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7:07 Vo 4G LTE 100 I NIC Digital para realizar um novo comportamento. Quinta edição 2008. 189/1037 Leituras Bandura A. Self-efficacy: The exercise of control. New York: W.H. Freeman, 1997. isher K. School nurses' perceptions of self-efficacy in providing diabetes care. Journal of School Nursing. 2006;22(4):223-228. M. A conceptual care model for individualized care ap proach in cardiac rehabilitation -combining both illness rep resentation and self-efficacy. British Journal of Health Psychology. 2006;1 1:103-117. J.A., Murphy S.O., Canham D.L. Evaluation of an anaphylaxis training program for unlicensed assistive personnel. Journal of School Nursing. Long J.D. Stevens K.R. Using technology to promote self-efficacy for healthy eating in adolescents. Journal of Nursing Scholarship. 2004;36(2):34-129. Pender N.J., Murdaugh C.L., Parsons M.A. Health promotion in nursing practice, 4th ed. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall, Assistência no AUTOCUIDADO (1800) Definição: Assistência ao outro na realização de atividades da vida diária. Atividades: Levar em conta a cultura do paciente ao promover atividades de autocuidado. Levar em conta a idade do paciente ao promover atividades de autocuidado. Monitorar a capacidade do paciente para autocuidado independente. Monitorar a necessidade do paciente de dispositivos de adaptação para higiene pessoal, colocação da roupa, arrumação da aparência, higiene íntima e alimentação. Proporcionar um ambiente terapêutico, garantindo uma experiência de calor, relaxamento, privativa e personalizada. Oferecer os artigos pessoais desejados (p. ex., desodorante, escova de dentes, sabonete). Dar assistência até que o paciente esteja completamente capacitado a assumir o autocuidado. Ajudar o paciente a aceitar as necessidades de dependência. Usar a repetição constante de rotinas de saúde como forma de estabelecê-las. Encorajar o paciente a realizar as atividades normais da vida diária conforme seu nível de capacidade. Encorajar a independência, mas interferir quando o paciente tiver dificuldades no desempenho. Ensinar pais/familiares a encorajarem a independência, a interferirem apenas quando o paciente não consegue realizar as coisas. Estabelecer uma rotina para as atividades de autocuidado. Primeira edição 1992; quinta edição revisada 2008. Leituras Sugeridas: Armer J.M., Conn V.S., Decker S.A., Tripp-Reimer T. Self-care deficit. In: Maas M., Buckwalter K., Hardy M. Tripp-Reimer T., Titler M., Specht J. editors. Nursing care of older adults: Diagnoses, outcomes & interventions. St. Louis, MO: Mosby; 2001:366-384. Hall G.R., Buckwalter K.C. Evidence-based protocol: Bathing persons with dementia. Iowa City, IA: The University of Iowa, College of Nursing, Gerontological Nursing Interventions Research Center, 2001. Kozier B., Erb G., Berman A., Snyder S.J. Fundamentals of nursing, concepts, process, and practice, 7th ed. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall, 2004. Perry A.G., Potter P.A. Clinical nursing skills and techniques, 6th ed. St. Louis, MO: Mosby, 2006. Assistência no AUTOCUIDADO: alimentação (1803) Definição: Assistência a paciente na alimentação. Atividades: Monitorar a capacidade de deglutir do paciente. Identificar a dieta prescrita. Girar Compartilhar Pesquisar