e patrícios beneficiaram os plebeus que conquistaram direitos e o acesso a todas as magistraturas. A sociedade romana estava dividida em cinco classes sociais: patrícios, cavaleiros (classe equestre), plebeus, libertos e escravos. Essa divisão, porém, não significa que uns eram ricos e outros pobres. A composição da sociedaderomana era mais complexa. Os patrícios eram a aristocracia (era preciso nascer patrício), a classe dominante e a que compunha o Senado. Os plebeus eram o restante da população livre. Porém, plebeu não significava necessariamente pobre. Havia muitas famílias plebeias poderosas e, à medida que a história romana avançava, muitas famílias patrícias perderam a sua riqueza e posição enquanto famílias plebeias enriqueceram de maneira significativa. Os plebeus eram agricultores, pequenos e médios proprietários de terra, artesãos, comerciantes, professores, soldados, arquitetos e muitas outras profissões respeitáveis e lucrativas. Os CAVALEIROS (ordem equestre) eram cidadãos que compunham a cavalaria do Exército romano e tinham recursos próprios para se equipar, comprar e cuidar de seus próprios cavalos. Foram favorecidos pela lei que proibia os senadores exercerem atividade comercial. Isso deu chance aos cavaleiros exercerem atividades lucrativas como administrar bancos, cuidar da importação e exportação de mercadorias, lojas e o comércio de escravos. A ordem equestre tinha um peso político considerável nas instituições da República Romana, estando logo abaixo da ordem senatorial. Os sinais externos dessa classe era o uso da toga mbranca com duas faixas estreitas de cor púrpura (angusticlava) o anel de ouro e lugares reservados nos edifícios públicos. Os LIBERTOS eram escravos que conseguiram comprar sua liberdade ou cujos proprietários os libertaram. Recebiam a cidadania romana, mas não podiam ocupar cargos públicos. Devia ao seu antigo senhor (que passa a ser seu patrono), honra, respeito e assistência. Dele tomava o nome e o sobrenome (quando era escravo não tinha nome). Os filhos dos libertos entravam no direito comum e se tornavam cidadãos. Muitos libertos conquistaram imensas fortunas e uma grande influência. Os imperadores confiaram a seus libertos importantes funções administrativas e fizeram deles um dos instrumentos de seu governo. Os ESCRAVOS eram uma simples propriedade de seus donos. Não eram considerados pessoas, mas coisa (res). Não tinham nomes, eram chamados, em geral, por um adjetivo que lembrava sua origem (Sírio, Africano etc.). Não tinham direitos e seu dono podia dispor dele como de qualquer outra propriedade, inclusive condená-lo à morte (pena executada na cruz). A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico A escravidão tinha três origens: nascimento, guerra (prisioneiros de guerra vendidos em benefício do general e de seus soldados) e perda da cidadania. Havia escravos públicos, que pertenciam ao Estado e às cidades, empregados nos escritórios, templos, basílicas, frotas, minas, na construção e reparos de obras públicas. Os escravos privados (dos patrícios, cavaleiros e plebeus ricos) trabalhavam em serviços domésticos, na agricultura, como gladiadores e até como professores e médicos. O governo romano O governo romano baseava-se em três elementos básicos: os magistrados eleitos, o Senado e as assembleias populares. 2 CÔNSULES Eram os chefes políticos e militares, eleitos pela Assembleia Centuriata. Tinham mandato de um ano, não consecutivo. Possuíam o poder executivo supremo, presidiam o Senado, propunham leis e comandavam o exército; entretanto, como salvaguarda, cada cônsul tinha a capacidade de vetar a decisão do outro. Seu símbolo eram o fasces, o feixe de varas com um machado. No final do seu mandato, eram responsabilizados perante a assembleia popular por quaisquer decisões ou ações tomadas. Personagens famosos eleitos cônsules foram Júlio César, Crasso, Pompeu e Marco Antônio. SENADO Era o órgão consultivo dos cônsules e, posteriormente, dos imperadores. Os senadores deliberavam sobre política interna e externa, controlavam as finanças do Estado e dirigiam a vida religiosa de Roma. Tinham pouca ou nenhuma autoridade legislativa, pois esse poder estava nas mãos das assembleias populares. As sessões do Senado eram convocadas pelos magistrados, que forneciam os temas para discussão. Como as reuniões eram a portas fechadas, havia total liberdade de expressão e os debates eram acalorados. Os senadores não eram remunerados e sua função era vitalícia. Podiam perder o cargo se culpados de má conduta pública ou privada. Os senadores estavam proibidos de exercer atividades bancárias ou de comércio exterior. AS ASSEMBLEIAS O poder de legislar era das assembleias populares: a Assembleia Centuriata, a Assembleia do Povo e o Concílio da Plebe. ASSEMBLEIA CENTURIATA (Comitia Centuriata) dividia-se em 193 centúrias (com 100 cidadãos em cada) e com direito de voto por centúria. Suas funções incluíam eleger vários magistrados (cônsules, pretores e censores), promulgar leis, declarar guerra e paz, e condenar à pena de morte os cidadãos acusados de traidores do Estado. ASSEMBLEIA DO POVO (Comitia Populi Tributa) era composta por todos os cidadãos romanos (patrícios, plebeus, cavaleiros). Os cidadãos estavam agrupados em 35 tribos (4 urbanas para Roma, e 31 rurais) e cada uma tinha direito a um voto na assembleia. A Assembleia do Povo garantia uma forma de democracia direta, já que eram os cidadãos que votavam e não existia representantes eleitos. Seu objetivo principal era eleger os Edis (curule aediles) e os questores. O CONCÍLIO DA PLEBE (Concilium Plebis) elegia os tribunos da plebe e os edis plebeus, ambos com mandato de um ano. A função principal dos tribunos da plebe era salvaguardar os direitos dos plebeus contra os abusos patrícios. Seus deveres eram muito semelhantes aos dos cônsules; no entanto, os tribunos poderiam vetar qualquer decisão dos cônsules relacionada aos plebeus. Por volta do século IV a.C., todos os cidadãos tinham o direito de provocatio populum - o direito de recorrer da decisão de um magistrado. Todas as resoluções aprovadas pelo Concílio da Plebe (o plebiscito) tinham força de lei e, portanto, eram aplicadas a todos os cidadãos (inclusive patrícios), sem precisar A SOCIEDADE E A POLÍTICA ROMANA: infográfico da aprovação do Senado (Lex Hortensia, de 297 a.C.). Durante o tempo da República, estas assembleias eram a voz dos cidadãos de Roma ou, pelo menos, de uma boa parte deles. O seu papel no governo romano foi crucial o suficiente para que o exército inscrevesse nos seus estandartes militares as letras SPQR - Senatus Populusque Romanus ou Senado e povo romano. Os MAGISTRADOS Os PRETORES tinham a função de fiscalizar a aplicação das leis, podendo substituir os cônsules na ausência desses, tendo autoridade para presidir o Senado e comandar o exército. Os QUESTORES tinham o controle do tesouro público, conservado no templo de Saturno, no Fórum de Roma. Arrecadavam impostos e tributos. Os EDIS tinham uma série de funções: cuidar de obras públicas (estradas, abastecimento de água e alimentos), supervisionar os mercados, festivais, jogos e a ordem pública. Havia dois pares de edis: os “edis plebeus”, magistratura limitada aos plebeus, e os curule aediles, magistratura aberta tanto a plebeus quanto a patrícios, em anos alternados. O cargo de edil era geralmente ocupado por jovens que pretendiam seguir a carreira pública e atingir altos cargos políticos. Não era uma condição obrigatória, mas era uma posição vantajosa porque demonstrava o compromisso do aspirante a político com o serviço público além de lhe dar oportunidade de realizar festivais e jogos públicos, o que podia trazer reconhecimento e popularidade. Os CENSORES supervisionavam os costumes e a moralidade pública, realizavam o censo registrando os cidadãos e seus bens. Eram eleitos a cada cinco anos e ocupavam o cargo por 18 meses. A posição era popular entre muitos ex-cônsules porque trazia vários benefícios: o censor podia censurar uma pessoa, desqualificá-la para votar ou até mesmo expulsar senadores por suposto mau comportamento.Cabia ao censor, também, ordenar, aprovar ou reprovar todos os contratos de obras públicas. DITADOR O DITADOR, nomeado pelos cônsules, era um magistrado especial, escolhido só em casos de extrema emergência (ameaça interna ou externa ao Estado romano). Tinha mandato de seis meses e plenos poderes. Todas as demais magistraturas ficavam suspensas durante o mandato do ditador. Não havia apelação às suas decisões. A última pessoa a ocupar esse cargo foi Júlio César, em 49 a.C. Seu mandato foi estendido pelo Senado que o tornou ditador vitalício. Porém, a autoridade suprema de César trouxe- lhe inimigos que começaram a conspirar para derrubá-lo do poder. As conspirações culminaram com o assassinato de César em 15 de março de 44 a.C. Sua morte provocou turbulências políticas e uma guerra civil que levou ao fim da República e o inicio do Império. 2 CONSULES Eleitos para um mandato de um ano. Atribuições: convocar e presidir o Senado; executar as decisões do Senado; recrutar e comandar o exército. PRETORES Eram juízes com mandato de um ano, escolhidos inicialmente entre os patrícios, e depois de 337 a.C. também entre os plebeus. CENSORES Eleitos uma vez a cada 5 anos, responsáveis pelo censo, isto é, a contagem da população e a lista dos eleitores e contribuintes. Vigiavam a conduta moral dos cidadãos, os costumes públicos e privados. DITADOR Nomeado por um dos cônsules para lidar com uma crise específica (ameaça interna ou externa) e por um período de 6 meses. Tinha plenos poderes e, durante seu mandato, ficavam suspensas as outras magistraturas. ASSEMBLEIA DO POVO Assembleia de todos os cidadãos, conduzia julgamentos menores, elegia os magistrados menores que de�nham o poder legisla�vo. Impunham a ordem pública, aplicavam multas, cuidavam dos prédios públicos, fiscalizavam os mercados e os jogos públicos. SENADO O verdadeiro centro do Estado romano. Formado por patrícios que já exerceram alguma magistratura. O número de membros variou. Foi, durante muito tempo, 300 e, no Império, fixou-se em 600. Compe�a ao Senado: controlar as finanças públicas, cuidar do patrimônio do Estado, dos países conquistados, das relações exteriores etc. PATRICÍOS Cons�tuíam a aristocracia de Roma. Ricos proprietários de terras e de gado, descendentes das primeiras famílias fundadoras da cidade; daí vinha seu pres�gio, poder e influência. ESCRAVOS Propriedade dos seus senhores, sem direitos. Não era uma pessoa, mas uma coisa (res). Não �nha nome, era chamado, em geral, por um adje�vo que lembrava sua origem (Sírio, Africano etc.). Seu senhor disponha dele como de qualquer outra propriedade e podia condená-lo à morte (pena cumprida na cruz). Assembleia de todos os cidadãos, agrupados em centúrias (grupo de 100, de acordo com a riqueza de cada um). Votava sobre a guerra e os acordos de paz, aprovava as leis, elegia os cônsules, os pretores e os censores. 2 EDIS Magistrados que cuidam da cidade, supervisionam os mercados e o abastecimento, e cuidam dos jogos públicos. QUESTORES Magistrados guardiões do tesouro público, conservado no templo de Saturno; verificam todas as despesas públicas e todas as contas, inclusive dos antecessores. Representantes da plebe junto ao Senado Plebeu, podiam propor legislação, vetar atos dos cônsules e magistrados. Só �nham poder em Roma e não podiam deixar a cidade por um dia inteiro. SOCIEDADE E POLÍTICA ROMANA S.P.Q.R CC CPT CONCÍLIO DA PLEBE Subgrupo da Assembleia do Povo, convocado pelo menos uma vez por ano, aprovava a legislação (plebiscitos), julgava casos judiciais, elegia os Tribunos da Plebe e os edis plebeus. CPT PLEBEUS A maioria da população. Trabalhavam como agricultores, artesãos, comerciantes, soldados, lojistas, construtores. LIBERTOS Escravos que conseguiram comprar sua liberdade ou cujos proprietários os libertaram. Recebiam a cidadania romana, mas não podiam ocupar cargos públicos. Deviam assitência e respeito ao seu an�go senhor (que passa a ser seu patrono). CAVALEIROS Plebeus ricos que compunham a cavalaria e eram proprietários dos cavalos. Administravam bancos, a importação e exportação de mercadorias, lojas e o comércio de escravos. A Sociedade e a Política Romana (PDF) sociedade romana