Prévia do material em texto
Dogma Central da Biologia Dogma Central da Biologia MolecularMolecular Slide gentilmente cedido por Roberto Ternes Arrial Genoma Parte transcrita Parte transcrita em ambos sentidos Graphical representation of the transcription in mammals (Retirado de Mattick e Makunin (2006). Human Molecular Genetics, 15:R17–R29 Taft et al. (2007). BioEssays, 29:288–299 A análise de genomas sequenciados revela que: 1. a quantidade relativa de sequências que não codif icam proteínas aumenta consistentemente com a complexidade 2. a distribuição de introns em organismos complexos n ão é randômica . Sugere-se que nos organismos complexos o paradoxo inf ormacional poderia ser explicado pela expansão dos elementos regu latórios agindo em cis e pelos genes especificando os ncRNAs agindo em trans. The relationship between non-protein-coding DNA and eukaryotic complexity Ryan J. Taft, Michael Pheasant, and John S. Mattick * Taft et al. (2007). BioEssays, 29:288–299 The expansion of non-protein-coding sequences in eukaryotic genomes Os altos níveis de splicingalternativo do pre-mRNA e das modificações pos- traducionais explicam apenas parcialmente tal enigma ���� A resultante (output) transcricional do genoma é orquestrado por uma complexa rede de elementos funcionais, estruturais e regulatórios. Antisense transcription: A critical look in both directions Beitera et al. (2009). Cell. Mol. Life Sci. 66:94-112 A análise, em larga escala, do genoma de diversos eucariotos revela que o número de genes que codificam proteínas não é suficiente para explicar as diferenças na complexidade molecular e celular dos organismos ao longo da evolução. Assim, o que torna os humanos (20,000–25,000 protein-coding genes) diferentes do verme Caenorhabditis elegans (~19 000 protein-coding genes), da planta Arabidopsis thaliana (~27 000 protein-coding genes) ou da mosca da fruta Drosophila melanogaster(~13 500 protein-coding genes) ?? Beitera et al. (2009). Cell. Mol. Life Sci. 66:94-112 continuação Provavelmente a chave da complexidade deve-se ao tremendo reservatório dos ncRNAs, associado aos genes que codificam proteínas e em seus mRNAs. (ncRNAs = cerca de mais de 90% do output transcriptional do genoma humano) Muita atenção tem sido dada aos transcritos antisenso naturais (NATs): uma fração significante do transcritoma, podendo corresponder a sequências complementares a outros RNAs endógenos. Provável diversidade de funções regulatórias dos NATs: inativação do X, processamento e exportação de RNA regulação transcricional. entre outras. Antisense transcription: A critical look in both directions Beitera et al. (2009)Cell. Mol. Life Sci. 66:94-112 Figure 2. (A) Transcriptional interference: Elongating polymerase from one gene directly interferes with transcription elongation (left) or initiation (right) of an overlapping transcriptional unit. UNIDADES DE TRANSCRIÇÃO PROCARIOTOS X EUCARIOTOS Adaptado de Lodish et al. (2000) Molecular Cell Biology, 4nd edition, Freeman and Company, New York. (Fig 9.1) Gene Regulation in the Third Dimension Job Dekker A análise da organização espacial dos cromossomos revela complexa rede 3D de interações cromossomais. Retirado de Dekker et al. (2008) Science 319:1793 (DOI: 10.1126/science.1152850.1152850) HIPÓTESE: a comunicação entre elementos genômicos muito distantes pode ser facilitada pela organização espacial dos cromossomos, a qual promove uma grande aproximação dos genes e de seus elementos regulatórios Estas interações afetam a expressão de genes em múl tiplos níveis, tais como: controle a longa distância por enhancers e repressores expressão coordenada de genes, e modificação dos estados epigenéticos Fig. 1. Spatial assemblies. (A) Linearly defined expression units in compact genomes and spatially assembled expression units in complex genomes. (B) Association between coordinately expressed genes. (C) Colocalization of genes at subnuclear structures, such as transcription factories. Circles, regulatory elements; rectangles, genes. Arrows indicate direction of transcription. Retirado de Dekker et al. (2008) Science 319:1793 (DOI: 10.1126/science.1152850.1152850) RNA Polimerase EucariRNA Polimerase Eucari óóticatica 3 RNA polimerases que podem ser diferenciadas pela sensibilidade3 RNA polimerases que podem ser diferenciadas pela sensibilidade àà α α -- amanitina. Cada uma transcreve um tipo de RNA. amanitina. Cada uma transcreve um tipo de RNA. EnzimaEnzima LocalizaLocalizaçção ão ProdutoProduto Atividade Atividade RelativaRelativa Sensibilidade Sensibilidade àà α α --amanitinaamanitina RNA pol I Nucléolo rRNA 50-70% Insensível RNA pol RNA pol IIII Nucleoplasma mRNAmRNA 20-40% Sensível RNA pol III Nucleoplasma tRNA; rRNA 5S e pequenos RNAs nucleares ~10% Pouco sensível Visão geral de um gene eucariótico transcrito pela RNA Polimerase II Adaptado de Lewin, B. (2000) Genes VII/Benjamin Lewin; trad. Henriue Ferreira ... [et al.]. - Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. Adaptado de Nelson, D. and Cox, M., M. (2000). LehningerPrinciples of Biochemistry, 3nd edition, Worth Publishers. Montagem do complexo basal de iniciação da transcrição: entrada orquestrada de vários fatores gerais de transcrifatores gerais de transcriççãoão envolvimento de uma grande diversidade de fatores Sequências comuns em Promotores reconhecidos pela RNA Polimerase II de eucariotos A sequência A sequência TATA boxTATA box , encontrada em promotores eucari, encontrada em promotores eucarióóticos, ticos, situasitua--se a cerca de 25 pb a montante do sse a cerca de 25 pb a montante do síítio de intio de iníício da transcricio da transcriçção ão (TSS) (geralmente (TSS) (geralmente AA)) �� sequência curta, bem definida e com localizasequência curta, bem definida e com localizaçção relativamente fixa ão relativamente fixa com respeito ao scom respeito ao síítio de intio de iníício da transcricio da transcriçção ão PyPy22CCAAPyPy55 Adaptado de Nelson, D. and Cox, M., M. (2000). LehningerPrinciples of Biochemistry, 3nd edition, Worth Publishers. AlAléém do promotor bm do promotor báásico, os promotores eucarisico, os promotores eucarióótiocos contêm ainda tiocos contêm ainda elementos de seqelementos de seqüüência que são reconhecidos por fatores de transcriência que são reconhecidos por fatores de transcriçção ão que ativam ou reprimem a aque ativam ou reprimem a açção destes promotores. ão destes promotores. Estes elementos podem ser divididos em Estes elementos podem ser divididos em dois gruposdois grupos -- Elementos proximais:Elementos proximais: encontrados logo acima (entre encontrados logo acima (entre --200 e 200 e --100pb) 100pb) -- Elementos distais:Elementos distais: encontrados a grande distância dos promotores (atencontrados a grande distância dos promotores (atéé --50 kpb) e podem ser localizados antes do promotor, ap50 kpb) e podem ser localizados antes do promotor, apóós o cistron ou s o cistron ou mesmo em introns internos. mesmo em introns internos. TATA box TATA box é o sítio de interação da TBP (TATA binding protein) � define o início da transcrição para RNA polimerase II. ___________TT8282AA9797TT9393AA8585AA6363(T(T3737)A)A8888_____21 a 29 pb21 a 29 pb_____|AA5050___região codante__ TATA boxTATA box +1+1 Elemento iniciador:Elemento iniciador: genes que não possuem TATA box contêm um elemento chamado iniciador. Este elemento é composto de: PyPyANTAPyPyPyPyANTAPyPy +1 +1 Genes sem definiGenes sem defini çção do ponto de iniciaão do ponto de inicia ççãoão :: vários genes, não apresentam TATA box ou elemento iniciador. Estes genes apresentam transcritos que começam em múltiplos pontos (são heterogêneos na região 5’). Tipicamente apresentam um ou mais elementos GC na região proximal. ATUALMENTE, as novas metodologias revelam tratar-se da maioria dos genes de mamíferos(como revisado por Sandelin et al. (2007) Nature Reviews Genetics 8:424-436)Mammalian RNA polymerase II core promoters: insights from genome-wide studies. Sandelin et al. (2007) Nature Reviews Genetics 8:424-436 A identificação e caracterização do núcleo (core) de promotores de genes de mamíferos e os TSSs é um prerequisito para entender como a transcrição pela RNA Pol II é controlada. Novas metodologias permitiram a recente descoberta e caracterização do core de promotores, revelando que a maioria dos genes de mamíferos não comportam-se de um modo simples, no qual o TATA box direciona a transcrição a partir de uma única posição definida de nucleotídeo. Na verdade, a maioria dos genes tem promotores múltiplos, nos quais múltiplos TSSs e o uso de promotores alternativos gera uma diversidade e complexidade no transcritoma e proteoma dos mamíferos. Figure 1 | TSS classes in mammalian promoters. Promoters can b e classified with respect to the distribution of the transcription start sites (TSSs) they use. Aa) Promoters that fall into the ‘sharp’ class use only one or a few consecutive nucleotides as TSSs, resulting in a single-peak TSS distribution. These promoters often have TATA and initiator (Inr) boxes . Ab) Promoters that fall into the ‘broad’ class can initiate transcription over a ~100 bp region, resulting in a population of mRNAs that have different lengths but usually the same protein-coding content. Broad promoters are often TATA-less and CpG-island- enriched. Retirado de Sandelin et al. (2007) Nature Reviews Genetics 8:424-436 Todas as RNA polimerases têm em comun a Todas as RNA polimerases têm em comun a TBPTBP ((TTATA ATA BBinding inding PProtein) que serve de rotein) que serve de elemento guiaelemento guia para os demais fatores gerais de transcripara os demais fatores gerais de transcri çção. ão. TBP ligaTBP liga--se ao DNA pela cavidade menorse ao DNA pela cavidade menor(virtualmente todas as proteínas que se ligam ao DNA o fazem pela cavidade maior). Forma uma Forma uma celacela curvando o DNA: o TATA box curvando o DNA: o TATA box éé curvado em direcurvado em direçção ão àà cavidade cavidade maior maior �� esta mudanesta mudançça na organizaa na organizaçção espacial do DNA parece gerar uma ão espacial do DNA parece gerar uma interainteraçção mais ão mais ííntima entre os demais FTs e RNA Pol II com o DNAntima entre os demais FTs e RNA Pol II com o DNA As RNAs Polimerases eucarióticas são posicionadas em todos os Promotores por um fator que contém TBP Adaptado de Lewin, B. (2000) Genes VII/Benjamin Lewin; trad. Henriue Ferreira ... [et al.]. - Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. 1- TFIID se liga ao promotor (core) 3- TFIIB se liga ao complexo TFIID/TFIIA e recruta a pol II para o promotor 2- TFIIA estabiliza o complexo TFIID/promotor Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Aspectos gerais da iniciação da transcrição eucariótica (RNA PolII) 4- TFIIE e só depois TFIIH se ligam ao complexo polimerase/promotor 5- TFIIH participa de duas formas: -com sua atividade ATPásica desenrola a hélice do DNA (girase) - sua atividade de proteína quinase fosforila o CTD Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Elementos que regulam a Elementos que regulam a transcritranscriçção pela RNA Polimerase IIão pela RNA Polimerase II •• Elementos que agem em cis Elementos que agem em cis –– seqseqüüências regulatências regulatóóriasrias •• Elementos que agem em trans Elementos que agem em trans –– Fatores de transcriFatores de transcriçção que se ão que se ligam aos elementos cisligam aos elementos cis RNAs RegulatRNAs Regulatóórios rios Martianov,I., Ramadass, A., Barros, A.S., Chow, N. & Akoulitchev, A. (2007). Repression of the human dihydrofolate reductase gene by a non-coding interfering transcript. Nature, 445:666-670 (doi:10.1038/nature05519) Martianov,I., Ramadass, A., Barros, A.S., Chow, N. & Akoulitchev, A. (2007). Repression of the human dihydrofolate reductase gene by a non-coding interfering transcript. Nature,445:666-670 (doi:10.1038/nature05519) Dihydrofolate reductase converts dihydrofolate into tetrahydrofolate, a methyl group shuttle required for the de novo synthesis of purines, thymidylic acid, and certain amino acids. Os promotores de metazoOs promotores de metazoáários rios são mais complexossão mais complexos Adaptado de Lewin, B. (2000) Genes VII/Benjamin Lewin; trad. Henriue Ferreira ... [et al.]. - Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. Promotores Promotores eucarieucarióóticos da RNA ticos da RNA pol II: grande pol II: grande diversidade de diversidade de sequências curtas sequências curtas eficiência e eficiência e regularegulaçção da ão da transcritranscriççãoão Adaptado de Lewin, B. (2000) Genes VII/Benjamin Lewin; trad. Henriue Ferreira ... [et al.]. - Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. Ex: promotor de metalotioneína: proteção contra metais pesados Os promotores normalmente Os promotores normalmente respondem a mrespondem a múúltiplos sinaisltiplos sinais Diversidade de elementos que agem em cis • elementos basais • elementos regulatórios Diversidade de fatores que agem em trans • fatores da maquinaria basal • natureza bimodular dos fatores de transcrição • ativadores e repressores • montagem sequencial e ordenada do complexo de iniciação da transcrição �A transcrição pela RNA pol II é normalmente modulada por FTs que ao se ligarem aos elementos proximais ou distais ativam ou mesmo silenciam o promotor. �Estes fatores são normalmente modularesou seja, podem ser dissociados em domdomíínios de liganios de ligaçção ao DNAão ao DNA (DBD: DNA Binding Domain) e domdomíínios reguladores da transcrinios reguladores da transcriççãoão. Fatores de transcriFatores de transcriççãoão Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Reguladores globais da expressão gênicaReguladores globais da expressão gênica natureza bimodular dos fatores de transcrição Ativadores bimodularesAtivadores bimodulares DomDomíínios de liganios de ligaçção ao DNAão ao DNA DomDomíínios de ativanios de ativaççãoão Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Os Fatores de Os Fatores de TranscriTranscri çção são ão são proteproteíínas modularesnas modulares �� Os domOs domíínios são nios são independentesindependentes �� Papel do domPapel do domíínio nio de ativade ativaççãoão Explique o resultado da figura ao lado (a e b) Adaptado de Lodish et al. (2000) Molecular Cell Biology, 4nd edition, Freeman and Company, New York. Diagrma esquemático ilustrando a estrutura modular de ativadores da transcrição de eucariotos.Gal4 e GCN4 são ativadores da transcrição em leveduras. GR é o receptor de glicocorticóide. SP1 liga-se a elementos ricos em G-C (G-C rich elements) no promotor de um grande número de genes de mamíferos. A maquinaria basal interage com A maquinaria basal interage com os vos váários elementos ativadoresrios elementos ativadores Os promotores do tipo II apresentam Os promotores do tipo II apresentam ininúúmeros elementos regulatmeros elementos regulatóórios que podem rios que podem ser tecido especser tecido especíífico ou estfico ou estáágio especgio especííficofico A transcrição do gene TTR (transthyretine) requer uma forte cooperatividade entre fatores regulatórios durante a montagem do complexo de iniciação. Nos hepatócitos, a transcrição do gene TTR é controlada por pelo menos 5 diferentes ativadores transcricionais específicos Fatores de TranscriFatores de Transcriççãoão •• ClassificaClassificaçção em famão em famííliaslias •• DomDomíínios:nios: –– de ligade ligaçção ao DNAão ao DNA –– de transde trans--ativaativaçção (ão (ou repressãoou repressão)) –– de interade interaçção proteão proteíínana--proteproteíínana 3 importantes fam3 importantes famíílias de fatores de transcriliasde fatores de transcriçção são descritas ão são descritas quanto ao tipo de domquanto ao tipo de domíínio de liganio de ligaçção ao DNAão ao DNA 1) H1) Héélicelice--VoltaVolta--HHéélice lice 2) Dedos de Zinco2) Dedos de Zinco 3) Leucine Zipper 3) Leucine Zipper Ver nos slides disponibilizados no “site de aulas” as características gerais destas famílias de proteínas – como uma curiosidade linfócito Neurônio RegulaRegulaçção Gênica em ão Gênica em EucariotosEucariotos Diferentes nDiferentes nííveis de regulaveis de regulaçção da expressão ão da expressão gênica em eucariotosgênica em eucariotos Controle transcricional Controle pós-transcricional Controle do transporte do mRNA Controle traducional Controle pós-traducional Remodelagem da cromatina Controle da expressão acontece Controle da expressão acontece principalmente em nprincipalmente em níível de vel de transcritranscriççãoão • Acessibilidade à cromatina • Iniciação da transcrição • Processamento do RNA • Tradução O grau de condensaO grau de condensaçção da cromatina ão da cromatina éé regulado regulado quimicamente quimicamente –– diversas modificadiversas modificaçções quões quíímicasmicas AcetilaAcetilaçção:ão: aaçção geralmente relaxanteão geralmente relaxante Histona acetilHistona acetil--transferases (HATs)transferases (HATs) Histona desacetilases (HDACs)Histona desacetilases (HDACs) MetilaMetilaççãoão FosforilaFosforilaççãoão Controlando a Acessibilidade da Controlando a Acessibilidade da cromatina aos FTs e cromatina aos FTs e àà RNA PolimeraseRNA Polimerase Figure 4-38 Molecular Biology of the Cell (© Garland Science 2008) Principais modificações covalentes das caudas N-Terminais das Histonas (cadeia lateral dos resíduos) metilação acetilação fosforilação Figure 4-39b Molecular Biology of the Cell (© Garland Science 2008) Ilustração de modificações de 4 histonas cerne � O N-terminal das histonas projetado na superfície do nucleossomo é rico em resíduos de aminoácidos deLISINALISINA (carregados positivamente – interação forte com o fosfato do DNA)���� podem ser modificados reversivelmente por acetilação, metilação e fosforilação. � As funções das modificações das histonas por acetilação/desacetilaçãosão as mais bem conhecidas ���� Controle da expressão gênica durante a intérfase � Mudanças na estrutura da cromatina por modificação covalente do N-terminal das histonas: acetilação – ativadores desacetilação- repressores Estrutura de cromatina e expressão gênicaEstrutura de cromatina e expressão gênica alteração na acessibilidade da cromatina aos fatores gerais de transcrição (ligação ao promotor) papel crucial na regulação da expressão gênica Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Ativadores direcionam alterações locais na estrutura da cromatina ativador recruta HAT ativador recruta remodelador de nucleossomo promotor inacessível dentro da cromatina promotor acessível Adaptado de Lodish et al. (2000) Molecular Cell Biology, 4nd edition, Freeman and Company, New York. Papel da desacetilação e hiperacetilação da cauda N-terminal de histonas no controle da transcrição em S. cerevisiae FTs recrutam acetilases(histona acetilases -HATs) para o complexo de iniciação da transcrição � proteínas ativadoras (GCN4) As desacetilases (HDACs) � repressão da expressão de genes � proteínas repressoras (UME6) Figure 4-44a,b Molecular Biology of the Cell (© Garland Science 2008) Alguns significados específicos do código histônico Controle da expressão acontece Controle da expressão acontece principalmente em nprincipalmente em níível de vel de transcritranscriççãoão • Acessibilidade à cromatina • Iniciação da transcrição – Aparato basal de transcrição • fatores de transcrição gerais e RNA pol – Elementos de Resposta no DNA • Promotor, Enhancer, Silencers, outras sequências – Fatores de transcrição e proteínas acessórias • Processamento do RNA • Estabilidade do transcrito O promotor O promotor ssóó garante um ngarante um níível basal de transcrivel basal de transcriççãoão Genes constitutivosGenes constitutivos Ativadores e repressores controlam o recrutamento Ativadores e repressores controlam o recrutamento diferencial do aparato basal de transcridiferencial do aparato basal de transcriççãoão O complexo MediadorO complexo Mediador SuperfSuperfíícies mcies múúltiplas de interaltiplas de interaççãoão Recrutamento dos fatores gerais Recrutamento dos fatores gerais de transcride transcriççãoão Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Montagem do complexo de pre-iniciação na presença do Mediador, modificadores e remodeladores de nucleossomos e ativadores transcricionais Em adição aos fatores basais, ativadores recrutam outros complexos – facilitação da montagem do complexo de pré-iniciação Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings Muito comuns em procariotosMuito comuns em procariotos Em eucariotos, mais comumente por Em eucariotos, mais comumente por remodelaremodelaçção da cromatinaão da cromatina Como no caso de ativadores, pode Como no caso de ativadores, pode haver resposta a um sinal molecular haver resposta a um sinal molecular (presen(presençça ou ausência de metaba ou ausência de metabóólitos)litos) Diferentes modos de aDiferentes modos de açção de ão de Repressores transcricionaisRepressores transcricionais Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings 1) + glicose: Mig liga-se a um sítio entre UASG e o promotor 2) Mig recruta o complexo repressor Tup1 3) Tup1 recruta desacetilase Repressão do gene Repressão do gene gal1gal1 em levedurasem leveduras Mig1 – Repressor transcricional específico (CreA, CreB – outros organismos) Tup1 – Repressor transcricional geral Elementos importantes para a regulaElementos importantes para a regulaçção da transcrião da transcriçção pela ão pela RNA Polimerase II RNA Polimerase II •• Diversidade de elementos de sequência (elementos em cis) Diversidade de elementos de sequência (elementos em cis) •• Diversidade de Fatores de TranscriDiversidade de Fatores de Transcriçção (elementos em trans)ão (elementos em trans) •• ModulaModulaçção da atividade dos FTs (diversos mecanismos)ão da atividade dos FTs (diversos mecanismos) • síntese protéica do FT • modificação covalente do FT • interação de uma molécula ligante ao FT • ligação do FT a um inibidor Quem regula o regulador?Quem regula o regulador? Quem regula o regulador?Quem regula o regulador? Adaptado de Lewin, B. (2000) Genes VII/Benjamin Lewin; trad. Henriue Ferreira ... [et al.]. - Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. Muitos promotores respondem a Muitos promotores respondem a estestíímulos extramulos extra--celulares celulares • Alguns fatores de transcrição respondem a presença de hormônios como a corticóides, tiroxina ou ácido retinóico • Estes receptores hormonais transitam entre o citoplasma (na forma livre) e o núcleo (forma ligada) Hormônios esteróides – entram na célula Estes fatores são relacionados Estes fatores são relacionados estruturalmente estruturalmente • Hormônios polipeptídicos não são internalizados e reconhecem receptores específicos na membrana citoplasmática, desencadeando uma cascata de eventos que levam a mensagem ao núcleo Outros estOutros est íímulos sinalizam a partir do meio mulos sinalizam a partir do meio extracelular (Vias de Transduextracelular (Vias de Transdu çção de Sinais)ão de Sinais) Hormônios protéicos – NÃO entram na célula �� Sinal ExternoSinal Externo �� Via TransduVia Transduçção de Sinal ão de Sinal �� AtivaAtivaçção de um fator de ão de um fator de TranscriTranscriçção ão �� Tranporte Tranporte para o npara o núúcleocleo �� AtivaAtivaçção da Transcrião da Transcriçção ão de genes alvo (emresposta de genes alvo (em resposta ao sinal extracelular)ao sinal extracelular) RegulaRegulaçção da Expressão ão da Expressão Gênica em resposta a um sinal Gênica em resposta a um sinal ambientalambiental Fator de TranscriFator de Transcriçção NFão NFκκκκκκκκBB UTR (untranslated region) - região 5’ não traduzida região codante CAP AUG UAA 5’ 3’ Cauda poli-A 5’UTR 3’UTR Após a transcrição é gerado o pré-mRNA mRNA maduro mRNA maduro núcleo – síntese e maturação do pré-mRNA citoplasma – mRNA maduro � síntese de proteínas O processo de maturaO processo de maturaçção do prão do préé--mRNAmRNA e os mecanismos de regulação deste processo: regulação do splicing 1) Lewin, B. (2000) Genes VII/Benjamin Lewin; trad. Henrique Ferreira [et al.]. - Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. 2) Watson, J.D et al (2008), Molecular Biology of the Gene, 6th edition, Pearson Benjamin Cummings 3) Alberts et al. (2008) Molecular Biology of THE CELL , 5th edition, GS Garland Science Taylor & Francis Group 4) Lodish et al. (2003) Molecular Cell Biology, 5th edition, Freeman and Company 5) Nelson, D. and Cox, M., M. (2000) Lehninger Principles of Biochemistry, 3rd edition, Worth Publishers Bibliografia Principal Informações no Site: www.unb.br/ib/cel/ildinete/aulas